– O estranho caso de Dória, ex-SPFC

Coisas que o submundo do futebol tenta explicar e não consegue: Dória, zagueiro da Seleção Brasileira Sub 23, estava encostado no futebol francês, nem sendo relacionado para os jogos da sua equipe (o Olympique de Marselha).

O São Paulo resolveu negociar e conseguiu trazê-lo de graça! Ficou no clube apenas 4 meses, sem o tricolor pagar nada ao seu parceiro da França.

Porém… o agente do jogador, Jolden Vergette, cobra R$ 900 mil do SPFC, alegando que é a comissão dele prometida pelos dirigentes tricolores.

Só para entender, parte 1: o jogador supostamente vem gratuitamente, mas o empresário dele recebe 900 mil reais?

Vergette alega que a comissão de valores tão elevados foi acertadas pelo fato de existir redução salarial do atleta.

Só para entender, parte 2: quer dizer que a diferença de dinheiro, ao invés de ir para o atleta, vai para o bolso do agente?

Que mundo podre se tornou o futebol…

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– #PrayForParis – Sobre os atentados na França

A cada nova notícia sobre os atentados terroristas que vitimaram centenas de pessoas em Paris, o mundo se assusta.

O modo covarde, o fanatismo religioso extremo, a intolerância e o ódio dessa gente maldosa impressiona.

Pessoas inocentes nos diversos pontos da França nem sequer puderam se defender. As fronteiras estão fechadas e o planeta assustado.

Há outro agravante: nesta onda imigratória de refugiados sírios, como garantir que militantes do ISIS não estejam ali infiltrados entrando na Europa?

A pergunta que se faz: se mata gratuitamente a troco de quê?

Meu Deus… e o pior é que usam um dos nomes dEle, Allah, como justificativa.

#jesuisparisien

#PrayForParis
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Será que os terroristas foram motivados pelo assassinato de um dos seus chefes, o líder dos degoladores?

Sobre ele, abaixo, extraído de UOL.com:

De menino tímido a carrasco em decapitações: a trajetória do britânico ‘evaporado’ em ataque dos EUA

  • AP – 3.out.2014

Os Estados Unidos dizem estar “razoavelmente certos” de que um ataque na Síria teria matado o militante do grupo autodenominado “Estado Islâmico” conhecido como “John Jihadista”.

De acordo com o Pentágono, o ataque realizado por um drone (aeronave não tripulada) na quinta-feira em Raqqa foi “de rotina”, mas que será preciso algum tempo até “declarar formalmente que houve sucesso”.

Mohammed Emwazi, britânico nascido no Kuwait, ficou conhecido após aparecer em decapitações de reféns ocidentais e se tornou um dos homens mais procurados das autoridades do Ocidente.

O carrasco do”EI” era tido como um homem frio, calado e solitário, que não se misturava com os outros combatentes, segundo Abu Ayman, um desertor da milícia entrevistado pela BBC.

Questionado sobre o que seus colegas pensavam de Emwazi, Ayman afirmou que “alguns o amavam”.

“Alguns se juntaram ao ‘EI’ depois de assisti-lo e admirá-lo; tomam ele como um exemplo”, disse.

‘Problemas adolescentes’

Mohammed Emwazi nasceu no Kuwait em 1988 e foi para o Reino Unido em 1994, quando tinha seis anos de idade. Ele estudou na escola Quintin Kynaston Community Academy em St John’s Wood, no norte de Londres.

Jo Shuter, que era professora no colégio na época, disse à BBC que quando Emwazi chegou lá, aos 14 anos de idade, era um garoto tímido e com muitas responsabilidades fora da escola, já que era o mais velho de muitos irmãos.

Chamado de “Little Mo” (Pequeno Mo, em inglês) pelos colegas, Emwazi era descrito como um fã de futebol, dedicado à religião e com dificuldades de se aproximar das meninas. Segundo relatos na imprensa britânica, ele teria ouvido de uma colega, de quem gostava, que tinha mau hálito e sentiu-se humilhado.

“Ele tinha problemas de adolescente. Especialmente naquela idade, e particularmente para os meninos, é um momento em que os hormônios começam a falar mais alto. E ele sofreu bullying, algo com o que tivemos que lidar”, afirmou Shuter.

“Percebíamos que ele ficava muito irritado e demorava muito para se acalmar, então trabalhamos muito com ele para ajudá-lo a controlar a raiva e suas emoções. Pareceu funcionar. Ele respeitava muito o trabalho que fizemos com ele na escola.”

“Ele era um jovem esforçado e com sonhos, que foi para a universidade que queria. Não era uma preocupação para nós”, diz a professora.

‘Briguento e barulhento’

Emwazi se formou em computação na Universidade de Westminster em 2009 e, no mesmo ano, chamou a atenção do MI5, o órgão de inteligência britânico, que monitorava suspeitos de extremismo ligados a combatentes estrangeiros que se juntavam ao Al-Shabab, braço da Al-Qaeda na Somália.

Usando o nome Muhammad ibn Muazzam, ele tinha ido para a Tanzânia com outro britânico, conhecido como “Abu Talib” e um terceiro homem, um alemão convertido ao islamismo chamado “Omar”.

Ao voltarem, eles foram interrogados e deportados por mau comportamento, segundo um policial do aeroporto.

O policial afirmou que Emwazi “trouxe caos ao aeroporto”, foi “briguento e barulhento” e se comportou “como se tivesse alcoolizado”.

O britânico disse depois ao Cage – um grupo ativista de direitos das comunidades impactadas pela Guerra ao Terror – que foi ameaçado com uma arma e torturado. As autoridades negam.

Apesar da confusão, Emwazi não foi acusado de nenhum crime. Mas o MI5 acreditava que sua viagem com amigos não havia sido apenas de férias.

Ele já era associado, segundo as autoridades, a uma série de suspeitos de jihadismo cuja movimentação ao redor do mundo a inteligência britânica monitorava.

Vida no Kuwait

Entre o final de 2009 e o início de 2010, Mohammed Emwazi voltou para o Kuwait para viver com a família de seu pai e, segundo relatos, buscar uma nova vida no Oriente Médio. Sua família é de beduínos – um grupo marginalizado na sociedade local.

Ele buscava um emprego em computação e, segundo o funcionário do Cage Asim Qureshi, planejava se casar e ter uma vida estável.

O rapaz passou três meses trabalhando como vendedor de serviços de TI antes de dizer a sua família que iria visitar o Reino Unido. Mas, depois dessa viagem, ele nunca mais conseguiu regressar ao Kuwait.

De acordo com o Cage, ele foi detido por seis horas no aeroporto de Heathrow e impedido de voltar ao país. Depois, afirmou que apanhou de um oficial de segurança.

O grupo diz que Emwazi ficou desesperado para sair do Reino Unido nos meses seguintes e, em 2013, mudou seu nome para Mohammed Al-Ayan e tentou novamente, sem sucesso.

Em agosto daquele ano, seus pais foram à polícia e o deram como desaparecido. Quatro meses depois, a polícia teria dito à família que ele estava na Síria.

