Eu respeito toda e qualquer opinião alheia. Mas discordo sobre a opinião de Fernando Diniz, que disse não apreciar a ideia da “Lei Vini Jr” no Brasil.
Essa orientação, como vista na Copa do Mundo (de expulsar jogador que tapar a boca para falar com o adversário, evitando ofensas racistas veladas e intimidando infratores) deveria estar inserida na regra, para ser uma questão universal.
Assim como Diniz não gosta e o Brasil não vai adotar por enquanto, a UEFA se manifestou contra também.
Por que colocar a mão na boca para conversar com o adversário, se o assunto for lícito? Se esconde a fala num enfrentamento, é porque algo indevido deve ser.
