– Cão: de fato, o melhor amigo do homem (e que faz análise social)!

Olha que estudo bacana: cães sabem refutar os que lhes maltratam por análise social.

Veja o estudo extraído de: http://portaldodog.com.br/cachorros/noticias/estudo-revela-os-caes-ignoram-pessoas-nao-gostam-tutores/

ESTUDO REVELA QUE CACHORROS IGNORAM AS PESSOAS QUE NÃO GOSTAM DELES

Um estudo realizado no Japão comprovou mais uma vez que o cão é realmente o melhor amigo do homem, ao descobrir que os cachorros reconhecem e ignoram as pessoas que não gostam de seus tutores.

Durante a pesquisa, os cachorros recusaram comida daqueles que foram maldosos com seus tutores.

Os pesquisadores fizeram testes com 2 grupos de 18 cães que assistiam uma encenação de seus tutores tentando abrir uma caixa, acompanhado por duas pessoas que o cachorro não conhecia.

No primeiro grupo, o tutor pedia o auxílio de uma das pessoas, que se recusava a ajudar.

No segundo, o tutor pedia e recebia ajuda de uma das pessoas.

Sendo que nesses dois grupos, a terceira pessoa ficava neutra, sem ajudar ou recusar auxílio.

Após assistir a cena, o cachorro recebia comida das duas pessoas desconhecidas.

Os cães do primeiro grupo preferiram aceitar o petisco da pessoa neutra do que daquela que havia recusada ajuda ao seu tutor.

Os cachorros do segundo grupo não desmontaram preferência em relação à pessoa neutra ou àquela que ajudou seu tutor.

Kazuo Fujita, professor da Kyoto University e líder do estudo, falou sobre a importância desse resultado:

Pela primeira vez nós descobrimos que os cachorros fazem análises sociais e emocionais das pessoas independentemente de seus interesses diretos. Esta habilidade é um dos fatores determinantes na construção de uma sociedade altamente colaborativa e os cães compartilham essa habilidade com os humanos.

– Flores reluzentes!

Mais cores?

Uma nova postagem com as flores do nosso jardim, resplandecendo sua beleza sob o azul do céu deste domingo.

Agora são 08h30. A pintura da natureza é algo impressionante!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Como tem sido os dias de trabalho, mês-a-mês…

Para que acha que Home Office é algo mais “tranquilo”, olhe aí que bacana…

Acontece só com a moça do vídeo? Conosco não?

Abaixo:

Ou em: https://www.linkedin.com/posts/suelycandido_indo-para-o-trabalho-em-2020-ugcPost-6689557786897981441-jIT0

– Obrigado por sua beleza, dona Natureza!

Com mais um registro desse amanhecer belo dominical (sem filtros), vamos trabalhar

Para quem pode descansar, ufa, espaireça! Aos que como eu trabalham no domingo, ótima labuta.

Alvorada na divisa entre Jundiaí e Itupeva, há pouco:

(ops: os outros cliques mobgráficos deste bonito domingo em: https://wp.me/p4RTuC-fG1)

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Por um bom domingo!

Sim, começar o dia bem cedinho é algo saudável! E para isso, correr é fundamental. Vamos ao cooper? Nossa foto-incentivo:

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Durante o cooper, meditando nas coisas do Alto. Hoje, pedindo a intercessão de Santo Aurélio, o santo que diziam ser “desprovido de intelecto, mas capacitado pelo amor“. Nossa foto-meditação:

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Terminado o cooper, alongar. E fazendo isso junto às nossas quaresmeiras! Nossa foto-contemplação no clique abaixo

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Pós-treino, costumo contemplar a natureza. Mas como está bonito o dia! Aqui vai o clarear das 06h30 na nossa foto-inspiração:

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Ótimo domingo para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Você é egoísta consigo mesmo?

COMPORTAMENTO – Você se esforça demais para agradar os outros e esquece-se de você próprio?

Cuidado com o auto-egoísmo!

Veja só que reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=66pAtONzfBQ&t=2s

– Dai-nos a benção, ó Mãe Querida!

Saudade de passear… a Pandemia não nos permite tais dias felizes como esse, abaixo (post do ano passado):

Gosto muito de visitar o Santuário Nacional de Aparecida. Sou devoto mariano e a veneração à Virgem Maria nos ajuda a adorar nosso único Deus: Jesus Cristo, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina por todo sempre.

Estar na Basílica de Nossa Senhora Aparecida é sentir PAZ. Prefiro peregrinação durante a semana, mais calma, sem tanta multidão. Isso ajuda demais à interiorização e introspecção. Aliás, o ambiente de lá é maravilhoso. Veja só minha filha simetricamente posicionada a um dos grandes vitrais:

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Lá estivemos em família, confessando nossos pecados, agradecendo as bençãos recebidas e pedindo força para a caminhada – com a Graça da Eucaristia e sob a proteção da Mãe de Jesus. Nossa família:

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Já estivemos aí várias vezes e certamente iremos outras também. Peregrinar é caminhar para Cristo!

– Como ter um bom sábado?

Minha resposta é simples: brincando com as filhas!

A caçulinha, hoje, simplesmente pegou uma florzinha no jardim, correu para me entregar e disse: “Pra você, Papai El ‘helói’ da nenê”!

Como eu vou desejar qualquer outra coisa na vida do que estar com ela? E com a mais velha? E com a patroa?

Que todos nós possamos curtir nossas famílias…

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Ganhei uma flor de “outra flor”…

– Tarde bucólica

Nosso belo entardecer de sábado. Simplesmente maravilhoso (clicado às 17h na Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, sentido Jundiaí – Itu)

#sol #céu #natureza #inspiração #motivação #paisagem #saturado #sun #pictureoftheday #mobgraphia

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– As “empresas virtuais” têm dilemas muito diferentes das demais?

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores no mundo virtual, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

– Jorge Jesus e a decisão particular.

Todo mundo tem seus problemas na vida. Se uma pessoa pode escolher quanto quer ganhar, onde deve trabalhar e com quem quer coabitar, é problema particular dela.

Leio algumas críticas à saída do treinador Jorge Jesus do Flamengo para o Benfica. Ora, se existe uma cláusula no seu contrato que permite a saída mediante o pagamento de um valor, o contrato foi cumprido (não por tempo de trabalho, mas pelo depósito efetuado).

A boataria diz que ele ganhará menos em Portugal do que no Brasil, mas que a decisão foi tomada por pressão da família após um suposto affair do técnico com uma advogada brasileira. Pode ser verdade, pode ser mentira… mas a escolha é dele!

Não entendo que ele tenha sabido pela porta dos fundos. E você?

– Sábado em 4 cliques:

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhora, rogai por nós que dedicamos devocionalmente mais um dia de vida a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

Imagem extraída da Web

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da nossa #roseira.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #natureza
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que o #Sábado possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Somos impacientes na oração?

