– 54 anos de Che Guevara

Hoje se recorda a execução do argentino que lutou pela libertação de boa parte da América Latina, e, ao lado de Fidel Castro, implantou o Comunismo em Cuba: Che Guevara!

Concordo que ele foi um símbolo da ideologia e dos simpatizantes do sonho que ele pregava. A isso, respeito. Mas chamá-lo de herói?

Qual herói implanta ditadura (como ele e seus companheiros fizeram)? Ou que comete assassinatos ao povo (só pelo fato de alguns serem contra o regime que ele implantou)?

Aliás, todo ditador, radical, revolucionário e idealista, não permite diálogo – seja de direita ou de esquerda!

Sabe o que me espanto? De jovens que nunca estudaram História mas vestem roupas de grife com estampas de Che Guevara (que foi abandonado pelos seus “camaradas” e morto na Bolívia). Sabem eles o que realmente Che fez?

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– Cores na tela.

Uma singela roseira de cor vibrante, a fim de colorir o sábado tão cinzento.

Neste dia do clique, o sol estava radiante!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Um lembrete de fé!

Somente uma bela e singela mensagem cristã:

“Para Deus, nada é impossível!“

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– A flor do Jambeiro.

Fotografar é um prazer. Me relaxa e me desafia.

Um dos meus cliques que mais gosto: a flor do pé de Jambo!

Tem como não apreciar?

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– População Brasileira poderá Convocar a Seleção de Futebol em Votação?

A ideia surgiu há 9 anos e foi revelada pelo Estadão: e se ela se concretizasse? Entenda:

A informação está no Estadão (Caderno Esportes, pg 03, ed 08/10/12, por Paulo Favero e Paulo Galdieri): a Gillete, patrocinadora da Seleção Brasileira, estaria negociando a seguinte promoção: o consumidor entra no site da marca, e “escala” jogadores para o Brasil. Ao final de um determinado período, os atletas mais votados para cada posição seriam revelados e essa “Seleção Popular” seria convocada pela CBF, dirigida por Mano Menezes e jogaria contra um adversário a ser definido.

Andrés Sanches, diretor de seleções, disse na matéria que “não vê problemas nisso, a não ser a questão das datas”.

E aí, o que você acha da idéia? Penso que seria um risco muito grande e desnecessário, onde atletas mais carismáticos poderiam ser escalados no lugar dos mais competentes. Além disso, imagine se o “povão” convocar jogadores preteridos por Mano atualmente, que saia-justa…

– Paisagem que inspira.

🇺🇸 Being in harmony is a necessity that we have nowadays. And contemplating nature is one of the ways to do that. / 🇧🇷 Estar em harmonia é uma necessidade que temos nos dias atuais. E contemplar a natureza é uma das formas de fazer isso.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Um meme válido sobre Terceirização:

A Internet não tem limites de criatividade.

Olhe só que meme pertinente, envolvendo o Coiote e o Papa-Léguas: o objetivo do vilão foi alcançado graças à ajuda de um especialista (o Sonic):

– Bom dia, sábado (parte 4 de 4).

🌅 07h – Desperte, Interior Paulista. E como o dia está nublado, aqui vai um clique de outro amanhecer (bem mais bonito).

Que o sábado possa valer a pena!

(E há de valer, creiamos nisso).

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– Bom dia, sábado (parte 3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: roseiras amarelas!

Curta flores! Elas nos desestressam.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, sábado (parte 2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Jesus e nossa também, rogai por nós que recorremos a vós.  Hoje, em especial, pelos mais carentes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, sábado (parte 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que ventinho chato lá fora, não? Por aqui, vai chover.

Falando em “lá fora”… tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (não sei se na rua ou na esteira). Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

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– Amizade canina.

Agora, 04h20, e ao meu lado, esperando para começar as atividades físicas do dia, nossa pequinês Pepita.

Ela não perde hora nunca! Sempre pronta a ficar ao meu lado enquanto faço meus alongamentos para ir correr.

De fato, o cachorro é o melhor amigo do homem…

🐶 #dog #pet

– A coragem de Maria nos motiva!

Hoje é sábado, dia no qual a Igreja Católica dedica especial carinho à devoção mariana, carinhosamente chamada pelos fiéis de Nossa Senhora, venerada com muito amor (e não adorada, afinal ela não é deusa, mas sim seu Filho, Jesus Cristo).

O exemplo de Maria nos encoraja na caminhada cristã. E disse um dia Santo Antônio Maria Claret sobre isso:

“Um filho do Imaculado Coração de Maria é aquele que arde de caridade… Não se amedronta com coisa alguma; goza com as privações; vai ao encontro dos trabalhos; abraça as tristezas; nas calúnias está contente”.

