– Até onde os salários em atraso atrapalham o rendimento de um time? E nenhum time perderá pontos?

Qualquer trabalhador tem como direito sagrado o recebimento em dia de seu salário. E quando ele atrasa, a insatisfação gerada é imediata.

Se atrasa por poucos dias, é ruim. Atrasou um mês? Ai, ai, ai… Mas se atrasa muito, o que pode acontecer?

Ao Portal Terra, Renato Augusto deu uma declaração sobre o pagamento de 4 milhões de reais a Alexandre Pato:

“Na verdade, a gente ficou sabendo pela imprensa. A dificuldade financeira do clube é muito grande. Pelo que li, tinha um processo em andamento. A gente fica esperando que essa dívida seja quitada com a gente também (…) Agora, é ter paciência. Não adianta ficar aqui batendo de frente, porque o problema vai se tornar ainda maior. É o momento de se unir com a diretoria, com o presidente, para que os problemas sejam resolvidos e os salários pagos.”

O próprio Renato Augusto confidenciou que faz 5 meses que não recebe. E aí, como fazer?

Faz greve?

Aciona o Sindicato?

Em tempo: cadê a reivindicação do Bom Senso, que era a perda de pontos caso o salário seja atrasado e que Marco Polo Del Nero fez questão de colocar no regulamento do Campeonato Brasileiro tal item?

Se o atraso é público, o que a CBF está esperando para começar a punir não só o Corinthians, mas todos os clubes em atraso?

Se tal medida fosse aplicada, teríamos inúmeros clubes no Brasileirão com pontuação negativa…

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– A birra de Rivaldo é burra! Ingresso a R$ 100,00?

O futebol é um produto pouco atrativo aos brasileiros nos dias atuais. Jogos fracos, jogadores de nível técnico duvidoso, ingresso caro e desconforto. Se não bastasse isso, a concorrência com outros meios de lazer é enorme.

Na série B do Brasileirão, o Mogi-Mirim que hoje é propriedade de Rivaldo, tem dificuldade (como todos os clubes do Interior) de arranjar público em seus jogos. Cansado de fazer promoções e não conseguir torcedores, Rivaldo tomou uma atitude radical! Passou de R$ 20,00 para R$ 100,00 o ingresso de seus jogos, alegando que “quer ver quem gosta do Mogi de verdade como ele”.

Se já está difícil a “Vintão”, imagine a 100 reais? Pura birra, tiro no pé e atitude antipática.

Os prejuízos que já passaram de R$ 40.000,00 nessa temporada, só aumentarão… Rivaldo deve estar com dinheiro sobrando para topar ter mais prejuízo ainda, não?
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– A Azul compra a quase falida TAP. E agora para pagar as dívidas?

O consórcio luso-brasileiro Gateway, formado pela Azul Linhas Aéreas e o conglomerado de transportes Barranqueiro, comprou a Cia Aérea TAP. No processo de privatização da empresa (a TAP era uma estatal à beira da falência), a Gateway venceu a Avianca.

Herdará as rotas de maior ligação ente o Brasil e a Europa. Para isso, pagou 350 milhões de euros ao Governo de Portugal e assumiu uma dívida de 1 bilhão!

Uau… bomba.jpg

– HSBC e a Repetição do Bamerindus?

Quando José Carlos Martinez avisou que o paranaense Banco Bamerindus estava à venda, todo mundo tomou um susto. Aí veio o 1o grande banco estrangeiro a entrar no Brasil, o HSBC, e o comprou.

Depois de tanto tempo, o HSBC vai ir embora do Brasil e encerrará as suas atividades na Turquia também. Cortará 50 mil empregos nos dois países!

Crise ou não?
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– A Volta da Perdigão, agora Popular

Depois de ter que “matar” alguns produtos a pedido do CADE para aceitar a fusão entre Perdigão e Sadia, criando a BRFoods, chega ao fim o prazo para que a Perdigão possa retornar alguns produtos à prateleiras, como Lasanhas, Presuntos e Frangos.

Claro, concorrerá com marcas da sua própria dona, como a Sadia. Mas a diferença é: visando aproveitar a crise, lançará alimentos congelados para micro-ondas em porções menores e mais baratas, tentando atingir o consumidor “mais econômico”. E nessa onda estão: os solteiros!

Já percebeu que as marcas estão desenvolvendo produtos cada vez mais baratos e individualizados?

Parece uma tendência…

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– A Malaysia caiu e faliu?

Uma empresa de aviação que sofre abalos de imagem devido a segurança nos vôos corre risco de deixar de existir. Lembram-se da TAM e dos Fokker 100?

Pois bem: depois dos dois acidentes seguidos da Malaysia Airlines, a empresa reduzirá os salários de 14.000 funcionários e demitirá outros 6.000.

O próprio presidente da Malaysia, o alemão Christoph Mueller, disse que “Tecnicamente, estamos falidos!”.

E se você ganhasse uma passagem de avião da Malaysia, com tal confissão do principal executivo da empresa? Toparia passear com ela?

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– A “Tosse de Levy” e a “Falta de Fôlego” do Governo

O Ministro da Economia Joaquim Levy não esteve junto com seu colega do Planejamento, Ministro Nelson Barbosa, nos anúncios dos cortes do Governo em investimentos, realizado na semana passada. A boataria surgiu e pensou-se até mesmo num suposto desentendimento e saída de Levy, que na segunda-feira justificou a ausência por culpa de um resfriado, forçando uma tosse nitidamente fingida, levando os jornalistas às gargalhadas.

Só não foi fingida a redução de verbas para as principais áreas de atuação. Vide os cortes, que não repercutiram como deveriam (em reais):

  • CIDADES: 17,2 bilhões
  • SAÚDE: 11,8 bilhões
  • EDUCAÇÃO: 9,4 bilhões
  • TRANSPORTES: 5,7 bilhões
  • CIÊNCIA E TECNOLOGIA: 1,8 bilhão
  • DESENVOLVIMENTO SOCIAL: 1,4 bilhão

Se somarmos as outras áreas (Previdência, Agricultura, Esportes, entre outras) o ajuste totaliza mais de R$ 66.000.000.000,00 !

É “muito zero”, não?

Ficará sempre a pergunta: como o país pode crescer se não há investimento suficiente? E COMO RESOLVER OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA NAÇÃO, COMO SAÚDE E EDUCAÇÃO, SE O CORTE NESSAS ÁREAS É TÃO GRANDE?

O maior fingimento não foi a tosse de Levy, mas a desculpa de que é necessário cortar gastos, sendo que as mordomias dos parlamentares e a corrupção que assola o paísnos níveis federal, estadual e municipal, apartidariamente e no senso comum – atravancam o Brasil. É, em minha humilde opinião, um falso ajuste monetário.

