– Sociedade Doente!

É difícil entender muitos da geração atual. Existe uma molecada descompromissada, que não respeita os mais velhos e que, para eles, na Internet “tudo pode”.

Como assim? Que país teremos com essa mentalidade? Confundem liberdade de expressão com anarquismo, “ter respeito” é confundido com um simples “obrigado”(enquanto a questão é bem maior) e, pasmem, se acham os donos da verdade!

Que valores os pais ensinaram a eles? Aliás, será que ensinaram? Pior que são bobos, se fanatizam por qualquer coisa e perdem a noção da realidade da vida. Para esses: política, futebol, religião ou qualquer assunto que os torna radicais sobrepõe até a família ou a cidadania.

Pobre mundo doente…

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– Dia de Santo Antão

Hoje é dia de um santo monge eremita: Antão, de uma história incrível e que lutou contra os arianos.

Conheça sua vida (extraído de: http://santo.cancaonova.com):

SANTO ANTÃO, EXEMPLO DE CASTIDADE, DE OBEDIÊNCIA E POBREZA

Pai do monarquismo cristão, Santo Antão nasceu no Egito em 251 e faleceu em 356; viveu mais de cem anos, mas a qualidade é maior do que a quantidade de tempo de sua vida, pois viveu com uma qualidade de vida santa que só Cristo podia lhe dar. Com apenas 20 anos, Santo Antão havia perdido os pais; ficou órfão com muitos bens materiais, mas o maior bem que os pais lhe deixaram foi uma educação cristã. Ao entrar numa igreja, ele ouviu a proclamação da Palavra e se colocou no lugar daquele jovem rico, o qual Cristo chamava para deixar tudo e segui-Lo na radicalidade. Antão vendeu parte de seus bens, garantiu a formação de sua irmã, a qual entrou para uma vida religiosa.

Enfim, Santo Antão foi passo-a-passo buscando a vontade do Senhor. Antão deparou-se com outra palavra de Deus em sua vida “Não vou preocupeis, pois, com o dia de amanhã. O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado”(Mt 6,34). O Espírito Santo o iluminou e ele abandonou todas as coisas para viver como eremita. Sabendo que na região existiam homens dedicados à leitura, meditação e oração, ele foi aprender. Aprendeu a ler e, principalmente a orar e contemplar. Assim, foi crescendo na santidade e na fama também.

Sentiu-se chamado a viver num local muito abandonado, num cemitério, onde as pessoas diziam que almas andavam por lá. Por isso, era inabitável. Ele não vivia de crendices; nenhum santo viveu. Então, foi viver neste local. Na verdade, eram serpentes que estavam por lá e , por isso, ninguém se aproximava. A imaginação humana vê coisas onde não há. Santo Antão construiu muros naquele lugar e viveu ali dentro, na penitência e na meditação. As pessoas eram canais da providência, pois elas lhe mandavam comida, o pão por cima dos muros; e ele as aconselhava. Até que, com tanta gente querendo viver como Santo Antão, naquele lugar surgiram os monges. Ele foi construindo lugares e aqueles que queriam viver a santidade, seguindo seus passos, foram viver perto dele. O número de monges foi crescendo, mas o interessante é que quando iam se aconselhar com ele, chegavam naquele lugar vários monges e perguntavam: “Onde está Antão?”. E lhes respondiam: “Ande por aí e veja a pessoa mais alegre, mais sorridente, mais espontânea; este é Antão”.

Ele foi crescendo em idade, em sabedoria, graça e sensibilidade com as situações que afetavam o Cristianismo. Teve grande influência junto a Santo Atanásio no combate ao arianismo. Ele percebeu o arianismo também entre os monges, que não acreditavam na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antão também foi a Alexandria combater essa heresia. Santo Antão viveu na alegria, na misericórdia, na verdade. Tornou-se abade, pai, exemplo para toda a vida religiosa. Exemplo de castidade, de obediência e pobreza.

Santo Antão, rogai por nós!

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– CSA 1×1 Avaí e os protocolos da discórdia. Como pode, Brasil?

Somos um país para levar a sério?

Como o futebol é um micro-cosmo da sociedade, veja o que aconteceu: jogavam CSA x Avaí pelo Brasileirão da Série B. Eis que o clube catarinense estava com todos os exames negativados para o jogo contra o alagoano, feito 72 horas antes. Este prazo, estipulado pelo protocolo da CBF, pode ser discutido. É um tempo razoável ou não?

Pois bem: o Avaí jogará 3a feira contra o Juventude, e fez, no dia da partida contra o CSA, os exames para o jogo contra o time gaúcho. No intervalo do jogo de ontem, recebeu-se a notícia que Valdívia estava com Covid-19. O atleta foi sacado da partida, depois de atuar o primeiro tempo inteiro.

Aí surgem questionamentos:

  • O protocolo funciona mesmo? O prazo não deveria ser menor?
  • Quais deveriam ser procedimentos mais seguros?
  • O laboratório que fez os exames entrou em contato com o representante da CBF. Isto é correto?
  • A queixa dos catarinenses é que Valdívia era o melhor da partida e o laboratório responsável é de cartola do CSA. Tudo bem ou não?

O Avaí anunciou que pedirá a anulação da partida. Abaixo: https://globoesporte.globo.com/sc/futebol/times/avai/noticia/presidente-do-avai-diz-que-pedira-a-anulacao-do-jogo-contra-o-csa.ghtml

Avaí x CSA: Veja como assistir a este jogo AO VIVO online

– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 1 ano:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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– 5h30 de cores vibrantes.