RELIGIÃO E FÉ – Por quê muitas vezes somos tão imediatistas? Queremos todas as coisas no nosso tempo?

Lembremo-nos sempre do “tempo de Deus” para entender as “recusas” ou “demoras” na nossa vida.

Em: https://youtu.be/fEUsD5pumYA

– A dificuldade das crianças e a conectividade para o aprendizado!

Puxa, que matéria sensível, espetacular e pertinente da jornalista Nathália Sousa do Jornal de Jundiaí! Ela abordou todas as dificuldades envolvendo as crianças em idade escolar nos tempos de pandemia. E, infelizmente, os problemas da conectividade.

Talvez a sociedade não esteja tão atenta a esse problema, mas muitos alunos da Rede Pública, provavelmente, perderam o aprendizado em 2020…

Abaixo, extraído de: https://www.jj.com.br/jundiai/educacao-remota-nao-existe-para-criancas-sem-acesso-a-internet/

EDUCAÇÃO REMOTA NÃO EXISTE PARA CRIANÇAS SEM ACESSO À INTERNET

Por Nathália Sousa

Com as aulas suspensas em todo o Brasil, por conta da pandemia de coronavírus, teve início o ensino a distância, desde março, tanto na rede pública estadual quanto na municipal de Jundiaí. No entanto, há dificuldades no ensino a distância que afetam majoritariamente as famílias mais pobres. Vão desde o acesso à internet até o desconhecimento de muitos pais dos conteúdos abordados na escola, dificultando assim a ajuda aos filhos, principalmente os menores, neste momento. E, se o ensino a distância pode ser deficitário para algumas pessoas com plenas condições financeiras, a quem tem falta é impossível.

Patrícia de Góes Moraes mora no Jardim Vitória e conta que a rotina das aulas on-line não existe por lá. “As crianças ficam na rua da hora que acordam até a hora de dormir. Minha vizinha tem cinco crianças e não tem internet, eles ficam na rua brincando o dia todo, não dá para segurar em casa. Nenhuma vizinha minha tem internet.”

“Eu tenho internet, porque consegui colocar, mas minha filha entra no site que a escola mandou e só copia o que tem lá, não aprende nada. Eu não consigo ensinar. Se eles falam que não entendem, imagina a gente que não estudou mais”, diz ela sobre os estudos da filha Emanuela, de 12 anos, e a impossibilidade de oferecer uma tutoria, como era realizada na escola.

Patrícia também é mãe de Julia, de 15 anos, e Gabriel, de 4. Gabriel ainda não vai à escola porque não conseguiu vaga. Mas Julia e Emanuela, que estudavam, não têm mais a rotina de aulas. Emanuela, como dito, tem em seus estudos a cópia do conteúdo, sem absorção. Já Julia mora em Cabreúva com o marido e o filho, que teve recentemente. Neste ano ela não chegou a frequentar a escola por conta da gravidez.

Julia explica que a irmã pegou uma apostila na escola em abril e avisariam quando fosse preciso buscar outra, mas, de lá para cá, o aviso ainda não chegou. “Eu precisaria de reforço e ela precisaria também. Ela fala que não entende e não consegue tirar dúvida com a professora”, diz Julia sobre a irmã.

Além da falta de conhecimento para conduzirem sós as aulas on-line, os estudantes também têm o entrave da conexão. Este é o caso na casa de Marinalva Della Coleta, moradora do Vista Alegre e mãe de Kauany, de 15 anos, e Ketylen, de 7. “Não tem internet e não tem computador. Também não consegui ver na TV. Para a pequena eu busco a atividade na escola, de 15 em 15 dias. A mais velha, no começo eu levava na casa do meu tio, no São Camilo, para fazer as atividades, mas é ruim de ir e é muito gasto para pagar a passagem”, conta ela, que também depende dos ônibus para buscar as atividades na escola de Ketylen, no Bairro Corrupira.

Tanto Marinalva quanto o marido estão sem emprego e hoje dependem do auxílio emergencial. “É o que está me salvando e é o que uso para conseguir pagar passagem.”

Kauany não está estudando no momento e diz que será importante ter aulas mais intensivas no retorno presencial. “Eu não vou saber as coisas que os outros estão estudando agora. Elas pedem para acessar a internet para consultar as coisas. As professoras só atendem pela internet, tem que enviar as atividades por e-mail, mas não tem internet. Para mim é melhor estudar mais um ano ou fazer revisão e saber o conteúdo do que passar direto. Espero que esse período sem aula não me atrapalhe mais tarde”, diz ela.

“A mais velha que ajuda a menor. No meu tempo era diferente e tem coisa que a gente não sabe mais. Criança menor precisa pegar mais no pé”, conta Marinalva, acreditando que há necessidade de as filhas terem reforço escolar na volta às aulas. Marinalva também conta que é complicado ensinar algumas disciplinas à Ketylen sem estar on-line. “Inglês dá trabalho, é a mais complicada”, conta, por não conhecer o conteúdo. Uma resposta entre uma risada acusa a maior saudade que Ketylen sente da escola. “Estudar.”

Compartilhando da dificuldade de Marinalva, Katia Aparecida Dias Lopes, que mora no Parque dos Ingás, conta que é complicado ensinar os filhos em casa. “Eu tenho dificuldade porque estudei faz tempo. O inglês mesmo, eu não sei fazer. Não consigo acessar o dicionário de inglês, porque não tenho internet. Tento explicar, mas minha filha não entende as contas, como pode fazer três menos quatro”, diz Katia, que mora com o marido e seis filhos, mas apenas dois frequentam a escola, Kauanne, de 8 anos, e Samuel, de 7. Além deles, Katia também tem a Laurinha, de 2 anos, que precisa de atenção.

Na casa de Katia não há internet, ela usa a rede wi-fi de um vizinho, mas não é sempre que funciona. “Para quem não tem internet, eles mandam as atividades impressas, para quem tem, eles mandam no WhatsApp para a pessoa imprimir em casa.”
“Eu acho que melhoraria se tivesse acesso on-line, para falar com a professora. Ela está no terceiro ano e ele no primeiro, não consigo ensinar os dois juntos”, diz Katia sobre Kauanne e Samuel. Katia acredita que um reforço será muito importante para os filhos. “Eu espero que ofereçam um reforço, acho que vai ser muito importante para eles”, afirma.

OFERTA

Segundo a gestora da Unidade de Gestão de Educação (UGE) de Jundiaí, Vastí Ferrari Marques, há acompanhamento e entrega de tarefas para todos alunos da rede municipal. “No caso dos alunos que não têm acesso à internet ou que têm dúvidas, os professores ofertam suporte presencial. Atendimento individual, com hora marcada e com todas as medidas preventivas”, diz ela.

