– Procure conviver bem consigo mesmo! Siga o conselho do Padre Fábio pós-pânico.

Não se pode levar tão a sério, se autoinfernizar, criar demônios a todo instante (e muitos deles, desnecessários) na nossa própria vida. Relaxar, desestressar, rir-se de si mesmo (embora seja difícil nos momentos de turbulência) se faz imprescindível. 

No desespero, se possível, mude o foco das conversas e dos pensamentos. Saia de casa, vá tomar um ar na rua, povoe sua mente de coisas boas, divagações diversas e tente esquecer aqueles momentos ruins. Dê-se ao “luxo” de fazer algo que gosta, curta um hobby barato / gratuito, brinque com as crianças como se não houvesse amanhã. 

Gostei muito desse tuíte do Padre Fábio de Melo (que estava doente, sofrendo da Síndrome do Pânico e deu uma sumida das Redes Sociais), postado em sua volta ao Twitter depois da melhora da enfermidade. Abaixo:

“Eu deveria ser o maior interessado em tornar-me uma pessoa melhor, afinal, sou eu mesmo o primeiro que terá de conviver com o que de mim é penoso e insuportável”.

E não é verdade? Imaginaram que muitas vezes, somos chatos demais com nós mesmos e nos tornamos insuportáveis, precisando de “férias do próprio eu”?

Vale refletir!

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– As mentiras campeãs contadas pelos candidatos a empregos!

Sabe quais são as mentiras “TOP10” contadas aos selecionadores, na oportunidade de uma entrevista de emprego?

Eis abaixo, extraído de: Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, página 1, ed 05/03/17

AS 10 MENTIRAS MAIS CONTADAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO

Em época de escassez de vagas de emprego, vale tudo numa entrevista? Definitivamente não! A headhunter e recrutadora Luciana Tegon, sócia-diretora da Consulents Group by Tegon, recomenda o candidato ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade é cativante. “É importante que você saiba narrar sua trajetória de carreira de uma forma que seus conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, explica.

Em tempos de hiperconectividade as empresas e recrutadores podem acessar rapidamente pessoas e informações, por meio das redes sociais, por exemplo, então mentiras podem ser descobertas facilmente.

Veja a seguir as top 10 mentiras contadas nas entrevistas de emprego:

1 – Mentir sobre sua fluência no idioma. Algumas pessoas optam por mentir sobre sua fluência no inglês ou espanhol.  Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los você fechará as portas da empresa para futuras oportunidades.

2 – Mentir sobre os motivos de demissão de empregos anteriores. É bastante compreensível que um candidato não queira abrir que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.

3 – Mentir sobre prazo de permanência nos empregos anteriores. Com medo de serem eliminados pelo “pouco tempo de casa” alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas empresas checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e se houver divergência a contratação poderá ser cancelada e sua imagem denegrida.

4 – Mentir sobre o local de sua residência. Alguns candidatos que moram mais longe cadastram-se colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados ao processo já que é sabido que muitas empresas não contratam quem toma mais de 2 conduções por trecho.

5 – Mentir sobre suas competências declarando que são proativos, possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.

6 – Mentir sobre o cargo e as atividades que fazia. Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum encontrarmos candidatos que declararam que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.

7- Declarar terem trabalhado em grandes empresas (e falsificar registro em carteira). Esta mentira que pode inclusive ser tipificada como crime não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam mentindo neste sentido.

8 – Mentir sobre cursos e certificações que nunca fizeram.

9 – Mentir sobre seus hobbies e sobre o que faz em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para balada nos finais de semana. Da mesma forma há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.

