– Dois Aumentos nos Combustíveis em menos de 24h! Como isso é possível?

Tivemos absurdamente dois reajustes nos preços dos combustíveis seguidamente:

1) De 5a para 6a feira, à noite, o Governo Federal aumentou os tributos dos combustíveis.

2) Na 6a feira à tarde, a Petrobrás aumentou o preço dos produtos.

Para acompanhar tudo isso, houve o disparo do preço do Etanol devido ao consumo e escassez (por culpa da demanda).

Assim, um dos impostos da Gasolina (a CIDE) saltou de R$ 0,3816 para R$ 0,792 em cada litro! Fora o aumento do PIS e COFINS, além do reajuste anunciado hoje.

O Ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse na Globonews que o aumento poderia chegar até dois dígitos, e acreditou-se que chegaria aos R$ 0,10. Ledo engano… Quando divulgado o primeiro aumento, percebeu-se que atingiria mais de R$ 0,40, e com o reajuste dessa 6a feira, dependendo da região, atingiu R$ 0,50.

O duro é o presidente Michel Temer declarar que:

“O povo brasileiro saberá compreender esse pequeno aumento neste momento difícil”.

Entender como, cara-pálida? “Pequeno”? Onde?

Para cobrir o déficit fiscal causado pelos políticos, o contribuinte é quem pagará a conta? E os senhores políticos nada fazem para aliviar o custo do Estado?

Não me venha com discurso ideologista nessa hora, atacando a herança do PT, a gestão do PMDB ou o legado de FHC pelo PSDB: todos são culpados por tornarem a Petrobrás de 5a maior petroleira do mundo em maior empresa endividada do planeta – sendo gerida por um Governo que não corta suas despesas, em um país cujo povo permite mordomias aos políticos e autoridades das 3 esferas, sem se manifestar como deveria: nas urnas!

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– Cortada e religada a energia elétrica do Paulista FC!

Que triste. Devendo “a conta de luz” desde abril (R$ 19 mil reais), a CPFL cortou a energia elétrica do Estádio Jayme Cintra. Depois do fato lamentável, conseguiu-se dinheiro para pagar as contas, o que fez que se restabelecesse a força nessa tarde de 5a.

Parece que o fundo do poço é ainda mais adiante…

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– Reinventar-se, renovar-se, repensar-se…

Disse Jesus a Nicodemus:

Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.

Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.

RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;

SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;

PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores de empresas: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’)?

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– E se o Cuca não tivesse saído, o Palmeiras estaria diferente?

Cuca vive um inferno astral no Palmeiras nesta temporada, bem diferente do ano passado, quando terminou o ano como Campeão Brasileiro.

Um inevitável exercício de futurologia: e se ele não tivesse saído do clube para descansar com a família? Como estaria o Palmeiras e o próprio Cuca nesta altura do Brasileirão 2017, caso existisse a continuidade do seu trabalho?

Não dá para saber. Mas deve-se, ainda no campo hipotético, avaliar: como estaria o Palmeiras hoje caso Eduardo Baptista não fosse demitido?

Sem questões de achismo, mas dentro da realidade: qual o grande problema do Palmeiras em2017?

1- A saída e a chegada de jogadores,

2- A herança deixada por Eduardo Baptista,

3- A nova administração do clube,

4- O novo trabalho atual de Cuca,

5- Todas as alternativas acima?

6- Ou nada disso, são outros os fatores culpados?

Deixe sua opinião:

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– Ecologicamente Corretos mas Encalhados?

A preservação do meio ambiente é uma necessidade, correto?

Criar produtos ecologicamente corretos é uma vantagem competitiva, ok?

Responsabilidade ambiental reforça e valoriza a imagem da empresa, certo?

Tudo isso é válido. Entretanto, compartilho uma interessante matéria da Revista Época sobre empresas que buscam mostrar a preocupação com o Verde e que acabaram não conseguindo o destaque que desejavam. Uma atenção maior para o desafio da rede WalMart para com o seu parceiro Johnson & Johnson, além de outros 9 fornecedores, em se tornarem ecologicamente mais corretos.

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI132395-15259,00-FALTA+COMBINAR+COM+O+CONSUMIDOR.html

FALTA COMBINAR COM O CONSUMIDOR

por Alice Ribeiro

As empresas estão fazendo produtos que agridem menos o meio ambiente, sem aumentar o preço. Parece ótimo. Então por que tão pouca gente compra?

Fazia todo o sentido. Quando a Unilever lançou a versão concentrada de seu principal amaciante, em maio de 2008, parecia ter escutado a demanda dos consumidores, que diziam querer comprar produtos mais ecológicos. Com meio litro, o novo produto rende tanto quanto 2 litros da versão convencional. Como a embalagem é menor, economiza 58% de plástico e, consequentemente, usa menos petróleo. Seu processo de produção consome 79% a menos de água. As caixas que o transportam acomodam mais unidades num mesmo espaço, reduzindo em 67% as viagens de caminhões para chegar aos pontos de venda. Mais: o amaciante concentrado é 20% mais barato. Com um belo esforço de comunicação – uma campanha de R$ 32 milhões em dois anos –, era de esperar que a essa altura o novo amaciante já tivesse desbancado o velho. Não foi o que aconteceu. A Unilever não divulga dados sobre vendas, mas um levantamento feito na rede de varejo Walmart mostra que o amaciante tradicional ainda vende 50% a mais que o concentrado. O amaciante da Unilever é apenas um dos casos de produtos criados para explorar o consumo ambientalmente correto. Há empresas que investiram em mudar sabão em pó, chá orgânico, papel higiênico. Sem contar as mudanças de embalagem. Em todos os casos, porém, o resultado tem sido dúbio. Por quê?

Há pouca dúvida de que o mundo enfrenta problemas ambientais sérios. Muitas empresas têm investido em ações responsáveis, seja como forma de economia (usando os recursos de modo mais eficiente), seja pelo apelo de marketing (projetando a imagem de empresa amiga da Terra). Mas a resposta a essas ações é fraca. “A sustentabilidade ainda é algo distante do que vivemos”, afirma Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu para o Consumo Consciente. Uma pesquisa do Akatu revela que 80% das pessoas dizem valorizar os produtos verdes. Mas só 30% delas concretizam suas intenções no ato da compra. Há uma longa distância entre propósito e ação.

Por um lado, alguns desses produtos ecologicamente melhores exigem mudanças de hábitos de consumo – e isso é um obstáculo. Em outros casos, como o do sabão em pó ecológico da Procter & Gamble, as pessoas resistem porque acham que suas empregadas domésticas não saberão usar o produto da forma correta. O detergente usa 30% menos água que um comum. Sua fórmula faz menos espuma e, assim, dispensa o último enxágue. Mas ele não fez o sucesso esperado. “As empregadas não leem rótulos”, diz a aposentada Cláudia de Vasconcellos Lameiro da Costa. “Não adianta explicar. Elas vão continuar achando que só com espuma se lava direito.”