Que possamos viver essa realidade cotidianamente, como filhos de Maria – a Santa Mãe de Deus que intercede por nós!

ND de Fatima | Fotos de nossa senhora, Virgem maria, Nossa senhora de fatima

– Mantenha o ânimo!

E não é bem isso? Sem ânimo, permitindo a tristeza, tudo fica mais difícil…

A mensagem abaixo é verdadeira:

– Entardecer muito bonito.

Fim de tarde, infinito azul e nenhuma nuvem no céu. Apenas um solitário urubu!

Um horizonte muito bonito no Interior Paulista.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Marketing, Ação Social e Solidariedade.

Que bacana! Por conta do Outubro Rosa, o pessoal do Red Bull Bragantino foi visitar a ala oncológica do HUSF (vide o print abaixo).

Custa muito para os clubes tal iniciativa?

– Cadê meu chocolate?

“Meu pai não quer me dar um chocolatinho, por isso fiz biquinho” (disse ela).

– Posso com esse carinha?

Voltei atrás e dei um Laka, o preferido dela!

❤️ #PaiDeMeninas

– Dia do Nordestino.

O Dia do Nordestino é comemorado anualmente em 8 de outubro, no Brasil. Calendarr Esta data homenageia a cultura nordestina e a diversidade … (continua no link a seguir).

Dia do Nordestino

– Quanto Vale o Carisma?

Amigo, compartilho mais um valiosíssimo artigo de Jack Welch, agora a respeito de CARISMA na Administração de Empresas.

Extraido de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/gestao/quanto-vale-carisma-492984.html

QUANTO VALE O CARISMA

Meu chefe disse recentemente que sou muito competente e transmito uma visão clara para minha equipe, mas que, para ser promovido, preciso mostrar que tenho uma personalidade forte. Como sou uma pessoa naturalmente introvertida, o que devo fazer?
(Anônimo, Atlanta)

Em primeiro lugar, gostaríamos de lhe agradecer por nos ter enviado uma pergunta que sempre tivemos vontade de responder, dando a nós (e a nossos leitores) uma trégua nas reflexões sobre as recentes turbulências econômicas. Ufa!

Bem, vamos ao que interessa. Gostaríamos que você respondesse à seguinte pergunta: como se sentiria se tivesse de fazer uma cara alegre, voz grossa, e com um “ho, ho, ho” aqui e outro ali tentasse conquistar o coração de sua equipe? Você ficaria em pânico? Deprimido? Um pouco das duas coisas?

Ou ficaria preocupado, sabendo o quanto as pessoas de modo geral odeiam impostores? Se for isso, você tem todo o nosso apoio. De fato, autenticidade é algo importante — e é compreensível que você se sinta intimidado numa situação em que precisa parecer o que não é. Por isso, se acatar o recente conselho de seu chefe, terá obrigatoriamente de abrir mão dessa autenticidade.

No entanto, o que parece aqui é que você não tem escolha. Seu chefe está tentando ajudá-lo — e ele está certo. Com o tempo, muitos introvertidos acabam estagnando nas grandes empresas. Eles podem até trabalhar muito, corresponder ao que se espera deles ou mais do que isso até, mas raramente parecem ter o retorno que merecem. Observe que estamos falando de grandes companhias. Praticamente qualquer pessoa com uma boa ideia vai longe em uma empresa iniciante. As pequenas empresas costumam dar mais margem de manobra às pessoas, deixam que sejam elas mesmas, contanto que mostrem resultados. Já nas grandes corporações as condições atmosféricas reinantes dão aos extrovertidos uma vantagem evidente.

São várias as razões para isso. As grandes empresas acham normal que uma pessoa migre de uma divisão para outra e transite pelo mundo afora, e os extrovertidos, queiramos ou não, parecem mais preparados para isso. Com seu carisma e habilidades verbais acima da média, passam uma imagem de ousadia, são ótimos comunicadores e sabem motivar seu pessoal, sobretudo em épocas de crise. Os extrovertidos também têm mais facilidade para se relacionar — outra enorme vantagem em contextos menos amigáveis. E, por fim, os extrovertidos tendem a brilhar mais do que os tímidos em grandes companhias porque, desde o início, sua forte personalidade lhes garante a oportunidade de expor questões relacionadas ao trabalho diante de gente do alto escalão, o que é sempre uma boa maneira de acelerar o processo pelo qual um indivíduo se destaca dos demais.

As grandes companhias estão de tal forma voltadas para os extrovertidos que os introvertidos muitas vezes experimentam uma dinâmica parecida com a vivenciada por muitas mulheres e minorias em ambientes corporativos: a necessidade de produzir muito mais do que os outros se quiserem ficar pelo menos no mesmo nível deles. É claro que há exceções. Não faltam histórias de pessoas reservadas, antissociais ou tímidas que subiram na hierarquia da empresa até chegar a um cargo muito importante. Mas em todos esses casos o introvertido tinha algo de especial — uma mente brilhante capaz de antecipar as tendências da tecnologia, por exemplo, uma compreensão fora do comum dos mercados emerg entes ou ainda uma habilidade crítica excepcional diante de certos acordos. Esses sábios se tornam de tal maneira indispensáveis ao sucesso das empresas que acabam galgando os postos superiores. É por isso que muitos introvertidos em posição de comando são quase sempre o cérebro da organização, enquanto outros cuidam da parte operacional.

Pode ser que você seja um desses introvertidos cuja competência especial vai sempre prevalecer — e que dispensa de mudar seu jeito de ser. Entretanto, se não for esse o caso, voltamos ao ponto de partida. Se você quiser, de fato, assumir o controle de sua carreira na empresa onde trabalha atualmente, é melhor começar a fazer alguma coisa já. Vá à luta, misture-se ao pessoal, converse mais com sua equipe, relacione-se mais frequentemente com seu grupo e com outras pessoas da companhia, empregando ao mesmo tempo toda a energia e os traços positivos de sua personalidade.

Será que o pessoal vai perceber a novidade e se colocar na defensiva? Possivelmente. Lembre-se de que eles estão sempre atentos a qualquer mudança de postura. Por isso, sugerimos que você se adiante e explique a eles seu comportamento. Diga a eles que você está apenas tentando colocar mais de você mesmo no ambiente de trabalho, de forma que todos possam trabalhar de modo mais eficaz. Você pode até pedir que o ajudem e que lhe deem um feedback da mudança. A verdade é que quanto mais sincero você for em sua transformação pública, tanto mais sairá ganhando.

* Este texto foi escrito em novembro de 2008.
Jack Welch está afastado do trabalho por questões de saúde

– Você não se cansou dos fanáticos políticos?

Cada vez mais me assusto e me impressiono com o fanatismo político nas Redes Sociais. Em especial, com esses que são motivados pelas manifestações ou manchetes que envolvem Lula e Bolsonaro.

Da Direita para a Esquerda, há apaixonados por políticos que deturpam os ideais e valores reais, dando descrédito às causas.

Lamento. Aos que criam fake news e disseminam bobagens, fica o meu desdém.

Nada melhor do que essa imagem da “preocupação” da cachorrinha a fim de dizer o quanto me importo ou não com os doentes partidários, radicais e insensatos. Esses, acabam com nosso país!

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– Seleção que nada motiva.

Ah, Seleção Brasileira…

Tite invicto, mas com um futebolzinho “sem vergonha” mostrado em campo. Ou melhor: sem alma!

Jogo chato, enfadonho, que não cativa ninguém.

A verdade é: a safra de jogadores é fraca demais, além de não ser simpática para o torcedor.

Cá entre nós: assistir Venezuela x Brasil (do pouco que vi) é algo muito sem graça…

Confira como foi a transmissão da Jovem Pan do jogo entre Venezuela e Brasil  | Jovem Pan

– Infinito azul.

Um céu maravilhoso nesta 6ª feira em Bragança Paulista. Depois do amanhecer carrancudo e gelado, um infinito totalmente limpo e inspirador.

O azul sempre me anima!

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– Boss or Leader?

Esta imagem diz tudo: diferenciando chefes dos líderes!

Abaixo:

– Dan Brown afirma que a humanidade não precisará mais de Deus. Você concorda?

Foi há cinco anos, mas é extremamente atual. Compartilho:

Viram a provocação do Autor de “O Código da Vinci”, Dan Brown? Para promover seu novo livro (Origem) vale afirmar tudo, até que a inteligência artificial substituirá a religião.

Interessante: ele é ateu, mas ganha dinheiro com a curiosidade alheia a respeito de temas polêmicos da fé?

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/consciencia-coletiva-substituira-deus-diz-autor-de-codigo-da-vinci.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

CONSCIÊNCIA COLETIVA SUBSTITUIRÁ DEUS, DIZ AUTOR DE ‘CÓDIGO DA VINCI’

Escritor fez a afirmação provocadora na Feira do Livro de Frankfurt, onde divulga seu novo romance ‘Origem’.

A humanidade não precisa mais de Deus, mas pode desenvolver uma nova forma de consciência coletiva, com a ajuda da inteligência artificial, que cumpra a função da religião, disse o escritor norte-americano Dan Brown nesta quinta-feira (12).

Brown fez a afirmação provocadora na Feira do Livro de Frankfurt, onde está divulgando seu novo romance, “Origem”, o quinto do personagem Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard que também protagonizou “O Código Da Vinci”, livro que questionou a história da cristandade.

“Origem” foi inspirado pela pergunta “Será que Deus sobreviverá à ciência?”, disse Brown, acrescentando que isso jamais aconteceu na história da humanidade.

“Será que somos ingênuos hoje por acreditar que o Deus do presente sobreviverá e estará aqui em cem anos?”, indagou Brown, de 53 anos, em uma coletiva de imprensa lotada.

Transcorrido na Espanha, “Origem” começa com a chegada de Langdon ao Museu Guggenheim de Bilbao para acompanhar o anúncio de um bilionário futurista recluso que promete “mudar a face da ciência para sempre”.

Os acontecimentos logo tomam um rumo inesperado, dando ensejo a um enredo que permite ao autor visitar os sítios históricos do país -– inclusive Barcelona, capital da Catalunha, região do nordeste espanhol atualmente em crise devido a uma iniciativa separatista.

Brown, que estudou história da arte em Sevilha, expressou sua preocupação e sua simpatia pelos dois lados do impasse político.

“Amo a Catalunha. Amo a Espanha. Espero que eles resolvam isso. É uma situação de partir o coração, mas também é um sinal dos tempos”, disse Brown, acrescentando que a crise também reflete a tensão entre o antigo e o moderno na sociedade.

O escritor, que vendeu 200 milhões de livros em 56 línguas, admitiu que não lê um romance há cinco anos, mas que investigou profundamente e passou muito tempo conversando com futuristas para criar a trama de “Origem”.

Ele reconheceu que suas opiniões não serão bem acolhidas pelos clérigos, mas pediu uma harmonia maior entre as grandes religiões e aqueles que não professam nenhuma fé.

“O cristianismo, o judaísmo e o islamismo compartilham um evangelho, liberalmente, e é importante que todos nós o percebamos”, afirmou. “Nossas religiões são muito mais parecidas do que diferentes”.

Voltando-se para o futuro, Brown opinou que a mudança tecnológica e o desenvolvimento da inteligência artificial transformarão o conceito do divino.

– O pênalti equivocado de São Paulo x Santos pelo Brasileirão.

Aos 30m, Rodrigo Nestor (SPFC) chuta para o gol e a bola desvia no braço em Vinícius Balieiro (ex-Vinícius Paulinho, jogador em “comodato” com o Santos, pertencente ao Paulista de Jundiaí e que o time do Interior implora desesperadamente para o Peixe vendê-lo, a fim de entrar dinheiro em caixa). Lance normal ou não?

Seria anormal se:

  • Existisse a intenção de desviar a bola com a mão e os braços (não foi o caso);
  • Existisse o movimento antinatural do braço em deixar que a bola batesse nele (não foi o caso);
  • Existisse a intenção subjetiva de tirar proveito da situação (não foi o caso);
  • Existisse a vontade de ampliar a área de contato (não foi o caso).

Diferente dos lances que abordamos ontem em América/MG x Palmeiras/SP (relato no link: https://wp.me/p55Mu0-2W3), aqui há um claro lance não intencional, corriqueiro, de movimento natural e não infracional que acontece nos jogos. Ops: não considere “houve desvio no ataque”, “direção do gol” ou outros mitos que se tenta justificar e que não se referem de verdade à essa questão específica da Regra.

Repare que Raphael Claus não marcou infração, mas acabou convencido pela VAR Daiane Caroline Muniz (que, sinceramente, foi mal escalada nessa partida, pois não tem rodagem para um jogo tão grande como esse – ela somente apitou uma partida pela série C e outra pela série D, e de repente aparece como árbitra de vídeo na série A? Lógico, trabalhou como AVAR e árbitra em partidas de menor porte do que o SanSão, em divisões menores e amadoras).

Portanto, erro na marcação do pênalti.

– Orquídeas!

Lindas orquídeas da Chácara Patury!

Com o clima da Serra do Japi e os cuidados da minha sogra Zabet, tem como essas flores não serem encantadoras?

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– O Comércio de Bebês para adoção via Facebook!

Foi de dias atrás, mas é assustador… Veja:

Onde é que chegaremos?