10 – Mentir sobre suas reais condições de saúde. Com medo de não serem contratados alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

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– Começando uma boa Segundona, em 5 cliques motivacionais:

👊🏻Bom dia!
Que nossa semana comece muito bem. Para isso, vamos cair da cama para o cooper-corujão motivacional?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #ascis #mobgrafando

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🙏🏻Correndo e Meditando:
Ó #Jesus, vivo e presente em todos os sacrários da face da Terra, socorrei-nos! #Amém.”
(Foto da Catedral #NossaSenhora do #Desterro, Jundiaí-SP).
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhoraDoDesterro #PorUmMundoDePaz

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🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. E essas cores vivas?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅Desperte, #Jundiaí.
Hoje, c’o #amanhecer de outro dia aqui da #TerraDaUva, a fim de mostrar o quão colorida e inspirada pode ser a nossa jornada.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia

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Ops: e para que a semana seja realmente divertida, eis que acho nas Redes Sociais uma postagem (cheia de montagens) que minha filhota fez do “Papai Lava-Louças de Domingo”. Tô levando bola nas costas até da minha prole? rsrs
Confesso: ficou divertida sim!

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Ótimo dia para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Golpes de Cartão na época do Carnaval

Infelizmente, existem picaretas para todas as ocasiões. E nessa época de Carnaval, há cada golpe na praça…

Cuidado com seu cartão de crédito ou débito. Veja essa lista de engodos que estão na moda:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/14/golpe-cartao-maquininha-celular-no-carnaval-dicas-para-evitar.htm

TROCA DE CARTÃO, VALOR ERRADO, APP DO BANCO… OS GOLPES DURANTE O CARNAVAL

Fevereiro é mês de folia para os brasileiros, mas também é preciso tomar cuidado com os principais golpes financeiros que acontecem durante o Carnaval.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) deve começar nos próximos dias a divulgar vídeos e alertas nas suas redes sociais alertando sobre os principais tipos de fraudes nesta época do ano. Veja alguns exemplos de golpes e como evitá-los, de acordo com a Febraban.

Roubo do celular (com app do banco)

Para começar, não é só com o cartão e com as maquininhas que o folião deve ficar atento. O telefone celular, que hoje carrega uma série de dados do usuário, também traz riscos financeiros, já que muitas pessoas usam aplicativos do banco no celular e guardam dados pessoais.

É comum após roubos de celulares a vítima procurar a empresa de telefonia e a operadora do cartão de crédito. “Quase ninguém se lembra de avisar o banco”, disse Adriano Volpini, diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da Febraban.

É importante que a pessoa entre em contato com o banco para comunicar o roubo do celular assim que perceber que não está mais com o aparelho. Assim, a instituição financeira bloqueará a conta e impedirá que os bandidos realizem qualquer operação.

Troca do cartão

Outro cuidado importante é com o pagamento digital. Um dos casos mais comuns é o da troca do cartão. O golpista que se passa por vendedor ambulante e, ao entregar a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão, obtém os números que estão sendo digitados. Depois, aproveitando uma falta de atenção do consumidor, ele troca o cartão e devolve outro muito parecido.

Roubo da senha

Há também situações em que o golpista pede a senha no momento em que deveria digitar o valor e, então, os números, que deveriam ser secretos, ficam visíveis.

Valor errado

Outro golpe que tem acontecido com frequência é o golpista digitar na maquininha o valor errado da compra. O folião acaba pagando R$ 50, R$ 500 ou até R$ 5.000 numa compra de R$ 5, por exemplo.

Páginas, emails e SMS falsos

Outro golpe comum é o que acontece sem a presença física do golpista, quando clientes recebem avisos falsos de bancos ou operadoras de cartão de crédito. O alerta das instituições é desconfiar de ligações ou mensagens com pedidos de atualização de dados, e jamais fornecer senhas ou códigos de acesso ou de validação para transações digitais (como chave de segurança e token).

