– A 1a geração onde os filhos têm QI menor que os dos pais. E a culpa é de quem?

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– O Uso Desmedido da Tecnologia nos Ambientes Corporativos.

Compartilho um interessante material sobre o uso desmedido de aparelhos eletrônicos no ambiente de trabalho, ocasionando desconfortos e gafes que poderiam ser evitados através do uso mais coerente e racional.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/nao-diga-aloquando-o-uso-dos-aparelhos-eletronicos-e-desmedido-144923-1.htm

NÃO DIGA ALÔ

Carlos Alberto Julio, presidente da construtora Tecnisa, empresa com faturamento de R$ 514 milhões, já havia subido no palco do auditório da Associação Comercial Industrial de Joinville, Santa Catarina, para dar uma palestra a 300 pessoas, quando foi interrompido por uma forte batida de rock-n’-roll que vinha da plateia. Ele parou de falar e percebeu que a música era do celular de uma moça, que tentava desesperadamente desligar o aparelho. “Ela não sabia o que fazer, simplesmente não conseguia desligar o telefone. Resolvi ajudá-la e comecei a dançar em cima do palco ao ritmo do toque do celular”, brinca. Situações como esta se tornaram cada vez mais comuns graças ao aumento do uso de tecnologias Ranking móveis como notebooks, netbooks e smartphones.

De acordo com a Anatel, o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia a dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. O que dizer, então, de gafes cometidas no mundo corporativo?

O presidente da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Julio, é frequentemente interrompido pelos toques de celulares, mas consegue levar com bom humor

David Szpiro, diretor comercial da tradicional fabricante de relógios suíços Breitling, presenciou uma cena constrangedora. “Eu estava na matriz da empresa na Suíça, em uma reunião com o presidente da marca, Theodore Schneider, e a equipe de publicidade, quando um celular começou a gritar ‘Mamãe, me atende'”, diz ele. “Na mesma hora, o presidente bateu na mesa e mandou que todos saíssem da sala e só voltassem quando tivessem deixado seus telefones do lado de fora”, conta Szpiro.

A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que algumas atitudes são inaceitáveis. “Uma das piores coisas que podem acontecer em um encontro profissional é o celular começar a tocar a música do picapau ou qualquer coisa semelhante”, brinca. Apesar de achar esse tipo de comportamento extremamente grosseiro, Szpiro também depende dos smartphones e diz que a única solução é mantê-los longe em determinadas ocasiões. “Quando o aparelho está perto, você se sente compelido a atender, é quase uma obrigação, você se torna escravo dele”, completa.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de empregos Yahoo HotJobs fez a seguinte pergunta: “Você checa seus e-mails frequentemente durante reuniões de trabalho?”. Trinta e quatro por cento dos entrevistados responderam que sim e outros 18% admitiram já ter sido repreendidos pelo mau comportamento em relação ao uso dos itens tecnológicos. “Quando isso ocorre, os interlocutores sentem-se excluídos e dignos de pouca atenção” afirma Lígia Marques, consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal. Em outras palavras: sentem-se desrespeitados.

Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management, empresa de consultoria e treinamento profissional, passou por isso quando atendeu um executivo que precisava melhorar a comunicação com sua equipe. “Durante a sessão de uma hora, ele atendeu o celular três vezes. Em um momento, eu peguei o meu BlackBerry e fingi que estava mandando um e-mail. Aí ele ficou muito incomodado, pois foi deixado de lado.”

O uso de aparelhos tecnológicos é indicado para facilitar a vida das pessoas e não complicá-la. Mas acontece o oposto com quem não tem limites. “O uso desordenado dessas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande”, diz Claudia Matarazzo. O sucesso do Twitter, diz Claudia referindo-se à rede social que funciona pela internet e pelo celular, é prova desse fenômeno.

“As pessoas que estão no Twitter dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”. Aliás, é a família que, em muitas ocasiões, mais sofre com esse comportamento. “Um dia desses levei uma bronca do meu filho, que perguntou se eu não podia desligar o celular”, lembra Raquel Nascimento, gerente de marketing da montadora francesa Citroën. “Não resisti ao pedido e acabei desligando o aparelho.”

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro -  Federação de Amor-Exigente - FEAE

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– A Prática do Slow Work nas Empresas

Um movimento ganha corpo no mundo organizacional: o de reduzir o ritmo frenético de trabalho que tanto estressa os profissionais.

Você conseguiria participar da turma do Slow Work?

Extraído de: http://is.gd/t1YoBz

DESACELERE O TRABALHO

Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.

Natália Martino

Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.

“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Tomei a Coca-Cola Byte! E…

Que horror!

Tomei a Coca-Cola Byte, e achei um sabor muito ruim!

A Byte é uma bebida lançada no Metaverso via Fortnite, e do mundo virtual virou um produto real!

Falamos sobre isso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/04/16/byte-a-bebida-da-coca-cola-no-metaverso/

– O que os gestores devem saber:

Gestores que querem obter bons números precisam ter ciência de que:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que é liderar?

Essa é uma definição “bem manjada”, mas muito verdadeira: liderar é diferente de chefiar, e é isso aqui:

– Reclamar ou Encarar?

Jeff Bezos, o fundador da Amazon, disse dias atrás que:

“Reclamar não é uma boa estratégia. Temos que lidar com o mundo como ele é, e não como gostaríamos que ele fosse”.

E não está coberto de razão? Queremos que a mudança aconteça, reclamamos por ela e ficamos esperando, ou encaramos o mundo de maneira realista e nós protagonizamos as ações para sermos os artífices da mudança?

Jeff Bezos: a trajetória do fundador da Amazon | InfoMoney

Imagem extraída de: https://www.infomoney.com.br/perfil/jeff-bezos/

– Presa a química que vendeu segredos industriais da Coca-cola.

As pessoas imaginam que o comércio de informações confidenciais de grandes empresas é algo raro. Não é bem assim…

Veja esse caso envolvendo a Coca-cola e uma ex-funcionária:

Extraído de: https://exame.com/pop/ex-funcionaria-da-coca-cola-e-condenada-por-vender-segredos-industriais/

EX-FUNCIONÁRIA DA COCA-COLA É CONDENADA POR VENDER SEGREDOS INDUSTRIAIS

Sentença estabelece 14 anos de prisão e multa de US$ 200 mil, cerca de R$ 1 milhão.

Ex-funcionária da Coca-Cola, a química Xiaorong You, de 59 anos, moradora do estado americano de Michigan, foi condenada nesta segunda-feira a 14 anos de prisão por vender segredos industriais para uma empresa chinesa. A sentença de um juiz federal de Greeneville, no Tennesse, também determinou uma multa de US$ 200 mil, cerca de R$ 1 milhão.

Xiarong You, também conhecida como Shannon You, já havia sido considerada culpada pelos crimes de roubo de segredo comercial, conspiração para cometer espionagem econômica, posse de segredos comerciais roubados, espionagem econômica e fraude eletrônica, em abril de 2021. A sentença com a pena a ser cumprida pela mulher, no entanto, só foi determinada hoje.

