Eu já tinha ouvido falar sobre o Padre Fábio Marinho, um sacerdote católico que tem aparecido com certa relevância na grande mídia, e que supostamente gera alguma polêmica em suas entrevistas.
O assisti no Inteligência Limitada, e talvez a linha dele não seja a mesma que eu penso da vida.
Na oportunidade, defendeu a Fé e a Razão (como eu sempre prego). Mas excessivamente racional, quase que distanciando ambas! A fala do Evangelho, por exemplo, ficou esquecida…
Falou bastante de sexualidade (inclusive das críticas de sua forma afeminada de falar como ele mesmo disse, não tendo medo de tocar nesse assunto). Muitíssimo crítico à Igreja Católica, à formalidade e à vida religiosa (ao mesmo tempo em que defendeu esse tópicos em alguns momentos).
Talvez o jeito impositivo de se expressar possa trazer um certo ar de arrogância. Não o julgo, pois o assisti apenas uma vez! Mas em determinados momentos, deu a entender que “está padre”, e que dá a vida para a Igreja Católica, mas… que provavelmente pensou, pensa ou desejará “deixar a batina”. É claro isso!
Para quem não o conhece (que é amado ou odiado – ele próprio fala dos seus haters), aqui: https://www.youtube.com/live/9-dQmJpiBgA?si=Ky23G0WVPBhjpIkN
(Para quem acompanhou no mesmo podcast o Frei Gilson ou o Padre Reginaldo Manzotti, recentemente, nem parece a mesma religião… especialmente ao final, quando brinca sobre “quando estiver no Céu, não desejará socializar”, transmitindo uma certa antipatia.
Em tempo: não é critica, mas observação da diversidade de movimentos dentro da Santa Mãe Igreja).
