– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Padroeira do Brasil:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Aparecida #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics 

– Por que uma pessoa se torna hater contra outra?

Não entendo pessoas que criticam o seu próximo gratuitamente. 

  • Seria inveja?
  • Seria distúrbio de relacionamento social?
  • Seria necessidade de criar um personagem rabugento?
  • Seria mau-caratismo?
  • Seria transição para hater?

Normal, não é.

É triste ver gente ofendendo o trabalho alheio apenas pelo bel-prazer de fazê-lo. É assustador ver gente igualmente fazendo troça da competência de amigos, perdendo tempo, pasmem, em fazer campanha pelo boicote do profissional!

Já imaginou colocar postagens nas Redes Sociais pedindo para não prestigiar a labuta do seu semelhante, por nada, apenas pela sua índole odiosa de “causar”?

O que o bobão ganha com isso?

E ainda dá Ibope ao outro… cômico!

Pobre cidadão de espírito pequeno… o que pessoas assim levam de benefício? E o pior: não percebem o mal que fazem a si próprio.

Enfim: sujeito assim é um doente que não se ajuda, pois sua enfermidade o cega.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A culpa do Flamengo ir mal é do Império, segundo o PCO!

Cada uma…

Segundo o PCO (Partido da Causa Operária), o imperialismo é o grande culpado pela má campanha do Flamengo.

O partido publicou:

“O Flamengo foi campeão da Libertadores e da Copa do Brasil em 2022, isso sob o comando do brasileiro Dorival Júnior. O que a diretoria do Flamengo fez? Demitiu-o para contratar um português, Vítor Pereira, que havia feito campanha medíocre no Corinthians. O que Vítor Pereira fez até agora, tendo recebido um elenco vitorioso de Dorival? Vexame! Perdeu a Supercopa do Brasil para o Palmeiras, não chegou à final do Mundial, perdeu a primeira partida da Recopa sul-americana e agora perdeu o Carioca de goleada para o Fluminense. O caso revela que há um poderoso esquema empresarial por trás da propaganda por técnicos estrangeiros. Uma ofensiva imperialista contra o Futebol Brasileiro. É um esquema e econômico e político, com um objetivo claro: convencer o brasileiro de sua inferioridade no futebol..

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/pco-diz-que-tecnicos-estrangeiros-sao-ofensiva-imperialista-apos-derrota-do-flamengo/?utm_source=social&utm_medium=twitter&utm_campaign=esportes-cnn-esportes&utm_content=link

Vitor Pereira, técnico do Flamengo, durante partida contra o Fluminense, no estádio Maracanã, pelo campeonato Carioca 2023

Crédito da Imagem: JORGE RODRIGUES/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

– Precisamos ter amor!

O ótimo ensinamento de São Pio de Pietrelcina, abaixo, para que reflitamos: perdoamos o próximo de verdade?

Você perdoa, esquece e não fica com ressentimentos?

– Crianças Fashion!

Nossas riquezas se protegendo do frio. Que modelito escolheram… kk

Eu amo a Tetéia com o Miguelito!

Imagem

💙❤️ #Family #família #amor #carinho

– E cadê o Bill?

No Interior do Ceará, na cidade de Croatá, havia uma “pelada de futebol”. Um cara filmava o jogo e começou a “encher o saco” de um torcedor, que ostentava seu apelido Bill na camisa.

A cada menção, o Bill se irritava. Aí o gozador começou: “Bora Bill”, e o bordão pegou no Brasil inteiro.

Mas você já viu o Bill? Ele sumiu, pois a moda passou. Mas o vídeo que o projetou foi esse aqui, onde tudo começou: https://youtu.be/wT7qyep-RGA

– Abril Azul destaca o papel da escola na inclusão e acolhimento de alunos com autismo.

Abril Azul reforça a importância da escola na inclusão e no acolhimento de alunos com autismo. Educação com empatia transforma realidades. #Linkezine…

Continua em: Abril Azul destaca o papel da escola na inclusão e acolhimento de alunos com autismo

– AliExpress, Shopee e Shein na mira do Governo.

A classe média descobriu vendedores chineses e agora não quer mais abrir mão deles: são os sites de compra direto da China, e que se popularizaram no Brasil.

Porém, eis que o Governo quer cobrar mais imposto das compras neles, onerando ainda mais o consumidor!

Abaixo, extraído de: https://www.terra.com.br/economia/dinheiro-em-acao/haddad-quer-taxar-compras-da-shein-e-shopee-veja-ate-quanto-pode-pesar-no-seu-bolso,ac27efbe7884ddd96336d978d397f01fq0so0g1u.html

HADDAD QUER TAXAR COMPRAS DA SHEIN E SHOPEE: VEJA QUANTO PODE PESAR NO SEU BOLSO

Gigantes estrangeiras dominaram a preferência do consumidor com preços muito baixos e ‘dribles’ de taxação para compras internacionais

Por Juliana Steil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixou claro que quer cobrar tributos sobre a compra de produtos importados pela internet. A proposta mira, especificamente, as gigantes estrangeiras que se tornaram queridinhas do consumidor brasileiro: Shein, Shopee e AliExpress. Ainda não há um plano concreto, mas, se entrar em vigor, isso pode significar o fim das “comprinhas” para muita gente.

Haddad tocou no assunto enquanto explicava um pacote de medidas propostas pelo Ministério da Fazenda para conseguir atingir as metas de arrecadamento de verba para os cofres públicos e, assim, atingir as metas previstas na nova regra fiscal.

O pacote, no total, prevê arrecadar R$ 150 bi; no que diz respeito aos impostos para e-commerce estrangeiro, são R$ 8 bilhões.

O que está em jogo?

O ministro subiu o tom contra as varejistas, sem citar nomes. Ele disse que quer coibir o que chamou de “contrabando digital” e evasão fiscal e disse que as vendas não taxadas prejudicam as empresas brasileiras, que pagam impostos e precisam aumentar seus preços por conta disso.

Então, o objetivo é fazer com que todas ou, pelo menos, a maioria das compras internacionais sejam submetidas a alguma taxa ao entrar no Brasil.

Como é atualmente?

Atualmente, segundo o contador especializado em tributos Alison Santana, o imposto para produtos importados tem uma alíquota única de 60% em cima de qualquer compra feita por uma pessoa física com valor total superior a US$ 50 (cerca de R$ 250).

Ou seja, atualmente, funciona assim:

• Para compras abaixo de US$ 100, nenhum imposto é cobrado;

• Para compras de US$ 50 ou acima, o produto é confiscado pela Alfândega e, para retirá-lo, é preciso pagar um imposto de 60% do valor total do produto, incluindo frete e seguros. Se você comprar R$ 250 em roupas e o frete for R$ 50, vai precisar pagar R$ 180 para ter suas compras em mãos.

Só que as varejistas estrangeiras são acusadas de evasão fiscal ao declararem valores menores nas notas fiscais dos pacotes, de forma que nunca alcance o teto permitido pela fiscalização brasileira e não seja taxado.

Se a compra é muito grande, os pacotes são divididos como estratégia de diminuir o valor total entre várias compras, como se fossem para pessoas diferentes –fugindo, novamente, de uma possível taxação.

Como pode ficar?

Apesar das palavras duras, Haddad ainda não explicou como pretende chegar no montante e atingir as lojas estrangeiras. Ele disse, simplesmente, que não será preciso criar novos impostos ou aumentar a alíquota do imposto já existente, bastando apenas “cobrar de quem não paga”.

Isso quer dizer que pode ser uma sinalização a um possível reforço de fiscalização pela Receita Federal ou regras mais duras para compras importadas, de forma que todas as compras em que o imposto é devido, ele seja efetivamente cobrado do consumidor.

Haddad quer taxar compras da Shein e Shopee: veja até quanto pode pesar no seu bolso

Imagem extraída do link acima.

– Por Deus… até o Dalai Lama se enrolando?

O mundo está de cabeça para baixo. O que foi o “selinho de língua” pedido pelo Dalai lama a uma criança?

Para quem não viu a loucura, abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/04/10/escandaloso-por-que-fala-de-dalai-lama-para-crianca-gerou-revolta.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias

NOJENTO E DOENTIO: POR QUE FALA DE DALAI LAMA PARA CRIANÇA GEROU REVOLTA

O dalai lama pediu desculpas nesta segunda-feira (10) depois de ser amplamente acusado de comportamento impróprio diante de uma criança, na qual ele deu um ‘selinho’. Ele pediu para beijar um menino na boca e “chupar a língua” durante um evento público na Índia no dia 28 de fevereiro.

O vídeo logo viralizou e gerou reações condenatórias, sendo chamado de ‘inapropriado’, ‘escandaloso’, ‘nojento’ e ‘absolutamente doentio’.

Nas imagens, o líder espiritual tibetano de 87 anos pergunta ao menino: “você pode chupar minha língua?” e então mostra a língua. Os presentes dão risada, mas muitas pessoas depois chamaram a atenção para o comportamento problemático.

A criança parece ter ficado claramente desconcertada após a pergunta.

Uma petição chamada “Salvem as crianças de Dalai Lama – vamos parar com o abuso infantil” foi criada na plataforma Change.

Diversos usuários nas redes sociais se disseramm chocados e enojados com as imagens, acusando-o de pedofilia e pedindo até sua prisão.

No pedido de desculpa, o dalai lama diz que o ato foi ‘inocente’, sem se manifestar sobre o pedido ser inapropriado.

“Sua Santidade gostaria de pedir desculpas ao menino e sua família, bem como a seus muitos amigos ao redor do mundo, por qualquer dor que suas palavras possam ter causado”, dizia um comunicado publicado em sua conta oficial no Twitter, que tem 19 milhões de seguidores.

“Sua Santidade costuma provocar as pessoas que conhece de maneira inocente e brincalhona, mesmo em público e na frente das câmeras. Ele lamenta esse incidente”, continua o tuíte.

Nas redes sociais, as reações demonstram que a atitude passou longe de ser considerada uma brincadeira.

“O que acabei de ver? Como essa criança deve estar se sentindo? Nojento”, disse o seguidor no Twitter Rakhi Tripathi.

“Estou totalmente chocada ao ver o #DalaiLama aparecer assim. No passado, ele também teve que se desculpar por comentários machistas. Mas dizer: ‘Agora chupe minha língua’ para um garotinho, é nojento”, escreveu Sangita, outra seguidora no Twitter.

Em 2019, o dalai lama também se desculpou por dizer que se uma mulher o sucedesse, ela teria que ser “atraente”. Essas observações, feitas em entrevista à BBC, causaram polêmica.

Um livro publicado em 2022 na França denunciava a “lei do silêncio” sobre “abusos graves” dentro da religião budista tibetana, incluindo violência sexual, privações e corrupção financeira, além de culpar a omissão e a inação do dalai lama e do monge francês Matthieu Ricard, o principal tradutor do líder tibetano no país.

Quem é ele e o que representa

O dalai lama personifica universalmente o movimento pela autonomia tibetana.

Em 1989, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

Mas, Pequim o acusa de querer dividir a China e o chama regularmente de “lobo em manto de monge”.

(Com informações da AFP)

Dalai lama é acusado de pedir beijo a menino e mostrar a língua - Reprodução

– Tudo azul.

Tarde de Outono com céu limpo! Olhe só que bonito o horizonte.

O infinito nos inspira…

Imagem

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #blue #azul

– O Derby que não acaba: Palmeiras x Corinthians de 2018 e a confissão do árbitro.

Lembram da decisão do Paulistão de 2018, cujo Derby teve investigação judicial? Naquele episódio, Maurício Galiotte, presidente da SE Palmeiras, chamou o torneio de “Paulistinha”.

Em suma: Ralf (SCCP) foi dividir uma bola com Dudu (SEP), mas o juizão marcou tiro penal para o Verdão. Não foi pênalti, e o árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza marcou, apesar das inúmeras queixas do Timão. Estando pronto para a cobrança, o árbitro desmarcou, por informação de alguém da sua equipe de arbitragem – levando quase 8 minutos para isso e deixando muita reclamação por parte de todos.

Relembre a dúvida surgida se, naquela época em que não existia o VAR, houve interferência externa ou não: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/04/08/houve-interferencia-externa-na-decisao-de-palmeiras-0x1-corinthians/

Relembre também o pedido de anulação daquela partida, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/04/26/a-entrega-do-pedido-de-impugnacao-e-valido-o-palmeiras-tentar-anular-o-jogo-contra-o-corinthians/

Relembre, por fim, o verdadeiro circo que aconteceu no TJD quando os árbitros foram depor (7 horas de depoimento): https://professorrafaelporcari.com/2018/04/18/um-circo-no-depoimento-no-tjd/

Pois bem: ao Podcast Resenheira (link aqui: https://youtu.be/1wj8UutK9pw, durante a gravação em 58m 46s até 1h 24m 05s) a Thiago Fróes e Clodoaldo Levi, o árbitro Marcelo Aparecido falou sobre essa situação, e surpreendeu negativamente. Ele confessou que sentiu que errou ao marcar o pênalti pois confiou nas reclamações de Cássio e Balbuena (abordou, inclusive, jogadores que ele confiava quando tinha dúvidas). E pior: que se cobrasse o pênalti e fizesse o gol, ele estava disposto a mandar que voltasse a cobrança!

Marcelo justificou que não houve interferência externa, mas ajuda do assistente que estava atento e corrigiu a marcação (importante: o bandeira 1, que da equipe de arbitragem era quem estava mais longe do lance e com o campo de visão pior possível, foi o seu socorro)

Disse ainda que se tivesse má fé, não precisava de toda aquela confusão, pois um dos seus assistentes tinha um Apple Watch (ou seja, seria mais rápido saber a informação da imagem da televisão pelo smartwatch).

A culpa de tudo, segundo ele, foi da “teoria da interferência externa” criada pelo comentarista de arbitragem da TV aberta, e que tudo isso repercutiu demais pois, segundo ele, “o presidente do Palmeiras não queria perder para um time inferior”.

Lembrando que Marcelo foi trabalhar para a Federação da Paraíba, a convite de Arthur Alves Jr, que virou dirigente de arbitragem lá, após ser demitido da FPF por acusações de assédio sexual (vide aqui esse episódio: https://wp.me/p4RTuC-don).

Interminável esse jogo, não? Estamos em 2023, e ainda há coisa nova sobre ele.

A eterna rivalidade Palmeiras X Corinthians | VEJA SÃO PAULO

Imagem: arte extraída de Veja SP

– Frutas do dia!

Hum… para a tarde, temos pêssego, goiaba, ameixa e maçã. Tudo bem gostoso!

Quem vai querer?

Coma fruta, faz bem!

– Tente!

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!

Compartilho:

Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165

– Um amanhecer muito belo!

O amanhecer muito belo à beira do Lago do Taboão. Que tal esse sol e essas plantas?

Viva a Natureza e a sua beleza. 

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #lago #lake

– Manhã bucólica.

Relembrando um ótimo cenário: uma manhã jundiaiense, de dias atrás!

Não é tudo muito bonito e harmonioso?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #tree #árvores

– A realidade dos Clubes Profissionais de Futebol no Brasil.

Os campeonatos estaduais terminaram, em sua maioria, nesse final de semana. E você sabe quantos clubes continuarão ativos e quantos jogadores estarão empregados?

Desmistificando a história de que “somos o país do futebol”, abaixo, extraído do LinkedIn de Euler Victor (Head of Football and Business/ Mover Futebol/ Palestrante), em: https://www.linkedin.com/in/eulervictor/

SE JOGA POUCO NO PAÍS DO FUTEBOL

Há quem diga que, pela quantidade de troféus e craques, o Brasil seja o país do futebol. No entanto, em nível profissional a frase é contrariada pelos fatos, já que os 680 clubes que atualmente disputam competições profissionais no Brasil (todas as divisões de estaduais e nacionais) estão distribuídos por apenas 422 dos 5.570 municípios brasileiros. O que significa que cerca de 100 milhões de pessoas (cerca de metade da população do país) vivem em cidades sem nenhum futebol, além daquele que é praticado de forma recreativa. Não bastasse a pouca penetração geográfica, na média, a atividade desses clubes ocupa apenas 35% do calendário útil do futebol, equivalente a cerca de três meses do ano.

Apenas 128 clubes (19,7% do total) têm calendário anual, por disputarem uma das 4 divisões do Campeonato Brasileiro. As outras 522 equipes profissionais tiveram apenas as competições estaduais e, em raros casos, a Copa do Brasil para disputar.

106 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes não contaram com nenhuma equipe disputando competições profissionais em 2019. São Paulo concentra 40 delas, seguido por Minas Gerais com 13 e Bahia, com 10.

Essa é a realidade do nosso futebol; temos muito potencial em todo país, mas pouco exploramos esse potencial, por conta dos baixos investimentos na iniciação esportiva e na criação de clubes em regiões que não possuem atividades de futebol profissional.

Uma das ideias, é que a CBF e as federações locais incentivem a formação de novos clubes em locais específicos, focando no desenvolvimento do esporte e no coração de praças esportivas por todo o país.

TEMOS O MICKEY, SÓ FALTA A DISNEY.

Estudo: Pluri Consultoria.
Imagem: Riccardo D’Agnese


– Dia claro!

Uma semana iluminada é o que precisamos, especialmente com um sol desse tamanho:

Fotografar sempre nos anima!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 2ª feira (4 de 4).

🌅 5h – Desperte, Bragança Paulista.

Que a segunda-feira possa valer a pena.

(E há de valer, bem como toda a semanacreiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 2ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #ixorias

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno 

– Que fim de dia tão bonito…

Anoitecendo na estrada!

Que paisagem, amigos (aqui: Itatiba).

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #sunset #amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Coelho Marqueteiro.

Boa observação da galinha na ilustração:

– Incríveis!

Não existe “pai incrível” se não tiver uma “filha incrível”, né?

A camisa diz tudo…

❤️ #PaiDeFamília

– A Inimaginável Crise dos 100 dias do Flamengo e o 4º título do Dinizismo (agora, com o Fluminense).

Parte 1- O Flamengo:

Se você reparar, o treinador Vitor Pereira está há 100 dias no cargo como treinador do Flamengo, e com muita crítica sobre ele (algumas justas e outras injustas). Em Janeiro, seria inimaginável que em Abril tivéssemos tanta reclamação contra ele (e no volume e pressão que elas surgem).

A questão é: a diretoria flamenguista bancará ele ou não?

Parte 2- O Fluminense:

Fernando Diniz enfim consegue seu verdadeiro título em time grande. Foi Campeão da 3ª divisão paulista com o Votoraty em 2009 e bicampeão da Copa Paulista (2009 com o Votoraty e 2010 com o Paulista de Jundiaí).

Nele, resistem alguns preconceitos sobreinventar na hora de sair jogando“, “relacionamento ruim no vestiário” e outras queixas. Mas o tempo amadurece e ensina. Com o título no Cariocão, já temos um treinador “mais seguro” do que antes?

Parte 3 – O Marcelo:

Que o veterano lateral é um ótimo jogador, sabemos. Mas cá entre nós: no lance do gol que marcou, o Mengão viu ele indo, indo, indo e… acabou “fondo”! Passou por um monte de adversário sem que ninguém o interceptasse, mostrando que ele tem seus méritos, mas os deméritos da zaga adversária também foram relevantes.

Fla-Flu marca o fim da Copa Rio Feminina - Fluminense: Últimas notícias,  vídeos, onde assistir e próximos jogos

Arte extraída de Flu.net

– Padre Reginaldo Manzotti falando da Páscoa.

Muito bom!

Sobre a Páscoa, uma entrevista especial do Padre Reginaldo Manzotti no Inteligência Ltda.

Saiba mais detalhes históricos e de da data mais importante para os cristãos,

Em: https://www.youtube.com/live/r5NDr_JusoE?feature=share

– Árbitro de nome influencia árbitro jovem: a “poupada de Claus” em Palmeiras 4×0 Água Santa.

Jovens árbitros admiram árbitros de nome. Mas quem viu Raphael Claus apitando hoje, numa infeliz “administração” da partida, não queira imitá-lo.

Respeito o Claus, mas hoje a atuação foi ruim. Daquelas que não se pode orgulhar (e sendo 4×0, onde não se deveria ter que falar do árbitro, tinha que não ser lembrado).

Explico: para quem cobra o cumprimento fiel às Regras do Jogo, é decepcionante ver um árbitro experiente (e bom) como ele aplicar a famosa “média”.

Vamos lá:

1- Aos 28m: Zé Rafael recebe uma cotovelada de Kadi. Era para Cartão Vermelho por conduta violenta (a Regra fala em “atingir” ou “tentar atingir” um adversário). Raphael Claus só dá Cartão Amarelo. Errou. Pior: Renato Marsiglia, comentarista de arbitragem da Record TV, disse: “Se acertasse o jogador, era para expulsar, e Claus administrou bem”.

Imaginaram um lance desse num Derby?

2- Aos 38m: Didi protege a bola abrindo os braços “a là Clebão” (Cleber, parrudo zagueiro palmeirense da era Parmalat). Tal comportamento é uma infração, pois aumenta o espaço do domínio de maneira ilegal, impedindo a disputa de bola pelo adversário. Você pode marcar falta e aplicar o Cartão Amarelo por entender que ele não teve intenção alguma em atingir o adversário, mas sim impedi-lo de roubar a bola dessa forma irregular (é o que eu faria). Mas você também pode interpretar como tentativa de agressão ao soltar o braço e aplicar o Cartão Vermelho (eu não entendo que foi isso, mas é interpretativo e respeito quem pensar assim). Imediatamente, Dudu soca as costas de Didi, e aqui, indiscutivelmente, é Cartão Vermelho (e com VAR e “trocentas pessoas” na cabine, Claus manteve a sua decisão equivocada).

Em tempo: como um canastrão, Didi é atingido nas costas e repare: grita colocando a mão na testa! Aí é f…

A pergunta é: Dudu não foi expulso por que Kadi não foi anteriormente?

Enfim, que não se diga que as expulsões fariam o árbitro estragar o jogo. Os atores que fazem o espetáculo são os jogadores, são eles que embelezam ou estragam uma partida. O árbitro está lá unicamente para cumprir a Regra.

Encerro com a observação insistente: árbitros jovens se espelham nos veteranos renomados. Que esqueçam a atuação de hoje.

Palmeiras x Água Santa: onde assistir, escalação das equipes, horário e arbitragem

Imagem extraída de: Terra.com

– Sunset.

À beira da Serra da Ermida, encontramos esse lindo sol.

E esses raios de luz?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #sunset #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #Jundiaí

– The Power of Positive Social Connections: 10 Reasons to Meet Good People Daily

Meeting good people can have a positive impact on your life, and it’s important to surround yourself with positive influences. Here are 10 reasons …

Continua em: The Power of Positive Social Connections: 10 Reasons to Meet Good People Daily

– Amor incomparável.

E esse sorriso lindo da Tetéia?

Ela pediu para tirar uma foto dela beeem alta, sem estar no colo, para dizer que já está mais alta do que eu. Conseguiu!

🤳 📸 🥰 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#PaiDeMeninas #smile #felicidade #family

– O incrível Haaland.

O norueguês Erling Haaland é um absurdo fenômeno. Desde os tempos em que jogava na Alemanha, fazia “um gol atrás do outro”. Pois bem: na Premier League, em 27 jogos, tem 30 gols! Na UEFA Champions League, em 6 jogos, tem 10.

Como ignorar que nesse ritmo, será um dos maiores goleadores da história?

E veja que não são gols em times quaisquer: são nobres competições!

Haaland exibe a camisa 9 que vai usar no Manchester City — Foto: Divulgação/Manchester City

Foto: Divulgação do Manchester City

– Ovos de Páscoa.

Hum…

Chocolaaaaaaate…

Engorda, mas é bom!

– O que as Empresas querem de Você?

Veja se você tem essas características / habilidades como profissional:

1.Superformação
2.Multicultural
3.Útil e Inovador
4.Pensa Digitalmente
5.Transdisciplinar
6.Autoadministração
7.Empreendedor
8.Competências Emocionais.

Se as tiver, parabéns. Você é o modelo profissional desejado nos dias atuais.

