– 5 comportamentos que não podem ser confundidos:

Não confunda certas atitudes. Abaixo:

– Entardecer colorido.

E essas nuvens coloridas no entardecer?

Viva a natureza e a sua beleza.

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– Análise Pré-Jogo para São Paulo x Santos (Rodada 6 do Paulistão A1 2026).

João Vitor Gobi está com moral na FPF, pois foi escalado em todas as rodadas do Campeonato Paulista até agora. É o desejo da entidade em formar um novo árbitro do quadro da FIFA.

Na primeira rodada, apitou Noroeste 0x1 Red Bull Bragantino (analisamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3ML), depois apitou Palmeiras 1×0 Santos e no domingo, Corinthians 1×1 São Paulo (sobre esse jogo, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3MT). Aí veio Mirassol 0x0 Red Bull Bragantino e Portuguesa x Guarani.

Sua dificuldade continua sendo o Critério Disciplinar! No primeiro clássico, demorou para dar cartões; criticado, quando foi para o segundo clássico, aí aplicou cedo demais… Como será seu critério no terceiro clássico?

Insisto: quando surgiu, apitando a 5ª divisão de SP (há pouco tempo), eu pude dizer presencialmente ao Roberto Perassi (que será o delegado desse jogo) que ele tinha muito potencial, mas que precisava ser trabalhado. Numa gestão de carreira adequada, o excesso de “jogos importantes seguidos”, pode pesar para o árbitro. Afinal, em 20 dias, terá apitado clássicos com o Palmeiras, Corinthians e São Paulo como mandantes.

Meu amigo Zé Boca de Bagre falou: “se sentir cansaço / pressão / exposição demasiada e errar, vai para a geladeira como o Lucas Caneto Bellote”?

Torcerei para uma grande arbitragem. Esse moço merece ter boas chances, mas me preocupo com a  solidifcação da carreira. Quando fizeram isso com Candançan, quase o “queimaram”.

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Foto: arquivo pessoal.

– O estresse que faz você engordar!

Sempre se discutiu sobre os malefícios de uma rotina estressante. Na vida profissional e pessoal, diante de tantos percalços e preocupações, é natural que tudo isso traga como resultado da fadiga o mau humor e a necessidade de descanso.

O que se sabe agora é: o estresse não só traz complicações de relacionamento mas resulta também no acúmulo de peso!

Quem sabe umas boas férias não fará a gente emagrecer, né?

Extraído de: https://istoe.com.br/95126_COMO+O+ESTRESSE+FAZ+VOCE+ENGORDAR+PARTE+1/

COMO O ESTRESSE FAZ VOCÊ ENGORDAR

A ciência descobre que as mudanças no organismo causadas pela tensão diária levam ao ganho de peso

Por mais de uma década pairou sobre o estresse a suspeita de influenciar diretamente o ganho de peso. Ela estava basea­da principalmente na observação cotidiana de especialistas como o endocrinologista paulista Alfredo Halpern, chefe do Serviço de Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/SP)e um dos mais experientes da área. “Sempre percebi que ele é um fator muito importante para a maioria dos pacientes que atendo”, diz. Mas não havia provas científicas disso. Agora há. Elas emergem de diversos estudos mundiais financiados por entidades como o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), um dos mais importantes do planeta em matéria de pesquisas e desenvolvimento de políticas de prevenção de doenças. Só no ano passado, o NIH destinou US$ 37 milhões para as investigações sobre comportamentos associados ao aumento de peso com a finalidade de encontrar intervenções efetivas contra a epidemia de obesidade – um problema que atinge, atualmente, cerca de 400 milhões de pessoas no mundo. A estimativa é ainda mais preocupante se forem contabilizados os indivíduos com sobrepeso. “O número sobe para cerca de 1,5 bilhão”, diz o endocrinologista Walmir Coutinho, recém-eleito presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).

Nos trabalhos, o estresse tem surgido como um dos mais fortes responsáveis pela subida dos ponteiros da balança. Um exemplo é o estudo realizado por Diana Fernandez, da área de medicina preventiva da Universidade de Rochester, nos EUA. Ela observou 2.782 empregados de uma fábrica de Nova York e constatou que o estresse vivenciado em uma fase de demissões aumentou muito a procura por comidas ricas em gorduras e calorias – elas desapareciam rapidamente das máquinas onde eram vendidas. Mas as complicações causadas pelo estresse foram além. Os trabalhadores disseram não ter tempo para comer bem ou fazer atividade física na hora do almoço porque tinham medo de sair de suas mesas de trabalho por muito tempo. Cansados física e emocionalmente, à noite a maioria se dedicava a ver televisão. “Os que assistiram a quatro horas por dia ou mais tiveram 150% mais chances de se tornar obesos”, disse a especialista à ISTOÉ.