Veja dicas para evitar cair em golpes

Para reduzir os riscos de cair num golpe, a Febraban dá algumas dicas:

  • Nunca empreste ou entregue o seu cartão para ninguém e nunca o perca de vista. Pode haver a troca do cartão sem que você perceba
  • Ao efetuar pagamentos com seu cartão, não deixe que ele fique longe do seu controle, confira o valor e tome cuidado para que ninguém observe a digitação da sua senha. 
  • Ao finalizar a compra e pegar o cartão de volta, veja se é o seu nome que está nele
  • Solicite sempre a via do comprovante de venda e confira o valor impresso da compra
  • Sempre que possível, passe você mesmo o cartão na maquininha
  • Cadastre-se para receber avisos por SMS ou e-mail a cada transação realizada com seu cartão; assim, é possível identificar com rapidez uma transação fraudulenta
    Nunca guarde a senha junto com o cartão. Isso reduz o risco em casos de perda ou roubo
  • Tome cuidado com esbarrões ou encontros acidentais, que possam levar a perder de vista, temporariamente, o seu cartão. Se isso ocorrer, verifique se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Em caso negativo, ligue imediatamente para o banco e solicite o cancelamento
  • Quando for destruir um cartão, corte o chip ao meio. Mesmo com o plástico cortado, é possível fazer transações se o chip estiver intacto
  • Em caso de roubo, perda ou extravio do seu cartão, ligue imediatamente para a Central de Atendimento do seu banco e solicite o cancelamento do cartão. Em caso de roubo, também registre um B.O. na delegacia mais próxima

Caí em um golpe, e agora?

Segundo o Procon-SP, o consumidor que identificar que caiu em algum golpe deverá fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia. A vítima também deve entrar em contato com o banco por meio do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para informar a situação. Tenha com você detalhes da transação indevida, como data e valores descontados. A instituição terá cinco dias úteis para dar uma resposta sobre a devolução do dinheiro.

Se o banco não resolver a situação ou não der uma resposta, o consumidor pode registrar uma queixa na ouvidoria da instituição. Também é possível fazer uma reclamação no Banco Central, em uma entidade de defesa do consumidor ou buscar a Justiça.

Dinheiro nem sempre é devolvido

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as instituições financeiras devem criar meios que garantam o acesso seguro do consumidor aos serviços bancários, o que inclui evitar golpes e fraudes. Para o Idec, em situações de fraude bancária, os bancos têm responsabilidade objetiva, ou seja, são responsáveis, independentemente de culpa.

Porém, nem sempre a justiça concorda com isso. Há casos em que o consumidor pode ficar no prejuízo. Isso porque nem sempre o dinheiro roubado é devolvido. O Judiciário está mais rigoroso na análise de ações sobre fraudes em compras com cartões. Os magistrados, sobretudo do STJ (Superior Tribunal de Justiça), têm dado ganho de causa aos bancos nos processos em que fica comprovado que os golpistas usaram a senha dos clientes e os cartões com chip. Os juízes afirmam nas decisões que há negligência ou desleixo dos correntistas com os cartões e as senhas.

Reprodução/ Facebook

– Jorge Jesus: o competente (e demagogo) treinador do Flamengo.

elogiei bastante o trabalho do treinador português Jorge Jesus, o “mister”. Mas confesso: o que eu imaginava ser “jeito” de falar, e não arrogância, parece estar mudando.

De uma maneira bem demagoga, ao vencer o Athlético Paranaense na Supercopa, disse:

“Todas as torcidas torcem contra o Flamengo? Pode até ser, mas mesmo assim é difícil equilibrar, pois a torcida do Flamengo é muito grande.”

Se você achou isso como uma forma válida de ganhar a torcida, ok. Não discuto e concordo. Mas seu auto-elogio eu discordo:

“Não é só no futebol brasileiro [que eu sou diferente]. Quando eu estava na Europa, eu já era diferente”.

Aí é outra história: pode ser diferente em Portugal e no Brasil, mas nas grandes Ligas da Europa (Itália, Inglaterra, Espanha), neca.

E você, concorda com isso?

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– Bebida Alcoólica deixa a Pessoa mais Inteligente?

Parece loucura e contradição, mas… beber deixa a pessoa mais inteligente, segundo duas pesquisas científicas!

Porém, antes de se embebedar, vale a pena ler!

Extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/

GÊNIO, A SUA MANEIRA?

Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).

Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.

Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?

Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

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– Somos Atletas da Fé preparados para a Vida Espiritual?