Não se sabe exatamente quando o britânico chegou à zona de guerra síria, mas ainda em 2013 ele foi localizado em Idlib, ajudando a vigiar reféns ocidentais.

Vídeos

Em agosto de 2014, ele apareceu mascarado no vídeo que mostra o assassinato do jornalista americano James Foley e, nos meses seguintes, em vídeos semelhantes mostrando as execuções dos reféns Steve Sotloff, David Haines e Alan Henning.

Em nenhum destes vídeos fica claro se é o homem mascarado que mata as vítimas ou se é outra pessoa não mostrada pela câmera.

Mas em novembro de 2014, já conhecido como “John Jihadista”, ele aparece em mais um vídeo de execução e, desta vez, parece estar realmente matando um oficial do exército sírio. Ele também apareceu ao lado da cabeça decapitada do americano Peter Abdulrahman Kassig.

Dois meses mais tarde, em janeiro de 2015, Emwazi aparece matando o refém japonês Kenji Goto. Essa foi sua última aparição.

De acordo com o especialista de segurança da BBC Frank Gardner, ele havia se tornado um dos principais alvos das agências de inteligência americana e britânica, mesmo que não esteja comprovado que ele tivesse nenhum papel militar dentro do “EI”.

“Depois que sua identidade foi revelada em fevereiro, Emwazi ficou a maior parte do tempo afastado dos holofotes, tomando cuidado especial para não deixar pistas digitais sobre sua localização”, disse Gardner.

Mas o GCHQ, sede das comunicações do governo britânico, fez grandes esforços para interceptar e decifrar quaisquer mensagens criptografadas que pudessem revelar onde ele ou seus associados estavam.

– A bandana proibida “do Jabá” de Neymar passou batida!

Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.

Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.

Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?

NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.

Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.

Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.

Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.

E a bandana de Neymar?

Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.

Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…

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– São Vicente e Granadinas 2×0 Aruba e o pênalti do escorregão!

Mais um jogo interessante com lances polêmicos de arbitragem, novamente enviado pelo amigo Leandro Teixeira.

Futebol alternativo mundo afora é muito legal, se acha situações bacanas para discutir e ilustrar.

Aqui nesta partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia 2018, na zona da Concacaf, (vídeo abaixo) há dois pênaltis: o 1o é claro, embora o juizão tenha demorado um pouco para marcar. O 2o não é nada, o jogador força a queda.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=HEhWbPuAq0Q

– Dopping Genético em 2016?

Se já era difícil pegar os atletas que se dopam com hormônios e outras drogas, imagine com o dopping genético!

Assustador, extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI268191-17933,00-A+NOVA+ERA+DO+DOPING.html

A NOVA ERA DO DOPING

Em vez de hormônios, a onda será fazer modificação genética para melhorar o desempenho dos atletas

por Rafael Tonon

Muito antes dos hormônios artificiais serem usados para melhorar a performance dos atletas, nos anos 800 a.C. eles já usavam estimulantes à base de cogumelos para conseguir melhores resultados. Os casos de doping, agora, podem passar a um nível bem mais difícil de provar: atletas podem começar a usar a manipulação dos genes para aumentar suas habilidades. Assim como a terapia genética usada para fins médicos, o método esportivo se baseia na inserção de um vírus ou outro organismo que carregue o DNA já modificado no genoma humano. A ideia é colocar genes “turbinados” no lugar de genes normais para fabricar hormônios que potencializem seus músculos e melhorem o desempenho em levantamento de peso, por exemplo. Mark Frankel, especialista em modificação genética e bioética da Associação Americana para o Avanço da Ciência, garante que os pesquisadores já descobriram genes com impacto na velocidade, nos músculos e na resistência do corpo e que isso terá uma grande repercussão nos esportes nos próximos anos. “Provavelmente esse tipo de geneterapia será usado já nas próximas Olimpíadas que acontecerão no Rio em 2016.”

Os conhecimentos científicos na área ainda são poucos para que a manipulação genética seja usada com segurança. “O perigo é os atletas buscarem algo que pode aumentar sua performance diretamente nos laboratórios, antes que as substâncias e técnicas sejam aprovadas”, afirma Frankel. Também não há testes que detectem o doping genético, mas a Agência Mundial Antidoping (Wada) já busca métodos próprios. A frente de pesquisa se baseia no conceito de que, quando a geneterapia ocorre, o metabolismo e até a morfologia das moléculas se alteram. O desafio, então, é desenvolver uma tecnologia que saiba discriminar quais foram os agentes usados para a molécula sofrer modificações. Eduardo De Rose, médico brasileiro e membro-fundador da Wada, acredita que as técnicas terão que seguir o ritmo de evolução dos últimos anos, quando foram aprendidos métodos de detecção de vários estimulantes. “Hoje a cada 100 exames podemos ter um caso. É impossível fazer um evento esportivo sem casos de doping.”

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– Cazaquistão 2×1 Ilhas Faroe: Pênalti de “trupicão” ou não?

O jogo ocorreu há dois anos, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014, mas vale a curiosidade: enviado pelo amigo Leandro Teixeira, neste vídeo há um lance de um pênalti muito duvidoso.

Clique no link abaixo e veja: no meio de um bololô, aparentemente, não é o zagueiro que atinge intencionalmente o atacante, mas o atacante que tropeça no zagueiro. Nessa caso, não é imprudência do defensor, é casualidade do atacante. Segue o jogo sem marcar nada. 

Na cobrança, perceba que há invasão. Não deveria ter marcado o pênalti. Mas se o árbitro entendeu que foi, deveria ter mandado bater de novo.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=YeqBKRadlTU

– Sérgio Moro irretocável!

Parabéns pela conduta!

O juiz Sergio Moro, tão celebrado na caça aos corruptos, recusou a “Medalha do Mérito Legislativo“, concedida pelo Congresso Nacional para personalidades anualmente.

A justificativa?

Não aceitará a honraria para evitar constrangimento estando junto a investigados. Disse:

Havendo parlamentares federais denunciados em decorrência da Operação Lava Jato […], não me sentiria confortável em receber o aludido prêmio, o que poderia ser mal interpretado ou gerar constrangimentos desnecessários.”

Esse cara é ético mesmo! Já imaginaram se dobrar à vaidade e receber a congratulação de gente como Eduardo Cunha?

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– A chuva de Buenos Aires catimbou o clássico?

Que dilúvio ocorreu no Monumental de Nunes, momentos antes de Argentina x Brasil, não?

A torcida não conseguia chegar ao Estádio, as condições do campo eram impraticáveis e adiar por um dia a partida foi a solução mais prudente.

Agora, imagine: os prejuízos dos organizadores, a logística, a ansiedade dos atletas e a complicação aos jornalistas!

Tudo isso só traz mais curiosidade ao que os dois selecionados mostrarão.

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– Será que teremos calor na 6a feira?

Sexta feira, seis horas da manhã.

Mesmo em horário de verão (que costuma fazer o dia amanhecer mais tarde), olha o tamanho do sol que nasce neste dia!