De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, Xiarong You obteve formulas relativas ao desenvolvimento de latas de bebida sem Bisfenol A, uma substância cancerígena, enquanto trabalhava para a Coca-Cola, em Atlanta, no estado da Georgia. As fórmulas seriam utilizadas na implementação de uma fábrica na cidade chinesa de Weihai.

Segundo os documentos apresentados no julgamento, a mulher mantinha contatos com uma empresa chinesa, a Weihai Jinhong Group, para quem passava as informações. Milhões de dólares em subsídios do governo chinês foram fornecidos para a empreitada.

A substância Bisfenol A era utilizada dentro de latas de bebida para conservar o gosto. No entanto, pesquisas indicaram potenciais danos à saúde ligados ao produto químico, o que fez com que empresas buscassem alternativas. Por ocupar um cargo alto dentro da Coca-Cola, Xiarong You tinha acesso às fórmulas que permitiram o desenvolvimento de substitutos a substância. Os segredos repassados pela mulher pertenciam a empresas como Akzo-Nobel, BASF, Dow Chemical, PPG, Toyochem e Sherwin Williams.

(Estadão Conteudo)

(Imagem: Reuters/Alexander Demianchuk)

– Precisa ser em Inglês?

Não sou Policarpo Quaresma para nacionalismo extremo da Língua Portuguesa, mas concordo com essa observação abaixo:

– Ser um profissional extraordinário é…

… praticar e buscar esses 3 pilares do quadro abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Para se dar bem com o seu “líder”.

O extinto jornal Diário de São Paulo trouxe certa vez em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

Puxa-saco - Brasil Escola

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/puxasaco.htm

– O engajamento de pessoas: 7 dicas para alcançá-lo!

Conseguir que funcionários / alunos / envolvidos em quaisquer atividades “comprem” suas ideias e se sintam partícipes, é algo fácil?

Claro que não. Para isso, algumas boas dicas, extraídas de: https://medium.com/@jrsantiagojr/premissas-para-conquistar-o-engajamento-das-pessoas-edbd846b1b1c

PREMISSAS PARA CONQUISTAR O ENGAJAMENTO DAS PESSOAS

Por José Renato Sátiro Santiago

Certa vez, convidado por uma importante instituição de ensino para ministrar o módulo de um MBA, fui confrontado com o desafio de manter uma turma de 40 profissionais bem disposta ao longo de todo o final de semana. O ótimo nível dos alunos era um desafio a mais, cá entre nós, para mim uma motivação adicional. As 16 horas programadas deveriam parecer prazerosas e, ao mesmo tempo, propiciar os conhecimentos que estavam atrelados ao conteúdo programático proposto. Após ler um pouco sobre o perfil dos alunos, me atentei em fazer associações com seus nomes, uma estratégia que costumo usar para decorá-los de forma mais rápida. Há certo conhecimento em aplicar esta técnica mas também muita paixão em alcançar a excelência em tudo aquilo que faço. Creio que isto tenha me ajudado a alcançar novos patamares com turmas em cursos tão exclusivos. Mas o fato é que toda nova turma é única e, de certo, o nervosismo costuma vir à tona. E desta vez, não foi diferente. Tão logo os encontrei, destaquei para eles a minha timidez em falar em público, um paradoxo para quem ganha a vida também se apresentando e ministrando palestras. Busquei compartilhar com cada um deles o desafio que fora recebido e, de certa maneira, os embarquei para navegarmos juntos. A permanência de todos ao longo das 16 horas, ainda que não fosse obrigatória, surpreendeu a monitora que me resumiu tudo em uma frase: “Eles pareciam estar engajados em assistir sua aula”. Missão cumprida. Pode ter sido simples, mas será que foi fácil?
Engajar pessoas em prol do atendimento de um objetivo talvez seja o maior dos desafios enfrentados por quem gerenciamos equipes. Ainda que haja benefícios e/ou remunerações atreladas ao desenvolvimento de quaisquer atividades, é notório que haja questões que costumam interferir de forma consistente no nível de envolvimento das pessoas junto as ações por elas elaboradas e que, por conseguinte, possam impactar significativamente os resultados almejados. Dentre elas cabe destacar:

1. Empatia: saber se colocar na posição do outro é uma premissa básica de respeito pessoal e profissional, algo inerente para quem quer sinalizar a importância dada a outrem. Ainda que os objetivos do grupo devam se sobressair aos de qualquer indivíduo, conhecer, compreender e respeitar os objetivos particulares de cada um costuma ser um interessante meio de fortalecer o engajamento das pessoas.

2. Motivação: é natural à boa parte das pessoas que palavras e ações de incentivo e motivação sejam combustíveis muito eficientes em prol de estimular o engajamento. É essencial ter ciência da importância das palavras e seu poder em intervir na forma como as pessoas agem e tomam suas decisões. O cuidado recai apenas em seu uso indiscriminado sem ações e/ou resultados práticos;

3. Pessoalidade: ainda que estejamos em um ambiente profissional, o tratamento dispensado aos integrantes de uma equipe costuma propiciar energia e luz decisivas às pessoas. Algumas vezes atos simples fazem tanta diferença, quer seja um bom dia, um cumprimento mais terno, uma parada rápida para jogar conversa fora ou um café e, pasmem, até chamar a cada um pelo nome.

4. Crescimento Profissional: ainda que possa estar atrelado de alguma maneira à evolução na hierarquia, o que pode resultar em aumento nos ganhos financeiros, explicitar o crescimento profissional que poderá ser conquistado por conta das atividades em execução, costuma ser um importante requisito abraçado por aqueles que se propõem a se engajar com afinco em prol de suas metas.

5. Estar Presente: nada como se mostrar presente e atuante junto aos seus como uma maneira de pontuar a importância de tudo aquilo que está sendo feito, bem como a relevância de superarmos obstáculos e alcançarmos de forma efetiva os nossos intentos e objetivos. Isto não tem a ver necessariamente com presença física, mas sim com transparecer a convicção que a equipe jamais estará só.

6. Competência: a correta contextualização das informações sobre as quais temos acesso nos fortalece e costuma resultar naquilo que chamamos de conhecimento. Ele passa a fazer sentido efetivo em nossa vida, quando o colocamos em prática o que proporciona a competência. A estrada que nos mantém firmes e engajados é, certamente, pavimentada pelo conhecimento que construimos.

7. Paixão: apenas e tão somente ela tem o poder de nos manter vivos seja em qual situação e estado estivermos. Ela é o ar que respiramos, onipresente em qualquer atividade bem sucedida, essencial para tudo. Já octagenário e muito engajado em seu trabalho, quando perguntado o que o fazia manter-se tão ativo, o genial Ariano Suassuna foi econômico e direto: “paixão pelo que faço”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia de Luta contra o Assédio Moral.

Hoje se recorda o Dia de Luta contra o Assédio Moral – esse comportamento tão nocivo que ocorre no meio profissional!