Aliás, o valor de 66 bilhões de reais é menor que o custo-corrupção dos R$ 80 bi do Petrolão, esquema de desvios da Petrobrás, não? E se esse dinheiro roubado dos cofres da empresa, ao invés de ir para o bolso de importantes políticos e empresários, fosse revertido para o desenvolvimento social?

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– Abílio Diniz como número 1 do Carrefour, mundialmente falando?

Uau!

Leio na Época Negócios (ed Abril 2015, pg 30) que Abílio Diniz, ex-Pão de Açúcar e que após vender o conglomerado ao Casino comprou a operação do Carrefour no Brasil, negocia com o homem mais rico da França, Bernard Arnault, além de entrar em contato com a família Moulin (os maiores acionistas do Carrefour mundo afora), a COMPRA das suas ações para se tornar o maior acionista do planeta!

Imaginar que o Carrefour era seu inimigo número 1 e hoje pode ser seu maior ativo é incrível. Coisas de um empreendedor de sucesso! bomba.jpg

– Grevistas Terceirizados ou Teatro na Paralisação dos Ônibus de Jundiaí?

Leio no Jornal Bom Dia de 3a feira: 40 pessoas detidas durante um piquete de motoristas e cobradores de ônibus em Jundiaí.

Mas na hora que o xilindró pareceu ser realidade… os parrudos manifestantes confessaram que não eram funcionários de nenhuma empresa de transporte coletivo, mas eram contratados para fazer bagunça e agitar o movimento grevista. Recebiam R$ 60,00 para o serviço e ganharam os uniformes para se vestirem como colaboradores.

E aí, o que pensar: foi o Sindicato quem fez isso para tumultuar ou algum espertalhão do patronato que quis desmoralizar a causa?

Suspeitíssimo…

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– Para quê serve a Pós Graduação?

Leio uma interessante matéria sobre a popularização dos cursos de Pós Graduação. E o que ela fala? Sobre o fato dos cursos não serem mais vantagem competitiva.

Isso nós já sabíamos: devido a competitividade do mercado, o administrador de empresas, por exemplo, tem obrigação em se especializar. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/115548_MUITO+CANUDO+POUCO+RESULTADO

MUITO CANUDO, POUCO RESULTADO

Popularização faz dobrar o número de alunos de pós-graduação em dez anos, e o curso deixa de ser um diferencial na formação

por Luciani Gomes

Até há pouco tempo, os cursos de pós-graduação (stricto ou lato sensu) eram a melhor maneira de o profissional se destacar no mercado de trabalho. Mestrado e doutorado não eram tão comuns, MBA ainda era uma novidade e quem tinha um ou outro era exceção. Nos últimos anos, no entanto, os cursos se popularizaram demais e deixaram de ser diferencial. De 1999 a 2009, o número de alunos de mestrado, doutorado e mestrado profissional dobrou – pulou de 80 mil inscritos para 160 mil em todo o País, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os jovens já saem das faculdades com algum curso engatado e com planos de outro na sequência. “A pós-graduação virou requisito básico. Por isso, já não é um diferencial tão forte”, constata Edson Rodriguez, consultor em gestão de pessoas.

Dois exemplos dessa nova geração são o advogado Pedro Cabral de Vasconcellos e a fisioterapeuta Charlene Boif, ambos de 28 anos. Vasconcellos fez primeiro uma pós-graduação em direito e processo no trabalho e, ato contínuo, em direto do trabalho. “É uma maneira de permanecer atualizado”, justifica o advogado. Charlene já tem um mestrado na Espanha e está concluindo a segunda especialização em ciência da performance humana. Seus planos são fazer mais um mestrado em 2011 e depois emendar com um doutorado. “Para mim, tão importante quanto o aprendizado é a troca com profissionais que os cursos possibilitam”, diz ela.

Mas, para quem quer ir além das pós-graduações tradicionais, há algumas alternativas, segundo especialistas. A primeira é uma experiência no Exterior. Foi a opção de Fernanda Cabral, 23 anos, que se formou em marketing e partiu para um curso de extensão nos Estados Unidos. “Eu queria ver as coisas de outra perspectiva. E a experiência de viver a profissão fora do País fará a diferença quando eu voltar”, acredita. Fluência em mais de um idioma estrangeiro é outro item essencial para quem quer ter o currículo no topo da pilha, segundo a gestora de carreiras Waleska Farias. “O Brasil é a bola da vez. É necessário ir muito além do inglês, que virou requisito básico.” Porém, o fundamental para quem busca o aprimoramento é se certificar da qualidade do curso oferecido. Assim como faculdades privadas proliferaram e a qualidade ficou em segundo plano, também há cursos de especialização e de pós-graduação que deixam a desejar. “É sempre bom avaliar bem o projeto pedagógico, o corpo docente, as instalações e as referências”, alerta o educador Efrem Maranhão, membro da Academia Brasileira de Educação.

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– Os Executivos “Dois-em-Um”!

A onda na Administração de Empresas agora é essa: executivos com Dupla Responsabilidade no Gerenciamento.

Ser hábil em uma área e “dar conta de outra” é cada vez mais necessário…

Sobre os “Executivos Dois-em-Um”, abaixo,

extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/05/1455826-companhias-agora-buscam-por-executivos-dois-em-um.shtml

COMPANHIAS AGORA BUSCAM POR EXECUTIVOS ‘DOIS-EM-UM’

Empresas reduzem salários e benefícios para pessoal do alto escalão, além de preferir profissionais que liderem mais de uma área.

por Joana Cunha

O desaquecimento do mercado de trabalho e o fraco desempenho da economia brasileira se refletem agora no alto escalão das empresas, que estão reduzindo remunerações e benefícios de executivos e preferindo profissionais que abracem mais de uma área.

É o “dois em um” na busca por “sinergias” e “habilidades para cada momento econômico”, segundo Carla Rebelo, diretora da empresa de recrutamento Hays.

No nível diretivo, dos salários que superam R$ 30 mil, já se verifica queda de até 10% no volume de contratações no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2013, segundo a empresa de recrutamento PageGroup.

“A expressão é reestruturar e deixar a operação mais enxuta para reduzir custo e aumentar a produtividade, ganhar rentabilidade. É um retrato do momento econômico”, afirma Sócrates Melo, diretor de operações da recrutadora Robert Half.

“Estão substituindo profissionais que não estavam ajustados por outros de perfil mais completo. Em algumas áreas de suporte, substituem dois por um”, diz Carla.

A unificação de áreas é mais difícil de ser implementada em companhias de grande porte devido à complexidade dos processos. Mas as pequenas e médias já começaram a subordinar departamentos de recursos humanos e tecnologia a um diretor administrativo-financeiro.

