– A Ótima tirada em prol da Doação de Órgãos

Há 8 anos…

Uma tirada sensacional: o excêntrico Chiquinho Scarpa abriu uma cova na sua mansão e anunciou: “vou enterrar minha Bentley de mais de R$ 1 milhão, pois é um bem valioso que gosto muito”. E postou a foto na Internet!

Muitas pessoas criticaram, esbravejaram, reclamaram que era esbanjar dinheiro num país pobre. E não é que não passou de uma brincadeira positiva?

Chiquinho chamou a imprensa e disse: “a Bentley eu enterro, mas meus órgãos, que são mais valiosos que qualquer coisa, não”. E assim divulgou a Semana de Doação de Órgãos!

Em tempo: não enterrou a Bentley… ele é excêntrico, mas não louco!

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/09/chiquinho-scarpa-coloca-bentley-na-cova-para-lembrar-doacao-de-orgaos.html

CHIQUINHO SCARPA COLOCA BENTLEY NA COVA PARA LEMBRAR DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Cova foi aberta no quintal da mansão do empresário, nos Jardins, em SP.
Campanha diz que órgãos são mais valiosos que Bentley de R$ 1 milhão.

O empresário Chiquinho Scarpa anunciou nesta sexta-feira (20) que a promessa de enterrar seu Bentley Continental se tratava de uma estratégia para divulgar a doação de órgãos. O enterro do carro de luxo estava prometido desde segunda-feira (16) pelo conde através do seu perfil no Facebook.

Nesta manhã, Scarpa colocou o carro dentro da cova aberta no jardim da mansão e anunciou o lançamento da Semana Nacional de Doação de Órgãos, de 23 a 29 de setembro. A campanha tem como slogan: “Absurdo é enterrar algo muito mais valioso do que um Bentley: seus órgãos”.

“Eu fui julgado por querer enterrar uma Bentley, mas a verdade é que a grande maioria das pessoas enterra coisas muito mais valiosas que meu carro. Elas enterram corações, rins, fígados, pulmões, olhos. Isso sim que é um absurdo. Com tanta gente esperando por um transplante, você ser enterrado com seus órgãos saudáveis que poderiam salvar a vida de várias pessoas, é o mais desperdício do mundo. O meu Bentley não vale nada perto disso. Nenhuma riqueza, por maior que seja, é mais valiosa que um único órgão, porque nada é mais valioso do que uma vida”, anunciou Scarpa.

Coroas de flores foram colocadas em volta da “sepultura”. Pouco depois das 11h, Chiquinho Scarpa saiu da casa, foi até o quintal e assistiu a colocação do Bentley dentro da cova – ele chegou a limpar os olhos com um lenço. Antes que a primeira pá de terra fosse lançada, convidou os jornalistas para dentro da mansão, onde anunciou a campanha pela doação de órgãos e informou que seu carro não seria enterrado.

“Eu não sou louco: eu não vou enterrar minha Bentley. Eu fiz tudo isso para conscientizar as pessoas de um problema grave, que é a doação de órgãos no Brasil”, disse o conde.

“A Semana Nacional de Doação de Órgãos é a oportunidade para que cada brasileiro manifeste sua vontade para sua família, o seu desejo de ser doador e essa foi uma maneira peculiar com que o Chiquinho se manifestou como doador de órgãos”, disse o médico José Osmar Medina Pestana, presidente da associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

De acordo com ele, para ser doador basta a pessoa comunicar seu interesse para a família. O Brasil é o segundo país do mundo no número de transplantes, só perde para os Estados Unidos.

A novela sobre o enterro do carro começou na segunda (16), quando a intenção foi anunciada como inspirada nos faraós do Egito. Um Bentley novo – atualmente, a versão comercializada é a Flying Spur – custa entre R$ 925 mil e R$ 1,075 milhão.

Na segunda, Scarpa postou uma foto ao lado do veículo, com uma ave de estimação na mão. Na legenda, o anúncio: “Decidi fazer como os faraós: essa semana vou enterrar meu carro favorito, o Bentley, aqui no jardim de casa!! Enterrar meu tesouro no meu palácio rssss”.