Ouvi na homilia de um domingo passado (Missa celebrada pelo Padre Tarcísio Marques Mesquita) e compartilho, pois achei muito oportuno: uma analogia da nossa caminhada de vida como “atletas da fé”.

Somos lutadores, caminhantes, tendo necessidade de preparo e árduo treino para as noites escuras e dias mais claros, enfrentando as dificuldades do caminho, preparados para vencer – mas também para perder. E eis aqui um problema da sociedade: se cobra uma vida de vitórias, nunca preparando para o que se perde e o que se ganha perdendo.

Taí uma verdade: tanto na vida quanto no esporte, a derrota é inadmissível. Por quê? Claro que aceitar a perda na vida real é muito mais difícil do que perder no jogo; porém, superar a derrota é algo a ser intensamente trabalhado.

Certamente, o querido padre estava iluminado pelo Espírito Santo. Gostei das suas palavras.

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– O Museu das ideias fracassadas

Você sabia que existe na Suécia um “Museu dos grandes fracassos criativos”? Ele foi inaugurado há quase 2 anos, e traz exemplos de produtos que se tornaram um fiasco.

Eis que curiosa a reportagem de quando estava prestes a abrir suas portas,

extraído da PEGN, em: https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Diversao-e-turismo/noticia/2017/04/museu-reune-fracassos-de-grandes-empresas.html

MUSEU REÚNE FRACASSOS DE GRANDES EMPRESAS

Empreendedor sueco cria espaço para projetos de inovação que não deram certo

Uma máscara de beleza que promete tirar rugas com choques elétricos; um smartphone que, desmontado, se transforma em um videogame; uma Coca-Cola com sabor de café; uma lasanha fabricada por uma marca de pasta de dentes. Esses são alguns dos produtos expostos no Museu do Fracasso, que será aberto no dia 7 de junho na cidade de Helsimburgo, no sul da Suécia. A proposta é lembrar os equívocos e absurdos cometidos por empresas durante o desenvolvimento de novos produtos.

“Todas as pessoas que trabalham com inovação sabem que a grande maioria – de 80% a 90% – de todos os projetos fracassam. O problema é que as empresas só gostam de falar dos sucessos”, diz Samuel West, o empreendedor responsável pelo museu, em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Na opinião de West, a melhor maneira de estimular a inovação é fazer as empresas – especialmente as de grande porte – falarem sobre seus erros. “Só assim os empreendedores se sentirão livres para cometer seus próprios equívocos, sem medo de inovar”, diz. Para provocar reflexão, foram incluídos no museu itens como a Bic for Her, uma caneta com um tom sexista, a Digital Camera da Kodak, que não permitia compartilhamento de fotos, e um DVD da Blockbuster, locadora aniquilada pelo surgimento do streaming. Confira abaixo a entrevista com o fundador do museu, Samuel West.

Por que você decidiu abrir o Museu do Fracasso?
Há sete anos, eu trabalho como pesquisador na área de psicologia organizacional. Então, tenho contato com muitos donos e gestores de empresas. Todas as pessoas que trabalham com pesquisa e desenvolvimento sabem a maioria dos projetos de inovação fracassa. Mas as companhias só falam sobre os seus sucessos. As empresas ainda não sabem como lidar com os seus erros, é preciso melhorar muito isso. O museu foi a forma que encontrei para estimular donos de pequenos e grandes negócios a lançar um novo olhar sobre o fracasso. Também quero inspirar pessoas que não são empreendedoras a ver os erros como uma oportunidade de aprendizado, e não como uma tragédia.

Qual é a atração que o fracasso exerce sobre as pessoas?
Todos nós já lemos milhares de histórias sobre empreendedores bem-sucedidos e negócios incríveis. Depois de um tempo, todas essas narrativas começam a soar iguais. Mas, no caso dos fracassos – especialmente o que envolvem inovação -, cada história é muito particular. A Kodac falhou por causa da sua inabilidade em adaptar o modelo de negócios. A Blockbuster falhou por causa da sua ambição em abrir cada vez mais locadoras. Muitas corporações erram ao tentar entrar em áreas nas quais não têm nenhuma expertise.

