– Gasolina Brasileira vira Paraguaia a Preço Baixo

Revoltante!

A Petrobrás, que tem estado em péssima fase econômica e administrativamente, vende a Gasolina Brasileira que produz ao nosso vizinho Paraguai. Só que MAIS BARATO DO QUE A NÓS, E COM PERSPECTIVA DE QUEDA DE PREÇOS (pela 4a vez apenas em 2015)!

Extraído de: http://g1.globo.com/hora1/noticia/2015/02/petrobras-anuncia-reducao-no-preco-do-combustivel-para-o-paraguai.html

PETROBRAS ANUNCIA 4a REDUÇÃO NO PREÇO DO COMBUSTÍVEL PARA O PARAGUAI

A Petrobras anunciou a quarta redução seguida nos preços dos combustíveis, só que no Paraguai. A empresa brasileira é uma das principais fornecedoras para o país vizinho.

Quem mora em Ponta Porã só precisa atravessar uma avenida para fazer economia, na hora de encher o tanque. O preço da gasolina já está mais barato que no Brasil, R$ 2,97, e vai cair ainda mais.

A Petrobras anunciou que a partir da segunda-feira de carnaval (16), o litro deve chegar a R$ 2,80, valor que pode ter uma pequena variação por causa da cotação do dólar, referência para a conversão de moedas.

Esta é a quarta vez, só este ano, que a Petrobras anuncia uma redução nos preços dos combustíveis, no Paraguai. Outras duas distribuidoras seguem o mesmo caminho de queda nos valores da gasolina e do óleo diesel porque no mercado internacional, o preço do barril de petróleo vem caindo.

No Brasil, o cenário é diferente e para o consumidor, a matemática está complicada. O que provocou o reajuste dos preços, no início de fevereiro, foi o aumento dos impostos sobre os combustíveis: PIS e Cofins, que tiveram impacto médio de R$ 0,22 sobre a gasolina e R$ 0,15 sobre o diesel.

A presença de brasileiros nos postos paraguaios aumentou mais de 20% nos últimos 15 dias e a expectativa de vendas é ainda melhor para a próxima semana, quando os preços na bomba devem cair ainda mais.
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– E se sua empresa lhe ajudasse a congelar seus óvulos para poder trabalhar mais na juventude?

Não repercutiu como deveria, mas me chamou a atenção: Facebook e Apple estariam ajudando suas funcionarias a congelarem óvulos, incentivando a maternidade tardia a fim de que se dedicassem mais às empresas.

Compartilho, extraído de: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/10/facebook-e-apple-oferecem-congelamento-de-ovulos-para-funcionarias.shtml

FACEBOOK E APPLE OFERECEM CONGELAMENTO DE ÓVULOS PARA FUNCIONÁRIAS

A história de corporações que oferecem pagar tratamentos para congelar os óvulos de suas funcionárias, e assim garantir que as mesmas passem mais tempo trabalhando, não se trata mais de uma ficção ao melhor estilo ‘Gattaca’ e vem se tornando realidade entre as maiores empresas do Vale do Silício.

A Apple e o Facebook anunciaram programas internos de até 20 mil dólares por funcionária para cobrir custos com os procedimentos para congelar óvulos. 

Segundo informações da NBC News, o programa do Facebook terá início ainda este ano, enquanto a política da Apple ficará para meados de 2015.

A tecnologia para congelar óvulos foi desenvolvida em 1986 para ajudar mulheres que querem engravidar após seu período mais fértil (geralmente entre os 20 e 35 anos de idade). O procedimento geralmente leva de 10 a 15 minutos, sob sedação, para extrair os óvulos férteis e são mantidos congelados em clínicas de fertilização por um ciclo de até 10 anos. 

O uso desta tecnologia não é considerado eficaz e o procedimento é bastante caro, chegando a custar cerca de 10 mil dólares por ciclo. Portanto, as contribuições da Apple e Facebook cobririam os gastos de mulheres interessadas, embora não há garantias de que a mulher ficará grávida. 

Polêmicas – Embora os programas façam parte de uma estratégia dessas corporações para contratar mais mulheres em um ambiente predominantemente masculino, a decisão dessas empresas vem causando polêmica. 

Além do procedimento em si não ser recomendado para jovens mulheres pelos principais conselhos de saúde dos Estados Unidos, a oferta coloca mais um ônus sobre quando as mulheres devem optar por ter filhos e reforça uma cultura corporativa de não dar suporte para jovens profissionais iniciarem uma vida familiar em paralelo quando bem entenderem.

Apesar de Apple e Facebook terem alguns programas voltados para crianças, as corporações poderiam encontrar novas formas de investir em opções mais flexíveis que integrem a vida profissional e particular de seus funcionários em todas as faixas etárias.

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– Premier League receberá quase 8 Bilhões de dólares da TV. No Brasil…

A Sky Sports e a BT Sport, juntas, pagarão US$ 7,8 bi por 3 anos de campeonato inglês (A Sky transmitirá 126 jogos e a BT 42 por temporada). Na ponta do lápis, cada clube que jogar com transmissão da televisão receberá 15,5 milhões de dólares/jogo.

Aqui no Brasil, por 4 temporadas, a Globo pagou R$ 4 bi por todos os jogos em TV aberta.

Diferença sensacional, hein?

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– Quando um detalhe ofusca um trabalho

Compartilho ótimo artigo do Professor José Renato Sátiro Santiago, em seu “Boletim do Conhecimento”, a respeito de uma interessante analogia entre o mundo da TV e o mundo das Empresas.

Sobre os elogios à beleza da atriz Paolla Oliveira numa série da Globo, onde o detalhe do bonito corpo da moça ofuscou uma brilhante atuação: nas empresas, quantas vezes um detalhe ofusca um grande trabalho?

Já aconteceu com você?

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/O_belo_atributo_de_Paola_e_suas_semelhancas_com_o_dia_a_dia

O BELO ATRIBUTO DE PAOLA E SUAS SEMELHANÇAS COM O DIA A DIA

Foram milhões em investimento.

Contou com a participação de profissionais de primeira linha.

Alguns até com reconhecimento mundial.

Segundo os críticos especializados foi inegável a qualidade de tudo que foi feito.

Seria possível comentar muitas outras questões sobre a minissérie “Felizes para Sempre?” que a Rede Globo de Televisão apresentou durante as últimas duas semanas.

No entanto, ao que parece, para o público em geral, um fato foi mais relevante que tudo isso, “a bunda da atriz Paola Oliveira”.

Antes de prosseguir no tema, já antecipo que realmente é digno de elogio o atributo da jovem atriz.