Um amaciante mais ecológico custa 20% menos.
Mas ainda perde em vendas para o convencional

Em alguns casos, as empresas deixam de apostar em inovações que fariam sentido ecológico. Há dois anos a Natura estuda a criação de uma linha completa (com xampu, condicionador, creme hidratante…) em pó. A solução economizaria água na produção, plástico da embalagem e emissões de gases poluentes no transporte. Os produtos viriam em pequenos sachês para ser diluídos em casa. “O novo produto teria, em média, 10% do peso do original”, diz Daniel Gonzaga, diretor de pesquisa e tecnologia da Natura. Mas o destino do xampu em pó é incerto. A companhia ainda não está segura de que haja público para a invenção. “Precisamos chegar a um mix completo: fórmula testada, marca correta, embalagem e o aval do consumidor.”

Esse aval, de acordo com um levantamento feito no Walmart (leia o quadro) , é tímido. “Ainda estamos no começo de um processo de mudança de hábitos na decisão de compra”, diz Christiane Urioste, diretora de sustentabilidade do Walmart. Um papel higiênico da Kimberly Clark dá uma dimensão do problema. Feito com fibras de papel reciclado obtidas a partir de aparas selecionadas, tem os rolos compactados para caber em uma embalagem menor. Custa em torno de 25% menos que o papel tradicional. Mesmo assim, tem só um quarto das vendas.

Para vencer o apego ao costume, seria necessário um investimento eficiente em marketing. Um estudo feito pela agência de publicidade Euro RSCG mostra que as empresas abusam dos clichês. O levantamento encontrou ursos-polares em anúncios do HSBC, da Philips e dos sorvetes Ben & Jerry. “As imagens usadas confundem as pessoas”, diz Russ Lidstone, presidente da agência. “São projetadas para chamar nossa atenção, mas acabam nos distanciando do problema e nos tornando céticos.”

Mais devastador do que a falta de informação é a informação que não ajuda o consumidor a se orientar. A gente é bombardeada por informações sobre a degradação ambiental do planeta. Difícil é saber como transformar essa preocupação em critérios para discriminar os produtos no supermercado. O que é melhor, um alimento embalado em plástico (teoricamente reciclável), em lata (que se decompõe na natureza) ou em vidro (que pode ser reutilizado)? Não há resposta para isso hoje. s Se você quer economizar energia, procura o selo Procel (um índice elaborado pela Eletrobrás) nos eletrodomésticos. Mas não existe um selo geral para produtos verdes. O resultado? A criação de analfabetos ecológicos. “Recomendamos às marcas que sigam uma abordagem simples de comunicação”, afirma Nicholas Eisenberger, consultor da GreenOrder, especializada em negócios sustentáveis, cujo portfólio de clientes inclui GE e General Motors. Para divulgar seus esforços pró-planeta, as empresas precisam entregar a informação mastigada. Não é o que acontece.

Muitas empresas deixam de comunicar em detalhes suas ações positivas por temer cobranças em outras áreas. Outras, ao contrário, divulgam iniciativas sem nenhuma importância, como se fossem cruciais para a humanidade. Nessa confusão, os cidadãos comuns se perdem. A funcionária pública Roberta Cristina da Silva é um exemplo. Ela viu o comercial da TV do amaciante verde da Unilever e decidiu testá-lo. Gostou. Mas não por ser verde. “Gosto porque tem um cheiro mais forte”, ela diz. “Coloco o mesmo tanto do outro (da embalagem de 2 litros) . Em uma semana já acaba.” Ao consumi-lo da forma errada, Roberta está gastando mais e piorando o impacto ambiental, em vez de melhorá-lo.

A confusão dos consumidores fica clara numa pesquisa sobre 115 empresas encomendada pela revista britânica New Scientist. O levantamento cruzou cerca de 700 indicadores, como gasto de água ou poluição química, para avaliar o desempenho ambiental das companhias e comparou-o com a percepção de 30 mil pessoas sobre elas. Concluiu que há uma enorme lacuna entre a imagem e os fatos. Um dos casos de maior discrepância foi o da rede de supermercados Whole Foods Market. Das 36 empresas do setor listadas pela pesquisa, ela está entre as piores em relação a impacto ambiental, mas é a primeira em boa reputação. A Coca-Cola, ao contrário, tem o segundo menor custo ambiental entre os fabricantes de alimentos e bebidas da amostra, mas não é reconhecida por isso.

80% dos brasileiros dizem que valorizam os produtos ecológicos.
Mas só 30% cumprem isso nas compras

Todos esses dados apontam para uma falha de comunicação das empresas. Não só quanto às informações divulgadas. É preciso que alguém de fora mostre às pessoas que o produto é bom. Aí, entram as certificadoras independentes. A especialista em relações internacionais Marcela Porto Mello é fã de produtos ecológicos. Diz usar produtos sem agrotóxico, que tenham um selo orgânico de renome no mercado. Mas se nega a pagar mais por produtos com origem desconhecida. “Por que vou comprar um café que custa mais caro se não tenho certeza de quão sustentável é? Falta divulgar melhor os produtos. Os selos precisam ter credibilidade.”

Os consumidores de países desenvolvidos são mais preocupados em premiar empresas amigas do meio ambiente. Segundo uma pesquisa dos institutos Market Analysis e Akatu, 34% dos cidadãos de países ricos afirmam comprar de empresas ambientalmente responsáveis. No Brasil, o número cai para 12%. Compreensível. Em nações mais ricas, com educação melhor e bagagem ecológica mais robusta, os consumidores buscam informações sobre as marcas. Se o produto não tem selos, eles entram nos sites das empresas, vasculham sua reputação nas redes sociais, leem relatórios de sustentabilidade, recorrem à mídia.

No Brasil, algumas empresas já sabem que, no futuro, os atributos socioambientais vão ajudar a vender. Desafiados pelo Walmart, dez fornecedores da rede reinventaram e criaram produtos de modo que ficassem mais ecológicos. A convocação aconteceu em outubro de 2008. Hector Nuñez, presidente do Walmart, reuniu companhias parceiras para uma conversa. Durante sua exposição, chacoalhou uma caixinha de Band-Aid: “Nesta embalagem cabem três vezes mais curativos do que tem aqui”. A fabricante, Johnson & Johnson, acatou a provocação. Mudou processos e passou a colocar a mesma quantidade do produto numa caixa com 18% menos matéria-prima. E sem alterar as informações do rótulo. Detalhe: 90% de todo o Band-Aid consumido no mundo é feito no Brasil. Como contrapartida, o Walmart garantiu às empresas que vai dar mais espaço nas prateleiras para seus produtos ecológicos, mesmo com a redução nas embalagens. Ninguém tem dúvidas de que o consumo tende a ficar mais verde. Mas essa tendência só vai se confirmar se combinarem com os consumidores.

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– Fé, Família, Escola e Trabalho para os Hirota!

Muito bacana essa matéria da Revista Veja SP sobre a história do Supermercado Hirota, uma empresa familiar que tem nos quatro pilares citados no título desta postagem as condições fundamentais para os rumos do seu negócio.

Vale a pena conhecer. Compartilho, extraído de Veja SP, ed 31/05/2017, por Paulo Yassuda

EXPANSÃO EM DOIS PALITOS

Com administração familiar, o negócio abriu doze unidades expressas em pouco mais de um ano.

“No Hirota, é olho no olhooo, trazendo qualidade a vocêêê!”, cantarola Francisco Hirota, presidente da rede de supermercados que leva seu sobrenome. “Hirota! Uma família a serviço das famíliaaas!” Entoar todas as manhãs esse hino, ou “grito de guerra”, faz parte da rotina dos 1 600 funcionários da cadeia fundada no Ipiranga em 1972, hoje com quinze unidades na Grande São Paulo — conhecidas por ter como “plus” uma caprichada seleção de produtos orientais, além da cesta básica. 