Telma de Mônaco, do laboratório SalomãoZoppi, foi contratada há pouco mais de um ano para tocar apenas o departamento de marketing, mas acabou assumindo neste ano a área de produtos. “A empresa certamente fará mais movimentos como este nos próximos meses.”

Na incorporadora Maxhaus, Luana Rizzi responde pelas áreas de marketing, relacionamento com clientes e recursos humanos.

“Esse movimento de acúmulo de responsabilidades busca perfis mais empreendedores do que técnicos. É uma visão sistêmica e a questão econômica acaba forçando mais esse modelo.”

O pacote de remuneração fixa e variável dos diretores contratados caiu em média 35% desde o período de maior aquecimento dos salários inflacionados, segundo a Michael Page. A maior parte da queda está nos bônus.

“Notamos que uma parcela importante das contratações agora é consequência da necessidade de substituição por performance, ou seja, as empresas estão se cobrando mais por eficiência devido à redução dos fatores de crescimento da economia”, afirma Marcelo de Lucca, diretor-geral da Michael Page no Brasil.

Existem três pilares que motivam trocas de diretores e costumam ser um retrato do momento econômico: criação de novos projetos, mudanças societárias e substituição por performance.

Neste ano, o principal motor de trocas de diretores é a busca por melhor performance, que cresceu de 55% para 65% das contratações realizadas, segundo Lucca. Juntos, os recrutamentos de diretores devido a mudanças societárias ou para investimento em novos projetos somam agora 35%.

Quando se abrangem os cargos de diretoria e gerência há registros de queda de 25% no recrutamento nos últimos três anos. “O volume de oportunidades era muito maior entre 2010 e 2011. Era um período de expansão maior do PIB, em contraponto ao PIB tímido de hoje”, diz Lucca.

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– Atrasar salário não é estar bem!

Historicamente, o São Paulo FC se gaba – e com razão – de ser um clube organizado, profissional e com ótima infraestrutura.

Entretanto, às vésperas do importante jogo contra o Cruzeiro pela Libertadores da América, soube-se que os jogadores estão com os salários atrasados em 45 dias.

Mas a resposta da diretoria soa com um pouco de arrogância (como a maioria dos times que devem salários), pois, segundo ela, “são apenas os direitos de imagem atrasados em 45 dias por culpa do fluxo de caixa”.

Ora, atrasado um dia, atrasado de fato! Salário é algo sagrado e custa-me crer que, em pleno século XXI, alguns clubes tenham como diferencial o pagamento em dia. Qualquer atraso deve ser condenável.

Com altíssimos salários pagos e gastos muitas vezes indevidos, incluindo-se neles as comissões legais mas imorais pagas a empresários, os 4 grandes clubes paulistas dão um tiro no pé em suas gestões. Hoje, os noticiários falam de “meses de atraso no direito de imagem” de Santos e Corinthians, além do palmeirense Cleiton Xavier reclamar de não-pagamento. MESES! E, sabemos, o Direito de Imagem é na maior parte das vezes o verdadeiro salário dos atletas.

Negocia-se mal e depois a torneira seca. De onde pingar mais dinheiro?
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– Sem salário mas ganha; sem salário mas perde?

Há coisas no futebol que merecem semanas de discussão.

Santos e Corinthians estão com salários atrasados – e não é de “só” um mês.

O Peixe jogou muito, se doou em campo e conquistou o Paulistão.

O Timão deixou de ser vibrante, se acomodou e jogou sonolento na Libertadores.

1) Será que os fatores “final de campeonato”, “bom papo da diretoria” e “clima do vestiário” ajudaram o time da Vila Belmiro, fazendo com que o atraso do pagamento fosse deixado de lado nesse momento?

2) Ao mesmo tempo, será que o imbróglio da renovação de Guerrero, o estádio a pagar e conflitos com a diretoria do time do Parque São Jorge estão sendo determinantes para que o atraso no pagamento fosse levado à discussão nesse momento?

Em tese, pode ser isso. E será que é?

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– Os 10 maiores prejuízos das empresas brasileiras em 2014

O número é realmente assustador: esqueça a Petrobrás, quebrada pela corrupção política. Arriscaria dizer qual a empresa que mais perdeu dinheiro em 2014?

Foi a OI, de comunicação. Vejam só cada número impressionante:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20150406/maiores-prejuizos-brasil-2014-ate-agora/248501.shtml

OS 10 MAIORES PREJUÍZOS DO BRASIL EM 2014

Apesar da expansão pífia de 0,1% do PIB no ano passado, as empresas brasileiras terminaram 2014 com prejuízos menores – pelo menos, até agora. Os dez maiores prejuízos líquidos somaram R$ 18,587 bilhões. A cifra é 63% menor que os R$ 50,560 bilhões registrados pelas campeãs de perdas de 2013. O número, porém, ainda pode ser alterado. O motivo é que a Petrobras ainda não apresentou seus números auditados do terceiro e quarto trimestres [Como é sabido, já foi divulgado e supera todas as demais]. A previsão é que o balanço seja divulgado até o fim de abril, mas, diante da falta de informações sobre como a empresa vai contabilizar as perdas com o superfaturamento de preços que sustentou a corrupção descoberta pela Lava Jato, não se sabe sequer se a Petrobras terá lucro ou prejuízo.

A comparação também mostra como as empepinadas empresas de Eike Batista pesaram sobre a economia, há dois anos. Em 2013, cinco dos dez maiores prejuízos foram registrados por companhias do ex-bilionário. Foi o momento mais agudo da crise do Grupo EBX e que culminou com os pedidos de recuperação judicial da OGX, sua petroleira, e da OSX, que atua na construção e operação de plataformas. Somente a OGX registrou prejuízos de mais de R$ 19 bilhões, entre seu braço operacional e sua holding.

Até aqui, a lista de 2014 é liderada pela Oi, com perdas de R$ 4,408 bilhões. A companhia foi afetada pelo fim das operações da PT Portugal. Com isso, a empresa precisou realizar provisões de R$ 4,164 bilhões para eventuais perdas contábeis. Trata-se de uma reserva de dinheiro para compensar o que a empresa deixará de ganhar com a PT Portugal. No relatório que acompanha as demonstrações financeiras, a Oi afirma que mais da metade das provisões poderá ser revertida em ganhos futuros, devido à reclassificação das perdas e pagamentos adicionais pelo desempenho da PT.

Confira, a seguir, os dez maiores prejuízos de empresas brasileiras em 2014, de acordo com os dados da consultoria Economática:

1) Oi

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 4,408 bilhões

Lucro Líquido em 2013: R$ 1,493 bilhão

Variação: na

2) Eletrobras

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 3,031 bilhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 6,287 bilhões

Variação: -52%

3) MMX

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 2,218 bilhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 2,057 bilhões

Variação: +8%

4) ALL América Latina Logística

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,897 bilhão

Lucro Líquido em 2013: R$ 13,029 milhões

Variação: na

5) Eneva

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,517 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 942,455 milhões

Variação: +67%

6) Biosev

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,295 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 450,135 milhões

Variação: +188%

7) Gol

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,246 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 796,547 milhões

Variação: +56%

8) Brookfield

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,232 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 686,210 milhões

Variação: +79%

9) HRT Petróleo

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,003 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 2,238 bilhões

Variação: -55%

10) Marfrig

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 739,472 milhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 913,593 milhões

Variação: -19%
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– A Executiva mais bem paga do Mundo!

Ela apostou em inteligência artificial; salvou a filha de 5 anos; revolucionou a comunicação por satélite, fundou uma religião e mudou de sexo.

Conheça Martine Rothblatt, a executiva mais bem paga do mundo!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/04/1621219-mulher-mais-bem-paga-do-mundo-aposta-em-robo-com-consciencia.shtml

MULHER MAIS BEM PAGA DO MUNDO APOSTA EM ROBÔ COM CONSCIÊNCIA

Martine Rothblatt é a executiva mais bem paga dos EUA. Mas talvez isso não seja nem de longe o fato mais interessante de sua vida.

Ela fundou uma empresa de biotecnologia para salvar a filha doente, após revolucionar a indústria de comunicação via satélite. Também criou uma religião e um robô com consciência própria, além de mudar de sexo.

Martine nasceu Martin e hoje ela espera viver centenas de anos através de suas novas apostas tecnológicas: um estoque ilimitado de órgãos para transplante e clones da mente humana.

“Há tantas coisas para fazer nesta vida. E se pudermos ter um clone digital […] que nos ajude a processar livros, filmes, fazer compras, ser nossos melhores amigos?”, disse Rothblatt, 60, no mês passado.

Ela foi uma das convidadas do TED (evento que reúne as principais novidades em tecnologia e design), entrevistada pelo anfitrião da casa, Chris Anderson. “Numa conversa normal, isso tudo soaria como maluquice. Mas, no contexto de sua vida, eu não apostaria contra”, disse o curador.

Nos anos 1980, Rothblatt iniciou uma série de parcerias em lançamentos de satélites, ajudando a acabar com um monopólio de telecomunicações e criando o primeiro serviço de localização de carros, a GeoStar. Em 1990, fundou um sistema de rádios para carros via satélite, a Sirius Radio.

“Sempre amei tecnologia espacial. Satélites são meio como as canoas de nossos ancestrais. Eu acho excitante fazer parte dessa navegação dos oceanos dos céus”, disse Rothblatt, neta de imigrantes judeus do Leste Europeu, cujo pai era dentista, e a mãe, fonoaudióloga.

REVIRAVOLTA

Mas a vida deu uma reviravolta no fim dos anos 1990, quando Rothblatt passava por uma mudança de sexo, com o apoio da mulher, Bina, e a filha de cinco anos do casal era diagnosticada com hipertensão arterial pulmonar, uma doença incurável.

A executiva passou a estudar biologia do zero, até saber o suficiente para ter esperanças em achar uma cura.

Ela passou a financiar pesquisas sobre a doença e fundou a United Therapeutics. Na época, soube de uma droga experimental que estava nas mãos do laboratório Glaxo Wellcome, que havia decidido não levá-la adiante.

“Eles bateram a porta na minha cara três vezes. Quando finalmente concordaram em vender, disseram que não tinham esperança nenhuma e que sentiam pela minha filha”, disse Rothblatt, que comprou a droga, então só testada em ratos, por US$ 25 mil.

“Recebi um saco plástico com um pó e o papel da patente. O mais incrível é que aquele pó sem valor hoje não só mantém vivas minha filha e outras pessoas como também produz quase US$ 1,5 bilhão em receita.”

A United Therapeutics lhe rendeu US$ 38 milhões em 2013, segundo a “Forbes”.

Mas, como a droga apenas retarda o progresso da doença, logo Rothblatt começou a pensar em novas soluções. Segundo ela, 3.000 pessoas morrem por ano nos EUA devido à hipertensão pulmonar, e para essa e outras doenças pulmonares a única solução é transplante de pulmão.

“Assim como mantemos carros e edifícios funcionando para sempre […] por que não podemos criar um estoque ilimitado de órgãos para transplante para que as pessoas vivam por tempo indeterminado?”, disse a executiva, casada com Bina há 33 anos.

Em 2003, Rothblatt se juntou a Craig Venter, pioneiro do genoma humano, para criar porcos geneticamente modificados, numa fazenda, a fim de que seus pulmões e outros órgãos possam ser transplantados em humanos, num futuro bem próximo.

CRIANDO ROBÔS

Rothblatt tem planos também para replicar a mente humana, num experimento que ganhou forma de um robô que tem o rosto de Bina e todas as suas facetas, as suas memórias e os seus gostos. “Ela [o robô] é como uma criança de dois anos. Às vezes suas respostas são frustrantes, às vezes, surpreendentes”, disse.

Com ajuda de uma empresa de robótica, ela trabalha num sistema de “arquivo mental”, uma coleção de memórias, maneirismos, crenças, sentimentos e tudo mais que despejamos na internet, como buscas on-line e posts em redes sociais.

“Uma vez que tivermos um software capaz de recapitular a consciência, seremos capazes, nas próximas décadas, de reviver a consciência humana, que estará no nosso ‘arquivo mental'”, acredita.

Foi pensando nas potenciais crises éticas de tantas transformações tecnológicas que ela começou a religião Terasem, uma mistura de judaísmo com entusiasmo tecnológico, que apoia pesquisas em campos como nanotecnologia e criogenia (estudo de organismos em temperaturas muito baixas).

Bina estava na plateia do TED e foi chamada ao palco por Anderson. “Tem sido uma jornada extraordinária”, disse. “Queremos criogenizar nossos corpos e acordarmos juntas.” Rothblatt abraçou a mulher e se declarou: “A perspectiva de clones da mente e corpos regenerados é para que nosso caso de amor dure para sempre”.

RAIO-X

FORMAÇÃO

Graduação em comunicação e direito na Universidade da Califórnia; doutora em ética médica na Universidade de Londres

EMPRESAS QUE CRIOU

United Therapeutics, SiriusXM Radio, WorldSpace, GeoStar

REMUNERAÇÃO

Em 2013, teve ganhos de US$ 38 milhões
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– Petrobrás e o Custo Corrupção

O que podemos dizer?