Mas… “apenas” de elogio.

Certamente é desolador para todos os profissionais envolvidos que isso tenha acontecido.

Até mesmo para a própria atriz que acabou tendo o seu desempenho se resumido a uma “bunda”.

Ao ler entrevista com o diretor da minissérie, Fernando Meireles, a princípio, ele também destacou o seu incomodo quanto ao acontecido.

Mais, afirmou que se imaginasse a repercussão de determinada cena que evidenciou o citado atributo de Paola, teria eliminado da edição.

Não o conheço para ter a certeza se isso aconteceria.

Tão pouco duvido que a “bunda” tenha sido apresentada desta forma justamente para ganhar todo este destaque.

Seja o que for, enfatizo a decepção que deve estar presente junto aos profissionais que desempenharam seu papeis e que precisarão colocar nos seus currículos que atuaram na minissérie da “bunda”, sob o risco de ninguém sequer lembrar o nome da mesma (caso tenha esquecida, o nome foi citado no começo do texto).

No entanto, por mais paradoxal que possa parecer, situações similares a esta ocorrem em nosso dia a dia corporativo e pessoal também.

De repente, algo totalmente acessório, com todo o respeito a “bunda” de Paola, torna-se o principal.

A verdade é que os detalhes podem fazer totalmente a diferença e se tornarem a principal questão a ser considerada.

Sabendo disso, da próxima que assistirmos a uma nova minissérie, certamente outra “bunda” poderá ganhar destaque e será alçada de coadjuvante para protagonista.

Assim como sempre acontece em nosso dia a dia e quaiquer projetos dos quais fazemos parte.

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– Camisinha a R$ 57,00 na Venezuela? Viva a República Bolivariana!

Quando o ditador pseudo-comunista Hugo Cháves se intitulou como “novo Libertador da América” e evocou o espírito de Simon Bolivar para refundar o país como “República Bolivariana da Venezuela”, todos achavam que a loucura não vingaria. Pois vingou e afundou o país.

Seu sucessor, Nicolas Maduro, mandou o Exército tomar os supermercados e ameaça estatizar as farmácias, pois produtos de 1a necessidade – de alimentos a medicamentos – estão em falta.

Um dos artigos que têm chamado a atenção é o de preservativos masculinos! Uma simples camisinha custa R$ 57,00.

Abaixo, extraído do UOL.com

ESCASSEZ DE PRODUTOS DA VENEZUELA

Além de encarar filas gigantescas para comprar produtos de primeira necessidade, como carne, açúcar e remédios, os venezuelanos estão enfrentando também a escassez de outro produto: um pacote com 36 camisinhas, difíceis de encontrar no país, chega a custar até 4.760 bolívares (R$ 2.035,38), segundo informações do site de notícias norte-americano Bloomberg Business. Quer dizer que cada camisinha custa cerca de R$ 57.

“Agora precisamos esperar na fila até para fazer sexo”, disse Jonatan Montilla, 31, diretor de arte de uma empresa de publicidade.

A queda no preço do petróleo internacional aprofundou a escassez de produtos na Venezuela, cujas exportações de petróleo respondem por cerca de 95% dos ganhos com moeda estrangeira.

Como o valor que o país recebe pelas exportações caiu quase 60% nos últimos sete meses, os importadores têm menos dólares para trazer produtos do exterior. Quase todos os bens de consumo do país são importados.

A Venezuela tem a terceira maior taxa per capita de infectados pelo vírus HIV na América do Sul, atrás do Paraguai e do Brasil, de acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas) de 2013.
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– A Regra do Salário em Dia será cumprida?

O Futebol retoma suas atividades, e tanto o Paulistão (pela 3a vez) quanto o Brasileirão terão a “Regra do Salário em dia”. Ou seja, o Regulamento Geral das Competições prevê que o clube que não ter suas obrigações salariais cumpridas, pode perder pontos ou até ser excluído.

Alguém acredita que isso acontecerá? Sobre isso, duas coisas:

1- Será que todos os times estão com salários em dia? Eu duvido.

2A FPF ou a CBF, em seus torneios, terão coragem de tomar tal medida? Duvido-e-o-dó!

Estou para ver Flamengo ou Corinthians perderem pontos por salários atrasados. Medida demagógica e que não será aplicada. E, caso fosse, teriam peito de tirar pontos da maior parte dos clubes brasileiros, já que o incomum é ver jogador com salário em dia?

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– A Febre dos Los Paleteros vencerá o inverno?

Estão na moda os sorvetes mexicanos. Algumas empresas criaram o conceito de picolés grandões de temática mexicana e estão ganhando mercado. Talvez a principal seja a “Los Paleteros”, a base de leite condensado e cujo preço da franquia é de R$ 300.000,00!

A questão é: venderá a mesma coisa no inverno? Afinal, sorveteira é um dos empreendimentos que mais sofrem com sazonalidade. E no caso de sorveteria temática, mais ainda!
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– O Aumento do Percentual de Álcool na Gasolina foi confirmado!

Não é mentira: o Álcool, que subiu quase R$ 0,20 na bomba nos últimos dias (devido a entressafra, a baixa produtividade e o alto consumo), aumentará a sua proporção na formulação da Gasolina!

Pois é. Era 20%, aumentou para 25% e a partir de 15 de fevereiro será 27% a quantidade de Álcool na Gasolina.

Portanto, o motorista que usa Gasolina sentirá que seu carro terá menor autonomia, já que não renderá tanto como antes (afinal, a Gasolina Brasileira é cada vez menos “Gasolina Pura”). Já o motorista que usa Álcool sentirá no bolso outro aumento, pois se precisará de mais Álcool para atender a mistura da Gasolina nas distribuidoras e o produto tenderá a ter a oferta diminuída.

Lembrando que não vale acreditar que não acontecerá nada a quem tem carro flex, pois se ele usa Gasolina, sentirá o efeito da mudança também: afinal, o álcool das bombas é o Álcool Etílico (Etanol) e o da mistura é o Álcool Anidro.
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A Bilionária Apple!

A Apple divulgou seu balanço: a empresa tem em seu caixa US$ 178 bi!

Dá para comprar a GM + Ford + Tesla, e ainda sobrará 40 bi no caixa.

Uau… o valor da empresa no mercado é de 640.000.000.000,00 de dólares.

Não precisa escrever mais nada depois disso…

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– Abasteçam o seu carro urgentemente!

Hoje divulgou-se que o balanço não auditado da Petrobrás mostrou Lucro Líquido de 3 bilhões. Claro, não está incluído o custo-corrupção, o que “arrebentaria” as contas da empresa.

