– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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– O Brasileirão ofuscará os Estaduais?

Nessa semana, começará o Campeonato Brasileiro 2026. E os clubes que estão em disputa nos Estaduais terão que optar: a qual competição se dedicar?

Lembremo-nos: os 3 pontos da Rodada 1 valem a mesma coisa que os 3 pontos da Rodada 38 do torneio. Pep Guardiola, certa vez disse mais ou menos com essas palavras (quando ainda estava no Bayern Munich): “Prefiro ganhar as primeiras rodadas, quando todos ainda não estão preparados, para ter uma folga na tabela de pontuação”.

E tal estratégia não é sábia?

Se você pode ganhar 3 pontos agora (jogando com sua equipe principal), por que tentar só mais para o final do Brasileirão, onde você pode estar já fora da disputa de um título ou lutando contra um rebaixamento?

O Paulistão está na Rodada 5. Portanto, já foi metade do torneio (são 8 jogos). Veremos equipes poupando no Brasileirão para lutar pelo Paulistão? E isso vale para questionar sobre todos os Estaduais.

Minha memória do futebol me rememora quando o Paulistão dividia as atenções com o Brasileirão (e a Libertadores nem importava tanto para os clubes brasileiros, que, verdade seja dita, só voltaram a ter atenção a ela em 1992, com a conquista do São Paulo FC de Telê Santana). Hoje, não se compara mais a importância do Estadual com o Nacional.

Imagine os elencos milionários de Palmeiras e Flamengo. Eles se contentariam em ganhar o Campeonato Paulista ou o Campeonato Carioca? Claro que não.

A sacada da FPF, por exemplo, foi deixar “reféns” os clubes grandes para promover sua competição. Vide a atual tabela: Alguns clubes da Série A brigando pela classificação, e outros (como o São Paulo Futebol Clube) lutando contra o rebaixamento. Como o Tricolor terá coragem de dizer à sua torcida que a prioridade é o Brasileirão? A paixão do torcedor não permitirá que se abra mão da luta contra o rebaixamento.

Ainda sobre o Brasileirão: veremos, novamente, a discussão sobre a qualidade da arbitragem (todo ano, a mesma coisa) e questionamentos como a profissionalização (que foi prometida, mas aparentemente ficará para 2027). Também o impedimento semi-automático, que não deve estar disponível por enquanto (eu duvidei, escrevi e insisti: se todas as promessas da CBF atrasaram, por que eu deveria acreditar que dessa vez seria diferente?).

Sem dúvida, o Campeonato Brasileiro ofuscará os Campeonatos Estaduais. Mas aí há um efeito a se considerar: os Estaduais são a única opção para que certas torcidas comemorem. Veja a Chapecoense: o que deve priorizar? Vencer o Catarinense ou lutar pelo Brasileirão?

Não precisamos ir tão longe: é sabido que, pelo poderio financeiro e técnico, Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro devem ser ponteiros nesse ano. O que as torcidas de outros times poderão comemorar?

Isso explica a força e resistência de muitos cartolas em manterem o Estadual: a conquista de um título!

Vitória na Bahia, Vasco da Gama no Rio de Janeiro, Corinthians em São Paulo ou Internacional no Rio Grande do Sul: alguém acredita que poderiam, na atual fase, conquistar o Campeonato Brasileiro? Claro que não. Mas festejariam o que podem tentar: o Estadual.

Por fim: é a oportunidade de vermos grandes clássicos brasileiros (como São Paulo x Flamengo no Morumbi) e, ao mesmo tempo, o quanto os clubes grandes (por incompetência administrativa e financeira) estão desnivelados.

Sinceramente, eu preferiria que os estaduais não tivessem as grandes equipes e que essas competições fossem fases classificatórias para o Brasileirão das séries iniciais. Uma espécie de “qualify” para uma desejável série E. Afinal, o calendário já está sobrecarregado.

In English by AI Gemini AI:

“The 2026 Brazilian Championship kicks off this week. Clubs currently competing in the State Championships will face a choice: which competition should they dedicate themselves to?

Let’s remember: the 3 points in Round 1 are worth the same as the 3 points in Round 38. Pep Guardiola once said, more or less in these words (back when he was at Bayern Munich): ‘I prefer to win the early rounds, while everyone is still unprepared, so I can have a cushion in the standings.’

And isn’t that a wise strategy? If you can secure 3 points now (playing with your main squad), why wait until the final stretch of the Brasileirão, where you might already be out of the title race or fighting against relegation?

The Paulistão is currently in Round 5. Therefore, the tournament is already halfway through (based on 8 games). Will we see teams resting players in the Brasileirão to fight for the Paulistão? This applies to all State Championships.

My football memory recalls a time when the Paulistão shared the spotlight with the Brasileirão (and the Libertadores didn’t even matter that much to Brazilian clubs, who, truth be told, only turned their attention to it in 1992, after Telê Santana’s São Paulo FC victory). Today, the importance of the State Leagues simply doesn’t compare to the National Championship.

Imagine the multi-million dollar squads of Palmeiras and Flamengo. Would they be satisfied with winning just the São Paulo or Rio State Championship? Of course not.

The ‘clever move’ by the FPF (São Paulo Football Federation), for example, was to keep the big clubs ‘hostage’ to promote their own competition. Look at the current table: some Serie A clubs are scrambling to qualify, while others (like São Paulo FC) are fighting against relegation. How can ‘O Tricolor’ have the nerve to tell its fans that the priority is the Brasileirão? The fans’ passion won’t allow them to give up the fight against relegation.

Back to the Brasileirão: we will once again see the debate over the quality of refereeing (the same thing every year) and questions regarding professionalization (which was promised but apparently postponed until 2027). Also, semi-automatic offside, which likely won’t be available for now (I doubted it, wrote about it, and insisted: if all CBF promises have been delayed, why should I believe this time would be different?).

Without a doubt, the Brasileirão will overshadow the State Championships. But there’s an effect to consider: State Leagues are the only chance for certain fanbases to celebrate. Take Chapecoense: what should they prioritize? Winning the Santa Catarina State League or fighting in the Brasileirão?

We don’t have to look that far: it’s common knowledge that, due to financial and technical power, Palmeiras, Flamengo, and Cruzeiro should be the frontrunners this year. What can the fans of other teams celebrate? This explains the strength and resistance of many ‘cartolas’ (club directors) in maintaining the State Leagues: the chance to win a trophy!