Que os chefes sejam corretos na cobrança diária, bem como os empregados saibam identificar o que é assédio ou normas de conduta aceitáveis.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Whooper Costela Fake.

Dias atrás, tratamos o caso do McPicanha “sem picanha” (admitido pelo McDonalds depois de perturbado pelo Procon) de “McFake”.

Agora, é a vez da Rede Burger King admitir que o BK Whooper Costela não tem carne de costela, mas “aroma de costela”…

Fazem o cliente de bobo, não?

Em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/05/02/burger-king-e-acusado-de-vender-whooper-de-costela-sem-costela.htm

– As cervejas brasileiras e o Maio Amarelo.

Há 1 ano…

As cervejas brasileiras da AMBEV estão grafadas com o nome errado nas propagandas?

Sim. E é proposital. Afinal, estamos entrando no mês do “Maio Amarelo”, visando a segurança no trânsito. A ideia é mostrar que quando você bebe em excesso, acaba enxergando as coisas como elas não são e não deve dirigir.

Assim, como muita gente achou que no último domingo a Rede Globo fez uma arte errada na animação da Brahma (veiculada como Bhamra), verá outra grafias diferentes como na figura abaixo: 

Divulgação

Imagem: Divulgação da Ambev na Internet.

– O que é isso, Galo?

Que coisa… o Paulista de Jundiaí perdeu por 3×0 do Rio Branco de Americana pela 4a divisão estadual.

O experiente treinador Roberval Davino nada pode fazer com atletas de baixo rendimento. E, cá entre nós, fazer futebol sem dinheiro, não dá.

E pensar que a empresa Red Bull quase levou o Galo da Japi… sorte do Bragantino e azar dos jundiaienses…

O que faz uma visão turva dos negócios, não?

– McPicanha sem Picanha? Seria o… McFake?

Quer dizer que o McDonalds vende um sanduíche de picanha, sem carne de picanha?

E ao PROCON, admitiu isso e lamentou que o consumidor “tenha se confundido” com os anúncios do lanche?

Pô…

Matéria em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/04/28/procon-sp-vai-notificar-mcdonalds-por-mcpicanha-sem-picanha.htm

Crédito da imagem no link acima. 

– Dará certo uma semana de 4 dias de trabalho?

Como teste, funcionou. Mas…

O que você pensa sobre 4 dias de trabalho na semana?

Algumas experiências brasileiros, em: https://www.linkedin.com/news/story/empresas-brasileiras-testam-semana-de-quatro-dias-5789914/

EMPRESAS BRASILEIRAS TESTAM SEMANA DE 4 DIAS.

A semana de quatro dias segue ganhando adeptos no Brasil. Uma reportagem do Estadão revelou que startups como Winnin, AAA Inovação e Crawly testaram esse modelo (mantendo 8 horas diárias de trabalho e sem redução do salário) e observaram um aumento não só no bem-estar dos seus funcionários, mas também em seu foco, criatividade e produtividade. Para que isso desse certo, no entanto, as empresas contam que tomaram medidas como otimizar a comunicação, eliminar reuniões improdutivas e promover treinamentos para tornar as equipes mais ágeis.

Imagem extraída do link acima.

– Refém do Tempo.

Como você faz para arranjar mais tempo?

Somos reféns do relógio, dependentes dos ponteiros. Amo trabalhar – assim como muitas pessoas, embora não tenhamos o trabalho na quantidade e remuneração utópica que todos gostaríamos de ter.

E como vencer a limitação de horários?

Não tem muito o que fazer: acordar mais cedo ou dormir mais tarde. Eu, por exemplo, sou amigo da madrugada. E você?

– Um dos benefícios do Marketing é…

… viver uma experiência com seu produto!

Um bom trabalho de marketing trás benefícios para quem compra e para quem vende. Se isso não acontecer, pode virar apenas propaganda.

Um lembrete: 

– Quais as Premissas que te Guiam?

O renomado professor e consultor Stephen Kanitz, em seu blog, tratou de um tema de difícil resposta, devido à percepção particular de quem é indagado: o que move / influência a sua vida?

Muitas vezes, os valores familiares são o mote da nossa conduta. Outras, o ambiente em que estamos inseridos ou até mesmo a nossa carga genética.

Quando tal questão é feita para nós, podemos dar respostas com vieses, não retratando a realidade – e isso não acontece por maldade, mas pelas influências que recebemos.

Enfim: já percebeu que podemos estar vivendo (ou ver pessoas que vivem) realidades alternativas, falsas ou ilusórias? Há aqueles (até nós mesmos) que vivem “num mundo a parte”?

O texto de Kanitz fala do comportamento do indivíduo, de gestão e administração, de valores e outras coisas importantes. Embora ele esteja carregado de uma alta carga de críticas à ideologia de Esquerda (não sou de Direita tampouco de Esquerda, sou sensato nesse mundo de “extremados e extremistas”), citando até mesmo alguns notórios políticos do país, vale a pena a leitura para entender a necessidade de compreensão das relações humanas – da demagogia à realidade.

Extraído de: https://paper.li/StephenKanitz/stephen-kanitz#/

QUAIS SÃO AS PREMISSAS QUE TE GUIAM NA VIDA?

Se você não sabe como o mundo funciona, você nunca saberá como se inserir no mundo que te cerca.

Você será um desajustado social, um alienado, como são tantas pessoas como Eduardo Suplicy, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias.

Esse é o maior problema de ser de Esquerda.

Eles vivem brigando com um mundo que sequer entendem.

A maioria nem conhece um contador, um administrador, um empreendedor, um operador logístico, para lhes explicar a dificuldade no Brasil de se produzir bens e serviços para os outros.

Vivem cercado de artistas, sociólogos, ativistas políticos, e funcionários públicos. Não tem a menor noção como a mamãe consegue colocar todo dia um prato de comida.

Pior, devido à endoutrinação escolar eles, como você, correm o risco de só descobrirem como o mundo funciona no fim da vida, quando aí já é tarde.

É por isso que tantos esquerdistas entram em depressão na velhice.

Morrem amargurados e fracassados.

Só descobrem que estavam totalmente errados quando velhos, vide as lamúrias de esquerdistas arrependidos, que são muitos.

De fato, não é fácil descobrir como o mundo funciona.

Quando você é jovem, é jovem demais para ter certeza de algo tão profundo assim.

Por isso pais, especialmente avós, são tão importantes.

Mas infelizmente no Brasil, a Esquerda ensina nossos jovens a duvidarem da família, do chefe imediato, de quem produz, das empresas que promovem a cooperação humana, da comunidade que solidariza com seus vizinhos, da força criativa do indivíduo, da compaixão humana.

Faz com que acreditem somente em Karl Marx, o parasita da fortuna do próprio pai, dele e do pai do Engels.
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– Eike Batista ironizando Bill Gates e Buffett? Que moral…

Há 11 anos… veja que curioso (extraído do próprio blog):

Empreendedores e Apaixonados Administradores devem estar se deliciando por essa entrevista de Eike Batista (abaixo), o brasileiro mais rico do mundo e um dos bilionários de destaque do planeta.

Aqui ele fala de tudo: mulheres, negócios, filantropia, golpes…

Excepcional, extraído da Revista Época Negócios, Ed Abril 2011, pg 82-84

BILL GATES E BUFFETT? COITADOS

Eike Batista explica por que não aderiu à filantropia, compara-se a Steve Jobs e acusa Roger Agnelli, da Vale, de crime de lesa-pátria

De terno azul-escuro sobre camiseta da mesma cor, ao lado de Thor, seu filho mais velho, Eike Batista recebeu Época NEGÓCIOS para uma longa e relaxada conversa, regada a café e pipocas. Na cabeceira de uma longa mesa de reuniões, auxiliado por um projetor com duas dezenas de imagens e números de seus negócios, falou sobre tudo. De suas razões para mostrar a cara como bilionário (enquanto seus pares se escondem) ao que pensa de rivais como Carlos Slim e desafetos, como Roger Agnelli. Confira os principais trechos da entrevista.

>>>  O que distingue a nova elite empresarial das gerações anteriores?_A profunda vontade de mudar o mundo para melhor e de fazer o certo usando a engenharia. Um exemplo é a garotada do Vale do Silício, que usa engenharia aplicada à informática. Olha o que o Steve Jobs, o pessoal do Google e o garotão do Facebook [Mark Zuckerberg] fizeram! Eles são parte dessa nova economia que quer melhorar o mundo.

>>>  Quando o senhor olha para a arena global, quem identifica como pares, em oposição à velha guarda dos negócios?_Steve Jobs [da Apple] e Larry Page [do Google].

>>> E Carlos Slim, controlador da Telmex e homem mais rico do mundo?_Esse é concorrente (risos). Numa boa. É uma concorrência saudável. Mas, desculpa, ele é um dinossauro. Os projetos das minhas empresas foram concebidos do zero. É muito diferente. Aqui não tem nada baseado em licença ou monopólio. A licença telefônica dele no México, eu não sei, mas um dia vão tirar, né? Assim [com um monopólio], é fácil.

>>>  O senhor não faz lobby pelos seus negócios?_Não. Zero. Às vezes, a gente vai a Brasília. Em energia, por exemplo, quero saber quais são os planos e a visão do governo. Agora, o que é macro não cabe a mim. Não vou legislar, não. Bota as regras para mim, que sejam claras, que vou jogar o jogo. Nunca vi lobby funcionar. Todo mundo critica a gente por causa do BNDES. Somos um grupo de oitenta e tantos bilhões de reais, e só temos R$ 4 bilhões do BNDES. No pool total de nossos financiamentos, o BNDES representa uns 10%. É mais um, para baixar um pouco o custo. E eles só investem no que é do interesse do Brasil.

>>>  E do Jorge Paulo Lemann, sócio da AB InBev, o que acha?_Espetacular. O que o Brasil deve ao Jorge Paulo Lemann é a capacidade de gestão única, com meritocracia. Tiro o meu chapéu para a turma dele. Tanto que somos sócios. Entrei com eles na compra do Burger King. Tenho 10% do negócio.

“OS ESTADOS UNIDOS PERDERAM O BURGER KING POR PREGUIÇA.
OS CARAS FICARAM FROUXOS”

>>>  Que outras características são comuns aos empresários dessa nova elite global?_Buscamos o estado da arte e não temos compromisso com o mais ou menos. Como diz a turma do Google e do Facebook, “The winner takes it all” [O vencedor leva tudo]. Há uma migração para o melhor que é dramática e acontece em uma velocidade assustadora.

>>>  Essa preocupação em premiar os bons resultados é vista como uma das marcas da nova elite._Sim, mas percebo que muitos empresários ainda não sabem dividir. Você cria muito mais riqueza quando todos participam do processo. É preciso abrir mão de parte dos lucros para a equipe, o meio ambiente e as áreas sociais afetadas pelo negócio.

>>>  Quem mais no Brasil tem a ver com seu estilo?_Outro dia estive rapidamente com o [Marcos] Molina, da Marfrig, que é empreendedor pra caramba. Tem o Júnior [João Alves de Queiroz Filho], da Hypermarcas. Eu não o conheço pessoalmente, mas sei que ele usa conceitos brilhantes nas suas marcas. O Grupo Gerdau também é bacana, porque investe em treinamento e tem uma cultura corporativa altamente voltada à tecnologia.

>>>  O senhor costuma ir ao Fórum Econômico de Davos?_Eles sempre me convidam, mas não vou por falta de tempo. E tem muita coisa lá que é blá-blá-blá. Davos passou a ser lugar de quem quer se mostrar. Vou a Aspen. Lá tem menos blá-blá-blá e é mais produtivo.

>>>  O senhor não é um entusiasta da filantropia, é?_Caramba, não fala isso. Todos os meus recursos estão investidos aqui, construindo portos, operações gigantes que empregam 20 mil pessoas.

>>>  Isso não é filantropia._Ainda estou na fase de investimento nos meus projetos. Para fazer o que faço no social, estou cortando na carne. Gasto antes de o projeto gerar caixa. Isso é mais que filantropia. O Bill Gates e o Warren Buffett, coitados, já fizeram tudo o que tinham de fazer como empreendedores. Minha filantropia funciona dando vara de pescar e ensinando. Meu dinheiro está todo orientado para isso.

>>>  As décadas de instabilidade que vivemos tornaram nossos empreendedores mais ousados?_Isso se aplica em relação aos americanos e europeus, que ficaram preguiçosos. Por que o Burger King, uma empresa que era para valer US$ 30 bilhões, foi comprado por US$ 4 bilhões [na verdade, US$ 3,2 bilhões]? Por preguiça. Os caras ficaram frouxos. Mas isso não é válido para países emergentes como a China e a Coreia do Sul. Tira o cavalinho da chuva, porque ali é diferente.

>>>  Quem são os mais fortes?_Os chineses e os coreanos. Há menos de um ano, numa reunião que tive com o board da Hyundai, havia 12 Ph.Ds. à mesa. Todos eram formados no MIT [Massachusetts Institute of Technology], inclusive o dono. Eles até brincam dizendo que MIT é a sigla para Made in Taiwan. Os asiáticos têm ido aos Estados Unidos, que é a meca de conhecimento, e estão absorvendo aquilo. É fantástico.

>>>  O senhor tem se aproximado da China. Como é a relação?_Na área de mineração, o que consegui com os chineses? Para cada três toneladas de minério bruto a caminho da China, eles terão de processar uma tonelada de aço conosco. Essa era a força que o Roger [Agnelli, presidente da Vale] tinha nas mãos. Como é que ele joga isso na lata do lixo? Isso é [um crime de] lesa-pátria. O Brasil deveria estar produzindo mais que o dobro do aço que produz hoje. Como é que pode?

“O ROGER AGNELLI VENDEU AS MINAS DE BAUXITA DA VALE.
ISSO É LESA-PÁTRIA. VISÃO NENHUMA”

>>>  A Vale está jogando errado?_Sim. Já jogou dez anos na lata do lixo. As pessoas esquecem, mas o ex-presidente Lula, no seu primeiro mandato, teve uma conversa com o presidente chinês, Hu Jintao. Ficou combinado que o primeiro grande investimento da China no Brasil seria a construção de uma siderúrgica no Maranhão em parceria com a Vale. A conversa era exatamente essa. Por que a gente tem de exportar matéria-prima em grão? Não somos mais país colonizado.

>>>  O senhor teria feito algo diferente na Vale?_Ah, lógico. Tem muito ativo que não teria vendido. O Roger vendeu ativos extraordinários. Sabe a última burrice [dele] de que ninguém se deu conta? Ele vendeu as minas de bauxita para a Norsk Hydro. Isso é lesa-pátria. Visão nenhuma.

>>>  Quando olha para o futuro, o senhor consegue ver qual seria seu calcanhar de Aquiles?_Quase morri na minha primeira mina de ouro, mas isso me ensinou. Uma mina com um grama de ouro por tonelada, embora pareça pouco, é muito rica. Muito rica, nesse caso, é sinônimo de “à prova de idiota”. Ela aguentou todas as minhas burradas. Pagou conta da logística, das doenças e dos problemas mecânicos. Quase morri e quase quebrei. A partir daí, nunca botei a mão em ativos que não fossem excepcionalmente ricos. Para me atrair, tem de ter um certo porte, tem de estar entre os 25% de mais baixo custo do mundo. Antes que eu feche, 75% vão fechar. E tem de estar numa região com uma jurisdição bacana e impostos adequados.

>>>  Qual modelo de país o Brasil deveria olhar com atenção?_Coreia. Coreia. Coreia. Eles têm engenharia no padrão dos alemães e velocidade de decisão do Vale do Silício. Tiro o meu chapéu todo dia. E ainda são simpáticos.

>>>  Por que o senhor se expõe tanto, contrariando a cultura brasileira de que empresário tem de posar de modesto?_ Primeiro, porque passei 20 anos conhecido como filho do Eliezer Batista [presidente da Vale por duas décadas]. Sou filho mesmo, com muito orgulho. Depois, passei dez anos sendo o marido da Luma de Oliveira. Com todo respeito à mamãe [diz, em tom de deboche, a Thor]. Chega uma hora em que você tem de bater o carimbo dizendo que foi você que fez. Por essas razões, decidi avançar com transparência total. O Brasil só é popular por causa de jogador de futebol e cantor sertanejo. Por que não pode ter o melhor empreendedor do mundo? Não tenho vergonha de mostrar. Complexo de vira-lata? Aqui não.

Eike Batista era o 7º do ranking de bilionários da Forbes em 2012; veja o  que mudou em 10 anos | Empresas | Valor Econômico

Imagem extraída de: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/04/14/eike-batista-era-o-7o-do-ranking-de-bilionarios-da-forbes-em-2012-veja-o-que-mudou-em-10-anos.ghtml — Foto: Jorge William / Agência O Globo

– Promoção de ambientes criativos propicia aumento da lucratividade.

Em 21 de abril, celebra-se o Dia Mundial da Criatividade e Inovação. Dois elementos extremamente importantes para qualquer empresa, especialmente em …

Continua em: Promoção de ambientes criativos propicia aumento da lucratividade

– Trade Dress em Alta no Mundo Corporativo.

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– A desvalorização dos papéis do Nubank.

Depois do otimismo… as ações do Nubank começaram a se desvalorizar!

O que está acontecendo?

Em: https://veja.abril.com.br/economia/no-topo-do-mundo-anitta-amarga-derrotas-do-nubank/amp/

NO TOPO DO MUNDO, ANITTA AMARGA DERROTAS NO NUBANK

Anitta é integrante do conselho de administração do banco digital e uma das apostas para ‘envolver’ investidores; no entanto, ações caíram 21% desde o IPO

Por Luana Meneghetti

Anitta despontou nos últimos dias liderando as paradas mundiais. A cantora foi a primeira brasileira a alcançar o primeiro lugar no Spotify e, agora, a figurar no topo do Billboard Global, ranking semanal das músicas mais tocadas no mundo. Com a carreira artística indo de vento em popa, o seu lado empresarial como conselheira ainda não tem surtido o estouro esperado nas ações do Nubank. Com a canção que envolveu o mundo, Anitta precisará envolver também os investidores a continuar apostando no Nubank — tarefa essa que não será fácil tendo em vista as dificuldades das ações do banco nos últimos meses.

Os papéis do Nubank já acumulam uma desvalorização de 21,88% em quase quatro meses desde a abertura de capital, em dezembro do ano passado. Nesse período, fecharam no vermelho em 37 dias. Na última sexta-feira, 25, quando Anitta chegou ao Top 1 do Spotify, as ações do Nubank estavam despencando. Naquele dia histórico e inédito para a música brasileira, os papéis do banco digital encerraram o pregão com queda de 2,45%. Há dois dias, os papéis voltaram a reagir e encerraram em alta, mas voltaram a ser negociados em queda nesta manhã.

A popularidade da cantora foi uma grande aposta do Nubank para alavancar os negócios. A cantora teve papel essencial na estratégia de dupla listagem da empresa, com ações negociadas na Nyse e na bolsa brasileira, a B3, por meio de BDRs (papéis que representam no Brasil as ações negociadas nos Estados Unidos). No ano, os BDRs também já acumulam perdas de 28,99%.

O banco, fundado em 2013 pelo colombiano David Vélez, pela brasileira Cristina Junqueira e pelo americano Edward Wible, foi avaliado em 41,5 bilhões de dólares na estreia da abertura de capital, o que fez dele o banco mais valioso da América Latina, posto que já perdeu, avaliado agora em 37,1 bilhões de dólares. O Nubank conta hoje com 48 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, e se tornou o maior banco digital do mundo ao desburocratizar e facilitar o acesso das pessoas ao sistema financeiro. Apesar de ter sido inovador nas soluções tecnológicas e nas ofertas aos clientes, como dar isenção de taxas, hoje o modelo de negócios é replicado pelos rivais, trazendo uma forte concorrência.

Crédito da Imagem no link acima.

– Formandos que se Tornam Líderes Corporativos dando Aula.

Eis um projeto salutar para a nação, glorioso para a Educação e com retorno garantido ao profissional: ajudar comunidades carentes intelectualmente, a partir da boa vontade de recém-formados, garantido boa impressão às empresas que desejam contratar. Abaixo:

QUER SER UM BOM LÍDER? VÁ DAR AULA

Extraído de Época Negócios, pg 30, Ed Abril, por Marcos Todeschini

Com o apoio de grandes empresas, um novo projeto recruta os melhores alunos para lecionar em escolas públicas com problemas

Uma das maiores dificuldades de dar jeito no ensino é atrair profissionais de topo – o status e a recompensa financeira não ajudam. Nos Estados Unidos, que enfrentam o mesmo problema, uma ex-aluna da Universidade Yale criou, em 1992, o programa Teach for America. E conseguiu recrutar, desde então, 25 mil dos melhores cérebros do país para dar aulas nas escolas públicas com as piores notas. A grande sacada foi atraí-los por prazo determinado, bem no início da carreira.

