– Melhores Cidades com oferta de RH para as Empresas!

Saiu na Revista Exame (ed 1039, pg 76): a seguradora britânica Aon realizou uma pesquisa global sobre as melhores cidades em oferta qualificada de mão de obra para as corporações. Os critérios eram: educação, demografia, leis trabalhistas, bem-estar social, comportamento do Governo com empresas e funcionários.

A campeã foi Nova York (1). A melhor latino-americana foi Santiago (52). São Paulo foi a melhor classificada do brasileira (65).

Das 138 pesquisadas, surgiu esse ranking:

  • 1- Nova York (EUA)
  • 2- Singapura (CIN)
  • 3- Toronto (CAN)
  • 4- Londres (ING)
  • 5- Montreal (CAN)
  • 6- Los Angeles (EUA)
  • 7- Copenhague (DIN)
  • 8- Hong Kong (CHI)
  • 9- Zurique (SUI)
  • 10- Boston (EUA)
  • 11- Chicago (EUA)
  • 12- Vancouver (CAN)
  • 13- San Diego (EUA)
  • 14- São Francisco (EUA)
  • 15- Estocolmo (SUE)
  • 52- Santiago (CHI)
  • 65- São Paulo (BRA)
  • 67- Rio de Janeiro (BRA)
  • 138- Damasco (SIR).

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– Anhanguera + Kroton = Fim das Pequenas Universidades?

O que falar sobre a fusão da Anhanguera com a Kroton? As duas gigantes do Ensino Superior formam agora um megaconglomerado de escolas.

Fica a dúvida: o que acontecerá com as pequenas faculdades? Serão obrigadas a crescer e resistir ao assédio, ou o caminho será a futura incorporação por grupos maiores como esse?

Extraído de: http://is.gd/kb7j2a

FUSÃO DE KROTON E ANHANGUERA CRIA GIGANTE DA EDUCAÇÃO

A mineira Kroton Educacional, que tem como marca principal a Pitágoras (colégios e faculdades), informou  na última segunda-feira (22) a assinatura de acordo de associação com a Anhanguera Educacional, na maior operação desse tipo já ocorrida no setor de educação do país. Se aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a operação resultará na criação de uma empresa de educação de tamanho sem precedentes no Brasil.

A fusão das empresas é mais um desdobramento do movimento de consolidação do setor educacional brasileiro, em andamento desde os anos 90 e do qual Kroton e Anhanguera são os principais protagonistas. O negócio também é bastante lógico na ótica de complementariedade e estabelecimento de sinergias. Apesar de atuarem nos mesmos nichos educacionais e com perfis de clientes semelhantes, atuam em áreas geográficas diferentes. Com um somatório de mais de 800 escolas no país, apenas quatro cidades abrigam ao mesmo tempo unidades da Kroton e da Anhanguera.

O acordo foi facilitado pelo perfil diretivo das empresas. Além da forte pulverização de ações (as duas estão no novo mercado da Bovespa, onde todas as ações são ordinárias – com direito a voto), ambos os grupos de controle são compostos por membros fundadores, mais direção de empresas incorporadas e fundos de private equity (investidores que prepararam a abertura do capital das empresas).


Prazos

O Cade tem prazo máximo de 330 dias para se pronunciar sobre a fusão, ou seja, até abril do próximo ano. Mas, segundo analistas, a aprovação deverá ser pouco problemática. “Não há sobreposição geográfica nem concentração de concorrência. Nas quatro cidades onde as duas possuem unidades, o Cade poderá pedir uma contrapartida, mas esse é um problema menor”, disse Bruno Giardino, analista de educação do Santander.

O mercado reagiu positivamente ao anúncio da fusão. As ações ON da Anhanguera subiram na última segunda-feira (22) 7,34%, e as ações ON da Kroton, 8,07%.

A fusão entre as companhias se dará mediante a incorporação de ações da Anhanguera pela Kroton. Conforme o fato relevante publicado na última segunda-feira (22), a troca considerou a média do preço das ações das companhias ponderada pelo volume financeiro dos últimos 30 pregões anteriores à assinatura do acordo.

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– Pacote da Dilma para baixar os Combustíveis. Funcionará?

A presidente Dilma Rousseff anunciou um pacote de redução de encargos para baratear os combustíveis no Brasil. A redução poderá ser de até R$ 0,12 no Etanol. Também confirmou que haverá mudança na composição da Gasolina, com aumento do Álcool Anidro de 20 para 25% em sua fórmula.

No papel, a renúncia fiscal será de R$ 1 bilhão em prol da indústria sucroalcooleira! Teoricamente, o preço do Etanol e da Gasolina cairão, mas…

A própria Dilma disse que não há garantias de que o consumidor final sinta o desconto. Pior: o Ministro Guido Mantega disse que a intenção real da medida é para incentivar o aumento da produção, com o benefício da maior lucratividade às usinas.

Enfim: vai cair o preço ou não?

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– China falsifica…. Ovos de Galinha! Mas são perigosos para a saúde.

Você tem dúvida sobre a qualidade e procedência de alguns produtos chineses? Já viu similares pirateados de eletrônicos ou falsificações grosseiras?

