Amanhecer às 06h50 – sem filtros do Instagram, apenas com traços da beleza da Natureza e a inspiração do Criador!
Há de ser mais um bom dia de vida.

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E hoje tem Futebol Esporte Show !
Com Marcel Capretz, Andressa Pavani e Rafael Porcari.
Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba
Tudo sobre o Brasileirão e os times da região.
Prestigie!
Campinas e Região: 13h00
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15

Apesar do título forte, a idéia é exemplar e cidadã: a Pastoral Fé e Política da Igreja Católica articula uma preparação política, ética e responsável dos candidatos visando a próxima eleição.
Abaixo, enviado pelo Jornalista Reinaldo Oliveira:
FORMAÇÃO POLÍTICA: PROPOSTA ESTÁ SENDO ARTICULADA PELA PASTORAL FÉ E POLÍTICA.
A Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí que desenvolve há mais de uma década um bonito trabalho voltado para a conscientização e desenvolvimento da cidadania, através da Doutrina Social da Igreja, nos últimos dias esteve realizando encontros visando já as atividades para o ano de 2016.
Ela que já tem um calendário onde mantém dois encontros anuais com os políticos das 11 cidades do território da diocese, procurando avançar mais já faz seu planejamento visando proporcionar Formação Política aos candidatos para as eleições de 2016.
Neste sentido no dia 6 de agosto a coordenação diocesana da Pastoral participo de uma reunião na paróquia Santo Antonio, em Jundiaí, que contou com a presença de Agentes das Pastorais de diversas paróquias. O objetivo maior foi o de conhecer como as Pastorais Paroquiais estão, bem como fortalecer as relações e o trabalho desenvolvido pelos Agentes.
Ali foi feito um diálogo informando da atuação e atividades hoje desenvolvidas, bem como a articulação para as atividades a serem desenvolvidas em 2016. Os participantes foram informados da programação, fizeram comentários e contribuições e continuam o debate no dia 15 de agosto, foi realizada reunião ordinária no salão paroquial da paróquia São Sebastião, em Itupeva/SP.
SEGUNDO MOMENTO. Já no dia 10 de agosto a coordenação diocesana esteve reunida com o bispo diocesano Do Vicente Costa para a organização do Encontro com os Políticos das 11 cidades da diocese, que acontece no dia 16 de novembro, e terá como tema: “Cidades Sustentáveis e o Saneamento Básico”.
Na reunião o bispo apresentou o padre Silvio Andrei Rodrigues, do Santuário de Pirapora do Bom Jesus/SP como o novo padre referencial para a Pastoral Fé e Política. Também a coordenação diocesana informou o senhor bispo sobre o Curso de Formação Política para o ano de 2016, bem como sobre o projeto de reabertura da Escola de Fé e Política da Diocese de Jundiaí.

Recentemente, Jorge Paulo de Oliveira Gomes, ex-presidente da ANAF, em entrevista aos jornalistas Wanderlei Nogueira e Mauro Betting na Rádio Jovem Pan, criticou a entidade por não brigar como deveria pelos árbitros. Mais: ressaltou, em outras palavras, a falta de independência da entidade.
Pois bem: neste final de semana em que a CBF tenta minimizar os problemas de arbitragem escalando dois 4os árbitros e dois delegados em cada jogo, eis que Marco Antonio Martins, o atual presidente da ANAF, representará a CBF em dois jogos: Figueirense x Sport no sábado e Coritiba x Chapecoense no domingo.
Lembrando: dos delegados que representam Marco Polo Del Nero, ele será o único a trabalhar em duas partidas. Aí fica difícil representar os árbitros, já que representa o patrão…
Não era melhor evitar tal constrangimento? Aliás, e a greve? Morreu o assunto?
Clubes falidos, Federações Estaduais Ricas. Sem contar o “mensalinho legalizado” que a CBF paga aos cartolas das federações, veja que quantia incrível (superior à da maioria dos times) as entidades estaduais arrecadaram só no 1o turno do Brasileirão da Série A.
POR QUE FEDERAÇÕES ARRECADAM MAIS COM INGRESSOS DO QUE OS PRÓPRIOS CLUBES?
Seis milhões de reais. É a quantia que federações estaduais de futebol arrecadaram no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, mais do que os clubes dos próprios estados em alguns casos. Elas não pagam salários de atletas, não arcam com despesas das partidas, não trabalham na promoção, mas ficam com 5% da receita bruta.
A Federação Paulista de Futebol (FPF), na carona dos altos números de Corinthians e Palmeiras, recebeu R$ 2,3 milhões. Ponte Preta e Santos, somados, tiveram receita líquida de R$ 1,8 milhão. A quantia deixa a entidade com mais renda do que 11 dos 20 times que jogam a primeira divisão, entre eles Fluminense e Vasco. A do Rio de Janeiro, mesmo sem Botafogo na elite, ficou com mais renda do que sete.
Ou vamos radicalizar na comparação: se as entidades formassem o “Federação Futebol Clube”, este time de cartolas teria a quarta maior receita líquida com ingressos – só Corinthians, Palmeiras e Grêmio conseguiram mais do que R$ 6 milhões “limpos” no primeiro turno.
| Federação | Receita |
| FPF (SP) | R$ 2,35 milhões |
| FFERJ (RJ) | R$ 1,21 milhão |
| FMF (MG) | R$ 750 mil |
| FGF (RS) | R$ 646 mil |
| FPF (PR) | R$ 360 mil |
| FCF (SC) | R$ 351 mil |
| FPF (PE) | R$ 257 mil |
| FGF (GO) | R$ 85 mil |
O pior é que, em alguns casos, a federação leva a parte dela mesmo quando o mandante toma prejuízo. Em oito das 190 partidas do primeiro turno, clubes tiveram que tirar dinheiro do caixa para cobrir despesas e impostos. Mas a taxa da chefia seguiu intacta.
A solução é mais simples do que se imagina, e nem é tão radical: taxar a receita líquida em vez da bruta. A federação passaria a jogar junto. O clube – e a gestora do estádio, se houver – precisaria acertar na precificação do tíquete, atrair público, enxugar despesas, para que a entidade pudesse ganhar o dela. Senão, ao menos, não atrapalharia ao taxar quem já paga INSS, seguro, arbitragem, exame antidoping, policiamento e até quadro móvel (funcionários) da própria federação.
Pode parecer discussão pequena, de trocados em milhões, mas não é. As federações, sem fins lucrativos, que existem (só) para regular o futebol, tiram dinheiro dos clubes em bilheterias, patrocínios – elas vendem placas no campo para empresas que, por isso, desistem de investir em times – e nas várias taxas do dia a dia. Muitas faturam mais do que os próprios times. Em tempos de bonança, vá lá, daria para perdoar. Mas a crise econômica está aí, meu amigo cartola.

