Corinthians x Ponte Pretafoi o jogo de quem tinha Transfer Ben versus quem tem restrições. Dos salários atrasados, das contas enroladas e tudo mais.
A Macaca jogou com um time de garotos por conta dos seus problemas financeiros.E, lembrando, se existisse “transfer ban” por dívidas domésticas, o Timão também estaria com problemas (o Cuiabá, que tem a receber, que o diga).
A pergunta é: vai vingar o Fair Play Financeiro Nacional? E haverá punição de verdade?
Se for a “ferro-e-fogo”, sobrarão poucos times… mas eles gostam de gastar (e gastam mal).
– Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o Reino de Deus está chegando!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
– Glória a vós, Senhor.
14 Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15 “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” 16 E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17 Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. 18 E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19 Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20 e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Por várias vezes, falamos sobre as principais ligas de futebol do mundo proibirem jogos em gramados sintéticos (devido a lesões, em especial). A Seleção Brasileira (e as principais do mundo) não jogam em tal piso. Craques abdicam de jogar nele. Os EUA, “os pais” de estádios de soccer com essa opção, não terão nenhuma arena que não seja com gramado natural em 2026.
Aqui no Brasil, vários clubes usam o gramado sintético, com o argumento de economia. Pois bem: em Itaquaquecetuba, uma das sedes da Copa São Paulo de Futebol Jr 2026, na partida disputada no Estádio Ildeu Silvestre do Carmo, jogaram Novorizontino vs Juventude Samas(domingo, 13h), por 8 (OITO) vezes, segundo a súmula do árbitro, a partida foi paralisada pelo fato do gramado superaquecer, prejudicando os jogadores (nesse piso, usa-se chuteira sem travas altas, e o calor sobe aos pés).
A justificativa do Itaquá, que administra o local?
É a do Brasil ser um país de clima tropical!
O clube alega que precisa de gramado sintético, pois se fosse natural não seria possível se jogar o Sub 11, 13, 15, 17, 20 (e, em breve, o profissional), porque ali se treina e se joga, e seria inviável economicamente outra opção.
Abaixo, o comunicado do clube:
O Itaquá Athletico Clube vem, por meio desta, esclarecer e contextualizar informações veiculadas em matérias publicadas, especialmente no que diz respeito às altas temperaturas e ao uso de gramados sintéticos.
Primeiramente, é importante pontuar que o Itaquá Athletico, em nenhum momento, desconsidera o fato de o Brasil ser um país tipicamente tropical, sujeito a períodos de temperaturas elevadas, como os registrados nos últimos meses. Essas condições climáticas aumentam naturalmente o grau de dificuldade das partidas, tanto em gramados sintéticos quanto em gramados naturais.
É reconhecido que o gramado sintético possui maior absorção de calor, porém o clube faz uma análise responsável e estrutural do seu uso. Atualmente, o Itaquá Athletico conta com categorias do Sub-11 ao Sub-20 e, a partir do próximo ano, contará também com o Sub-23 profissional, totalizando sete categorias utilizando o estádio e o gramado de forma contínua.
Caso o gramado fosse natural, a manutenção seria significativamente maior, o que acarretaria períodos mais longos de interdição para recuperação do campo, impactando diretamente o calendário de treinos e jogos. A opção pelo gramado sintético se dá pela durabilidade, regularidade e viabilidade diante do alto número de atividades esportivas realizadas no local.
Mesmo diante das condições climáticas, o Itaquá Athletico Clube informa que passará a adotar também medidas de irrigação do gramado sintético, especialmente em dias de altas temperaturas, com o objetivo de reduzir a temperatura da superfície e proporcionar melhores condições de jogo e maior segurança aos atletas.
Durante a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026, o clube tem adotado protocolos rigorosos de prevenção, entre eles:
• Hidratação constante antes, durante e após as partidas;
• Pausas estratégicas e acompanhamento contínuo dos atletas;
• Cuidados com troca de chuteiras e conforto térmico;
• Monitoramento físico individualizado.
A questão climática foge ao controle dos clubes. Ainda assim, o Itaquá Athletico tem buscado minimizar seus impactos por meio de planejamento, prevenção e responsabilidade profissional.
