Antigamente (eu me lembro bem), quando a Portuguesa jogava com alguém do Trio de Ferro ou com o Santos, era um jogo chamado “Clássico”. Considerava-se que o Estado de São Paulo tinha 5 grandes: Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo e a Lusa. E os dois fortes clubes campineiros na sequência: Ponte Preta e Guarani.
Tudo é cíclico. Hoje, muitos jovens não imaginam que São Paulo x Portuguesa, decisão do Paulistão de 1985, era um clássico equilibrado com grandes craques.
Anos atrás, tivemos o advento “São Caetano”. Meu sobrinho custa a crer que o “Azulão” decidiu uma Libertadores da América! Mas passou…
Hoje, vemos uma equipe-empresa se destacando: o Red Bull Bragantino, que frequentemente está à frente de um dos quatro grandes atuais (ou até de mais de um) na tabela do Brasileirão ou do Paulistão. Em 2026, por exemplo, não perdeu em nenhuma competição (mesmo utilizando reservas em alguns jogos). O desempenho atual é:
5 Vitórias
4 Empates
0 Derrotas
13 gols marcados
2 gols sofridos.
Aqui, uma “provocação”, apenas para gerar um breve debate: sem querer comparar a grandeza histórica dos clubes, mas podemos dizer que o Red Bull Bragantino (pela periodicidade que está na Série A do Brasileirão e do Paulistão, e pelas suas campanhas) já é um grande? Ou está em vias de ser?
Lembre-se: no Campeonato Paulista, após perder por 3×0, Dorival Jr reclamou da tabela do Paulistão, dizendo que era injusto jogar logo no começo com tantos grandes, e chamou o jogo Red Bull Bragantino x Corinthians de “clássico”.
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