Que pecado o Paulista não ter sido Campeão Estadual há exatos 22 anos!
Naquele ano atípico (que o Corinthians quase caiu para a A2), a final foi entre Paulista (de Zetti como treinador) contra o São Caetano (do Muricy Ramalho). Quem não se lembra da confusão que fez o jogo ir para Araras, na semifinal contra o Palmeiras?
Aquele time, sem dúvida, foi o embrião da equipe que venceu a Copa do Brasil. O Galo deu azar porque o São Caetano era muito bom!
A foto da Gazeta Express, no jogo 1: (SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES -Torcida Paulista durante jogo do Paulista x São Caetano – Estádio Pacaembu – São Paulo-SP- Brasil -Foto: Djalma Vassão/ Gazeta Press – 11/04/2004).
SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES – Torcida Paulista durante jogo do Paulista x Sao Caetano – Estadio Pacaembu – Sao Paulo – SP – Brasil – Foto: Djalma Vassao / Gazeta Press 11/04/2004
Muita gente credita liderança ao fato de se ter autoridade, mera e simplesmente.
É assim que funciona?
Se você tem um cargo de chefia, a autoridade é indiscutível. O aceite dela é outra história! Fazer com que seus colaboradores assumam a responsabilidade por uma causa ou pelo pacífico prazer da compra de ideias, passa por algo chamado “influência”.
Nada de caras sisudas ou frases de efeito: ter carisma te leva ao patamar de influenciador, facilitando o exercício da liderança.
– Ressurgiu Cristo, o Senhor, que criou tudo; ele teve compaixão da humanidade.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
-Glória a vós, Senhor.
16 Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar. Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles. 18 Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19 Os discípulos tinham remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo. 20 Mas Jesus disse: “Sou eu. Não tenhais medo”. 21 Quiseram, então, recolher Jesus na barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
I CIBBI SALVA PRÓSTATA – alla ricerca del licopene Il ruolo degli antiossidanti è sempre più importante nella prevenzione di malattie, anche importanti. Quelli contenuti in …
Do ano passado, mas atualíssima: em audiência geral, o Papa Leão XIV falou que, acima do otimismo, precisamos de esperança.
Disse o Pontífice:
“Esse desejo profundo do nosso coração pode encontrar sua resposta final não em cargos, nem no poder, nem nas posses, mas na certeza de que há Alguém que garante esse impulso constitutivo da nossa humanidade; na certeza de que essa expectativa não será desiludida nem frustrada. Essa certeza coincide com a esperança. Isso não significa pensar com otimismo: o otimismo muitas vezes nos decepciona, quando vemos nossas expectativas ruírem, enquanto a esperança promete e cumpre.”
Em suma: o otimismo pode desapontar; mas a esperança, nunca. Assim, sejamos otimistas, com perspectiva realista, sem nunca perder a esperança, pois ela nos sustenta.
Temos um sério problema em nosso país: etarismo e envelhecimento populacional.
Um excepcional texto de Willians Fiori, em seu LinkedIn, aborda o Mercado de Trabalho para as pessoas mais velhas. Vale a leitura, abaixo:
O FUTURO DO TRABALHO EM CABELO BRANCO – e o RH não percebeu…
Vamos fazer um exercício simples: linha do tempo. Nada de futurologia, só um passeio pelos últimos 50 anos.
1975 — A idade média do trabalhador brasileiro era de 33 anos. A idade mediana da população? 18,2 anos. Jovens por todos os lados, força de trabalho abundante e empresas moldadas para absorver essa juventude em massa. A ideia de aposentadoria aos 50 e poucos era quase celebrada com bolo e guaraná.
2000 — A idade média dos trabalhadores sobe para 34. A população envelhece devagar, mas o mercado ainda finge que está tudo igual. O jovem continua sendo o perfil idealizado nas campanhas de recrutamento. Os +50? Invisíveis.
2023 — O grupo com maior número de trabalhadores é o de 35 a 44 anos. A idade média do trabalhador gira em torno de 40 anos. A idade mediana da população brasileira já chegou aos 34,4 anos. Ou seja: o Brasil amadureceu, mas o RH continua preso a um modelo mental de 1980.
2025 — Projeções apontam que a idade média da força de trabalho ultrapassará os 40 anos. A idade mediana da população será de 34,8. E o que vemos? Processos seletivos pedindo “perfil jovem”, “dinâmico” e “fluente em inglês” para salários que mal pagam o aluguel.
Enquanto isso, quatro gerações coexistem nas empresas:
A geração silenciosa, que ainda resiste em alguns cargos técnicos.
Os boomers, com suas décadas de experiência.
Os X e millennials, equilibrando inovação e gestão.
E a geração Z, chegando com propósito, ansiedade e muita conexão digital.
E o RH? Ignora essa pluralidade e continua focando em programas para “atrair talentos jovens”, como se o único futuro possível estivesse nos recém-formados. Só que a conta não fecha. A demografia não mente. A taxa de natalidade caiu, a expectativa de vida subiu, e a base da pirâmide está encolhendo. Muito em breve, o Brasil não terá jovens suficientes para preencher todas as vagas abertas.
E aí? Vai continuar esperando um milagre demográfico? Ou vai olhar para os talentos experientes que já estão aí, cheios de energia, bagagem e vontade de contribuir?
A longevidade não é um problema. O problema é a miopia cognitiva de quem recruta, lidera e decide.
Em tempos de escassez de juventude, a experiência será o novo ouro. Mas só vai encontrar esse tesouro quem souber procurar com novos olhos.
Imagem extraída da publicação do autor em seu LinkedIn.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.