👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
CONHEÇA OS 10 FILHOS DE MAURÍCIO DE SOUSA QUE SÃO PERSONAGENS DOS QUADRINHOS
Só há uma ‘dona da rua’, mas Mauricio não deixou nenhum dos seus filhos com ciúme e todos entraram para a Turma da Mônica
Por gshow — Rio de Janeiro
Filhos de Mauricio de Sousa viraram personagens da Turma da Mônica — Foto: Reprodução/Instagram
Mônica fez 60 anos na última semana! Ah… mas foi um aniversário de existência, porque a moradora mais famosa da Rua do Limoeiro seguirá com 7 anos de idade para sempre. Ela teve sua criação inspirada em Mônica Sousa, filha de Maurício. Mas a turma toda tem mais da família do desenhista do que se imagina.
Mônica está longe de ser a única filha de Maurício que inspirou alguma figura da turminha. Na verdade, todos os dez filhos ganharam homenagens nas páginas dos gibis. Relembramos quem são os personagens “reais” da Rua do Limoeiro. Vem ver!
Mônica
Mônica da vida real inspirou protagonista do quadrinho — Foto: Reprodução/Instagram
A personalidade forte da dentuchinha marrenta líder da turma é herança de Mônica Sousa, diretora executiva da Maurício de Sousa Produções, e também a pessoa que inspirou a personagem. Mônica foi criada em 1963, e realmente tinha um coelhinho azul, que inspirou o inseparável boneco Sansão.
Magali
Magali é inspirada em filha de Maurício de Sousa — Foto: Reprodução/Instagram
Também em 1963 foi criada a Magali, a melhor amiga de Mônica e inspirada em Magali Spada. Ela também é filha de Maurício e teve a paixão por melancia baseada em fatos.
Marina
As Marinas do quadrinho e da vida real amam desenhar — Foto: Reprodução/Instagram
Marina chegou na turminha em 1994, como uma homenagem a Marina Takeda, também filha de Maurício. Nos gibis, a personagem adora desenhar, assim como a Marina da vida real. Hoje ela é diretora de conteúdo editorial na na Maurício de Sousa Produções.
Mais filhos inspiraram personagens
Além das protagonistas, Maurício também criou mais personagens inspirados em outros filhos. Desta vez figuras que apareciam com menos frequência.
O Do Contra, conhecido por adorar fazer coisas diferentes do modo comum, foi homenagem ao filho Maurício Takeda. Já Mariângela inspirou Maria Cebolinha, a irmã mais nova do melhor amigo do Cascão.
Nimbus, o irmão de Do Contra, foi inspirado no filho Mauro. Outros filhos também apareceram na Turma da Mônica Jovem, como as gêmeas idênticas Vanda e Valéria, homenageadas com personagens do mesmo nome.
Personagem recente, Professor Spada se transforma e Doutor Spam em uma espécie de ‘O Médico e o Monstro’. Ele é uma homenagem ao outro filho chamado Maurício, que faleceu em 2016. Por fim, o caçula da Família, Marcelo, foi a fonte de inspiração para Marcelinho, que adora jogar bola no gibi.
Caracoles! Mazinho (pai de Thiago Alcântara e Rafinha) já é “um senhor” de 57 anos. Me recordo muito bem quando ele saiu do Vasco e foi para a Fiorentina na Itália, e posteriormente repatriado pela Parmalat para jogar no Palmeiras.
À época, dizia-se que os italianos que co-geriam o Verdão estavam inflacionando o futebol brasileiro, pois ninguém poderia competir com os salários da Europa.
Eram outros tempos, mas a questão econômica, sejamos honestos, tornou-se um absurdo para os dois continentes, distanciando-os economicamentee tecnicamente.
Independente disso: “Feliz Aniversário, Mazinho (Iomar do Nascimento)”.
Ops: E o Parreira tentou ao máximo deixar o Raí de titular na Copa de 94, mas aí veio o Mazinho para se entrosar com o Zinho.
Não é a pura verdade? Investir nos filhos se resumea amar. E amar é capacitá-los para a vida. Para quem pode, estar ao lado dos filhos é pura Graça de Deus.