Vitória in Bahia, Vasco da Gama in Rio, Corinthians in São Paulo, or Internacional in Rio Grande do Sul: does anyone believe that, in their current form, they could win the Brasileirão? Of course not. But they would celebrate what they can actually go for: the State Title.

Finally: it’s an opportunity to see great Brazilian classics (like São Paulo vs. Flamengo at the Morumbi) and, at the same time, see how much the big clubs are unevenly matched (due to administrative and financial incompetence).

Sincerely, I would prefer if the State Championships didn’t include the big teams and if these competitions served as qualifying stages for the lower tiers of the Brasileirão. A sort of ‘qualifier’ for a much-needed Serie E. After all, the calendar is already overloaded.”

– E o Bilal Brahimi, do Santos FC? Não joga por quê?

O Santos FC paga ao argelino Bilal Brahimi cerca de R$ 800.000,00 / mês. E o atleta não joga

Nada de contusão. Opção técnica.

Pergunto: pra quê contratar um jogador assim, caro e com deficiência de jogo, e não privilegiar algum garoto da base?

Coisas inexplicáveis…

– Acontece com você?

A mim, dói demais…

Na imagem:

– 10 facts: Why is self-awareness an ultimate goal?

1. Self-awareness is quite a commonly used term for mental health and well-being. While it has been discussed frequently, many people lack its actual…

10 facts: Why is self-awareness an ultimate goal?

– Não se esqueça: temos um Deus!

Estivemos na Santa Missa na Igreja de Nossa Senhora Desatadora dos Nós, em Campinas – SP. E na homilia, aprendemos:

“Não diga a Deus que você tem problemas. Diga: “Ei, problema, eu tenho um Deus’.”

E não é?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos vs Red Bull Bragantino (Rodada 5 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Daiane Muniz
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Bruno Silva de Jesus
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Gustavo Holanda Souza
Observador VAR: Antonio Rogério Batista do Prado
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Evanil Alves dos Santos Junior
Assistente de Área de Revisão: Gustavo Dias de Almeida

Daiane Muniz é uma das VARs mais experiente do quadro da CBF. Curiosamente, na FPF, trabalha como árbitra (não é comum tal situação).

No ano passado, estreou em jogos grandes na A1. Nesse ano, apitou um jogo fácil: Corinthians 3×0 Ponte Preta. 

Em campo, ela tem boa desenvoltura, corre bastante mas ainda lhe falta um pouco mais de malícia em campo, pois às vezes cai nas faltas cavadas e as marca.

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Santos vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 25/01, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Jornalismo é…

Puxa, que ótima definição:

Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade“.

Não sei se realmente foi George Orwell, mas o conceito é perfeito.

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– Dia de São Francisco de Sales

Hoje se celebra o dia de um grande santo: Francisco de Sales, que tanto escreveu sobre tolerância e amor!

Piedoso e trabalhador, São Francisco de Sales lutou contra o nervosismo (fruto do seu forte temperamento). Conta-se que sua mesa era toda arranhada por baixo, pois preferia arranhá-la do que responder ou praticar algo sem amor!

É dele a frase:

“Tenha paciência com todas as coisas, mas principalmente consigo mesmo. A cada dia, comece de novo”.

Também é sua tal percepção:

“A medida do amor é amar sem medida”.

Seus atos inspiraram outros santos, como Dom Bosco, fundador dos Salesianos.

Francisco de Sales semeou a mansidão de Deus com seu exemplo e zelo, trabalho e serviço.

– São Francisco de Sales, rogai por nós. Amém.

24 de Janeiro – Dia de São Francisco de Sales | Missão Salesiana de Mato Grosso

– 22 anos que Leônidas nos deixou…

O dia 24 de janeiro é marcante para o futebol brasileiro (embora esquecido): em 2004, aos 90 anos de idade, o grande Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, falecia em Cotia.

Talvez o primeiro craque marcante do Brasil, ele foi o inventor do “Gol de Bicicleta”. Leônidas foi artilheiro da Copa de 38 e escolhido o melhor jogador daquele Mundial.

Uma triste situação: Leônidas, depois de se aposentar, trabalhou como comentarista esportivo na Rádio Jovem Pan, e em 1974 interrompeu a carreira para cuidar da saúde, pois diagnosticou-se com Mal de Alzheimer. Pasmem: sofreu 30 anos com a doença!

Tomara que as autoridades do futebol se lembrem de tal data hoje e o homenageiem.

Curiosidade 1: Leônidas é considerado o atleta que mudou o SPFC de patamar, fazendo o Tricolor ser reconhecido como time grande nos anos 40. 

Curiosidade 2: O chocolate Diamante Negro foi uma homenagem da Lacta, na época de propriedade do governador Adhemar de Barros, a esse incrível jogador. Imagine se existisse cobrança de royalties hoje…

Foto: Internet, autoria desconhecida. Quem souber o autor, favor informar para divulgação.

– Acordo Mercosul–UE redesenha expectativas e destrava capital no Brasil.

O avanço do acordo Mercosul–UE melhora a leitura de risco e destrava investimento e crédito no Brasil. #Linkezine 🌍 O post Acordo Mercosul–UE …

Continua em: Acordo Mercosul–UE redesenha expectativas e destrava capital no Brasil

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem de Nossa Senhora das Lágrimas da Paróquia São João Bosco, em Jundiaí. Arquivo Pessoal.

– Reinserção:

Ajudar as pessoas a recomeçarem na vida é um ato de cidadania.

Não é fácil! Mas tentar fazer pessoas que cometeram crimes a desejarem um trabalho honesto, é necessário à Sociedade.

Um exemplo do meu desafio pelo Sebrae:

bomba.jpg

– Estamos ficando menos inteligentes?

Compartilho essa excelente matéria: nossa sociedade está ficando menos inteligente, ou é uma falsa impressão?

Se sim, quais os motivos? Se não, por quê isso acontece?