O mesmo fenômeno foi verificado em outro experimento, desta vez feito com animais. O cientista Mark Wilson, da Universidade Emory (EUA), queria também saber se viver em ambiente estressante levava ao consumo de comidas ricas em calorias. Para isso, ele observou o comportamento alimentar de fêmeas do macaco rhesus. Entre esses animais, algumas dominam as outras. As que são submetidas geralmente acabam vítimas de agressão constante, o que as deixa em situação de estresse crônico. Após o experimento, Wilson constatou que a tensão fez com que os animais engordassem. “As fêmeas subordinadas comeram maiores quantidades e várias vezes por dia. Também preferiram os alimentos mais calóricos. Por isso, ganharam peso em ritmo acelerado”, disse Wilson à ISTOÉ.

Por causa de achados como esses, muitos especialistas começam a defender mudanças nos relacionamentos pessoais e profissionais – visando à diminuição do estresse – também com o objetivo de conter o avanço da obesidade. “Os resultados devem ser levados em conta na formulação de estratégias contra o problema”, diz Carol Shively, da Wake Forest Baptist Medical Center. Uma das propostas é que os programas de bem-estar no trabalho examinem a estrutura organizacional e forneçam meios práticos para minimizar o estresse. Além disso, é necessário dar condições para romper o sedentarismo. Uma delas, praticada por poucas empresas no Brasil, é ter uma área equipada para as pessoas se exercitarem antes, durante ou depois do expediente.

Comprovada a conexão estresse-obe­sidade, a pergunta que surge é: por quais mecanismos ele resulta em ganho de peso? À luz das recentes descobertas, é possível depreender que ele modifica as respostas do corpo à comida de uma forma extremamente intensa. “Está ficando claro que o estresse crônico altera as respostas do organismo e leva à obesidade”, afirma a endocrinologista Maria Fernanda Barca, do Grupo de Tireoide do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os estudos estão mostrando que as transformações impostas pelo estresse e que resultarão nos quilos a mais ocorrem em diversas frentes. A mais importante, com repercussões bastante amplas, está relacionada aos níveis de cortisol. O hormônio está associado ao estado de prontidão do organismo. Seus níveis sobem algumas horas antes de acordarmos por ordem do hipotálamo, uma estrutura localizada na base do cérebro que recebe informações do corpo e regula as nossas reações. Ele instrui, por exemplo, as glândulas suprarrenais a liberar o cortisol para que, nesse momento, ele atue como uma espécie de despertador.

De ação prolongada, sua quantidade no sangue cai gradativamente ao longo do dia, chegando a taxas mínimas no final da tarde, numa preparação para o relaxamento da noite. Ou pelo menos deveria ser assim. “Condições como a insônia, a depressão e o estresse crônico mantêm o cortisol alto o dia todo, induzindo o corpo ao alerta constante”, diz a psicóloga Ana Maria Rossi, de Porto Alegre, presidente da Isma-br, entidade internacional voltada para o estudo do gerenciamento do estresse. Um dos resultados dessa exposição sem descanso é que indivíduos em estresse prolongado produzem duas a três vezes mais cortisol do que o normal.

No que se refere aos mecanismos de controle ou ganho de peso, isso é um desastre. O cortisol excessivo representa um sinal de perigo que o corpo traduz como uma ordem para poupar energia diante de uma iminente situação de emergência. Para que a operação seja executada, desencadeia-se uma série de fenômenos. Um deles foi revelado por cientistas do Garvan Institute of Medical Research, da Austrália. Em trabalho com cobaias, eles constataram que, sob estresse crônico, o corpo libera a molécula Y (também chamada de neuropeptídeo NPY). Ela desbloqueia alguns receptores – uma espécie de fechadura química – das células de gordura. O que acontece depois? Como se tivessem recebido uma dose de fermento, as células crescem em tamanho e número.

