– A Exclusão do Grêmio é Louvável ou Demagógica?

O Grêmio foi excluído da Copa do Brasil pelos problemas envolvendo o Racismo. E daí?

Eliminar o clube que perdeu em casa por 2 x 0 de uma competição eliminatória é fácil.

E se o jogo fosse pelo Campeonato Brasileiro? O Grêmio seria excluído do Brasileirão?

Sou defensor que as punições sejam severas e o clube vinculado à sua torcida, mas o valor da multa imposta foi baixo e o time gaúcho ainda economizará com as despesas de viagem à Santos.

Por que não jogar com portões fechados?

Dia 18 de setembro jogarão pelo Campeonato Brasileiro o mesmo Grêmio, contra o mesmo Santos, no mesmo estádio. E muitos dos mesmos racistas deverão estar lá. Ou alguém acredita que todos que tiveram mal comportamento foram identificados?

DUVIDO que se o imbróglio tivesse envolvido Corinthians, Fluminense ou Flamengo, estando eles com possibilidade de avançar na competição, seriam punidos nessa mesma pena.

Em tempo: o Grêmio tem feito esforços para coibir o racismo. O problema é essa parte ignorante da torcida.

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– Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com o frio, o número de doadores voluntários cai muito; também em épocas festivas, a carência aumenta!

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

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– O Espírito de João Mendonça Falcão ainda vive no Futebol de hoje

O presidente corinthiano Mário Gobbi reclamou que a arbitragem brasileira está contra o Corinthians. Ele sabe de algo premeditado e não pode falar, ou é apenas “chororô”? Petros, segundo o diário Lance (02/09), não jogará para não ser perseguido pela arbitragem.

O jogo de volta da Copa do Brasil envolvendo Santos x Grêmio foi adiado até o julgamento do caso de Racismo pelo STJD. Deveria?

Os treinadores sendo demitidos à exaustão. Bastidores da bola estão fervendo! E o desejo do campeonato ser decidido exclusivamente dentro do campo pelos jogadores e suas habilidades parece que ficou deixado de lado.

Diante de tudo isso, não dá para deixar de lembrar do espírito “esportivo e político” do Dr Falcão, o polêmico cartola das décadas de 60 e 70.

Calma, esse post nada tem a ver com vida pós-morte. Mas falamos de ideários, principalmente no esporte. E, como nunca, a figura de um ex-dirigente esportivo, mesmo pouco lembrado atualmente, é atualíssima: João Mendonça Falcão, ex-deputado e ex-presidente da FPF, era um dos expoentes do futebol jogado e conversado nos escritórios.

Poucos sabem dessa história, mas convivi semanalmente com o “Dr Falcão”. Ganhei chaveirinhos dele na sua última campanha a Deputado Federal pelo PTB no início da década de 80.

Mendonça Falcão se recolhia aqui em Jundiaí, no nosso Bairro Medeiros, em sua aprazível chácara. Hoje, coincidentemente, moro bem em frente a ela, que se transformou no ótimo restaurante campestre Noz Mostarda.

Ele pontualmente chegava na loja de materiais de construção do meu pai às 9:00h, trazido pelos folclóricos motoristas Ivan ou pelo Toco (este, figura carimbada do futebol paulista, corinthiano doente). Lembro-me sempre do Del Rey azul estacionando com toda a pompa de uma autoridade, ou em situações estratégicas, da Brasília bege que ele gostava! Quando o então ex-dirigente entrava no depósito, fazia questão de sentar na cadeira do escritório, encostar sua bengala (já era bem idoso), e ficava lá contando suas histórias. Hoje tenho como certeza que, alijado dos holofotes, ele buscava simplesmente companhia para contar suas experiências (sempre se queixava da família e outros problemas particulares; enfim, um homem solitário no final da vida).

Imagine uma criança fanática por futebol (sem noção do que era a Federação Paulista de Futebol ou a política no esporte), ganhando bolas oficiais do Campeonato Paulista, ouvindo contos e passagens daquele senhor de idade sobre nomes famosos do futebol? Me deliciava com as histórias, mesmo que não as entendesse.

Naquele tempo, não havia telefone no bairro todo, e a linha da Telesp só chegava até a nossa loja. Falcão ia lá, ligava para Deus e o mundo, e ficava até à hora do almoço. Cansei de vê-lo esbravejar com seus pares políticos, sem ter noção do que era importante ou não. E quase toda semana, ele dizia algo que de tanto contar, gravei na mente até as mesmas palavras: “Se o Santos ganhou do Milan, tem que me agradecer para o resto da vida pelo 3a partida…” , em referência ao jogo-desempate do Mundial de 63, onde ele não permitiu o jogo em campo neutro e sim no domínio santista.

Digo tudo isso para lembrar do fato que torna Falcão atual: ele repetia sempre, mais ou menos com essas palavras, que:

Futebol é muito mais do que um jogo jogado no campo, é vencido por gente fora dele”.

Hoje, adulto e tarimbado, entendo perfeitamente o que ele queria dizer. Ex-árbitros daquele período, que tive o grande prazer de conhecer e que hoje são octagenários, diziam que quando o João Mendonça Falcão chamava alguém em sua sala, lá na sede da FPF na Brigadeiro… xi… lá vinha confusão. Muitos deixaram de apitar por não concordar com determinadas ordens.

Cada vez mais a política está presente no futebol. Não há manipulação de resultados oficial, pois seria perceptível àqueles que entendem e militam na área. Mas há entraves dificultosos políticos, que deturpam o espírito esportivo. Me apego ao que o piloto finlandês Kimi Raikkonen declarou um dia:

Na F-1, há muitos fatores mais importantes do que a corrida. É muita política e ninguém diz o que pensa”.

Traga essa frase da F-1 para o mundo futebolístico e compare com a frase de efeito do ex-presidente da FPF, citada acima. Falcão não é atual?

E você, o que pensa disso: há muito mais fatores políticos no futebol do que o próprio jogo? Deixe sua opinião:

(Abaixo: Falcão, Havelange e José Ermírio de Moraes)

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– Dirigentes demitem treinadores. Mas quem demite os dirigentes?

Os treinadores Adilson Batista, Celso Roth, Ricardo Gareca e Oswaldo de Oliveira foram demitidos de seus clubes (Vasco, Grêmio, Palmeiras e Santos).

Em alguns casos (como o de Oswaldo), é um erro. Em outros, é por culpa dos resultados.

Mas esses treinadores foram contratados por alguém. E esse alguém nunca é demitido: o presidente do time!

O Santos não tem dinheiro para contratar jogadores, e quando Oswaldo coloca no banco de reservas um jogador de mais de 40 milhões e corajosamente põe para jogar um garoto melhor do que ele, perde o emprego?

Onde Oswaldo errou?

Se Oswaldo é errado, errou quem o contratou.

Aliás: o próprio Santos não tem um bom patrocínio na camisa, joga para estádio vazio e não viu a cor do dinheiro que o Barcelona deu para Neymar. E a culpa é do Oswaldinho?

Durma-se com tal barulho…

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– Críticos e Elogiosos no papel e na conduta

Tecer comentários é uma arte. Li em algum lugar este sábio conselho do mestre Armando Nogueira:

Você pode elogiar sem bajular e criticar sem ofender

Perfeito.

Deveríamos saber!

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– R10 faltou no Jogo da Paz?

Ronaldinho Gaúcho é o típico talento desperdiçado. Se potencializado, estaria gravado na história como rival de Pelé na disputa de melhor do mundo (qualidade já mostrou, quando leva sua carreira a sério).

Nessa semana, o Vaticano realizou o “Jogo da Paz pelos Pobres”, com arrecadação destinada aos mais carentes. Zidane, Maradona e outros nomes compareceram. R10, mesmo convidado pelo Papa Francisco, faltou.

O que esse cara quer e pensa da vida? Só se preocupa em festividades e baladas?

Aliás, Assis, seu irmão e empresário, gerencia muito mal sua carreira…

Pisou na bola, Gaúcho!

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– Coitados dos Discentes da Gama Filho e UniverCidade…

Alunos da Gama Filho e UniverCidade, instituições do Grupo Galileo, que recentemente sofreram intervenções do MEC, estão sofrendo.

Se não bastassem os problemas que passaram enquanto discentes (falta de aula, greve de professores, baixo conteúdo acadêmico), os ex-alunos não conseguem transferência para outras instituições sob a queixa que o grupo Galileo não libera documentações suficientes.

A realidade é: muitas faculdades abriram as portas; poucas deveriam ter funcionado de verdade!

Fico pensando: e os gestores, proprietários ou donos do Grupo Galileo? A quantas andam? Confesso que não sei quem são.

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– Qual a Grande Contratação que micou no Futebol?

Me recordo que um dia o São Paulo trouxe de helicóptero o grande substituto de Raí: e a festa foi armada para o suposto genial Sierra…

Não vingou!