Pasme: agora, os chineses estão fazendo cópias de… Ovos!

Cuidado, pois eles fazem mal à saúde.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/so-faltava-essa-fabricantes-piratas-inventam-ovo-artificial-e-mortifero-na-china/

OVO MADE IN CHINA

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

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– Empresas Americanas tiram Proveito da Causa Gay

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– Samoa Air Cobrará a Mais por Passageiros Obesos

A Samoa Air, empresa aérea da Oceania, resolveu inovar: o passageiro pagará pelo excesso de gordura!

O peso da bagagem será somado ao do cliente, e haverá um limite de quilos. Na prática, os gordinhos pagarão mais, pois o que se quer é economizar combustível na viagem; e se isso não for possível, fazer com que o excesso de peso dos passageiros obesos seja compensado.

Um quilo extra num Boeing 777 custa US$ 0,50 / hora vôo a mais para a cia aérea, devido ao consumo de combustível! Pode parecer pouco, mas imagine um avião com 100 passageiros pesando 70kg e outro pesando 100kg… Some isso num ano inteiro de viagens!

A conta pesa…

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– Associação de Marcas Bem Própria?

A Seleção Brasileira de Futebol vai ser patrocinada pela Gol Linhas Aéreas. Justo no momento em que o Escrete Canarinho está em péssima fase, a empresa de aviação (que resolveu radicalizar os seus cortes, oferecendo apenas água aos passageiros) acerta o patrocínio.

Combinou: embora o nome lembre “futebol”, a Gol está com a “bola murcha”, tanto quanto a Seleção Brasileira.

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– Slow Work: Você consegue Desacelerar o Ritmo de Trabalho?

Um movimento ganha corpo no mundo organizacional: o de reduzir o ritmo frenético de trabalho que tanto estressa os profissionais.

Você conseguiria participar da turma do Slow Work?

Extraído de: http://is.gd/t1YoBz

DESACELERE O TRABALHO

Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.

Natália Martino

Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.

“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.  

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– Globo e dono da Claro querem dominar a América Latina

Calma, é algo normal no mundo das empresas. É que a Rede Globo quer se associar ao bilionário das comunicações Carlos Slim e comprar emissoras de televisão no continente. Uma parceria de gigantes…

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/globo-quer-comprar-emissoras-junto-com-slim-diz-blog

GLOBO QUER COMPRAR EMISSORAS JUNTO COM CARLOS SLIM, DIZ BLOG

Empresa de mídia e maior bilionário do mundo teriam começado a negociar a aquisição de outras empresas na América Latina

A maior empresa de mídia do país e o homem mais rico do mundo estudam comprar juntos outras emissoras na América Latina. Segundo informações do blog Radar, de Veja, a Globo teria iniciado conversas com Carlos Slim, dono da América Móvil, para a aquisição de outras empresas em vários países da região.

Se for para frente, essa não será a primeira vez que as duas partes dividem participações em um mesmo negócio. Como se sabe, a Globo detém uma fatia minoritária na Net, empresa controlada pela América Móvil. A companhia de Slim também tem Embratel e Claro na sua carteira de ativos no Brasil. Avaliada em mais de 36 bilhões de dólares, a gigante de telecomunicações é uma das principais fontes de receita do empresário mexicano.

A notícia vem à tona pouco tempo depois das Organizações Globo divulgarem seus resultados financeiros de 2012. No ano passado, o grupo lucrou 2,9 bilhões de reais, um aumento de 35,9% sobre o consolidado de 2011. A receita líquida da empresa, por sua vez, subiu 32,4%, chegando a 12,2 bilhões de reais.

Em se tratando de negócios no setor, Slim também anunciou, na última semana, a compra dos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. A empresa terá exclusividade sobre a exibição para a América Latina, com exceção do Brasil – por aqui, os direitos serão divididos entre Globo, Record e Band.

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– As Empresas nas Mídias Sociais: Simpatia ou Amolação?

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, escreveu dias atrás em sua coluna mensal na Revista Época Negócios (Maio/2010) sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– A Redução de Custo das Aéreas

E a Gol Linhas Aéreas? Depois de comprar e em seguida fechar a WebJet, resolveu radicalizar: em seus vôos, o serviço de bordo só oferecerá água potável aos seus passageiros.

Quando surgiu, a empresa se classificava como as de baixo custo, embora não tivesse esse diferencial nas tarifas. Agora, a empresa retoma esse rumo, mesmo com tarifas altas.

Me lembro dos bons tempos da Varig (que hoje é da Gol): o menu deles era ótimo (e reconhecido internacionalmente).

Tratar bem o passageiro é salutar para as finanças…

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– McDonald’s Punido pelo Relacionamento com os Próprios Funcionários

O McDonald’s levou uma punição milionária e coletiva da Justiça Brasileira. O problema constitui em: horário flexível com desconto (se o serviço é pouco, o funcionário pode ir embora para casa e tem os minutos / hora descontados), lanches dentro dos próprios restaurantes (almoçar todo dia hambúrguer no próprio McDonald’s não dá, né?) e convocação para horários de pico sem a remuneração e prévia escala adequados.