Mas os pesquisadores verificaram ainda algo tão ruim quanto esse mecanismo. Os animais estressados não só criaram mais gordura corporal como apresentaram diferenças significativas na forma como ela foi armazenada: a maior concentração foi na barriga. “O cortisol favorece o acúmulo de gordura na região abdominal”, explicou Herbert Herzog, coordenador do trabalho. É justamente esse tipo de obesidade que mais preocupa os médicos. É sabido que ela torna os indivíduos mais suscetíveis ao depósito de placas de gordura nas artérias, à doença cardíaca e à diabetes. Existem algumas teorias que explicariam a razão do acúmulo no abdome em situação de estresse. “Estudos mostram que o tecido gorduroso na região da barriga tem receptores para o cortisol”, diz o médico Coutinho, da Iaso.

A ciência descobriu que as alterações hormonais agem também sobre outro mecanismo do corpo: o sistema endocanabinoide, com receptores nervosos no cérebro, fígado, nos músculos e na gordura. Ele desempenha um papel importante no controle do gasto e do acúmulo energético e no metabolismo de gorduras e açúcares. “Uma vez ligado, determina que o corpo guarde mais reservas. E é exatamente isso o que acontece na presença do estresse”, diz o endocrinologista Halpern.

Para piorar, este mesmo sistema está vinculado ao processamento da compensação, quando o corpo, de alguma maneira, procura algo que lhe dê prazer para compensar algum sofrimento. Dessa maneira, submetido a uma tensão diária, ele vai trabalhar de forma a forçar o indivíduo a achar algo que o alivie. Uma das saídas mais efetivas disso, pelo menos do ponto de vista cerebral, é aumentar o consumo de comidas saborosas, ricas em gorduras e açúcares. E lá vão pacotes de biscoitos, barras de chocolates e pães. Isso ocorre porque esses alimentos, indiretamente, provocam o aumento da produção da serotonina, conhecida como o hormônio do bem-estar. Ela relaxa, alivia as sensações dolorosas e até induz ao sono. Portanto, inconscientemente, ingerimos guloseimas quando estamos estressados para responder a um pedido do corpo por mais bem-estar. O problema – e a grande armadilha – é que os alimentos desta categoria são os mais engordativos.

Passa pelo mesmo sistema outro processo recentemente revelado vinculado ao ciclo estresse-obesidade. Cientistas do Scripps Research Institute, na Califórnia, descobriram que, se o organismo for privado subitamente de um alimento que lhe dava conforto – em geral os fatídicos doces e massas –, responde da pior maneira possível. “Ocorre um estresse cerebral e o desencadeamento de uma reação exagerada”, explica Eric Zorrila, coordenador da pesquisa. Na verdade, a pessoa torna-se vítima de uma crise de abstinência, semelhante à que acontece em casos de dependência de drogas. “O cérebro procura voltar ao seu padrão, ao vício de comer alimentos saborosos”, diz Zorrila. Sua conclusão baseia-se em estudo que fez usando ratos. Ele observou que o mecanismo registrado nos animais que tiveram sua dieta alterada segue um roteiro igual, no que se refere à ativação de vias moleculares, ao que é deflagrado na dependência química de álcool e drogas. Em ambos os casos, está envolvida a amígdala, uma estrutura do cérebro relacionada às emoções. “Acreditamos ter revelado uma das bases neuroquímicas que podem resultar no efeito ioiô. Vimos que mudar radicamente de dieta, tirando de uma hora para outra os alimentos a que se está acostumado não é uma boa estratégia”, diz Zorrilla.

Esses novos conceitos vão ao encontro do raciocínio da psicóloga Ana Rossi, de Porto Alegre. Ela trata seus pacientes estressados e obesos com uma técnica que reforça as atitudes positivas em vez de simplesmente enchê-los de restrições. “O cérebro não consegue converter ordens negativas em positivas e mudar comportamentos. Por isso, em vez de privar, é melhor dar instruções positivas”, diz ela. Como seria isso? “É mais eficiente para mudar um hábito eu me imaginar saciada com salada e apenas um pedaço de filé do que tentar colocar na mente que não posso comer carnes gordurosas”, explica a psicóloga.

Mais uma frente que começa a ser decifrada são as relações e as consequências da dobradinha estresse e ansiedade. Algumas respostas começam a vir à superfície. Um estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) acaba de revelar, por exemplo, que a insônia – sintoma evidente da presença das duas condições – contribui de forma expressiva para o ganho de peso. De acordo com o trabalho, ela hiperestimula neurônios do hipotálamo. “Essas células nervosas são muito sensíveis ao estresse. Se forem excessivamente ativadas, podem levar a reações exageradas, como comer demais”, diz o pesquisador Tamas Horvarth, um dos autores do trabalho.