Nesta semana, ouvimos a sugestão do ex-presidente FHC de que “Dilma deveria renunciar como gesto de grandeza”.
Alguém comparou Dilma com Bento XVI, dizendo que é semelhante a crise de governabilidade que a presidente passa e a que o religioso passou.
Bento viu que não conseguiria mais liderar a Igreja – corrupta, com pedófilos e desvios de dinheiro. Renunciou por alguém que seria indicado pelo conclave, à Luz do Espírito Santo: Bergoglio, o Papa Francisco.
O cenário imoral pré-sucessório é o mesmo. Mas a presidente e o vice foram eleitos pelo Povo, não pelo Espírito Santo. O substituto de Dilma será Temer, não Francisco. Aí não dá…
Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega!

Eduardo Baptista é da nova geração de técnicos do Brasil – entende que tem que jogar o futebol pra frente, sem fazer falta, alegre. Raiz brasileira.
Argel Fucs também é dessa geração – mas prioriza futebol de marcação jogando atrás, faltoso, pragmático. Raiz uruguaia.
No banco, Eduardo é low profile, de fala serena. Argel é cascudo, de gritos odiosos.
Qual você prefere?

Semana passada, um caso grave ocorreu em Jundiaí: um policial à paisana foi morto por um travesti com a própria arma. Era o soldado Wesley, da Força Tática da PM. Claro, se faça a consideração de que possivelmente não estava fazendo bico, mas algo aconteceu (e alguns colocam a suposição de que era um cliente e que assumiu correr o risco (conforme as versões dos jornais). “Kennedy Priscila”, o assassino foi preso. Mas independente disso, uma vida lamentavelmente ceifada!
A Prostituição no Centro da Cidade traz drogas, violência e outras coisas ruins. É a indústria do crime em efeito de bola de neve.
Amigos relataram que nesses dias seguintes Jundiaí está sem prostituição à noite nas ruas. Ótimo. Mas não poderia ser sempre assim?

Aliás… ainda está? Ou será que se esperará outra vida acabar?
Douglas Marcucci, 16 anos de carreira, 43 de idade, natural de Araras, onde é Vereador e Presidente do PHS local, apitará Paulista x Grêmio Barueri no Jayme Cintra neste sábado.
Marcucci era um pouco mais novo de FPF do que eu quando brigávamos na ponta da Série Prata A (ranking entre a posição 31 e 45 do quadro de Árbitros), a fim de estarmos entre o seleto grupo de 30 nomes da Série A1 (e automaticamente integrar a Série Ouro). Ele sempre foi da A2, sendo um árbitro rigoroso e cumpridor das regras. Nunca levou desaforo para casa e nem economizou cartões vermelhos. Entretanto, embora político em sua cidade, foi (felizmente) apolítico na FPF, e talvez por isso não teve grandes chances na divisão principal.
Devido a problemas de agenda e a conciliação com seu ofício profissional (é professor de Educação Física e treinador formado), precisou pedir algumas licenças de escalas. Dessa forma, tem sido mal aproveitado nas escalas – até pelo fato da sua idade estar próxima da aposentadoria.
No auge, tranquilamente diria que correria muito em campo, estaria em cima das jogadas e advertiria qualquer reclamação. Hoje, mais experiente, sabe administrar o jogo, economizando cartões desnecessários e se posicionando melhor do que correndo. Apitará com tranquilidade, sem dúvida.
O curioso é que em algumas escalas vimos árbitros sem experiência alguma em campeonatos profissionais. Agora, se tem experiência até demais…
O bandeira 1 será Rafael Acácio, professor de Educação Física, 6 anos de carreira, fará apenas o seu 6o jogo profissional.
O bandeira 2 será Anderson Lucas Lima, apenas 3 anos de carreira, fará seu 3o jogo profissional e vem de uma sequência de escalas em Sub 11 e sub 13.
Samuel Aguilar, 6 anos de carreira, será o 4o árbitro. Esteve em Jundiaí em 2013 no Romão de Souza, na partida Sub 13 em que o Galo perdeu de 3×0 do São José.
Desejo boa arbitragem ao quarteto de juízes e espero um ótimo jogo para os torcedores.
Acompanhe a transmissão de Paulista x Barueri pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

A Natureza sempre nos revela belos “cliques”. Para quem gosta de fotografar como eu (embora seja um hobby que não tinha na juventude), um desafio é acertar na foto de qualquer arco-íris.
E num arco-íris de fogo?
Raríssimo!
Veja abaixo, extraído de Folha.com
ARCO ÍRIS DE FOGO
Um arco-íris diferente foi avistado em Isle of Palms, na Carolina do Sul, no último domingo (16). O raro fenômeno é chamado de arco-íris de fogo e acontece em condições muito específicas: com nuvens chamadas de “cirros”. Trata-se de nuvens finas que se formam na alta troposfera a 10 mil metros de altitude, numa temperatura ambiente inferior a 0 °C. Elas são formadas por pequenas partículas de gelo e o fenômeno só se completa se os raios solares atingirem os pequenos pedaços de gelo em um ângulo preciso.