Na terça-feira (17), ele mostrou a primeira imagem do buraco. No dia seguinte, Scarpa apareceu manobrando uma escavadeira no próprio quintal. “Como não deu para terminar o buraco no braço, chamei uma escavadeira!!!”, escreveu como legenda para a postagem no Facebook.

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– Sobre Crianças, Bichos e Jardins

Minha filha Marina adora estar no jardim. Desde cedo brincávamos na grama, observávamos os bichinhos e sentíamos o perfume das flores. Hoje, ela foge de casa para brincar no meio do mato.

Pesquisa mostra: As crianças querem e precisam da Natureza! E faz muito bem. E elas só não podem fazer muito isso devido aos… próprios pais!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI181493-15228,00-ELAS+QUEREM+ESTAR+NA+NATUREZA.html

ELAS QUEREM ESTAR NA NATUREZA

por Kátia Melo

Pesquisa mostra que as crianças desejam ter mais contato com os bichos e as plantas – mas a falta de tempo e a insegurança dos adultos as impedem

Pegar uma minhoca com as mãos pode ser nojento para alguns, mas não para a empresária paulista Tarsila de Souza Aranha, de 34 anos, e seus dois filhos – Theo, de 3, e Helena, de 6. Os três cuidam da horta caseira de onde saem, direto para a cozinha, maços de manjericão, alecrim e hortelã. Dentro de casa, Helena e Theo ajudaram a mãe a montar na sala “o cantinho da estação”, que muda a cada temporada. Nesta primavera, a decoração do cantinho consiste num tronco de árvore, três bonequinhas com flores, dois passarinhos de madeira e uma menina com uma borboleta.

Para Tarsila e seu marido, Lucas Weier Vargas, é muito importante que seus filhos estejam em constante contato com a natureza. A casa de veraneio da família fica em uma praia de Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo. Para chegar lá é preciso pegar um barco e depois fazer uma pequena caminhada. Nem o pequeno Theo escapa dela. “Na natureza, vale o que você é. As crianças aprendem a respeitar ao outro e a si mesmas”, diz Tarsila. Um estudo dos pesquisadores americanos Dorothy e Jeromy Singer, da Universidade Yale, sugere que Tarsila e seus filhos configuram quase uma exceção entre as famílias.

A pesquisa Criança e Natureza – realizada com 2.233 entrevistados, entre mães e filhos de 8 a 12 anos, em 11 países, incluindo o Brasil – concluiu que, apesar de haver uma grande expectativa de contato com a natureza na infância, ele raramente se realiza. Quarenta e cinco por cento das crianças disseram que aprendem mais sobre a natureza no vídeo, nos filmes e na televisão do que vivenciando. Tanto os pais como os filhos reconhecem a importância e os benefícios de atividades fora de casa: 99% dos adultos apontam isso, e 97% das crianças têm a mesma opinião. Brincar fora de casa, porém, é uma realidade cada vez mais distante da vida familiar em todo o planeta. Hoje, 50% da população mundial vive em cidades, segundo dados das Nações Unidas. A previsão é que esse número salte para 65% em 2030.

A rotina longe dos quintais, das praças, dos parques e das áreas rurais pode trazer consequências sérias na vida de uma criança. A mais fácil de entender é o sedentarismo, que leva à obesidade. No Brasil, a obesidade infantil atinge 15% das crianças, segundo índice divulgado no mês passado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metodologia. A deficiência de vitamina D em crianças que não se expõem ao sol também é relatada pelos estudiosos. “Seria bom se os pais desligassem a televisão e incentivassem seus filhos a brincar fora de casa. Apenas 15 ou 20 minutos por dia já seriam suficientes”, diz a médica Juhi Kumar, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, de Nova York, que fez uma pesquisa sobre o assunto. Problemas visuais também podem afetar meninos e meninas s que passam a maior parte do tempo em ambientes fechados. Um levantamento feito entre 2003 e 2005 em 51 escolas da Austrália relata que as crianças com menos contato com a luz natural têm maior probabilidade de apresentar miopia. E não são apenas os aspectos físicos que preocupam. Pesquisadores da Universidade Cornell, em Nova York, chegaram à conclusão de que crianças em contato com a natureza sofrem menos ansiedade, menos depressão e têm mais autoestima. As que observam animais e plantas também têm chances menores de apresentar déficit de atenção e hiperatividade.

