Novos casos de Racismo contra o futebol brasileiro, na Libertadores nessa semana. E, de novo, a Conmebol não toma duras providências.
Aqui no Brasil, quando a coisa se avolumou, o Grêmio foi eliminado da Copa do Brasil no “caso Aranha”. Diminuiu-se a incidência de racismo, e os casos isolados resultaram em prisões dos preconceituosos. Nesse quesito, o Brasil evoluiu.
Eu sei que muitos entendem que “imitar macaco”, para muitos no Exterior, é uma simples provocação de torcedores de futebol. Mas desde há algum tempo, com os volumosos casos, a Sociedade passou a entender melhor o quão cafajestes são tais atos. Mas as entidades esportivas insistem em fazer vistas grossas e/ou apenas promover campanhas modestas de conscientização.
Para a Conmebol, a punição é meramente financeira! Não se joga sem torcida (o último caso foi o do Corinthians após a morte de Kevin Spada), nem se perde pontos. E fico pensando: as frequentes multas de US$ 50 mil a 100 mil, vão para quem?
Vão para o projeto SUMA, uma ONG que cuida de crianças e do desenvolvimento do futebol. E ela pertence à… própria Conmebol!
Fica a impressão: quanto mais racismo, mais dinheiro para a Conmebol. Por quê encerrar esse ciclo?
Eu me enojo por tal situação… é a famosa “demagogia barata”.
Sobre a Conmebol SUMA, conheça aqui: https://www.conmebol.com/suma/