Extraído de: http://oglobo.globo.com/economia/mcdonalds-pagara-75-milhoes-por-dano-moral-coletivo-7912712#ixzz2OJ8TlkFe

MCDONALD’S PAGARÁ R$ 7,5 MILHÕES POR DANO MORAL COLETIVO

A maior franquia da rede de fast-food McDonald’s no Brasil, a empresa Arcos Dourados, terá de pagar uma indenização de R$ 7,5 milhões por dano moral coletivo, segundo informações do G1. A decisão da juíza Virgínia Lúcia de Sá Bahia, da 11ª Vara do Trabalho do Recife, foi proferida na noite desta quinta-feira e é válida em todo o país. A magistrada atendeu a um pedido do Ministério Público do Trabalho de Pernambuco, que ingressou com ação civil pública contra a empresa por obrigar funcionários a fazer a jornada flexível e a consumir no horário das refeições apenas os lanches do restaurante. A franquia, que tem 600 lojas e emprega cerca de 42 mil pessoas, não pode mais recorrer da sentença.

O procurador do Ministério Público do Trabalho, Leonardo Mendonça, autor da ação contra a empresa, disse que a Arcos Dourados se comprometeu a extinguir a jornada variável dos funcionários até o fim deste ano. A prática faz com que o empregado esteja muito mais tempo à disposição da empresa do que as oito horas de trabalho diárias previstas nos contratos de trabalho.

— Se a rede descumprir qualquer um dos itens formalizados no acordo terá que pagar multa de R$ 2 mil por cada funcionário — explicou Mendonça, acrescentando, de acordo com o G1, que a franquia terá de investir, a partir de janeiro, em campanhas para informar os empregados sobre seus direitos.

Em 90 dias, o Ministério Público do Trabalho de Pernambuco vai indicar de que forma a empresa deve destinar os R$ 7,5 milhões ajuizados no acordo.

— Provavelmente, o montante será destinado a instituições de caridade — adiantou Mendonça ao G1.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, empregados que se sentiram penalizados pelas obrigações decretadas pela empresa poderão ingressar com ações na Justiça para exigir indenização.

— Até o fim do ano, a rede também deve adotar a jornada fixa para os funcionários — disse o procurador.

No último dia 19, a Justiça já havia decretado, em caráter liminar, que a Arcos Dourado regularizasse a jornada de trabalho de todos os seus funcionários no país. A decisão também determinava que a empresa deixasse de proibir os empregados de levar sua própria alimentação para consumir no refeitório.

Em nota, a Arcos Dourados informou que “tem plena convicção da legalidade das práticas laborais adotadas” pela empresa, que obedece à legislação do país e tem colaborado com o Ministério Público do Trabalho. A companhia destacou que “cumpre o pagamento de todas as horas em que o funcionário está à disposição no restaurante”, dispondo de ponto eletrônico biométrico, e que ofere refeições “de qualidade e nutricionalmente equilibradas”.

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– O Discurso Correto do Governador

Sempre tive minhas dúvidas quanto a divisão dos royalties do pré-sal carioca. O grosso do dinheiro deveria ficar no próprio estado do Rio de Janeiro, ou ser dividido pela União aos Estados?

Diante disso, um discurso do governador Geraldo Alckmin que me pareceu sensato: ele pediu uma nova política fiscal, equiparando o ICMS dos estados, evitando assim a guerra fiscal. Quando indagado sobre os royalties, ele declarou que:

Deveria ser da mesma forma com os impostos em geral. São Paulo tem a maior arrecadação, paga à União esse montante, e recebe muito pouco de volta.

Concordo. Se um recurso financeiro tem essa justificativa, por que o outro não teria?

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– O Fim da Marca “Ades”?

Quer algo mais complicado para recuperar a imagem de um produto do que o caso “Ades”?

Primeiro, a Unilever tomou a iniciativa e fez um recall de suco-de-maça da sua marca de bebidas a base de soja, devido a contaminação com detergentes. Depois, a Vigilância Sanitária ordenou a retirada dos outros produtos Ades das prateleiras.

Na dúvida, você daria um suco / leite com suspeita de estar com resíduo de produto de limpeza à sua criança?

Problemaço para a empresa… Enquanto isso, os concorrentes vendem mais.

Em tempo: a Unilever admitiu falha humana e operacional na linha de envasamento. Imagine a multa que receberá das autoridades.

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– Clube Inglês dará Bebida para Aumentar a Torcida

Lembram do Middlesbrough, o pequeno clube inglês que contratou Juninho Paulista do São Paulo FC, após a sua passagem pela Seleção Brasileira contra o English Team?

Pois é: para aumentar o número de associados, o clube fará duas promoções: crianças não pagarão mais ingressos, e adultos ganharão gratuitamente um copo de vinho, cerveja ou refrigerante durante os jogos.

Aqui, as equipes pouco fazem para aumentar o público… Ingressos caros e desconforto são comuns nos gramados tupiniquins.