Os pesquisadores de Yale acham que a falta de interação com as árvores e os animais pode levar as crianças a ter uma percepção distorcida da realidade. “Há programas de televisão que exageram as forças da natureza”, diz Dorothy Singer. “Provocam medo nas crianças ao falar de tempestades, vulcões e terremotos que acontecem com menos frequência do que são mostrados.” Nunca ter visto animais da zona rural, como vacas e galinhas, está se tornando comum entre as novas gerações, afirmam os pesquisadores. Ana Paula de Assis, de 34 anos, pedagoga paulista, diz que sua filha Catherine, de 2, nunca viu uma galinha ou um cavalo. Catherine, assim como muitas crianças da pesquisa de Yale, conhece os bichos apenas pelos livros ou pela TV. Ana Paula diz que, apesar de a família morar em frente a um parque, eles raramente o frequentam. Ana Paula está amamentando uma bebê de 7 meses e diz que não sobra tempo para atividades fora de casa. A pesquisa de Yale constatou que a falta de tempo, a ausência de áreas abertas ou parques nas cidades e a preocupação com a segurança são as principais explicações dos pais para a falta de contato dos pequenos com a natureza.

É natural que os pais tenham medo. Crianças brincando longe dos adultos, em lugares ermos, estão sujeitas a riscos maiores do que correriam na sala de casa. Segundo Stephan R. Kellert, professor em Yale e autor de um livro sobre a conexão humana com a natureza, é bom que as crianças corram riscos – uma pesquisa britânica mostrou que 51% das crianças não tinham permissão dos pais para subir em árvores sem a presença dos adultos. Mas subir em árvores, correr, levar tombos e se machucar são experiências essenciais para aprender a se relacionar com o mundo. “A natureza nos ensina a resolver problemas”, diz Kellert. Como resolver, então, a escassez do contato com o mundo natural? Dorothy Singer aconselha os pais a estabelecer um conjunto de regras:

separar um tempo do dia para estar ao ar livre com as crianças, controlar mais rigidamente o uso de videogames e televisores;

participar com os filhos de passeios, acampamentos e caminhadas;

escolher programas de TV que sejam educativos com respeito à natureza e vê-los com as crianças;

os pais deveriam preparar excursões em que os aspectos da natureza mostrados na TV pudessem ser vistos de perto. “Talvez seja mais fácil para os pais deixar as crianças dentro de casa e acreditar que elas preferem ver TV a brincar na rua”, diz a psicóloga de Yale.

O pesquisador americano Richard Louv, presidente da ONG Children and Nature e autor do best-seller Last child in the woods (A última criança nas florestas), disse a ÉPOCA que é impossível cuidar do meio ambiente sem conhecê-lo. “Como podemos proteger algo que não sabemos identificar, que não aprendemos a amar?”, diz ele. Louv afirma que não é o caso de sermos nostálgicos e evocarmos os tempos em que as crianças sumiam de casa pela manhã e só chegavam no início da noite, sujas e exauridas. Ele fala que é preciso acharmos soluções práticas para a situação moderna.

Em países como Canadá, Inglaterra, Estados Unidos e Austrália, os pais se revezam para levar as crianças aos espaços abertos. Algumas atitudes simples como deitar no chão e contar nuvens podem levar as crianças ao mundo essencial do imaginário. “O importante é que as crianças tenham tempo para fantasiar. Na natureza, elas podem fazer isso”, diz Louv.

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– A diversidade das flores.

Flores muito bonitas para terminar nossa tarde. Dando foco no clique, veja só o que desabrochará…

Viva a natureza e sua diversidade de plantas!