Acho que teremos calor…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Antonio Arias para Argentina x Brasil

Nesta 5a feira teremos um jogaço pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Republico o que há dias falamos sobre a arbitragem – que não está no mesmo nível da partida. Abaixo:

Clique em: – Arias ganhou um presente de despedida ao ser escalado para Argentina x Brasil?

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– Cadeirinhas nas Vans: problema econômico ou de segurança?

Depois de inventar o kit de Primeiros Socorros décadas atrás (e que nunca “pegou”), de recentemente obrigar os motoristas a atualizarem os extintores e posteriormente desobrigá-los, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) resolveu que os motoristas de Vans Escolares deveriam instalar as cadeirinhas de crianças.

Só que… quando entraria tal medida em vigor dia 28, recuou, alegando que pelo alto custo os motoristas teriam dificuldades.

Ok, entendo. Mas afinal: o Contran se preocupa com medidas de proteção ou de finanças?

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– Amanhecer de Paisagens Belíssimas!

Após despertar muito bem…

Após tomar um bom café da manhã…

Após fazer minhas orações cotidianas…

Após correr meu cooper diário

Vale contemplar o amanhecer de paisagens belíssimas desta 5a feira!

Bom dia a todos .

Abaixo, a alvorada jundiaiense das 06h e o sol já acordado às 07h:

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– São Josafá contra a Intolerância

Hoje é dia de São Josafá, precursor do Ecumenismo, tão necessário para a tolerância nos dias de hoje…

“- São Josafá, rogai para que a humanidade respeite seus irmãos que acreditam de maneira diferente e que possam juntos rezar por uma mesma causa: a Paz que vem do Senhor, seja Ele em qual templo for invocado. Amém”

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– Pro dia nascer… corrido!

Pois é. Saco vazio não pára em pé.

Sendo assim, um bom café da manhã e… vamos correr!

Acordar com pique é sempre muito bom. 

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– A Infelicidade de Paulo Roberto Costa sobre os leprosos!

Não dá para deixar passar batido tal bola fora. Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobrás sobre 1 ano na cadeia:

Virei um leproso. Esse ano de prisão foi um ano de lepra. As pessoas fugiam de mim e continuam fugindo”.

Que péssima comparação. Os leprosos (ou melhor: os hansenianos) são vítimas de uma doença que nunca desejaram, sofrem as dores de tal enfermidade e padecem em um tratamento dolorido para o corpo e para alma.

Já Paulo Roberto é um mero bandido de colarinho branco. Indevida lembrança do corrupto. Aliás, lembram do depoimento dele na Operação Lava-Jato?

Abaixo:

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– A CBF foi esquecida ou não desejada por Infantino?

Que fase o Brasil está sofrendo no futebol fora das quatro linhas.

Gianni Infantino, o ítalo-suíço candidato à FIFA (braço direito da UEFA e homem forte de Michel Platini) fez um tour na América do Sul. Assistiu a final do Mundial Sub 17 no Chile, passou pelo Paraguai, Argentina (sempre pedindo votos e apoio na campanha) e foi embora sem passar pelo Brasil/ CBF.

Já fomos mais importantes ou ser apoiado por Marco Polo Del Nero (que provavelmente não sairá do Brasil para votar, por ter medo de ser preso no exterior), não é tão bom negócio?

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– Fé, Política e Cidades Sustentáveis

Um evento cidadão ocorrerá em nossa cidade. Compartilho, abaixo:

DIOCESE DE JUNDIAÍ REALIZA ENCONTRO COM OS POLÍTICOS E APRESENTA O TEMA “CIDADES SUSTENTÁVEIS”

Por Reinaldo Oliveira

A Diocese de Jundiaí através da Pastoral Fé e Política realiza no dia 16 de novembro, das 9h às 11h30, um encontro com os políticos das 11 cidades do território da Diocese.

São convidados a participar deste encontro prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais, deputados estadual e federal e demais agentes políticos.

O convite aos participantes, assinado pelo bispo diocesano Dom Vicente Costa está sendo entregue aos participantes pelos padres responsáveis pelas paróquias locais.

Na pauta do encontro haverá a palestra “Cidades Sustentáveis”, que terá assessoria do Sr. Américo Sampaio – Educador em Direitos Humanos e assessor da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo.

De acordo com opinião dos agentes da Pastoral Fé e Política e do bispo Dom Vicente Costa, é um tema muito importante e que traz contribuição aos administradores municipais eleitos pelo mandato popular nas ultimas eleições. 

A Pastoral Fé e Política e o bispo Dom Vicente Costa esperam contar com a participação de todos neste importante evento que acontece no auditório da Cúria Diocesana – Rua Engº Roberto Mange, 400 – Bairro do Anhangabaú, em Jundiaí

Contato: 9.7367.1584 com Claudio Nascimento – coordenador diocesano da Pastoral Fé e Política.

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– Vai faltar Combustível no Brasil?

Em algumas cidades do Estado de São Paulo e em outras Brasil afora, já falta combustível. E por quê?

Pelas duas greves: a dos caminhoneiros, que travam as rodovias, e em Paulínia-SP, a dos petroleiros, que transportam Etanol, Gasolina e Diesel mas que fecham as refinarias.

Ambas categorias reivindicam benefícios (justos, diga-se de passagem). Porém, o modo de protestar é controverso. Por quê a população em geral tem que arcar com as consequências?

Frete e pedágio caro, inflação em alta, final de ano com despesas a contabilizar… Será que esperamos algo bom economicamente falando nesse ano?

A verdade é: não nos surpreendamos com mais um aumento de combustíveis nos próximos dias. O Etanol, em especial, continua subindo, semana a semana!

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– A Liga Paulista contra a falácia da Federação Paulista?

Parece que quem está enquadrado pela FPF, não teve coragem (ou não pode) se rebelar. Mas os clubes outrora importantes e que hoje padecem, tentam ressurgir paralelamente à ela.

Vamos a alguns fatos interessantes:

No arbitral da Série A2, ficou decidido que a competição terá turno único com 19 equipes, classificando-se 8 para um mata-mata, promovendo-se 2 times à A1 e caindo 6 times para a A3.

Porém, assim como na A1, os clubes da A2 só poderão ter 28 atletas inscritos e os treinadores não poderão trabalhar em outra equipe no mesmo certame.

A diferença é: se na A1 a desculpa para 28 atletas inscritos é para que não se utilize time reserva, o mesmo não acontece para a A2. Os clubes precisam ter abertura para a utilização de atletas de categoria de base, e, nesse ano em especial, com rebaixamento de mais clubes, torna-se fundamental poderem fazer suas escolhas. Por quê limitar também na A2?

O curioso é: Reinaldo Carneiro Bastos apresentou a proposta aprovada por unanimidade, mesmo a um velado contragosto dos representantes (que não ousaram reclamar). Quem vai contrariar o chefe?

A idéia é de que pontos corridos + jogos eliminatórios aumentaria o calendário e agradasse a todos. Ledo engano… os clubes jogarão aproximadamente os mesmos 3 meses de antes, com um detalhe: teremos jogos ininterruptamente em quase toda quarta/domingo. A diferença é que quem se classificar, jogará 3 partidas a mais. Dessa forma, 12 equipes da A2 terão seu ano de trabalho com 3 meses, sendo que metade delas cairá de divisão. Portanto, a fórmula é ilusória…

A reboque, equipes descontentes com a FPF e que abriram mão (por questões ideológicas ou econômicas) de disputarem qualquer torneio da entidade, estão se reunindo para formar uma Liga. GISLAINE NUNES, conhecida advogada do meio futebolístico, será a presidente da Liga Paulista de Futebol, formada por União São João de Araras, XV de Jaú, Corinthians de Presidente Prudente, Francana, Rio Preto, entre outros clubes. O propósito é criar um torneio estadual de maio a dezembro, com 40 equipes, regionalizado, mais barato e sem as caríssimas taxas que a FPF anda cobrando (verifique qualquer borderô da A2 ou da A3 como é custoso fazer um jogo e quanto a Federação Paulista está cobrando por seus fiscais – e brevemente, pelos seus gandulas).

Será que esta “Primeira Liga Caipira” ou “Sul Minas versão excluídos do Interior Paulista” (sem qualquer conotação pejorativa; ao contrário, tem meu apoio) vingará?

Em tese, será mais barata do que o torneio de Reinaldo Carneiro e dará atividade profissional o ano todo.

A propósito: os clubes filiados a FPF e que disputam A1, A2 e A3, e que ficam parados a partir de abril jogando (alguns apenas) somente em Julho/Agosto/Setembro a deficitária Copa Paulista (vide o Capivariano, na elite estadual e que ficou “fechado” por 9 meses seguintes ao Paulistão) vão aderir ou terão medo de represálias?

Deixe seu comentário:

MAIS SOBRE A LIGA:

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/11/15/o-que-esperar-da-liga-paralela-de-futebol-de-sp-em-2016.htm

http://gcn.net.br/noticia/302194/esporte/2015/11/francana-pode-integrar-nova-liga-interiorana

JAC – Jacareí Atlético Clube – Facebook

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O escudo da LFP:

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– Céu de 4a feira!

Este é o cenário do Amanhecer desta 4a feira: colorido, com céu azul / dourado e nuvens que parecem brincar com a imaginação!

Que seja um bom dia a todos. 

– Caridade do Governo com o Chapéu Alheio?

Está na Revista Época: a Casa da Moeda do Brasil está emitindo as notas de Gourdes, o dinheiro do Haiti, de graça.

Lembremo-nos que os haitianos sofreram com um terrível terremoto em 2010, e estão ainda em reconstrução.

Lembremo-nos ainda que o custo dessa caridade é de R$ 9 milhões, pagos com o dinheiro do contribuinte brasileiro.

Qualquer ação humanitária é louvável. Mas ao invés de fazê-la com a nossa grana dos impostos, que tal a receita vir do corte das mordomias de quem assinou esse acordo e dos políticos ao seu redor?

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– O que é / Como é poupar jogador?

Mais uma vez não teremos rodada do Campeonato Brasileiro neste final de semana, devido aos jogos da Seleção.

Alguns reclamam de jogos demais e cansaço; outros, de folga prolongada e perda de ritmo de jogo.

O que fazer?

Ouço muita gente falar em poupar jogador. Mas de que jeito?

Duas formas:

1- Promover Rodízio de Jogadores, como fazia o treinador colombiano Osório no SPFC, é poupar atletas cansados (recuperando-os) e dar oportunidade a outros. Em tese, todos são titulares (dependendo da data ou do jogo).

2- Escalar Time Misto ou Reserva, como muitos fazem, é descansar atleta cansado para alguma competição/ jogo de prioridade maior. E aí se subdivide em:

a- Levar o jogador titular para ficar no banco;

b- Deixar o jogador em casa.

Imagine um hipotético Paysandu x Grêmio. Se o time gaúcho jogar com 11 reservas e deixar alguns titulares no banco, é real descanso? O atleta viaja, se concentra, ouve preleção e vai ao campo. Não era preferível deixar o jogador em Porto Alegre, em casa, no convívio do lar, ao invés de levá-lo a Belém, mesmo que não jogue?

Claro que o exemplo foi de clubes de extremos de capitais brasileiras, mas não é uma realidade?

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– Justificar o quê, Aécio?

Repito: falta em nosso país uma personalidade política que inspire HONESTIDADE.

E as denúncias – comprovadas – de que enquanto governador Aécio Neves permitiu que celebridades e amigos usufruíssem de vôos às custas oficiais de Minas Gerais?

Por incrível que pareça, dentro da lei, isso era permitido. Legal, mas imoral!

Tal fato começa a equiparar o Tucano com os Petistas acusados e provados de corrupção. Ou não?

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– Novembro Azul: o Fim do Preconceito Bobo em nome da Saúde da Próstata

Se em Outubro costuma-se realizar a ação social de conscientização ao câncer de mama denominada Outubro Rosa, agora é a vez da divulgação da preocupação à prevenção do câncer de próstata através da campanha do “Novembro Azul”!

Infelizmente, há ainda aqueles que evitam o exame do toque retal por puro preconceito. Bobagem de machões ignorantes, que preferem dizer que há constrangimento (injustificável, é claro) do que cuidar da saúde.

Abaixo, sobre a iniciativa, extraído do site da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU):

NOVEMBRO AZUL

O movimento Novembro Azul é realizado em parceria pela SBU e o Instituto Lado a Lado com o objetivo de orientar a população masculina sobre a importância do exame de toque retal e PSA para diagnóstico precoce do câncer de próstata.

O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), que em sua estimativa 2012/2013 apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. Pesquisa* realizada pelo Datafolha para a SBU, em 2009, constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame.

De acordo com o presidente da SBU, Aguinaldo Nardi, cerca de 30% dos pacientes do SUS são diagnosticados com câncer de próstata já avançado. Se forem descobertos no início, 90% dos casos são curáveis. “Um a cada seis homens terá câncer de próstata e 1 a cada 36 morrerá da doença”, afirma Nardi. De acordo com ele, falta uma porta de entrada para o paciente masculino.

Por isso, a SBU vai entregar uma lista de sugestões aos parlamentares, entre elas está a criação de Centros de Referência em Saúde do Homem, para melhorar seu acesso ao SUS. Hoje, Centros de Referência da Mulher recebem as pacientes encaminhadas pelo programa de saúde da família, o que agiliza seu atendimento. Já o homem, se tiver suspeita de alguma doença, é encaminhado aos ambulatórios de especialidades e aguardará, talvez, meses para ter uma primeira consulta.

Desde 2004, a SBU realiza ações de conscientização sobre a doença, tendo já contado com o apoio da apresentadora Ana Maria Braga, em 2004, e de Tony Ramos, em 2005. Desde 2012, a SBU realiza o Novembro Azul em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida.

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– Cores de uma 3a feira

O “bom dia” de hoje vem do click deste amanhecer colorido há pouco.

Inspirador? Sim. Belo e motivador.

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– Corinthians 2×1 Coritiba: pênalti ou não pro Coringão?

Carlinhos (CFC) estava correndo atrás do lateral Edilson (SCCP), que fugira da marcação. O atleta coxa branca tenta fazer a falta no adversário, ameaça empurrá-lo/ deslocá-lo e nada faz. Por cima, não foi pênalti. Mas pela velocidade que estava, cai e consequentemente derruba o corinthiano (ambos dentro da área).

Pênalti ou não?

  • Sim, tiro penal.

Explico: quando você corre atrás de um adversário, tropeça, e sem intenção de fazer a falta acaba o derrubando, é pênalti por imprudência. No caso deste lance, o penal não é por empurrão, mas por “atropelão”. Em 1995, jogaram Portuguesa x Atlético Mineiro pela semifinal do Brasileirão (salvo engano, no Morumbi). Me recordo como se fosse hoje (pois o professor da Escola de Árbitros da FPF Gustavo Caetano Rogério ilustrou o lance que citarei por meia hora): um jogador do Galo corria atrás do atacante da Lusa (talvez o Rodrigo Fabri), tropeçou nas próprias pernas e derrubou o adversário. O juizão era Sidrack Marinho dos Santos, que marcou pênalti. Alguns interpretaram como CASUALIDADE, mas a Regra manda marcar INFRAÇÃO POR IMPRUDÊNCIA (correu mais do que aguentava e atingiu o adversário).

Sendo assim, neste lance (não assisti o jogo), a equipe de arbitragem acertou.

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– E se a FPF fosse rigorosa consigo própria em seus regulamentos?

Compartilho o excelente trabalho do jornalista Thiago Batista de Olim, profissional da TVE e editor do site “Esporte Jundiaí”.

Não é que ele fez uma pesquisa a fundo sobre capacidade de estádios, liberação dos mesmos e de outras informações pertinentes, a fim de expor a situação da pendenga da FPF em querer cumprir seu regulamento sobre praças esportivas?

Veja abaixo como a FPF se auto-desrespeita: (lembrando que o Juventus tem a prerrogativa de ser fundador da entidade e poder jogar em seu estádio):

Extraído de: http://www.esportejundiai.com/2015/11/se-fpf-seguisse-regulamento-4-clubes.html

SE FPF SEGUISSE REGULAMENTO, 4 TIMES SERIAM EXCLUÍDOS DA A-2

Nesta segunda-feira (9), às 15h, na sede da Federação Paulista de Futebol ocorre o Congresso Técnico da Série A2 do Campeonato Paulista – edição 2.016. No encontro, a grande discussão será a exclusão do Atibaia e a entrada do Barretos na competição, por conta da cidade de Atibaia não ter um estádio para no mínimo 8.000 torcedores. Segundo o site da Federação Paulista, o estádio Salvador Russani, único na cidade para jogos da Federação, tem capacidade de 3.171. Com isso, o Barretos, 5º colocado da Série A3 entraria no seu lugar. Mas se a Federação cumprisse o seu regulamento ao pé da letra, outros três clubes correriam risco de exclusão do torneio, pelas suas cidades não ofereceram estádios com mais de 8.000 torcedores, conforme exige o regulamento geral das competições da entidade. Santo André, Velo Clube e Votuporanguense, pelos documentos oficiais no site da FPF não poderiam jogar a Série A2 de 2.016.
Se a Federação cumprisse ao pé da letra o seu regulamento, na Série A1, além do Água Santa que corre risco, outros dois clubes seriam excluídos da sua competição, por não terem estádios com no mínimo 10.000 torcedores de capacidade: Rio Claro e Oeste. O estádio do Rio Claro, o Augusto Schimidt, atualmente somente podem entrar 6.284 torcedores. Curiosamente a cidade tem dois estádios que não servem nem para a A2, já que o estádio Benito Agnello tem capacidade um pouco, 7.059 torcedores, mas não serviria para a “Segundona Estadual”.
O estádio do Oeste não serve nem para jogos da 4ª divisão Estadual (chamada pela FPF de Segunda Divisão), cuja a capacidade mínima exigida é de 5.000 torcedores. A capacidade atual do estádio dos Amaros, em Itápolis, é quase igual à do centro esportivo Francisco Dal Santo, em Jundiaí, que recebe apenas jogos do futebol amador de Jundiaí de torneios da Liga Jundiaiense e da Prefeitura e jogos das categorias de base do Paulista: 964.

O Água Santa pela lei fria da lei também não poderia jogar a “Segundona Estadual”, já que antes da reforma que está passando, o local tinha capacidade para apenas 4.738, segundo o documento publicado no site da Federação. O mesmo serviria para o Atibaia.

Pelo regulamento da FPF, Juventus e Independente teriam que jogar a Série A2 fora de suas casas, mas podendo jogar nas cidades-sede dos clubes. O Juventus não poderia mandar jogos na Rua Javari, cuja a capacidade é de apenas 4.211, mas poderia mandar suas partidas no Morumbi, Arena Corinthians, Allianz Parque, Canindé, Pacaembu e até mesmo no Nicolau Alayon, que tem capacidade para 10.723 e poderia receber jogos até da Série A1. Já o Independente poderia mandar seus jogos no estádio Major Levy Sobrinho, da rival Inter de Limeira, que pode receber até 18.000 torcedores.

Série A-1

Mínimo: 10.000 torcedores

Clube Estádio Capacidade
São Paulo Morumbi 67.052
Corinthians Arena Corinthians 47.605
Palmeiras Allianz Parque 43.713
Botafogo Santa Cruz 29.292
Mogi Mirim Romildo Ferreira 20.161
Red Bull Moisés Lucarelli 19.221
Ponte Preta Moisés Lucarelli 19.221
Ferroviária Arena da Fonte 19.000
XV Piracicaba Barão de Serra Negra 18.000
Ituano Novelli Junior 16.789
Capivariano Arena Capavari 15.604
Santos Vila Belmiro 14.675
Linense Gilberto Siqueira 13.818
São Bento Walter Ribeiro 13.772
São Bernardo Primeiro de Maio 13.440
Osasco Audax José Liberatti 12.787
Novorizontino Jorge Biasi 12.398
Rio Claro Augusto Schimidt 6.284 (Interd.)
Água Santa Inamar 4.738 (Em reforma)
Oeste Amaros 964

Série A-2

Mínimo: 8.000 torcedores

Clube Estádio Capacidade
Guarani Brinco de Ouro 20.033 (Interd.)
Bragantino Arena Nabi Chedid 15.010
Marília Breno de Abreu 15.010
Mirassol José de Campos Maia 15.000 *
Portuguesa Canindé 14.592
Paulista Jayme Cintra 13.905
Atlético Sorocaba Walter Ribeiro 13.772
Monte Azul Otacília Arroyo 13.100
Taubaté Joaquim de Moraes 11.349
Penapolense Tenente Carriço 10.000
São Caetano Anacleto Campanella 10.000
Rio Branco Décio Vitta 9.400
Batatais Osvaldo Scatena 9.252
União Barbarense Antônio Guimarães 8.246
Votuporanguense Plínio Marin 7.464 (em reformas)
Velo Clube Benito Agnello 7.059
Santo André Bruno Daniel 7.000
Juventus Rua Javari 4.211
Atibaia Salvador Russani 3.171 (Interd.)
Independente Agostinho Prada 3.067
Estádio onde clube manda suas partidas dentro da capacidade na série que disputará em 2.016
Estádio onde manda suas partidas fora da capacidade na série que disputará em 2.016, mas cidade-sede do clube tem estádio dentro da capacidade na série que o clube disputará em 2.016 e onde poderá indicar onde mandará seus jogos
Estádio onde clube manda suas partidas fora da capacidade na série que disputará em 2.016 e cidade não tem nenhum estádio dentro da capacidade mínima exigida pela série que o clube disputará em 2.016

