Debaixo de um forte sol, tivemos no Estádio Jayme Cintra uma arbitragem regular/ruim (com poucos momentos altos e muitos baixos) de Jeferson Silvestrini.
Ele não teve erros técnicos (o que é bom). Correu bastante no forte calor (isso é ótimo), mas deixou de expulsar Wesllen por Segundo Amarelo ainda no primeiro tempo (o que foi ruim) e não conseguiu se fazer atendido nas advertências verbais (o que é péssimo).
Vide nossas anotações abaixo:
O árbitro começou bem a partida, deixando a bola rolar. Porém, com 10 minutos de jogo, os atletas começaram a dar entradas mais fortes. Pedro Lima (UAB) tomou um correto amarelo por falta temerária contra um atacante, Mariano (PFC) por atitude inconveniente e Wesllen (BAR) por uma pegada em Marolla (PFC). Tudo isso em 4 minutos, e aí o jogo “acalmou mais”.
João Choco (7 PFC) deu uma entrada forte e desnecessária em Mastherson (13 UAB). O árbitro provavelmente não viu e demorou a marcar; orientado pelo assistente, o fez. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, e não recebeu. Desse lance, na lateral do campo, a falta foi cobrada e resultou no gol.
Aos 31 minutos, o erro maior do árbitro: Wesllen (UAB) já tinha Cartão Amarelo e comete uma falta dura. Era para receber o segundo amarelo e consequentemente vermelho. Ficou só na advertência verbal, mas Chichota (UAB), por reclamação, foi amarelado.
Se expulso Wesllen, teríamos 11×10 por pelo menos 59 minutos.
Mais nervoso, o Paulista começou a se desesperar e cometer faltas bobas. Vitinho Nascimento (PFC), por exemplo, tentou roubar um bola no ataque e deu uma forte entrada no zagueiro. Cartão Amarelo bem aplicado.
47m: Lucas Silva (PFC) perdeu a bola, permitiu o ataque do adversário e apelou com um puxão na camisa. Também recebeu Amarelo.
No segundo tempo, a partida continuou pegada e o árbitro foi apitando as faltas conforme ocorriam. Talvez a maior dificuldade foi conter a cera. Faltou se impor mais nas advertências.
Irritou, na segunda etapa, as quedas dos atletas. Árbitro experiente intimida e adverte a contento, e os atletas respeitam. Não foi isso o que aconteceu.
Por 4 vezes, ele chamou a advertência verbal do goleiro. Somente aos 73 minutos, na 5ª oportunidade, deu cartão ao goleiro.
No último minuto de jogo, Givigi (PFC) foi atingido com um pontapé por Vitor Zaga (UAB), corretamente expulso. Porém, no bololô, ele tenta revidar com um chute, que não atinge o adversário (que já tinha recebido o Vermelho). Se tivesse VAR, Givigi bisonhamente seria expulo também.
Até o quarto árbitro João Avelino bobeou: entrou o 18 no 9, e ele acendeu a placa com o número 20… depois consertou.
Me impressionou negativamente o desespero do Paulista ao tomar o primeiro gol. Estando sem ser vazado e com 100% de aproveitamento na A4, não era o fim do mundo perder. Jogava bem, e deveria manter o ritmo. Mas emocionalmente bateu a ansiedade, parecendo que estava perdendo o título. CALMA! E isso se viu nas falhas bisonhas da zaga (vide a falha no segundo gol sofrido).
Gols: 1×3
Faltas: 16×20
Cartões Amarelos: 3×7 , Cartões Vermelhos 0x1.
Público: 3.523 pagantes
Renda: R$ 67.310,00


[…] Já fizemos nossa análise da arbitragem de Paulista 1×3 União Barbarense. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/02/15/analise-da-arbitragem-para-paulista-1×3-uniao-bar… […]
CurtirCurtir
[…] Já fizemos nossa análise da arbitragem de Paulista 1×3 União Barbarense. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/02/15/analise-da-arbitragem-para-paulista-1×3-uniao-bar… […]
CurtirCurtir