Ser discreta parece não ser virtude da Comissão de Árbitros da CBF. E gostar de inventar é um fato constante.
Aliás, toda invenção no futebol é algo considerado novo e a ser testado. Invencionice, no dito popular, é uma “invenção a questionar”. São duas que destacaremos neste artigo:
1) A INVENCIONICE PARA A PRÓXIMA RODADA DO BRASILEIRÃO (RODADA 20)
Que as queixas contra as arbitragens estão em número elevadíssimo (e estamos na metade do Campeonato Brasileiro ainda), não há o que contestar. Mas para resolver o problema, eis que no próximo sábado e domingo, a arbitragem terá um reforço extra-campo: fora das 4 linhas, teremos 2 quartos-árbitros e 2 delegados em cada partida!
Mas vai melhorar o rendimento do árbitro em campo, fazendo com que as reclamações caiam? Provavelmente não.
O gozado é que os 4 elementos de fora das linhas serão do mesmo estado das equipes envolvidas. É isso mesmo: se jogar um paulista contra carioca, o árbitro e os bandeiras serão de fora do eixo Rio-SP, só que teremos 1 quarto árbitro paulista e outro carioca, além de 1 delegado paulista e outro carioca, todos no mesmo jogo.
Que circo está virando! Toda rodada uma invencionice nova?
2) A INCOERÊNCIA DOS VÍDEOS FIFA E DOS VÍDEOS CBF
Dias atrás explicamos que a Regra 12, quando trata de “infrações com bolas na mão”, era clara na questão da intencionalidade e que nada havia mudado na Regra do Jogo, exceto a nova orientação que pede atenção ao movimento antinatural do jogador malandro (aquele que disfarçadamente força a barra para a bola bater em sua mão e tirar proveito). Porém, no Brasil, criou-se o erro de interpretar lances imprudentes como antinaturais, inventando a Regra 12B, algo exclusivo para o Futebol brasileiro. Nada de marcar lance de mão por jogador ser imprudente e correr risco, já que a FIFA pede cuidado com a trapaça da intenção disfarçada (a infração por mão é a única na Regra em que se avalia somente a intenção, nunca a imprudência).
Eis que a CBF divulgou 8 vídeos de lances da FIFA instruindo os árbitros sobre o que se deve marcar com a orientação de mão antinatural. O interessante é que são diferentes do que os 4 lances explicados e interpretados pela diretora da Escola de Árbitros, Ana Paula de Oliveira, em vídeo oficial aos árbitros pela CBF TV.
Assista-o (abaixo) e avalie: são todos lances em que há a intenção de tocar a mão na bola (de maneira deliberada, seja com o movimento explícito ou anti-natural)? Aqui, a CBF recomenda pênalti. Alguém viu no restante do mundo tais lances?
Não me assusta… afinal, há quem de alto escalão (acredite se quiser) que justifica que a culpa é dos jogadores brasileiros, não dos árbitros, pois os atletas lá fora já aprenderam a correr e dar carrinho com as mãos para trás…
Entretanto, se você avaliar os oito vídeos da FIFA apresentados aos árbitros brasileiros pelo ex-árbitro Oscar Ruiz em 2015 (lembre-se que o ex-árbitro Jorge Larrionda também esteve por aqui fazendo a mesma coisa em 2014), perceberá que não existe essa história de que tudo é pênalti.
Assista-os e veja o que a FIFA recomenda:
1- Não é Pênalti (mas aqui o pessoal anda marcando):
2- Pênalti sem cartão amarelo (olha o movimento de espalmar a bola):
3- Pênalti com cartão amarelo (explícito para não levar o chapéu):
4- Não é pênalti (mas a gente vê toda rodada aqui no Brasil marcando…):
5– Pênalti com cartão amarelo:
6- Pênalti com cartão amarelo:
7- Não é pênalti (eita, que eu já vi um monte de lances como esses no Brasileirão indo pra cal…), em:
8- Pênalti com expulsão:
Diante de tudo isso, há alguma dúvida que enquanto o mundo continua respeitando a Regra 12, no Brasil criou-se a Regra 12-B?
Não há como deixar de contemplar esse maravilhoso céu róseo que nos é presenteado nesta 4a feira!
Para melhorar, que venha a necessária chuva…