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/especiais/a-era-da-burrice/

A ERA DA BURRICE

Você já teve a impressão de que as pessoas estão ficando mais burras? Talvez não seja só impressão. Estudos indicam que a inteligência humana começou a cair

por Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz

Discussões inúteis, intermináveis, agressivas. Gente defendendo as maiores asneiras, e se orgulhando disso. Pessoas perseguindo e ameaçando as outras. Um tsunami infinito de informações falsas. Reuniões, projetos, esforços que dão em nada. Decisões erradas. Líderes políticos imbecis. De uns tempos para cá, parece que o mundo está mergulhando na burrice. Você já teve essa sensação? Talvez não seja só uma sensação. Estudos realizados com dezenas de milhares de pessoas, em vários países, revelam algo inédito e assustador: aparentemente, a inteligência humana começou a cair.

Os primeiros sinais vieram da Dinamarca. Lá, todos os homens que se alistam no serviço militar são obrigados a se submeter a um teste de inteligência: o famoso, e ao mesmo tempo misterioso, teste de QI (mais sobre ele daqui a pouco). Os dados revelaram que, depois de crescer sem parar durante todo o século 20, o quociente de inteligência dos dinamarqueses virou o fio, e em 1998 iniciou uma queda contínua: está descendo 2,7 pontos a cada década.

A mesma coisa acontece na Holanda (onde tem sido observada queda de 1,35 ponto por década), na Inglaterra (2,5 a 3,4 pontos de QI a menos por década, dependendo da faixa etária analisada), e na França (3,8 pontos perdidos por década). Noruega, Suécia e Finlândia – bem como Alemanha e Portugal, onde foram realizados estudos menores – detectaram efeito similar.

“Há um declínio contínuo na pontuação de QI ao longo do tempo. E é um fenômeno real, não um simples desvio”, diz o antropólogo inglês Edward Dutton, autor de uma revisão analítica(1) das principais pesquisas já feitas a respeito.

A regressão pode parecer lenta; mas, sob perspectiva histórica, definitivamente não é. No atual ritmo de queda, alguns países poderiam regredir para QI médio de 80 pontos, patamar definido como “baixa inteligência”, já na próxima geração de adultos.

Não há dados a respeito no Brasil, mas nossos indicadores são terríveis. Um estudo realizado este ano pelo Ibope Inteligência com 2 mil pessoas revelou que 29% da população adulta é analfabeta funcional, ou seja, não consegue ler sequer um cartaz ou um bilhete. E o número de analfabetos absolutos, que não conseguem ler nada, cresceu de 4% para 8% nos últimos três anos (no limite da margem de erro da pesquisa, 4%).

Nos países desenvolvidos, o QI da população tem caído até 3,8 pontos por década.

No caso brasileiro, a piora pode ser atribuída à queda nos investimentos em educação, que já são baixos (o País gasta US$ 3.800 anuais com cada aluno do ensino básico, menos da metade da média das nações da OCDE) e têm caído nos últimos anos.

Mas como explicar a aparente proliferação de burrice mesmo entre quem foi à escola? E a queda do QI nos países desenvolvidos? O primeiro passo é entender a base da questão: o que é, e como se mede, inteligência.

O primeiro teste de QI (quociente de inteligência) foi elaborado em 1905 pelos psicólogos franceses Alfred Binet e Théodore Simon, para identificar crianças com algum tipo de deficiência mental. Em 1916, o americano Lewis Terman, da Universidade Stanford, aperfeiçoou o exame, que acabou sendo adaptado e usado pelos EUA, na 1a Guerra Mundial, para avaliar os soldados.

Mas o questionário tinha vários problemas – a começar pelo fato de que ele havia sido desenvolvido para aferir deficiência mental em crianças, não medir a inteligência de adultos. Inconformado com isso, o psicólogo romeno-americano David Wechsler resolveu começar do zero.

E, em 1955, publicou o WAIS: Wechsler Adult Intelligence Scale, exame que se tornou o teste de QI mais aceito entre psicólogos, psiquiatras e demais pesquisadores da cognição humana (só neste ano, foi utilizado ou citado em mais de 900 estudos sobre o tema).

Ele leva em média 1h30, e deve ser aplicado por um psiquiatra ou psicólogo. Consiste numa bateria de perguntas e testes que avaliam 15 tipos de capacidade intelectual, divididos em quatro eixos: compreensão verbal, raciocínio, memória e velocidade de processamento.

Isso inclui testes de linguagem (o psicólogo diz, por exemplo: “defina a palavra abstrato”, e aí avalia a rapidez e a complexidade da sua resposta), conhecimentos gerais, aritmética, reconhecimento de padrões (você vê uma sequência de símbolos, tem de entender a relação entre eles e indicar o próximo), memorização avançada, visualização espacial – reproduzir formas 3D usando blocos de madeira – e outros exercícios.

O grau de dificuldade do exame é cuidadosamente calibrado para que a média das pessoas marque de 90 a 110 pontos. Esse é o nível que significa inteligência normal, média. Se você fizer mais de 130 pontos, é enquadrado na categoria mais alta, de inteligência “muito superior” (a pontuação máxima é 160).

Mas é preciso encarar esses números em sua devida perspectiva. O teste de QI não diz se uma pessoa vai ter sucesso na vida, nem determina seu valor como indivíduo. Não diz se você é sensato, arguto ou criativo, entre outras dezenas de habilidades intelectuais que um ser humano pode ter.

O que ele faz é medir a cognição básica, ou seja, a sua capacidade de executar operações mentais elementares, que formam a base de todas as outras. É um mínimo denominador comum. E, por isso mesmo, pode ajudar a enxergar a evolução (ou involução) da inteligência.

Ao longo do século 20, o QI aumentou consistentemente no mundo todo – foram três pontos a mais por década, em média. É o chamado “efeito Flynn”, em alusão ao psicólogo americano James Flynn, que o identificou e documentou. Não é difícil entender essa evolução. Melhore a saúde, a nutrição e a educação das pessoas, e elas naturalmente se sairão melhor em qualquer teste de inteligência.

O QI da população japonesa, por exemplo, chegou a crescer 7,7 pontos por década após a 2a Guerra Mundial; uma consequência direta da melhora nas condições de vida por lá. Os cientistas se referem ao efeito atual, de queda na inteligência, como “efeito Flynn reverso”. Como explicá-lo?

Involução natural

A primeira hipótese é a mais simples, e a mais polêmica também. “A capacidade cognitiva é fortemente influenciada pela genética. E as pessoas com altos níveis dela vêm tendo menos filhos”, afirma o psicólogo Michael Woodley, da Universidade de Umeå, na Suécia. Há décadas a ciência sabe que boa parte da inteligência (a maioria dos estudos fala em 50%) é hereditária.

E levantamentos realizados em mais de cem países, ao longo do século 20, constataram que há uma relação inversa entre QI e taxa de natalidade. Quanto mais inteligente uma pessoa é, menos filhos ela acaba tendo, em média.

Some uma coisa à outra e você concluirá que, com o tempo, isso tende a reduzir a proporção de pessoas altamente inteligentes na sociedade. Trata-se de uma teoria controversa, e com razão. No passado, ela levou à eugenia, uma pseudociência que buscava o aprimoramento da raça humana por meio de reprodução seletiva e esterilização de indivíduos julgados incapazes. Esses horrores ficaram para trás. Hoje ninguém proporia tentar “melhorar” a sociedade obrigando os mais inteligentes a ter mais filhos – ou impedindo as demais pessoas de ter.

Mas isso não significa que a matemática das gerações não possa estar levando a algum tipo de declínio na inteligência básica. Inclusive pela própria evolução da sociedade, que tornou a vida mais fácil.

“Um caçador-coletor que não pensasse numa solução para conseguir comida e abrigo provavelmente morreria, assim como seus descendentes”, escreveu o biólogo Gerald Crabtree, da Universidade Stanford, em um artigo recente. “Já um executivo de Wall Street que cometesse um erro similar poderia até receber um bônus.”

Crabtree é um radical. Ele acha que a capacidade cognitiva pura, ou seja, o poder que temos de enfrentar um problema desconhecido e superá-lo, atingiu o ápice há milhares de anos e de lá para cá só caiu – isso teria sido mascarado pela evolução tecnológica, em que as inovações são realizadas por enormes grupos de pessoas, não gênios solitários. Outros pesquisadores, como Michael Woodley, endossam essa tese: dizem que o auge da inteligência individual ocorreu há cerca de cem anos.

Os fatos até parecem confirmar essa tese (Einstein escreveu a Relatividade sozinho; já o iPhone é projetado por milhares de pessoas, sendo 800 engenheiros trabalhando só na câmera), mas ela tem algo de falacioso. A humanidade cria e produz coisas cada vez mais complexas – e é por essa complexidade, não por uma suposta queda de inteligência individual, que as grandes invenções envolvem o trabalho de mais gente.

Da mesma forma, as sociedades modernas permitem que cada pessoa abrace uma profissão e se especialize nela, deixando as demais tarefas para outros profissionais, ou a cargo de máquinas.

E não há nada de errado nisso. Mas há quem diga que o salto tecnológico dos últimos 20 anos, que transformou nosso cotidiano, possa ter começado a afetar a inteligência humana. Talvez aí esteja a explicação para o “efeito Flynn reverso” – que começou justamente nesse período, e se manifesta em países desenvolvidos onde o padrão de vida é mais igualitário e estável (sem diferenças ou oscilações que possam mascarar a redução de QI).

“Hoje, crianças de 7 ou 8 anos já crescem com o celular”, diz Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory, nos EUA, e autor do livro The Dumbest Generation (“A Geração Mais Burra”, não lançado em português). “É nessa idade que as crianças deveriam consolidar o hábito da leitura, para adquirir vocabulário.”

Pode parecer papo de ludita, mas há indícios de que o uso de smartphones e tablets na infância já esteja causando efeitos negativos. Na Inglaterra, por exemplo, 28% das crianças da pré-escola (4 e 5 anos) não sabem se comunicar utilizando frases completas, no nível que seria normal para essa idade. Segundo educadores, isso se deve ao tempo que elas ficam na frente de TVs, tablets e smartphones.

O problema é considerado tão grave que o governo anunciou um plano para reduzir esse índice pela metade até 2028 – e o banimento de smartphones nas escolas é uma das medidas em discussão. O efeito também já é observado em adolescentes. Nos dois principais exames que os americanos fazem para entrar na faculdade, o SAT e o ACT, o desempenho médio vem caindo. Em 2016, a nota na prova de interpretação de texto do SAT foi a mais baixa em 40 anos.

As pessoas nunca leram e escreveram tanto; mas estão lendo e escrevendo coisas curtíssimas, em seus smartphones. Um levantamento feito pela Nokia constatou que os americanos checam o celular em média 150 vezes por dia. Dá uma vez a cada seis minutos, ou seja, é como se fosse um fumante emendando um cigarro no outro.

E esse dado é de 2013; hoje, é provável que o uso seja ainda maior. A onda já preocupa até a Apple e o Google, que estão incluíndo medidores de uso nas novas versões do iOS e do Android – para que você possa saber quantas vezes pega o seu smartphone, e quanto tempo gasta com ele, a cada dia.

A mera presença do celular, mesmo desligado, afeta nossa capacidade de raciocinar. Adrian Ward, professor da Universidade do Texas, constatou isso ao avaliar o desempenho de 548 estudantes(3) em três situações: com o celular na mesa, virado para baixo; com o aparelho no bolso ou na bolsa; e com o celular em outra sala.

Em todos os casos, o celular ficou desligado. Mas quanto mais perto ele estava da pessoa, pior o desempenho dela. “Você não está pensando no celular. Mas ele consome parte dos recursos cognitivos. É como um dreno cerebral”, conclui Ward.

Cada brasileiro gasta 3h39 min por dia nas redes sociais

Outra hipótese é que o uso intensivo das redes sociais, que são projetadas para consumo rápido (passamos poucos segundos lendo cada post) e consomem boa parte do tempo (cada brasileiro gasta 3h39 min por dia nelas, segundo pesquisa feita pela empresa GlobalWebIndex), esteja corroendo nossa capacidade de prestar atenção às coisas.

Você já deve ter sentido isso: parece cada vez mais difícil ler um texto, ou até mesmo ver um vídeo do YouTube, até o final. E quando assistimos a algo mais longo, como um filme ou uma série do Netflix, geralmente nos esquecemos logo. São duas faces da mesma moeda. Levar no bolso a internet, com seu conteúdo infinito, baniu o tédio da vida humana. Mas, justamente por isso, também pode ter nos tornado mais impacientes, menos capazes de manter o foco.

Se prestamos menos atenção às coisas, elas obrigatoriamente têm de ser mais simples. E esse efeito se manifesta nos campos mais distintos, da música aos pronunciamentos políticos. Cientistas do Instituto de Pesquisa em Inteligência Artificial (IIIA), na Espanha, analisaram em computador 460 mil faixas lançadas nos últimos 50 anos, e concluíram(4) que a música está se tornando menos complexa e mais homogênea. Houve uma redução de 60% na quantidade de timbres (com menor variedade de instrumentos e técnicas de gravação), e de 50% na faixa dinâmica (variação de volume entre as partes mais baixas e mais altas de cada música). Tudo soa mais parecido – e mais simples.

Essa simplificação também é visível no discurso político. Um estudo da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, constatou que os políticos americanos falam como crianças(5). A pesquisa analisou o vocabulário e a sintaxe de cinco candidatos à última eleição presidencial (Donald Trump, Hillary Clinton, Ted Cruz, Marco Rubio e Bernie Sanders), e constatou que seus pronunciamentos têm o nível verbal de uma criança de 11 a 13 anos.

Os pesquisadores também analisaram os discursos de ex-presidentes americanos, e encontraram um declínio constante. Abraham Lincoln se expressava no mesmo nível de um adolescente de 16 anos. Ronald Reagan, 14. Obama e Clinton, 13. Trump, 11. (O lanterna é George W. Bush, com vocabulário de criança de 10 anos.)

Isso não significa que os músicos sejam incompetentes e os políticos sejam burros. Eles estão sendo pragmáticos, e adaptando suas mensagens ao que seu público consegue entender – e, principalmente, está disposto a ouvir. Inclusive porque esse é outro pilar da burrice moderna: viver dentro de uma bolha que confirma as próprias crenças, e nunca mudar de opinião. Trata-se de um comportamento irracional, claro. Mas, como veremos a seguir, talvez a própria razão não seja assim tão racional.

Os limites da razão

Você certamente já discutiu com uma pessoa irracional, que manteve a própria opinião mesmo diante dos argumentos mais irrefutáveis. É um fenômeno normal, que os psicólogos chamam de “viés de confirmação”: a tendência que a mente humana tem de abraçar informações que apoiam suas crenças, e rejeitar dados que as contradizem.

Isso ficou claro num estudo famoso, e meio macabro, realizado em 1975 na Universidade Stanford. Cada participante recebeu 25 bilhetes suicidas (que as pessoas deixam antes de se matar), e tinha que descobrir quais deles eram verdadeiros e quais eram falsos. Alguns voluntários logo identificavam os bilhetes de mentirinha, forjados pelos cientistas. Outros quase sempre se deixavam enganar. Então os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos: um só com as pessoas que haviam acertado muito, e outro só com os que tinham acertado pouco.

Só que era tudo uma pegadinha. Os cientistas haviam mentido sobre a pontuação de cada pessoa. Eles abriram o jogo sobre isso, e então pediram que cada voluntário avaliasse o próprio desempenho.

Aí aconteceu o seguinte. Quem havia sido colocado no “grupo dos bons” continuou achando que tinha ido bem (mesmo nos casos em que, na verdade, havia ido mal); já os do outro grupo se deram notas baixas, fosse qual fosse sua nota real. Conclusão: a primeira opinião que formamos sobre uma coisa é muito difícil de derrubar – mesmo com dados concretos.

Esse instinto de “mula empacada” afeta até os cientistas, como observou o psicólogo Kevin Dunbar, também de Stanford. Ao acompanhar a rotina de um laboratório de microbiologia durante um ano, ele viu que os cientistas iniciam suas pesquisas com uma tese e depois fazem testes para comprová-la, desconsiderando outras hipóteses.

“Pelo menos 50% dos dados encontrados em pesquisas são inconsistentes com a tese inicial. Quando isso acontece, os cientistas refazem o experimento mudando detalhes, como a temperatura, esperando que o dado estranho desapareça”, diz Dunbar. Só uma minoria investiga resultados inesperados (justamente o caminho que muitas vezes leva a grandes descobertas).

O cérebro luta para manter nossas opiniões – mesmo que isso signifique ignorar os fatos.

Quanto mais comprometido você está com uma teoria, mais tende a ignorar evidências contrárias. “Há informações demais à nossa volta, e os neurônios precisam filtrá-las”, afirma Dunbar. Há até uma região cerebral, o córtex pré-frontal dorsolateral, cuja função é suprimir informações que a mente considere “indesejadas”.

Tem mais: nosso cérebro libera uma descarga de dopamina, neurotransmissor ligado à sensação de prazer, quando recebemos informações que confirmam nossas crenças. Somos programados para não mudar de opinião. Mesmo que isso signifique acreditar em coisas que não são verdade.

Nosso cérebro é tão propenso à irracionalidade que há quem acredite que a própria razão como a conhecemos (o ato de pensar fria e objetivamente, para encontrar a verdade e resolver problemas) simplesmente não exista. “A razão tem duas funções: produzir motivos para justificar a si mesmo e gerar argumentos para convencer os demais”, dizem os cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, da Universidade Harvard, no livro The Enigma of Reason (“O Enigma da Razão”, não lançado em português). Eles dizem que a razão é relativa, altera-se conforme o contexto, e sua grande utilidade é construir acordos sociais – custe o que custar.

Na pré-história, isso fazia todo o sentido. Nossos ancestrais tinham de criar soluções para problemas básicos de sobrevivência, como predadores e falta de alimento, mas também precisavam lidar com os conflitos inerentes à vida em bando (se eles não se mantivessem juntos, seria difícil sobreviver).

Só que o mundo de hoje, em que as pessoas opinam sobre todos os assuntos nas redes sociais, deu um nó nesse instrumento. “Os ambientes modernos distorcem a nossa habilidade de prever desacordos entre indivíduos. É um dos muitos casos em que o ambiente mudou rápido demais para que a seleção natural pudesse acompanhar”, dizem Mercier e Sperber.

Para piorar, a evolução nos pregou outra peça, ainda mais traiçoeira: quase toda pessoa se acha mais inteligente que as outras. Acha que toma as melhores decisões e sabe mais sobre rigorosamente todos os assuntos, de política a nutrição.