Como o mercado sabe que só se cobrirá o déficit da verdadeira conta (aquela que contabiliza o roubo bilionário saqueado há anos) com aumento de combustíveis, todos estão ansiosos para saber quando e como ele acontecerá.

A verdade é que: para equilibrar as contas, necessita–se de 13 bilhões de reais. Então, no próximo dia 01 de fevereiro haverá o aumento do PIS e da COFINS na Gasolina e no Diesel. E em até aproximadamente 60 dias, o da CIDE.

Portanto, atenção: SERÃO 2 AUMENTOS! Isso deve impactar, ao final, em R$ 0,25 a R$ 0,28 na Gasolina e R$ 0,15 a R$ 0,18 no Diesel.

Lembrando: nos últimos dias, com o aumento do consumo de Etanol e a baixa produção, o produto JÁ AUMENTOU ENTRE R$ 0,15 a R$ 0,20.

O cenário, infelizmente, é ruim!

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– Campeonatos Jabuticabas

Daqui alguns dias começarão os Campeonatos Regionais. Tirando os de São Paulo e o do Rio de Janeiro, os demais não dão chances aos pequenos. E esses mesmos pequenos paulistas e cariocas, todos sabemos, estão falidos.

Os pequenos precisam das verbas desses torneios para sobreviverem, e elas existem não por eles, mas pelos grandes.

É sabido que as potências não querem jogar os Campeonatos Estaduais. Mas também não se movem para evitá-los (com exceção, o Atlético Paranaense que tem disputado em seu estado com o Sub 23).

Será que esses torneios não poderiam ser melhor espaçados no calendário? Ou que fossem divisões locais de acesso às nacionais?

Na Inglaterra, existe a Northern Premier League, que congrega times regionais das 7a e 8a divisões e que permitem aos clubes (se tiverem condições financeiras e técnicas) a chegarem à badaladíssima Premiere League (1a divisão). Por quê não podemos ter série E, F, G representando os Regionais? Cravo que um jogo entre Paulista de Jundiaí x Bragantino valendo acesso da 6a divisão para a 5a Nacional levaria mais público do que valendo a queda da 1a divisão para a 2a do Estadual.

Para mim, a resposta para que não se discuta para valer o fim dos regionais (os quais, confesso, sou apaixonado mas entendo a dificuldade financeira do modelo) é clara: a perda de Poder das Federações Estaduais!

No ano passado, Rogério Ceni questionou:

O que vale ganhar o Paulista?

Vencer o Paulistão só vale o status. Mas se perder… o time grande sofre com a pressão!

Algo tem que ser feito. Não dá para abrir um Morumbi para o São Paulo jogar com público de 5.000 pagantes contra o Monte Azul, enquanto o clube gostaria de estar excursionando pela Ásia ganhando dinheiro e treinando. Ao mesmo tempo, não dá também para XV de Piracicaba, Noroeste, América de Rio Preto e tantos outros times tradicionais montarem times para apenas 3 meses e fecharem as portas.

Quem aceitará ceder? Os times grandes continuando com o assistencialismo, clubes pequenos fechando as portas de vez ou as federações estaduais abrindo mão do poder?

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– Hermenegildo Tonoli é Rodovia ou Avenida?

Os radares da Estrada que liga Itupeva a Jundiaí (Rodovia Hermenegildo Tonoli) estão prontos para operar. Ainda estão lá as placas de que estão desativados, mas vez ou outra se vê radar móvel escondido autuando.

Gozado, a rodovia não tem passarela para trazer segurança às CENTENAS de pessoas que a cruzam diariamente do Bairro Medeiros (Jardins Sarapiranga, Teresa Cristina, Carolina, Antonieta e tantos outros) visando acessar as empresas do outro lado da pista, mas tem radar!

Extremamente ultrapassada, a estrada foi reformada mantendo os mesmos retornos perigosos (não dava para fazer alça de acesso ou de alguma outra forma?), além da redução de velocidade para 60 km/h!

Quer dizer que melhorar a trafegabilidade (já que a rodovia é constantemente congestionada) se resolve com radar e multa?

Para passarela não há dinheiro nem boa vontade. Mas para radar, toda a disposição possível.

Lamentável é que o Estado nada faz. Quantas vezes o Governador Geraldo Alckmin veio para Jundiaí e não foi “encostado à parede” para solucionar a falta de passarelas? E isso vem desde a administração do ex-prefeito Miguel Haddad (PSDB) até a atual do prefeito Pedro Bigardi (PCdoB). Durante todo esse tempo, só vemos vereadores indo e vindo ao bairro demagogicamente incentivando reclamações.

Ora, precisamos de ação efetiva! Vereadores, de qual partido sejam, devem pressionar o prefeito para que pressione o governador.

Chega de blá-blá-blá. Aí, quando chegar novamente o período eleitoral, todos virão prometer as mesmas coisas… tanto de esquerda quanto de direita.

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– Custo Brasil sobre os Portos

Assustador: 16 horas é o tempo médio que os navios aguardam para atracar no Porto de Santos, contra uma média mundial de 6 horas; 21 dias é o quanto demora a liberação de contêiners, enquanto que o Porto de Roterdã (Holanda), 4 vezes mais movimentado, leva 2 dias.

É mole?

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– As Demissões na Indústria Brasileira são culpa de quem? Da Argentina???

Falarmos que as demissões que assolam o Brasil (e em especial as que acontecem nas montadoras) é o assunto do momento, não é loucura.

Claro, o culpado-mor será a equipe econômica da presidente Dilma. Mas só dela?

A justificativa da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) é de que a crise na Argentina é a grande vilã. Pode até ser; mas é, de fato?

Não, não é. Neste mundo globalizado é cada vez mais importante ter parceiros em todo o planeta para não ficarmos reféns de um segmento. Creditar à presidente Cristina Kirchner os resultados ruins daqui é desvio de foco.

Nos abrimos economicamente com o “fim da reserva de mercado” que mantínhamos, herança da ditadura, através do presidente Collor. FHC nos inseriu na economia global e em contratos com as nações desenvolvidas. Lula costurou acordos comerciais com mercados vizinhos e alternativos na África e Ásia. Porém, o grande mercado consumidor que deveria sustentar a nossa economia anda ruim; e ele é o… mercado interno!

Irônico, não? Com a crise de empregos e política assistencialista perpétua, não nos tornamos autossustentáveis!

Tenho medo dos próximos anos na economia brasileira. E você?
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– Ambev comprará a Pepsi por 140 bi?

João Paulo Lemann é um midas. Seu grupo, o 3G Capital, é realmente impressionante.

