O árbitro Henrique Otto Cruz Hengstmam corre bastante, tem uma boa leitura de jogo (soube dar a Lei da Vantagem por duas vezes) e mostrou potencial. Mas sejamos justos: não foi testado, pois não existiu polêmica na partida entre o Galo e o Bentão. No único lance mais viril, errou.
Jogo fácil para apitar. Mas uma observação: uma cena constrangedora em momento pastelão aos 32m. Explico: um jogador do Paulista tentou cavar uma falta e caiu agarrando a bola com a mão. O árbitro não marcou, e juntamente com um atleta do São Bento, tentou tirar ela arrancando-a da mão, como em um jogo de várzea. Faltou postura, autoridade e experiência!
Juiz de Futebol não põe a mão em jogador. Ele apita, ordena, e se não for cumprido, adverte. O árbitro nessa situação foi “boleirão” e levará um puxão de orelha da FPF por essa cena.
O erro crasso: aos 68m, Bozzolan foi agredido por Eduardo Grasson, sem bola, na frente dele. Faltou culhão para dar o cartão vermelho e só aplicou o amarelo…
Insisto: o árbitro tem potencial, mas está muito cru.

