Eu não seise confio na Inteligência Artificial doGupy… (quem usa o LinkedIn para a busca de empregos, sabe do que estou falando).
A plataforma me faz pensar que meu Curriculum Vitæ é péssimo e que existe uma insensibilidade absurda na contratação (ou melhor, na negação) de pessoas à procura de trabalho.
Ouço tantos relatos negativos de outros amigos… enfim, vamos tentando.
Divulgar um produto, fazer marketing, estar atento às novidades… tudo isso é importante. Igualmente, estar com sua empresa formalizadaé fundamental para trabalhar sem percalços.
É o que falamos aos nossos alunos hoje. Aulas preparadas com muito zêlo, para ajudá-los em seus pequenos empreendimentos!
Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nossa noite!
Meus grandes hobbies são: esportes, fotografia e jardinagem. Assim, enquanto me preparo para minhas atividades físicas diárias, aproveito para conciliar as outras duas paixões. Prova disso é esse click da roseira abaixo:
Em “O GLOBO”, o jornalista Lauro Jardim informa que o Botafogo apoiou Samir Xaud para presidente da CBF em troca de não receber uma pena de banimento do futebol de John Textor!
Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?
Jóé um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento. Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.
Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos(ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:
“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.
Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre Carvoeiro, a CBF escalou:
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO Quarto Árbitro:Gabriel Meira Bispo – SP Assessor: Clêiber Elias Leite – BA VAR: Diego Pombo Lopes – BA AVAR: Cleriston Clay Barretos Rios – SE AVAR2: Dyorgines Andrade – ES Observador de VAR: Newton dos Santos Barreira – SP Quality manager: Walter de Lima Coelho Jr – SP
Wilton é velho conhecido de todos e, em particular, para ele o jogo é importante pois está se preparando para o Mundial de Clubes da FIFA. Nesse momento, observadores FIFAs buscam assistir os jogos dos árbitros pré-selecionados para saberem como eles chegarão aos treinos para o torneio. E Sampaio, que não foi bem no Fluminense x Bragantino pelo Brasileirão nesse ano (é o mesmo trio daquela jornada), poderá mostrar melhor serviço.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Criciúma pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 22/05, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
O fenômeno da Internet, quando nasceu,era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web:as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicaçãopudessem comunicar entre si, indistintamente.
Porém, há aqueles que fazemo mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viuobrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:
“Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”
Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que,ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.
E se fôssemos mais tolerantes? Ou em caso de briga, independente se a pessoa está certa ou errada, procurasse a paz com o próximo?
Vejo pessoas que se recusam a conversarem a fim de acordos por conta da vaidade. Brigam, se maltratam e fazem perderem a razão em decorrência da falta de diálogo.
Já perceberam que os desacordos acontecem muitas vezes pela falta de perdão, por birra ou simplesmente por não cederem um pouco de cada lado?
Minha filha mostrou essa cartinha “do Lobo Mau à Chapeuzinho Vermelho“. E na inocência de uma fábula infantil vemos uma lição para acorreção do nosso ego…
No Estádio dos Aflitos (Náutico 1×2 SPFC), o árbitro Jonathan Benkenstein Pinheiro (de boas e razoáveis atuações) tentou imitar o Estilo Vuaden, e em muitos momentos errou na dose, deixando de marcar faltas reais e mais viris. Não foi a melhor leitura que deveria fazer, pelo campo escorregadio. Sorte que os jogadores colaboraram. Em um Palmeiras x Corinthians, teria dado muita confusão.
Entretanto, uma observação: Ferraresi cometeu bem na frente do quarto árbitro, próximo ao próprio árbitro e ao bandeira 1, um clássico carrinho frontal certeiro. É lance de “Escola de Árbitro”, o “be-a-bá do Cartão Vermelho”. Mas… aplicou o Amarelo, e só fez a correção depois do VAR ter chamado a atenção.
Teria sido um erro de interpretação? Talvez não. Tem sido frequente tais situações a jovens árbitros: aplica-se a pena mais leve, e aguarda-se o VAR para “re-apitar” o lance (afinal, é “melhor” do que mudar de Amarelo para Vermelho, ao invés de “desexpulsar” alguém). E justamente é isso que a FIFA pede para que não se faça no Protocolo do VAR: o uso dele como uma “muleta de apoio”.