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– Fortaleza x São Paulo: Nos anos 90, a desclassificação seria zebra. Hoje…

Na época de Telê Santana, nos anos 90, o São Paulo FC reinava nos campeonatos que disputava. Ser eliminado pelo Fortaleza, em qualquer divisão, naquele tempo, seria “zebra”.

Hoje, pela classificação de ambos na tabela do Brasileirão, e pelo momento político que vivem, é perfeitamente normal que o Tricolor Cearense elimine o Tricolor Paulista.

Aliás, Crespo correrá riscos de não permanecer no seu cargo, caso o SPFC seja desclassificado logo mais?

Fortaleza x São Paulo: Onde assistir, horário e prováveis escalações

– Os Filhos Vítimas de Mães que usam Drogas

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças.

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– É por conta da crise ou por má gestão?

Passei pelo Multi Modas Center, um centro de compras da cidade de Jundiaí muito conhecido, com lojas de bom preço e ótima qualidade.

Faz muito tempo que não andava por lá. E me assustei… um andar inteiro sem lojas, e o térreo, com apenas alguns estabelecimentos na entrada.

Triste e desolador. Impossível não lembrar dos tempos de movimento ali.

Olhe só que situação, na foto abaixo:

Inevitável perguntar: foi a crise ou há outros motivos também?

– 7 perfis de motoristas.

Vejam que bacana: um estudo detectou 7 tipos de motoristas e muitas considerações sobre o que passa na cabeça das pessoas quando dirigem.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/rodas/2016/09/1814159-estudos-definem-perfis-de-motoristas-estressados-correm-mais-riscos.shtml

OS SETE PERFIS DE MOTORISTAS

PROFESSOR

Conhecedor das regras do trânsito, faz questão de apontar o que outros motoristas fizeram de errado (trocar de faixa sem dar seta, por exemplo) e espera ter seu “esforço” reconhecido

JUSTICEIRO

Quer punir outros motoristas que, segunda sua opinião, se comportam mal; vai atrás de quem fechou seu carro, discute no trânsito e só sossega após transmitir uma lição de moral

CONCORRENTE

Precisa chegar à frente de todos os outros motoristas e se irrita com a “lerdeza” dos outros. É o motorista que costura no trânsito e não tem pudores ao furar a fila no pedágio

ESCAPISTA

Seu carro é o refúgio onde ouve música alta com os vidros fechados. Evita qualquer tipo de relação com o estresse do trânsito que o cerca, e a distração pode colocá-lo em situação de risco

CUCA FRESCA

Se maus motoristas estão fazendo barbeiragens ao redor, ele tenta ignorar e segue adiante, ou apenas libera passagem para se livrar de possíveis problemas no trânsito

FILÓSOFO

Aceita os erros de outros condutores sem perder a calma, tentando explicar racionalmente o porquê das atitudes imprudentes. Consegue controlar as emoções enquanto dirige

SABE-TUDO

Ninguém dirige melhor do que ele, todos os outros condutores são incompetentes. É o mal-humorado que grita ordens como “fica na tua faixa!”, geralmente seguida de um palavrão

ESTUDOS DEFINEM PERFIS DE MOTORISTAS; ESTRESSADOS CORREM MAIS RISCOS

Por Eduardo Sodré

“Era de propósito, ele me ultrapassava e freava bruscamente. Depois da terceira vez que fez isso, consegui fechá-lo e desci do carro”, conta a advogada Léa Carta, 38. Ela foi até o outro veículo, bateu no vidro até o motorista baixar o vidro e o puxou pelo colarinho.

O episódio, motivado por uma briga por espaço no trânsito, ocorreu há sete anos. Carta, que tem 1,58 m de altura, buzinou quando o veículo invadiu sua faixa. O outro condutor devolveu a “ofensa” com a sequência de fechadas. Depois de insultos de ambos os lados, seguiram seus caminhos.

Naquele momento, a advogada agiu como justiceira. Esse é um dos sete perfis de motoristas definidos em 2015 pela LSE (London School of Economics and Political Science). O estudo teve o apoio a Goodyear.