Extraído de: http://t.co/ZtHX7M0r6v

MIDDLESBROUGH DARÁ BEBIDA PARA INCREMENTAR RECEITAS COM ESTÁDIO

Na segunda divisão inglesa, o Middlesbrough sofreu no início da temporada com a reclamação dos seus torcedores a respeito dos preços praticados no Riverside Stadium, casa do clube.

Visando incrementar suas receitas com novos associados e satisfazer as necessidades dos atuais, o Middlesbrough divulgou duas novas ações.

Independente do acesso a elite inglesa, o sócio que for ao estádio nos jogos da próxima temporada ganhará uma bebida à sua escolha. O cardápio engloba cerveja, vinho, refrigerante e outras bebidas locais.

Outra ação apresentada pelo clube é o espaço Generation Red Family Zone, que estará localizada na parte nordeste do seu estádio. Por lá, idosos e crianças de até 11 anos acompanhadas por um responsável não pagarão ingressos.

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– 3 anos brigando com o site “Compre da China”

Até hoje continuo correndo atrás do picaretíssimo site Compre da China.

Já ouviu falar dele? Caia fora. Veja algumas pendengas e a quantidade de clientes lesados. É assustador o que fazem!

Está em: CUIDADO COM O SITE COMPRE DA CHINA

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– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

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– Unilever anuncia Contaminação do Suco Ades em Lote com Problemas

Isso traz sérios problemas para as grandes marcas: a Ades, marca de sucos naturais, anunciou que 96 embalagens do seu suco de maçã foram envasadas erroneamente. Ao invés do suco, entrou na linha de envasamento Solução de Limpeza!

Fica o alerta!

Extraído de:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/03/apos-recall-anvisa-solicita-inspecao-em-fabrica-de-ades-em-mg.html

APÓS RECALL, ANVISA SOLICITA INSPEÇÃO EM FÁBRICA DE ADES EM MG

Lote do produto foi envasado com ‘solução de limpeza’, segundo fabricante.
Unilever diz que problema foi detectado em 96 unidades de Ades de maçã.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que solicitou à Vigilância Sanitária de Minas Gerais que realize inspeção sanitária na fábrica da Unilever, na cidade de Pouso Alegre, onde foi fabricado o lote de suco Ades envasado com solução de limpeza.

A medida da Anvisa acontece após a Unilever ter anunciado na quinta-feira (14) um recall em um lote do suco de maçã Ades de 1,5 litro por risco de queimadura. Segundo a fabricante, a contaminação com solução de limpeza foi detectada no lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25 de fevereiro, com “cerca de 96 unidades do produto AdeS Maçã 1,5 l”.

“Nestas unidades, foi identificada uma alteração no seu conteúdo decorrente de uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza da máquina. O consumo do produto nessas condições pode causar queimadura’, afirmou a Unilever, em comunicado. “A falha identificada já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos”.

Procurada pelo G1, a Unilever informou que a empresa está colaborando e oferecendo todas as informações solicitadas pela Anvisa e que a fábrica de Pouso Alegre está aberta para receber a inspeção da Vigilância Sanitária.

Recomendação ao consumidor
Os produtos do lote com problema foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

Segundo a empresa, a falha identificada “já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos”.

O consumidor que tiver adquirido o produto não deve consumi-lo. “Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico”, orienta a Anvisa.

Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever. A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou pelo e-mail sac@ades.com.br.

Em casos de dúvidas, a  Anvisa também dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.

14 CONSUMIDORES RELATARAM PROBLEMAS

Segundo a Unilever, até a manhã desta sexta-feira (15), 14 consumidores tinham entrado em contado com a empresa para relatar problemas com o produto.

“Dos catorze atendimentos já realizados pelo SAC, doze já receberam atenção médica adequada e estão sendo acompanhados e dois não aceitaram”, informou a Unilever.

Segundo a empresa, os clientes atendidos relataram queimaduras na mucosa, enjoo e náusea. Ainda segundo a Unilever, todos já receberam atendimento médico, sem necessidade de internação.

O Procon-SP informou que também está acompanhando o caso. “A empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor”, afirmou o órgão.

O Procon lembra ainda que os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar “por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos”.

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– A Polêmica Lei do Capacete. Sobrará para o Comerciante?

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou a lei que obriga os motociclistas a entrarem nos estabelecimentos comerciais sem capacetes, a fim de evitar roubos (a idéia é facilitar a identificação). Nos postos de combustíveis, eles têm que tirar o capacete antes de se aproximar das bombas. Porém, cabe ao comerciante fiscalizar o cumprimento da medida, sob pena de R$ 500,00!

Aí não dá…

Extraído do Estadão.com

LEI PROÍBE CAPACETES EM ESTABELECIMENTOS DE SÃO PAULO

Estabelecimentos que descumprirem poderão ser multados

Foi sancionada na terça-feira (12) pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) a Lei nº 14.955, que proíbe o ingresso de pessoas usando capacetes, “ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face”, em estabelecimentos comerciais públicos ou privados do Estado de São Paulo.

