– Ufa!

Dia 118 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Cansei, trabalhei bastante e dei muita atenção às filhas. Isso valeu!

Até amanhã.

– O Futuro de uma Criança da Coréia do Sul versus a de uma Criança Brasileira

Uma crônica recente e interessante que li me trouxe a perplexidade sobre como alguns governos conseguem vencer as dificuldades do seu povo e outros têm uma imensa capacidade de não resolvê-los.

O texto é do economista Ricardo Amorim (extraído de: http://is.gd/lQH8Ih) e mostra a desigualdade e nuances diversas de duas crianças crescendo nos anos 70. E o cerne é: a diferença do desenvolvimento sulcoreano em relação ao do Brasil.

Muito bom, abaixo:

JOÃO E KIM

“Em 1960, a renda per capita na Coreia era metade da brasileira. Em 1970, eram parecidas. Hoje, na Coreia, ela é três vezes maior do que a nossa.

João e Kim nasceram em 21 de junho de 1970, dia em que o Brasil ganhou a Copa do México. Os pais de Kim eram professores; os de João também. Kim sempre estudou em escola pública; João também. Kim ama futebol; João adora. Kim é da classe média de seu país; João também. Os pais de Kim já se aposentaram; os de João também. Kim e João trabalham na mesma empresa, uma multinacional líder mundial em tecnologia. Kim é engenheiro e ganha R$ 7.100,00 por mês. João não chegou a terminar o ensino médio, ganha R$ 1.900,00 por mês. Kim trabalha na sede da multinacional e é chefe do chefe de João, que trabalha aqui no Brasil.

Onde os caminhos de Kim e João se separaram? 
A cegonha deixou Kim na Coreia do Sul, João no Brasil. Em 1960, a renda per capita na Coreia era metade da brasileira. Em 1970, eram parecidas. Hoje, na Coreia, ela é três vezes maior do que a nossa.

Como as vidas de centenas de milhões de Kims e Joãos tomaram destinos tão diferentes em poucas décadas? Educação, educação e educação.

O país dos Kims investiu no ensino público básico, de qualidade e acessível a todos. O governo coreano gasta quase seis vezes mais do que o brasileiro por aluno do ensino médio. Na Coreia, um professor de ensino médio ganha o dobro da renda média local; no Brasil, menos do que a renda média. Com isso, os Kims estão sempre entre os primeiros lugares nos exames internacionais de estudantes de ensino fundamental e médio – muitas vezes, em primeiro lugar. Os Joãos, melhor nem falar.

Só após garantirem uma boa formação básica e bom ensino técnico, os coreanos investiram em ensino universitário. Ainda assim, a Coreia tem três universidades entre as 70 melhores do mundo. O Brasil não tem nenhuma entre as 150 primeiras. Hoje, a Coreia do Sul é, em todo o mundo, o país com maior percentual de jovens que chegam à universidade – mais de 70%, contra 13% no Brasil. De quebra, o país dos Kims forma oito vezes mais engenheiros do que nós em relação ao tamanho da população de cada um. Tudo isso com um detalhe: a Coreia gasta menos com cada universitário do que o Brasil, mas forma quatro vezes mais Ph.Ds. per capita do que nós.

Para cada won gasto com a aposentadoria do pai de Kim, o governo coreano gasta 1,2 won com a escola do seu filho. No Brasil, para cada real gasto pelo governo com a aposentadoria do pai de João, ele gasta apenas R$ 0,10 com a escola do Joãozinho.

No ano que vem, os pais de Kim virão para a Copa do Mundo no Brasil. A mãe de João já tinha falecido, mas seu pai quis muito ir à Copa da Coreia e do Japão em 2002, mas não tinha dinheiro para isso. Há um ano, ele está fazendo uma poupancinha e ainda está esperançoso em ser sorteado para um dos ingressos com desconto para idosos para ver um jogo da Copa de 2014, nem que seja Coreia do Sul x Argélia. Como os ingressos com descontos são poucos e concorridos, as chances de seu João são baixas. Se conseguir, quem sabe ele não se senta ao lado do sr. e da sra. Kim. Pena que seu João não teve a chance de estudar inglês. Eles poderiam conversar sobre os filhos…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– São Paulo x Universidade Católica terá árbitro “abaixo” da importância do jogo.

Hoje abordamos as queixas do São Paulo contra a arbitragem no Chile. E ressaltei: se a Conmebol escalar um árbitro venezuelano ou boliviano no Morumbi, é porque as queixas foram aceitas.

Nesses bastidores de pressão, escalou-se Alexis Herrera, da Venezuela, para o jogo de volta (detesto utilizar o termo “compensação”, pois toda a arbitragem deveria ser indiscutivelmente competente e honesta). A sinalização foi: “vocês realmente tiveram uma arbitragem ruim, agora escalamos um árbitro de ‘segundo escalão’ na sua casa para ‘agradar'”.

Em tese, é árbitro que sente pressão de camisa pesada (pelo seu histórico). E para ser mais específico: lembremos da péssima atuação dele em Colo-Colo x River Plate (item 2 do post em: https://professorrafaelporcari.com/2022/04/28/perguntas-para-a-conmebol-responder/).

Andrés Matonte, uruguaio, apitará Boca x Corinthians. Esse é um árbitro no qual a Conmebol aposta altíssimo, sendo juiz para, no mínimo, “3 copas” segundo alguns. Estará no Catar e tem apenas 34 anos. Mas dele falaremos em outra postagem nos próximos dias.

Conmebol aplica multa ao Barcelona-EQU por gritos racistas em jogo contra o  Flamengo na Libertadores - Lei em Campo

Imagem extraída de: https://leiemcampo.com.br/conmebol-aplica-multa-ao-barcelona-equ-por-gritos-racistas-em-jogo-contra-o-flamengo-na-libertadores/

– Atitudes de gestores que destroem a empresa.

Gostei desse compilado de atitudes: algumas coisas que, no mundo corporativo, destroem a empresa por culpa dos seus gestores. Abaixo:

Conhece mais alguma?

– E se o Santos estivesse na liderança do campeonato?

Primeiro, foram Nathan e Lucas Pires flagrados em uma balada na madrugada com belas mulheres (com o time capengando no campeonato). Agora, Soteldo que se rebelou.

Se o Santos FC estivesse vencendo, esses casos de indisciplina teriam acontecido?

Ou ainda: essas coisas teriam “vazado” se o Peixe fosse líder do Brasileirão e estivesse classificado para a segunda fase da Copa Sul-americana?

A verdade é: não sabemos nada do que acontece de verdade nos bastidores...

O atacante Soteldo, do Santos, em partida contra a LDU na Vila Belmiro - Marcello Zambrana/AGIF

Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

– A Educação abre portas!

Estive pelo Sebrae / IBS Américas no Centro Comunitário Mara Siaulys, um espaço mantido pelo Unique Garden Hotel & Spa, falando sobre Marketing.

Que espaço sensacional, transbordando cultura, conhecimento e… muita paz!

É com a Educação que ajudaremos o Brasil.

#education

– Sampaoli desempregado.

Jorge Sampaoli é um excepcional treinador, mas de difícil relacionamento…

Eis que já está fora do Olympique de Marseille. Se El Turco ou Dorival bobearem em Atlético e Flamengo…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Penapolense.

Douglas Marques das Flores, da CBF, apitará Paulista x Penapolense. Para mim, uma escala mal feita da FPF, e explico:

  • Não incentiva a renovação de árbitros; os que foram bem na 1a fase, estão fora.
  • É desmotivador para quem desce da 1a divisão do Brasileirão, apitar a 4a estadual. Vem com má vontade.
  • O histórico de jogos que Douglas não foi bem em Jayme Cintra, pesa contra.

Comentei a última partida que Douglas apitou pelo Brasileirão, que foi Santos 2×2 Red Bull Bragantino. Nela, “travou o jogo” com faltinhas (parecia que não queria jogo) e economizou nos acréscimos. Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/18/analise-da-arbitragem-de-santos-2×2-red-bull-bragantino/

Conselho para Roberval Davino: oriente aos seus jogadores para não se enervarem com o árbitro e buscarem apenas se concentrarem na partida, pois o árbitro adora “palestrar” em campo e isso acabará tirando tempo de jogo do Galo.