O que podemos aprender com os erros de outras empresas?
Quando você tem acesso aos erros dos outros, começa a se familiarizar com a ideia de que o fracasso também pode ser iluminador. Isso dá uma perspectiva única e necessária sobre os seus próprios problemas. No museu, alguns casos de inovação fracassada mostram a importância de saber quais são as necessidades que você está atendendo. O lugar está cheio de exemplos de tecnologias que foram lançadas sem que a empresa soubesse que problema estava resolvendo.

Você já teve sua dose de fracassos?
Eu ganho dinheiro com workshops, palestras e trabalhos como consultor. Sempre quis empreender, mas tenho um problema: não sou muito bom em vender minhas ideias. É por isso que comecei esse empreendimento de uma forma enxuta, sem grandes pretensões. Espero que o Museu do Fracasso não acabe virando uma peça no meu museu… (risos)

Existe algum produto no mercado hoje que seria um forte candidato a entrar no Museu do Fracasso?
Eu não tinha pensado nisso, mas acho que as tecnologias vestíveis são fortes candidatas. São produtos estúpidos, mesmo quando fazem o que prometem. É só você dar uma olhada no Apple Watch…

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– O pênalti de Camacho em Igor Gomes em São Paulo 0x0 Corinthians. Jogador conhece regra?

Sou torcedor da arbitragem, defensor da renovação dos juízes, mas (apesar de ser ex-árbitro e comentarista de arbitragem) não se pode fazer corporativismo nem tapar o sol com a peneira: o trabalho de lançar novos nomes é ruim pela atual gestão da FPF.

Eu havia escrito sobre as dificuldades técnicas do árbitro Douglas Marques das Flores, publicando no Blog “Pergunte Ao Árbitro” (vide em: https://wp.me/p55Mu0-2tL) antes do Majestoso, divulgando uma série de dados concretos sobre seus altos e baixos em diversos jogos. Os clubes se atentam / atentaram a esses detalhes?

Na partida de sábado no Morumbi, o juiz mostrou a falta de uniformidade de critérios marcando ou não marcando infrações com decisões diferentes em lances idênticos. A reclamação maior foi o pênalti cometido por Camacho em Igor Gomes.

A pergunta é: com tanta informação disponível hoje, os clubes não se preocupam em orientar jogadores para atuarem de acordo com as virtudes e fraquezas dos árbitros? Um time da grandeza do São Paulo FC não tem um instrutor de arbitragem para ajudar o clube a receber menos cartões, criar jogadas de acordo com os detalhes das Regras e, apesar de inusitado (algo real), saber como reclamar dos erros?

Fica a dica. Tão moderno e profissional que o futebol está (e tão caro), os clubes desprezam a educação e conhecimento das 17 Regras e suas nuances. 

Pegue qualquer clube e aplique aos jogadores uma prova de “Regras do Futebol”: se sairão bem? Deveriam ser bem sucedidos, pois conhecer as leis do ofício que exerce, é algo básico a ser cobrado.

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– Os iPhones para os suspeitos de quarentena do Coronavírus!

E viva a tecnologia. Viram a decisão das autoridades sanitárias japonesas para ter controle sobre os passageiros que estão presos num cruzeiro?

Distribuirão iPhones para ter controle médico sobre os suspeitos dos portadores de COVID-19

Abaixo, extraído de: https://blogdoiphone.com/2020/02/2mil-iphones-cruzeiro-japao/

PASSAGEIROS PRESOS NO CRUZEIRO DO CORONAVÍRUS NO JAPÃO RECEBERÃO 2000 IPHONES

O mundo inteiro tem acompanhado o drama que vivem os passageiros presos em quarentena em um navio em mares japoneses, pelo fato de alguns deles estarem infectados com o coronavírus (que recentemente mudou o nome para COVID-19). Foram mais de 40 casos confirmados e não há perspectiva de quando eles poderão desembarcar em terra firme.