De autoria do deputado estadual José Bittencourt (PSD), a lei foi votada na Assembleia Legislativa no final do ano passado e dá aos donos dos estabelecimentos o prazo de 60 dias, a partir desta quarta-feira (13), para afixarem placa indicativa com a inscrição: “É proibida a entrada de pessoa utilizando capacete ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face”.

Terminado esse prazo, será aplicada uma multa de R$ 500,00 ao estabelecimento que infringir a lei, sendo o dobro para reincidentes. Nos postos de gasolina, a nova legislação prevê que o motociclista retire o capacete “antes da faixa de segurança para abastecimento”.

Em entrevista à Agência Estado, o deputado Bittencourt afirmou que foi motivado por “recorrentes notícias” de pessoas que usam capacetes para encobrir o rosto em ações criminosas. “Se essa prática [encobrir o rosto com o capacete] vinha sendo utilizada para o incremento da violência, [a lei] é uma norma que vem combater isso”, resumiu. Bonés, capuzes e gorros não estão proibidos, desde que não ocultem o rosto da pessoa.

Presidente do Sindicato dos Motoboys de São Paulo, Gilberto Almeida dos Santos considera “válida” a legislação.

— Ninguém vai entrar num estabelecimento com capacete a não ser que esteja mal-intencionado. É uma regra básica.

No entanto, Santos vê “com cuidado” o trecho que veta o capacete após a faixa de segurança nos postos de gasolina. Ele diz que grande parte dos motoboys não retira o capacete nos abastecimentos, para ganhar tempo.

— [O autor da lei] teria de ter cuidado ao analisar isso.

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– André McDonalds?

Caso para se discutir no futebol e ao mesmo tempo para a Administração de Empresas: o centroavante do Santos FC, André, voltou a marcar gols.

Detalhe: ele emagreceu 8 kgs, e declarou que só está em boa fase e voltou à boa forma física porque parou de frequentar o McDonald’s…

É tudo o que uma grande marca não quer que se diga!

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– Como o Brasil é lembrado no Exterior

Quais seriam os atributos mais lembrados, positivamente ou negativamente, do nosso país no Exterior?

Pesquisa da Fundação Dom Cabral trouxe as qualidades e os defeitos atribuídos à imagem do Brasil pelos estrangeiros. Veja:

– DESTAQUES POSITIVOS:

Alegria do povo, hospitalidade, simpatia, clima, natureza, paisagem, geografia, praia do sol, comida, bebidas, frutas, mulheres.

– DESTAQUES NEGATIVOS:

Violência, Criminalidade, Assalto, Pobreza, Desigualdade, Insegurança, Favela, Trânsito.

Eu concordo com todos eles. E você?

– Postos de Combustíveis sob Suspeita

Cerca de 7% dos postos de combustíveis em SP não entregam a quantidade correta vendida de gasolina, segundo a Folha de São Paulo desta segunda-feira. Ou seja, 1 litro de combustível pode não ter 1000 ml.

Quantos golpes, infelizmente, vemos nesse setor. Vejam só: adulteração de produto, carga roubada, medidas/galonagem irregulares…

Isso pode explicar os “milagres” que alguns postos fazem: o de vender combustível com preços abaixo da margem de lucro necessária.

Na dúvida, não abasteça. Seu veículo agradecerá!

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– Tablets Apple / Samsung / Nokia de R$ 1.600 VERSUS Xing-ling de R$ 200

Leio uma edição da Revista Superinteressante (Jan/2012, pg 73-75, por Bruno Garattoni), onde o jornalista quis saber o segredo do preço tão barato de certos produtos chineses. Seria em decorrência da mão de obra barata? Impostos subsidiados? Produtos de baixa qualidade?

O que ele fez: comprou um produto chinês, testou e o desmontou. Veja que surpresa…

Por exemplo: um iPad2. Nos EUA, ele custa US$ 500.00 no varejo (nem faço idéia de quanto custa aqui no Brasil). A Apple gasta US$ 307.90 em peças + impostos e US$ 10.00 em mão de obra.

Um similar chinês custa R$ 200,00 (duzentos reais, é isso mesmo – já se encontra a esse preço em SP!). E o que tem de especial para ficar tão barato?

Qualidade. Ou melhor, falta de qualidade. Na matéria, o jornalista percebeu que a tela de touchscreen era dura e ruim. Diferente de um iPhone ou iPad, a tela se passava como touchscreen. Na verdade, ela era resistiva, ou seja, tinha que apertar mesmo!

Para navegar na Internet, o aparelho veio com a versão mais antiga do Android (que os chineses montam em seus aparelhos por não ter custo, é livre). A resolução da tela não era a ofertada, e vídeos do YouTube eram praticamente impossíveis de se assistir. Google Maps? Um desafio acessá-lo…

Havia o Android Market para você baixar aplicativos. Esqueça. O Android Market sempre faz um reconhecimento de compatibilidade para iniciar o funcionamento, e, para variar, não reconheceu o tablet chinês, embora estivesse instalado lá (em produtos da 25 de Março e do Paraguai, frequentemente há esse problema).

