Eu nem havia comentado, pois achei irrelevante. Porém, me assustei ao ver as pessoas reclamando da falta (inexistente) precedente ao gol de Lucas Paquetá.
Perceba: a bola já havia passado do jogador botafoguense. O contato físico, do jogo, é natural (a chamada casualidade). Não é para marcar nada.
Mais do que assustar pela polêmica, fiquei decepcionado ao saber que na Rede Globo “taxou-se” de erro esse lance. Paulo César de Oliveira, quando analisa, não tem um contraponto.
Precisamos urgentemente entender: o comentarista de arbitragem não é dono exclusivo da verdade. Ele analisa os lances e deve permitir discussões respeitosas. Muitos ex-jogadores e jornalistas competentes, que vivem o futebol, também tem credibilidade para opinião.
A única diferença (e importância) ao comentarista da arbitragem, são aqueles detalhes obscuros da regra, que jogador e jornalista não têm obrigação de saber (mas o árbitro sim).
Advogando em causa contrária (até a mim mesmo): precisamos diminuir essa arrogância de muitos colegas comentaristas de arbitragem.