É o chamado efeito Dunning-Kruger, em alusão aos psicólogos americanos David Dunning e Justin Kruger, autores dos estudos que o comprovaram. Num deles, 88% dos entrevistados disseram dirigir melhor que a média. Em outro, 32% dos engenheiros de uma empresa afirmaram estar no grupo dos 5% mais competentes.

Pesquisas posteriores revelaram que, quanto mais ignorante você é sobre um tema, mais tende a acreditar que o domina. No tempo das savanas, isso podia até ser bom. “A curto prazo, dá mais autoconfiança”, afirma Dunning. Agora aplique essa lógica ao mundo de hoje, e o resultado será o mar de conflitos que tomou conta do dia a dia. A era da cizânia – e da burrice.

Ela pode ser desesperadora. Mas nada indica que seja um caminho sem volta. Nos 300 mil anos da história do Homo sapiens, estamos apenas no mais recente – e brevíssimo – capítulo. Tudo pode mudar; e, como a história ensina, muda. Inclusive porque a inteligência humana ainda não desapareceu. Ela continua viva e pronta, exatamente no mesmo lugar: dentro das nossas cabeças.

Fontes:
(1) The negative Flynn Effect: A systematic literature review. Edward Dutton e outros, Ulster Institute for Social Research, 2016.

(2) IQ and fertility: A cross-national study. Steven M. Shatz, Hofstra University, 2007.

(3) Brain Drain: The Mere Presence of One’s Own Smartphone Reduces Available Cognitive Capacity. Adrian F. Ward e outros, Universidade do Texas, 2017

(4) Measuring the Evolution of Contemporary Western Popular Music. Joan Serrà e outros, Spanish National Research Council, 2012

(5) A Readability Analysis of Campaign Speeches from the 2016 US Presidential Campaign. Elliot Schumacher e Maxine Eskenazi, Carnegie Mellon University, 2016.

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Ilustração/Jonatan Sarmento/Superinteressante

– Que doce lembrança!

Recordar é viver:

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– Racismo não passa em branco: Polícia Civil indicia argentina por injúria racial no Rio.

Polícia Civil conclui inquérito e indicia argentina por injúria racial em Ipanema, reforçando que racismo não fica impune. #Linkezine ✊🏽 O post …

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– Bom dia, sábado!

E desejando uma boa jornada, desperte Jundiaí!

Há de ser um ótimo sábado.

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– Liturgia Diária de 24/01/2026.

SÃO TIMÓTEO, Bispo e Mártir Festa de 3ª Class e- Missa “Statuit” (1) com Epístola própria Era discípulo do Apóstolo S. Paulo, que lhe dirigiu duas …

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Evangelho (Mc 3,20-21)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Abri-nos, ó Senhor, o coração, para ouvirmos a palavra de Jesus!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 20 Jesus voltou para casa com os discípulos. E de novo se reuniu tanta gente que eles nem sequer podiam comer. 21 Quando souberam disso, os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo, porque diziam que estava fora de si.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

– Pra hoje: o que é luxo?

É isso aqui:

– “Sabadou”:

Pra hoje:

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– Compaixão ou Empatia?

Para refletir e praticar:

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– No rastro do narcotráfico, EUA ampliam ofensiva no Pacífico após captura de Maduro.

Ataque no Pacífico marca nova fase da ofensiva dos EUA contra o narcotráfico e reacende críticas internacionais. #Linkezine 🌊 O post No rastro do …

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×2 Itapirense

No Jayme Cintra (para 2027 pessoas), uma arbitragem razoável de Fernando Bartz Guedes. Começou vacilando nos cartões amarelos (vide anotações abaixo), mas depois se aprumou. Perdeu uma vantagem clara logo no começo da partida e teve má postura na aplicação de um cartão à Itapirense, no meio de um bololô.

Tecnicamente, não foi tão exigido. Fisicamente foi muito bem. O pecado foi a questão disciplinar (e cá entre nós: poderia coibir mais a cera).

Muito bom o trabalho do bandeira 2 Raphael Martinasso Lima, que acertou todos os impedimentos (ou não-impedimentos) cometidos pela “Linha Burra” da Itapirense. Numa, delas, inclusive, uma imagem bizarra: dos 10 atletas da linha, 8 se posicionaram para tal artifício…

PRIMEIRO TEMPO

No primeiro minuto, um erro feio do árbitro: o zagueiro da Itapirense sofreu uma falta no seu campo de defesa, a bola sobrou no meio de campo a um atleta que lançou seu companheiro livre, no ataque. O Juizão marcou atrasado a falta e matou a vantagem.

5m: Marcus Vinícius (SEI) deu um pontapé sem bola após o lançamento de Camilo (PFC). Merecia ter recebido o Cartão Amarelo e não recebeu. Errou o árbitro.

10m: Cartão Amarelo por empurrar o adversário sem bola antes da cobrança de falta, acertou o juizão. Porém, deu a advertência no meio do bolo, com 3 jogadores entre ele, sem identifica-lo.

15m: Zagueiro do Paulista entregou no pé do Caveira, que marcou para a Itapirense.

28m – Cartão Amarelo correto a Jadson (SEI) por entrada forte em Léo Souza (PFC). Correto.

30m: Terceiro impedimento corretamente marcado pelo bandeira 2. Acertou todos. O Paulista precisa se atentar coma. Linha burra da Itapirense.

31m: A Itapirense tentou a linha burra pela 4ª vez, e errou. O Bandeira mandou seguir e o Paulista fez o gol. O goleiro reserva levou Amarelo por reclamação, após ser chamado pelo 4º árbitro.

Gol de Camilo.

49m: gol de Vitinho.

SEGUNDO TEMPO

4m: bandeira 1 inverteu um escanteio por um tiro de meta. Errou…

10m: foi a OITAVA linha burra da Itapirense. Bandeira 1 começou a ter trabalho…

30m: jogo morno, depois de tanta

Público 2.027

Renda: 70.375,00

39m: gol da Itapirense com João Vitório….. de novo, falha de Samuel.

42m: 3 atletas da Itapirense caídos pedindo “atendimento médico”, e o árbitro não consegue coibir a cera.

– O que fazer para que os talentos profissionais permaneçam nas empresas?