Quem age de forma intempestiva no trânsito se expõe a riscos maiores do que um bate-boca no meio da rua.

“Um estudo feito em 2011 pela AAA Foundation [instituição norte-americana] mostrou que cerca de 1.200 acidentes ocorrem anualmente nos EUA devido à fúria sobre rodas, considerada um distúrbio mental pela psicologia. Desses, 300 deixaram mortos ou feridos em estado grave”, diz Idaura Lobo Dias, especialista em trânsito da Perkons. A empresa atua na fiscalização eletrônica de vias.

Desde o episódio de sete anos atrás, Carta vem tentando mudar. “Ainda fico muito irritada com a falta de educação de alguns motoristas, mas tento me controlar. Preciso internalizar algumas coisas para sobreviver”, diz a advogada.

Seu modo de encarar o trânsito é oposto ao de motoristas “filósofos”, como o consultor de empresas Wagner Bacha, 45.

“Não vale a pena se aborrecer, só atrasa mais a viagem. Não considero que uma fechada seja uma ofensa, o outro motorista nem me conhece. Se tenta mostrar força, só me passa insegurança”, diz o consultor.

Bacha afirma ser calmo e buscar transmitir seu modo de vida para o trânsito. Porém, é comum que pessoas mudem de comportamento ao assumir a direção.

“A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente [TEI]. O ambiente encontrado no tráfego é desencadeador desse comportamento”, diz Idaura Lobo Dias, da Perkons.

De acordo com Chris Tennant, responsável pelo estudo da LSE, “criamos personalidades ao volante das quais não gostamos, tipos de motoristas que representam as diferentes formas como lidamos com frustrações e sentimentos fortes”.

O especialista afirma ainda que existe a possibilidade de um mesmo condutor manifestar diferentes características de personalidade enquanto dirige.

Para Fábio de Cristo, doutor em psicologia do trânsito, mudanças na forma como se aprende a dirigir ajudariam a melhorar o convívio nas ruas.

“O desafio da educação para o trânsito na formação do condutor nos próximos anos é centrar-se nas consequências e nos riscos advindos do não cumprimento das normas em vez de focar apenas sua memorização”, diz o especialista, que é também administrador do Portal de Psicologia do Trânsito (portalpsitran.com.br).

CALMA NO TRÂNSITO

Nos anos 1970, ter um rádio toca-fitas no carro era um dos maiores luxos. Hoje, mais de 90% dos veículos que saem das lojas trazem ao menos ar-condicionado e direção hidráulica. São itens fundamentais para reduzir o estresse a bordo, mas há detalhes que nem sempre são percebidos.

“A função das fabricantes é fazer com o que o cliente sinta aconchego ao estar dentro do automóvel, sensação que traz tranquilidade. Temos modelos com luz ambiente pensada para diminuir o estresse, em tons de azul”, diz Adília Afonso, supervisora de design da Ford para América do Sul.

Carros de luxo podem ser equipados com massageadores nos bancos. No Volkswagen Passat (a partir de R$ 158,2 mil), o item é vendido em um pacote de opcionais que custa R$ 5.160.

Para quem fica preso no tráfego, um dos melhores antídotos para o estresse é o câmbio automático. Ao evitar o movimento de acionar a embreagem e o câmbio, o motorista se cansa –e se irrita– menos.

Entretanto, nada conseguirá controlar o estresse caso o motorista não saiba o que está fazendo.

“Muitos aprendem a dirigir de forma precária. O aprendizado deve ser realizado por etapas. O aluno tem que se desenvolver por meio de exercícios individuais, treinar técnicas de curvas, adquirir noção de espaço e saber controlar pedais”, diz Sérgio Carlos dos Santos, diretor do Centro de Formação de Condutores e da empresa Dirigindo Bem.

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– Festa de Nossa Senhora das Dores.