Essa idéia está agora chegando a algumas escolas públicas brasileiras. O programa Ensina recruta os melhores recém-formados, em diversas áreas, oferece treinamento e coloca-os para dar aulas de reforço. A iniciativa começou este ano com 30 professores em 13 escolas do Rio de Janeiro, e deve chegar a cidades de outros estados, como São Paulo e Minas Gerais.

Por 40 horas semanais, os “ensinas” recebem cerca de R$ 2 mil. Eles são seduzidos pelo idealismo, mas há outra recompensa: são bem-vistos por empresas como Tecnisa, Natura e Itaú, apoiadoras do projeto. Elas favorecem membros do Ensina! na fase de seleção, fazendo os pular as etapas iniciais. Por quê?

“Os ensinas desenvolvem habilidades valorizadas, como a capacidade de resolver conflitos, cumprir metas, liderar e dar feedback“, diz Maira Pimentel, diretora do Ensina!. Nos Estados Unidos, as escolas do programa subiram de nível. Espera-se resultado semelhante no Brasil.

Voluntariado empresarial: entenda como funciona! - MGN Consultoria

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O movimento pró-Home Oficce.

Há muita gente que não quer o fim do Home Office (e ele não vai acabar mesmo). Várias instituições implantaram o sistema durante a pandemia, e permanecerão com ele por uma série de benefícios. Outras, ao contrário, exigem o retorno presencial como algo fundamental.

Há aqueles que sofreram com o Home Office, pois não conseguiam se concentrar no trabalho. Outros que amaram!

E você, na sua atividade: foi uma boa ou não?

Aqui, navegando na Web, alguém que amou. Abaixo: 

– A preferência de vagas para determinados grupos e a polêmica do LinkedIn.

Dias atrás, o LinkedIn se envolveu em uma polêmica a respeito de excluir uma vaga preferencial (um anúncio que priorizava negros e indígenas), alegando que não poderia existir privilégios aos candidatos. Depois, voltou atrás (vide matéria abaixo, de duas semanas atrás).

A questão é: antes, se pedia “candidatos de boa aparência”, e isso foi proibido. Depois, curriculum com foto (proibido também). A justificativa é que você, em tese, poderia discriminar algum candidato pelo rosto. Nos nossos dias, isso mudou: muitas empresas dão preferência para a contratação de pessoas dos outrora chamados “grupos minoritários” ou de histórica vivência em meio ao preconceito (por exemplo,  o Magazine Luiza e a contratação de negros para cargos de gerência, ocorrido no ano passado).

Aqui existirão várias discussões: um branco heterossexual se sentirá ofendido pois lê-se muitas vezes a preferência para inclusão de candidatos vítimas de homofobia, e reclamará: é meritocracia ou preferência sexual o determinante para a vaga? Mesma coisa com branco ao ver vaga para negro, homem em relação à mulher e tantos outros exemplos.

As queixas se fazem verdadeiras para quem perdeu a vaga. Mas, por outro lado, há uma parcela da população que sofre com preconceito e que, na livre concorrência, não teria oportunidade. Portanto, contemplemos a todos e usemos o bom senso.

Por fim, imaginemos que tudo isso não existiria se tivéssemos o mundo ideal: sem racismo, homofobia, preconceito de idade ou qualquer outra coisa. Entretanto, não é assim que caminha a humanidade…

A matéria citada, abaixo, extraída de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/03/29/apos-acao-diretor-do-linkedin-diz-que-rede-vai-permitir-vagas-afirmativas.htm

LINKEDIN VOLTA ATRÁS E PERMITE ANÚNCIOS DE VAGAS PARA NEGROS E ÍNDIOS

O LinkedIn voltou atrás hoje e atualizou sua política de divulgação de vagas para permitir anúncios que priorizem grupos historicamente desfavorecidos, como negros, indígenas, mulheres, pessoas com deficiência e LGBTQIA+.

“Agradecemos o feedback que recebemos da nossa comunidade no Brasil. Fazer a coisa certa é importante e estamos comprometidos em continuar aprendendo e melhorando”, disse a empresa em nota.

A decisão da rede social acontece após a exclusão de uma vaga que dava prioridade a candidatos negros e indígenas. Na ocasião, a plataforma se justificou dizendo que a política de uso não permitia vagas que dessem preferência a quaisquer características.

A derrubada do anúncio motivou uma notificação pelo Procon-SP e uma ação que pede R$ 10 milhões em danos morais e coletivos, movida pelas organizações Educafro, Frente Nacional Antirracista e Centro Santo Dias de Direitos Humanos.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o diretor-geral do LinkedIn para a América Latina, Milton Beck, afirmou que este é um passo importante. “É um processo de evolução. A gente não opera somente no Brasil. Reconhecemos que é um passo importante para permitir que grupos menos favorecidos possam ter uma inclusão maior no mercado de trabalho, mas é um processo que demanda um nível maior de complexidade”, disse.

Na entrevista, Beck disse que a nova política da empresa só vai valer para grupos historicamente subrrepresentados.

“A nossa política diz que ‘o LinkedIn proíbe a discriminação em anúncios de emprego com base em características protegidas, como idade, sexo, deficiência, etnia, raça e orientação sexual’. No entanto, em uma jurisdição onde isso seja legalmente aceito, o LinkedIn pode permitir anúncios cuja linguagem expressa preferência por pessoas e grupos historicamente desfavorecidos”, declarou.

LinkedIn excluiu anúncio de vagas que dava preferência a candidatos negros e indígenas - Getty Images

LinkedIn excluiu anúncio de vagas que dava preferência a candidatos negros e indígenas. Imagem: Getty Images

– A Autossabotagem na Administração de Empresas

Quer pressão maior do que essa?

Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/32, pg 60, escreveram sobre como a própria pressão e erros de conduta podem “autossabotar” um administrador.

Abaixo:

O FANTASMA QUER TE PEGAR

A autossabotagem é hoje o principal inimigo da área de risco. Saiba como tirar esse esqueleto do armário antes dos outros.

A história de Tony Hayward ainda assombra os executivos. O caso do ex-CEO da BP, derrubado pelo desastre no Golfo do México, Estados Unidos, é emblemático de como carreiras brilhantes podem ser abruptamente interrompidas ou sofrer sérios arranhões em consequência de eventos que não estavam no script. Segundo Joseph W. Koletar, ex-diretor de Fraudes e Investigações da consultoria Ernst & Young, histórias como a de Hayward estão muito longe de ser uma exceção. Elas se repetem de tempos em tempos e mostram que, a despeito dos avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das práticas de gestão, as companhias seguem despreparadas para gerenciar riscos. “As empresas infelizmente sofrem com muitas falhas nos sistemas de avaliação”, diz Koletar. No recente Rethinking Risk – How Companies Sabotage Themselves and What They Must Do Differently (“Repensando o risco – como as empresas se sabotam e o que se deve fazer diferente sobre isso”), Koletar também afirma que os dirigentes geralmente contam com informações incompletas ou equivocadas para monitorar as ameaças. “Eles supõem que os dados que lhes são apresentados são precisos. Mas muitas vezes não são”, diz. De acordo com o seu livro, os CEOs precisam lidar com três problemas para gerenciar riscos nas corporações. Saiba quais são eles.

PÉ NO ACELERADOR_ O CEO vive o dilema descrito pelo ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti: “Se você está em segurança e sob controle, não está correndo suficientemente rápido”. O mercado exige velocidade frenética dos executivos e aplaude aqueles que “pisam fundo”. No entanto, os mecanismos de proteção das empresas, de acordo com Koletar, não são seguros como os carros de F1 do século 21 – mas antiquados como os carros do tempo de Andretti, dos anos 70 e 80. Um exemplo disso está nas vistas grossas com que muitos executivos encaram os processos de auditoria que antecipam as fusões e aquisições. “O temor é de que uma auditoria mais detalhada acabe com o negócio”, diz Koletar. O maior receio não é a descoberta de esqueletos no armário, mas que uma negociação demorada jogue para baixo o preço das ações, tirando o impacto do negócio e atrasando o cronograma de execução das fusões. Como resolver a questão? Nesse caso, as principais defesas de uma companhia estão na sua cultura e no seu nível de governança. Ou seja, os conselheiros, diretores e acionistas devem aprender a ser mais rigorosos.

LABIRINTO_ As empresas estão travando uma guerra contra a complexidade estrutural, simplificando organogramas, eliminando cargos redundantes e horizontalizando a gestão. No entanto, alerta Koletar, ainda há muito a ser feito para que os riscos sejam de fato mitigados. É preciso melhorar a coordenação e o tráfego de informação entre o CEO, o jurídico, o financeiro, o operacional e o setor de TI. Sem isso, a empresa pode se ver desamparada diante de uma crise. “Na maior parte das empresas, não existe sequer um plano de gestão claramente desenhado e articulado”, afirma o especialista.

MEDO E PARANÓIA_ Essa é a pior postura. Sucede que é mais frequente do que se admite. “O risco deve motivar o CEO a desenvolver um sistema coerente e prático para lidar com crises e problemas”, diz Koletar. Sua recomendação: esqueça políticas duras, do tipo “tolerância zero”. Nas empresas, um estado policialesco costuma fomentar culturas pouco abertas, em que somente os espertalhões prosperam. Uma boa gestão nasce da cultura transparente: “Beba no conhecimento dos seus funcionários, pois eles são a mais rica fonte de informação com relação ao risco”.

Imagem extraída da Internet / Reprodução.

– O Vício do Consumismo

Bela e inteligente. Eis a declaração da atriz Fernanda Vasconcelos sobre o mundo consumista e a sede dos jovens em ter bens materialistas para a satisfação pessoal:

Quanto mais jovens alienados e consumistas se formarem, mais adultos doentes teremos no futuro. Esse ‘querer ser’ através do consumo é quase comparável à dependência química”.

Disse tudo. Comprar/gastar pode ser um vício, como o das drogas.

Consumismo: impactos para o bolso e para o planeta | O Debateimgres.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Dicas do “Sucesso” em pessoa! Qual é a fórmula do bom êxito?

Li uma reportagem a respeito do SUCESSO. A matéria trouxe uma entrevista de Malcoml Gladwell, conhecido como “doutor Sucesso”, e um dos campeões de venda de livros nos EUA.

Basicamente, ele diz que a fórmula do sucesso é um mix composto de:

  1. TALENTO GENIAL;
  2. ESFORÇO OBSTINADO;
  3. AMIGOS INFLUENTES; e
  4. SORTE.

O texto, extraído em duas partes, de: 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17725-15228,00.html

Resultado de imagem para sucesso

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– A história dos M&M’s

Se você é chocólatra, achará curioso: os simpáticos M&M’s, tão coloridos e saborosos, surgiu durante a Guerra Civil Espanhola!

Mas veja outras interessantes particularidades ao longo dos anos desse chocolate de sucesso, abaixo:

Extraído de: http://chocolatedocechocolate.blogspot.com/2013/10/m-e-sua-historia.html

M&M’S E A SUA HISTÓRIA

Quem poderia imaginar que a idéia para os M&M’s nasceu no cenário da Guerra Civil Espanhola?

A lenda conta que, durante uma viagem à Espanha, o comerciante Forrest Edward Mars encontrou soldados que estavam a comer pequenos pedaços de chocolate envoltos em cascas açucaradas rígidas, evitando assim que eles derretessem. Inspirado nesta ideia, Mars voltou à sua cozinha e inventou a receita exclusiva dos famosos M&M’s, recebendo a patente dos confeitos no dia 3 de Março de 1941. 

Vendido ao público pela primeira vez ainda nesse ano, os confeitos de chocolate com leite M&M’s tornaram-se os favoritos dos soldados americanos que serviam na Segunda Guerra Mundial.
Embalados em tubos de cartolina, foram vendidos aos militares como um lanche conveniente, porque suportava bem as viagens sob qualquer clima.

O nome da marca deriva de “Mars & Murrie” (Bruce Murrie, filho do então presidente da tradicional Hershey’s era o parceiro de negócios de Forrest Mars). Os confeitos foram lançados originalmente em cinco cores: castanho, amarelo, vermelho, verde e violeta.

Imediatamente se tornou um sucesso porque, na época, o ar condicionado ainda era muito pouco comum e o derretimento das barras de chocolate tornou-se um grande problema na época do verão, o que não acontecia com os M&M’s por causa de seu revestimento, e permitindo que pudessem ser comercializados o ano inteiro.

No final da década, os M&M’s começaram a ser comercializados para o público em geral e, mais uma vez, foi um sucesso.

Em 1948, a embalagem mudou do tubo para o característico saquinho castanho de celofane conhecido hoje, e no ano seguinte a cor violeta seria substituída pelo bronze. E foi somente em 1950 que a letra “M” passou a ser impressa nos confeitos em cor preta, divulgada pelo slogan “Look for the M on every piece”(“Procure o M em cada confeito”), e só em 1954 mudou para  acor branca como é conhecida nos dias de hoje. 

Atualmente, o “M” gravado em todos os confeitos é colocado por uma máquina com calibragem sensível, evitando assim que os confeitos se quebrem.

Com a publicidade da televisão nessa década, os M&M’s tornaram-se parte do vocabulário americano e uma guloseima constante nos lares de milhões de pessoas.

Com a estreia oficial de seus coloridos personagens na televisão e a primeira expansão na linha de produto, com a introdução da versão feita com amendoim, a marca popularizou-se pelo país inteiro muito rapidamente.