O balanço da Petrobrás, segundo relatório divulgado nesta semana e que compreendem o período de 2014, mostraram que as perdas da empresa foram de R$ 6,2 bi em corrupção, sendo o prejuízo total de R$ 21,6 bi. Por isso, a estatal teve que depreciar ativos em R$ 44,34 bilhões de reais em decorrência da queda do valor do barril de petróleo, má gestão e atraso em obras de refinarias.

Pergunta: se a Petrobrás admite ter perdido tanto dinheiro assim, é que perdeu muito mais que isso…

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– A Nova Fórmula a ser Proposta para o Brasileirão agradará?

Modesto Roma Jr, presidente do Santos FC, faz parte do grupo de trabalho da CBF que visa mudanças na fórmula de disputa do Campeonato Brasileiro. São 8 presidentes de clubes de que se reúnem regularmente e discutem: mata-mata ou pontos corridos?

Modesto revelou em entrevista à Rádio Bandeirantes para o jornalista Alexandre Pretzel que já há uma proposta madura a ser discutida: um campeonato com turno e returno na 1a fase, onde passarão para a 2a fase 8 times em play-offs de ida e volta: os 2 primeiros clubes do 1o turno, além dos 2 primeiros do 2o turno, somados aos 4 melhores times da classificação geral (fora, evidente, os já classificados).

Serão, portanto, 38 datas para a fase 1; 2 datas de quartas-de-finais; 2 de semifinais e 2 de finais, totalizando 44 datas.  

E os Campeonatos Estaduais? Devem continuar iguais, pois, segundo Modesto:

São necessários financeiramente porque pagam muito bem e são rentáveis; e tecnicamente são bons, já que se não fosse o Campeonato Paulista, não seria possível revelar ótimos jogadores de times pequenos, como Rafael Longuine do Audax.

Perguntar não ofende, mas… e o calendário final, como ficará?

Se vingar essa fórmula, não dá para realizar Regionais tão compridos. Quantas partidas jogará a equipe que conseguir chegar à final do Paulistão, Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e consequentemente Mundial Interclubes? 

O preço da competência de um bom time será o desgaste físico levado ao extremo.

E você, gostou dessa fórmula que deve ser sugerida em breve?

Deixe seu comentário:

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– Custo Brasil Assustador!

Está na Isto É (ed 2365, pg 28): o Brasil gasta, por ano, R$ 428 bi para manter a máquina administrativa. É isso mesmo, quase ½ trilhão para custear os funcionários de 39 ministérios.

Precisa de tanto Ministro, de tanto servidor administrativo e de tanto cargo de confiança?
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– A propina da Petrobrás que se disseminou em postos de combustível

Li, assisti e me assustei!

A Revista Época, em seu site, traz um vídeo sobre como a BR Distribuidora (Leia-se “Postos Petrobrás”) cobrava propinas de seus bandeirados. Na cara-de-pau, sem pudor algum, o assessor da estatal era apenas uma das peças de uma grande engrenagem corrupta.

Abaixo, a matéria completa (foto, texto e por fim o vídeo):

 

Vídeo mostra assessor da BR Distribuidora recebendo propina

Imagens obtidas com exclusividade por ÉPOCA revelam que, na Petrobras, a corrupção não envolvia apenas empreiteiras e multinacionais – nem um dono de posto escapou dos achaques na estatal

DIEGO ESCOSTEGUY
27/03/2015 23h13
MÃO ÁGIL O assessor da BR Carlos Oliveira (de preto) e o empresário Cássio Ársego. Pagamento filmado (Foto: reprodução)
MÃO ÁGIL
O assessor da BR Carlos Oliveira (de preto) e o empresário Cássio Ársego. Pagamento filmado (Foto: reprodução)

Em fevereiro de 2004, logo após terminar os estudos em Porto Alegre, o jovem Cássio Ársego conseguiu alugar, com a ajuda da família, um posto de combustível que estava em vias de pedir falência, nos arredores de Dois Lajeados, pequena cidade a 130 quilômetros de Porto Alegre. Era uma ótima oportunidade num ótimo ponto: o posto, gerido sob a bandeira da BR Distribuidora, que pertence à Petrobras, ficava numa rodovia movimentada, a RS-129, atendendo de caminhões aos muitos tratores usados pelos agricultores da região. “Sempre quis ter um posto, uma empresa minha”, lembra Cássio. Em poucos anos, usando os conhecimentos de negócios que adquirira na faculdade e ralando de 6 da manhã às 11 da noite, ele salvou o posto, que passou a dar lucro, e virou dono do lugar. Morava no escritório. Dormia embalado pelo barulho dos caminhões que cruzavam a rodovia de madrugada. À noite, antes de deitar, bolava estratégias para tornar o posto ainda mais lucrativo. Ao lado da mulher, fazia planos para comprar outros postos. Sonhava alto, como exigiam seus 25 anos. Até que, no começo de 2009, um dos principais assessores da BR Distribuidora no Estado, Carlos Roberto Oliveira, visitou seu posto.

Cássio foi apresentado, sem firulas, à corrupção que vicejava numa Petrobras aparelhada de alto a baixo. A BR é a mais rica subsidiária da estatal. Naqueles tempos, e mesmo hoje, o governo do PT reparte os cargos na BR entre indicados do próprio partido, do PTB e do PMDB. Até outro dia, o senador Fernando Collor,  do PTB, acusado no petrolão, assenhoreava-se da cúpula da BR, ao lado de outro investigado, o senador Edison Lobão, do PMDB. Os repartes reproduziam-se nas gerências da BR nos Estados – e o Rio Grande do Sul, terra de Cássio, não era exceção. A gerência da BR no Estado fora entregue ao PTB.

A um funcionário como Carlos Oliveira, cabia percorrer os postos e as distribuidoras do Estado em busca de negócios para a estatal. Ele detinha o poder de fechar e rever contratos com donos de postos. Podia aumentar ou cortar o preço do combustível vendido pela BR aos donos. Podia também estabelecer os termos para que a empresa financiasse reformas nos postos. Ao encontrar Cássio em seu posto, Oliveira foi direto: exigia 20% do lucro mensal do posto dele – ou R$ 3 mil. Para os brasileiros acostumados com as propinas de centenas de milhões de dólares no petrolão, o caso de Cássio pode parecer insignificante. Para ele, contudo, significou tudo: o posto, o casamento, o futuro. Perdeu o que tinha e o que não tinha.

Cássio não cedeu ao achaque. Veio a retaliação. No dia seguinte, foi obrigado a comprar combustível muito mais caro da BR. Indignado, dirigiu-se à sede da empresa em Porto Alegre e informou o episódio a funcionários da Petrobras. Enquanto esperava na recepção para ser recebido por alguém, recebeu uma ligação de Oliveira. “Tu vai esperar sentado”, disse o assessor. Cássio esperou sentado. Percebeu que Oliveira não estava sozinho. Tinha duas opções: ceder ao achaque ou quebrar.