Leram a respeito de grupos de “compra e venda de crianças” pelas Redes Sociais?

Assombroso…

Extraído de: https://vejasp.abril.com.br/cidades/rede-adocao-clandestina-facebook/

MP DESCOBRE REDE DE ADOÇÃO CLANDESTINA DE BEBÊS PELO FACEBOOK

Grupos pedem e ofertam crianças com naturalidade; caso veio à tona com denúncia de um casal arrependido de ter entregado a filha

Por Adriana Farias

No dia 28 de agosto, o núcleo de investigação do Ministério Público de São Paulo na Barra Funda denunciou à Justiça dois advogados por falsidade ideológica na realização de uma adoção clandestina de bebê na capital. Durante nove meses, os promotores monitoraram uma série de páginas do Facebook que intermedeiam encontros entre pais e interessados em recém-nascidos, burlando a fila pública de adoção.

É a primeira vez que a equipe reúne provas suficientes para confirmar a irregularidade. A lei que rege o assunto foi endurecida em outubro do ano passado, quando a prática passou a ser classificada como crime de tráfico de seres humanos, com pena prevista de quatro a oito anos de prisão. “Antes era necessário haver violência ou abuso, agora a simples fraude na adoção pode ser enquadrada nesse delito”, explica o promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro.

Durante um mês, VEJA SÃO PAULO teve acesso às conversas entre usuários do grupo fechado Meu Bebê Não Usa Quero Doar, que se passava por uma comunidade para a troca de roupinhas infantis. Ali, pedem-se e ofertam-se crianças com uma naturalidade assustadora (leia quadro ao fim do texto). Foi em uma página semelhante a essa, chamada Doar Bebê, que o casal Rebeca, de 20 anos, então no quarto mês de gestação, e Higor, 23, entrou no ano passado quando decidiu entregar a filha (eles concederam entrevista com a condição de não ter o sobrenome divulgado).

Moradores de um bairro pobre da Zona Leste e pais de outras duas crianças, eles se viram sem condições financeiras de sustentar o terceiro rebento. “A ideia era entregar a neném a uma família que pudesse lhe oferecer o melhor”, justifica Rebeca.

Em conversas na rede, eles conheceram a advogada Elisabete dos Santos, que intermediou o contato com o casal de também advogados Eliseu Minichillo de Araujo e Cristiane Aparecida Sanches, interessado na bebê. Elisabete, Rebeca e Higor encontraram-se pessoalmente três vezes, uma delas no Shopping Aricanduva, e acertaram os detalhes da entrega, que seria realizada sem o pagamento de dinheiro.

A bebê nasceria em uma clínica particular em Santo André onde o esquema estaria acertado. Araujo registraria a criança como pai e, após um ano, entraria com um pedido de guarda para sua mulher, a fim de tentar regularizar a situação. Esse processo é ilegal. “De cada dez casos de adoção, pelo menos um ocorre dessa forma”, conta a juíza Monica Arnoni, da 7ª Vara da Família.

O plano deu errado porque Rebeca entrou em trabalho de parto antes do previsto e a criança acabou nascendo às pressas dentro de um carro do Uber no estacionamento do Hospital Municipal Dr. Alípio Corrêa Netto, em Ermelino Matarazzo, em 25 de agosto do ano passado.

Araujo e Elisabete tentaram manter o negócio e, passando-se por parentes da mãe biológica, conseguiram tirar a recém-nascida da maternidade. Em nota, a Secretaria de Saúde afirma que a criança deixou o local com a mãe e o “namorado”, e diz estar colaborando com as investigações do Ministério Público.

Naquele mesmo dia, no entanto, Rebeca e Higor se arrependeram e pediram a bebê de volta. Após três dias de tentativas frustradas de recuperá-la, acionaram a polícia, Vara da Infância e Conselho Tutelar. Uma semana depois, a pequena foi devolvida em uma delegacia. Araujo e Elisabete acabaram denunciados pelo MP, mas, até quarta (13), ainda não haviam sido citados como réus pela Justiça.

“Não houve maldade, só pensamos no bem da criança”, diz Araujo. Caso condenados, os dois podem pegar cinco anos de reclusão. “Só quis ajudar uma amiga a realizar o sonho de ser mãe”, afirma Elisabete. Como a lei brasileira não enquadra como criminoso quem doa o filho em caso de desespero, Rebeca e Higor não serão indiciados. A bebê completou 1 ano recentemente, e o casal está recebendo ajuda financeira de parentes e acompanhamento da Vara da Infância.

