Começou muito bem, e “assustou” nos minutos finais: assim foi a arbitragem de Rafael Gomes Félix da Silva.
No primeiro tempo e até o começo do segundo, correu bastante, demonstrou segurança e experiência. Soube conduzir muito bem a partida com as advertências verbais, sem precisar aplicar cartões. Porém, aos 58m, Kaiky pegou forte Filipinho e recebeu o primeiro Amarelo. Daí para diante, Christopher, João Vitor, Jorge e outros também foram amarelados (justamente).
Só que aos 71 minutos, houve uma confusão e atletas de ambas equipes poderiam ser punidos, mas o árbitro contemporizou e nada fez. Aí, errou feio e se tivesse VAR, não teria passado batido tal problema.
Por fim, aos 86 minutos, Samuel deu uma entrada forte em Vitinho Nascimento e não recebeu nem Amarelo. Minutos depois, cometeu outra falta mais forte e só então foi advertido. Se tivesse sido amarelado antes, seria expulso.
Enfim: apesar de ter “relaxado” no final do jogo, não teve influência na partida.
Parabéns ao Paulista FC que mostrou nessa partida, acima de técnica, GARRA.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
E para o confronto do Massa Bruta contra o Flu, a CBF escalou:
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO Assessor:Jailson Macedo Freitas – BA VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG AVAR: Frederico Soares Vilarinho– MG AVAR2: Antônio Magno Lima Cordeiro – CE Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ Quality manager: Lucas Dias Almeida– RJ
Wilton e Bruno foram os representantes do Brasil na última Copa do Mundo. Porém, Wilton, em 2024, não fez um bom ano como árbitro, sendo irregular em suas atuações. Já em 2025, voltou a trabalhar bem e tem experiência suficiente para conduzir a contento a partida.
Acompanhe conosco o jogo entre Fluminense vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 06/04, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Há 19 anos, o Paulista vencia o River Plate pela Libertadores da América.
Teria sido essa a vitória mais “significativa” do Paulista (em jogo único) por ter sido em um torneio internacional oficial? Em importância, não há o que se discutir que a Copa do Brasil seja a maior conquista (em campeonatos).
🇺🇸 A spectacular sunrise in the interior of Brazil! Look at the vibrant colors leaving the clouds with a unique feat! /🇧🇷Um amanhecer espetacular no Interior do Brasil! Vejam só que cores vibrantes deixando as nuvens com um feito único!
Há pouco, dom Gil Antonio Moreirareservou alguns minutos e disse ao Frei Gilsontudo o que a CNBB deveria ter dito, dias atrás: sobre sua obra, sobre seus trabalhose a respeito dos ataques covardes que recebeu.
O que é inspirado pelo Alto, o Inimigo nunca derrubará!
Hora da Missa, de pedir perdão e agradecer a Deus por tão infinita bondade.
Já fez a sua prece hoje?
O salmo 33 na liturgia diz: “Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido. Muitos males se abatem sobre os justos, mas o Senhor de todos eles os liberta.”
E para o confronto do Galo contra o Tigre, em Taubaté, a FPF escalou:
Árbitro:Rafael Gomes Félix da Silva
Árbitro Assistente 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assistente 2: Ademilson Lopes da Silva Filho
Quarto Árbitro: Ricardo Bittencourt da Silva
Analista de Campo: Márcio Verri Brandão
Rafael Gomes Félix da Silva é um excelente árbitro, apitou Série A1 de 2016 a 2019, e não sei o motivo, não deslanchou a carreira. Nesse ano trabalhou (muito bem) em Audax x Paulista.
Com a tendência de deixar o jogo correr, estar bem posicionado e não ter problemas técnicos, me recordo de várias partidas dele. Porém, no ano passado, só apitou categorias amadoras e A4. Idem nesse ano (trabalhandoaté como 4º árbitro nessa divisão).
Não sei se por estar com 41 anos, a FPF resolveu não lhe dar mais oportunidades nas divisões principais, ou se ocorreu algum outro motivo. É experiente e a tendência é de ter uma boa atuação.
Acompanhe Joseense x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará às 15hoo (05/04), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Já falei algumas vezes: Filipe Luís, treinador do Flamengo (que eu confesso: tinha dúvidas se era muito precoce tal responsabilidade do cargo) está me surpreendendo positivamente. E por dois motivos:
Tem mais títulos do que derrotas. É mole?
É o melhor treinador em entrevistas! Sempre lúcido e coerente.
“Neste tempo de conversão, buscando apoio na graça divina e na comunhão da Igreja, não nos cansemos de semear o bem. O jejum prepara o terreno, a oração rega, a caridade fecunda-o. #Quaresma”.
E para nos convertemos em pessoas melhores, não é bem isso?