Hoje é um dia de muita alegria para a Comunidade Católica: recorda-se de Maria na veneração de Nossa Senhora das Dores. Tal devoção possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: 


1) o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria de dor o seu Coração Imaculado;

2) a fuga para o Egito; 


3) a perda do Menino Jesus;


4) a Paixão do Senhor;


5) a crucificação,

6) a morte e

7) a sepultura de Jesus Cristo.

Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

– Colorido infinito.

De outra semana: a incrível cor do horizonte, numa bonita manhã!

Por mais dias assim… nossas lentes agradecem!

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– Quem será “o cara” para agregar os clubes brasileiros?

E o Flamengo insiste em jogar com torcida, mesmo “furando” o acordo dos clubes do Brasileirão da Série A de que voltariam com o público nos estádios todo juntos, num mesmo momento (agora, com respaldo da Justiça).

Os portais de notícias esportivas dizem que as agremiações discutem um adiamento da próxima rodada do Campeonato Brasileiro, visando protestar contra tal privilégio e cassar a permissão.

Fica a questão: surgirá algum dirigente que conseguirá a união dos co-irmãos e que possa liderar um movimento, ou as ações ficarão só no discurso?

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Novo líder! Confira a classificação atualizada do Brasileirão 2020

– Excepcional.

Recordando na timeline, esse “vermelho-ardente” da roseira…

Flores nos desestressam. Cultive-as e pratique a jardinagem!

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– O Câncer de Mama realmente é Genético?

A pergunta-título dessa postagem é uma perturbação muito comum. Se sim, quando e/ou em quais casos é?

Compartilho essa relevante matéria sobre o que já se sabe sobre genes e hereditariedade de alguns tipos de câncer de mama e de ovário, abaixo,

extraído de:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/09/15/interna_ciencia_saude,706147/amp.html

TÉCNICA APONTA COM PRECISÃO DE PACIENTE TEM RISCO DE CÂNCER

Testes para identificação de mutações genéticas no BRCA1 estão cada vez mais comuns e acessíveis

Com o resultado em mãos, médicos podem descartar o risco de malignidade em pacientes com histórico familiar que sugerem a possibilidade de câncer de mama ou ovário. Contudo, dos milhares de variantes conhecidos desse gene, muitos ainda se encontram em um limbo diagnóstico. Não se sabe se têm ou não potencial para silenciar a função natural de reparação do DNA e, assim, evitar ou facilitar a disseminação de células tumorais.

Com a tecnologia de edição do genoma Crispr, pesquisadores da Universidade de Washington em Seattle, nos Estados Unidos, conseguiram classificar, de forma rápida e com acurácia, quase 4 mil variantes do BRCA1 em apenas seis meses. A expectativa da equipe é de, nos próximos dois anos, identificar, em todas as mutações conhecidas desse gene, o potencial maligno ou benigno e, assim, orientar pessoas que, hoje, não sabem se tomam iniciativas profiláticas, como a remoção das mamas, ou esperam o câncer se manifestar.

“Devido ao histórico familiar de câncer de mama ou ovário, é comum mulheres fazerem o teste para mutações no BRCA1, mas ter uma variante e não saber o que ela significa é muito estressante”, observa Jay Shendure, pesquisador do Departamento de Ciências Genômicas da Universidade de Washington e autor sênior de um artigo sobre a técnica, publicado na revista Nature. De acordo com ele, atualmente milhares de mutações encontram-se na categoria das variantes de significado desconhecido, quando é impossível dizer se podem ou não causar câncer.

Banco internacional

O oncologista Sergio Simon, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), explica que, hoje, a principal ferramenta para a classificação de mutações do BRCA1 é um banco de dados internacional, o Brotman Baty, no qual, há duas décadas, médicos e laboratórios de genética inserem informações sobre aquelas encontradas em pacientes. Uma delas foi descoberta por Simon em uma família paquistanesa que vive no Brasil.

Em dois anos, foram 15 casos registrados de pacientes com a mutação maligna. Quando não se sabe se a variante pode desencadear o câncer, é preciso esperar a doença se manifestar para, então, informar à comunidade científica sobre a classificação da versão do gene.