No dia seguinte, para a ‘felicidade’ do jornalista, de tanto testá-lo, o aparelho travou por inteiro… Irritado, chegou a desmontar o tablet, e descobriu que a bateria instalada tinha a duração de uma bateria 5 vezes menor que a de um iPad. A cada 50 minutos era necessário recarregar o aparelho.

E aí: você arriscaria um tablet chinês ou escolheria um produto de marca conhecida? Veja que a diferença de preço é enorme, mas a qualidade idem.

A propósito: você confia em produto chinês em geral? Quer comentar? Deixe sua mensagem:

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– Encontrando Soluções Adequadas?

Você segue o brilhante consultor em Administração Stephen Kanitz pelo Twitter?

Veja um de seus aconselhamentos:

“O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados”.

Fantástico, não?

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– Aumento de 5% no Combustível na Surdina

Ô turma que gosta de surpreender o povo. E não é que o Governo Federal autorizou outro aumento de Óleo Diesel?

Os reflexos na Economia serão grandes: afinal, os caminhões que transportam o Brasil são movidos por esse produto. Assim, aumenta-se inevitavelmente o frete e consequentemente a comida, roupa, bens em geral…

Abaixo, extraído de Veja.com:

PETROBRAS ANUNCIA REAJUSTE DO PREÇO DO DIESEL EM 5% NAS REFINARIAS

Segundo aumento de preço anunciado pela estatal em 2013 deve entrar em vigor já na quarta-feira

A Petrobras reajustará o preço do óleo diesel nas refinarias em 5% a partir de quarta-feira, buscando alinhamento aos valores praticados no mercado internacional e reduzir os prejuízos verificados em sua divisão de Abastecimento. O aumento anunciado nesta terça-feira é o segundo para o combustível do ano, após a estatal ter elevado em 30 de janeiro os preços da gasolina e do diesel, em 6,6% e em 5,4%, respectivamente. “Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, afirmou a petrolífera em comunicado.

O novo reajuste deve colaborar para reduzir a defasagem entre os valores praticados pela Petrobras no mercado interno e a cotação internacional, que tem provocado perdas para a estatal por conta de um aumento na importação de derivados a preços mais altos do que os de venda no mercado interno. Em 2012, por exemplo, a área de Abastecimento da estatal fechou o ano com prejuízo de 22,93 bilhões de reais, devido à política de preços dos combustíveis no país.

Sem conseguir acompanhar a crescente demanda do mercado brasileiro, a Petrobras foi obrigada a aumentar a importação de derivados, a preços mais altos, para atender ao consumo – a importação de petróleo e combustíveis pelo país aumentou 30% em fevereiro, para 3 bilhões de dólares. O prejuízo com a venda de combustíveis foi um dos fatores que pesaram no balanço da Petrobras em 2012. Seu lucro recuou 36%, para 21,18 bilhões de reais, configurando o menor lucro anual da empresa desde 2004.

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– Sobre Empatia, Confiança e Profissionalismo

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a Empatia no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z

EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS

Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.

Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.

Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.

Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.

Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.

Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

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– Na farra, sempre presente. Na dificuldade…

Ontem, soubemos pelo Ministro Guido Mantega que o PIB do Brasil foi um PIBinho (como está na moda falar). Apenas 0,9% de crescimento. Péssima notícia.

Nessas horas fico atento: aumento do salário mínimo e redução da conta de luz, Dona Dilma aparece. Mas nos reajustes de preço dos combustíveis, elevação no índice da inflação e PIB decepcionante, cadê a presidente?

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– A Alta do Etanol faz a Gasolina ser mais vantajosa

Depois do aumento da Gasolina e do Diesel, parecia que o consumo do Álcool Hidratado (Etanol) seria uma boa vantagem aos consumidores. Porém, as usinas não dão conta da produção e o preço disparou. Em São Paulo, o preço está em R$ 2,10, segundo a Folha de São Paulo deste sábado (02/03/2013, Caderno Mercado 2, pg 6).

ÁLCOOL PERDE VANTAGEM PARA GASOLINA EM SP

por Mauro Zafallon

O álcool deixou de ser vantajoso para os consumidores paulistanos. Após forte pressão dos preços nos postos de abastecimento, o combustível derivado de cana já é negociado a R$ 2,10.

Na média, o preço do etanol subiu para R$ 1,99 na cidade de São Paulo, custando, assim 71% do valor médio da gasolina, que é de R$ 2,81. Os dados são de pesquisa semanal da Folha.

A utilização do álcool deixa de ser vantajosa em boa parte dos veículos quando o preço do derivado de cana corresponde a mais de 70% do da gasolina, segundo algumas pesquisas.

Essa pressão de alta veio basicamente do comportamento das distribuidoras e não do consumidor. O pouco estoque na virada de ano e a previsão de alta nos preços da gasolina fizeram as distribuidoras irem às usinas e adquirirem 1,04 bilhão de litros, 13% mais do que em dezembro, mês tradicionalmente de maior demanda que janeiro.

A busca maior de etanol pelas distribuidoras fez as usinas aumentarem ainda mais os preços, principalmente porque o setor está em final de entressafra, quando não há colheita.

O resultado foi que o preço do álcool hidratado subiu 9% nos últimos 30 dias nas usinas e o do anidro ficou 1,3% mais caro.

Pagando mais, as distribuidoras repassaram os novos valores para os donos de postos. Estes reajustaram o álcool hidratado em 2,57% apenas nesta semana. O resultado é um total de 8% de alta nos últimos 30 dias. Já a gasolina manteve os 6% acumulados após o reajuste permitido pelo governo.

A partir de agora, o etanol terá mais flutuação que a gasolina. Esta tem praticamente 72% do valor definido por Petrobras e impostos, restando pouco espaço para variações de margens, percentual de mistura e valor do anidro.

Já o etanol, cuja soma de impostos é de 18%, tem um campo muito maior (82%) para variações no mercado. Passado o final de entressafra, a tendência será de queda.

A safra começa oficialmente em abril, mas já tem usina no Paraná com colhedoras no campo. São Paulo deverá elevar o número de máquinas colhendo na segunda quinzena deste mês.

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– Yes, Rum não é Cachaça!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– Trabalho & Remuneração

Você sabia que o brasileiro é um dos trabalhadores cuja remuneração tem menos poder de compra comparando-se com a carga horária entre países desenvolvidos?

Observe a sequência abaixo:

País – Jornada de Trabalho – Salário Mínimo Mensal em Dólares

Coréia do Sul – 55h – 904

EUA – 40h – 1257

Alemanha – 38h – Não há

França – 35h – 1855

Brasil – 44h – 306

(Cotação de 11/10/10, extraído de Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, Março/2011, pg 57).

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– Notebook Google versus MacBook da Apple

Quem tem MacBook, sabe que o computador portátil da Apple é extremamente bom (e caro). E para concorrer com esse mercado de exigentes consumidores, o Google apresentou nessa última semana seu computador pessoal tátil, com o aviso explícito: é para concorrer com o Macbook

Extraído de: http://t.co/XVt86o9upR

GOOGLE APRESENTA COMPUTADOR PORTÁTIL CONCORRENTE DO MACBOOK DA APPLE

Por AFP

A gigante da internet Google apresentou esta quinta-feira um computador portátil com tela tátil voltado para os usuários de computadores de alta performance, concebido para competir no segmento dos MacBooks da Apple.

A Google informou que o dispositivo Chrome Pixel, que usará como base os chips da Intel e disporá de elementos gráficos de alta resolução, foram lançados nos Estados Unidos e no Reino Unido esta quinta-feira ao preço inicial de US$ 1.299.

“As pessoas deixarão o MacBook Air de lado por este”, assegurou Sundar Pichai, diretor do Google, ao apresentar o novo dispositivo à imprensa.

Segundo a empresa, trata-se de um modelo que oferece conectividade a partir do serviço de internet móvel Verizon chegarão ao mercado em abril ao preço de US$ 1.499.

A versão disponível na quinta-feira permite a conexão à internet através de redes sem fio ou via cabo.

“Há um produto com muito boa aparência”, disse Om Malik, do site de tecnologia GigaOm, durante a apresentação do produto em San Francisco, Califórnia (sudoeste dos EUA).

“Mas a Google enfrenta um problema de venda, tem que competir de forma original nos preços e construir uma base de desenvolvedores para um produto de alta qualidade”, acrescentou.

A empresa espera que as pessoas vejam além dos preços ao comparar o Pixel com concorrentes como o MacBook ou os computadores portáteis que usam Windows 8 e perceba o valor da tela têtil e o terabyte para o armazenamento online no Google Drive.

“Está claro que a tecnologia tátil chegou para ficar e que é o futuro”, disse Pichai. “Estou certo de que todos os portáteis serão táteis no futuro”, emendou.

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– O Ouro Verde Paulista

Cada vez mais a cana-de-açúcar demonstra ser o Ouro Verde (fazendo uma analogia ao petróleo, chamado outrora de Ouro Negro) no mercado agrícola e energético brasileiro. Da cana se produz o álcool, o açúcar, a garapa, a cachaça; do seu bagaço a energia elétrica, também biodiesel, e… pasmem… até água potável.

A Dedini, gigante do setor, está desenvolvendo um equipamento que explora simultaneamente 6 riquezas da cana-de-açúcar. Abaixo, extraído de:

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/599/a-usina-seis-em-um-dedini-desenvolve-um-equipamento-que-129820-1.htm