Charge extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
A mensagem publicada pelo Padre Joãozinho dias atrás é verdadeira: há tantas pessoas maldosas, que se entregaram ao Inimigo de Deus e que querem horrorizar e perverter a humanidade…
Como o Mengão ganhou o 1º jogo por 2×0, será campeão com a contagem mínima contrária. Mas, com as críticas que têm sido feitas ao treinador VP, ainda assim se dividira a festa do título com reclamações?
A pergunta acima é do gerenciador do blog, que surge automaticamente como sugestão (diariamente).
A de hoje foi essa acima, e a resposta veio naturalmente: qualquer trabalho que seja voluntário e solidário, tentando ajudar a sociedade a ser um mundo melhor.
Mas não podemos esconder uma verdade, para que não nos façamos de hipócritas: falta TEMPO e, por mais incrível que possa ser, OPORTUNIDADE.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Falar é uma necessidade do ser humano. “Saber falar” é uma virtude de poucos!
A palavra das pessoas tem poder: pode construir ou destruir, trazer a paz ou a discórdia.
Muitas vezes, se entende que a língua é uma arma, e sendo assim, pode até matar. Não concordo, pois tal ditado generaliza o mau uso. Ela (a língua / a palavra / a comunicação) pode restaurar ânimos e motivar desenganados!
A imagem deste peixe com o anzol (retratada na postagem abaixo) tem um “fundinho de verdade” quando se faz a analogia com o cotidiano. Mas insisto: não pode ser generalista!
Comunicar-se e fazer bem o uso da expressão são coisas fundamentais. Há de se falar tudo com boa clareza e intuito reto.
Depois de um dia repleto de atividades, começando nesse final de tarde a PIOR das tarefas: preparar a documentação / comprovantes / informes do Imposto de Renda…
O brilhante jornalista Jamil Chade esteve visitando a China, e observou um número incrível de câmeras nas ruas.
É sabido que em países governados sem democracia, as autoridades desejam controlar ao máximo a vida do cidadão. Seria esse um dos elementos de controle?
CARTA A XI JINGPING: PARA QUE VOCÊS QUEREM SABER ONDE ESTAMOS O TEMPO TODO?
Senhor presidente Xi Jingping,
Percorri seu país nesta semana e não tive como não me surpreender pela explosão de desenvolvimento e riqueza de uma nação que já deixou claro que quer ser protagonista do século 21. O mundo precisa de outros polos de poder, de referências e de filosofias de vida.
Vocês acabam de se abrir ao mundo, depois de muito tempo, e posso dizer do privilégio que tive como jornalista de ter feito parte da primeira leva de estrangeiros voltando a circular pelo país.
A gentileza dos chineses é ímpar. No interior, depois de um bom tempo tentando dizer que eu queria arroz com legumes, a dona do restaurante local veio me dar uma bronca porque eu não estava comendo bem. Como me recusei a aceitar o banquete que me oferecia, ela decidiu que não cobraria um centavo sequer pelo meu frugal jantar.
Mas não houve como escapar da estranha sensação de ser observado o tempo todo. As câmeras estão em todos os lados. Nos faróis, nas estações de trem, nos centros comerciais, nas ruas, nos estacionamentos, nas entradas de restaurantes, nas lojas, nos hotéis.
Essas, claro, as que vemos.
Andando por Pequim outro dia, notei como num só poste quatro câmeras foram colocadas. Confesso que pensei: Estão todas funcionando? Quem está do outro lado? Para que servem exatamente?
Li que existem mais de 700 milhões de câmeras espalhadas pelo mundo. 54% estariam na China.
Os mais otimistas garantem: isso faz com que a segurança seja plena. Será? Contra quem?
Em outra cidade, justamente quando fui cruzar a rua e me deparei com mais uma câmera, me veio à mente a frase:
“Ele é visto. Mas não vê. Ele é o objeto de informação. Nunca um sujeito na comunicação”.
Ao tratar da origem da cadeia, da situação do detento e da ideia do panóptico, o filósofo Michel Foucault antecipou o debate sobre a sociedade moderna do monitoramento e vigilância.
O conceito do panóptico havia sido desenvolvido no século 18 por Jeremy Bentham, e ampliado por Foucault ao tentar entender a disciplina. Tratava-se de um edifício redondo, com uma torre no centro e celas ao redor. Em cada uma delas, o prisioneiro era constantemente vigiado pela torre central, sem jamais saber quando haveria alguém olhando para ele.