De dono da cervejaria Bhrama, investiu na aquisição do seu maior concorrente, a Antártica e formou uma empresa detentora das maiores e mais numerosas marcas de bebidas, a Ambev. Depois se juntou à multinacional belga Interbrew e formou a Inbev. Na sequência, fez algo impossível: comprou a mítica líder de mercado norte-americana, a Budweiser (do grupo Anheuser Busch) e a transformou em AB Inbev. Sem contar que ele é dono do principal concorrente do McDonald’s, o Burger King, além do grupo B2W, formado por Lojas Americanas, Submarino e Shoptime.

Agora, quer comprar briga com outro grande gigante: a Coca-Cola! Fala-se no mercado que Lemann estaria preparando uma oferta de 140 bilhões de dólares pelo grupo PepsiCo, que congrega a Pepsi e todas as outras empresas da área alimentícia.

Uau!!!

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– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

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– Entrevistado e Entrevistador: como o Recrutador deve se portar?

Não é erro de digitação. Normalmente, nós vemos aconselhamentos sobre como um entrevistado deve se portar na entrevista de emprego. Agora, um artigo bacana do caderno Inteligência da “Época Negócios” traz dicas para quem está do outro lado. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de Revista Época Negócios, edição Agosto/2010, pg 73

A PERGUNTA QUE VALE UM EMPREGO

Por Álvaro Oppermann

Há muitas dicas para um candidato se dar bem na entrevista. Mas o que dizer do entrevistador?

A cada ano, uma profusão de livros e artigos é publicada sobre a arte da entrevista de emprego: o que dizer, como se portar, o que vestir etc. O foco destas obras costuma ser o entrevistado. Pouca atenção é dedicada ao entrevistador. Isso está mudando. “A habilidade de recrutar é um dos maiores desafios atuais do gerente. Um bom entrevistador é fundamental”, escreveu Rhymer Rigby, jornalista inglês especializado em gestão. Compilamos as principais dicas sobre o tema, de autoria de craques da área, como Paul Falcone, diretor de Recursos Humanos da Time Warner Cable. Boa leitura.

Preparação_Faça o “dever de casa”: estude bem o currículo dos candidatos. “Cuidado com o currículo ‘funcional’, pouco específico, sem detalhamento de funções”, escreveu o professor indiano Mamin Ullah, em artigo recente do International Journal of Business and Management. “Também estabeleça cinco a sete critérios para julgar os candidatos, e não abandone estes critérios”, afirma Moira Benigson, sócia da firma de recrutamento MBS Group.

Recepção do candidato_Muitos entrevistadores têm o prazer quase sádico de “torturar” o entrevistado. É um erro, diz Paul Falcone no livro 96 Great Interview Questions to Ask Before You Hire (“96 ótimas perguntas de entrevista para fazer antes de contratar”). “A filosofia destes entrevistadores é: ‘o candidato precisa suar frio antes de ter a vaga’. Errado”, diz o diretor da Time Warner. Uma das formas sutis da “tortura” é a excessiva formalidade. “Tente criar um ambiente descontraído na entrevista”, completa Falcone.

Estrutura_A entrevista é estruturada em torno das competências e do comportamento do candidato. Porém, existem questões que devem ser evitadas. Por exemplo, não se devem fazer perguntas que induzam a resposta. Jane Clark, sócia da firma de consultoria Nicholson McBride, de Londres, esclarece: “Em vez de formular a questão ‘Você acha que integridade é importante?’, diga, ‘Dê-me exemplos de situações de integridade’”. “Controle o fluxo da entrevista. Quando o entrevistado se estende demais, interrompa-o polidamente”, diz Mamin Ullah.

Combate à incerteza_E o que fazer quando você ainda tem dúvida sobre o candidato? É a hora da pergunta de tom mais pessoal. Ela dá uma chance de ouro ao bom entrevistado. “Eu costumo perguntar ao final da entrevista: ‘O que você faz para brilhar?’”, diz Falcone. “Certa vez, uma recepcionista me disse que ela tivera uma ideia de como poupar US$ 1 para cada fax enviado do escritório. É o tipo de resposta que é bom de ouvir.”

Julgamento_Nunca julgue o candidato antecipadamente. Dê chance para ele se sobressair, diz Mamin Ullah. Um entrevistado pode começar a entrevista com nervosismo, e terminar autoconfiante. Ou o contrário. “Desenvolva a memória, observando o candidato no pré e no pós-entrevista. Isso diz muito sobre ele”, conclui o professor indiano.

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– Você é Multitasking?

Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!

Você sofre disso?

Não é o único… Veja que interessante:

(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro/2011, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)

FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ

Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

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Panettone Bauducco é mais caro no Brasil do que no Japão!

A Pandurata é a dona da marca Bauducco, e nessa época natalina, os preços dos seus panettones estão em alta.

Eu prefiro o Chocottone, mas gosto dos outros também. Mas o curioso é: o panettone Bauducco é exportado para o Japão atravessando o planeta, pagando impostos de alfândega e…. pasmem: é mais barato lá!

A empresa justifica que os impostos brasileiros para os comerciantes é o grande vilão dos preços. Será?

Abaixo, a comparação do mesmo produto no supermercado brasileiro e no japonês (extraído da Veja.com)!
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– A mentira da publicidade do Sorvete da Dilleto! O Conar não gostou…

Já viram aqueles carrinhos de caríssimos sorvetes italianos da Dilleto, no qual aparece a figura de um velhinho, supostamente o pioneiro na produção de gelatos em sua família e que há quase 100 anos iniciou a produção de sorvetes artesanais, propagada nas embalagens?

Pois é… TUDO MENTIRA.

A empresa – que não tem 10 anos – misturou marketing, história e invenção publicitária. Agora, a mentira está custando caro…

Veja o que eles diziam:

“La felicità è un gelato” – Com essa frase, o Nonno Vittorio Scabin resumia toda a sua dedicação ao Diletto, um sorvete artesanal, feito com frutas frescas e neve. o ano era 1922, e o local era o pequeno vilarejo de Seppada, na região do Vêneta. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais fazia do Dialetoo um sorvete delicioso e saudável. Mas veio a grande guerra, e Vittorio viu-se obrigado a deixar sua Itália e construir uma nova vida no Brasil. Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutiliezas do processo artesanal desenvolvido pelo nonno. Diletto: esse é o legado que Vittorio Scabin deixou para seus netos, que mantém a mesma dedicação, perfeccionismo e paixão que são fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.”