Sobre as compensações no retorno às aulas presenciais, Vastí diz que haverá reposição aos alunos que precisarem. “Serão repostas as possíveis perdas com uma reposição paralela em todo o ano de 2021, para os alunos que tiverem dificuldade de aprendizagem. Existe a possibilidade de, quando ocorrer o retorno das aulas, o ensino ser híbrido, ou seja, parte na escola e parte em casa. A UGE está trabalhando nesse processo”, conta Vastí sobre uma possível adoção do ensino on-line permanente na rede municipal.

Vastí reconhece que pode haver evasão, mas conta que há um empenho para que o saldo não seja negativo após a quarentena. “Pode ocorrer evasão. Contudo, é importante salientar que a UGE tem implementado o Programa de Busca Ativa, que tem como premissa a organização de uma rede de proteção à criança. As equipes escolares estão sempre atentas e quando ocorre a ausência do aluno sem aviso, as famílias são procuradas e, inclusive, é feita visita na residência.”

Na rede estadual, o subsecretário de articulação regional da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, Henrique Pimentel, afirma que o acesso ao aplicativo do Centro de Mídias da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (CMSP) fica garantido por todos que têm um celular. “O aplicativo não é tarifado, basta ter o celular para conseguir acessar.” Ele conta ainda que os professores ficam disponíveis no aplicativo para sanar dúvidas referentes às aulas, mas somente no período da aula. Apenas os que lecionam em escolas de período integral têm dedicação exclusiva à turma.

“A recuperação é para todos os estudantes. Mesmo o estudante que acompanha o CMSP está um pouco defasado, mas obviamente alguns alunos precisarão mais que outros. Haverá uma avaliação e uma recuperação das aprendizagens perdidas. Começará em 2020 e vai até 2021”, conta Pimentel. Ele fala também sobre o projeto de 4º ano do ensino médio. “O 4º ano é opcional. Os alunos que estão na reta final do ensino médio e não se sentem preparados podem ter essa opção.” Pimentel conta também que há uma monitoria a fim de que não haja evasão escolar após a pandemia. “Hoje a gente sabe que os alunos que acompanham as aulas pelo aplicativo e pela televisão são 74% dos estudantes no estado de São Paulo. Para os estudantes que têm maior vulnerabilidade ou não tem notas no primeiro bimestre, a gente faz uma monitoria nas diretorias de ensino e nas escolas.” Pimentel explica que é difícil falar de evasão neste momento, pois é na volta às aulas presenciais que haverá uma avaliação da situação.

Desafios da educação especial em casa

Para pais de crianças com deficiência, nesta pandemia, além da monitoria na educação escolar, ainda há uma série de outras atividades que devem ser realizadas em casa. E, se para muitas pessoas já é difícil manter a rotina de exercícios escolares, ensinar terapia ocupacional, fonoaudiologia, entre outros, representa um esforço extra.

Este é o caso de Adriana Andrade Benjamin, mãe do Eduardo, ou Dudu, de 4 anos, que tem Síndrome de Down. “O Eduardo tem sete terapias por semana, todos os dias, então os pais sempre acabam fazendo em casa, mas agora está mais puxado, porque algumas ele fazia lá e agora não tem. Eu recebo o material e passo os exercícios. Faço fotos dele e envio, então me mandam as devolutivas me orientando. São exercícios mais simples, porque na Bem-Te-Vi há aparelhos que não tenho em casa”, conta ela referindo-se ao Centro de Atendimento a Síndrome de Down Bem-Te-Vi.

“Temo pelo déficit. Amigos falaram que os filhos tiveram um retrocesso no tratamento. Por mais que eu tente, não é igual.” Mesmo assim, Adriana consegue observar algo positivo. “Ele sempre teve muitos compromissos e eu percebia ele cansadinho, mas agora ele está podendo ser criança ‘de verdade’, pode brincar mais e eu percebo ele com outra disposição.”
Psicopedagoga do Bem-Te-Vi, Márcia Parreira explica a importância da terapia para crianças com Síndrome de Down. “O processo de aprendizagem da criança com Down é mais lento. Ela não deixa de aprender, mas precisa de cuidados especiais. Eu gravo atividades práticas para as mães e coloco em grupos.” Além dos vídeos, Márcia prepara atividades individuais que os pais retiram no local.

A psicopedagoga conta que o período sem práticas presenciais pode estagnar o desenvolvimento de uma criança. “Acredito que em maior ou menor grau vão ter alguma perda. Certamente as intervenções terapêuticas estão fazendo falta para eles. Estamos nos preparando para o retorno”, diz ela.

Thainá Castillo Salin é mãe do Pedro, de 7 anos. Pedro tem uma síndrome rara, chamada GLH, e autismo e, para ela, o momento é de desafio. “Certamente para todos os casos este momento é um desafio. Para nós, que temos a ajuda desses profissionais, assumo isso sozinha agora. A gente não consegue oferecer tudo, eles precisam de uma rede de apoio”, conta ela sobre a falta dos terapeutas presencialmente para o tratamento de crianças como Pedro.

“Meu filho vem de uma pedagogia diferente, que precisa de presença. A gente precisa buscar recursos em um espaço de tempo curto, mas acaba sendo um aprendizado, mas mostra o quanto a sociedade precisa de adaptações. Eu falo isso porque sei que toca numa ferida para muitos pais que estão nessa situação.” Ainda assim, Thainá conta que o contato maior com o filho foi algo recompensador, pois ela pôde descobrir que Pedro tem habilidades, as quais ela não conhecia.

Com dificuldade na aprendizagem e na fala, Ana Clara, de 9 anos, está fazendo atividades em casa com a mãe, Daiane da Silva, que avalia o momento difícil para o desenvolvimento da filha. “Estão passando atividades mais simples, mas a gente não tem a prática que a professora tem. É um ano sem evolução. Ela já tem dificuldade na escola, e é totalmente diferente.

Coordenadora Educação da Apae de Jundiaí, Tatiana Massaroni Cruz conta que as famílias são muito importantes neste momento. “Estamos vivenciando o fortalecimento dessa parceria.” Ela diz que, embora haja resultados positivos neste momento de terapia domiciliar, a evolução das crianças vai ficar comprometida.

– O Paulistão será Nacional na Globo?

Uau! Viram a propaganda do Derby na Rede Globo?

Pareceu-me uma oportunidade de vingança contra a FERJ, pois foi tudo muito bem feito e deu a impressão de que o jogo será para todo o Brasil (com louvação ao Campeonato Paulista).

A saída da Rede Globo do Estadual do RJ mostra que, aos poucos, os regionais perderão sua importância na grade e o “filé mignon” do futebol de clubes (o Brasileirão e a Libertadores) estarão em alta.

– Gestão Ambiental, na Prática!

Muito boa a iniciativa de algumas escolas em implantarem a disciplina “Gestão Ambiental” em suas grades. Melhor: colocar as teorias na prática!