Vale destacar que o uso de gramados sintéticos já é uma realidade consolidada no futebol brasileiro. Clubes como Palmeiras, Botafogo, Athletico Paranaense, Chapecoense, Atlético Mineiro, entre outros, utilizam esse tipo de gramado em competições oficiais, justamente pela durabilidade e pela necessidade de suportar calendários intensos de jogos. Cada instituição adota seus próprios protocolos de prevenção e cuidado com seus atletas.
No caso do Itaquá Athletico, mesmo em duas partidas realizadas às 13h, os atletas não sofreram impactos severos relacionados ao calor excessivo. Isso se deve ao trabalho preventivo conduzido pelo preparador físico Rodrigo Larson, que antecipou a preparação, realizando treinos nos mesmos horários das partidas, adaptando os atletas às condições reais de jogo.
Por fim, o Itaquá Athletico Clube reafirma seu compromisso absoluto com a integridade física e o bem-estar de seus atletas, assegurando que continuará adotando todas as medidas necessárias para oferecer um ambiente seguro, responsável e profissional para o desenvolvimento esportivo.
Jogo tranquilo apitado por João Vitor Gobbi. Sem lances polêmicos na partida do Norusca vs Massa Bruta, com apenas um cartão não aplicado. O erro foi por duas vezes do bandeira 2 Alexandre Nascimento da Silva, em impedimentos inexistentes (leia abaixo esses relatos).
Destaque negativo: o VAR, que quase não apareceu, mas que na validação do gol de John John, demorou horrores para analisar.
Segue o lance-a-lance:
5m: Red Bull Bragantino reclama de pênalti de um carrinho exclusivamente na bola, acertou o árbitro.
7m: Bola sobra para Mosquera, e o impedimento é sancionado. Errou o bandeira, pois houve uma disputa d ebola do zagueiro que a desviou para o atacante, e esse detalhe tira o impedimento.
Aos 19m, de novo o bandeira Alexandre Nascimento da Silva errou. Jhon Jhon estava em condição legal (bem legal) e ele marcou impedimento.
28m: Gabriel sai para atendimento médico e o árbitro autoriza ele voltar em cima do lance do Noroeste (e o jogador rouba a bola). Errou o timing, faltou experiência.
38m: Nova falta de Tauµa, agora mais forte, merecendo o Cartão Amarelo. Árbitro preferiu conversar, errou.
52m: Cartão Amarelo a Peixoto, com correção.
53m: Cartão Amarelo para Carlão, por abrir o braço de maneira temerária e atingir Alix. Por muito pouco, quase virou um Cartão Vermelho por agressão.
61m: Cartão Amarelo para Gustavo Marques.
64m: Cartão Amarelo para o treinador Guilherme Alves.
75m: Cartão Amarelo para Maycon, por agarrar Vinicinho.
Fábio Capello está bravo com a arbitragem na Europa. Lá, onde o VAR é muito menos intervencionista do que no Brasil, as críticas são contra a falta de critério. E sugere uma ideia: que se coloque ex-jogadores junto à cabine do VAR!
Disse ele:
“Os árbitros são uma máfia. Eles não querem usar ex-jogadores no VAR, jogadores que conhecem os meandros do futebol, os movimentos que um atleta faz para parar, para se defender… e muitas vezes tomam decisões incorretas porque não jogaram e não conhecem esses movimentos (…) Um jogador é tocado no rosto, cai no chão e eles apitam. Mas por que apitar? Se eu tenho um 1,90 m e o outro 1,75, quando eu me movimento, o meu braço vai estar na altura do rosto dele (adversário). Então por que apitar? Essa história toda me deixa louco, completamente louco. (…) Coloque alguém lá que possa dizer ao árbitro: ‘bem, eu não acho que seja pênalti, ou talvez eu ache’. Com a Uefa, analisamos 20 situações em que pênaltis foram marcados, revisados por ex-jogadores e treinadores. Nessa análise, seis delas eram pênalti e 14 não”.
O que você acha da ideia de ex-jogadores junto aos árbitros? Deixe o seu comentário: