E o mundo do futebol é feito também de perguntas sem respostas ou de hipóteses duvidosas. Digo isso devido ao jogo em Brasília, válido pelo Paulistão, entre Internacional x São Paulo.
1- Dentro de campo: Jonathan Calleri, que não é um garoto inexperiente, estava pendurado com dois cartões amarelos para o clássico contra o Palmeiras. Ora, diante do compromisso contra a Internacional, em tese, é só se comportar direito que não seria punido (sempre defendi a tese: atacante bom não recebe amarelo, ele cava amarelo dos adversários). Eis que antes do jogo ele reclama do árbitro Fabiano Monteiro dos Santos dizendo na cara do próprio: “Faça um bom jogo porque no outro dia você não fez, contra a Ponte Preta não fez”. Fabiano, novato, não entendeu nada e ficou intimidado (deveria ter dado o cartão amarelo para ele naquele momento). Se não bastasse isso, no segundo tempo, Calleri cometeu uma dura e desnecessária falta de ataque, quando a partida era morna e seu time vencia. Levou o “desejado” cartão e daí parou de “encher o saco”.
- Se eu sou um diretor do SPFC, questiono: por que fez de tudo para ser advertido num jogo como esse, e agora está fora de uma partida importante?
2- Fora de campo: um empresário “comprou” o mando da partida, e pagou R$ 1 milhão para que fosse disputado no Estádio Mané Garrincha de Brasília. Será que a Inter não conseguiria no Estádio Major Levy Sobrinho (que cabe 18.000 pessoas) arrecadar muito mais do que isso em sua bilheteria? Ou vendeu barato demais, ou os valores devem ser outros…

Print de tela da TV Record.
