Clube Vital de Ibiúna, Santa Fé de Santa Fé do Sul, Sfera de Salto, Metropolitano de Campo Limpo Paulista, I9 de Ribeirão, Cosmopolitano de Cosmópolis e outras tantas equipes que ainda nem disputam futebol profissional (mas que fazem um trabalho sério nas categorias de base) disputarão o Paulistão Sub 15 e Sub 17. Nosso querido Paulista FC, não jogará.
Recordo-me da entrevista da diretoria do Galo no final do ano à Rádio Difusora, falando sobre os fortes investimentos nas categorias de base. Ora, disputar “Paulista Cup” e outros torneios inexpressivos (sim, são competições apócrifas das entidades realmente não-representativas do futebol brasileiro) de nada adianta. O Campeonato Paulista Sub 15 e Sub 17 da FPF é o supra-sumo das competições, e estar fora dele, é um retrocesso.
Gostaria muito de saber qual a justificativa pela ausência, já que, sabidamente, não são mais objetos de desejo os jogadores de 20 anos pois são “velhos” para o mercado, mas sim os de 17 anos, conforme falamos algumas vezes (em especial, nesse artigo no Jornal de Jundiaí, intitulado: “Subsistência ou Exportação“: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2810657/opinioes/2024/01/subsistencia-ou-exportacao).
As categorias de base são a fonte de riqueza das principais equipes do Brasil. Vide o trabalho do Mirassol, que com a venda de jovens jogadores construiu um maravilhoso CT e mantém o time profissional na série A do Paulistão e quase subindo para a elite do Brasileirão. Ou qualquer outro time bem gerido.
Uma pena que isso esteja acontecendo com o Tricolor da Terra da Uva.

Imagem: Divulgação FPF