* Segundo o Laudo de Segurança no Site da FPF, o Mirassol colocaria apenas 5.000 ingressos a venda por jogo em 2015, lavrando uma declaração que no campeonato de 2015 (a Série A-2), o limite de ingresso será de no máximo 5.000

Se a FPF seguisse o seu próprio regulamento como ficariam às Séries A1 e A2 para a temporada 2.016

Série A-1 Coloc. em 2015 Capacidade do estádio Local
Santos 1º na A-1 14.675 Vila Belmiro
Palmeiras 2º na A-1 43.713 Allianz Parque
Corinthians 3º na A-1 47.605 Arena Corinthians
São Paulo 4º na A1 67.052 Morumbi
Ponte Preta 5º na A-1 19.221 Moisés Lucarelli
Red Bull 6º na A-1 19.221 Moisés Lucarelli
Botafogo 7º na A-1 29.292 Santa Cruz
XV Piracicaba 8º na A-1 18.000 Barão de Serra Negra
Osasco Audax 9º na A-1 12.787 José Liberatti
São Bento 10º na A-1 13.772 Walter Ribeiro
Mogi Mirim 11º na A-1 20.161 Romildo Ferreira
Ituano 12º na A-1 16.789 Novelli Junior
São Bernardo 13º na A-1 13.440 Primeiro de Maio
Capivariano 14º na A-1 15.604 Arena Capivari
Linense 16º na A-1 13.818 Gilberto Siqueira
Ferroviária 1º na A-2 19.000 Arena da Fonte
Novorizontino 2º na A-2 12.398 Jorge Biasi
Mirassol 5º na A-2 15.000 José Campos Maia
Independente ** 6º na A-2 ** 18.000 ** Major Sobrinho *
São Caetano 7º na A-2 10.000 Anaclatto Campanella

* Excluídos da Série A1, pela cidade não ter estádio para 10mil torcedores: Rio Claro – 15º na A1, Oeste – 3º na A2 e Água Santa – 4º na A2

** – Desde que jogue no estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira, que tem capacidade de 18mil torcedores, contra os 3.067 do Agostinho Prada, da mesma Limeira

Série A-2 Coloc. em 2015 Capacidade do estádio Local
Penapolense 17º na A1 10.000 Tenente Carriço
Portuguesa 18º na A1 14.592 Canindé
Marília 19º na A1 15.010 Breno de Abreu
Bragantino 20º na A1 15.010 Arena Nabi Chedid
Guarani 8º na A2 20.033 Brinco de Ouro
União Barbarense 10º na A2 8.246 Antônio Guimarães
Paulista 11º na A2 13.905 Jayme Cintra
Rio Branco 12º na A2 9.400 Décio Vitta
Atlético Sorocaba 13º na A2 13.772 Walter Ribeiro
Batatais 15º na A2 9.252 Osvaldo Scatena
Monte Azul 16º na A2 13.100 Otacília Arroyo
Taubaté 1º na A3 11.349 Joaquim de Moraes
Juventus **** 3º na A3 10.723 **** Nicolau Alayon ****
Barretos 5º na A3 10.680 Fortaleza
Inter de Limeira 6º na A3 18.000 Major Sobrinho
Grêmio Osasco 8º na A3 12.787 José Liberatti
Nacional 9º na A3 10.723 Nicolay Alayon
São José 10º na A3 12.234 Martins Pereira
São José FC 11º na A3 12.234 Martins Pereira
Itapirense 14º na A3 10.509 Chico Vieira

* Excluídos da Série A2, pela cidade não ter estádio para 8mil torcedores, mesmo sendo “rebaixados” da Série A1 para A2: Rio Claro – 15º na A1, Oeste – 3º na A2 e Água Santa – 4º na A2

** Excluídos da Série A2, pela cidade não ter estádio para 8mil torcedores: Santo André – 9º na A2 e Velo Clube – 14º na A2

*** Não poderiam subir da Série A3 para a Série A2 pelas suas cidades não terem estádios com capacidade para 8mil torcedores: Votuporanguense – 2º na A3, Atibaia – 4º na A3, Primavera – 7º na A3 (capacidade do Italo Limongi é de 6.914), Sertãozinho – 12º na A3 (capacidade do Frederico Dalmazo é de 6.948) e Flamengo de Guarulhos – 13º na A3 (capacidade do Antônio Soares de Oliveira é de 3.800)

**** Desde que jogue em outro local em São Paulo, que não seja a Rua Javari – exemplo: Nicolau Alayon, com capacidade de 10.723

Regulamento geral das competições da Federação Paulista

Art. 33 – Os Clubes, para participação e garantia do direito de acesso, deverão possuir no município de sua sede Estádio próprio, alugado ou por qualquer outra forma cedido com prioridade de uso, com a seguinte capacidade e nível, de acordo com critérios definidos no Manual de Infraestrutura de Estádios da FPF, anexo a este RGC:

a) Série A1 – acima de 10.000 (dez mil) lugares e Nível 3;

b) Série A2 – acima de 8.000 (oito mil) lugares e Nível 2;

c) Série A3 – acima de 6.000 (seis mil) lugares e Nível 2;

d) Segunda Divisão – acima de 5.000 (cinco mil) lugares e Nível 1

§ 1º – Nos níveis previstos no caput deste artigo serão de cumprimento obrigatório, a partir de 01.01.2016.

§ 2º – Não será permitida a instalação de arquibancadas provisórias, a partir de 01.01.2016.

§ 3º – Os Clubes deverão cumprir a obrigação prevista no caput e nas alíneas “a” a “d” deste artigo até a data de realização do Conselho Técnico.

§ 4º – A violação da norma prevista no parágrafo anterior sujeitará o infrator às sanções do § 15º deste artigo, inclusive no que diz respeito à impossibilidade de utilização do estádio.

Thiago Batista – Esporte Jundiaí
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– WhatsApp, Viber ou Messenger do Facebook?

Na era dos App de comunicação instantânea, apesar do Facebook querer popularizar (e forçar o uso do Messenger), o WhatsApp (cujo proprietário é o próprio Facebook) continua remando a distância.

O Viber corre por fora como alternativa; mas como poucos o tem, acaba “micando” para muitos. Estou nas 3 redes, mas confesso: sou avesso aos grupos!

O WhatsApp, particularmente, é um instrumento de trabalho que irrita. Deixo no silencioso e não aguento os alertas com publicações que me roubam o tempo (é um defeito meu, eu sei…). Mas é inegável suas qualidades quando bem usado – e a facilidade em utilizá-lo!