Em 1976, os M&M’s vermelhos foram retirados da tradicional mistura de cores, devido à controvérsia pública a respeito dos corantes de alimentos que levavam essa cor serem cancerígenos. Esse corante vermelho (“red dye #9”) não era utilizado nos tradicionais M&M’s. Porém, para evitar confusão na mente dos consumidores e causar dúvidas, o confeito vermelho foi retirado da mistura. Nesse mesmo ano, a cor laranja foi adicionada à mistura dos M&M’s Amendoim, juntando-se ao verde e ao amarelo, que foram adicionados em 1960 à cor castanha já existente.

Em 1980, os famosos saquinhos de M&M’s ganharam 10% a mais de peso sem que o preço fosse aumentado, numa promoção chamada “You Get More For Your Money From M&M’s”. Foi a partir deste momento que a marca deu início a uma forte expansão internacional, e nos próximos dois anos, M&M’s seria lançado em 16 países incluindo Austrália, Canadá, Hong Kong, Malásia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão e Reino Unido.

1981, o produto foi escolhido pelos astronautas da primeira nave espacial da NASA para ser incluído na lista de suprimentos. Era a publicidade que a marca precisava.

Pouco depois, em 1984, a empresa investiu em mais uma ação eficaz de marketing, quando os M&M’s foram nomeados como doce oficial dos jogos olímpicos de Los Angeles, Califórnia. Uma linha especial de produtos para os dias festivos foi desenvolvida no início desta década. Essas novas misturas de cores sazonais incluíam verde e vermelha nos M&M’s especial para o Natal e cores pastéis para a edição de Páscoa.

Posteriormente, outras edições especiais foram introduzidas com cores laranja e preto para o Dia das Bruxas (Halloween); além do vermelho, rosa e branco para o Dia dos Namorados (Valentine’s Day).
O ano de 1987 foi muito importante na história da marca. Foi nesta época que o confeito vermelho voltou à tradicional mistura de cores, atendendo a intensos e calorosos pedidos dos consumidores. Com isto, a mistura original dos M&M’s passou a contar com seis cores.

Em 1993, novos M&M’s foram disponibilizados em lojas especializadas, que ofereciam 24 cores diferentes do delicioso confeito. No ano seguinte, a cor azul (em substituição ao bege) passou a fazer parte da mistura do M&M’s original.

Em 1996, a marca continuou literalmente na boca do povo com ações inusitadas e pioneiras, como o M&M’s STUDIO, um hotsite lançado em 1996, nos primórdios da Internet. Nesse portal a marca parodiava o universo de Hollywood utilizando suas coloridas e cativantes mascotes, onde os internautas poderiam acompanhar detalhes sobre as vidas de celebridades.

Outro momento histórico para marca ocorreu durante o verão de 2000. Foi decidido, depois de tantos anos, que os M&M’s Chocolate com Leite eram bons demais para serem chamados de “Simples” (expressão americana para designar o item) e toda a linha de embalagem passou por uma mudança de denominação: de Confeitos de Chocolate Simples para Chocolate com Leite. O anúncio foi feito pelo tagarela personagem vermelho, afirmando que era ele quem vinha a fazer toda a campanha por essa mudança já há um bom tempo. Além disso, neste ano ocorreu o relançamento do M&M’s MINI com novas embalagens (quatro opções de cores) que se encaixavam formando esculturas.

A cor lilás foi introduzida no ano de 2002 através de uma enorme votação que envolveu consumidores de 200 países. 

Em Junho de 2004, a marca ganhou ainda mais popularidade quando o piloto da SpaceShipOne, Mike Melvill, abriu um pacote dos famosos confeitos ao atingir a fronteira do espaço, mostrando a leveza do ar enquanto os pedaços coloridos de chocolate flutuavam na cabine.

Recentemente a famosa revista americana BusinessWeek compilou uma lista com os doces mais populares do mundo, e em primeiro lugar aparecem os confeitos de chocolates M&M’s. Uma prova da eficicácia do marketing da marca, que transformou M&M’s em uma vasta gama de produtos muito além dos confeitos.  

Os produtos da M&M’s são comercializados em mais de 100 países ao redor do mundo, transformando-se nos confeitos de chocolates mais populares e vendidos do planeta.

Cada saquinho tradicional de M&M’s, na versão chocolate ao leite, possui uma proporção de: 30% de confeitos marrons, 20% de vermelho, 20% de amarelo, 10% de azul, 10% de laranja e 10% de verde.

Agradecimentos a http://mundodasmarcas.blogspot.pt   

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– É graças ao Nazismo que temos a Fanta?

Vejam que interessante: se a Coca-Cola está intrinsecamente ligada à indústria americana, a Fanta, pasmem, à alemã!

Muito curioso, extraído de: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/invencao-fanta-nazismo.phtml

A INVENÇÃO DA FANTA PELO NAZISMO.

As condições de guerra levaram a um novo refrigerante na Alemanha — completamente diferente da versão atual

Em 1930, a Coca-Cola era a bebida não alcoólica mais popular da Alemanha. Nos primeiros anos do regime nazista, foram construída scerca de 50 fábricas do refrigerante. O país vendia cerca de 5 milhões de caixas por ano.
Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu em 1939, acabou a festa. Com a guerra no Atlântico, e o o xarope usado na produção da Coca-Cola, importado dos EUA, se tornou uma raridade. Com a entrada dos EUA na guerra em 1941, nada mais de Coca: os laços comerciais entre os dois países foram rompidos.
Incapazes de produzir a bebida, os alemães precisavam de algo que pudesse refrescar suas gargantas. Max Keith, chefe de operações de bebida da filial alemã, precisava encontrar uma solução. Keith utilizou os ingredientes existentes na Alemanha para criar uma alternativa. Misturou soro de leite e fibras de maçã — dois “restos dos restos” da indústria alimentícia, segundo ele mesmo lembrou — com açúcar e água carbonada. Só faltava o nome.
Foi uma escolha rápida. A reunião para decidirem como chamariam o produto começou por Keith falando a todos usarem de sua imaginação (fantasie em alemão). E ouviu, gritado, do vendedor Joe Knipp: “Fanta!”.

A bebida virou uma febre no país – chegando a ser utilizada inclusive em receitas de doces e bolos.

Keith apresentou a bebida para a filial da Coca-Cola na Holanda ocupada, que assim como a da Alemanha, estava impossibilitada de prosseguir com a produção. Diferentemente do refrigerante alemão baseado em maçã, a Fanta holandesa possuía o sabugueiro, uma fruto europeia, como a base do sabor.

Após o fim da guerra, a produção da Coca-Cola foi restabelecida na Alemanha e na Holanda. A Fanta foi aposentada, mas não esquecida. Por vontade do público, a bebida só voltaria às prateleiras em 1955, quando a Coca-Cola quis competir com o lançamento de vários refrigerantes sabor fruta da Pepsi. Só então, numa fábrica italiana, surgiu a Fanta sabor laranja, a que hoje é sinônimo de simplesmente Fanta.

Hoje, a Fanta é vendida em mais de 100 países com mais de 90 sabores.

Fanta Logo Meaning – History and Evolution | Turbologo

Imagem: The Coca-Cola Company

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.