Em 2023, o panóptico se transferiu para as ruas chinesas. Não existe uma torre. No seu lugar, um impressionante sistema de monitoramento de massa. Todos estão sendo vigiados e sem saber quando os olhos da torre estarão direcionados a eles.
As câmeras são apenas parte do sistema de vigilância de Estado, estabelecidos por vocês. Vi como todos são escaneados ao comprar uma passagem de trem. Como são escaneados para entrar no trem. São escaneados para sair da estação. Isso, claro, sem contar com o monitoramento dos celulares, por onde a vida cotidiana passa, assim como os pagamentos e localização.
Vocês sabem onde estamos o tempo todo? Para que? O arquivo sobre 1,4 bilhão de pessoas ficará com quem? As informações coletadas sobre mim serão destruídas?
Eu não tenho nada a dever. Mas o fato de eu ter vindo ao seu país justifica que eu tenha transferido minhas informações a vocês?
Eu e o senhor sabemos que, até hoje, aquelas imagens simbólicas da fila de tanques desafiados por um homem na Praça de Tiananmen são proibidas na China. Trinta anos depois elas continuam sendo uma ameaça?
Percorrendo as ruas, as marcas de luxo como Ferrari, Cartier, Tiffany e Steinway estampadas pelas vitrines transparentes dão a sensação de liberdade. O fim da fome e a erradicação da pobreza extrema também. Sem dúvida, duas grandes conquistas.
Mas insisto na pergunta: estaríamos diante de um panóptico chinês?
Só imbecis defendem a violência. E eles foram soltar fogos no hotel em que estavam hospedados os jogadores do São Paulo, a fim de perturbar o sono dos atletas, para atrapalhar o confronto seguinte (como se isso funcionasse…). Mas foram num hotel errado!
Outro erro: viram o ônibus do SPFC chegar e apedrejaram! Mas era o ônibus… do próprio Tigre!
Um dos atletas dentro do veículo enviou a seguinte mensagem a um dos líderes da Organizada do Tigre:
“Acalmem-se, somos nós”.
Não tem que apedrejar ou encher a paciência de ninguém. E os imbecis mostraram-se duplamente tolos!
Trabalho revela quando habilidades como a memória e a rapidez de raciocínio alcançam seu auge ao longo da vida
Por Cilene Pereira
Uma investigação realizada por cientistas do Massachusetts Institute of Technology deixa claro que não há uma idade única na qual a inteligência se manifeste em sua plenitude. Ao longo da vida, as diferentes capacidades cognitivas que a compõem se apresentam com maior ou menor intensidade, segundo a faixa etária. “Em qualquer idade, você está indo melhor em algumas habilidades, pior em outras e está experimentando o pico em determinadas capacidades”, disse o pesquisador Joshua Hartshorne, um dos coordenadores do trabalho.
As conclusões são resultado de um estudo extenso que se baseou em dois bancos de dados: um formado a partir da comparação do desempenho de mais de três milhões de pessoas em jogos eletrônicos formatados pelos cientistas e, outro, composto pela análise mais detalhada de um grupo de 50 mil pessoas submetidas a testes de aferição de habilidades específicas. Entre os achados, estão o de que o auge da memória de curto prazo – usada para registrar informações que serão usadas imediatamente a seguir – se dá entre os 25 e 30 anos, enquanto a sensibilidade de perceber as emoções alheias está mais aguçada entre os 40 e 50 anos.
Um dos desafios agora é entender os mecanismos que explicam essas diferenças. Acredita-se que por trás delas estejam mudanças genéticas e transformações na estrutura cerebral ocorridas com o passar do tempo. Na opinião da pesquisadora Laura Germine, co-autora do trabalho, uma das principais lições do trabalho é a de que focar a atenção em apenas um aspecto do funcionamento cognitivo – memória ou raciocínio, por exemplo – é um erro. “Você perde o quadro todo”, disse à ISTOÉ. “Mesmo que não nos consideremos tão rápidos em alguma coisa como éramos aos 18 anos, outras funções podem estar mais afiadas. As pessoas devem pensar menos no envelhecimento cerebral e mais no modo como nosso cérebro e a forma como experimentamos o mundo mudam. Não para pior, apenas de maneira diferente.”