A Escatologia nos dá medo. Mas, sabemos, todos verão o “fim dos tempos” particularmente no dia de sua morte.
É assustador e também mórbido pensar de que jeito morreremos. Sem dor? Lentamente? De maneira fulminante?
Pois bem: o renomado Dr Richard Smith, médico-editor da conceituada publicação British Medical Journal, declarou que “a melhor morte é a de câncer”!
Se arrepiou?
Ele justifica que tal falência é a ideal, pois não é rápida nem longa demais. Veja o que ele publicou:
”Tumores cancerígenos são preferíveis do que a morte súbita, falência de órgãos ou a demência a longo prazo (…), [pois] é a morte no ‘melhor prazo possível’. Você pode dizer adeus às pessoas, refletir sobre sua vida, deixar últimas mensagens, visitar lugares e se preparar para, de acordo com suas crenças, encontrar o seu criador ou desfrutar do eterno esquecimento”.
Eu discordo. E você, o que pensa sobre isso?

Imagem da campanha de marketing do Jardim da Ressurreição

Já li isso num livro do psiquiatra Irvim Yalom. Uma paciente diz exatamente isso para ele quando ele lhe responde que gostaria de morrer dormindo, sem perceber. Eu fiquei pensativa quando li a afirmação dela, mas ainda acho melhor morrer de forma rápida e indolor: todas as despedidas são tristes, se durarem algum tempo, não sei se são suportáveis.
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Penso como você!
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