– As 3 novidades da arbitragem na retomada do Brasileirão (mas com regras velhas).

Já falamos em algumas oportunidades sobre o fato da CBF não ter aproveitado o período de pausa da Copa do Mundo para se reunir com os clubes, a fim de tentar uma opção para aplicar as novas regras do futebol em vigor (buscar a unanimidade e pedir à FIFA para implantá-las). Enquanto isso, vamos com as regras antigas (sem o pacote “anti-cera”).

Entretanto, teremos 3 novidades:

  • O impedimento semi-automático, que não é o mesmo do Mundial 2026 (não temos os sensores na bola e o equipamento de recepção de sinal, é o da “geração 2001, testado na Copa Árabe).
  • A positiva recomendação de Sandro Meira Ricci para que o VAR só chame o árbitro em clara necessidade. Gostei do que eu ouvi: “a decisão de campo é a correta, até que fique claro pelo VAR que existiu o erro determinante”. Tomara que, enfim, saibamos usar corretamente o árbitro de vídeo. Mas só uma questão: se Ricci fazia parte do Conselho de Notáveis da CBF, com Nestor Pitana e Nicola Rizzolli, por que não sugeriu antes?
  • Sandro Meria Ricci é o presidente da Comissão de Arbitragem e promete não receber cartola de time ou atender reclamações de dirigentes por telefone. Para isso, o presidente da CBF Samir Xaud empossou Netto Géoes, vice-presidente da Federação do Amapá, como diretor de arbitragem e responsável para ouvir pedidos, queixas, chororôs, pressão e outras comunicações. E, fica a dúvida: solucionarão os problemas da arbitragem?

A questão que me perturba é: para quem assistiu Coritiba x Palmeiras, viu a rodinha de atletas cercando o árbitro e o pressionando (saudade da Copa…). E os instrumentos que os árbitros têm para evitar isso, além do respaldo da CA – CBF?

Ou seja: por enquanto, continua tudo como antes…

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