Abrir a janela e se deparar com este amanhecer tão belo: como não crer que Alguém é o responsável por esta pintura da natureza?

A fotografia é o meu hobby, e um dos motivos dessa paixão se deve a cenários como o deste domingo. Veja abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Do tempo de AM / FM / OC à WEB

Com 45 dias de mudança domiciliar, ainda estou desempacotando caixas. Não é fácil ter a vida inteira num lugar e transferir tudo para outro… E com a falta de tempo, os pacotes, aos poucos, vão se ajeitando bem “tranquilamente”.

Eis que achei entre tantas pendências o meu rádio de Ondas Curtas! E quanto escutá-lo antes do advento da Web… Esse Toshiba da foto abaixo é muito bom, lembra os Motorádios antigos!

A verdade é: se não fossem os Apps dos Smartphones, esse “radião” teria vindo no colo durante a viagem. Mas não o esqueço: se acabar a energia elétrica ou a Internet, ele está à disposição!

– Trate educadamente as pessoas, para que você seja sempre “bem marcado”.

Taí uma grande verdade nessa imagem: não só no mundo corporativo, mas na vida pessoal, muitas vezes somos rotulados por algumas características marcantes. Uma delas, que muita gente não se preza a evitar, quando tem poder em excesso, é a da arrogância!

Existem chefes supra-suficientes, outros soberbos, outros ainda frios. Mas há os empáticos, os humanistas e os colaborativos. Na condição de cargo superior, você se porta como?

Independente se você é um líder ou um subordinado, há de convir: quando lembra das pessoas, você, provavelmente, se recorda de como elas se comportavam…

Portanto, rotule-se positivamente! E lembre-se dessa mensagem abaixo:

– Como ter um mundo mais pacífico? Siga a dica de São Paulo:

Sabe como ter um mundo de paz?

É perdoando, segundo São Paulo em sua Carta aos Eféseos, escrita há quase 2000 anos. E ele tem razão, pois sua mensagem é atual!

Leia, de Ef 4,31-32.

“Toda a amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias, tudo isso deve desaparecer do meio de vós, como toda a espécie de maldade. Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo”.

Se fizermos tudo isso, não teremos um mundo garantidamente de paz?

Terra Globo Mundo - Imagens grátis no Pixabay

– Estádios de Futebol e Pandemia.

Começou com os clubes de futebol da Alemanha e da França, logo na primeira onda da pandemia de Covid-19: o oferecimento de seus estádios como Hospitais de Campanha.

Pouquíssimos foram usados, é verdade (como o Pacaembu, por exemplo). Tal fato foi repetido (a oferta) aqui no Brasil também.

A atitude das instituições esportivas foi louvável, não se discuta. E agora, na segunda onda, as mesmas entidades estão oferecendo suas instalações como Postos de Vacinação.

Aqui, aplausos para quem se dispõe de verdade a ceder seu espaço de maneira nobre e solidária. Mas fica um alerta também: o que tem de time que quer dizer que “cede seu estádio” sabendo que ele não terá infraestrutura alguma, somente pelo fato de fazer um pseudo “marketing do bem”… ô como tem!

De qualquer forma, a esses, não se recrimine. Ao menos se colocam ao serviço solidário (mesmo que não possam fazê-lo).

Os estádios que viraram hospitais de campanha na luta contra o coronavírus  | VEJA

– Pare de usar a justificativa que o STF “travou” Bolsonaro na Pandemia. Entenda a realidade:

Cansou ouvir bla-bla-blá sobre “culpados da Pandemia”. Vamos falar com clareza?

O Supremo Tribunal Federal tem inúmeros pecados a serem expurgados, mas precisamos ser justos: o de “proibir o presidente Jair Bolsonaro de lutar contra a pandemia”, não. É discurso de fanático bolsonarista ou de pessoas que não entenderam o que aconteceu.

Quando o STF deu poder aos Estados e Municípios a fim de tomarem medidas mais amplas na Pandemia, NÃO ISENTOU A UNIÃO de agir. Há muita bobagem nessa história, que mais parece desinformação do que justificativa fanatizada: a Justiça permitiu que governadores e prefeitos decidissem ações mais personalizadas, de acordo com a realidade da comunidade que vivem (já que o país é muito grande e heterogêneo). A afirmação de que proibiu a União, portanto, é mentirosa, e surgiu como subterfúgio para muitos.

Não tem nada a ver com dizeres como “o presidente ficou de mãos atadas”, ou “o Governo Federal não pode nada”. Não se encubra incompetência no combate e acomodação das autoridades com “impossibilidade de fazer” e “proibição do Judiciário”.

Normalmente, quem gosta de usar esse discurso, tenta acrescentar na fala: “olhe só os que os governadores e prefeitos roubaram”. Ué, se roubaram, cadeia neles! Mas sejamos inteligentes e realistas: o que isso tem a ver com a omissão do Governo Federal?

Todos (Presidente, Governadores e Prefeitos) têm responsabilidades. Executivo, Legislativo e Judiciário, idem. Além de nós, brasileiros sem cargo público, de cobrar as autoridades.

Artigo – Migalhas – A legislação das medidas emergenciais na pandemia – Por  Nelson Adriano de Freitas – IRIRGS

– Bom dia, sábado. Parte 4 de 4:

07h00 – Desperte, Bragança Paulista!
Espairecendo com a alvorada tão bonita. A natureza, cá entre nós, é generosa?
Que o sábado possa valer a pena.

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