A USINA 6 EM 1

A HISTÓRIA DA DEDINI – Indústrias de Base é marcada por altos e baixos. Em 1987, a companhia quase fechou as portas por conta da forte retração do setor sucroalcooleiro. De uma hora para outra praticamente todas as encomendas foram canceladas e a direção da Dedini se viu sem recursos para honrar os compromissos. Para escapar da falência, foi preciso vender terrenos e até a divisão siderúrgica, repassada à Belgo Mineira. No final de 2008, o cenário pelo lado da demanda praticamente se repetiu. A crise econômica global fez com que os clientes se retraíssem, causando uma redução de R$ 600 milhões na carteira de pedidos da fabricante de equipamentos, caindo para R$ 2,1 bilhões. A diferença é que a Dedini de hoje em nada lembra a de dez anos atrás. A começar pela estratégia de produção, fortemente diversificada na qual as usinas de etanol respondem por cerca de 45% das vendas totais. Na década de 1980 esse percentual era o dobro. Além disso, em breve sairá do forno um produto que a própria empresa classifica como a usina do futuro. Batizado de Usina Sustentável Dedini, será a arma da companhia para enfrentar uma eventual retração do mercado. Hoje, uma unidade padrão é capaz de gerar produtos como açúcar, etanol, biodiesel (extraído da palha e das folhas da planta) e energia (por meio da queima do bagaço). A Usina Sustentável produzirá também fertilizante (da mistura de resíduos do processamento) e água para uso industrial e consumo humano. Hoje, este insumo é desperdiçado apesar de cada tonelada de cana ser composta de 70% de água. “A usina do futuro será praticamente autossustentável, com impacto ambiental próximo de zero”, diz Sérgio Leme dos Santos, presidente da Dedini, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. O novo modelo de usina está em fase de testes e chegará ao mercado até o final de 2010. Para ampliar a receita, a empresa criou ainda uma divisão de automação. Ela é responsável pela montagem de equipamentos da marca e de outros fabricantes, uma tarefa que antes era entregue a terceiros e que já colabora com uma parcela expressiva do faturamento da Dedini.

Santos, porém, não acredita numa crise profunda para o setor. “A agroindústria vive um período de consolidação e deverá emergir desse processo ainda mais forte”, aposta. “A pressão global para o uso de tecnologias limpas deverá continuar favorecendo os investimentos em combustíveis renováveis, como o etanol.” Além disso, cerca de 95% dos pedidos estão em fase de produção nas cinco fábricas da Dedini e serão entregues até o final do ano. Com isso, a receita deverá se manter no patamar dos R$ 2 bilhões obtidos em 2008. Para especialistas, as perspectivas para o setor são realmente positivas. “O momento atual é delicado mas a expectativa é de que haja uma retomada no médio prazo”, opina Estefan Haddad, sócio- diretor da BDO Trevisan.

Mesmo que as previsões otimistas não se confirmem, a Dedini conta com a diversificação para superar possíveis dificuldades. Sua lista de produtos inclui esteiras para mineração, laminadoras para siderúrgicas, processadoras de biodiesel, usinas para tratamento de água e esgoto, tanques para cerveja e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). A diversificação é resultado de um robusto plano de investimentos que consumiu R$ 300 milhões no período 2005/2008. A tecnologia da Usina Sustentável foi desenvolvida pela equipe composta pelos 20 pesquisadores “da casa”, todos com título de mestre ou doutor, que tiveram o reforço de técnicos ligados a universidades de São Paulo e parceiros globais como a alemã Siemens, a sul-africana Bosch Projects e a americana Rohm and Haas. “Agregamos à nossa linha produtos para os segmentos nos quais poderíamos ser competitivos no cenário brasileiro e internacional”, explica o presidente da Dedini. Mas isso não significa dizer, no entanto, que a área de açúcar e álcool será abandonada. Ao contrário. Esse nicho faz parte do DNA da empresa fundada em Piracicaba (SP) em 1920.

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– Clientes Ocultos que viram Espiões

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– Nomeando e dando sentido às Marcas: o desafio das empresas na China

Que tal tomar um ‘sabor divertido’, correr com um ‘passos rápidos’ e escovar os dentes com ‘limpeza superior’?

Tá sentindo falta do nome das marcas?

Na China, a moda agora é encontrar nomes cuja fonética e significado sejam agradáveis aos consumidores. A dependência do uso de ideogramas é o motivador, somado à necessidade de encontrar um resultado adequado para o comércio. Além, claro, do fato de que lá as marcas tem que ser nomeadas.

Por exemplo: em alguns países orientais, os nomes das pessoas se referem as qualidades desejadas. Ninguém se chama “Daniela” ou “Patrícia”, mas “Flor Reluzente” ou “Água Pura”.

Assim, as empresas vivem a febre da sonorização ideal. Lá, a Coca-Cola desenvolveu um ideograma para nomear sua marca cujo som é: Kekoukele, que na tradução seria ‘sabor divertido’. A Rebook: Rui bu (passos rápidos). Colgate: Gao lu jie (limpeza superior). Citibank: Hua qi Yinhang (bamco da bandeira de listras e estrelas). Pentium: Bem teng (galopando).

A Microsoft teve que tomar certos cuidados. O buscador Bing, por exemplo, significava ‘defeito e vírus’. Virou Bi Ying, com o significado ‘responde sem falhas’.

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– Carne de Cavalo na Europa: o que fazer?

Cada vez mais as autoridades de saúde européia estão preocupadas com o problema da utilização de carne de cavalo no lugar de carne de boi, enganando o consumidor.

O grande problema é a quantidade de anti-inflamatórios nesse tipo de carne, levando as pessoas a intoxicar-se com eles, quando consomem (desavisadas).

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