Coisas que me impressionam: minha filha de 6 anos está ensinando meu pai de 65 a utilizar o App!

Tempos de alfabetização tecnológica… precoce ou da 3a idade.

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– Figueirense 0x1 Atlético Mineiro e a nova desexpulsão no Brasileirão!

De novo um atleta é expulso e depois “desexpulso” em um jogo do Campeonato Brasileiro?

Novamente em Santa Catarina?

Com auxílio dos bandeiras?

Claro que a entonação é “prato cheio” para os adeptos das teorias conspiratórias alegarem que a CBF não quis acabar tão cedo o torneio e outras bobagens. Mas uma coisa é inegável: dá para questionar se tudo não ocorreu supostamente pela enésima vez com o auxílio de informação externa, pelo tempo da demora.

Creio que não (é minha opinião particular). Confio na categoria e experiência do ótimo bandeira Emerson Carvalho. Mas o certo é que o bom árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro equivocou-se e entendeu que a bola que bateu no estômago de Leonardo Silva tinha sido mão intencional. Não foi. Sorte que o erro foi corrigido (espero, de maneira legal).

Insisto: de novo em Santa Catarina? O que acontece por lá?

Recorde outros casos, clique em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/10/05/sobre-chapecoense-5×1-palmeiras-e-as-corretas-e-injustas-mudancas-nas-decisoes-dos-arbitros-no-campeonato-brasileiro/

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– Eduardo, Renan, Luís Inácio…

A quanto tempo ouvimos escândalos sobre Renan Calheiros? E ele continua firme e forte no Senado.

Faça-se a mesma consideração com Eduardo Campos na Câmara.

Pior de tudo? Lula ainda solto, com tudo o que já se sabe.

Isso é Brasil, infelizmente.

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– Internacional 1×0 Ponte Preta: é para devolver a bola ou não?

Li e ouvi opiniões das mais puritanas até as mais agressivas quanto ao polêmico lance do sábado à tarde no Beira-Rio, em Inter x Ponte.

Biro Biro (AAPP) caiu próximo a linha lateral, sentindo um desconforto. Cãibra? Talvez. Seu companheiro Alexandro Macacão colocou a bola para fora a fim do atleta ser atendido e retirado de campo. Na cobrança do arremesso lateral por parte do Internacional, o treinador Argel (SCI) ordenou que a bola não fosse devolvida à equipe campineira (justificando que Biro Biro simulou e que a prova disso seria o fato do jogador levantar rapidamente depois que saiu de campo). Quase um minuto após e 15 passes, o Colorado fez o gol (41 minutos do 2o tempo) e venceu a Macaca, numa partida de interesse de ambas equipes em busca da vaga para a Libertadores da América.

Pós-jogo, o “pau comeu”! Campineiros reclamando de falta de fair play e gaúchos alegando que era cera.

E aí, para você: o Internacional deveria devolver a bola ou não?

Considere:

1- “Devolver uma bola colocada para fora por uma equipe com a finalidade que seu companheiro seja atendido” não implica que o adversário tenha que devolver a posse de bola. Não existe isso na Regra, existe nos “usos e costumes” e é uma recomendação subentendida no Espírito de Jogo.

2- Se o árbitro entende que um jogador se lesiona levemente, deve continuar a partida até uma paralisação para permitir a retirada do atleta do campo de jogo. Se o árbitro entende que há necessidade prioritária para o atendimento de um jogador que está caído, ele, árbitro, é quem deve paralisar a partida e tomar as providências. O jogo deverá ser reiniciado com bola ao chão.

3- Dentro da coerência do estilo brucutu de Argel, é claro que a bola não seria devolvida. Mas será que Biro Biro realmente estava simulando uma contusão?

Enfim: nessa, não dá para criticar o árbitro Ricardo Marques Ribeiro. E nada justifica a violência…

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– Entardecer Inspirado!

Sim, é apenas uma foto daqui perto de casa. Mas é A FOTO!

A Natureza foi generosa e nos brindou com essa linda paisagem no fim do dia:

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– O Golaço do Neymar contra o Villareal

Pode estar enrolado com o fisco e envolvido em polêmicas extra-campo, mas é inegável a habilidade de Neymar. Amadureceu na Europa, deixou de ser cai-cai há tempos e, em pé, tem mostrado que é fora-de-série.

Viram que gol incrível ele fez neste domingo?

Pena que essas jogadas acabaram aqui no Brasil. É por isso que a molecada anda torcendo para os clubes estrangeiros. Os craques, infelizmente, vão para lá!

Abaixo:

– Os Profetas na Bíblia e no Dia-a-Dia; a Missão de “Ser Profeta” na Vida do Jovem na Sociedade

Neste sábado, mais um tema bacana que discutiremos nos nossos encontros semanais da Catequese do Crisma.

Hoje, os Profetas. Abaixo:

OS PROFETAS DA BÍBLIA

A palavra profeta não quer dizer vidente, mas sim entendido em determinado assunto. Nos dias atuais, temos profetas da economia, profetas da política, que são chamados comentaristas ou analistas.

Quem seriam eles no seu dia-a-dia?

Hoje falaremos de profetas religiosos!

Profetizar, aqui, não se trata de revelar o futuro, mas de transmitir o que o Senhor nos fala. O profeta é um instrumento de Deus para falar aos homens. Nós somos esses profetas. Você é um profeta de Deus dentro da sua casa, na sua comunidade, porque eles precisam saber dessa “colheita” que se aproxima. Talvez na sua casa ou na sua comunidade você seja o único que esteja abrindo o coração ao Senhor. Não que você seja melhor que os outros, mas o Senhor fez de você sal para levar Jesus e o Espírito Santo a cada pessoa da sua família e comunidade. Essa é a receita para que você e sua casa sirvam ao Senhor: Pedir o Espírito Santo sobre todos da nossa casa, trabalho, grupo de oração, escola, país, mundo.

Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos.

Profecia é um relato, muitas vezes com conotação religiosa, no qual se prevê acontecimentos futuros. A previsão profética pode surgir por visões, sonhos ou até mesmo encontros com um ser sobrenatural, sendo muitas vezes considerados como mensagens divinas. Aqueles que obtêm as revelações são, muitas vezes, chamados de profetas.

Você já passou por alguma experiência como a citada acima?

Profeta, portanto, não é aquele que adivinha o futuro, e sim, aquele através de quem Deus fala

Na Bíblia, vemos inúmeros livros de Profetas. Vamos conhecer os principais?

1- PROFETAS ANTERIORES (ANTIGO TESTAMENTO):

Livro de Josué

Trata-se de um livro muito bonito que relata a conquista da terra prometida, a partilha do território e o fim da carreira de Josué, que tem o mesmo nome de Jesus. Passa o rio Jordão e entra na Terra Prometida. Após a entrada não mais tiveram o Maná. Tomada de Jericó por intervenção de Deus (Graça de Deus). Jos 1,6-9

Livro dos Juízes

São 6 os Juízes maiores: Otoniel, Aod, Barac, Débora, Gedeão,  Jefté e
Sansão. E os menores, Samgou, Tolo, Jair, Abesão, Elou, Abdou.