Ele capitulou. Não demorou para que Oliveira aumentasse a propina para R$ 5 mil. “Tenho de passar para mais gente lá dentro (da BR)”, dizia o assessor, segundo Cássio. “O dinheiro também tem de ir para o partido”, afirmou o assessor, sem especificar a que legenda se referia. Cássio, sempre confrontado com a dúvida entre aquiescer ou deixar seu posto quebrar, não via muita escolha. Cedeu mais uma vez. Mas capitular também tinha seu preço. Cada nova investida de Oliveira deixava seu negócio menos rentável, sua consciência mais pesada e sua mulher mais distante. Sua vida ruía lentamente, desfazendo-se a cada bolinho de dinheiro. Para que a BR ajudasse a financiar uma reforma em seu posto, Cássio topou pagar R$ 180 mil em propina ao assessor Oliveira. Antes, fora ameaçado por ele, com uma arma. “Tu sabe do que eu sou capaz”, disse Oliveira.

Cássio decidiu gravar os pagamentos em vídeo. ÉPOCA obteve o material (assista ao vídeo ao lado. Num deles, gravado em 2009 na sala de Cássio em seu posto, Oliveira está bem à vontade, de bermuda, tênis e camiseta polo preta. Senta-se gostosamente na cadeira, espreguiçando-se de boca aberta. Estica as pernas e cruza os braços. Está claramente acostumado a transações dessa natureza – a coletar propina. Fala sobre amenidades, enquanto Cássio, vestindo uma camisa branca com a marca verde da BR e da Petrobras, destranca um
armário e retira de lá um envelope branco, contendo o dinheiro de seu trabalho.

Ele se senta em frente a Oliveira e passa a contar, com as mãos, as notas: 100, 200, 300, 400, 500… Oliveira prossegue falando banalidades. Olha para o teto, para os lados, para baixo – menos para o dinheiro. Ao fim da rápida operação, Cássio segura um bolinho de notas de 100 em sua mão. Falta o lacinho. Cássio recorre a uma liguinha de plástico, dando uma – plá! – volta e agora mais duas – plá! plá! – voltas no bolinho. Assim que os R$ 3 mil trocam de mãos, o capricho de Cássio, o achacado, encontra a vulgaridade de Oliveira, o achacador. Num átimo, o bolinho de dinheiro some e conhece seu destino: as meias de Oliveira, que ainda precisa de alguns segundos para acomodar a propina. Está encerrada a transação. Minutos depois, Oliveira deixa o escritório levando nas canelas bufantes – ele estava de bermuda – grande parte do magro lucro de Cássio.

Em 2011, já quebrado, Cássio levou a denúncia novamente à direção da BR, que abriu uma auditoria. Entrou com uma ação contra a empresa. “Noticiamos os fatos para a autoridade policial. Posteriormente buscamos contato com a empresa e não obtivemos resposta. Agora confiamos no Poder Judiciário para reparar os severos danos morais e materiais causados ao nosso cliente. Será Davi contra Golias, mas não vamos desistir”, diz Marcelo Santagada de Aguiar, advogado de Cássio.

Até agora, a Justiça nada decidiu. A BR informou que demitiu o assessor, mas não investigou a possível participação de outros funcionários no esquema. Oliveira não quis falar com ÉPOCA. Cássio mora de favor, está desempregado e assiste pela TV ao desenrolar do petrolão.

Abaixo o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EFetthPTQmA

– Tomando decisões sem sofrer influências!

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E entrevista à Revista Época desta semana (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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– Inovação: para colocá-la em Prática, precisa-se de Grana ou Competência?

Sempre questione a relação Competência Financeira X Competência Intelectual/Administrativa. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.

Veja só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?

Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177094-16644,00-O+FATOR+DECISIVO.html

O FATOR DECISIVO

O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido.

por Clemente Nóbrega

Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.

A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai & mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.

A Apple investe bem menos em inovação do que
 a média, mas obtém muito mais resultado

Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.

* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS

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– E o preço da Gasolina e do Diesel caiu…

… mas lá no Paraguai!

Pois é: os combustíveis vendidos pela brasileira Petrobrás aos nossos vizinhos tiveram a redução de preços anunciada. E acredite: é a 9a queda seguida!

A estatal justifica que o valor do barril no estrangeiro caiu, e em nota disse que:

Ao longo do tempo, as distribuidoras ajustam os preços, para cima ou para baixo, conforme as variações da cotação dos derivados de petróleo no mercado internacional, câmbio do dólar no mercado local, entre outras.

A Gasolina caiu 5% (R$ 2,80) e o Diesel 4%. Mas aqui, não pratica a mesma coisa. Será que é por culpa dos escândalos e desvios de dinheiro?

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– O Recall da Spin. Abra o olho, dona Chevrolet

A GMB (General Motors do Brasil) pensa estar tratando o cliente do Brasil como americano. Mas, na prática, o faz só em tese

Veja essa situação: proprietários da minivan Spin (e de alguns modelos do Ônix e Cobalt) foram chamados para um recall a fim de substituir uma porca do tanque de combustível ou eventual substituição do próprio tanque!

Ok. Tentei agendar numa concessionária de Jundiaí, mas não havia previsão da chegada da peça. Tentei outra. Idem. Tentei em São Paulo. Idem. Tentei em Campinas. Idem, idem e idem.

Ora, empresa que faz recall pode ser interpretada de duas formas:

1) Se preocupa com o consumidor;

2) Faz mal feito e depois tem que consertar.

Pior de tudo é chamar para o recall e há MESES nenhuma agência ter as peças…

Que feio.

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– Cada Ovo de Páscoa caro!

Uma barra de Chocolate com 180 gramas custa R$ 4,00. O Ovo de Páscoa, do mesmo sabor e com 150g, custa R$ 29,90! No ano passado, custava na casa dos R$ 23,00.

É um apelo comercial assustador, né?

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– Corretores Insistentes

Aguenta a “enchição”…

A cada lançamento imobiliário novo, as caixas de entrada nos e-mails e os telefonemas fervem de corretores oferecendo imóveis. Mesmo não cadastrando os dados pessoais e recusando ofertas, a insistência é grande.

Recentemente, eram diários telefonemas de corretores de imóveis para o ”Casas da Toscana” (e nenhuma casa foi construída ainda); há pouco o “Tons de Ipanema”; e agora, o “Alphaville Jundiaí”.

No meio do trabalho, já recebi 2 telefonemas no número corporativo; 3 ligações no celular e 8 emails – todos de corretores de imóveis diferentes, que não conheço e que conseguem os dados “sei-lá-como”. Mesmo dizendo que não quero, que não tenho dinheiro, e pedindo para não insistir, alguns persistem e você é obrigado a ser mais rude.

Que pé-no-saco!
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– Quanto desempenha um carro 1000cc?

A Folha de São Paulo e o Instituto Mauá realizaram um interessante teste entre os veículos populares: Partir de São Paulo e chegar até Brasília sem abastecer! (FSP, 30/05/2010, Veículos, por Felipe Nóbrega).

A ideia foi a seguinte: abasteceram um Novo Fiat Uno, Renault Clio, Chevrolet Celta, Ford Fiesta e VW Gol, todos com motor de 1.000 cc, com o propósito de comparar o desempenho entre os 5 carros populares mais vendidos. O teste começou a noite, onde o consumo é menor justamente pela temperatura mais amena.

Ao final, só o Gol venceu. O mais gastão foi o Celta.

Veja os desempenhos:

UNO- 48 LITROS DE TANQUE – RODOU 830 KM NA MÉDIA DE 17,3 KM/L

GOL- 55 LITROS DE TANQUE – RODOU 1.119 KM NA MÉDIA DE 20,3 KM/L

CLIO- 50 LITROS DE TANQUE – RODOU 832 KM NA MÉDIA DE 16,6 KM/L

FIESTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 945 KM NA MÉDIA DE 17,5 KM/L

CELTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 898 KM NA MÉDIA DE 16,2 KM/L

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– O iWatch foge do ideário de Jobs?

A Apple divulgou nesta 2a feira seu relógio inteligente.

Inteligente, diferente e… caro! US$ 10,000.00 para o modelo mais sofisticado.

Será que Tim Cook está mudando a filosofia de Steve Jobs? Abaixo, extraído do Estadão:

O RELÓGIO DE 10 MIL DÓLARES 

Por Bruno de Oliveira, especial para o Estadão PME

Por que a Apple cobra R$ 30 mil por um relógio e por que Jobs não gostaria nada disso?

Além de chamar a atenção pela faixa de preço, que varia entre US$ 350 e US$ 10 mil (ou R$ 31,1 mil), o relógio inteligente Apple Watch, da Apple, destaca uma mudança de filosofia de mercado em relação ao que era pregado por aquele que fundou e transformou a empresa em um fenômeno econômico, de design e marketing: Steve Jobs.

Um dos fundadores da empresa, Jobs, morto em outubro de 2011, tratava com mãos de ferro dentro da empresa a ideia de que os produtos da Apple deveriam pertencer a linhas com poucas opções, já que acreditava que isso atrapalhava a avaliação do consumidor entre preço e o valor agregado do produto.

“Jobs sempre foi contra ideia de oferecer um grande número de escolhas aos usuários. Sob sua ótica, quando isso acontece ele não consegue avaliar as diferenças que existem entre um e outro produto e isso impacta em sua percepção de valor”, explica o professor de empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa.

“Para dar um exemplo real, seria como dizer ao cliente qual é a melhor água em função do preço de cada purificador que existe no mercado. A associação entre preço, qualidade e finalidade do produto podem provocar uma confusão no momento da compra”, completa.

Com relação à amplitude de preço divulgada pela Apple nesta segunda-feira (9), Nakagawa acredita que a grande variação deve fazer parte de uma estratégia da empresa de chamar a atenção dos consumidores.

“O relógio mais caro, o de US$ 10 mil, é feito de ouro e o preço pode ser alto em função do metal empregado no produto, mas já é algo recorrente a Apple utilizar uma manobra assim para chamar atenção do mercado para um lançamento seu”, explica o professor.

A linha de relógios inteligentes é dividida em três modelos, cada um disponível em uma série de cores e tipos de pulseiras, por exemplo. São os modelos: Watch, Watch Sport e o Watch Edition.
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– Sílvio Santos e a Netflix: um interessante estudo de caso!

Nesta última semana, Sílvio Santos disse que não assistia televisão, só a Netflix! E isso trouxe inúmeras observações curiosas do mercado.

Compartilho, extraído de: http://exame2.com.br/mobile/rede-de-blogs/branding-consumo-negocios/2015/03/03/a-aula-que-silvio-santos-deu-a-netflix/

A AULA QUE SILVIO SANTOS DEU À NETFLIX

Por Marcos Bedendo

Silvio Santos não tem conta pessoal no Facebook, Twitter e LinkedIn. Silvio Santos não deve usar todos os “features” do seu smartphone. Silvio Santos provavelmente não sabe quem é “hype” na blogosfera. Mas ele continua na vanguarda da comunicação.

Silvio Santos tem e representa tudo aquilo que se faz necessário na comunicação contemporânea. Como gestor da própria marca, ele continua sendo fiel aos seus princípios, e comprometido com os seus valores. Ele é consistente na maneira que se comunica e presente no dia a dia do seu público-alvo. Ele é diferenciado, pois não há ninguém remotamente parecido com o Silvio Santos.

A maneira como ele estabelece diálogo com os seus consumidores é única. Ao falar com os convidados de seu auditório ele os trata como pessoas, “colegas de trabalho”, na célebre expressão cunhada por ele. E a dona de casa (como ele as trata) em suas casas se sentem representadas e valorizadas por aquela mulher que conversa com ele no auditório.

As “escorregadas” que viram motivo de piada em alguns círculos nada mais são do que a sua autenticidade vindo à tona, que não diminui o seu prestígio e a sua relevância para seus consumidores. Silvio Santos é um exemplo de construção de marca, e o grande comunicador do Brasil.

Depois das redes sociais e outras ferramentas permitirem um dialogo mais direto e espontâneo com o consumidor, todas as marcas querem ser um pouco mais Silvio Santos. Quando elogiamos aquela troca de mensagens bem-humorada via twitter entre empresa e consumidor, elas estão apenas dialogando de maneira humana, como o Silvio Santos faz há tantos anos com suas colegas de trabalho.

Um olhar mais aprofundado sobre esta última polemica de Silvio Santos anunciando a Netflix mostra o quanto sua espontaneidade é latente, e a Netflix, apesar de ter participado de maneira exemplar deste dialogo, ainda viu a ação como uma forma de assessoria de imprensa. Vamos aos detalhes da aula de Silvio Santos.

Silvio falou que não assistia televisão quando estava em casa, mas assistia ao Netflix. Ele deu o preço do serviço, e também falou de um dos programas do qual gostava – a minissérie “A Bíblia”. Foi tão espontâneo que uma ação de merchandising paga não teria o mesmo efeito. Ele genuinamente estava recomendando o conteúdo, como um amigo faz com o outro.

A repercussão aconteceu, e foi rapidamente respondida pelo Twitter da Netflix, que disse estar avaliando o pedido feito por Silvio para que ele ganhasse o mês de graça. Seria o básico.

Mas a empresa foi além. Provavelmente avisado da importância do figura do Silvio Santos no Brasil, o próprio CEO da Netflix, Reed Hasting, resolveu fazer um vídeo direcionado ao Silvio, oferecendo não apenas o mês grátis, mas uma assinatura vitalícia. A resposta foi certeira, adequada e também pessoal. Quase como do dono da padaria para o seu cliente: entendeu a necessidade e dialogou. Perfeito até aí.

Mas infelizmente Hastings não conseguiu se segurar e acabou fazendo uma divulgação do “House of Cards”, série que estava estreando a terceira temporada naquele dia. Com isso, a quase “conversa entre amigos” acabou se tornando uma ação de assessoria de imprensa. Simpática e adequada, mas pouco pessoal. Afinal, o dono da padaria sabe o gosto do cliente, e me parece que oferecer “House of Cards” para quem assiste “A Bíblia” é similar ao dono da padaria oferecer um bolo de chocolate como cortesia à cliente de regime.

Mas isso não tira o brilhantismo da aula que Silvio Santos deu a todas as empresas “moderninhas”, e nem o rápido e certeiro aprendizado do aluno Netflix, que conseguiu dialogar com quase a mesma simpatia e desenvoltura do professor.
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– Gasolina brasileira terá 27% de Álcool na sua fórmula

Está confirmado: o Álcool, que subiu quase R$ 0,20 na bomba nos últimos dias (devido a entressafra, a baixa produtividade e o alto consumo), aumentará a sua proporção na formulação da Gasolina!

Pois é. Era 20%, aumentou para 25% e a partir de 16 de março será 27% a quantidade de Álcool na Gasolina.

Portanto, o motorista que usa Gasolina sentirá que seu carro terá menor autonomia, já que não renderá tanto como antes (afinal, a Gasolina Brasileira é cada vez menos “Gasolina Pura”). Já o motorista que usa Álcool sentirá no bolso outro aumento, pois se precisará de mais Álcool para atender a mistura da Gasolina nas distribuidoras e o produto tenderá a ter a oferta diminuída.

Lembrando que não vale acreditar que não acontecerá nada a quem tem carro flex, pois se ele usa Gasolina, sentirá o efeito da mudança também: afinal, o álcool das bombas é o Álcool Etílico (Etanol) e o da mistura é o Álcool Anidro.
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– HSBC, dinheiro desviado na Suíça e contas de brasileiros

Descobriram só agora que estrangeiros que abrem conta na Suíça podem estar desviando dinheiro?

A prática comum por endinheirados corruptos no Brasil é um dos capítulos das ações escusas do HSBC, banco usado por grande parte dos milionários que lavam dinheiro. O detalhe é: os países que descobriram que seus cidadãos desviavam verbas financeiras já recuperaram 1.4 bilhão de dólares na Suíça. E por parte do Brasil… Nada!

Pois é: nenhum centavo foi recuperado pelo nosso Governo. Mas se os outros países conseguiram, por que as nossas autoridades políticas não?

Leia isso, extraído de: http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2015/02/25/entenda-o-caso-swissleaks-hsbc/
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– Uma Vitória da Pinga Brasileira nos EUA!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– Dia 15 o Brasil vai parar mesmo?

Não há quem não tenha discutido sobre isso: nos bares, no comércio, nas igrejas, nas faculdades… todos falam sobre a possibilidade de manifestações em 15 de março que paralisariam o Brasil em ato contra a presidente Dilma Rousseff, além do protesto contra a escancarada corrupção nas estatais.

Há poucos meses, ela era eleita por um país visivelmente rachado. A pergunta fundamental é: e se a Eleição fosse hoje?

Outra questão: o que mudou na Dilma em tão pouco tempo para tanta desaprovação? Só os desvios de dinheiro dos subordinados ou as mentiras da campanha?

Ainda: a Dilma na campanha era um produto de marketing ou sua administração foi não tão boa o suficiente para a reeleição?

O certo é: o evento do dia 15 surtirá efeito no país ou será como as de julho do ano retrasado, onde milhões foram as ruas e acabaram por reeleger as mesmas pessoas que eram os alvos dos protestos?
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– Faltará Combustível nesse país?

E a crise no Brasil continua! Os caminhoneiros pararam o Sul do Brasil, já que as empresas não aceitam reajustar o frete na mesma proporção absurda do reajuste do Diesel.

As estradas estão fechadas e os Postos de Combustíveis já sentem o desabastecimento em larga escala. No Paraná, é difícil encontrar Gasolina!

Vale a dica: por enquanto, no Estado de São Paulo, só há a especulação de paralisação dos tanqueiros, nada de movimento organizado ou locaute.

Vale a dica: cuidado com o desabastecimento, em especial no próximo final de semana.

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– O Aumento dos Combustíveis que veio na Surdina!

Enquanto você pulava Carnaval, o Governo aumentava (de novo) o preço dos combustíveis!

Não te avisaram?

Pois é, ninguém (ou quase ninguém) ficou sabendo…

Em média a alta foi de R$ 0,02 para o Etanol, R$ 0,05 para a Gasolina e para R$ 0,015 o Diesel.

Desconjurei…

Em: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/02/19/no-carnaval-preco-de-referencia-da-gasolina-sobe-pela-2-vez-em-3-semanas.htm

AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS

Bem no meio do Carnaval, na segunda-feira (16), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) reajustou o preço de referência dos combustíveis (gasolina, álcool e óleo diesel). O valor, que é usado para definição de impostos e menor que o cobrado nos postos, subiu em 14 Estados e no Distrito Federal.

Esta é a segunda vez em três semanas que o órgão do Ministério da Fazenda atualiza os preços de referências dos combustíveis.

O último reajuste havia sido publicado no dia 23 de janeiro, quatro dias após o governo anunciar o aumento do Pis/Cofins e a retomada da Cide, ambos encargos que recaem sobre combustíveis.

O Confaz não esclareceu por que subiu o preço de referência duas vezes num intervalo curto de tempo.

Esses preços são bem mais baixos que os cobrados do consumidor na bomba de gasolina. Servem de base para o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) feito pelas refinarias. Por serem base do imposto, influenciam o preço final para o consumidor. O nome oficial é Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF).
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– A Caixa Preta do BNDES será aberta quando?

Quer dizer que em Junho de 2014, o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) tinha R$ 412,9 milhões em inadimplência, e que 2 meses depois (Setembro de 2014), pulou para mais de R$ 4 bilhões?

Como assim?

Tenho medo que o banco estatal tenha por trás de tudo isso um imbróglio maior do que o Mensalão e o Petrolão…
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