Compartilho a matéria sobre o tema, extraído de: http://is.gd/dfRYzF

O PROFISSIONAL QUE O MERCADO QUER

O mundo do trabalho vive sua maior transformação desde a Revolução Industrial e busca um novo tipo de pessoas. Agora o que vale mais é ter formação diversificada, ser versátil, autônomo, conectado e dono de um espírito empreendedor

Por Débora Rubin

Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro – quem nunca ouviu dos pais que ser bem-sucedido era seguir tal cartilha? –, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no século XVIII, mandou centenas de pessoas para as linhas de produção, segundo a pesquisadora inglesa Lynda Gratton, professora da London Business School e autora do livro “The Shift: The Future is Already Here” (“A mudança: o futuro já começou”, em tradução livre).
Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os americanos trocam mais, a cada quatro anos. O ritmo dinâmico inclui mudanças de função, de empregador, e até de carreira.
O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos por puro prazer, como escrever um blog.
O conceito não é novo. Surgiu em 1993 da mente futurista de Michael Arthur, professor de estratégia e negócios da Universidade Suffolk, nos Estados Unidos. Só agora, quase 20 anos depois, é que a teoria começa a virar realidade. De acordo com sua tese, a carreira sem fronteiras é aquela que se apoia no tripé “por quê, como e com quem”. “É preciso se perguntar o que você quer da sua vida e por quê; estudar para obter a técnica necessária e, por fim, estabelecer relações nas quais exista uma troca de conhecimentos”, explica Tânia, estudiosa da tese de Michael. Ou seja, você pode até passar anos no mesmo lugar, como fizeram seu pai e avô, desde que tenha a mente flexível do profissional sem fronteiras e busque autoconhecimento, atualização constante e intercâmbio de experiências.
O novo profissional também tem que ter jogo de cintura para os novos arranjos trabalhistas. “A tendência é ter mais flexibilidade na remuneração, no tempo de duração da atividade, no conteúdo e no fuso e local de trabalho”, destaca Werner Eichhorst, diretor do Instituto de Estudos sobre o Trabalho de Bonn (IZA, sigla em alemão), na Alemanha. O home-office, prática de trabalhar em casa que começa a ganhar terreno, será a realidade de milhões de brasileiros nos próximos dez anos, sobretudo nas grandes cidades sufocadas pelo trânsito.
A revolução trabalhista está na pauta do dia por diversas razões. Em seu livro, Lynda Gratton apresenta o resultado de um estudo feito com 21 companhias globais e mais de 200 executivos na London Business School. Do extenso debate, ela elegeu as cinco forças que estão moldando o trabalho e, claro, seus profissionais. Em primeiro lugar, está a tecnologia. Como na Revolução Industrial, quando as máquinas aceleraram a produtividade, hoje a vida em rede e os recursos de ponta eliminam uma série de empregos e modificam outros tantos. No cenário brasileiro, há de se considerar a herança deixada pelas amargas décadas de 1980 e 1990, nas quais o desemprego e a terceirização explodiram – segundo Pochmann, o número de trabalhadores sem carteira assinada e por conta própria subiu de 11,7% para 58,2% somente entre 1985 e 1990. Nos últimos anos, o desemprego vem diminuindo e a formalização aumentou. Esse crescimento, porém, se deve mais pela geração de novos postos de trabalho com carteira assinada do que pela regularização do trabalho informal. Hoje, 45% dos brasileiros ativos não são registrados, de acordo com o Ipea.
Outras três forças citadas por Lynda Gratton são globalização, mudanças demográficas e preocupações ambientais. A primeira traz com ela a entrada de novos países no grande jogo econômico global – como o próprio Brasil. A segunda diz respeito à quantidade de gente no mundo – seremos nove bilhões em 2050 –, e à maior expectativa de vida. E a terceira tem a ver com as mudanças necessárias na forma de produzir e consumir para reduzir os impactos no meio ambiente. Por fim, a autora destaca a quinta força: as tendências de comportamento humano. Mais gente viverá só, as famílias serão menores e as relações afetivas serão foco de maior atenção. Trabalhar em casa ou próximo da moradia, mais que uma questão sustentável, será uma opção pelo bem-estar, algo que o brasileiro já valoriza. Em uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no começo do ano, a meta profissional mais desejada em 2012 pelos entrevistados é “melhorar a qualidade de vida”, acima até da opção “ganhar mais”. “O workaholic está saindo de moda”, afirma a professora Adriana Gomes, da ESPM. “Aos poucos, as pessoas foram percebendo que a produtividade delas caía a médio e longo prazos.”