A informação já está servindo para nortear o trabalho dos especialistas. “Peço às pessoas com problemas de peso e sono para adotarem medidas para regularizar as duas coisas, em vez de tratar apenas um ou outro”, diz a nutricionista Noádia Lobão, de Niterói, no Rio de Janeiro. Nas suas consultas, a especialista faz um levantamento aprofundado da qualidade do sono antes de estabelecer uma dieta e costuma indicar chás de camomila ou erva cidreira e doses de fitoterápicos à base de maracujá para ajudar os pacientes a relaxar na hora de ir para a cama. No consultório do cirurgião plástico Rodrigo Federico, de São Paulo, pacientes nitidamente ansiosos também recebem orientação específica. “Oriento para que façam sessões de terapia antes de operar. O estresse pode dar um efeito rebote e levar a pessoa a recuperar o que perdeu”, diz ele.

Embora os pesquisadores saibam que ainda há muito a entender sobre a questão estresse e ganho de peso, a maioria já está feliz com as descobertas realizadas até agora. “Conseguimos identificar uma parte do caminho, da cadeia de eventos moleculares que liga a obesidade e o estresse crônico”, diz o pesquisador Herbert Herzog, da Austrália. Portanto, a partir de agora, se o médico sentar-se à sua frente na próxima consulta e disser simplesmente que o problema é que você come mais calorias do que gasta, desconfie. Ele não está errado, é verdade. Mas, antes de iniciar o tratamento, é preciso saber exatamente o que está levando você a cair nesse ciclo. Pode ser o estresse. E ele deve ser tratado também.

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– Dia de São João Bosco.

Salesianos em festa! Hoje é dia de Dom Bosco, que também é padroeiro da nossa paróquia aqui em Jundiaí.

Um dos Santos mais queridos da nossa Igreja; veja a bela e rica história dele:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=1&dia=31

DIA DE SÃO JOÃO BOSCO

Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco difundiu amplamente os chamados “Oratórios”. Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens a partir de então. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!

Resultado de imagem para São João Bosco

Imagem extraída de ACI Digital.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Marília vs Paulista (Rodada 2 do Paulistão da Série A3).

E para o confronto do Galo contra o MAC, no Bento de Abreu Sampaio Vidal, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alceu Lopes Júnior
Árbitro Assistente 1: Raphael Martinasso Lima
Árbitro Assistente 2: Gabriel Pozzer
Quarto Árbitro: João Augusto Mariano de Oliveira
Analista de Vídeo: Marco Antônio de Jesus Neto

Eu imaginava que, pela rivalidade histórica entre as equipes, pelo fator de Camilo quase ter ido para Marilia e depois acertar com o Paulista, e outras nuances de bastidores, teríamos um árbitro da serie A1 para esse jogo. Não foi o caso.

Alceu tem 44 anos e apita na FPF há 22 anos. Tem muita experiência em A3 e Bzinha. Que isso seja suficiente para apitar o jogo… Das vezes que apitou o Paulista (o último contra o Ska), sempre se mostrou sereno, calmo e seguro. Deixa o jogo correr e não aplica tantos cartões. Entretanto, pela sua rodagem, sentindo que a partida pode ser pegada, não sei se manterá o mesmo estilo (curiosidade: ele foi o 4º árbitro em Rio Claro 2×1 Paulista).

O bandeira 1 é o mesmo que foi muito bem no Jayme Cintra e acertou todos os lances difíceis da linha burra contra a Itapirense. O bandeira 2 tem razoável experiência.

Desejo boa a arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe Marília Atlético Clube vs Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 18h30 (31/01), mas desde às 17h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Linda recordação.

Que ótima recordação!

Minha irmã, meu sobrinho e meu pai.

Amo todos vocês!

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– Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.

Os tropeços, percalços e complicações existem. Mas é necessário dar a volta por cima!

Uma mensagem:

– Chuva em Cabreúva.

Em Cabreúva, muita chuva pela Rodovia Dom Gabriel.

O sábado será todo assim, molhado?

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– O mercado publicitário de Bets:

É muita bet no mercado… sou do tempo em que a Coca-Cola e as Casas Bahia (1990/2000) dividiam a conta da liderança do mercado publicitário.