Compartilho ótimo exemplo publicado nesta semana.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2070/geracao-sustentavel-educacao-ambiental-vai-alem-da-sala-de-aula-14371-1.htm

GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Educação ambiental vai além da sala de aula para formar adultos do futuro mais conscientes,

POR Verônica Mambrini

Eles reciclam lixo e transformam restos orgânicos em adubo. Tomam refrigerante de garrafas retornáveis e rejeitam produtos que vêm com muitas embalagens. Plantam árvores desde pequenos e pesquisam na internet o impacto ambiental de suas ações. Ficam escandalizados quando alguém joga lixo no chão ou desperdiça água num banho longo. Se possível, pedalam ou combinam caronas para chegar ao seu destino. Não, não são ativistas ecochatos. Essa é a nova geração que está se formando nas escolas hoje, dos pequenos em idade pré-escolar aos adolescentes questionadores.

A preocupação com ecologia não é propriamente uma novidade, pois há cerca de 20 anos vários colégios já abordavam questões ambientais. Mas o posicionamento hoje é diferente: o aluno se tornou protagonista e não espectador dos problemas que discute em sala de aula. E espera-se que o estudante leve para a vida o que aprendeu. Eduardo Rios Lohmann, 10 anos, do Colégio Pentágono, está envolvido em várias atividades de educação ambiental na escola. Sobra “lição de casa” até para os pais. “Reclamei com minha mãe até ela parar de escovar os dentes com a torneira aberta”, orgulha-se. A mãe, a pedagoga Glória Lohmann, se diverte com a fiscalização. “É uma coisa dele, mas a escola e os programas de tevê aos quais ele assiste reforçam a noção de consciência ambiental”, afirma.

No Pentágono, o professor de ciências Rogério Tadeu Sant’Anna usou uma oficina de reciclagem de lixo eletrônico para conscientizar os alunos. Eles trazem de casa eletrodomésticos que seriam descartados, desmontam as peças e as encaminham para reciclagem. “Eles passam a reconhecer os materiais, o que é reciclável e o que não é, e aproveitamos para discutir o consumismo”, afirma Sant’Anna. Já foram desmontadas mais de três toneladas de aparelhos quebrados e sem possibilidade de conserto.

No interior de São Paulo, em Sorocaba, a palavra de ordem do Colégio Véritas é pedalar para reduzir emissões de carbono, exercer a cidadania e ocupar o espaço público. “O uso da bicicleta é fundamental para o meio ambiente e para a saúde”, afirma Bárbara Figueroa Muñoz, diretora do colégio. A cada pedalada, os alunos calculam quanto de carbono deixaram de emitir. Outra ação é a Recicleta: com peças doadas, eles montam bikes e as entregam para comunidades carentes. O aluno Eduardo de Lima Helaehil, 13 anos, participa do projeto. “É muito divertido e sei que estou ajudando alguém”, diz. Bárbara afirma que, pelo uso diário, a bicicleta promove um aprendizado constante. “A educação tem de gerar transformação.”

Transformar a sociedade mantendo o respeito ao meio ambiente está dentro de toda a grade curricular da Escola Stance Dual, em São Paulo. A questão é tão importante para a escola que a instituição é adepta da Agenda 21, compromissos resultantes da Rio 92 (conferência ambiental mundial que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992), e tem coordenadoria própria. “É encarado como um projeto transversal. Está em todas as aulas que comportam os conteúdos socioambientais no currículo”, diz Débora Moreira, coordenadora da Agenda 21 da escola. “A partir do momento em que o aluno é protagonista, estamos formando cidadãos com conhecimento, que entendem as razões e a necessidade de agir.” A Recicloteca da escola, por exemplo, incentiva a transformação de embalagens em brinquedos que serão doados à comunidade.

A aluna Caroline Vecci, 9 anos, participa das campanhas de racionalização do uso da água. Além de mudar sua forma de consumo, ela atua na conscientização de outras pessoas. “Fazemos cartazes e folhetos, ensinando como economizar água. Outra ação importante foi a entrega de marca-páginas e adesivos na rua”, diz a estudante.

Outro recurso com bastante relevância na formação dos adultos de amanhã são as excursões in loco. Morador de Cuiabá, João Vitor de Ceni Diogo, 12 anos, tomou consciência dos impactos do turismo em uma viagem ao Pantanal. “Vale a pena investir em turismo sustentável para que as próximas gerações possam ver o Pantanal como a gente vê hoje”, diz o menino. A vivência direta da realidade é fundamental para tocar os alunos, acredita a professora de João Vitor e responsável pelo projeto, Aparecida de Fátima Trandini, do Colégio Salesiano São Gonçalo. “Damos ferramentas para que eles mantenham viva a riqueza natural”, diz Aparecida. O importante é fazer a educação ambiental ultrapassar os muros da escola.

– A firula de Michael e a comemoração não tão vibrante

Não deu tempo de escrever, mas e o drible do Michael do Flamengo?

  • Se você fosse o adversário, e sofresse aquela dancinha?
  • E se você fosse o Michael e estivesse perdendo no placar, faria aquela graça?
  • E se fosse o árbitro, qual seria a atitude?

Há certas fintas, firulas e jogadas debochadas no futebol que são desnecessárias. Usar um drible mais ousado / folclórico em busca do gol ou como recurso para se livrar de um marcador, não vejo problema algum. Ironizar (como eu acho que ele fez) estando na frente do placar, torna-se menosprezo. Não gostei.

Aliás, por falta de tempo, ontem não puder observar neste espaço: não acharam muito “acanhada” as comemorações dos jogadores?

Duas hipóteses: a pouca importância do Cariocão ou o costume de comemorar títulos mais emblemáticos.

– Vítima de Covid_19, faleceu José Paulo de Andrade

O homem do emblemático programa “O Pulo do Gato”, o jornalista José Paulo de Andrade, faleceu aos 78 anos.

Ele tinha problemas no pulmão por ter sido fumante, e, no episódio de 50 anos da sua carreira na Rádio Bandeirantes, deu um importante depoimento na luta contra o fumo. Com esse histórico, ter tido contato com o Novo Coronavírus foi fatal.

Relembre a ocasião em: https://professorrafaelporcari.com/2018/02/08/ser-fumante-e-sofrer-ate-o-ultimo-dia-de-vida-segundo-o-respeitado-jornalista/

Que possa descansar em paz!

– A Special Dog e um Caso de Capitalismo Consciente

Muito interessante: a empresa de ração Special Dog dá o exemplo de Responsabilidade Social e transforma sua cidade-sede.

Abaixo, extraído de PEGN, Nov/18, pg 28-29

CAPITALISMO CONSCIENTE

A Special Dog é mais do que uma fábrica de ração para cachorros. A empresa está provocando uma transformação na pequena Santa Cruz do Rio Pardo — para muito melhor.

Por Pedro Carvalho e Jorge Lepesteur

Em 2001, uma pequena fábrica de ração para cachorros começou a funcionar no município de Santa Cruz do Rio Pardo, uma cidade de 45 mil habitantes no sul do estado de São Paulo, pertinho do Paraná. A Special Dog tinha, então, 30 funcionários.