Sobre as características do árbitro, vale o que eu escrevi na análise pré-jogo da partida citada, como alguns links de outras partidas que ele apitou do Paulista. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/16/analise-pre-jogo-da-arbitragem-de-santos-fc-x-red-bull-bragantino-rodada-12-do-brasileirao-da-serie-a/

Até esse momento (10h de sexta-feira, menos de 24h do jogo, a FPF não divulgou oficialmente a escala da arbitragem com bandeiras e demais membros).

Torcerei para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Paulista x Penapolense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A desistência de Datena.

E o jornalista José Luiz Datena desistiu da candidatura ao Senado… “surpresa zero“.

Penso que foi como Luciano Huck: com boas intenções, mas consciente que um provável fim da carreira artística para gerenciar um “abacaxi” chamado Brasil não valeria a pena para ele.

Cá entre nós: Datena vai continuar ganhando muito dinheiro fazendo o que gosta, e vida que segue.

José Luiz Datena

Imagem extraída de: https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/dessa-vez-e-para-valer-diz-datena-sobre-disputar-eleicoes/

– Entardecendo…

Entardecendo em Atibaia! Olhe só que sol grandão temos para hoje…

Que vontade de estar em casa com minhas garotas! Já, já, as abraçarei e as “encherei” de beijos.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Tempo de Deus ou tempo dos homens

Muitas vezes rezamos, pedimos e não entendemos a “recusa de Deus”. Mas precisamos estar consciente: Ele sabe o que é melhor para nós!

Além disso, vale ressaltar: a “demora” para uma Graça se deve ao tempo de Deus, atemporal, diferente do nosso, imediatista. A “suposta recusa” sempre será para o nosso bem, preparando-nos para algo melhor ou no tempo certo.

Uma verdade retratada na imagem: “Deus não se atrasa, a gente é que não sabe esperar…”

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Na Cantareira.

Hora de desligar o celular e trabalhar. Já enxergo a Serra da Cantareira, onde vou dar aula num projeto social ali entre as montanhas. Lugar espetacular!

A natureza nos permite essas paisagens tão belas…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Qual das Ligas Brasileiras vingará?

Pois bem: temos a Libra e a Liga Forte Futebol, duas entidades que querem gerenciar os interesses dos clubes brasileiros. Nelas, alguns rivais históricos dividindo pressão e poder.

Sinceramente? Creio que as duas não terão futuro, e a Liga Brasileira demorará para surgir…

Abaixo, o quadro dos atuais clubes envolvidos, extraído do perfil de “Última Divisão” em seu Facebook:

– Estudar e aquecer.

Tomando um solzinho e fazendo “dever”: um ótimo programa para a manhã de 6a!

Minha Tetéia que o diga…

🥰 #PaiDeMeninas #Carinho #Doçura #Amor #Filha #Family

– Os “cinquentões” e a carreira profissional.

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?

Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!

Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642

O CRACHÁ DEPOIS DOS 50

As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.

Por Mórris Livtak

Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.

Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.

Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.

O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.

O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.

Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela Pricewater­houseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.

Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.

“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”

O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.

Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.

Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.

Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o net­working, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.

Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.

Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.

Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.

É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.

Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.

Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?

* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

The Intern – Wikipédia, a enciclopédia livre

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)

– A beleza da água e do céu!

E a imagem bacana da manhã é essa: clareou o dia, à beira do lago!

Eu me inspiro nesse visual. E você?

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– Pode vir, 2o semestre de 2022.

Metade do ano?

Já?

Caramba… 2022 está sendo “tão estranho” no relógio quanto 2021 foi…

Que Nossa Senhora nos abençoe neste 2o semestre que se inicia.

Imagem

– Corra!

Treino da manhã / madrugada finalizado com louvor! Tudo controlado com o BPM, cadenciando o esforço.

Pratique esportes, vale a pena. Qualquer que seja a sua atividade física, o corpo agradecerá.

O ritmo de hoje:

– O nosso controle remoto tem funcionado?

Há coisas perfeitamente controladas em nossa vida. Basta tomarmos as atitudes necessárias!

Veja essa ilustração abaixo: talvez seja difícil discordar dela…

– Nossa bela alvorada!

Cores vibrantes de um novo dia! Como eu gosto de tudo isso…

Clicar a natureza é sempre um prazer. Veja esse céu registrado às 06h30:

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– UCA 2×4 SPFC: o que aconteceu, juizão?

Postagem da madrugada – Lecionei bastante e não pude assistir o jogo do São Paulo contra a Católica no Chile. E, há pouco, quando vi essa figura (abaixo) sobre os números do confronto  (UCA 2×4 SPFC) com 11 cartões (sendo 3 expulsões) para apenas 10 faltas, me impressionei.

Sem nenhuma informação da partida, sou levado a pensar: foram cartões por reclamação / ofensa, ou briga generalizada. Afinal, por “jogo-jogado”, eles não seriam aplicados normalmente.

Por fim: o árbitro foi Christian Ferreyra (URU), que, sabemos, não é lá essas coisas no cenário sul-americano…

L

Imagem extraída: Reprodução Twitter Rádio Jovem Pan.

– Bom dia, 6ª feira (4 de 4).

🌅 05h30 – Desperte, Bragança Paulista, ainda escura.

Que a sexta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 6ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas (clicadas outro dia).

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Aparecida (a Padroeira do Brasil), rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes, além dos que são vítimas das guerras mundanas e espirituais. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #kalenji #reebok #mizuno 

– Liturgia Diária de 01/07/2022: Festa do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Festa de 1ª Classe – Missa própria Juntamente com o Corpo de Nosso Senhor, adoramos na santa Missa o seu preciosíssimo Sangue. Se a Igreja celebra …

Continua em: Liturgia Diária – 01/07/2022 – Festa do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo

– Ufa!

Dia 117 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Dia complicado, simplesmente.

Até amanhã.

– Terminando o dia…

E o sol vai indo embora… olhe ele lá, escondido, a partir da Estrada Turistica “Lara Mara”, em Mairiporã.

Volte firme amanhã, amigo!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #sunset #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Liturgia Diária de 30/06/2022: Festa do Coração Eucarístico de Jesus.

Festa de 1ª Classe – PRÓPRIO DO BRASIL – Missa própria, com comemoração de S. Paulo Apóstolo Por decreto da Sagrada Congregação dos Ritos de 25 de …

Continua em: Liturgia Diária – 30/06/2022 – Festa do Coração Eucarístico de Jesus

– Punições para “inglês” ver.

Sabe aquela “punição de mentirinha”, só para dar satisfação?

Pois bem: o Andradina, que teve um jogo considerado suspeito de manipulação (teve até tentativa de gol contra de calcanhar), foi suspenso preventivamente pela FPF, assim como 4 atletas.

O que irrita é: toda denúncia enviada, curiosamente, tem a pena divulgada logo após o time ter seu campeonato encerrado – e que dura até o início do próximo certame. Ou seja: ele fica suspenso exatamente no período que estará inativo…

Sobre o jogo citado: https://ge.globo.com/sp/tem-esporte/futebol/noticia/2022/06/29/tribunal-suspende-andradina-e-quatro-atletas-por-suspeita-de-manipulacao-de-resultados-em-sp.ghtml

Pin em GINO

Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/714242822151289611/

– Tenha auto-estima!

Se você não confiar em você, quem confiará?

Uma mensagem de persistência e confiança:

– Pelas estradas eu vou. Mas…

Uma rodovia terrível: Fernão Dias!

Caminhões aos montes, curvas perigosas e mudança de velocidade máxima a cada quilômetro…

Ô saudade da Rodovia dos Bandeirantes!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#estrada #way #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– O número de fiéis (e inféis) no Brasil, e a frequência da prática religiosa.

O Datafolha fez um levantamento de quantos são os católicos, evangélicos e demais fiéis de qualquer crença (ou descrença) no país, além do número de praticantes.

Confira, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/06/datafolha-brasileiros-vao-menos-a-igreja-e-dao-menos-contribuicoes.shtml

DATAFOLHA: BRASILEIROS VÃO MENOS À IGREJA E DÃO MENOS CONTRIBUIÇÕES

Queda na frequência a locais de culto é puxada por evangélicos, grupo ainda assíduo, mas menos do que em 2016

por Anna Virginia Ballousier

Os evangélicos já não são tão assíduos nos templos quanto antigamente. O hábito de frequentar igrejas mais de uma vez por semana ainda é alto no grupo, mas essa fatia caiu de 65% para 53% nos últimos seis anos, se comparadas pesquisas Datafolha feitas em 2016 e 2022.​

A contração, entre esses fiéis, do costume de ir semanalmente a pelo menos dois cultos puxou para baixo a média de todas as religiões. Dos entrevistados que declaram alguma fé, 29% têm essa rotina de devoção intensa. Em 2016, eram 34%.

Evangélicos são mais generosos do que católicos na hora de contribuir financeiramente para suas igrejas: 42% dizem fazê-lo sempre, enquanto 34% do outro bocado cristão doam regularmente.

Os seguidores do Vaticano, contudo, mantiveram a mesma taxa de doação. Em compensação, houve uma queda de 14 pontos percentuais em relação aos 58% dos crentes que relataram repassar dízimos e ofertas em 2016.

A última rodada de entrevistas do Datafolha, feita nos dias 22 e 23 de junho com 2.556 pessoas em 181 cidades, incluiu questionamentos sobre a experiência religiosa no Brasil. A margem de erro para o total da amostra é de dois pontos percentuais. Veja os principais pontos levantados pela sondagem.

Crenças no Brasil

Temos uma grande maioria cristã: 51% da população se declara católica, e 26%, evangélica. Ainda há 2% de adventistas, outra linha do cristianismo. Isso se deixarmos espíritas (2%) e umbandistas (1%) de fora do rol cristão, em contraste ao pleito de alguns representantes dessas crenças. Outras religiões somam 5% da amostra. Ainda sobram 12%, que são os brasileiros que dizem não possuir uma fé específica.

Sem religião

Não se incluir numa crença determinada não é sinônimo de ateísmo: 9 em cada 10 entrevistados desse bloco afirmam acreditar em Deus. A maioria abdicou da estrutura religiosa em algum ponto da vida, já que 72% declaram ter feito parte de alguma rede de fé no passado.

Para 53% desse contingente, ser parte dessa minoria faz com que sofram preconceito, enquanto 44% não se sentem assim. O resto não sabe opinar.

Católicos

Pela primeira vez, o Datafolha traçou o perfil dos católicos brasileiros. Há empate técnico entre os que se dizem praticantes (48%) e não praticantes (51%) —1% não soube opinar.

Quanto mais velho, maior é a tendência de participar dos ritos católicos. No conjunto dos que têm 60 anos para cima, 58% exercem o catolicismo no cotidiano. Na faixa dos 16 a 24 anos, a proporção cai para 42%. Mulheres vivem mais a Igreja Católica do que os homens: 51% contra 45%.

O instituto de pesquisa também mensurou, de forma inédita, o tamanho ocupado pela RCC (Renovação Carismática Católica) no segmento. Os carismáticos correspondem a 18% dos católicos.

O grupo tem pontos de confluência com o evangelismo pentecostal, como na oratória mais energizada de seus padres e até na inclinação política —tendem a ser mais conservadores do que a média católica, o que no Brasil de 2022 se traduz também numa proximidade maior com o bolsonarismo.

Frequência em espaços de fé

Se, de seis anos para cá, caiu o número de brasileiros que frequentam serviços religiosos mais de uma vez por semana (de 34% para 29%), manteve-se estável o quinhão que nunca costuma professar sua fé num espaço coletivo (5% em 2016 e 2022).

A porção de católicos que registra ao menos duas idas semanais à igreja é pequena, de 17%, mas essa frequência dilata quando olhamos só para os carismáticos: 41%.

Evangélicos vivem mais intensamente sua fé, com 53% do bloco batendo ponto mais de uma vez por semana nos cultos. Em 2016, contudo, 65% diziam o mesmo. Desses 12 pontos percentuais perdidos, muitos fiéis reduziram a assiduidade para participações semanais, quinzenais, mensais ou semestrais.

Se 8% dos católicos afirmam só ir à missa uma vez ao ano, apenas 1% dos evangélicos relata integrar o culto em regularidade anual.

No recorte regional, a região sul é a que menos se insere nas atividades religiosas de forma constante (18%). Entre moradores do norte, o índice sobe para 41%.

Mulheres vão mais a serviços religiosos do que homens (33% contra 26%). O mesmo se repete com quem pertence às classes sociais mais baixas. Na parcela dos que ganham até dois salários mínimos, 31% dizem que estão nesses espaços duas vezes ou mais por semana. A taxa encolhe para 19% entre os que recebem mais de dez salários.

A socióloga Christina Vital, que coordena o Laboratório de Estudos em Política, Arte e Religião na UFF (Universidade Federal Fluminense), repara que evangélicos superam 80% de alta frequência, mais de 20 pontos acima da média de todas as religiões, considerando as duas perguntas juntas —se o fiel vai uma vez por semana ou mais nos lugares de culto.

“É muito significativo em termos de engajamento, produzindo um interesse imediato de atores políticos sobre eles”, diz a professora da UFF. “Isso porque, para os políticos, o boca a boca, ser aceito em um grupo de confiança é importante, pois produz uma chance de fidelização no voto e também uma difusão no grupo de confiança.”

Contribuições financeiras

O brasileiro tem dado menos dinheiro para suas igrejas. Em 2016, 42% dos religiosos afirmavam sempre entregar contribuições financeiras para as instituições que representam sua crença. A fração foi para 36% em 2022. O restante da amostra se divide entre os 28% que doam de vez em quando, os 8% que o fazem raramente e os 27% que nunca contribuem.

A fatia de católicos que diz nunca abastecer os cofres da igreja é de 31% em 2022 e de 27% em 2016.

Hoje, 18% dos evangélicos fecharam completamente a carteira para os templos, enquanto seis anos atrás 11% afirmaram jamais fazer repasses para seus pastores.

Para Christina Vital, da UFF, a míngua no hábito de ir a espaços religiosos tem a ver com o decréscimo nas arrecadações. “Essa diminuição geral na frequência pode estar relacionada com um processo maior, no qual o exercício da fé pelos indivíduos existe sem uma necessária vinculação institucional.”

Entre evangélicos, o fenômeno tem nome: são os desigrejados.

“Mas, sem dúvida, essa perda da contribuição está relacionada também ao empobrecimento do brasileiro, sua perda acentuada do poder de compra nos últimos anos, sobretudo entre as camadas médias e baixas”, acrescenta a professora.

Margem de erro

A margem de erro da pesquisa, no conjunto total de entrevistados, é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No recorte exclusivamente católico, são três pontos. Considerando apenas os evangélicos, vai para quatro pontos. Os números variam porque, quanto maior a quantidade de entrevistados que diz pertencer a um grupo, menor a margem de erro.

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– Horizonte Azul.

Quando a expressão “horizonte azul” faz completamente sentido!

Em Bragança Paulista, contemplando a natureza e o infinito… (com algumas nuvens para quebrar a pasmaceira).

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– Como deve ser o dia-a-dia dos racistas após a 3ª na Arena Corinthians?

Ainda sobre os torcedores do Boca Jrs detidos e liberados após as manifestações racistas e nazistas: os bandidos moram em São Paulo!

Portanto, eles deve ter empresa ou são empregados de alguém. Que tal boicotar seus produtos ou convidar os negros e judeus que eles conhecem a tirar satisfação dos mesmos no trabalho que exercem?

Talvez, explicando com essa manifestação simbólica, eles entendam o que é preconceito.

Abordamos sobre o tema ontem (vide em: https://wp.me/p4RTuC-EHj), mas por ser revoltante, há a necessidade de bater nessa tecla.

Racismo no Brasil | Marcas do passado que se prolongam no presente - CUT-DF

Imagem extraída de: https://df.cut.org.br/artigos/racismo-no-brasil-marcas-do-passado-que-se-prolongam-no-presente-4768