O Palmeiras foi beneficiado com um pênalti inexistente ao seu favor e mesmo assim perdeu do São Paulo. Já o Santos foi prejudicado com a validação do primeiro gol em impedimento a favor do Cruzeiro e acabou derrotado com um placar mais expressivo.
Se tais erros não tivessem acontecidos, os resultados finais de vitória de São Paulo e Cruzeiro seriam outros ou não? Ou seja: o São Paulo ganharia o clássico contra o Palmeiras de maneira mais tranquila e o Cruzeiro teria mais dificuldade em bater o Santos?
Difícil responder. Mas os erros existiram e vamos pontuar as explicações dos lances:
A) Pênalti por uso indevido das mãos na bola por Edson Silva.
Erro primário do árbitro carioca Péricles Bassols Cortez. Na várzea, se resume à regra de “colocar a mão na bola” como: Bola na mão (a bola bateu sem querer na mão) ou Mão na bola (colocou a mão de propósito)?
O torcedor responderá ao assistir pela TV como “bola na mão”. Claro que dentro do campo, influenciado pelo calor da partida, com cansaço, nervosismo, pressão por decidir instantaneamente, o árbitro pode errar. Mas o árbitro tem que estar condicionado para o acerto e o lance era fácil.
Felipe Menezes chuta a bola, que bate no braço de Edson Silva. Lembre-se que a infração de usar a mão na bola só pode ser marcada por intenção do infrator (aqui, não existe a conversa de marcar porimprudência ou força excessiva, que são as outras duas das três condições para assinalar uma falta – exceto em lances de mão).
Se você ainda tiver dúvida do erro, vale ler a Regra do Jogo:
“Uma das faltas punidas com tiro livre direto é: tocar a bola com as mãos intencionalmente (exceto o goleiro dentro de sua área penal).
Tocar a bola com a mão implica na ação deliberada de um jogador fazer contato na bola com as mãos ou com os braços. O árbitro deverá considerar as seguintes circunstâncias:
– O movimento da mão em direção a bola (e não da bola em direção a mão, ou seja, “o jogador tenta tocá-la visivelmente?”);
– A distância entre o adversário e a bola (bola que chega de forma inesperada – “dá tempo do braço desaparecer para que se evite o contato?”);
– A posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração (é irrelevante se os braços estão colados ou não no corpo, abertos ou fechados);
– Tocar a bola com um objeto segurado com a mão (roupa, caneleira etc.) constitui uma infração;
– Atingir a bola com um objeto arremessado (chuteira, caneleira etc.) constitui uma infração.”
E a partir do ano passado, há a recomendação de que exista a avaliação se em determinados lances não houve movimento antinatural dos braços no momento do toque (uma intencionalidade disfarçada de falsa imprudência), ou seja, um desejo de que a bola possa bater em seus braços, pulando espalhafatosamente.
Agora que o leitor já sabe de tudo isso, responda: você marcaria pênalti de Edson Silva por intencionalmente agarrar a bola?
Porém, outro erro nesse lance do tiro penal: a cobrança foi irregular, pois há invasão de área!
Se o batedor bate o pênalti e alguém do adversário se adianta (ou o goleiro sai da sua posição ou os jogadores de linha invadem a área), caso o tiro penal não tenha se convertido em gol, volta-se a cobrança. Se a bola entrar, não se volta a cobrar para não beneficiar o infrator. Entretanto, se é companheiro do batedor que invade a área, caso a bola tenha entrado, repete-se a cobrança pela invasão. Repare na imagem que há um jogador palmeirense bem adiantado, além do goleiro Rogério Ceni. E aqui, a Regra é clara: deveria se repetir a cobrança!
Como se vê, o juizão se enrolou até para manter a ordem no jogo…

B) Primeiro Gol do Cruzeiro com Impedimento por Interferir contra um Adversário
Aos 24m, Everton Ribeiro cobra uma falta para a área santista. Marcelo Moreno raspa de cabeça e a bola vai para Ricardo Goulart, que tenta tocá-la mas não consegue. A bola acaba entrando no gol.
Ricardo Goulart está em posição de impedimento. E estar nessa posição não é infração, desde que não participe ativamente da jogada. É isso que chamamos de impedimento passivo.
Reveja o lance e avalie: um jogador estará passando de impedimento passivo para ativo (e aí sim é infração) se:
– Toca na bola, interferindo na jogada;
– Interfere contra um adversário, atrapalhando-o (não precisa nem tocar na bola);
– Tira vantagem da sua posição (espera um rebote sozinho; exceto se a bola é desviada e ele não estivesse esperando uma sobra de bola, de acordo com as novas orientações da Regra 11).
Dessa forma percebe-se que claramente Ricardo Goulart atrapalhou seu adversário, que era o goleiro Aranha. Repare que ele vai na bola, tenta chutá-la e não consegue, participando ativamente no jogo. Alguns podem argumentar que o goleiro falhou, mas deve-se perguntar: ele esperava a bola morrendo mansamente para a sua defesa após o cabeceio de Moreno ou aguardava um chute de Goulart?
Errou o árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden e seu assistente por entenderem que o lance foi de impedimento passivo.
O mais curioso é que um grande amigo santista sempre reclamou de que o então árbitro Paulo César de Oliveira dava azar em jogos do Peixe (e o bom PC não conseguia ter química com o Santos mesmo, coisas do futebol). Ao ver quem era o comentarista da TV Globo no jogo… PC! E o pior é que ele errou no comentário, pois validou o gol!

E você, o que achou da rodada do Brasileirão neste final de semana? Deixe seu comentário:
Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:
Extraído de: http://is.gd/3lOj0w
FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”
por Mariana Sallowicz
Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”
SAÚDE
A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”
Não tenho mais dúvidas! Com pesar, a Comissão de Árbitros da CBF criou a Regra 12B para o Futebol.
É. Da mesma forma em que o jogo driblado e gingado deixa de ser visto por sofrer um processo de “perebalização” de atletas, onde craques são trocados por brucutus, na arbitragem sofremos outro processo: o de “emburrecimento” da Regra.
A Regra 12, que dita as normas sobre infrações, diz que se deve sancionar uma punição quando um jogador tocar intencionalmente a bola com as mãos, exceto o goleiro em sua área penal. Aí as Diretrizes da Regra darão dicas para avaliar se houve a intenção ou não (se uma bola é chutada à queima roupa e não há tempo de evitar o contato; a distância da bola e do adversário, entre outras coisas).
O mais importante é: a infração por uso indevido das mãos é a ÚNICA em todas as infrações em que só se avalia intenção. Nas demais, deve-se avaliar também imprudência e força excessiva.
Infelizmente, aqui criamos uma Regra Paralela, a partir do momento em que a FIFA pediu maior atenção para observar lances em que jogadores usam de malandragem e deixam o braço bater propositalmente na bola. NADA MUDOU NA REGRA, apenas se cobrou mais cuidado para perceber intenção disfarçada, diferenciando-a de imprudência. Enquanto o mundo continua usando a Regra 12 original, usamos a 12B, onde o movimento anti-natural dos braços virou, erroneamente, discurso para que muitos marquem equivocadamente pênaltis por imprudência!
No sábado, no jogo Atlético Paranaense 0x0 Santos, mais uma dessas horrorosas marcações de pênaltis em que a bola bate no braço (e que o jogo deveria seguir), mas que o árbitro entende que é o braço que busca intencionalmente a bola.
Triste. Confesso que fico constrangido a ver tais lances e me canso de tanto criticar essa situação. Até os árbitros sabem que estão errados, mas se não seguirem a Regra 12B da CBF, imposta pela Comissão de Árbitros brasileira, ficam fora de escala.
Na Europa nada disso acontece (vide Campeonatos da Inglaterra, França, Itália, Espanha…). Na Argentina, também não. É algo exclusivamente local!!! E a insistência acontece pela vaidade dos instrutores e dirigentes do apito em não reconhecerem o erro de tradução da Regra ou a sua falta de compreensão.
Imaginou um árbitro marcando pênaltis como esses num Boca Juniors x River Plate? O jogo não acaba… Ou Chelsea x Manchester United? O árbitro será punido severamente!
Meu medo é: estamos aceitando isso passivamente. Nestas últimas semanas, ouço até mesmo comentaristas de arbitragem validando tais marcações com o argumento pífio de que “dentro do que pede a Comissão de Árbitros, o pênalti foi bem marcado”. ORA, BOLAS, A REGRA NÃO É ESSA!
É como a corrupção: antes, nos escandalizávamos com pequenas manchetes de crimes do colarinho branco. Agora, vulgarizou-se tanto, que até mesmo os grandes esquemas caíram na mesmice e no aceite. Portanto, nada em ter comodismo com esses pênaltis inexistentes que mais parecem lances de “queimada”: chutou na mão, bola na cal!
Gostaria muito de que tivéssemos um levante em prol do cumprimento CORRETO da Regra do jogo e da não acomodação das pessoas da imprensa (que sabem que isso está errado) e que podem repercutir muito mais na cobrança das marcações exatamente conforme a Regra do Jogo manda. Algumas já sucumbiram, aceitando que toda bola que bata na mão é falta.
Vamos resistir!

Li muitos depoimentos de quem é a favor e de quem é contra o impeachment da Presidente Dilma. E neste domingo acontecerão movimentos de protesto Brasil afora.
De fato, os níveis aparentes de corrupção e de desgoverno são insuportáveis. E dentro de uma democracia, vale a manifestação popular.
Só me preocupa uma coisa: os fanáticos radicais (de ambos os lados)!
Me recordo que em certo período, víamos esquerdistas de olhos odiosos usando discursos demagógicos. Que os direitistas não caiam no mesmo erro… Não deve ser PT x PSDB, nem Corinthians x Palmeiras. E outra coisa que temo: xiitas políticos se aproveitarão desse momento; afinal, são nessas ocasiões que demagogos surgem!
E a culpa é de quem?
Nossa mesmo! Se na Presidência, no Senado e no Congresso as coisas não funcionam bem, é por única e exclusivamente RESPONSABILIDADE DO VOTO.
Será que todos nós votamos buscando candidatos com virtudes de honestidade e cidadania, ou buscamos interesses particulares? Ou ainda benesses escusas? Ou pior: votando no “mal menor”?
Faço minhas as palavras do Bispo Dom Vicente Costa, que escreveu no “Bom Dia Jundiaí”, sobre “as pequenas corrupções do dia-a-dia”:
“Só poderemos combater esse nosso velho jeito de querer levar vantagem em tudo quando cobrarmos e assumirmos as responsabilidades enquanto cidadãos e cidadãs. Assim cada um e cada uma de nós, fazendo com competência e honestidade a parte que lhe cabe, pode transformar a nossa sociedade. Esta é a sociedade que almejamos: uma sociedade mais justa e solidária, feita por todos e para o bem de todos”.
As manifestações – se pacíficas, cidadãs e democráticas – podem ser um dos instrumentos de transformação dessa sociedade. Mas a principal ação transformadora deve ser a educação do eleitor: mais esclarecido e blindado dos anúncios emocionais criados pelos marqueteiros que induzem o menos instruído à ilusão e a crença de falsas promessas.