Isso mostra: os árbitros não sabem apitar sem o VAR, e parecem “ter medo de assumir uma responsabilidade sozinhos”.
Jonathan Benkenstein, das partidas que assisti, fez bons trabalhos, mas vacilar nos cartões aguardando a conversa com o VAR e soltar as faltas além da conta o jogo, tem sido um defeito.
Entretanto, uma delas parece não ter funcionado: a que faculta somente ao capitão conversar com o árbitro. Relembre:
Regra 3, Os Jogadores: Estava em teste a orientação de que apenas o Capitão de cada equipe poderia conversar com o árbitro, de maneira respeitosa, e os demais jogadores que se manifestassem receberiam Cartão Amarelo. Na Europa isso foi visto em algumas ligas, e agora passa a ser facultativo por torneio: ou seja, se no Campeonato Brasileiro quiser se adotar tal regra, será permitido (há diretrizes para isso que serão redigidas em breve); porém, se não desejar,ficará como antes: ninguém pode contestar a autoridade do árbitro (embora observamos o quanto se tem de reclamação). Para essa mudança, creio que as diretrizes a serem divulgadas terão mecanismos para que evite o “rodízio de capitães”, uma burla que se têm feito para que diversos atletas possam reclamar.
Pois bem: Seneme colocou em caráter de teste no Brasileirão 2024 a opção da exclusividade do capitão, e em algumas rodadas isso funcionou. A nova comissão, dirigida por Rodrigo Cintra, optou por ela também, definitivamente. Mas os árbitros não estão cumprindo…
Repare: todo mundo conversa com o árbitro e ninguém toma cartão. No trágico jogo do Grêmio contra o CSA (os gaúchos foram prejudicados pelo erro da arbitragem), jogadores de ambas equipes saíram em corrida junto com o árbitro Matheus Candançan (que está sentindo o peso do escudo da FIFA) desde a grande área até o monitor, reclamando e o cercando, e ninguém foi advertido. Pode? E é da FIFA…
A verdade é: há regras que a gente não consegue aplicar, seja por comodidade, falta de coragem ou respaldo, infelizmente.
Existe no Brasil uma entidade chamada Comissão Nacional de Clubes de Futebol, formada por alguns nomes importantes como Júlio Casares do São Paulo FC e BAP do CR Flamengo. Ela, segundo a matéria de Igor Siqueira no UOL, sugerirá 3 ideias para a Comissão de Árbitros da CBF.
“1 – Que quando o árbitro de campo chegar à área de revisão, à beira do campo, o áudio dele com a cabine do VAR seja desligado. A ideia é que o árbitro central interprete o lance sem as sugestões do VAR no ouvido.
Esse cenário incomoda os clubes porque o VAR, no intuito de auxiliar, por vezes argumenta para convencer o árbitro central a respeito da interpretação sugerida.
2 – Que após lance de gol, o VAR tenha dois minutos para buscar irregularidades. E depois, se for encontrada alguma questão, o árbitro de campo tenha mas dois minutos para revisar, se necessário.
A ideia é que se alguma irregularidade não for achada em dois minutos, significa que ela não é clara/escandalosa o suficiente para justificar a intervenção do VAR e eventual anulação.
3 – Que eventuais irregularidades na fase de ataque de um lance de gol (se houve uma falta antes, por exemplo) só sejam consideradas se acontecerem de 25 segundos antes da bola na rede em diante.
O diálogo na comissão de clubes é também para ver como o chefe dos árbitros enxerga esses temas e se é possível aplicar as sugestões diante do protocolo atual do VAR.”
O problema é: não se pode mudar a Regra do Jogo e nem o Protocolo do VAR, pois são universais. Por mais que se faça uma pressão, não pode o mundo “jogar com as regras X” e o nosso país com as “regras Y”. O que se deve fazer é que funcione bem o que já existe, e levar à International Board tais ideias, considerando-as boas.
Há uma observação: a CA-CBF vai receber todo mundo, pois com a queda de Ednaldo, ela se torna automaticamente frágil, já que Reinaldo Carneiro Bastos é quem catapulta Rodrigo Martins Cintra e Luiz Flávio de Oliveira à chefia dos árbitros. Fernando Sarney, Samir Xuad e toda gente que está assumindo, pertencem ao outro grupo político. E quando um clube pedir a troca do comando dos juízes, não será demorada a providência.