Os tempos mudaram… Veja abaixo, no gráfico:

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– Vitamina C.

E pela manhã, cuidei da prevenção: comi uma boa quantidade de acerolas! Agora cedo, estão fresquinhas.

Viva a Natureza, que nos dá vitamina C em abundância.

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– Liturgia Diária de 31/01/2026.

SÃO JOÃO BOSCO, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa Própria Beatificado em 1929, foi canonizado no dia da Páscoa de 1934 por Pio XI. “Homem simples …

Continua em: Liturgia Diária – 31/01/2026

Evangelho (Mc 4,35-41)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para todo o que nele crer, encontre a vida eterna.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

– Glória a vós, Senhor.

35 Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: “Vamos para a outra margem!” 36 Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava na barca. Havia ainda outras barcas com ele. 37 Começou a soprar uma ventania muito forte e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já começava a se encher. 38 Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram: “Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?” 39 Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” O vento cessou e houve uma grande calmaria. 40 Então Jesus perguntou aos discípulos: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?” 41 Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros: “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

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🏃‍♂️ #corrida

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

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– Bom dia, sábado (4 de 4).

🌅 5h- Desperte, Jundiaí, bem nublada.

Que o sábado possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, sábado (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁🙆‍♂️#corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

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⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Quando o pão acaba, o circo desmonta: cidades partidas e o aviso da História.

Da Roma Antiga ao Rio de Janeiro, a História mostra que quando o Estado falha em proteger e integrar, a sociedade entra em colapso. #Linkezine 🏛️ O …

Quando o pão acaba, o circo desmonta: cidades partidas e o aviso da História

– Mensagem para hoje:

Pra uma boa jornada:

– Herbert, do Guarani, é o retrato perfeito da crise da Ponte Preta.

O Guarani venceu a Ponte Preta por 1×0 e praticamente selou o rebaixamento da Macaca para a Segunda Divisão do Paulistão.

Detalhe: o gol do Bugre foi de Hebert, que estava no rival há duas semanas, e que não podia jogar por conta do Transferban. Assim, o Guarani fez uma proposta e tirou o jogador da Ponte Preta.

Irônico ou não?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino vs São Bernardo (Paulistão Série A1, Rodada 6)

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre do ABC, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Caio Carvalho Pereira
VAR: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
AVAR1: Amanda Matias Masseira
AVAR2: Matheus Delgado Candançan
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Ismael Sebastian Lencina
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custodio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Gustavo, curiosamente, foi o mesmo árbitro de São Bernardo 3×2 Red Bull Bragantino no ano passado. Na oportunidade, não comprometeu mas se mostrou inseguro em muitos lances. Nesse ano, está mais experiente e fazendo bons jogos pela A1.

Sobre aquela partida, relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/01/19/analise-da-arbitragem-para-sao-bernardo-3×2-red-bull-bragantino/

Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Bernardo pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 01/02, 18h15. Mas desde às 17h15 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Conte comigo!

Trabalho com Consultoria Empreendedora, profissional e pessoal.

Falo de carreira, relacionamento, vida, entre outros assuntos. Sempre com muita Escuta Ativa!

Mais informações no link em: wp.me/p4RTuC-16Wy
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Aguardo o seu contato!

Ops: também sou comentarista esportivo, especialmente falando sobre Arbitragem de Futebol.

#Consultor #Empreendedorismo
#Futebol #Gestão #Arbitragem #ComentaristaEsportivo

– Dia Nacional dos Quadrinhos e o Mito Maurício de Sousa

Há personalidades difíceis de serem acessíveis. Outras, que se destacam pela simpatia.

Pois bem, esse dia 30 de janeiro é marcado pelas comemorações do “Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos”! Aqui em casa, adoramos nos divertir com as leituras de gibis. Minha filha Marina até já “mergulhou” em um monte de revistinhas. Veja:

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Mas o que quero dizer é: coincidentemente, neste mesmo “Dia dos Quadrinhos” (mas em 2017), estávamos saindo do Hospital Albert Einstein e passamos comprar algumas novas revistas para nossa coleção (Chico Bento e Almanaque do Louco). Eis que, quando a Marina me mostrava que na historinha do Louco o Mauricio de Sousa (que ela já sabia que era o “pai da Turma da Mônica”) tinha desenhado ele próprio numa das aventuras, estaciona (justo nesse dia dedicado às HQ), o próprio Maurício!!!

A minha pequenina parecia não acreditar (e nem eu, foi muita coincidência)! Abordei ele, que foi extremamente sorridente e simpático, brincou com a Marina (a personagem Marina da Turminha é inspirado na filha criativa dele), pacientemente e sem se mostrar apressado, ouviu a “minha Marina” falar da “Marina dele”, falaram dos personagens e gentilmente pediu um beijo da filhota. Claro, deixou um carinhoso autógrafo!

Naquele dia, a Marina da minha vida não dormiu! kkk

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Aliás, tão importante, famoso e ocupado, e ao mesmo tempo humilde e solícito. Eu, que já era fã do Maurício, fiquei ainda mais feliz com ele.

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Dá-lhe Turma da Mônica!

 

– Deus está conosco!

Uma mensagem propícia: independente de como estivermos, Deus estará conosco!

Lembre-se: Deus é fiel, além de cumprir suas promessas.

– E o Red Bull Bragantino?

Que campanha de Vágner Mancini à frente do Red Bull Bragantino!

Desde que assumiu o clube:

8 Vitórias
2 Empates
4 Derrotas

21 gols marcados
10 gols sofridos.

Se você contar apenas 2026, aí os números são mais bacanas, pois o Massa Bruta não perdeu em 2026, e o goleiro Cleiton não foi vazado!

4 Vitórias
2 Empates
0 Derrotas

10 gols marcados
0 gols sofridos.

– Que nuvem assustadora!

Uau, virou noite! Agora, quase 17h, olhe a nuvem que formou aqui no Bairro Medeiros!

A chuva está em Itupeva, chegando em Jundiaí?

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– Bullying Explained: 5 Reasons it’s Not About You.

Here is bullying explained. Bullying is nuanced. Therefore, the mechanics are complex for most people to understand. Here are a few fun facts you …

Continua em: Bullying Explained: 5 Reasons it’s Not About You

– A ética deveria ter padrão?

Olhe só que texto bacana sobre “Padronização ou não da Ética”! É possível? É devido? Ou é necessário?

Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/a-padroniza%C3%A7%C3%A3o-da-%C3%A9tica-seria-o-melhor-caminho-6867de221b66

A PADRONIZAÇÃO DA ÉTICA SERIA O MELHOR CAMINHO?

por José Renato Sátiro Santiago

Um conjunto de padrões e valores morais sobre os quais um grupo ou indivíduo está, de certa forma, submetido, é um conceito costumeiramente utilizado para ética. Pode ser possível notar não haver qualquer relação qualitativa, isto é, quer sejam bons ou nem tanto assim, estes padrões e valores não estão sujeitos a avaliação. Talvez por isso, seja possível notarmos a sua presença, ou não, tanto em ambientes que prezam pela, digamos, a verdade e bons costumes, como em outros onde o mal caratismo está a predominar.

Ardoroso fã da trilogia de “O Poderoso Chefão”, filme que mostra em detalhes todo os modus operandi da máfia italiana nos Estados Unidos, passei a ter um entendimento maior quanto a abrangência da ética ao aferir o andamento dos acontecimentos de muitos de seus personagens. Inseridos em um ambiente nefasto de violência sem limites, tudo parecia ser permitido e, até certo ponto, suportado nas relações, com exceção da falta de ética, um crime considerado imperdoável e sobre o qual a pena convencionalmente atribuída era a da morte sumária, muitas vezes com crueldade.

Ao se quebrar a confiança sobre os padrões e valores a serem assumidos no ambiente do qual fazemos parte, as relações se quebram, muitas vezes, perpetuamente. Talvez isso explique, um pouco que seja, a importância de mantermos a ética com uma guia importante e garantidora das expectativas sobre as quais tantos temos uns sobre os outros. Ainda que possamos fazer parte de distintos grupos que assumam padrões éticos bem diferentes entre si, nos cabe segui-los pontualmente conforme papel que estejamos protagonizando no momento. Isto torna tudo ainda mais complexo, uma vez que podemos com um mesmo ato, estarmos sendo ético dentro de um determinado grupo, e totalmente não ético em outro.