Agora, veja a realidade,

em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141212/diletto-tera-admitir-que-vovo-marca-ficticio/216273.shtml

A MENTIRA DO VOVÔ QUE NUNCA EXISTIU

A história fictícia que era contada como verdadeira pelos sócios da empresa de sorvetes Diletto deverá ser mudada, de acordo com decisão divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (#Conar).

Na prática, explicaram fontes do mercado publicitário, isso significará que a marca de sorvetes terá de explicitar em toda a sua comunicação – incluindo site institucional, propaganda e embalagens – que o personagem não existe.

Um dos sócios da empresa, Leandro Scabin, contou durante anos a história de que o negócio recriava versões das receitas de seu avô, #VittorioScabin, um italiano que fazia sorvetes no início do século 20.

Além de estar disponível no site da companhia, a trajetória do “#nonno Vittorio” foi reproduzida por vários jornais e revistas. Na verdade, o vovô saiu da imaginação de outro sócio da empresa, Fabio Meneghini, ex-publicitário que por anos trabalhou na WMcCann. O avô de Scabin, na vida real, nunca viveu de produzir sorvetes.

Depois que o fato de a história ser fictícia ter vindo à tona, a Diletto divulgou nota afirmando que a história de Vittorio em nada afetava a #qualidade do produto. A companhia afirma que todo o resto de sua publicidade era real, incluindo o fato de usar limões sicilianos, coco da Malásia e baunilha de Madagascar na fórmula de seus produtos.

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– Empresas que realmente atendem bem o cliente!

Empresa séria não enrola o cliente que está com problema: ela simplesmente resolve!

Quer uma relação delas?

A Revista Época (17/11/2014) trouxe uma edição em conjunto com a ONG “Reclame Aqui” sobre boas e exemplares práticas na relançar entre consumidores e fornecedores. Compartilho:

Não basta atender bem

Algumas empresas não medem esforços para ter consumidores satisfeitos e superam suas expectativas

CINTIA MARCUCCI
01/12/2014 14h44 – Atualizado em 01/12/2014 15h06
Mara  Galiani (Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)(Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)
MARA GALIANI – 52 ANOS
O que comprou?
Detergente CIF
O produto manchou a pia da cozinha de seu filho. O problema era a impermeabilização do granito, mas a Unilever pagou o polimento da pedra assim mesmo

Em junho deste ano, a comerciante Mara Galiani, de São Carlos, no interior de São Paulo, comprou um produto de limpeza da marca Cif, da Unilever. Aplicou o líquido para limpar o granito da pia da cozinha da casa de seu filho. Depois de algumas horas, surgiram manchas esverdeadas na superfície. “Fiquei desesperada”, diz ela. “Liguei para o SAC para reclamar, e o pessoal foi muito atencioso. Eles vieram avaliar o problema, levaram o produto para análise e informaram que não havia nada errado.” A recomendação da Unilever foi que Mara falasse com o fornecedor da pedra sobre a impermeabilização, provável causa do problema. Mais uma vez, nenhuma falha foi encontrada. Mesmo tendo comprovado em laboratório que as manchas não foram provocadas pelo seu produto, a Unilever pagou pelo serviço de polimento da pedra. “Não esperava que bancassem essa despesa”, afirma Mara. “Estou muito satisfeita com a postura deles.”

>> As 72 campeãs de 2014

A Unilever assumiu a despesa por uma razão simples: valia mais a pena resolver o problema e ver o consumidor satisfeito do que simplesmente lavar as mãos. “Nossa missão é manter o foco no bem-estar do consumidor”, diz Betânia Gattai, gerente do serviço de atendimento da Unilever. “Consideramos essa decisão de assumir a despesa do polimento como geração de valor para a marca e para a Unilever. Nosso consumidor sabe que, se for possível, o ajudaremos de alguma maneira.”

>> O consumidor é quem manda

O SAC da Unilever recebe com frequência casos que não representam exatamente um problema provocado pela empresa. Betânia conta que uma consumidora entrou recentemente em contato e informou que gostaria de casar usando o vestido de casamento da mãe. Na hora de lavá-lo, as manchas amareladas provocadas pelo tempo não saíram com o sabão em pó Omo. A Unilever retirou o vestido na casa da cliente, analisou o tecido em laboratório, desenvolveu uma solução específica para o caso, e o tecido voltou à cor normal.
Consumidores atendidos com esse grau de atenção desenvolvem uma relação de fidelidade com a marca. Uma pesquisa da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, feita com 70 mil consumidores, mostrou que, se alguém tem um problema com uma empresa e é bem atendido, tem 28% de chances de continuar preferindo aquela marca. “É por isso que avaliamos quantos consumidores dizem que voltariam a fazer negócio com a empresa que reclama”, diz Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.

Bruna  Gomes (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)(Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
BRUNA GOMES – 28 ANOS
O que comprou?
Vestido da HERING
A empresa mobilizou a equipe para disponibilizar em seu site um vestido exclusivamente para ela

A publicitária Bruna Gomes, de São Paulo, também viveu momentos de expectativa por causa de um vestido. No verão passado, ela se encantou com um modelo da Hering, mas não encontrou o produto com seu manequim. Assim que Bruna explicou a situação a um atendente do SAC, a Hering agiu. “Havia só uma peça no interior de Santa Catarina”, diz Bruna. “Eles me orientaram a entrar no site e forneceram o vestido durante meu acesso, para que eu comprasse sem correr o risco de outro consumidor passar na minha frente. Nunca recebi um atendimento como esse.” Ela diz que voltaria a comprar da Hering. Para Ronaldo Loos, diretor comercial da Hering, a ação contribui para a boa imagem da marca.

>> A reconquista do cliente

Para as Lojas Americanas, ir além daquilo que o cliente espera é uma das razões para a empresa ter chegado aos seus 85 anos com clientes fiéis. O diretor de relações com investidores, Murilo Correa, lembra um caso que mobilizou parte da equipe em plena véspera de Natal, a data mais concorrida do ano. Um casal de Belém, no Pará, queria comprar uma boneca específica. Já vasculhara todas as prateleiras da loja. Faltavam dez minutos para o fim do expediente. A gerente ligou para outras lojas até encontrar a boneca. Enquanto o produto não chegava, os funcionários ficaram de prontidão. “A gerente poderia simplesmente informar que o produto havia acabado e encerrado a conversa”, diz Correa. “Nossa filosofia é fazer com que o cliente saia sempre feliz.”