Gostei muito da arbitragem de Carlos Eduardo Gomes, neste sábado à tarde, no Jayme Cintra, bem como seus bandeiras Kleber Fernandes e Ademilson Cipriano.
Não o conhecia; afinal, seria apenas seu 3o jogo profissional com tanto tempo de FPF. Aí a pergunta se torna inevitável: não teve oportunidade por ter sido mal observado ou estava por algum motivo particular desprestigiado?
Não importa isso, mas sim vale ressaltar o ótimo trabalho que fez na partida em que o Galo Jundiaiense perdeu de 4×2 para o Galo Ituano.
Em faltas, o placar foi 13×14. Nos Cartões Amarelos, 4×7. No Placar, 2×4. E me chamou a atenção os seguintes aspectos:
DISCIPLINARMENTE, o árbitro acertou em todos os cartões que aplicou; tanto os de faltas por ação temerária, bem como os por reclamações (em especial a Christian (ITU). Faltou um, no final da partida, por atitude inconveniente do atleta do Ituano no qual o árbitro não viu (próximo às arquibancadas, na linha lateral), já que estava fora do seu alcance de visão. Também foi correto na aplicação do Cartão à Bassani (ITU), que mesmo após o apito de impedimento, persistiu na jogada e “marcou um gol”.
TECNICAMENTE, aceitou na marcação de pênalti cometida pelo goleiro Ian (PAU) e na não marcação no de Pará (PAU). Soube aplicar por 3 vezes corretamente a vantagem, e em uma que não se concretizou, acertadamente voltou atrás e marcou a falta atrasada.
FISICAMENTE, correu bem e se posicionou adequadamente nos lances capitais. E aqui uma ressalva: a postura na forma da corrida! Por muitas vezes, foi nítido que o árbitro “correu torto”, não tendo o mesmo “molejo” durante seu trote, especialmente com o braço no qual mantém o apito de dedeira nas mãos. É um vício de corredor a ser consertado.
O árbitro também não se deixou intimidar no momento em que o jogo pareceu se tornar difícil. E quando Tarcísio Pugliese, treinador do Ituano começou a reclamar, aplicou corretamente a advertência verbal.
Aliás, façamos a observação: foi uma partida muito boa para se assistir. Tanto Tarcísio (ITU) como Beto Cavalcante (PAU) armaram suas equipes ofensivamente, jogando limpo e bem postadas. Melhor que muito jogo modorrento por aí no Brasileirão…

Hoje faz 38 anos que o Rei do Rock’n Roll Elvis Presley se foi!
Se não fossem as malditas drogas…
A minha preferida: Suspicious Mind! (http://www.youtube.com/watch?v=SBmAPYkPeYU)
Só com o amanhecer de hoje, penso que o dia será ótimo!
Ao menos, é o que a Mãe Natureza sugestiona com tal alvorada:

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.
Mas por quê Desterro?
Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.
Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese.
– Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

Imagem extraída de: https://nossasenhoratodas.blogspot.com/2016/01/nossa-senhora-do-desterro-2-abril.html

Ôpa! Teve início a Operação Fair Play da Polícia Federal, atrás das obras superfaturadas da Copa do Mundo do Brasil em 2014.
Maravilha! Nesta sexta-feira, o alvo foi a Arena Pernambuco. E as próximas, quais serão?
Será que encontrarão irregularidades no estádio bilionário de Itaquera, a Arena Corinthians?
Deve ter tanto dirigente com medo…
Imagine quanto dinheiro se perdeu com a corrupção na copa, fora as isenções fiscais do Lula, do Alckmin e do Kassab!
E somos nós quem pagamos essa conta caríssima…

Se fosse um país sério, o presidente da CUT, Vagner Freitas, deveria ir para a cadeia.
Claro! Incentivar a desordem e a luta armada não levaria para trás das grades?
Olha só o que ele disse em defesa da Presidente Dilma em pleno Palácio do Planalto, no evento promovido pelo Executivo chamado de “Diálogo com os Movimentos Sociais”:
“Somos defensores da unidade nacional. Isso implica ir para as ruas entrincheirados, de armas na mão, se deitar [na rua] e lutar, se tentarem tirar a presidenta (…) Nós teremos um exército e vamos enfrentar essa burguesia”,
Meu Deus! Que ridículo. Sua turma pode se manifestar nas ruas, mas o livre exercício da democracia de quem pensa contrário do que ele não?
Quem falou em golpismo?
Quem falou em armas? Quem é essa burguesia? Foram os Governos Lula e Dilma que se associaram com os empreiteiros!
Pessoas como ele envergonham o Brasil!

No Campeonato Brasileiro, a briga pelo rebaixamento está feia. Vasco da Gama, Joinville, Goiás e Coritiba estão se “esforçando” para cair. E acho que caem mesmo!
Eurico Miranda, conhecido fanfarrão e presidente do Vasco da Gama (que não merece cartolas como ele), disse que comprará uma passagem para a Sibéria se o Vasco cair.
Será que ele já está fazendo a reserva? Qual o número do vôo?

A boa dica veio da amiga Erika Oliveira Giollo: você sabia que aqui em Jundiaí, no Sesc, há uma ótima biblioteca para deficientes visuais?
E aberta a todos, desde aqueles que enxergam com alguma dificuldade até os que tem óculos de alto grau?
Compartilho da sua postagem no Facebook:
“Sesc Jundiai
Na Biblioteca estão disponíveis equipamentos para acessibilidade a deficientes áudio visuais. O Scanner e capaz de digitalizar qualquer texto e transformá-lo em audio para deficientes visuais. Nunca foram usados. Vamos divulgar antes que virem sucata.”

Hoje, apesar do dia de muitos compromissos, “comecei bem”, com um ótimo cooper! Correr me ajuda a manter a saúde física (apesar da pança), mental (tirando o stress) e espiritual (conversando com Deus). O que seria de nós sem tal saudável atividade? Melhor ainda: contemplando o belo amanhecer de Jundiaí.
Vale a pena madrugar e se exercitar. E isso traz a certeza de que o ânimo surgirá como recompensa durante a jornada de trabalho.

Amigos me perguntaram se Luiz Flávio de Oliveira seria preservado depois da polêmica no Itaquerão. Não irá; ao contrário, vai para o Mineirão apitar Cruzeiro x Internacional.
O Sport/PE promete processar até o árbitro “pessoa física”. Mas já será acalmado: jogará contra a Ponte Preta com a arbitragem de Sandro Meira Ricci, hoje árbitro da Federação de Pernambuco, lá em Pernambuco… Ô sorteio danado.
E pela enésima vez o bom árbitro gaúcho Anderson Daronco vai apitar o jogo da TV Globo. É domingo-quarta-domingo e assim vai. Se tiver direito de arena (SE TIVER), encherá o bolso.
Em tempo: só o bandeira Vicente Romano Neto (de todos os quartetos de arbitragem da última rodada) não participou do protesto dos árbitros. Ao menos, não o vi na TV. Por quê?

Que pena! Com apenas 63 anos (sim, nos dias e hoje, “apenas”), morreu o Renato Ladeira, do Herva Doce!
Quem tem a minha idade, se lembra bem de “Amante profissional”. Clique abaixo e recorde:
Na tarde desta 5a feira, uma assembléia de árbitros convocada pela ANAF decidirá se eles pararão as atividades ou não. Mas por quê de todo esse imbróglio?
Na MP 671, a medida provisória que trazia responsabilidade aos clubes de futebol, havia um item que solicitava 5% de direitos de imagem aos árbitros de futebol (o mesmo valor de jogadores). Porém, na hora de ir para a votação, o índice considerado exorbitante e sob a justificativa de que havia dúvidas de como o dinheiro seria gerido, caiu para 0,5%. Só que, quando da sanção da presidente Dilma, houve o veto.
Calcula-se que esse 0,5% corresponderia a R$ 9 milhões de reais, bem mais do que muitas equipes da Série A do Brasileirão recebem.
Marco Antonio Martins, presidente da ANAF, em entrevista ao programa “Esporte em Debate” (6a feira, 20h, Rádio Bandeirantes AM 840), declarou aos jornalistas Leandro Quesada e Frank Fortes que o valor seria aplicado para capacitação e profissionalização dos árbitros. Sugeriu a greve e queria uma liminar na Justiça impedindo que as TVs transmitissem as imagens dos árbitros durante os jogos, já que não receberiam nenhum dinheiro.
A questão é: a ANAF brigar contra a CBF, exigindo que ela tenha um grupo de elite profissional, recebendo FGTS, INSS, 13o e Férias, não faz.
Muitos árbitros gostariam de receber esse dinheiro em espécie, e não estariam propensos a uma greve. Ex-árbitros importantes declararam que é um movimento dúbio. Sandro Meira Ricci, o número 1 do Brasil na atualidade, foi contra a greve.
Ontem a noite, o discurso do presidente da ANAF parece que estava mudando (a fim de ganhar apoio dos árbitros ou contradizendo-se), dizendo ao jornalista Fábio Sormani na Fox Sports de que esse dinheiro seria para os árbitros. Mas como reparti-lo…
Cá entre nós, três pontos a discutir:
– Erguer uma placa com 05 antes do jogo (e no Rio Grande do Sul ergueu-se, 671, em “respeito ao 5×0 sofrido pelo Internacional” – é mole?) não adianta nada.
– O Veto maior se deu pela não explicação da Gestão do Dinheiro. Ué, por quê não explica-lo? A propósito, existe prestação de contas do dinheiro do patrocínio da camisa dos árbitros – e que é IRREGULAR, já que a FIFA só permite nas mangas e não nas costas?
– Talvez a CBF esteja gostando da ideia de greve. Claro! Uma paralisação do campeonato (e ainda mais não promovida por ela) seria algo bom para que a entidade tentasse a derrubada de outros vetos da Presidente Dilma junto ao Congresso Nacional.
Nenhuma dúvida seria levantada se as instituições fossem totalmente independentes. Calma, não falo em desonestidade, mas incompatibilidade de cargos. Não me entra na cabeça de quem deveria brigar contra a CBF (no caso, Marco Antonio Martins, que é um cara correto), trabalhe ao mesmo tempo como observador da CBF.
No fundo, quem perde, sempre será o árbitro…

Essa vem do relatório “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do IBGE”; Sistema Onda Verde do IBAMA e do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade de São Paulo: Hoje, os carros novos estão bem adequados à lei que coíbe poluição por gás carbônico. Agora, a preocupação é com o Ozônio, formado da reação do óxido nitroso + hidrocarbonetos.
Quer saber quem mais emite esses gases?
Em 2014, logo após a 1a pré-temporada dos árbitros da FPF com a nova instrução de interpretação da intenção do uso das mãos na bola, ao menos 3 árbitros me disseram: “está mais fácil marcar pênalti“. Segundo eles, o fato de poder utilizar a interpretação de “uso antinatural dos braços” acabaria com muitas discussões, pois, na maior parte das vezes, seria infração.
Foi um verdadeiro desrespeito ao bom senso e ao espírito do jogo. A Regra não mudou, apenas a redação dela reforçou em seu texto que os juízes estejam atentos ao “jogador malandro”, que deixa o braço para que a bola bata nele de propósito, usando de uma intenção disfarçada. É isso, em resumo, o que significa “movimento anti-natural do braço”. Mundo afora, tudo normal. Só no Brasil que parece que inventaram outra coisa…
Em Itaquera, o jogador do Sport dá um carrinho e a bola bate em seu braço, após cruzamento do adversário. Como interpretar: infração ou não?
1- Para quem entende como lance normal: é impossível alguém dar um carrinho legal estando com os braços grudados no corpo; a bola é chutada forte, não tem como o braço desaparecer. Impossível crer que na queda o jogador demonstrou deliberadamente colocar a mão ou o braço na bola. E como no uso indevido das mãos não se deve julgar imprudência, mas sim só intenção, o lance é limpo (atenção: se você disser que “dar um carrinho com as mãos abertas está correndo risco de que ela bata neles”, saiba que isso é imprudência).
2- Para quem entende como infração: o jogador dá o carrinho já desejando usar as mãos, pois com a velocidade do lance e a forma como foi à bola, sabe que ela pode bater em seus braços e ganhar vantagem com isso. Portanto, ele pula com os braços soltos e levantados, aumentando o espaço de contato com a bola deliberadamente. Isso é movimento antinatural, e ele tem a intenção disfarçada de tirar proveito do uso das mãos, como se fosse involuntário (mas não sendo).
E aí, você marcaria pênalti ou não?
Aproveitando: com tantos árbitros disponíveis no quadro (temos 10 da FIFA), por quê escalar um árbitro de mesma federação? A quem não se recorda, lembre-se: no começo do Brasileirão, Sérgio Correa da Silva, chefe da Comissão de Árbitros, declarou que o presidente da CBF Marco Polo Del Nero queria acabar com dúvidas sobre a arbitragem e que tais escalas seriam a “PROVA DE HONESTIDADE” – termo usado para descrever a neutralidade dos juízes.
Só não consigo entender: escala um paulista em jogo de paulista no território paulista contra time pernambucano, mas aceita veto de Vuaden e Daronoco, gaúchos, por parte do Grêmio-RS. Aliás, o mesmo árbitro do Pará, Dewson Freitas, que apitou o GreNal domingo, apita de novo o Grêmio hoje.
Incoerência ou não?

Os Jovens Católicos da nossa cidade estão de parabéns! Pelo Facebook, o Grupo “Setor Juventude – Diocese de Jundiaí” fez um convite intimidador e de ótimo propósito. Veja, abaixo:
DESAFIO LANÇADO!
No dia 14/08 temos um desafio para você! Onde você for, a pé ou de ônibus, vá rezando o terço.
Não costuma ir a pé para nenhum lugar? Taí uma oportunidade de se exercitar e rezar.
Queremos ver todos de terço na mão contemplando os mistérios da vida de Cristo.
Daí no dia 15/08 vamos nos encontrar para rezar juntos na praça da CATEDRAL NOSSA SENHORA DO DESTERRO ÀS 15:00.
Este desafio é para você, mas só os fortes aceitarão!

Incrível amanhecer belas bandas de Jundiaí!
Que seja um dia inspirado.

Importante: Não haverá greve (por enquanto) no Campeonato Brasileiro, mas ato simbólico. Veja:
ATENÇÃO
Na rodada de hoje do Brasileirão, os árbitros farão um protesto contra o veto ao artigo que reconhecia o direito de arena para a arbitragem.
Primeira manifestação na história da arbitragem brasileira.
Aos cinco minutos do primeiro tempo a partida será paralisada. Um minuto de silêncio em protesto contra o veto. Equipes de arbitragem colocarão faixas pretas no braço. O quarto arbitro vai levantar a placa com 0,5.
Informações de Julio Cancellier, Assessor de Comunicação da ANAF (Reproduzido pelo Jornalista Pedro Paulo de Jesus, do site “Voz do Apito”).
Será que vingará?
MINHA OPINIÃO SOBRE A GREVE, em: http://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/08/07/sobre-a-greve-dos-arbitros-reflexoes/

Durval Orlato, ex-deputado e ex-vereador, atual Vice-Prefeito de Jundiaí, confirmou a sua desfiliação junto ao PT.
Vide que tal prática – sair do Partido dos Trabalhadores – parece estar sendo uma constante; ao menos são numerosos os casos no Estado de São Paulo.
E a maior parte dos ex-petistas (como o próprio Orlato divulgou, em: http://is.gd/IU31y2), alegam o abandono dos princípios éticos e demais valores sociais aos quais os fundadores da legenda tinham.
Ouvi a entrevista de Durval na Rádio Cidade, e confrontado por uma ouvinte, que disse: “Mudar de partido não resolve muita coisa, mas mudar a conduta para ações positivas sim!”, o Vice Prefeito retrucou que no caso dele “mudar de partido era muito significativo pelas coisas que estava passando”.
Claro, deixou transparecer muito desconforto no partido em que estava. E também deixou no ar uma certa aproximação com o PROS.
– Será que tal mudança respingará no futuro da nossa Jundiaí?
Não sei. Se sim, tomara que para melhor.

O Flamengo vira-e-mexe quer demitir Cristóvão Borges. O Internacional está a procura de treinador.
Pelas redes sociais, especulam-se dois nomes estrangeiros (mas improváveis): o argentino Marcelo Bielsa ou o chileno Jorge Sampaoli.
– Será que alguém deles aceitaria?
Bielsa é louco! Estudioso, conhecedor de futebol mas meio “malucão”. Toparia vir ao Brasil?
Sampaoli largaria a Seleção Chilena, sendo ele Campeão da América, tendo 2 anos de contrato e prestígio, para assumir qualquer clube do Brasil, com a instabilidade dada pelos times, além dos salários atrasados? Se ele sair do Chile, é para outra Seleção ou para um time de potencial indiscutível, como Barcelona, Manchester United ou equivalente.