Não é só o profissional que deve estar preparado para tamanha virada. As empresas, sobretudo as grandes corporações que se expandiram ao longo dos últimos 20 anos, também precisam arejar suas convicções. Uma das principais mudanças é dar mais autonomia para que o funcionário crie, produza e evolua sem ficar estafado. Tânia Casado, da USP, coordena um grupo de estudo que tem se debruçado sobre um tema fresquinho, curioso e fundamental para o mundo corporativo: o “opt-out”. Trata-se da prática, ainda pouco conhecida e aplicada, na qual as pessoas podem continuar sua trajetória dentro de uma empresa sem ter que necessariamente seguir a trilha convencional de subir na hierarquia. “Executivos de grandes grupos me procuram preocupados com a fuga de talentos e me perguntam o que podem fazer para retê-los”, diz a professora. Isso inclui principalmente mulheres que gostariam de passar mais tempo com seus filhos após a licença-maternidade, sem abrir mão da carreira. A resposta de Tânia é: opt-out. Ofereça opções ou os talentos vão embora. Principalmente em um momento bom da economia.
O desafio de lidar com esse novo perfil é tão grande que é o tema do Congresso Anual de Gestão de Pessoas (Conarh) deste ano, que será realizado em agosto. “Os profissionais, em especial os jovens, guiam suas carreiras por suas causas e valores”, diz Leyla Nascimento, presidente da ABRH, que organiza o evento. “Se percebem que seu empregador não compra a sua causa, ele simplesmente vai embora.” Outra insatisfação grande, segundo ela é não ser reconhecido, cobrado e valorizado, o que exige melhorias na comunicação e na forma como as lideranças atuam. Até mesmo o uso das redes sociais é visto como uma questão estratégica. “É uma realidade e não pode mais ser ignorada.”
Nas empresas de médio porte, em especial as de tecnologia, esse novo profissional já encontra território acolhedor. Na Conectt, os 150 funcionários têm a liberdade de propor ideias a qualquer momento. São eles que decidem também os programas de bem-estar, além de desfrutar de horários maleáveis. Alguns designers nunca pisaram na sede da empresa, em São Paulo, e trabalham remotamente de diferentes pontos do Brasil. No ano passado, um programador recém-contratado avisou que sairia em seguida para passar uma temporada na Austrália. Foi incentivado e lhe asseguraram que teria sua vaga na volta. Segundo o sócio-diretor Pedro Waengertner, o importante é a equipe entregar o trabalho, independentemente da quantidade diária de horas trabalhadas, e ela se sentir parte fundamental do processo. “O funcionário é um ativo valioso e, para reter os melhores, é preciso ter flexibilidade”, diz ele.
Nesse cenário de mudanças aceleradas, a legislação trabalhista brasileira é um entrave. Criada em 1943 por Getúlio Vargas e alterada em poucos detalhes ao longo das últimas décadas, a essência da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) corresponde a um Brasil que já não existe. A rigidez da CLT, que impede, por exemplo, a opção de meio período para várias profissões, é o ponto mais criticado pelos especialistas. Um estudo realizado no ano passado pelo IZA, de Werner Eichhorst, em parceria com a USP, faz um comparativo entre os dois países e mostra que a possibilidade de os funcionários alemães negociarem seus salários diretamente com os empregadores, sem sindicatos nem governo no meio, ajudou a salvar 350 mil postos durante a crise de 2008. No Brasil, a pesquisa aponta a cultura de desconfiança entre as partes como fruto de uma lei extremamente paternalista. Resultado: dois milhões de casos julgados na Justiça do Trabalho a cada ano.
Apesar do embaraço legal, o mercado trata de pressionar, na prática, por mudanças. “Os empregadores vão achando as brechas até alguém ter a coragem de mudar”, acredita a professora Adriana, da ESPM. O governo Dilma acena com transformações. Irá propor ao Congresso duas novas formas de contratação, a eventual e a por hora trabalhada. As alterações podem dar mais dinamismo ao mercado e permitir que quem dá expediente dois dias na semana ou três horas por dia seja integrado formalmente à força produtiva do País. Se a proposta for adiante, estará em maior sintonia com a realidade atual. Afinal, a revolução no mundo do trabalho já começou.

Dicas para Crescer no Trabalho e Alavancar a sua Carreira

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.