De lá para cá, muita água passou pelo rio que batiza — e corta ao meio — o município. Agora com 980 colaboradores, a empresa se tornou a maior empregadora da região. A produção chegou a 15 mil toneladas por mês, e o faturamento ultrapassou os R$ 600 milhões no ano passado.

A Special Dog, segundo os sócios, passou a ser o negócio que mais paga impostos ao município, principalmente via ICMS. Mas os efeitos de sua prosperidade são sentidos de diversas maneiras — por exemplo, no comércio.

“Os lojistas dizem que há quatro datas de vendas aquecidas: dia dos pais, dia das mães, Natal e pagamento do PLR [o bônus de final de ano] da Special Dog. Nesse dia, nós colocamos R$ 7 milhões de uma vez para circular na cidade”, conta o sócio-fundador Erik Manfrim.

Por si só, o impacto financeiro da Special Dog seria relevante. Mas a transformação que a empresa provoca no município vai além. Manfrim está investindo R$ 1,5 milhão para qualificar os profissionais das creches da região.

Também ajuda a manter escolas. Na praça central, construiu um centro cultural por onde passam 500 alunos por semana para aulas gratuitas de música, artesanato e culinária. Na fábrica, um sistema de tratamento devolve ao córrego água mais limpa do que a captada para a produção.

Além disso, utiliza água da chuva, energia solar e mantém assistência social para os funcionários — que ganharam ainda um clube com piscinas, campos de futebol e churrasqueiras.

“Os donos colocam os funcionários e a população em primeiro lugar, o sucesso é consequência disso”, diz Terezinha Monte, auxiliar de cozinha da empresa. “Investir na cidade é garantir que o negócio será próspero daqui a 20 anos”, explica Manfrim — um fã declarado do livro Capitalismo Consciente, de John Mackey e Raj Sisodia. Essa visão é compartilhada por especialistas.

“Iniciativas socioambientais não podem ser vistas como custo, pois são investimento. O que garante a perenidade de um negócio é a forma como este se relaciona com a comunidade”, completa Tatiana Mendizabal, uma das responsáveis pelo Sistema B no Brasil, que certifica empresas comprometidas com a responsabilidade socioambiental.

“É uma matemática que funciona e o retorno é automático. Nosso negócio cresceu porque os funcionários são motivados”, diz o empresário.

Nessa matemática, dividir os lucros se torna uma maneira de multiplicá-los. Se isso pode mudar um município, a reprodução desse exemplo seria uma boa fórmula para o Brasil. Mas essa é uma cultura que precisa ser mais disseminada pelo país — a nona economia mundial, mas apenas o 75º colocado no Índice Global de Filantropia.

Retorno multiplicado: Erik Manfrim (à direita), ao lado do irmão e cofundador, Mário; expansão com base no engajamento social      (Foto: Jorge Lepesteur)

Retorno multiplicado: Erik Manfrim (à direita), ao lado do irmão e cofundador, Mário; expansão com base no engajamento social (Foto: Jorge Lepesteur)

– Amanhecendo um novo dia. Olá, 6a feira!

👊🏻 Bom dia. Diferente de ontem, temos hoje uma #madrugada aprazível para suar. Que clima fresco!
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #corujão
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🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDoSantíssimoSacramento, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #SantíssimoSacramento #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com nossas #azaleias.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
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🌅 Desperte, #Jundiaí, com o #céu colorido deste #amanhecer!
Que a #SextaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia
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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– No seu emprego, você se sente realizado profissionalmente?

CARREIRA – Os desafios para os jovens na faixa dos 30 anos de idade e a realização profissional!

A difícil missão em conciliar trabalho e qualidade de vida,

em: https://www.youtube.com/watch?v=kQ0_J1WO3-w&t=3s

– Socializando com a natureza e a pureza

Brincadeiras infantis são sempre atemporais. Maria Estela e Miguel adoram subir na mangueira e brincar de esconde-esconde. Ufa, que seja sempre assim, com uso muito moderado de celulares.

O convívio real ainda é a melhor socialização.

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– Nunca confie em cartola de federação de futebol. Eles podem mentir!

Na sexta-feira, Reinaldo Carneiro Bastos (presidente da Federação Paulista de Futebol) garantiu Copa Paulista e A3 simultâneas, em entrevista à Marília Ruiz.

No sábado, o mesmo dirigente garantiu isso no GloboEsporte.com.

No domingo, reforçou na TV Gazeta a mesma fala (de que as duas competições seriam simultâneas e que todas as equipes da A3 disputariam).

Na segunda-feira, com a ajuda de um interlocutor, Reinaldo respondeu um questionamento meu sobre a confirmação de tudo isso. Escrevi aqui: https://wp.me/p4RTuC-qzG.

Nesta quinta-feira, tudo mudou. A palavra de um homem, apesar de tal importância, muitas vezes não vale p. nenhuma… Olhe aqui sobre a Copa Paulista, divulgada pela FPF, publicada com exclusividade pelo Esporte Jundiaí: https://www.esportejundiai.com/2020/07/copa-paulista-tem-vaga-garantida-apenas.html.

– E se o Brasil inteiro fosse testado para saber quem pegou ou não a Covid_19?

A Testagem para o Covid_19 no Brasil é muito problemática. Além do percentual da população testado ser muito baixo, a qualidade dos testes é também polêmica. O “de sangue”, por exemplo, é absurdamente ruim, sendo criticado pela maioria dos especialistas pela grande quantidade de inexatidão dos resultados (e que custam caro). O que vale, mesmo, é o “do cotonete” (que o custo é bem elevado).

E se fosse perfeita a coleta e a testagem? E se tivéssemos exames para todos? Imagine os números assustadores que teríamos no país…

– O Vereador e as Regras do Futebol

Repost deste mesmo blog, de 13/07/2011

José Tarcísio Furtado é um revolucionário. Ele é vereador pelo PTC de Juiz de Fora, e sem noção alguma do exercício das suas funções e da inconstitucionalidade da sua proposta, está tentando legislar em cima da Regra de Jogo de Futebol!

Querendo passar por cima da Internacional Board e FIFA (que são as únicas que podem mudar as regras de jogo), ele quer mudar a questão das expulsões de jogadores, pois entende que o consumidor paga para assistir uma partida com 22 jogadores!

Além do argumento esdrúxulo, declarou que:

Muitas vezes o árbitro é injusto. O jogo começa com 22 jogadores [11 em cada time] e acaba com 19. Uma falta grave tudo bem, o jogador deve ser expulso, mas um segundo cartão amarelo bobo deveria fazer o jogador ser substituído (…) Os árbitros sempre arranjam um jeito de favorecer o Cruzeiro ou o Atlético-MG contra o Tupi. Toda partida inventam de expulsar um jogador. Fica difícil.” (declaração à Folha de São Paulo – citação em: http://is.gd/eOl1Ij)

Entrando no espírito folclórico do vereador, por que ele não propõe a proibição de que atletas machuquem seus adversários para que eles não saiam de campo; número ilimitado de substituições; proibição de atleta se cansarem em campo... Assim, sempre teremos 22 jogadores ao término dos jogos.

Com salário acima de R$ 10.000,00 por mês para jornada de 5 horas semanais, talvez o nobre vereador deva ser mais produtivo… Já ganhou seus minutinhos de notoriedade!

E você, o que pensa sobre isso? O vereador tem boa intenção com a proposta ou é uma grande brincadeira de mau gosto para com os seus eleitores e a população em geral? Deixe seu comentário:

– Festa de Nossa Senhora do Carmo

Hoje é um dia de festa para a comunidade católica. É dia de uma das mais magníficas manifestações marianas: a de Maria, Nossa Senhora do Carmo.

Compartilho a história devocional, oração e curiosidades desta invocação a qual sou devoto.

Extraído de: http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/devocao_historia.htm

NOSSA SENHORA DO CARMO

No dia 16 de julho, celebra-se na Igreja Católica, a memória de Nossa Senhora do Carmo, um título da  Virgem Maria que remonta ao século XIII, quando, no monte Carmelo, Palestina, começou a formar-se um grupo de eremitas. Estes, querendo imitar o exemplo do profeta Elias, reuniram-se ao redor de uma fonte chamada “fonte de Elias”, e iniciaram um estilo de vida que, mais tarde, se estenderia ao mundo todo. Devido ao lugar onde nasceu, este grupo de ex-cruzados e eremitas foi chamado de “carmelitas”. A história nos assegura que os eremitas construíram também uma pequena capela dedicada à Nossa Senhora que, mais tarde, e pela mesma circunstância de lugar, seria chamada de “Nossa Senhora do Carmo” ou ” Nossa Senhora do Carmelo”. Os carmelitas viram-se obrigados a emigrar para a Europa, para continuar a própria vida religiosa e lutar por seu espaço entre as várias ordens mendicantes. O título de Nossa Senhora do Carmo está unido ao “símbolo do escapulário”.

A presença de Maria com o nome de Nossa Senhora do Carmo foi se espalhando por toda a Europa, e esta devoção foi levada para a América Latina, na primeira hora da evangelização. É difícil encontrar uma diocese latino-americana que não tenha, pelo menos, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Carmo. Não somente são igrejas matrizes ou catedrais dedicadas a Maria, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, mas também lugarejos, capelas, oratórios etc. Isso prova como esta devoção saiu dos âmbitos restritos dos conventos carmelitanos e se tornou propriedade do povo e da Igreja Universal, como diz o Papa João Paulo II, em sua carta dirigida aos Superiores Gerais do “Carmelo da Antiga Observância e do Carmelo Descalço”.

Esta devoção, enraizada no coração do povo, está sendo resgatada, e os devotos de Nossa Senhora do Carmo aumentam cada vez mais.

Texto: Cônego Pedro Carlos Cipolini – Doutor em Teologia (Mariologia); professor titular da PUC–Campinas; membro da Academia Marial de Aparecida

16 de julho

Nossa Senhora do Carmo

(memória facultativa)

A festa da Padroeira da Ordem Carmelita foi, inicialmente, a da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a 15 de agosto. Entretanto, entre 1376 e 1386, surgiu o costume de celebrar uma festa especial em honra de Nossa Senhora, para comemorar a  aprovação da regra pelo Papa Honório III, em 1226. Esse costume parece ter-se originado na Inglaterra. E a observância da festa foi fixada para o dia 16 de julho, que é também a data em que, segundo a tradição carmelita, Nossa  Senhora apareceu a São Simão Stock e lhe entregou o escapulário. No início do século XVII, ela se transformou em definitivo na “festa do escapulário”, e logo começou a ser celebrada também fora da Ordem e, em 1726,  espalhou-se por toda a Igreja do Ocidente, por obra do Papa Bento XIII. No próprio da missa, o dia não se faz menção do escapulário ou da visão que teve São Simão; porém, ambos os fatos são mencionados nas leituras do segundo noturno das Matinas. E o escapulário de Nossa Senhora é mencionado no prefácio especial usado pelos carmelitas, nesta festa.

A ordem dos carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem um verdadeiro fundador, mas tem um grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-Aventurada Virgem do Carmo. “O Carmo – disse o cardeal Piazza, carmelita – existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua História, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”. Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o livro das instituições dos primeiros monges: “Em  lembrança da visão que mostrou ao profeta a vinda desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saia da terra e se dirigia para o Carmelo (cf. 1Rs 18,20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela sobre o monte Carmelo,  na Palestina, perto da fonte de Elias em honra desta primeira Virgem voltada a Deus.

Expulsos pelos sarracenos no século XII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, uma regra aprovada em 1226 pelo Papa Honório III, se voltaram ao Ocidente, e aí  na Europa fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldades, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio em particular sensibilizou os  devotos: “Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das  insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava, a Mãe de Deus apareceu acompanhada de uma multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo”.

Os  críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabatino de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas têm falado disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII convidava a “colocar em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos”: entendido como veste Mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste; enquanto sacramental, extrai o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor daqueles que o usam.

Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário

Fonte: Maria do Carmo Hakim Silva

Artigo extraído do jornal “Jesus te Ama”, edição de julho/2007,

publicação da “Comunidade de Aliança Jesus te Ama”.

A palavra Carmo corresponde ao Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que significa Jardim, na Palestina (Terra Santa). Uma montanha com 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura. A ordem dos carmelitas venera com muito carinho o profeta Elias, considerado seu patriarca modelo, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem-Aventurada Virgem do Carmo.
Um livro muito antigo da ordem comenta a visão de Elias mostrando a Virgem dirigindo-se ao Monte Carmelo, em forma de uma nuvem que saía da terra. (I Reis 18:20,41).  Os monges, no ano 93 d.C., construíram no Carmelo uma capela à Virgem. Aquela região, na época, estava sob disputa entre as populações locais pelo domínio da região, e os monges foram expulsos de lá, no século 13.

Quando foram expulsos,  espalharam-se pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Pouco tempo depois, em 1226, os carmelitas apresentam o pedido de aprovação do papa Honório III, que o concede oficialmente pela Igreja Católica de Roma.

Novas perseguições os cristãos sofrem em 1235. Desta vez, os carmelitas dividem-se em dois grupos: Os que permaneceram no Monte Camelo: estes foram massacrados e o mosteiro incendiado, e os que se refugiaram na Sicília, em Creta, na Itália e Inglaterra no ano de 1238; lá fundaram o Mosteiro de Aylesford; também não foram aceitos pelos religiosos e eclesiásticos.

Para os religiosos ingleses, esta seria mais uma comunidade no meio de tantas outras, e também o modo de vida que levavam não condizia com os costumes locais: levar uma vida monástica dentro de uma cidade inglesa. Preocupado com as hostilidades sofridas naquele momento, o prior dos Carmelitas, Simon Stock, considerado pela devoção e amor à Mãe do Carmelo, na noite de 16 de julho de 1251, em oração fervorosa à Virgem Maria, pede por ajuda e proteção, rezando:

“Flor do Carmelo, vide florida.
Esplendor do Céu.
Virgem Mãe incomparável.
Doce Mãe, mas sempre Virgem,
Sede propícia aos carmelitas,
Ó Estrela do Mar.”

Uma visão do frade carmelita Simão Stock mostrava a Virgem Maria cercada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e dizendo: “Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas”.

Vem daí a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo.

O que é o escapulário?

A palavra escapulário vem do latim “escapula” que significa armadura, proteção. A função do escapulário na história da Igreja é muito parecida com a do rosário, constituindo-se numa das mais antigas e populares formas de devoção à Virgem Maria.

O uso do escapulário é um sinal de confiança em Nossa Senhora, para que ela cubra de graças aquele que o usa e o proteja de todos os perigos espirituais e corporais. O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, “um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja”.

O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz a Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. Santa Tereza (reformadora da Ordem das freiras carmelitas juntamente com São João da Cruz) dizia que portar o escapulário era estar revestido com o hábito de Nossa Senhora.

Setenta anos mais tarde, aparece a Virgem ao Papa João XXII, confirma esta promessa e acrescenta outra, chamada a do privilégio sabatino, em que, mediante determinadas condições, a alma do confrade Carmelita será livre do Purgatório se lá estiver, no sábado a seguir à sua morte.

Os Soberanos Pontífices consideram como pertencentes à Ordem do Carmo, todos os que recebem o seu escapulário. Para que todos possam usufruir as graças inerentes ao Escapulário, Sua Santidade, o Papa PIO X, em 16 de Dezembro de 1910, concedeu que o Escapulário, uma vez imposto, pudesse ser substituído por uma medalha que tenha de um lado Nossa Senhora sob qualquer invocação (Carmo, das Dores, da Conceição, de Fátima etc.) e do outro lado, o Coração de Jesus, e benzida com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir este Escapulário.

Em 28 de Janeiro de 1964, o Papa Paulo VI concedeu ainda que todos os Sacerdotes pudessem impor o Escapulário e substituí-lo pela respectiva medalha, pois até aí era um privilégio dos Padres Carmelitas e de outros Sacerdotes que o pedissem à Santa Sé, e nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos o tragam.

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Imagem extraída da Web

– Polícia prendeu um dos “Homem-Pateta” da Internet

Foi preso em Sorocaba um dos idiotas que se passa pelo personagem “Homem-Pateta” na Internet, onde ele assusta adolescentes com os dados pessoais da vítima e as ilude a praticar desafios suicidas.

Segundo a Polícia ao UOL:

“Como outros ‘jogos’ cibernéticos que ganharam mais notoriedade a partir de 2017 — como ‘Baleia Azul’ e boneca ‘Momo’—, os perfis falsos de nome Jonathan Galindo e com a foto do ‘Homem Pateta’ podem induzir crianças à automutilação e ao suicídio por meio de ‘desafios’. (…) O jovem detido foi atrás de colegas com os quais não tinha muita intimidade, mas de que tinha informações como onde moravam e onde estudavam. Dessa forma, ele se passou pelo ‘Homem Pateta’ e começou a assustá-las, fazendo menções como ‘eu sei onde você mora’ e ‘sei em qual escola você estuda’.”

É muita gente maldosa e de mau caráter nas Redes Sociais, não? A troco de quê? E o pior é que existem vários perfis fazendo esses crimes.

Homem Pateta: Polícia diz que adolescente é dono de um dos perfis

Imagem extraída da Web

– Boa 5a, em 4 cliques:

👊🏻 Bom dia!
Apesar do #vento e do #frio lá fora, (eles são aliados da #preguiça), a boa disposição manda ir suar a #camisa.
Vamos para o #treino matinal?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #adidas #running
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🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #BomJesus, socorrei-nos em nossas angústias. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. E essas mini-#rosas brancas?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
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🌅 Desperte, #Jundiaí, mesmo com o tempo lusco-fusco.
Que a #QuintaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #tbt 2: Futebol Esporte Show: contamos com sua audiência!

Há 4 anos, uma ótima recordação:

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Matias Souza e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– #tbt: um sorriso maravilhoso da Vovó

Há 3 anos…

Coisas puras valem a pena, não?

Olha só a tia Lalá dando mamadeira à netinha! Minha madrasta, a Laura, que carinhosamente apelidamos de tia Lalá, hoje é a Vovó Lalá da Marina, da Estela e do Miguel. Os netos se divertem com ela e com o Vovô Lili. E o sorriso no rosto não esconde o carinho e a felicidade sincera.

Te amamos, tia Lalá!

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Aliás, os primeiros sorrisos gostosos dela aqui, no vídeo abaixo:

– Não se acostume nunca com a corrupção!

ÉTICA – Apesar de muitas pessoas não se indignarem mais com coisas incorretas, lembre-se: nós não podemos achar o ERRADO algo normal!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=6QV2mS2BdhQ

– Futebol ou Desenho?

Eu até queria assistir o #FlaFluNoSBT, mas essa mocinha quer muito a #Moana (assistiremos pela 1.937.452 vez)…

Tudo bem, esse sorriso me conquista sempre!

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– Fique atento às Mudanças das Regras do Futebol e as orientações aos Árbitros para o Campeonato Brasileiro 2020

No último dia 08, participei do Webinar da CBF sobre as alterações das regras e a linha de trabalho que será adotada para o próximo Brasileirão. Foram 4 horas intensas de muita conversa com Leonardo Gaciba e Alício Pena Jr, da Comissão de Arbitragem.
Vamos lá:

ALTERAÇÕES DAS REGRAS DO JOGO

Já escrevemos sobre elas quando do anúncio, mas fica o lembrete das mesmas, de uma forma bem didática:

1. Avanço do goleiro em cobrança de pênalti.
A partir de agora, se o goleiro se adiantar e defender um tiro penal, volta-se a cobrança e não se aplica o cartão amarelo. Se numa 2ª cobrança (sendo a repetição desta que ele infringiu ou em um outro pênalti durante o jogo) ele avançar novamente, receberá o cartão amarelo. E, numa 3ª cobrança (ou repetição de algumas destas anteriores) existir novo avanço, receberá o 2º cartão amarelo e consequentemente o cartão vermelho.
Uma novidade: se a partida for decidida por cobrança de pênaltis, os cartões recebidos pelo goleiro por se adiantar em pênaltis são zerados no jogo, e uma nova contagem se faz durante a decisão por tiros penais. Mas atenção: os recebidos no tempo normal e neste momento de cobranças são contados integralmente para a suspensão automática em partidas futuras.