Juliana Ferri (Foto: Milton Dória/Época )(Foto: Milton Dória/Época )
JULIANA FERRI – 35 ANOS
O que comprou?
Sabonete líquido
A Johnson & Johnson aceitou sua sugestão de mudar a embalagem do produto para facilitar o banho do bebê

A relação dos consumidores com o SAC das empresas pode se transformar também numa oportunidade para aprender. Clientes satisfeitos podem dar boas sugestões. Foi o que aconteceu com Juliana Ferri, professora de informática de Cornélio Procópio, no interior do Paraná. Ela dava banho em seu bebê com o sabonete líquido Johnson’s Baby e percebeu um problema. “Não conseguia segurar meu filho na banheira e abrir a embalagem ao mesmo tempo”, diz. “Como moro sozinha e não tenho ninguém para ajudar, comprei um porta-sabão com válvulas de apertar. Funcionou.”  Juliana escreveu para a Johnson & Johnson.  Dias depois, ela recebeu uma mensagem de agradecimento. A surpresa mesmo veio quando viu na TV um comercial que falava sobre a troca de embalagem para facilitar o banho dos bebês. Juliana entrou em contato mais uma vez, para elogiar a mudança e dizer que estava feliz por ter contribuído para a melhora do produto. “É grande o número de pessoas que procuram nossa área de atendimento para dar sugestões de melhorias”, diz Sílvia Alvarez, gerente de relacionamento com o consumidor da Johnson’s. “A recente linha Johnson’s Baby Cheirinho Prolongado, exclusiva do Brasil, foi criada justamente para atender o desejo das mães que diziam querer que o bebê ficasse com cheiro de banho o dia inteiro.”

Quando alguém entra num hospital para cuidar da saúde, não é chamado de consumidor, e sim de paciente. A relação é a mesma: trata-se de alguém que foi ao mercado em busca de um prestador de serviço de qualidade, para atender a uma necessidade específica. Um paciente com dor não gosta de esperar. Quer ser atendido rapidamente e colocar um ponto final em seu sofrimento. “Sabemos que nem sempre corresponderemos à expectativa, em especial quando se trata de cura de doenças”, diz Ivana Lucia Siqueira, superintendente de operações de atendimento do Hospital Sírio-Libanês. “Nossa estratégia é demonstrar calor humano no atendimento e procurar compreender todas as necessidades do paciente, algo muito mais amplo que apenas a doença dele naquele momento.”

>> Passei um dia no SAC das sandálias Havaianas

Ivana lembra uma paciente que não tinha familiares. Sua única companhia era um cachorro. Como era caso para internação, surgiu o dilema: quem cuidaria do animal durante a ausência da dona? A saída foi encontrar alguém para cuidar do cachorro durante a permanência da mulher no hospital. Deu tudo certo. “Já ajudamos até mesmo a reorganizar viagens, reuniões e assinaturas de documentos dos pacientes”, diz Ivana. Outro caso curioso foi um paciente que precisava passar por uma cirurgia. Um ano antes, sua mulher morrera no hospital, e ele associava o lugar a esse momento ruim. Para deixar o ambiente mais leve, a equipe do Sírio decorou o quarto dele com balões coloridos e imagens dos personagens infantis preferidos de suas filhas. Ele disse depois que a iniciativa o ajudou a se recuperar mais rapidamente.

– Competência Administrativa versus Competência Financeira: caso Fluminense e Unimed

Sempre aprendi que em qualquer tipo de empresa, a capacidade gerencial deve estar acima de qualquer outra que seja. Até mesmo a monetária.

Um bom gestor consegue algum resultado com modestos instrumentos administrativos. Se ele tiver dinheiro, sucesso total. Mas um mau gestor, mesmo com dinheiro, pode fazer com que a grana seja mal aplicada.

Quer exemplo? A parceria de 15 anos entre a Unimed e o Fluminense!

Mesmo com o mecenas Celso Barros enchendo os cofres das Laranjeiras com o dinheiro da rica instituição de saúde, os resultados podem ser considerados pífios. Veja:

No Rio de Janeiro, nesse período, o Flamengo (na pindaíba que sempre anda) conquistou 9 campeonatos regionais. O Fluminense, somente três (1/3) como seu co-irmão Botafogo.

No Brasileirão, Cruzeiro, Corinthians e São Paulo conquistaram 3 títulos cada um. O Fluminense, 2.

Na América do Sul, o São Paulo e o Inter/RS, sem parceiros endinheirados, ganharam Libertadores e Sulamericana (e Mundiais de Clubes). O Corinthians, o Santos e o Cruzeiro também levantaram o caneco principal da Conmebol. O Fluminense, nenhum título internacional.

De que valeu todo o dinheiro?

As más línguas dirão que ajudou a tirar o time da série C…

Será?

Com dinheiro, mas sem ter pessoas que saibam o que fazer com ele, o fiasco será sempre uma possibilidade. Neste caso não foi fracasso, mas ruim retorno ou baixo custo-benefício.

Concorda com essa linha de pensamento? Deixe seu comentário:

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– Piso e Teto nos Salários do Futebol?

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Fred ou Valdívia, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

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– O que a USP deve fazer?

Algo de difícil resolução: a folha de pagamento da USP corresponde a 106% do orçamento mensal, sendo que aproximadamente 2000 funcionários ganham mais de R$ 20.000,00.

Se os professores mais consagrados exigem melhores salários ofertados (é assim que funciona mundo afora), e os salários precisam ser reduzidos pois tudo está comprometido, como a Universidade faz?

Dilema…

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– O Dilema do Corinthians

Que data imprópria para as Eleições à Presidência do Corinthians: elas ocorrerão somente no começo de fevereiro!

Até lá, o clube ficará sem treinador, pois o atual presidente Mário Gobbi não quer renovar o contrato com Mano Menezes, já que 1 mês depois da renovação o Timão conhecerá seu novo presidente, e é sabido de que os candidatos não o querem.

E como fica?

Jogará a Pré-Libertadores em jogos eliminatórios sem técnico efetivo? E contratações de novos atletas, dispensas e renovações; ou seja, tudo que se precisa conversar entre diretoria e treinador, como fica?

Sem contar que entre as duas desgastantes partidas da Pré-Libertadores ainda haverá o clássico contra o Palmeiras no Allianz Parque…

Sem dúvida, a semana entre o dia 04 e 11 de fevereiro reservará fortes emoções ao torcedor corinthiano.
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– Peixes gerarão… Diesel!

O que dizer da tecnologia de ponta aliada a sustentabilidade? O Governo Federal quer produzir pelo menos 210 milhões de litros de Biodiesel a partir das vísceras de Tilápia!