Certa vez, atuando em uma grande organização brasileira, recebi uma mensagem, assim como todos os mais de mil colaboradores, no e-mail, com um colega oferecendo serviços remunerados de digitalização, atividade profissional que fazia parte de uma de suas atribuições naquela empresa. Em um primeiro momento, entendi ter sido mero equívoco por parte dele, o envio daquela mensagem. Posteriormente que talvez fosse apenas um ato intempestivo, sem noção. Não foi, no entanto, o que a área de Recursos Humanos entendeu. A demissão imediata do emissor foi a decisão tomada sem muita demora, sob o argumento de que o código de ética da empresa houvera sido quebrado com aquele ato. “Pois, então temos um código de ética…” foi meu pensamento e de tantos outros. Também pensei no quanto aquela atitude seria vista como empreendedora em outro ambiente, uma vez que poderia permitir para alguns a percepção sobre a “grande sacada de oferecer serviços extras para outros colegas” ainda que estivesse utilizando como meio para disseminação dessa informação ferramentas corporativas de uma organização. Sem dúvida alguma a ética demanda clareza de entendimento.

Pois é, nos últimos tempos, é grande a preocupação organizacional no que diz respeito a garantir que seus colaboradores mantenham, ou ao menos assumam, padrões e valores comuns. Isto justifica, de alguma maneira, o fato de tantas empresas investirem tempo precioso na elaboração de seus códigos de ética tendo como base, como o próprio conceito, citado no começo do texto, pontua ser um conjunto de padrões e valores morais sobre os quais seus colaboradores estão submetidos. Muitas a fazem por real necessidade, outras por exigências de alguns stakeholders, há ainda aquelas que avançam neste sentido por acreditarem realmente em sua importância. Que bom seria que todas elas assim a assumissem de forma efetiva, não apenas para exibição, mas principalmente de maneira a impactar efetivamente seus processos, internos e externos, e sempre pautada das melhores das intenções.

Imagem extraída do link acima

– Pesquisa sobre longevidade ganha fôlego com novo edital nacional.

Novo edital nacional apoia pesquisas sobre envelhecimento e longevidade no Brasil. #Linkezine 👵📚 O post Pesquisa sobre longevidade ganha fôlego com…

Continua em: Pesquisa sobre longevidade ganha fôlego com novo edital nacional

– Labuta com agrado…

Hora de trabalhar, de produzir e de “minerar” labuta.

Nesses momentos, meu cantinho tem o acompanhamento desses momentos tão saudosistas na parede, eternizados em fotos…

Assim, o serviço flui!

– Fiquemos em paz!

Ouvi (não me recordo de quem) e gostei:

“Deixe a raiva com o raivoso, a inveja com o invejoso, a maldade com o maldoso e siga em paz. O que você não aceita, não pode te afetar.”

É isso aí!

– A paixão no Futebol: que fique com o torcedor, pois o gestor…

Eu me assusto quando vejo tanta gente se envolvendo com o futebol, e de maneira irracional, tomando decisões enquanto dirigente.

A paixão deve existir no esporte, óbvio. É por causa dela que as pessoas acabam entrando no meio. Mas cada um deve ter a sua função e suas responsabilidades.

Digo isso pois vejo: o Corinthians, beirando incríveis 3 bilhões de reais em dívidas, festejou a Copa do Brasil e, para muito aficcionados, “que se dane” quanto deve, pois o que vale é o troféu! Ao mesmo tempo, o Flamengo, atual Campeão da Libertadores da América e do Brasileirão, com receitas recordes e dinheiro em caixa, é criticado na Rodada 1 do Brasileirão por perder do São Paulo no Morumbi.

Pode?

Torcedor, que não tem compromisso com várias nuances e só quer farrear, pode. Jornalistas, dirigentes e demais pessoas responsáveis do meio, não. Precisam, de maneira racional, pontuar as críticas momentâneas, os erros de um jogo e a fase específica. Mas ir do Céu ao Inferno em praticamente 45 dias, não dá!

Meu amigo Adilson Freddo, da Rádio Difusora, sempre diz: “O que vale para o torcedor de arquibancada é o resultado. A diretoria pode ser ruim, o time estar quebrado, mas se ganhar, tá tudo bem; o cara só vai se incomodar de verdade é quando o time perder”.

Assino embaixo. Precisamos tomar cuidado com esse cancro do futebol brasileiro: a cultura resultadista! O placar é o que vale para muitos (o que não deveria ser). Enquanto isso, a administração, o desempenho em campo, a estrutura… se tornam meros detalhes.

Mais razão na gestão, para o bem do esporte.

– Horizonte Nublado.

O horizonte de Jundiaí está lusco-fusco. A chuva voltará?

Ao menos, estamos sem aquele “calorão” desgastante…

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