Gabriel Henrique Meira Bispo foi pouco exigido no jogo de hoje, e quando precisou se impor, não se mostrou tão seguro em campo.
Tem algum potencial, mas precisa ser melhor trabalhado para a série A1. Os apontamentos do jogo, abaixo:
Aos 12m, Rodrigo Ferreira (SBE) deu uma entrada muito forte e desnecessária na lateral do campo, atingindo em Vinicinho (RBB). Foi falta, onde o árbitro poderia desde dar uma advertência verbal ou até um Cartão Amarelo. E nada marcou. Errou.
Aos 16m, um drone sobrevoava o campo e o árbitro paralisou o jogo. Aqui, uma crítica: em quê o drone atrapalhava a partida?O jogo deveria seguir, e só ser paralisado se ele interferisse em uma disputa. E fica a pergunta: se o drone não sai, não tem mais jogo? Alguém pode dizer que poderia estar captando imagens do jogo e transmitindo de maneira “pirata”. Isso não é problema da arbitragem, mas de quem transmite o jogo. O jovem Gabriel Bispo se viu em uma situação “inusitada”…
Aos 22 minutos, Cleiton (RBB) lança a bola para Mosquera (em posição ajustada). Ele atravessa o campo e cruza para Vinicinho marcar o gol. Houve 3 minutos de demora no VAR, para traçar a linha de impedimento (não estava) e ver se Vinicinho não fez o gol de mão (e não fez). Muiiiita demora.
Aos 36m, Mosquera é tocado fora da área de maneira faltosa. Como ele consegue se manter equilibrado e prossegue a jogada, não se marca a falta. Ele entra na área, sente um contato físico não faltoso, e cai. Não foi pênalti. Na sequência do lance, Léo Jabá dá uma entrada forte em Pedro Henrique e recebe Cartão Amarelo corretamente.
Aos 45m, Lucas Cunha faz falta em Fabrício Daniel, próximo a grande área. O árbitro corretamente marcou a falta. E demorou para ser cobrada… Aos 47’40”, o árbitro ainda organizava a barreira, e quando foi autorizar a cobrança, parou tudo, sinalizou o gesto de VAR e demarcou a falta, remarcando como pênalti. E aí demorou mais ainda para se cobrar. Na imagem do VAR, mostrada na TV, não achei conclusiva. Há um recorte de imagem divulgada, em que o ponto infracional foi em cima da linha. Se confirmado o frame, acertou.
Faltas no 1º tempo: 4×4. Placar: 2×2.
No segundo tempo, sem lances polêmicos. Mas um jogo travado, arrastado, onde o árbitro permitiu muita demora para os reinícios de jogo.
Aos 65m, Pita (RBB) tenta cruzar a bola que bate no peito do adversário. Apesar de pedir mão, corretamente o árbitro nada marcou.
Ao Podcast Ticaracaticast, o árbitro FIFA Raphael Claus deu uma descontraída e bacana entrevista aos apresentadores e humoristas Bola e Carioca.
Nela, ele falou de carreira, arbitragem, futebol e curiosidades. Mas me chamou a atenção um trecho que nos permite uma ampla discussão: a da IMPORTÂNCIA e/ou FACILIDADE em se fazer gols.
Veja no minuto 48’03” (link abaixo), onde Claus diz:
“Uma coisa que eu acho que é a magia do futebol: se começar a sair muitos gols – isso é um pensamento meu, do Claus – se começar a sair muitos gols vai perder a magia do futebol, porque vai passar a ser igual aos outros esportes, igual ao basquete, igual ao vôlei; por que o que acontece: o favorito dificilmente perde; e se [no futebol] tiver muitos gols, dificilmente o favorito vai perder também. Agora, quando você joga por uma bola, e o cara ganha aquele jogo por uma bola… (…) O futebol gera isso, pois nem sempre o favorito ganha. (…) Se começar a sair 10 gols por jogo, ah, não é assim (…).”
Eu entendi o que ele quis dizer: que o futebol é apaixonante pois nem sempre o melhor ganha, permitindo que quem não seja favorito ou que um time pequeno vença. Nessa fala, Claus se preocupa em não vulgarizar o gol e preservá-lo como algo precioso.
Porém… eu discordo respeitosamente desse pensamento. Justamente o gol, tão precioso, deve ser a busca constante no desafio. Quando o time pequeno joga por uma bola, e sai o gol, acabou o jogo. Ele se retranca, os atletas caem em campo, existe a cera e o espetáculo morreu. Os grandes jogos da história do futebol doméstico, foram de placares elásticos: quem não se lembra daquele Santos 4×5 Flamengo em 2011 na Vila Belmiro? Ou do ano retrasado, Botafogo 3×4 Palmeiras, pelo Brasileirão? Ou Santos 5×2 Fluminense, com Giovani Messias em 1995? Ou, mais atrás, Santos 7×6 Palmeiras, o “jogo do infarto”, de 1958? E aí pergunto: alguém se lembra de jogos com 0x0 de tanta emoção?
Aliás, todos os esforços da FIFA giram em torno de aumentar o tempo de jogo e um maior número de gols: vide as sugestões de maior duração do tempo de uma partida, cronômetro parado, impedimento somente por corpo total, e outras ideias para favorecer os atacantes? Isso, inclusive, é uma reclamação dos zagueiros e goleiros, pois os defensores nunca enxergam “regras a seu favor”.
Há algum tempo, li um artigo de um Diretor do Liverpool-ING (permita-me não lembrar o nome, tentei achar em meus recortes guardados para textos sugestivos). E ele dizia que o maior desafio para a Geração Z (e provavelmente, será também para a nascente Geração Beta) é conseguir fazer com que um adolescente permaneça 90 minutos prestando a atenção num jogo de futebol, em especial se ele não tiver gols! Com o advento da tecnologia, das multitelas e outros gadgets, fica difícil segurar o foco de um jovem exclusivamente numa partida, sem grandes atrativos técnicos ou gols.
Alguns dizem que a dificuldade da popularização do soccer nos Estados Unidos se deve ao fato dos placares elásticos de lá, como beisebol, futebol americano, basquetebol, entre outros. Logicamente e concordando com Claus, o favorito sempre ganhará neles. Mas no “nosso esporte-bretão”, a cultura é diferente. Incentivar a busca por gols, não incentivar a retranca, promover o Fair Play e “o jogo pra frente”, saindo ou não muitos gols, não tiraria a paixão do torcedor; ao contrário, o faria aflorar ainda mais o gosto pelo espetáculo.
Não é questão de vulgarizar o gol, mas sim de tratá-lo como objetivo maior do futebol.
Que o cessar-fogo entre Israel e os terroristas do Hamas seja verdadeiro, que os reféns sejam libertados e que judeuse palestinos tenham um pouco de paz.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Padroeira do Brasil:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Em Novembro, o sempre bem informado Sérgio Loredo, da Rádio Futebol Total, revelou que Pedro Caixinha negociava com o Santos FC, seduzido pelo Projeto Neymar! E isso se concretiza!