NEGOCIAÇÃO ÀS CLARAS

Postagens em páginas do Facebook

“Espero encontrar uma mulher decidida a doar seu bebê de 0 a 4 anos.” Clésia, em 10 de agosto

“Quero doar o meu filho.” Maria, em 2 de agosto

“Desejo adotar uma menina, busco em qualquer estado.” Livia, em 24 de julho

“Me perdoem o desabafo, mas não quero ficar com esse bebê.” Marli, em 30 de julho

“Estou querendo um bebê, pois não posso ter filhos, me chama no WhatsApp.” Ana Paula, em 24 de julho.

– Bom dia, 6ª feira (4 de 4).

🌅 05h40 – Desperte, Bragança Paulista, bem nublada à espera da chuva.

Que a sexta-feira possa valer a pena!

(E há de valer, creiamos nisso.)

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– Bom dia, 6ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas, de cores tão vibrantes.

Curta flores! Elas nos desestressam.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós – em especial, pelos desesperançosos. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Como mudou o tempo, não?

A preguiça não pode reinar. Sendo assim, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Cigarras Barulhentas!

Nas árvores, se fazem de bobas. Mas invariavelmente estão à paisana, esperando para começar o seu insistente cântico!

O barulho das cigarras é irritante. Confesso: as acho feias, mas a sua “feiúra” ainda assim é algo pensado com sabedoria pela natureza!

Para quem mora no meio do mato como eu, paciência com o canto delas nesta época do ano.

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– 90 anos de Desmond Tutu.

Eu me lembro bem nos anos 80 do arcebispo anglicano Desmon Tutu. Foi o primeiro negro a ocupar tal posto na África do Sul, e viveu na pele o Apartheid.

Defensor dos pobres, do diálogo e da luta contra o racismo (foi Prêmio Nobel da Paz em 1984), deixou uma das mensagens (abaixo) mais significativas. E hoje ele completa 90 anos de idade!

Que o imitemos em propósito:

“Meu pai costuma dizer: ‘Não eleve a sua voz. Melhore seus argumentos’.”

– Como os funcionários enxergam as avaliações de desempenho?

Nem todos os funcionários gostam de ser avaliados (embora isso seja necessário) quanto à produtividade. Porém, como é passada a eles essa foram de mensuração?

Compartilho um interessante material sobre isso, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/as-avaliações-de-desempenho-sob-o-ponto-de-vista-dos-colaboradores-ccccf694db4a

AS AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO SOB O PONTO DE VISTA DOS COLABORADORES

por José Renato Sátiro Santiago

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA REVISTA HARVARD BUSINESS REVIEW EM OUTUBRO DE 2016

Pesquisa indica que as empresas precisam alinhar o discurso com a prática.

A existência de iniciativas relacionadas à análise da performance de equipes e colaboradores é tema constante nas organizações e costuma esbarrar em certas questões de difícil solução. Uma delas, talvez a mais crítica, é a identificação de eventuais diferenças entre analisar a performance dos colaboradores e avaliar os resultados obtidos pelas atividades por eles realizadas. Há inúmeros fatores que podem influenciar o sucesso ou o fracasso em alcançar metas preestabelecidas. A ação dos colaboradores, por meio de sua dedicação e de competências, é “apenas” um deles. Vale lembrar que nem sempre equipes motivadas e de excelente desempenho atingem as metas estabelecidas pela empresa. O principal objetivo do estudo apresentado neste artigo é identificar as práticas do mercado brasileiro adotadas por algumas empresas para avaliar seu desempenho e processos, bem como o desempenho e atividades de seus colaboradores pela percepção deles próprios da efetividade dessas práticas no seu dia a dia.

O mercado globalizado tem contribuído para o significativo aumento da competitividade entre as empresas, o que pode ser considerado um dos motivos das frequentes reduções de margem em boa parte dos produtos e serviços oferecidos no mercado de forma geral. O motivo deste cenário decorre do princípio básico da lei da oferta e da procura. Quanto maior a oferta, o que costuma ser provocado pelo aumento de players, maior a queda dos preços. Por isso a gestão das margens em patamares aceitáveis se faz presente, principalmente no que diz respeito à produtividade. Ela foi o tema central de uma pesquisa realizada junto a organizações atuantes no Brasil de diversos setores.

A primeira questão buscou identificar a percepção dos funcionários da relevância dada pela alta administração à avaliação de desempenho. Para evitar eventuais distorções e/ou direcionamentos, não houve com os respondentes nenhum alinhamento prévio de conceitos, práticas e/ou iniciativas relacionadas ao tema. Também não se levou em conta nenhuma distinção referente às formas de contratação.

Mais de 65% dos respondentes indicaram que a alta administração explicita preocupação na adoção de ações voltadas para a avaliação de desempenho (ver quadro 2). Durante as discussões, constatou-se que parte significativa desse entendimento se deveu à necessidade, segundo o que divulgaram os dirigentes das empresas, de contar com equipes de trabalho mais enxutas que não somente atinjam melhores índices de produtividade, mas principalmente que estejam alinhadas e comprometidas com as metas e objetivos estabelecidos. Constatou-se também uma estreita ligação entre avaliação de desempenho e aumento de produtividade. Por mais paradoxal que possa parecer, não há nenhuma comprovação científica, acadêmica ou prática que permita garantir que a simples adoção da prática da avaliação de desempenho resulte em mudança nos índices de produtividade. Do ponto de vista meramente analítico, não deixa de ser surpreendente que quase 30% dos respondentes não se deram conta de que a alta administração explicita preocupação pelo tema. Dessa forma, é possível especular que existem instrumentos de avaliação de desempenho que os colaboradores não percebem como valorizados pela alta administração. Se verdadeira esta hipótese, as empresas podem estar perdendo tempo e energia em programas aparentemente sem grande valia.

Verificou-se que, para a análise de desempenho, quase 80% das organizações costumam utilizar questionários e reuniões. Dentro deste espectro, tal resultado, especificamente, permite concluir que pouco se inovou nos meios, instrumentos e formatos adotados. É improvável que os ares inovadores que constituem importante combustível para a evolução do atual mundo corporativo não tenham propiciado a geração de novos modelos e propostas que possam cumprir a meta de avaliar colaboradores e simultaneamente substituir os já manjados formulários com perguntas e as pouco produtivas reuniões. Talvez isso explique também as respostas relativas à periodicidade das avaliações. Em 76% das empresas pesquisadas, as avaliações são semestrais ou anuais (ver quadro 3). Este índice constitui um grande paradoxo, pois onde o tempo é uma questão cada vez mais crítica, os ciclos evolutivos mais curtos e a cobrança por resultado algo tão presente, seria natural contar com menores intervalos entre as análises de desempenho.

As respostas suscitaram a seguinte pergunta: que outros objetivos uma empresa pretende alcançar ao desenvolver iniciativas voltadas para avaliação de suas equipes e processos? O entendimento de que ela servirá “apenas” para atender à necessidade de aumento da produtividade organizacional não obteve a mesma ressonância quando se perguntou se essas iniciativas são consideradas como critério de evolução profissional: 42% do universo pesquisado indicou que não (ver quadro 4). A disparidade conceitual entre avaliação de desempenho, aumento produtividade e evolução profissional existe na prática e costuma ser citada pelas empresas quando se discute o tema meritocracia. Durantes as discussões com os respondentes, a sinalização de haver outros critérios utilizados como referências para o crescimento profissional serviu para firmar o desalinhamento entre o discurso da adoção da meritocracia e a prática vigente nas empresas pesquisadas. Com relação à meritocracia, nota-se que há reais diferenças entre o discurso propagado pelas empresas e a prática, uma vez que os próprios funcionários, nas últimas questões, indicaram haver outros critérios que subsidiam a evolução profissional (ver quadro 5).

Outra percepção foi de que as empresas em geral não utilizam de forma significativa a potencialidade dos eventuais bons frutos, tais como planos de capacitação e outras iniciativas voltadas para melhorias de processo, que podem ser colhidos graças à adoção de práticas de avaliação. Segundo 50% dos respondentes, isso ocorre porque essas práticas nem sequer são vistas como critério para promover o crescimento profissional, muito menos para propiciar outros tipos de benefício. Mas o pior deste cenário é o empate técnico entre os que entendem que as iniciativas de avaliação são utilizadas para planejar o crescimento profissional e os que nem souberam reconhecer essa possibilidade: respectivamente 29,5% e 28,6%. É possível que os critérios adotados pelas organizações para definir as políticas de remuneração e premiação dos colaboradores expliquem o alto índice de rejeição às avaliações. Isso explica também, como apontado anteriormente, o efetivo distanciamento dos conceitos que fundamentam a prática da meritocracia. Para 18% dos respondentes, não há nenhum critério objetivo para tal. Esse índice, se somado ao dos que não souberam informar quais são os critérios, chega ao patamar de quase 30%, isto é, de cada três empresas, uma não expõe de forma clara os critérios adotados para avaliar o desempenho dos colaboradores. Mais desolador ainda é verificarmos que 38% dos entrevistados sinalizaram que a afinidade com a chefia imediata é a grande chave para o crescimento profissional na empresa. Apenas 30% aproximadamente indicaram o desempenho, individual ou em grupo, como critério para definir políticas de ascensão profissional dos funcionários.
Outra questão também muito discutida durante a pesquisa diz respeito às iniciativas propostas pelas organizações para promover a discussão ou troca de ideias entre as equipes de colaboradores com o intuito de avaliar os desempenhos. Notou-se que mais de metade das empresas costuma promover o feedback entre as áreas e 20% apenas estimulam encontros informais entre os colaboradores. Estas indicações sinalizam que boa parte das organizações, 73%, costuma realizar ações que potencializam a integração entre as equipes como forma de buscar a melhoria de desempenho, o que, sem dúvida alguma, é promissor.