“Com os relatos de casos, vai ficando mais claro se a mutação é patogênica. Mas esse é um processo muito demorado”, diz.

Com a tecnologia desenvolvida por um estudante de PhD do laboratório de Jay Shendure, não será preciso esperar os geneticistas inserirem mutações no banco de dados, nem a doença surgir para se saber se elas podem provocar o câncer. Dessa forma, pacientes com alterações hoje identificadas como desconhecidas já não ficarão sem orientações sobre o procedimento mais indicado. “Agora, podemos fazer interpretações com confiança. E isso apenas em um gene, mas, talvez, possamos pegar o mesmo paradigma e estendê-lo a outros genes”, afirma Shendure.

Alta acurácia 

A técnica do pesquisador Greg Finley foi batizada de edição genômica de saturação e consiste no uso da enzima Crispr, que, como uma tesoura, corta pedaços do DNA para modificar as sequências. Usando essa ferramenta, os pesquisadores fizeram diversas alterações no BRCA1, inclusive algumas ainda não identificadas em humanos, e mediram os efeitos de cada uma delas em células humanas cultivadas em laboratório. Os cientistas ficaram surpresos com o grau de acurácia do método, que identificou corretamente mutações sabidamente malignas e benignas.

Uma das vantagens destacadas por Finley é poder fazer a avaliação de um grande número de variantes em um curto espaço de tempo. “Para testar quase 4 mil mutações, levamos cerca de seis meses. Acreditamos que, em dois anos, conseguiremos classificar todas as mutações do gene BRCA1”, diz Finley. “Nossa esperança é de que o banco de dados Brotman Baty continue a crescer e se torne um ponto central para guiar a interpretação das variantes.” O presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica destaca que esse prazo é um avanço muito grande em relação ao que se tem hoje. “Essa técnica vai clarificar cada vez mais os testes genéticos, esclarecendo resultados que, agora, ainda são um ponto de interrogação”, avalia Sergio Simon.

Resultado de imagem para Mutações genéticas

– Amanhecer em Jundiaí…

Abaixo, uma alvorada de dias atrás na “Terra da Uva de Mesa”: Jundiaí, Interior Paulista.

A beleza se fez presente aqui ou não? Viva a natureza!

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– Diego Tardelli e a violência dos torcedores Organizados do Santos FC pós-eliminação.

Nem bem chegou ao Santos FC, e já foi vítima da Torcida Organizada… Viram o ocorrido com Diego Tardelli?

No tuíte abaixo, o desabafo após a desclassificação do Peixe na Copa Sul-americana, contra o Athético Paranaense:

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Oficial: Santos anuncia a contratação de Diego Tardelli

 

– Rompendo o cinza, transformando o chumbo em ouro.

Em meio ao céu nublado, eis que o sol começa a vencer as nuvens.

Brilhe, Astro-Rei! De horizonte cor de chumbo para dourado. Ou não?

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– Bom dia, 4ª feira (4 de 4).

🌅 05h45 – Desperte, Bragança Paulista.

Que a quarta-feira possa valer a pena!

(E há de valer, mesmo com o tempo nublado e abafado!).

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– Bom dia, 4ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essa bela roseira vermelha:

Curta flores! Elas nos desestressam.

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– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós. Cubra-nos com seu manto de amor. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

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– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que madrugada abafada!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e controlar o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

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– A Ingratidão.

A ingratidão é uma das piores demonstrações de desprezo.

Você ama alguém e a ajuda, e ela não corresponde.

Você faz o bem, e ela te ignora.

Você não mede esforço para benefícios a ela, mas ela não se sensibiliza.

A ingratidão machuca as pessoas pouco-a-pouco.

Você se sente menosprezado, e ela não se importa.

Você se sente ignorado, e ela não está nem aí.

Você se sente abandonado, e ela permanece na frieza.

A ingratidão não pode ser um ato contínuo.

Quando você for vítima dela, pare. Lave o rosto. Tome um ar fresco. Respire fundo e… perdoe.

Não se esqueça: não pratique a ingratidão.