A bola na mão do defensor do Ceará (que virou pênalti resultando no primeiro gol do Palmeiras) realmente foi infracional?
Entenda: a Regra diz que deve analisar a existência de INTENÇÃO em um primeiro momento. Houve?
- Eu entendo que não.
Em um segundo momento, questione: a mão ou o braço estava em movimento fisiologicamente NATURAL ou ANTINATURAL?
- Eu entendo que estava em movimento natural.
Portanto, pênalti equivocado (na minha modesta opinião).
Entenda ainda: existe a orientação de que quando existir desvio, não se deve marcar. Porém, lembre-se: mesmo quando não há desvio, em muitos casos, não se deve marcar, se estiver em movimento natural por conta de algumas nuances: afinal, avalie a velocidade da bola e a capacidade de tentativa de recolher o braço / a mão em um lance à queima-roupa.
O curioso é: o árbitro Lucas Toresin viu, mandou seguir (ele estava muito bem posicionado e consciente do que fez) e… depois de ir ao VAR, chamado por Igor Junio Benevenuto, mudou de ideia.
Errou a arbitragem.