A surpresa: apenas 16% dos respondentes percebem que a área de recursos humanos participa de forma direta, através de reuniões, das iniciativas voltadas à discussão do desempenho dos colaboradores. Embora não estivesse presente de forma explícita em nenhuma das questões apresentadas, foi interessante notar a percepção do afastamento do RH na promoção dessas discussões, o que difere muito do que acontecia em outros tempos, quando havia uma imediata associação do tema com práticas geridas pelos profissionais dessa área.

Historicamente, nas empresas, sempre se entendeu que quaisquer atividades relacionadas às pessoas, como carreira, capacitação e benefícios, estariam mandatoriamente acompanhadas, quando não geridas, por profissionais de recursos humanos. Embora o arcabouço dessas atividades, compreendidas dentro desses limites, tenha aumentado de forma relevante ao longo dos anos, o que fez crescer, e muito, a relevância e o papel da área de recursos humanos nas organizações, acabou por provocar a redução de sua presença em temas muito importantes, como avaliação de desempenho.

Uma análise prévia, fundamentada durante as discussões, permite sugerir que houve realmente mudança desse ponto de vista e que a avaliação de desempenho passou a ser compreendida como algo que não precisa ser gerido e/ou acompanhado necessariamente pela área de recursos humanos. Essa percepção pode, por mais estranho que pareça, ser considerada uma boa notícia para os profissionais desse setor, por indicar que cabe à área de recursos humanos um papel mais amplo, uma visão sistêmica sobre a gestão das pessoas nas empresas.

É, portanto, salutar promover um ambiente interno efetivamente competitivo que clame, com maior frequência, por melhores resultados e metas ainda mais audaciosas. Isso só será possível quando todas as áreas da organização passarem a adotar iniciativas e critérios objetivos para avaliar o desempenho de suas equipes. Dentro deste espectro, eventualmente poderá caber a uma área específica, quem sabe até mesmo recursos humanos, o papel de facilitador das atividades de avaliação, com base na formação de uma visão sistêmica e alinhada às premissas e intentos operacionais e estratégicos definidos pela alta administração. Desta forma, caberia às diversas áreas de uma empresa definir e realizar as avalições de seus profissionais a partir de diretrizes e orientações das equipes de recursos humanos — o contrário do que historicamente se fazia, quando era atribuição apenas da área de RH controlar e operacionalizar tais ações.

Por outro lado, cabe considerar o aumento do risco de haver certa falta de alinhamento entre os critérios a serem adotados por cada uma das áreas da empresa, uma vez que, segundo esta proposta, não caberá mais a uma área específica a responsabilidade pela análise de desempenho. Sendo assim, pode-se imaginar o surgimento de dúvidas quanto à metodologia mais adequada, aos instrumentos mais pertinentes, à periodicidade a ser estabelecida e, por fim, quanto ao modo como as análises de desempenho deverão estar estreitamente alinhadas
a uma política de reconhecimento e evolução profissional do colaborador. Esses processos e instrumentos estão sendo atualmente reavaliados por muitas empresas que não empregam mais apenas as avaliações de desempenho anuais.

Não há respostas definitivas para tais dúvidas, mas sim apenas a certeza de haver um caminho ainda a ser percorrido que passa necessariamente pela disseminação conceitual, que deve começar prioritariamente pela alta administração, e passa também pela estruturação de um processo que permeie todas as áreas da organização.

Fonte http://hbrbr.com.br/as-avaliacoes-de-desempenho-sob-o-ponto-de-vista-dos-colaboradores/

– Frutas saborosas.

As crianças amaram a minha salada de frutas desta tarde: ameixa gema-de-ovo, morango, kiwi, pêssego e melancia.

Coma “saúde”! Troque um chocolate por uma fruta!

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