O fato inusitado é que o Ministério da Saúde japonês fornecerá cerca de 2.000 iPhones para os passageiros informarem suas próprias condições de saúde.

Os iPhones são fornecidos pela operadora Softbank a cada cabine de passageiros e tripulação do navio.

A intenção é puramente médica: através de um aplicativo especial feito pelo Ministério, cada pessoa poderá ter consultas individuais com médicos, via chat, além de informar em tempo real eventuais sintomas e o histórico diário da medicação que estão tomando.

Isso facilitará muito o controle de mais de 2.000 pessoas por profissionais que não precisam estar necessariamente dentro do navio.

Pelas imagens divulgadas, não será o novíssimo iPhone 11, mas sim exemplares do iPhone 6s.

– Um bom domingo bem inspirado!

Olá amigos. Que dia bonito! S’imbora correr?

No clique 1:

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Durante a corrida, pensando em Deus. Hoje, pedindo à Virgem Maria para inteceder por nós a Jesus.

No clique 2:

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Pós-treino, alongando no jardim com essa quaresmeira tão bela.

No clique 3:

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Com esse amanhecer tão belo abaixo, às 06h15, fica a postagem de inspiração.

No clique 4:

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Por fim, vamos curtir o dia com as crianças? Não troco nada por esse sorriso maroto da minha caçulinha.

No clique 5:

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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Análise da Arbitragem para Paulista 2×1 Rio Preto

Muito boa a arbitragem de Matheus Delgado Candançan. Jovem (cara de menino) mas sabe se portar muito bem em campo. Muitas vezes os jogadores querem se aproveitar do árbitro quando percebem alguém tão novo. No jogo de hoje (embora os jogadores tenham colaborado), ele tirou isso de letra.

Correu bastante, se posicionou bem, é ativo em campo. Ótima postura.

Separei dois lances para destacar: um “contra” e outro “a favor” da arbitragem. Mas vale lembrar: foram muitos a favor, sem relaxar em momento algum (especialmente nos 10 segundos finais, aplicando corretamente o cartão amarelo a Alan John (Paulista) por indisciplina).

Um importante erro: aos 27m, o goleiro Matheus (PFC) foi repor a bola e o adversário dele, Barcos (RIO), entrou na frente. A bola foi chutada ao meio de campo, armando um contra-ataque. Porém, ao repor essa bola, acabou existindo a dividida e o goleiro caindo, se lesionando. O árbitro não viu, pois estava atento no ataque (e não era simulação do defensor, pois sua equipe estava perdendo o jogo naquele momento). O bandeira 1 Danilo Nogueira da Silva, deveria ter o avisado. Errou ao não fazer, pois o arqueiro ficou caído pedindo o atendimento médico.

Um importante acerto: aos 40m, Nenê (PFC) dá um chute muito forte para o gol, atingindo no rosto (e quase nocauteando) o adversário Rafael Cursino (RIO). O time de Jundiaí reclamou de pênalti, que não foi. O jogador tenta usar a mão para proteção (não consegue, mas mesmo se usasse não é infração por ser justamente de proteção). Acertou o árbitro, mesmo com a pressão dos atletas.

O bandeira 2 Patrick Bardauil esteve atento e trabalhou bem. Também elogios ao 4º árbitro João Mariano que não se acomodou na função. Muito bem.

Assista, abaixo, a narração de Edson Roberto (Didi), o Gargantinha de Ouro, pela Rádio Difusora AM810 (do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora).

Placar: 2×1

Faltas: 12×18

Cartões Amarelos: 1×2

Cartões Vermelhos: 0x1

Público: 690 pagantes

Renda: R$ 9.300,00

– 15/02: O Dia de Luta contra o Câncer Infantil

Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.

Importantíssimo e que deve ser compartilhado, extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/

A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL

No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes

Por Francisco Neves

O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.

Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.

Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.

Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.

Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.

Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.

A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.

Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.

Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.

Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.

Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.

Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.

*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.

15 de fevereiro Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância