Gramado sintético péssimo como protagonista, infelizmente, no jogo entre o Ramalhão e o Massa Bruta. Vamos falar da partida?
Vinícius apitou tranquilamente o jogo, não caindo nas possíveis faltas cavadas. Porém, uma desatenção: aos 10 minutos, quando Jadsom se contundiu, ele parou o jogo quando a bola estava em posse do Red Bull Bragantino quase na área do Santo André; porém, ao reiniciar, deu a posse de bola do outro lado do campo, quase ao goleiro Cleiton. Aí não…
O primeiro tempo terminou, em faltas, STA 2×8 RBB. Em toda a partida: STA 7×20 RBB, sendo em cartões amarelos 1×3.
Cartão amarelo indiscutível a Lucas Cunha no finalzinho da primeira etapa. Aos 50m, correto cartão amarelo a Luís Gustavo (STA) por dar uma cortada de vôlei com as mãos na bola. Idem a Raul (RBB) aos 72m por falta dura. Também a Thiago Borbas (RBB) aos 82m poor entrada temerária.
Coisa que há tempos eu não via: por duas oportunidades, o tiro de meta teve que ser cobrado novamente pois o goleiro andreense cobrou com a bola em movimento.
Um detalhe do gramado sintético de Santo André: a bola pulava muito alto (pipocava mesmo), mas quando era chutada para frente, não deslizava normalmente, “ficando presa” no gramado, perdendo velocidade. A grosso modo, talvez algo segurava a bola… a solução foi irrigar o gramado (como visto antes mesmo do jogo) para minimizar o problema. Com isso, tivemos 4 contundidos somente no primeiro tempo (3 do Santo André e 1 do Red Bull Bragantino). No segundo tempo, Luan Cândido e Lucas Cunha saíram machucados também.
Aí veio a chuva forte… A bola que não corria, começou a correr bastante, mais do que o ideal! Dizer o quê do gramado sintético ruim?
Print de tela, quando se tentou “remediar” o gramado.