2. Mão deliberada do defensor tira atacante do impedimento.
Sabemos que se a bola for lançada por um atacante a seu companheiro que está em condição de impedimento e ela for tocada por um defensor que tenta disputá-la, esse toque, desde alguns anos, passou a dar condição para o outrora impedido. A partir de agora, se esse toque for com a mão (já que sabemos que não se pode jogar com a mão), também habilitará o atacante.

3. O que é braço / mão? De onde até onde se define isso?
Ficou até mesmo irônico para alguns, mas a FIFA definiu que braço / mão compreende o que não for ombro, e para defini-lo, deve-se levar em conta que “o limite do ombro até o braço ficará definido como a parte inferior da axila”. Ou seja: o braço/ mão na bola será considerado na região desnudada da manga da camisa.

4. Punição à mão de atacante em imediatez do gol.
Antes, “mão na bola” independia de ataque ou defesa, levando em conta apenas a intenção ou não. Anos atrás, acrescentou-se a orientação de verificar o movimento antinatural, que significa tirar proveito de um uso não convencional dos braços. Em 2019/ 2020, a mão do atacante em jogada de ataque passou a ser punida indistintamente como infração (mesmo que involuntária). A partir de 2020/2021, voltamos à condição anterior, diferenciando a situação de uma bola que bater na mão do atacante e dela sair o gol (do próprio atleta – em que a bola mesmo que acidentalmente bater – ou de um companheiro que se aproveite disso). A CBF reforça que os árbitros estão orientados a avaliar a IMEDIATEZ da mão, pois se criar um outro lance, já não se deve punir.

5. Toque de mão do goleiro depois do tiro de meta.
Elucidou-se que, se o goleiro cobrar o tiro de meta e voltar a tocar na bola, marca-se um tiro livre indireto e aplica-se o cartão amarelo (já que anteriormente a bola deveria sair da área para entrar em jogo e isso já deixou de existir há algum tempo).

6. Advertência no Bola ao Chão para reinício da partida.
Com o advento de bola ao chão para “devolver a bola para quem já tinha a posse dela”, feito de maneira mais recente na Regra, exigiu-se uma distância de 4 metros. Agora, quem não respeitar essa distância e interferir no reinício (tanto companheiro quanto adversário) deve receber o cartão amarelo e o bola ao chão será repetido.

7. Ataque promissor com vantagem e retomada de ataque, dispensa advertência.
Se existe um ataque promissor e o árbitro marca a falta, mas antes de aplicar o cartão amarelo ela é cobrada rapidamente (ou seja: houve a vantagem), e voltando a existir um ataque promissor, NÃO SE DEVE DAR O CARTÃO assim que a bola parar, pois voltou a existir um ataque promissor (a não ser que a natureza da falta exija uma punição, como um lance violento).

8. Avanço do goleiro com erro do atacante.
Se numa cobrança de pênalti o goleiro cometer uma infração, mas o cobrador cobrar tão mal o chute que for perceptível que um avanço do goleiro em nada interferiu, não voltará mais a cobrança nem advertirá o goleiro.

9. Em lances de dupla infração (atacante e goleiro) no tiro penal.
Se um goleiro se adiantar para a cobrança do pênalti, porém o batedor praticou uma paradinha, se punirá a 1ª infração (a paradinha), marcando tiro livre direto para a defesa a partir do ponto penal e dando cartão amarelo ao cobrador. Isso (do atacante ser punido) já existia, mas passou a valer também com infração simultânea do goleiro.

10. Avaliação de agarrões.
Só será punido o atleta que segurar um adversário e esse agarrão tiver real influência na jogada. Segurar a camisa por si só não será considerado infração (portanto, o atacante parar de correr deliberadamente porque foi agarrado não vai adiantar mais). Deve existir impacto sobre o agarrado.

11. A substituição de 5 atletas em 3 momentos da partida.
Poderá ser efetuada a troca de até 5 jogadores no intervalo e em 3 paralisações da partida para cada equipe, por conta da pandemia. Vale como alteração TEMPORÁRIA da Regra.

OUTRAS ORIENTAÇÕES

1. O VAR, para lances ofensivos de cartão vermelho, não levará em conta o áudio, mas apenas o gesto / imagem. O que foi dito cabe ao árbitro interpretar.

2. Diferente do que muitos pensam, o VAR pode sim interferir em situações de interpretação, DESDE que exista uma imagem muito interessante e que julgue que o árbitro não a viu.

3. Reforça-se o uso do VAR para a validação de gols, tiros penais, cartões vermelhos e identificação de jogadores.

4. Em comemorações de gol, levantar a camisa e encobrir o rosto é para cartão amarelo (fica o lembrete), mas gestos pejorativos relevantes para uma situação devem ser punidos (por exemplo, se um atleta do Atlético Mineiro imitar um Galo, é uma auto-referência ao seu mascote, algo bom, não se pune; mas se fosse na Argentina e por parte de um jogador do Boca, se pune pois é ofensivo ao River Plate).

5. Não se deve ir às arquibancadas comemorar o gol, pois receberá o cartão amarelo por ir á torcida e incitar o público. Mas em jogos sem torcida, não há sentido em se punir.

6. Usar a mão na bola não é necessariamente lance para cartão amarelo. Deve-se avaliar a ação de bloqueio ou de disputa com o seu uso.

7. Se um jogador marcar um gol de mão e estando impedido, pune-se a mais grave (a tentativa de ludibriar a arbitragem com um gol de mão, aplicando o cartão amarelo).

8. Mão que esteja em frente do corpo e que não tenha influência nenhuma na jogada, obviamente não é infração (assim como as mãos de proteção ao rosto / partes íntimas).

9. Nas disputas de bola, o árbitro deve levar em conta se o atleta que atingir um adversário poderia ter “suavizado” na disputa e também verificar onde atingiu (barriga, pé, cabeça). Avaliar o ímpeto, a velocidade e onde impactou serão determinantes para marcar falta sem cartão, com cartão amarelo ou cartão vermelho.

10. Acabar com o uso do braço no rosto do adversário (isso é uma bandeira da FIFA). Os árbitros deverão verificar se a mão contra a cabeça foi um empurrão (cartão amarelo como punição) ou um golpe (vermelho direto).

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– Que timidez, amigo sol!

Olhe aí o sol, lá no cantinho, timidamente, dizendo adeus

Quase 18h00 em Jundiaí! O dia esteja acabando, mas a sua beleza permanece!

Na foto abaixo:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– David Luiz + Thiago Silva = Naufrágio?

Há 6 anos, a FF trouxe na sua capa esta marcante montagem… vale refletir sobre ela!

A France Football é uma importante publicação mundial. E na sua última capa, retrata os 2 zagueiros titulares da Seleção Brasileira e do PSG.

Nem precisa de tradução... Veja a imagem:

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