Pessoas talentosas fazem da organização um lugar diferente. E por quê esses colaboradores optam em permanecer em uma empresa?

Um resumo de ações dos gestores para que os talentos desejem continuar seus préstimos onde estão alocados:

– Por que as distorções ocorrem no futebol? Sobre o Paulistão e as Séries do Brasileirão:

Há pouco menos de 3 meses, a Ponte Preta era campeã do Brasileirão da Série C. Nesse curto espaço de tempo, se “firmou” como lanterna do Paulistão Série A com nenhum ponto conquistado. Compare: o Primavera de Indaiatuba estava sem série até o ano passado no Brasileirão, e na série A do Paulistão, está em 7º colocado (bem a frente do seu rival, que é vizinho de município).

E o Novorizontino? Tendo sido 7º colocado da série B do Brasileirão, meteu 4×0 no vice-campeão brasileiro da A, o Palmeiras (que tem um orçamento deveras maior que o Tigre do Interior).

a Portuguesa, da série D, ganhou do São Paulo, da A, em pleno Morumbi. Como explicar?

Não adianta falar que as equipes de outras divisões se prepararam antes. O número de atletas disponíveis, a categoria, o orçamento e a estrutura são muito maiores para aqueles que estão decepcionando.

Aliás, coincidentemente, a tabela atual de classificação do Campeonato Paulista 2026 relembra a uma final caipira de 1990: Bragantino e Novorizontino (agora, ambos com “roupagem nova”).

O desempenho frustrante dos grandes é momentâneo, ou realmente passam por uma fase ruim e precisam se reinventarem?

– Delcy Rodríguez relata minutos de tensão após captura de Maduro.

Relato de Delcy Rodríguez expõe tensão e decisões rápidas após captura de Maduro. Poder em estado de alerta. #Linkezine 🌎 O post Delcy Rodríguez …

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– Sebrae Cidadania.

Estive hoje em Franco da Rocha, pelo Sebrae, falando sobre Autoconhecimento e Motivação para os reeducandos da Penitenciária P3. Não é fácil, mas é necessário.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor.

– O que você tem feito para cuidar da sua saúde mental, evitando doenças emocionais?

Vale refletir sobre essa mensagem: o que você faz para não adoecer mentalmente?

Em: https://youtu.be/q0SHLzlo-tI?si=ieGY_V2tjiYwzCgk

– O Crescimento e a Maturidade da Fé, e a preocupação do “Mundanismo Espiritual”.

Quanto mais você se refugia no materialismo mundano e se deixa levar por refúgios e prazeres da vaidade, menos espaço você reserva para a ação divina em seu coração. E o processo é tão imperceptível que você aos poucos começa a questionar a própria existência da Providência Divina.

Disso, resultam as mágoas que se acumulam, a busca por algo que você não sabe o que é, a impiedade e o conforto (que é falso) nas coisas temporais, carnais ou transitórias que o mundo oferece.

Escrevi tudo isso ao ler um trecho da Exortação Apostólica sobre o Anúncio do Evangelho no Mundo Atual, de Novembro de 2013, onde o Papa Francisco trata disso (essa forma de Mundanismo) com o nome de “Mundanismo Espiritual“, onde se crê estar com Deus – mas com as vaidades mundanas influenciando e trazendo desvios.

EVANGELII GAUDIUM

Não ao mundanismo espiritual

93. O mundanismo espiritual, que se esconde por detrás de aparências de religiosidade e até mesmo de amor à Igreja, é buscar, em vez da glória do Senhor, a glória humana e o bem-estar pessoal. É aquilo que o Senhor censurava aos fariseus: «Como vos é possível acreditar, se andais à procura da glória uns dos outros, e não procurais a glória que vem do Deus único?» (Jo 5, 44). É uma maneira subtil de procurar «os próprios interesses, não os interesses de Jesus Cristo» (Fl 2, 21). Reveste-se de muitas formas, de acordo com o tipo de pessoas e situações em que penetra. Por cultivar o cuidado da aparência, nem sempre suscita pecados de domínio público, pelo que externamente tudo parece correcto. Mas, se invadisse a Igreja, «seria infinitamente mais desastroso do que qualquer outro mundanismo meramente moral».[71]

94. Este mundanismo pode alimentar-se sobretudo de duas maneiras profundamente relacionadas. Uma delas é o fascínio do gnosticismo, uma fé fechada no subjectivismo, onde apenas interessa uma determinada experiência ou uma série de raciocínios e conhecimentos que supostamente confortam e iluminam, mas, em última instância, a pessoa fica enclausurada na imanência da sua própria razão ou dos seus sentimentos. A outra maneira é o neopelagianismo auto-referencial e prometeuco de quem, no fundo, só confia nas suas próprias forças e se sente superior aos outros por cumprir determinadas normas ou por ser irredutivelmente fiel a um certo estilo católico próprio do passado. É uma suposta segurança doutrinal ou disciplinar que dá lugar a um elitismo narcisista e autoritário, onde, em vez de evangelizar, se analisam e classificam os demais e, em vez de facilitar o acesso à graça, consomem-se as energias a controlar. Em ambos os casos, nem Jesus Cristo nem os outros interessam verdadeiramente. São manifestações dum imanentismo antropocêntrico. Não é possível imaginar que, destas formas desvirtuadas do cristianismo, possa brotar um autêntico dinamismo evangelizador.

95. Este obscuro mundanismo manifesta-se em muitas atitudes, aparentemente opostas mas com a mesma pretensão de «dominar o espaço da Igreja». Nalguns, há um cuidado exibicionista da liturgia, da doutrina e do prestígio da Igreja, mas não se preocupam que o Evangelho adquira uma real inserção no povo fiel de Deus e nas necessidades concretas da história. Assim, a vida da Igreja transforma-se numa peça de museu ou numa possessão de poucos. Noutros, o próprio mundanismo espiritual esconde-se por detrás do fascínio de poder mostrar conquistas sociais e políticas, ou numa vanglória ligada à gestão de assuntos práticos, ou numa atracção pelas dinâmicas de auto-estima e de realização autoreferencial. Também se pode traduzir em várias formas de se apresentar a si mesmo envolvido numa densa vida social cheia de viagens, reuniões, jantares, recepções. Ou então desdobra-se num funcionalismo empresarial, carregado de estatísticas, planificações e avaliações, onde o principal beneficiário não é o povo de Deus mas a Igreja como organização. Em qualquer um dos casos, não traz o selo de Cristo encarnado, crucificado e ressuscitado, encerra-se em grupos de elite, não sai realmente à procura dos que andam perdidos nem das imensas multidões sedentas de Cristo. Já não há ardor evangélico, mas o gozo espúrio duma autocomplacência egocêntrica.

96. Neste contexto, alimenta-se a vanglória de quantos se contentam com ter algum poder e preferem ser generais de exércitos derrotados antes que simples soldados dum batalhão que continua a lutar. Quantas vezes sonhamos planos apostólicos expansionistas, meticulosos e bem traçados, típicos de generais derrotados! Assim negamos a nossa história de Igreja, que é gloriosa por ser história de sacrifícios, de esperança, de luta diária, de vida gasta no serviço, de constância no trabalho fadigoso, porque todo o trabalho é «suor do nosso rosto». Em vez disso, entretemo-nos vaidosos a falar sobre «o que se deveria fazer» – o pecado do «deveriaqueísmo» – como mestres espirituais e peritos de pastoral que dão instruções ficando de fora. Cultivamos a nossa imaginação sem limites e perdemos o contacto com a dolorosa realidade do nosso povo fiel.

97. Quem caiu neste mundanismo olha de cima e de longe, rejeita a profecia dos irmãos, desqualifica quem o questiona, faz ressaltar constantemente os erros alheios e vive obcecado pela aparência. Circunscreveu os pontos de referência do coração ao horizonte fechado da sua imanência e dos seus interesses e, consequentemente, não aprende com os seus pecados nem está verdadeiramente aberto ao perdão. É uma tremenda corrupção, com aparências de bem. Devemos evitá-lo, pondo a Igreja em movimento de saída de si mesma, de missão centrada em Jesus Cristo, de entrega aos pobres. Deus nos livre de uma Igreja mundana sob vestes espirituais ou pastorais! Este mundanismo asfixiante cura-se saboreando o ar puro do Espírito Santo, que nos liberta de estarmos centrados em nós mesmos, escondidos numa aparência religiosa vazia de Deus. Não deixemos que nos roubem o Evangelho!

Não à guerra entre nós

98. Dentro do povo de Deus e nas diferentes comunidades, quantas guerras! No bairro, no local de trabalho, quantas guerras por invejas e ciúmes, mesmo entre cristãos! O mundanismo espiritual leva alguns cristãos a estar em guerra com outros cristãos que se interpõem na sua busca pelo poder, prestígio, prazer ou segurança económica. Além disso, alguns deixam de viver uma adesão cordial à Igreja por alimentar um espírito de contenda. Mais do que pertencer à Igreja inteira, com a sua rica diversidade, pertencem a este ou àquele grupo que se sente diferente ou especial.

99. O mundo está dilacerado pelas guerras e a violência, ou ferido por um generalizado individualismo que divide os seres humanos e põe-nos uns contra os outros visando o próprio bem-estar. Em vários países, ressurgem conflitos e antigas divisões que se pensavam em parte superados. Aos cristãos de todas as comunidades do mundo, quero pedir-lhes de modo especial um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: «Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35). Foi o que Jesus, com uma intensa oração, pediu ao Pai: «Que todos sejam um só (…) em nós [para que] o mundo creia» (Jo 17, 21). Cuidado com a tentação da inveja! Estamos no mesmo barco e vamos para o mesmo porto! Peçamos a graça de nos alegrarmos com os frutos alheios, que são de todos.

100. Para quantos estão feridos por antigas divisões, resulta difícil aceitar que os exortemos ao perdão e à reconciliação, porque pensam que ignoramos a sua dor ou pretendemos fazer-lhes perder a memória e os ideais. Mas, se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como nalgumas comunidades cristãs, e mesmo entre pessoas consagradas, se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo, e até perseguições que parecem uma implacável caça às bruxas. Quem queremos evangelizar com estes comportamentos?

101. Peçamos ao Senhor que nos faça compreender a lei do amor. Que bom é termos esta lei! Como nos faz bem, apesar de tudo amar-nos uns aos outros! Sim, apesar de tudo! A cada um de nós é dirigida a exortação de Paulo: «Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem» (Rm 12, 21). E ainda: «Não nos cansemos de fazer o bem» (Gal 6, 9). Todos nós provamos simpatias e antipatias, e talvez neste momento estejamos chateados com alguém. Pelo menos digamos ao Senhor: «Senhor, estou chateado com este, com aquela. Peço-Vos por ele e por ela». Rezar pela pessoa com quem estamos irritados é um belo passo rumo ao amor, e é um acto de evangelização. Façamo-lo hoje mesmo. Não deixemos que nos roubem o ideal do amor fraterno!

Imagem extraída de Canção Nova . com

– E começa a Série A3!

E hoje começa a 3ª divisão estadual do futebol paulista!

Estaremos pela Difusora, direto do Estádio Jayme Cintra com o Time Forte do Esporte, transmitindo Paulista FC vs SE Itapirense.

E sobre o juizão, em: https://professorrafaelporcari.com/2026/01/22/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-paulista-x-itapirense-rodada-1-do-paulistao-da-serie-a3/

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– Ah, a gula por pizza…

Eu tenho uma fraqueza: PIZZA!

Me acabo nesses buffets do Pizza Hut… e olhe que quero emagrecer.

Mas que são gostosas, o se são!

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🍕 #gula

– Work-from-Home Boundaries: How to Separate Work & Life When They Share the Same Space.

The COVID-19 pandemic has changed the way people work. Instead of working at the office, people had to work from home at their dining tables or …

Continua em: Work-from-Home Boundaries: How to Separate Work & Life When They Share the Same Space

– Em Mairiporã:

A natureza e a sua beleza: aqui, um pedaço da Represa de Mairiporã:

As águas relaxam.

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– Cuidado com a Empáfia.

Tenha orgulho, mas seja humilde.

Respeite o próximo, caso contrário, não saberá o que é empatia. Virará empáfia!

– Para não esquecer:

Lembremo-nos sempre: precisamos buscar Deus, e Ele está aberto para nós.

Uma mensagem (que deveria ser sempre repetida):

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