No ano passado, a empresa criou uma extensão de negócios, Hirota Express, inspirada nas redes de conveniência do Japão. Desde então, surgiram seis estabelecimentos desse tipo. Até o fim de julho, a quantidade deve chegar a doze, ou seja, dobrará. “Vamos alcançar a marca de oitenta casas em quatro anos”, anuncia Hélio Freddi Filho, gerente- geral do novo segmento.

Sempre em pontos com grande circulação de pessoas, a Hirota Express ganhou a primeira unidade na Avenida Paulista em março de 2016, no endereço onde funcionava uma videolocadora, a 2001. Nas gôndolas, encontra-se um pouco de tudo: chocolates, biscoitos, pó de café, iogurte…

Entre os diferenciais está a profusão de guloseimas e pratos prontos orientais, muitos deles de fabricação própria, com direito a micro-ondas para quem quiser aquecê-los, e de quinquilharias da japonesa Daiso, parceira do grupo. “A ideia é ajudar o cliente a fazer uma refeição rápida e saudável”, explica Francisco Hirota.

O negócio é concebido de forma a não engordar os custos de operação. Não mais que quinze funcionários trabalham na loja, e cada ponto demanda um investimento entre 800 000 e 1 milhão de reais. As próximas filiais estão prometidas para a Praça do Patriarca, a Vila Mariana e o Shopping Plaza Sul. A aposta nesse formato é uma

maneira de a rede se reinventar em um momento de mudanças no setor. “Com a crise, teve início um movimento de diminuição do número de hipermercados e houve crescimento da procura por lojas menores e de vizinhança”, diz Álvaro Furtado, do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga).

Por enquanto, a receita do Hirota está dando certo. Somando os dois braços de negócios, a projeção da companhia é que o faturamento chegue a 400 milhões de reais em 2017, ou 11% a mais que em 2016. A empresa começou mirrada, como uma mercearia de 150 metros quadrados na Rua Labatut.

O casal de japoneses Katsumi Hirota e Dália Shumiko deixou a vida apertada na roça no interior do Paraná e arrastou os seis filhos, nos anos 70, até o Ipiranga para tocar uma venda modesta. Pouco a pouco, o negócio foi vingando — e cresceu. De olho no sucesso do clã, o dono do imóvel locado pela família chegou a aumentar o valor do aluguel “em mais de cinco vezes”, lembra Francisco.

Impossibilitados de saldar a conta, os Hirota compraram um terreno não muito longe do ponto original, bem maior, e transferiram para lá a mercearia, que ganhou status de mercado. Para conseguirem pagar as contas durante a implantação, eles utilizaram materiais de segunda mão, e até equipamentos descartados do Pão de Açúcar foram reaproveitados.

Engenheiro formado pela Unicamp, Francisco, o filho número 3 de Katsumi, tomou as rédeas do negócio. “Eu gostava de fazer contas e fui organizando o processo. Como as coisas iam bem, não houve contestação dos meus irmãos”, diz. Mesmo com a expansão, o controle acionário permanece nas mãos dos seis filhos do patriarca, morto em 2010.

Uma espécie de rosa dos ventos, em que se lê “Fé, Família, Escola e Trabalho” e que traduz os valores de Katsumi, precisa estar na ponta da língua dos funcionários. Não à toa, a figura fica pendurada na sala de reuniões e em outros espaços da sede.

Para garantir que nada se desgrude da mente dos colaboradores, palestras são ministradas com frequência, muitas delas pelo padre Antônio de Lima Brito, amigo da família desde a chegada ao Ipiranga.

O religioso fala sobre temas que mesclam autoajuda e espiritualidade. Não, não há divisão entre Igreja e Estado no Hirota. Logo após o hino, aquele que Francisco fez questão de cantar, os gerentes e seus subordinados rezam um Pai Nosso. E a família garante que, além de devota, se mantém unida. Todo ano, seus 21 integrantes fazem questão de viajar juntos. Já decidiram o próximo destino: a Disney World, na Flórida.

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– Grupo Itau-Unibanco é o novo dono das Havaianas

A Alpargatas, empresa dona das Sandálias Havaianas e da marca Osklen, além de ser representante da Mizuno no Brasil, um dia foi da Camargo Corrêa.

Com tantos escândalos da construtora envolvidos na política (entre eles, a Operação Lava Jato), o grupo foi vendido para a J&F (sim, de Joesley e Wesley Batista).

Agora, com os escândalos do conglomerado envolvendo corrupção (repetiu o parágrafo, não é?), a JBS teve que se desfazer da Alpargatas por R$ 3,5 bilhões. Os novos proprietários são a Itaúsa e a Cambuhy (da família Setubal e Moreira Salles, donos do banco Itau-Unibanco).

Imaginaram o potencial de investimento da marca neste momento em que a expansão global das Havaianas é global?

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– Red Bull Jundiaí, hoje, utopia! Red Bull Portuguesa, idem!

Muitas pessoas viram o logo do time de futebol Red Bull mesclado com cores da Portuguesa. Outros, após verem a postagem do mascote “Toro Loko” comendo bolinhos de bacalhau, creram que ali nascia uma parceria.

Nada disso. O ocorrido é que um movimento de torcedores da Lusa começou uma campanha para que o Red Bull assuma a gestão do time, buscando salvá-la da triste situação financeira e de descalabro administrativo que está. Portanto, os interessados foram os torcedores, que tomaram a iniciativa esperançosos de que existisse uma possível fusão!

Aqui em Jundiaí, quando surgiram especulações muito tímidas, o efeito foi contrário! Muitos torcedores repudiaram uma associação com a empresa austríaca para com o Paulista Futebol Clube, em situação tão ruim (ou pior, pois está sem calendário para o semestre) do que a Portuguesa.

Republico uma postagem feita há 3 meses, e hoje me convenço: o Red Bull não teria interesse em parceria com endividados clubes (como Paulista e Portuguesa), mas nas suas sedes e nos torcedores que remanescessem.

Relembrando minha posição e algumas informações da época. Abaixo:

O FUTURO DO GALO: EXISTIRIA REPULSA SE O RED BULL SUGERISSE UNIÃO AO PAULISTA? SOBRE A CHEGADA DA CARABAO NO BRASIL.

Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.

Todos nós estamos chateados com a impensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.

Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…

Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade – é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.

Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?

Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:

  1. O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem (não é isso que sempre cobramos?)
  2. Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
  3. Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
  4. Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
  5. Eles tem inovação. Nós temos tradição.

Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com a Lousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.

Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).

Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.

Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada (a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!

E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M City dos sheiks sauditas. O Chelsea do russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?

Aliás, quando Dietrich Mateschitz (o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.

Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho? Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceriado Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.

E sabem o que mais?

A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.

Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).

INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.

Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!

Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…

EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO (sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?

***

Observações:

1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?

2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?

3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?

4- Curiosidade: veja uma propaganda pequena da Carabao, citada como parceira do Flamengo, em: https://www.youtube.com/watch?v=3i7Z_-epUWs

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– A China fugindo da China?

Sabemos que as empresas produzem na China devido à mão de obra barata. Até pouco tempo, essa m.d.o. era realmente baratíssima! Mas com a globalização, inclusão social, críticas dos Direitos Humanos, o salário mínimo por lá aumentou e está em R$ 766,00; e para os chineses, isso custa caro.

Veja só: leio na Revista Superinteressante deste mês que, devido a esse custo maior, cerca de “2.500 empresas chinesas já estão instaladas na África, em países como Nigéria, África do Sul, Zâmbia, Gana e Etiópia, onde os salários são bem pequenos. Na Etiópia, por exemplo, um operário ganha de US$ 30 a US$ 50 por mês. Eles produzem calçados, roupas, material de construção, eletrodomésticos e até automóveis. É possível que, ao comprar alguma coisa bem barata, vejamos cada vez menos a inscrição ‘Made in China’ e cada vez mais ‘Made in Africa’.”

Os chineses acabarão por dominar o mundo, superando os americanos?

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– Trabalhar em pé está virando moda nas grandes empresas?

Organizações como Google e Facebook estão incentivando seus funcionários a trabalharem em pé, a fim de queimar calorias.

E se a moda pegasse na sua empresa? O que você acharia?

Extraído de: http://is.gd/pr4Wyd

SAIA DA CADEIRA

A nova moda do Vale do Silício nos EUA é trabalhar em pé. Saiba as vantagens:

por Luciele Velluto

No começo de 2011, a fundadora e editora do site americano sobre o estilo de vida hacker LifeHacker, Gina Trapani, estava com alguns quilos acima do peso. Para queimar calorias, Gina, que ficava até 50 horas por semana sentada em frente do computador, tomou uma decisão aparentemente radical: resolveu trabalhar em pé. Elevou a altura de sua mesa e começou a escrever os seus textos longe da cadeira. “Os primeiros dias foram brutais, tão dolorosos que eu duvidei de toda a ideia”, disse ela, que contou sua experiência aos leitores do LifeHacker. “No quinto dia, eu me distraí no trabalho por duas horas até perceber que estava fazendo tudo em pé. Agora, essa é minha nova posição normal.”

Assim como Gina, funcionários do Google e do Facebook, no Vale do Silício, região da Califórnia, onde ficam as empresas de tecnologia, estão se sentindo mais confortáveis trabalhando em pé, em uma moda que tem tudo para chegar ao Brasil em breve. Suas motivações são muitas, mas a principal delas são pesquisas médicas que apontam os benefícios de ficar no escritório longe da cadeira. Um estudo da Sociedade Americana de Câncer, de 2010, por exemplo, descobriu que mulheres que ficam sentadas mais de seis horas por dia têm 37% mais chances de morrer prematuramente do que aquelas que passam três horas sentadas.

A American College Cardiology também concluiu que os sedentários da mesa de trabalho tradicional têm uma taxa de mortalidade mais alta que os que não ficam com o traseiro na cadeira. Permanecer por muito tempo parado sentado em frente do computador aumenta os risco de problemas cardíacos, diabetes e pressão alta, entre outros problemas que também são associados ao sedentarismo. “Dar opções de trabalho faz parte da cultura das empresas do Vale do Silício”, afirma Luis Samra, gerente-geral da Evernote para a América Latina, empresa americana que oferece aplicativos e bloco de notas online, que também adotou para 30 dos seus 180 funcionários a nova mesa de trabalho elevada.

Segundo Samra, o pedido foi feito pelos próprios profissionais. Outra novidade que está sendo adotada por empresas é a mesa com esteira ergométrica. Nessa estação de trabalho, o usuário pode trabalhar em seu notebook enquanto caminha. A Evernote foi uma das companhias que colocaram à disposição de seus funcionários esse equipamento. “Elas estão em uso constante o dia todo”, diz Samra. Mas mesmo com todas essas opções para queimar calorias, as cadeiras não foram totalmente abolidas no Vale do Silício. As mesas altas da Evernote são elétricas e podem ser reguladas conforme a altura desejada. No Google e Facebook, cadeiras também altas ficam disponíveis para quem quiser se sentar.

No Brasil, as filiais locais do Google e do Facebook não adotaram a ideia. “Isso deve demorar a chegar por aqui, pois ainda estamos discutindo o trabalho em casa”, afirma Zuca Palladino, gerente da divisão de marketing e vendas da empresa de recrutamento inglesa Michael Page. O professor de fisioterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Cássio Siqueira recomenda a quem quiser adotar a ideia usá-la com moderação. Ele explica que ficar muito tempo em pé também provoca dor nas costas, mantém a mesma musculatura contraída por muito tempo gerando fadiga e ainda dificulta a circulação sanguínea nas pernas e nos pés. “A melhor opção seria variar em pé e sentado”, diz Siqueira.

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– Natura comprará por € 1 bi a The Body Shop da L’Oréal

A Natura dá um importante passo em busca de se tornar a maior empresa de cosméticos do mundo (já é a maior do Brasil). Na 2a feira, deveria concretizar a compra da gigante britânica The Body Shop, que tem lojas espalhadas no mundo inteiro! Hoje, a empresa pertence à francesa L’Oréal.

Sabe o que é mais curioso? A Natura se tornou essa potência através do porta-a-porta e catálogos, ao contrário da sua aquisição, que tem espaços físicos em pontos estratégicos.

Abaixo, extraído de Valor Econômico, 20/06/2017

NATURA PREVÊ ASSINAR A COMPRA DA BODY SHOP EM 26 DE JUNHO

Empresa brasileira ofereceu € 1 bilhão à L’Oréal pela aquisição da rede britânica.

O conselho de trabalhadores da L’Oréal concluiu de maneira favorável o processo de consulta sobre a aquisição da varejista britânica The Body Shop pela Natura.

Assim, a fabricante de cosméticos brasileira e a multinacional francesa pretendem assinar um acordo de compra e venda das ações de emissão da The Body Shop em 26 de junho de 2017, em Londres.

A informação consta em fato relevante arquivado nesta terça-feira (20) pela Natura na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O fechamento da operação de compra da Body Shop aguarda as aprovações regulatórias de órgãos de controle da concorrência no Brasil e nos Estados Unidos.

A proposta apresentada pela Natura de € 1 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhões) foi anunciada na semana passada. Com o negócio, a maior empresa brasileira de cosméticos mira a internacionalização de seus negócios.

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– O corte de Recursos no Carnaval Carioca versus a Contenção de Despesas de Jundiaí (em especial, o Amador de Futebol).

Leio que no Rio de Janeiro o prefeito Marcelo Crivella liberará metade da verba do Carnaval 2018 para as agremiações e a Liga fazerem os desfiles na Sapucaí. Revoltados, os sambistas ameaçam não desfilar. A justificativa: a verba economizada irá para CRECHES.

Será usada para creche mesmo? Se sim, excelente (embora, temos que reconhecer que o Carnaval Carioca é um empreendimento lucrativo, não somente uma festa). Que por lá, os megapatrocinadores do evento, da Liga, “dos temas” das Escolas de Samba banquem a diferença.

Não dá para deixar de fazer um paralelo com Jundiaí, que abriu mão dos gastos com os desfiles em 2017 (como muitas outras cidades fizeram) para colocar dinheiro no Hospital São Vicente. Se a verba foi para lá mesmo, igualmente excelente!

Também assisto uma entrevista sobre as cidades do Nordeste que estão cancelando o “São João” para investir em obras de recuperação e assistencialismo às vítimas das enchentes. Correto.

Administrações conscientes das prioridades são necessárias. A única preocupação é usar o discurso de contenção e responsabilidade para falsa demagogia. Chega de pão e circo!

Uma outra polêmica ronda também a Terra da Uva. Em Jundiaí, as 4 primeiras rodadas do Campeonato Amador serão bancadas pelos clubes, pois a Liga não recebeu a verba da Prefeitura Municipal pelo fato das contas prestadas estarem sob fiscalização judicial. Se as contas não são transparentes, que não se dê dinheiro público; afinal, não há outras prioridades do que o futebol amador?

Não concordo em não se levar uma equipe jundiaiense para os Jogos Regionais (como se fez, alegando falta de dinheiro). Mas se há outras contas que devem vir em primeiro lugar, sou obrigado a concordar. Agora, se o dinheiro for para o futebol amador (que tem clubes com fortes investidores), é algo incoerente!

Enfim: economizar em outros setores e gastar em contrapartidas políticas e/ou devolução de campanhas (digo isso em todas as esferas políticas do país, que vive essa brava crise) chega a ser algo sem pudor!

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– Pessoas mais Bonitas são menos Colaboradoras?

Vira-e-mexe, vemos estudos que beiram o preconceito. Talvez este seja um deles.

As universidades de Barcelona, Madri e Edinburgo resolveram pesquisar a relação “Beleza x Comportamento”, e chegaram a conclusão que pessoas atraentes cooperam com o próximo em 45,7%; já os menos atraentes cooperam em 67,3%.

Conceito de beleza: simetria facial!

Cá entre nós: que grande bobagem, não? Como os reitores deixam o dinheiro dessas instituições escoarem pelo ralo… além do conceito de “belo” ser subjetivo, o que deve valer é a beleza interior!

(informações extraídas da Revista Superinteressante, ed 89, pg 18,por Fernando Badô)

E aí, você tem a mesma impressão ou não? Deixe seu comentário:

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– Presidiários que virarão Trabalhadores

Notícia exemplar: Presos da cadeia de Taubaté, em acordo com o Governo do Estado, Prefeitura Municipal e Entidades da Sociedade, trabalharão como serventes de pedreiro na construção de moradias populares às comunidades carentes.

Ótima iniciativa. Me recordo que há uns 12 anos, lecionava na UNINOVE (campus Memorial) e em um projeto com os alunos de Administração de Empresas para a Rede Globo (um concurso de idéias para uma sociedade melhor, dentro do Jornal SP TV) propôs a criação de uma “indústria da construção civil estadual”, formada por gente do sistema penitenciário: olarias e fábricas de blocos com presos trabalhando; outros como pedreiros e serventes. Assim, o preço baratearia e ajudava a resolver o problema habitacional (além do social, claro).

Hoje, os caras ficam ociosos nas celas, tacando fogo nos colchões e dando prejuízo ao Estado…

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– Feliz Dia Comercial dos Namorados

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr, atual prefeito de São Paulo), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– Angra 3: 17 bilhões para terminar ou 12 bi para derrubar a Usina Nuclear?

Mas que país é este?

Viram a fortuna que se precisa gastar para terminar a terceira Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Angra 3, em obras há “apenas” 33 anos?

Saiba mais, extraído de: OESP, ed 04/06/17, pg A8.

PARA CONCLUIR ANGRA 3, GOVERNO TERÁ DE DESEMBOLSAR MAIS R$ 17 BI

Por André Borges

Em obras de 1984, usina nuclear já consumiu R$ 7 bilhões, mas ainda está longe de ver as obras terminadas

Trinta e três anos depois de ter as obras iniciadas, a usina nuclear de Angra 3, na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ), se tornou um problema bilionário para o governo. Entre idas e vindas, a construção já consumiu R$ 7 bilhões, e é necessário tomar uma decisão: concluir o projeto, que está parado, ou abandoná-lo de vez. Seja qual for a escolha, porém, a certeza que existe é que será necessário desembolsar bem mais do que já foi gasto até agora.

Os números que estão em análise na Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, conforme apurou o Estado, apontam que seria necessário injetar mais R$ 17 bilhões para concluir Angra 3, usina que está com 58% de seu projeto executado. Desistir dela, porém, pouco aliviaria as contas. Os cálculos sinalizam que seria preciso desembolsar R$ 12 bilhões para “descontinuar” Angra 3, entre a quitação de seus empréstimos bilionários, desmonte de estrutura, destinação de máquinas e uma infinidade de dívidas. Neste momento, portanto, a decisão do governo é buscar formas de reduzir esse custo e concluir a usina.

Projeto do período militar, Angra 3 começou a ser erguida em 1984. Suas obras prosseguiram até 1986, quando foram paralisadas por conta de dificuldades políticas e econômicas, além da ocorrência do maior desastre nuclear do mundo, a explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia. O projeto brasileiro ficou na gaveta por 25 anos, até ser retomado em 2009 como um dos destaques do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Naquele ano, o custo estimado para o término do projeto era de R$ 8,3 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometia colocar a usina para funcionar em maio de 2014.

Agora, com os R$ 17 bilhões estimados para sua conclusão, se chegaria a um gasto total de R$ 24 bilhões para colocar em operação uma usina com capacidade de 1.405 megawatts (MW). Para se ter uma ideia do que isso significa, a hidrelétrica de Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, que tem potência de 1.820 MW e entrou em operação no fim de 2015, custou R$ 3,9 bilhões. Com o custo total de Angra 3, portanto, seria possível construir seis hidrelétricas de Teles Pires, com uma geração total de 10.920 MW.

O MME e a Eletronuclear, responsável pela usina, não quiseram se manifestar sobre o assunto. Na quinta-feira, o drama de Angra 3 – que nos últimos anos andou frequentando muito mais as páginas policiais, pelas denúncias de esquemas de corrupção nas obras – deve ser debatido em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília.

Parceria. Hoje, a geração nuclear é um monopólio federal, com a Eletronuclear à frente das duas únicas usinas em operação no País, Angra 1 e Angra 2, que têm capacidade total de 1.990 MW. O plano é abrir as portas do setor para empresas de fora. A Eletronuclear tem mantido conversas com várias empresas, como CNNC e SNPTC (chinesas), EDF (francesa), Kepco (coreana) e Rosatom (russa). É consenso de que não há meios de avançar nas obras sem a participação de um parceiro privado.

A situação financeira da Eletronuclear fala por si. Mesmo com as operações de Angra 1 e 2 em pleno funcionamento, a estatal fechou o ano com prejuízo líquido de R$ 4,075 bilhões. Somado aos anos anteriores, o prejuízo acumulado chegou a R$ 10,952 bilhões. No horizonte, o que se vê são mais contas para pagar. A Eletronuclear precisa quitar nos próximos anos outros R$ 7,718 bilhões em empréstimos tomados com a Caixa e o BNDES.

Para dar manutenção constante nas máquinas de geração nuclear de Angra 3, a Eletronuclear já gastou mais de R$ 1 bilhão. Estudos realizados pela consultoria Deloitte apontam que ainda serão necessários pelo menos 55 meses de trabalho para concluir a usina, a partir do momento em que suas obras forem retomadas. No papel, a Eletronuclear trabalha com a hipótese de retomar as obras em junho de 2018, para concluí-la em dezembro de 2022.

A conclusão da usina pode ser importante para a Eletronuclear, mas não tem papel crucial no abastecimento energético do País. Na realidade, o que se tem hoje é um cenário com certa sobra de energia, por conta da queda na atividade econômica. A geração nuclear atual responde por apenas 1,3% da geração nacional.

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– O cancelamento do Leilão do Paulista FC

Após temer que seu estádio fosse arrematado judicialmente, o corpo jurídico do Paulista FC conseguiu o CANCELAMENTO do leilão para pagamento de dívidas (já houve uma tentativa de leiloar, sem compradores que se habilitaram).

As contas devedoras irão para a mesma Vara Judicial onde existe o Consórcio de Credores. A informação veio através do presidente do Conselho Deliberativo do Paulista Futebol Clube, o Desembargador Dr Cláudio Levada, que postou em seu Facebook:

“LEILÃO DO PAULISTA CANCELADO: No mesmo dia em que o Estádio Jayme de Ulhôa Cintra completa 60 anos de idade, construído no sistema de mutirão por cidadãos de Jundiaí, recebemos a notícia excelente de que foi cancelado o leilão do imóvel respectivo, passando todas as execuções a integrar o condomínio de credores na 2a. Vara da Justiça do Trabalho de Jundiaí. Isto permite que se administre melhor as dívidas diversas, bem como permite que o Paulista possa procurar, mais aliviado, as soluções para o seu futuro. Parabéns ao Corpo Jurídico do Paulista, às advogadas Edilene, Lívia e Célia, por seu denodo e combatividade, muito bem secundadas pelos advogados Célio e Berol e, pelo tempo de ajuda sem qualquer retribuição, ao advogado Fábio Leme. Se antes criticavam, e sem saber todo o esforço de vocês, agora gostaria de ouvir aplausos desses mesmos críticos – embora alguns não o façam por terem o interesse no “quanto pior, melhor”. Volto a dizer: não vamos morrer!

Com tal medida, o Paulista continua devedor, mas legalmente dentro da renegociação já realizada pelo Consórcio – e o importante: com fôlego para pagar as contas num prazo mais adequado.

Além das pessoas citadas pelo Dr Levada que merecem os aplausos, corroboro o que postou nessa mesma mensagem o comandante do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora, Adilson Freddo, complementando os cumprimentos:

“Parabéns, também, ao Milton Demarchi, Pepe, e doutor Mauro Brescancini”.

Tal notícia é tão especial que coincidiu justamente quando se rcomemora o aniversário de 60 anos do Estádio Dr Jayme Cintra (17/05/1957 – Paulista FC 3×1 SE Palmeiras).

Agora, é reconstruir o clube e principalmente, sua dignidade.

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– Ministério Público pedirá Extinção do Clube?

Leio com pesar na edição de 6a feira do jornal Lance (Página 3, Coluna De Prima):

“O Ministério Público do Trabalho (MPT) pediu a EXTINÇÃO do Marília, que está na série A3 do Paulista. O motivo é o descumprimento de acordos com a Justiça por dívidas com atletas e funcionários nos últimos dez anos“.

Que nada disso aconteça ou ameace o nosso querido Paulista FC, de situação financeira problemática há tempos.

E aí: você acredita na extinção do time tradicional do MAC, que não consegue pagar suas dívidas? Se acontecer (eu creio que não) seria algo inédito!

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– Como Combater a Arrogância nas Empresas e na Vida

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que já sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

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– Luciano Hang deveria ser mais direto ou não? Sobre a inauguração da Havan Jundiaí

No último sábado, a Havan inaugurou sua 98o loja, desta vez em Jundiaí. Após um período com obras paradas, houve um esforço para que tudo ocorresse o quanto mais rápido.

Em um discurso de abertura da nova unidade, o empreendedor Luciano Hang (o dono da Havan) disse contra os antigos administradores do município.

O antigo prefeito de Jundiaí é muito ruim, já era para estarmos aqui há muito tempo. Por isso durou só 4 anos. Eu venho movimentar a economia local e gerar 200 empregos diretos fora os indiretos”.

Diz-se à boca pequena que o problema era a não realização de contrapartidas para eventual impacto do trânsito. Se for verdade, responda:

A gestão anterior estava correta nas exigências (não cumpridas) ou a gestão atual é quem está certa na promoção do rápido emprego (com o afrouxamento de contrapartidas)?

Deixe seu comentário:

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– Generoso Vencedor e Generoso Perdedor nas Organizações

Normalmente, em nossas aulas às turmas de Administração de Empresas, falamos muito sobre as qualidades de um líder. E um dos tópicos tratados se tornou matéria de capa da Revista Época desta semana (Ed 817, pg 70-74, por Marcos Coronato), que é a Generosidade dos Chefes.

Mas aqui se fala sobre dois tipos de Generosos: o Vencedor e o Perdedor Organizacional.

Compartilho:

GENEROSO TRIUNFANTE

– tem metas, é ambicioso, sabe o que quer e define um rumo;

– organiza-se, compartilha como forma de trabalhar, não como interrupção ou distração;

– Usa bem o tempo, preservando ele para dedicar a seus interesses profissionais e pessoais;

– Escolhe o que com quem compartilha, em especial sobre os recursos que tenham impacto para o beneficiado; e o faz até para desconhecidos.

GENEROSO ESGOTADO

– é disperso, desvia-se de seus objetivos para ajudar os outros;

– produz pouco ao atender a muitos pedidos, tornando-se improdutivo;

– não controla o tempo e trabalha demais, permitindo que todos invadam seu tempo pessoal;

– Compartilha tudo com todos, atraindo pessoas que tentar extrair vantagem do relacionamento.

E você? Como líder generoso, em qual dos dois modelos você se encaixa?

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– Defende-se a liberação das drogas e gasta-se para recuperar os usuários?

E o Governo Estadual lançou o “Parceiros do Recomeço”, um programa de incentivo para as empresas que contratam dependentes químicos em recuperação.

Ótima iniciativa. O problema é que: de um lado, há a apologia para a liberação das drogas no Brasil. Do outro, gastos para recuperar quem usa drogas!

Contraditório, não?

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– Ambientes de Trabalho Descontraídos

Vejam só: escritório com mesa de sinuca, guitarra e cerveja!

Regalias?

Não, liberdade para pensar e agir! Um modismo positivo.

Veja, extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/o-preco-da-descontracao

O PREÇO DA DESCONTRAÇÃO

Oferecer benefícios descolados virou moda nas empresas brasileiras, mas isso atrai um tipo específico de profissional. Resta saber se esse é o seu perfil

Mesa de sinuca, guitarra, baixo, bateria, teclado e uma geladeira recheada de cerveja. Poderia ser um bar, mas é um escritório. Poderia estar no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas fica em Salvador, na Bahia.

Na sede do JusBrasil, site de informação na área de direito do trabalho, ninguém anda de terno. Além do kit roqueiro, a empresa oferece jogos eletrônicos e happy hour às sextas-feiras.

“Desde o começo, queríamos que fosse uma empresa com pouca hierarquia, onde os estagiários tivessem acesso aos chefes sem problemas”, diz Rodrigo Barreto, de 30 anos, sócio e diretor financeiro e operacional. “A autonomia é tudo para nós”, afirma Rafael Costa, de 30 anos, CEO da companhia.

A oferta de ambientes descontraídos tornou-se tendência nas empresas de tecnologia no Brasil e costuma despertar o interesse de jovens profissionais. Só em 2012, o arquiteto Edo Rocha, dono de um dos principais escritórios de arquitetura corporativa do Brasil, desenvolveu 26 projetos de escritórios descolados.

Empresas que colocam esse tipo de benefício à disposição do funcionário visam passar a mensagem de que se preocupam com o bem-estar de todos. Mas, conforme esses ambientes se popularizam, cresce a percepção de que nem todo profissional sente-se confortável neles.

A coach Taynã Malaspina, mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, investigou em sua dissertação de mestrado quatro grupos distintos de profissionais, sendo um deles de jovens que trabalham em agências de comunicação e empresas de tecnologia. Para esses trabalhadores, o principal valor é a liberdade para pensar e agir.

“Companhias de tecnologia vendem uma possibilidade de autonomia, como personalizar seu horário e tocar seu projeto com independência”, diz Taynã. Mas, se à primeira vista a decoração cria uma atmosfera de liberdade, num segundo momento a sensação provocada é de frustração.

Segundo Taynã, os profissionais se ressentem de não aproveitar os benefícios divertidos. Como resultado, muitos acabam se desapontando e deixando o emprego após um tempo. “A proposta se torna incoerente, e eles preferem sair”, afirma Taynã. “Eles querem trabalhar num lugar onde haja identificação de valores.”

Para uma ex-gerente do Buscapé, site de comparação de preços, produtos e serviços, se não for feito um trabalho com os gestores para que eles estimulem o clima de liberdade, não adianta oferecer opções de descontração.

A sede do Buscapé, em São Paulo, tem pebolim, pingue-pongue, cesta de basquete, redes para descanso e até um boneco de boxe para socar nas horas de estresse. A executiva diz que não regulava sua equipe, mas se lembra de ouvir outros gerentes criticando quando um funcionário deles descansava na rede. “Muitos achavam improdutivo usar a área de descompressão”, afirma a gestora.

Uma das consequências mais comuns dessa política de manter muitos atrativos na empresa é que as pessoas ultrapassam o horário regular do expediente. De acordo com Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, de São Paulo, se por um lado os benefícios trazem felicidade ao escritório, por outro são uma maneira velada de a empresa manter os funcionários por perto.

“O intuito é que isso se traduza em produtividade, o que nem sempre acontece”, diz Christian. “Queremos tirar qualquer impressão do trabalho como um lugar ruim ou hostil. Os profissionais se sentem bem e nem querem sair daqui”, diz Rafael Costa, do JusBrasil.

Ambiente informal, jogos e alimentação saudável amenizam o peso das tarefas e a pressão por resultados e fazem o profissional passar mais tempo no escritório, restringindo as relações pessoais aos colegas da empresa. Quem opta por essa rotina acaba se esquecendo de que a vida não é só trabalho.

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– Gasolina Formulada versus Gasolina Refinada

A Revista Combustível & Conveniência, Ed maio/2012, pg 40, traz uma importante matéria, intitulada “Gasolina Formulada: mais barata, mas com menor rendimento”.

Você sabe se o posto em que está abastecendo vende gasolina formulada ou refinada?

Pois é: a gasolina formulada vem ganhando mercado, custando R$ 0,20 a menos (não repassado ao consumidor, infelizmente). O produto é autorizado pela Agência nacional de Petróleo (ANP).

O principal problema é que essa gasolina é mais volátil, rende menos e pode levar o consumidor a grandes enganos.

A química Sonja Bárbara Barczewski, gerente técnica do laboratório CEFET/MG, alerta que essa gasolina, embora legalizada, é:

composta de resíduos de destilação petroquímica adicionada de solventes, com qualidade inferior ao combustível refinado pela Petrobrás.

Portanto, a grande dúvida é: por que não obrigar ao Posto de Combustível a informar ao cliente se sua Gasolina é FORMULADA ou REFINADA?

Vale a pena ficar atento!

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– E quando o seu Cartão de Crédito ganha vida e se bloqueia sozinho?

Quer coisa mais chata do que fazer compras e na hora do pagamento, por motivo de segurança, o cartão de crédito ser bloqueado pela operadora?

Claro, há o lado bom: se alguém roubar seu cartão e fazer compras estranhas à normalidade do cliente, tudo bem. Mas e se considerarmos que o estabelecimento comercial é habitual ao perfil do dono do cartão?

Já aconteceu comigo diversas vezes. Em pouquíssimas oportunidades alguém da operadora me ligou. Na maioria, eu que tive que ligar. O pior: em lugares em que tenho costume de usá-lo, e as vezes com muitas pessoas tendo que ter paciência para aguentar minha demora.

Quer coisa mais constrangedora do que ligar para o cartão de crédito com uma fila de clientes apressados atrás de você, estando ali, empatando o caixa?

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– E o Jayme Cintra irá realmente a leilão!

A partir das 11h desta quinta-feira (27/04), o Paulista FC verá o Estádio Jayme Cintra ser leiloado para pagar dívidas trabalhistas.

Às vésperas de completar 108 anos de vida, na 4a divisão estadual e sem calendário para jogar até abril de 2018, o clube deve algumas dezenas de milhões em impostos, contas diversas e saldos a pagar a funcionários. O leilão irá como garantia a uma cobrança de aproximadamente R$ 1,4 milhões devidos a 19 pessoas. Mas sabidamente deve muito mais, sendo que essa conta está no “consórcio de credores” feito na Justiça.

O problema hoje é: por quê não se tem acesso a toda a relação nominal de credores e seus valores? Por quê o torcedor não sabe para quem e quanto se deve a Fulano ou Beltrano?

Triste. Em uma área valorizada, o valor do terreno e do prédio está avaliado em R$ 35 milhões (achei subestimado esse valor), mas você pode arrematar (em qualquer caso de leilão judicial) por metade do preço em lance inicial

Quer saber? Com dor no coração escrevo: se for para ter o nome limpo na praça, paciência! Se pague as dívidas e responsabilize os culpados dessa vergonha.

Infelizmente, o clube precisará ser refundado com gente nova. Pode ser inevitável.

Em tempo: o Estádio foi tombado pelo patrimônio público de Jundiaí nos últimos dias. Isso não impede do leilão acontecer e de um comprador entrar na Justiça contra esse tombamento…

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– A cáca que fez a United Airlines perder 1 bilhão em 24h

Tratar bem o cliente é fundamental no cotidiano de qualquer empresa, e impedir qualquer repercussão negativa é importante nesses dias de intensa atividade dos consumidores nas redes sociais. Digo isso pois: viram o passageiro que foi retirado à força de um avião da United Airlines?

Ocorreu excesso de passageiros (overbooking) e o rapaz foi convidado a sair da aeronave. Se recusando, retiraram-o até sair sangue, literalmente! No dia seguinte, as ações da United desvalorizaram em 1 BILHÃO DE DÓLARES!

Abaixo, extraído de:

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/united-chega-a-perder-quase-us-1-bi-em-valor-de-mercado-apos-video-de-passageiro-arrastado.ghtml

UNITED CHEGA A PERDER QUASE US$ 1 BI EM VALOR DE MERCADO APÓS VÍDEO DE PASSAGEIRO ARRASTADO

As ações da United Continental Holdings, controladora da United Airlines, operam em queda nesta terça-feira (11) depois do episódio em que um passageiro da companhia aérea foi arrastado para fora de um voo nos Estados Unidos.

Pela manhã, as ações chegaram a cair 3%, levando a companhia a perder quase US$ 1 bilhão em valor de mercado desde o início da polêmica. À tarde, o ritmo da queda diminuiu e o papel fechou em queda de 1,13%.

Na véspera, quando o caso começou a ser divulgado, a empresa fechou o pregão avaliada em US$ 22,5 bilhões.

O vídeo mostrando o passageiro de um voo de Chicago para Louisville sendo removido à força do avião antes da decolagem disparou críticas ao redor do mundo contra a empresa. O clipe mostra três homens usando equipamentos e coletes de segurança falando com o passageiro sentado no avião. Depois de alguns segundos, um dos homens agarra o passageiro, que grita e é arrastado pelos braços para a frente do avião.

O passageiro que foi retirado à força de um avião por problema de overbooking foi identificado nesta terça-feira (11) pela imprensa americana como David Dao, de 69 anos. De acordo com o “Courier Journal”, o médico teve licença suspensa por fraude em receitas de substâncias controladas.

Segundo Tyler Bridges, um passageiro que estava no mesmo voo, o homem disse repetidamente que estava sendo discriminado porque era chinês.

Muitos usuários do Weibo, incluindo o comediante Joe Wong e o fundador da companhia de comércio eletrônico JD.com, Liu Qiangdong, defenderam boicote à United Airlines.

“Isso me lembra das experiências de pesadelo que tive as três vezes que viajei com a United Airlines”, disse Liu a seus mais de 3 milhões de seguidores. “O serviço da United é definitivamente o pior do mundo!”

Nos Estados Unidos, a revolta em mídias sociais continuava, com o incidente se mantendo pelo segundo dia seguinte entre os principais assuntos discutidos no Twitter.

O CEO da empresa, Oscar Munoz, disse que o passageiro retirado do voo apresentou comportamento “perturbador e beligerante” após ser solicitado a ceder seu lugar.

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– Há 44 anos nascia o telefone celular!

E o telefone celular faz 44 anos. Mas chegou ao Brasil só em 1996…

Lembram daqueles primeiros “tijolos” da Telesp Celular? Muitos o usavam como objeto de ostentação. Tarifas caríssimas!

Me recordo do meu primeiro celular: um Startac da Motorola! E era uma revolução para a época. Hoje, nós não conseguimos viver sem o celular, que se transformou não só simplesmente em aparelho telefônico, mas pager, computador de mão, calculadora, relógio…

Olha o primeiro aparelho, o DynaTAC da Motorola, com seu inventor, Mr Cooper:

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– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

– As Profissões COM e SEM Futuro!

A Revista Época desta semana trouxe em sua matéria de capa sobre as profissões que estarão em alta e em baixa no futuro (por Marcelo Moura). Com base no termo Destruição Criadora“, utilizou-se tendências atuais para prever a evolução de algumas atividades. As variáveis foram a valorização do emprego, a procura por ele e, principalmente, revolução tecnológica.

Uma das caraterísticas vantajosas do homem frente às máquinas (que exercerão boa parte das tarefas) será a INTELIGÊNCIA SOCIAL, que se refere a capacidade de negociar, persuadir, coordenar e manter contato emocional com as pessoas. Outra seria a CRIATIVIDADE, pois as máquinas ainda não sabem improvisar.

Na reportagem, foram elencadas com chance de 0,004% de não-extinção:

– Terapeuta recreacional

– Supervisor de manutenção e reparador de máquinas;

– Gestor de emergências;

– Fonoaudiólogo e

– Nutricionista.

As profissões de médio risco foram:

– Advogado;

– Cuidador de crianças;

– Chef de cozinha;

– Químico;

– Bombeiro;

– Repórter / Jornalista.

As atividades que correm mais riscos de deixar de existir (acima de 93%):

– Vendedor ambulante;

– Marceneiro;

– Açougueiro;

– Projetista de cinema;

– Juiz de Futebol e árbitros de ótimos esportes;

– Bibliotecário;

– Operador de telemarketing.

Claro que a matéria fala de muitas nuances e está em 8 páginas (edição 861, pg 58-65). As outras profissões estão dispersas no texto, mas fico pensando: será que tais projeções realmente se concretizarão?

Em especial, imagino: como substituir o árbitro de futebol? As máquinas farão seu trabalho? Se justamente a capacidade de interpretação (tão subjetiva) não é possível para um autômato…

Enfim: o que você acha de tal profecia laboral? Deixe seu comentário:

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– O conselho do Guru de Steve Jobs aos empreendedores!

Nolan Bushnell já foi citado pelo falecido Steve Jobs (o gênio criativo fundador da Apple) como seu guru e mentor. Nolan é o fundador da Atari (lembram-se do sucesso do video-game da década de 80?), e conta algumas particularidades sobre seu pupilo e dá dicas para administradores e empreendedores:

Extraído de Revista Veja, Páginas Amarelas, pg 17-20, ed 16/01.

“Muitos executivos temem arriscar. Perigoso é não arriscar. A falta de inovação leva ao declínio da empresa (…). Países pobres como o Brasil têm de se livrar do complexo de inferioridade para começar a inovar. Tenho certeza de que há jovens brasileiros com potencial para ser novos bilionários da web. Eles precisam só de incentivo (…) Steve Jobs não gostava de tomar banho, cheirava mal, mas ele tinha o mais importante: faísca nos olhos só exibida por gênios da criatividade“.

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– Ação Moral e Ação Questionável de Prefeitos

Antes de mais nada, sou apartidário mas não apolítico: uma bola dentro e outra bola fora (ambos de prefeitos do PSDB):

  • Em São Paulo, João Dória Jr está trabalhando muito! Desafogando a máquina estatal e dando bons exemplos, recentemente, promoveu a parceria entre McDonald’s e sorvetes Kibon para capacitar e empregar moradores de rua.
  • Em Jundiaí, Luiz Fernando Machado também está trabalhando bastante, visitando bairros e modificando muita coisa. Entretanto, achei deselegante a contratação dos ex-vereadores não reeleitos para cargos de confiança, ganhando mais do que os próprios vereadores! Aliás, estão lá pela real competência? De tantos, profissionais, esses escolhidos têm meritocracia?

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– Fracassando de Maneira Correta

Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.

Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.

A Revista Época Negócios, edição de Maio/2016, Caderno Inteligência, pg 137, traz um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO

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– Público Sumido dos Estádios de Futebol

Parece que ” ir ao estádio” é coisa do passado. Hoje, a violência assusta as famílias e o desconforto se faz presente.

Vide os atuais públicos pagantes nos estádios brasileiros! Se o time está bem no campeonato, ainda vá lá. Mas se está irregular, ninguém vai. Faltam atrações e apelo.

E os clubes do interior?

Cidades médias / emergentes /ricas têm outros concorrentes: cinema, teatro, shows, eventos diversos, casas de veraneio, etc..

Já as cidades pequenas com novos times na A1 acabam tendo mais público pela falta de outras opções de lazer, além, claro, da novidade que é o time do seu município na elite.

Fica a pergunta: o que fazer para levar o torcedor ao estádio?

Muiiiiita coisa. Da qualidade do espetáculo ao diferencial no tratamento do torcedor-consumidor. E isso parece distante, infelizmente…

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