Abaixo, extraído de: http://is.gd/CM80UT

BIODIESEL DE PEIXE

Projeto da Petrobras e do Ministério da Pesca transforma restos de pescado em matéria-prima de combustível “limpo”

Maior produtor nacional de tilápia, o Ceará está prestes a fechar o ano produzindo 30 mil toneladas do peixe, um crescimento de 10% na comparação com 2011. Seria apenas motivo de comemoração, não fossem as cerca de três mil toneladas de vísceras descartadas no solo. Além de gerar mau cheiro, elas contaminam o lençol freático. Esse aspecto poluente da produção de tilápia logo terá fim. Um projeto tem como meta transformar o descarte em combustível limpo.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca firmaram uma parceria para intensificar os estudos para, a partir das vísceras, extrair o óleo de peixe. A ideia é que o subproduto do pescado passe a integrar o grupo de produtos que o País transforma em biodiesel (leia quadro). A tecnologia para transformar peixe em combustível já começou a ser testada. No Nordeste, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec) – em parceria com a empresa Ekipar e o governo do Estado – finaliza a criação de uma máquina capaz de processar a matéria-prima residual do pescado e extrair o óleo. O equipamento será apresentado no próximo dia 19.

Os idealizadores do projeto esperam atingir três objetivos. “O primeiro, de caráter ambiental, é o fim da poluição dos açudes e rios gerada pelo descarte das vísceras dos peixes. O segundo é a geração de renda extra para as cooperativas de pescadores. E o terceiro é a fabricação de um combustível limpo”, enumera o presidente da Nutec, Lindberg Gonçalves. Matéria-prima para tocar o projeto não vai faltar. Se atingidas as metas estabelecidas no Plano Safra do Ministério da Pesca e Aquicultura, o País terá produzido dois milhões de toneladas de pescado por ano até o final de 2014. Com isso, 210 milhões de litros de biodiesel à base de óleo de peixe irão impulsionar caminhões todos os anos.

Depois de concluir o desenvolvimento logístico e científico do projeto, restará uma última tarefa aos idealizadores: mostrar aos pescadores e criadores que, ao jogar os restos do pescado por aí, estarão perdendo dinheiro, além de prejudicar o ambiente.

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– 4 Grandes Paulistas Sem Patrocínio?

O Santos está sem patrocínio master na camisa há tempos. O Palmeiras idem. Diga-se o mesmo do São Paulo. E agora há rumores de que a Caixa Econômica Federal sairá da camisa dos principais clubes do Brasil, entre eles, o Corinthians. Aliás, um banco estatal desse porte precisa patrocinar time de futebol?

Os 4 grandes de SP ficarão sem patrocínios em 2015? Talvez sim. E isso sugere o quê: baixo retorno da mídia “futebol” ou crise verdadeiramente reconhecida na economia do país?

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– Gasolina e Diesel no Brasil custam de 15 a 24% mais do que no Mercado Internacional

Está na capa dos principais jornais desta 3a feira: enquanto que no Exterior o preço dos combustíveis está em queda, aqui no Brasil existe a tendência de alta. Seja em aumentos oficiais, no realimento de preços devido à nova formulação ou ainda para recuperar as perdas da Petrobrás, a sede de aumento não cessa. Até na volta do imposto “da CIDE” se fala.

Nos últimos 12 meses, no Golfo do México houve queda de 32% do preço. Em comparação aos estrangeiros, a média é de 20% dos preços mais alto!

Pois é, e se os bilhões desviados da Petrobrás não tivessem ocorrido?

Revoltante…

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– Faculdade com clima de Escolinha Infantil? Funciona!

Olha que bacana: na Folha de São Paulo do último sábado (29/11/14, pg 8, Cotidiano), Fábio Takahashi entrevistou o renomado Professor Richard Miller, que atesta: sala de aula deve ter clima de pré-escola!

Abaixo:

ALUNOS PRECISAM INTERAGIR SEMPRE

Para que os estudantes consigam aproveitar da melhor forma suas aulas, o clima da classe deve ser de pré-escola. Mesmo num curso de engenharia, afirma o professor Richard Miller, 55.

É o que ele tenta aplicar como presidente do Olin College, considerada uma das faculdades mais inovadoras dos Estados Unidos.

Aberta em 2002, a escola já é considerada a terceira melhor de engenharia nos EUA entre as que não possuem pós-graduação, segundo o US News (o principal ranking americano).

A experiência fez com que o Insper, uma das melhores faculdades de administração no Brasil, contratasse o Olin para ajudar a desenhar sua escola de engenharia, que será aberta em fevereiro.

A base do Olin, localizado próximo a Boston, é formar seus 350 estudantes a partir do trabalho em projetos.

A comparação com a pré-escola feita por Miller se dá porque nas aulas os estudantes interagem o tempo todo, trabalhando em equipe -e com muito falatório.

Miller esteve na semana passada no Brasil em seminário da Confederação Nacional das Indústrias, que discutiu mudanças nos currículos das engenharias.

A seguir, trechos da entrevista dada à Folha por Miller, que é pós-graduado no MIT e na Caltech, duas das melhores faculdades do mundo.

Folha – Quais as principais características do Olin College?

Richard Miller – Há insatisfação na forma como os engenheiros têm sido preparados.

O currículo comum no mundo tem muito de ciências naturais e matemática.

Entretanto, quando você vê o que o mercado precisa, é mais do que ciências naturais. O que se precisa é de um engenheiro com habilidades em relacionamento pessoal, que saiba formar equipes com pessoas de diferentes origens. E que também pense de forma empreendedora, pense sobre custos, retornos.

Para termos certeza que não seríamos como as outras escolas, para que não caíssemos nas mesmas armadilhas, o Olin tem uma estrutura diferente. Não há departamentos, como de matemática, de história, de filosofia. Somos organizados de forma totalmente interdisciplinar.

Quais são os resultados?

90% dos nossos alunos se formam em quatro anos. Dos que se graduam, 40% seguem para a pós-graduação; 25% destes vão para Harvard, Stanford ou MIT.

Para os que não vão para a pós-graduação, os empregadores dizem que é como se tivessem muitos anos de experiência logo que chegam. Isso é por causa do tipo de educação que damos. Em Olin, cada estudante formado completou de 10 a 20 projetos durante o curso.

O sr. acha que o modelo pode ser replicado em larga escala?

Sim. Estudantes querem ser criativos, trabalhar em grupo. Nossa forma de estruturar a educação é que tem sido muito confinada, limitando a criatividade, forçando uma baixa cooperação.

Por exemplo, a ênfase em testes faz com que os alunos fiquem desestimulados a cooperar. [Numa prova] isso é considerado trapaça [cola].

Em nosso ambiente, as classes são muito diferentes.

Elas se parecem mais com uma pré-escola, com muitas cores, e não é quieto, as pessoas estão falando o tempo todo.

O que estamos fazendo é tentar fazer as pessoas terem ideias originais.

Qual sua impressão sobre as universidades brasileiras?

Acabei de chegar de uma visita ao ITA [Instituto Tecnológico de Aeronáutica], a qualidade dos alunos é de nível mundial. Eles teriam sucesso em Stanford, MIT ou Caltech.

O ITA faz excelente trabalho em ensinar ciências básicas para engenharia, mas agora está com interesse em inovação, empreendedorismo. Tenho contato também com pessoas da Unicamp, da UFMG. Estou impressionado com a seriedade dos cursos.

O que me preocupa é que os cursos são oferecidos apenas em português. É muito limitante.

Se eu tivesse um varinha mágica, abriria o país para recrutar gente das melhores universidades do mundo. Estamos falando em ter a melhor educação possível.

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– Aumento dos Combustíveis pela CIDE?

Está na capa da Folha de São Paulo: a presidente Dilma Rousseff planeja a volta da CIDE, aquele nefasto “imposto dos combustíveis”. Segundo o jornal, o Ministro da Fazenda Guido Mantega calcula que com ele as contas públicas possam se reequilibrar.

Sabem quanto centavos impactava nos combustíveis a CIDE?

Na Gasolina, R$ 0,28! No Diesel, R$ 0,07.

Caracoles! Quer dizer que eles assaltam a Petrobrás, quebram a empresa com tamanha corrupção e a gente é que paga a conta?

Que os corruptos devolvam a grana!!!

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– Clientes Ocultos na Moda!

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– Ciclovias e Ciclofaixas: o erro da Prefeitura Paulistana

Quando vou a São Paulo, me irrita profundamente ver o desprezo que a o prefeito da Capital, Fernando Haddad, dispensa aos motoristas de carro.

Sim, desprezo! Onde já se viu eliminar faixas para os carros e transformá-las em faixas para bicicletas? Deveria-se construir ciclovias e acrescentá-las à estrutura viária, e não eliminar o espaço para os veículos automotores.

Se o transporte público fosse ótimo, se sentiria pouco tal efeito. Mas com o péssimo sistema de ônibus e obsoleto de metrô, não há como sacrificar ainda mais o motorista.

Adoro bike. Mas sejamos justos: não dá para tirar espaço dos carros e substitui-las com um passe de mágica.

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– Revelar-se homossexual nas empresas traz vantagens? Sobre Tim Cook e sua declaração!

Tim Cook, CEO da Apple e sucessor de Steve Jobs, declarou recentemente que tem “orgulho de ser gay”.

Respeito, mas será que se eu disser que tenho “orgulho de ser heterossexual“, serei policiado/ criticado?

Pois é… Tempos de excessos de patrulha da turma do politicamente correto. E o que isso reflete na Apple?

Aliás, por quê o executivo fez isso?

– Ser homossexual é virtude?

– Estava angustiado com a boataria?

– Jogada de marketing?

Há muitas histórias que tentam explicar por diversos prismas, que vão desde o sujeito que não aguentava mais se “esconder no armário” até aquelas de que “tudo foi armado para ganhar dinheiro”.

Sinceramente, me parece que Tim Cook estava incomodado com a botaria sobre sua sexualidade, ao mesmo tempo que a empresa ganha pontos ao se mostrar aberta e inclusiva.

Gostei do seu discurso, pois sua fala não foi piegas, não fazendo apologia à homossexualidade, fato comum nos últimos tempos de quem se manifesta. Afinal, a preferência sexual não deve ser motivo de discussão, mas de respeito.

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– Aumento dos Combustíveis, da Miséria, dos Juros, da Censura…

E o reajuste da Petrobrás aconteceu. Não nos índices desejados, entre 8% a 12%, mas “apenas” 3% para a Gasolina e 5% para o Diesel, lembrando que por tabela sobem o Etanol e o S10.

É o segundo aumento da semana para o pessoal da área de transportes, já que há menos de 7 dias já houvera subido R$ 0,045 em média o Diesel pela sua nova formulação.

Nesta mesma semana, o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) divulgou o aumento da miséria em 3,7%, sendo que agora mais de 10 milhões de brasileiros estão na miserabilidade (abaixo da linha da pobreza).

Também o Copom aumentou a Taxa de Juros para 11,25%, surpreendendo a todos, já que a presidente Dilma, às vésperas da Eleição e no debate da Rede Globo, declarou que “aumentar juros é coisa de tucano”.

E, por último, vale o lembrete da própria presidente após a reeleição, sobre a liberdade de imprensa: “Como qualquer setor econômico, a mídia precisa também de regulação”. Cheira censura nos moldes da Argentina ou Venezuela, ou não?

A pergunta inevitável: POR QUÊ TUDO ISSO NÃO FOI FEITO/ DITO EXATAMENTE HÁ DUAS SEMANAS, ANTES DO PLEITO ELEITORAL?

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– Os Aumentos não oficiais dos Combustíveis!

Você assistiu o Jornal Nacional anunciando o reajuste dos preços dos combustíveis nesta semana?

Leu na Folha ou no Estadão que a Petrobrás fez algum reajuste?

Ouviu sobre isso em algum noticiário nas rádios?

Não, certamente não ouviu. Primeiramente porque não existe aumento oficial, mas que estão elevando os preços por diversos meios, ô se estão.

Recorde-se: já tivemos um significativo aumento de preços (esse, oficial) no começo de Outubro. Ao invés dos usineiros aproveitarem e entupirem o mercado de Etanol, substituindo a Gasolina pelo preço baixo, aproveitaram a ocasião com a concordância do Governo.

Se a Gasolina vende pouco, a Petrobrás perde dinheiro. Mas se o Etanol se eleva, as vendas continuam as mesmas e Governo + Usineiros lucram muito mais; e, logicamente, quem perde é o… consumidor. Ah, e os postos revendedores também se dão mal, que sentem a margem de lucro cada vez menor e o consumo dos clientes caindo, pois o motorista sai cada vez menos de carro.

Aumentando o Álcool Etílico, por constituir 27,5% de Álcool Anidro na Gasolina, o outro combustível também sobe de preço. Ainda mais: numa semana eles elevam o preço por “realinhamento”. Na outra, sobem mais centavos por “readaptação ao mercado”. Aí elevam também o Diesel, pelos mesmos motivos, por cálculo do índice do preço médio de impostos, e de tantas outras coisas.

Em quase 1 mês, o preço aumentou diversas vezes. Mas, oficialmente, só ocorreu o do começo do mês passado…

Depois se falará que a inflação é de apenas 0.5 ou 0.6 ao mês. Que conversa fiada!

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