São heróis libertadores e recebem de Deus um carisma especial O livro ensina que a opressão é um castigo da impiedade e que a vitória é conseqüência do retorno de Deus. Os Juízes menores eram governantes de Israel.

Livros I e II Samuel

Relatam a história do povo, que vai da monarquia israelita ao fim do reinado de Davi. Narra a vocação de Samuel. A chamada de Davi para ser rei, suas desavenças com Saul. A história de Davi e as lutas em torno da sucessão do trono.

Nele tem o cântico a Ana ( I Samuel 2,1-10) – de onde surgiu o Magnificant que Maria fala em Lc 1,46-56.

No II Samuel, conta a história de Davi e Betsabéia. Do pecado de Davi – como todo pecado não é só uma violação de uma lei moral ou social mas, antes de tudo uma ruptura de uma relação pessoal entre o homem e Deus.

Livros I e II Reis

Continuação do livro de Samuel. Fala do reinado de Salomão, sua sabedoria e o esplendor de suas construções. Especialmente o templo de Jerusalém. Ao morrer Salomão, em 931 a.C. , o reinado se divide: Israel e Judá. Fala da destruição de Jerusalém no ano 587 a.C. e fala de 2 reis – Ezequias e Josias. Marcado pelo ressurgimento nacional e uma reforma religiosa. Invasão de Nabucodonosor e o exílio. Fala de Elias e Eliseu.

2- PROFETAS POSTERIORES MAIORES (ANTIGO TESTAMENTO):

Isaias

Livro escrito por Isaias e seus discípulos. Recebeu no templo de Jerusalém sua vocação profética: a missão de anunciar a ruína de Israel e Judá, em castigo das infidelidades do povo.

Isaias exerceu o ministério durante 40 anos. É um poeta genial. Sua grandeza é sobretudo religiosa. É o profeta da fé. É o maior dos profetas messiânicos.

Vale a pena citar alguns trechos de Isaías, que viveu 600 anos antes do nascimento de Jesus Cristo e disse coisas que se revelaram posteriormente, como Isaías 7, 14, e também conselhos ao povo, como Isaías 59, 1-15.

Jeremias

I Século após a morte de Jeremias, sua vida é relatada neste livro, e de todos os profetas é o que mais se pode conhecer dele. Chamado muito jovem, viveu o período trágico em que se preparou e consumou a ruína de Jerusalém, que é tomada e incendiada. Jeremias prega, anunciando a ruína e advertindo os reis que sucederam Davi. Tinha uma alma terna, feita para amar e seu drama é ter sido enviado para arrancar e destruir, para exterminar e demolir. Fala como Jó: “maldito o dia em que nasci” (Jó 3,3).

Ezequiel

Livro muito bem ordenado. Exerceu sua atividade no meio dos exilados da Babilônia, entre 593 e 571 a.C. Ezequiel é um sacerdote e o Templo é a sua preocupação principal. É o homem das visões. Dá origem à corrente apocalíptica. O apocalipse de São João sofreu a sua influência.

Daniel

Mais recente escrito profético, entre 167 e 164 a.C. Tem trechos lindíssimos: o cântico dos três jovens (Dn 3,24-90), Daniel na cova dos leões (Dn 6,17-25), a história de Suzana (Dn 13), a história de Bel e da Serpente Sagrada (Dn 14). Este livro destina-se a sustentar a fé e a esperança dos judeus perseguidos por Antioco Epifanes.

3 – PROFETAS POSTERIORES MENORES (ANTIGO TESTAMENTO):

Amós

Pastor, fala com o homem do campo. Prega no reinado de Jereboão. Fala sobre ricos e pobres.

Oséias

Contemporâneo de Amós, período de corrupção religiosa e moral (mulher adultera, povo adúltero). Fala sobre oração, perdão (Deus perdoa)

Miquéias

Origem camponesa, usa uma linguagem dura, fala sobre o Messias (Mq 6,8) e no NT em Mt 2,6.

Sofonias

Profetizou no tempo de Josias contra a moda estrangeira e culto a falsos deuses. Anuncia o dia de Javé.

Naum

Ruína de Nínive. É um dos grandes poetas de Israel.

Habacuc

O justo viverá por sua fidelidade (a pérola deste livro), que São Paulo via inserir na sua doutrina de fé (Rm 1,17 e Gl 3,11)

Ageu

Último período profético posterior ao exílio. Antes do exílio a palavra era castigo. Durante o exílio, consolação. Agora é restauração.

Zacarias

Fala da reconstrução do templo. Doutrina messiânica (ver Mt 21, 4-5 e 27,9)

Malaquias

Fala do Dia de Javé, que purifica os membros do sacerdócio.

Abdias

Livro mais curto. Grito de vingança, de espírito nacionalista.

Joel

Fala do dia de Javé. Inaugura os tempos escatológicos. A pessoa pode ser salva pela penitência e oração. Efusão do espírito profético.

São Pedro cita nos Atos dos Apóstolos (At 2,16-21 – Profeta de Pentecostes).

Jonas

Está a um passo do N.T. Deus não só dos judeus mas também dos pagãos. Há um só Deus. A permanência no Sepulcro é lembrada como uma analogia a de Jonas no ventre da baleia.

4 – OUTROS PROFETAS: Elias, Eliseu: muito importantes na história do povo judeu.

5- ALGUMAS PROFESTISAS: Débora, Hulda (2Rs 22.14-20) Miriã.

6- PROFETAS DO NOVO TESTAMENTO:

João Batista

Primo de segundo grau de Jesus, filho de Isabel, é quem batiza Jesus com água.

(Vide Lucas 3, 1- 20 e Mateus 3, 13- 17).

Você já tinha ouvido falar sobre alguns desses profetas?

O que você sabe sobre eles?

E Hoje?

São Francisco de Assis não age como um profeta? Veja se a sua famosa oração não é inspirada por Deus e tem características de missionários e profetas:

Oração de São Francisco de Assis

Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.

Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,

Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.

Onde houver Discórdia, que eu leve a União.

Onde houver Dúvida, que eu leve a .

Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.

Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.

Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.

Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!

Ó Mestre,

fazei que eu procure mais:

consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido;

amar, que ser amado.

Pois é dando, que se recebe.

Perdoando, que se é perdoado e

é morrendo, que se vive para a vida eterna!

Amém

Vamos refletir e responder a algumas perguntas?

1. Existem profetas hoje?

2. Como o profeta sabe que Deus manda falar isto ou aquilo?

3. Como nasce sua vocação?

4. Como distinguir o falso de verdadeiro profeta?

5. Qual a sua missão?

6. Como ele atua?

7. Existe algum profeta na minha vida?

8. Consigo perceber uma mensagem nos acontecimentos da minha própria vida?

9. Será que posso ser profeta para alguém?

(Referências: Canção Nova, Catecismo da Igreja Católica, Bíblia Sagrada e Catequese de Adultos do santuário do Divino Espírito Santo)

– Sábado de Sol com Girassol!

Ou melhor: com Girassóis!

Obrigado Natureza, bela gratuidade da sua beleza. Nossas plantas agradecem a chuva que as floriram…

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