Slavko Vincic é um árbitro competente e renomado. Sua escala para a final era meritória. Mas… não foi bem.
Tentou não dar cartões no começo da partida, e “perdeu a mão”. A Argentina bateu bastante e ele não conseguiu controlar. Também deixou de marcar várias faltas e, de maneira rigorosa, anulou o gol espanhol (por contato físico natural de disputa de bola; o pisão foi involuntário, não faltoso, e como é interpretativo, o VAR não pode interferir).
O curioso é que foram inúmeros erros de faltas não marcadas para a Espanha, e só um solitário lance de erro a favor, de Cucurella em Simeoni, por estar mal posicionado e longe da jogada.
Aliás, verdade seja dita: tudo o que a FIFA cobrou de Fair Play, tempo de bola rolando, rigor… nada se viu justamente na final.
Sobre a Espanha: tanto contra a França quanto contra a Argentina, dois adversários fortes, foi bem superior. A propósito, a Argentina não jogou nada na decisão, “gastou” todo o seu futebol nos momentos derradeiros contra Cabo Verde e Inglaterra, numa “Messidependência” impressionante (o genial Messi, hoje, foi anulado).
Parabéns à Espanha, o primeiro time a ser bicampeão no século XXI. E lamento ver a falta de espírito esportivo do Paredes. Que papelão… Chegou a estar 20×0 em finalizações a favor dos espanhóis, e ele ainda quis arranjar briga depois do jogo?

