– Os 3 problemas da arbitragem brasileira nos pênaltis de Cuiabá 2×1 São Paulo e Palmeiras 3×1 Fortaleza.

Está irritando ver algumas decisões da arbitragem brasileira. Árbitros fracos, inseguros e dependentes do VAR.

Vide Cuiabá x São Paulo: Fernando Sobral desaba na aproximação de Caio Paulista, e o árbitro + VAR marcam (agora tem que ser assim: se referir como dupla, pois o medo de assumir uma responsabilidade é grande). Mas será que é tanta inexperiência a ponto de não perceber a cavada? Não pode… juiz tem que apitar por anos as categorias de base para estar na A1, com um mínimo de rodagem, e o carioca Bruno Motta, que apitou o jogo, está muito “verde” ainda. Já o segundo pênalti, houve um contato faltoso de Diego Costa (leve, sem a necessidade de cartão).

E Palmeiras x Fortaleza?

Ali, o gaúcho Rafael Rodrigo Klein (que está sendo trabalhado para ser FIFA no RS, assim que Daronco sair), mostrou total insegurança no jogo. Repare, por exemplo, no gol anulado do Fortaleza: ele vê o lance que bate no braço, não sabe se apita ou não, a jogada prossegue e só depois que sai o gol ele anula. Ou, se preferir, repare nos cartões por reclamação – que demonstra se esconder através da advertência ao invés de uma boa advertência verbal.

Mas um lance de erro crasso: a bola que bateu em Marcos Rocha. Ali, não é movimento intencional, não tenta tirar proveito da jogada e nem é antinatural. Pura casualidade em movimento natural! Um ridículo pênalti anotado e confirmado pelo VAR. Nem esse, tampouco o reclamado pelo Palmeiras foram lances infracionais.

A falta de critério, a deficiência técnica e a insegurança dos árbitros estão cada vez maiores no Brasileirão, deturpando a regra e fazendo com que as queixas sejam válidas.

Imagem extraída da Web.

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