A peso de ouro o Corinthians também já deu sua bola fora: trouxe o uruguaio Acosta, que jogou por diversas equipes recebendo seus salários do Corinthians (hoje ele joga em Macapá pelo Santos/AP). Também tivemos Adriano Imperador, que praticamente nem jogou pelo Timão mas recebeu em dia. Seu contrato demorou para se encerrar…

Recentemente, o Santos “micou” com Leandro Damião, o reserva mais caro do Brasil. E, nessa segunda-feira, foi a vez do Palmeiras fazer com que sua aposta virasse um mico: demitiu o treinador Ricardo Gareca.

O Verdão deu os jogadores pedidos mas não o tempo de contrato combinando. Claro, no Brasil o que vale são os resultados a curto prazo, que foram péssimos, além dos questionamentos do trabalho em si.

Mas vale a constatação: a paciência que não se teve com Gareca, se tem com Valdívia. A tolerância aos contratados é equivalente aos valores das multas?

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– Labirintite… nãããããooo

Sabe o que é sentir-se bêbado, sem ter bebido?

Estar enojado, segurando a ânsia?

Rodando, rodando, rodando…

Pois é, a Labirintite voltou.

Socorro!!!

– Campeonato Brasileiro e suas Peculiaridades!

O Brasileirão precisa urgentemente ser revisto no quesito “DATAS”. Vejam só que absurdo: o Cruzeiro, que por sua competência dispara na liderança, será prejudicado pela CBF devido aos amistosos da Seleção Brasileira. Não é admissível que por estar jogando bem a Raposa perca jogadores para a CBF, que ganhará dinheiro e desfalcará o clube. Os jogos do Brasil são em data FIFA, não deveriam ter jogos do Campeonato organizado pela própria CBF.

A propósito, torneio bem mal organizado! Acho justas as queixas de Oswaldo de Oliveira, treinador do Santos FC, após a derrota para o Botafogo FR no Maracanã:

É difícil fazer alguma coisa, jogamos em Porto Alegre na 5a a noite e entramos em campo nesse domingo no Rio de Janeiro, não dá para trabalhar adequadamente”.

Verdade! O time tem que retornar para casa na 6a e reembarcar no dia seguinte. Claro, a lógica é ir direto do RS para o RJ, mas como se vai treinar adequadamente? E se você perguntar para Muricy, Luxemburgo, Marcelo de Oliveira e outros técnicos, a queixa é a mesma: se joga muito no Brasil! O que tem de jogador lesionado… a solução é lógica: não treinar para descansar.

O calendário maltrata: a Sulamericana deveria ser disputada paralela à Libertadores, mas isso não ocorre. A Copa do Brasil também judia com suas datas. Fazer pré-temporada e excursões quando, se ainda existem os Regionais?

Será que, se não se abrir mão das demais competições, a solução será encurtar o Brasileirão? Mudar a fórmula para turno único, voltar o mata-mata  ou reduzir o número de clubes para 16. Algo há de ser feito!

A verdade é que o futebol nacional está chato. Treinadores pilhados (vide Mano, Felipão), arbitragem ruim (o que dizer de Paulo Henrique de Godoy Bezerra, que conseguiu desagradar a todos no Itaquerão) e pavio curto com alguns (Gareca, treinador do Palmeiras, que o diga). E vale o lembrete: pela enésima vez, nenhum paulista venceu na rodada. Está virando rotina?

No sábado, assisti ao espetacular Everton 3 x 6 Chelsea, com dois gols de Diego Costa, o centroavante hispano-brasileiro. Aí entendi porque alguns garotinhos estão usando cada vez mais as camisas de clubes estrangeiros do que os dos nacionais…

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– Substituição de Árbitro em Corinthians x Fluminense

Paulo Henrique de Godoy Bezerra, catarinense, substituirá Sandro Meira Ricci- FIFA que se lesionou para o jogão entre paulistas x cariocas à tarde.

Nesta fase de chiadeira corinthiana, por vias tortas Sandro não se desgastará (em que pese, logicamente, a tristeza pela lesão).

Mano Menezes está pilhando os atletas e a torcida contra a arbitragem. Lamentável. Mano foi absolvido da expulsão da 4a feira retrasada, mas gostaria de saber se continuará impune após os aplausos irônicos feitos à Leandro Bizzio Marinho após a trombada de Guerrero.

O treinador gaúcho sempre deu trabalho à beira do gramado. Se exalta, xinga e pressiona, mas quando vê um microfone, fala com moderação.

Em se tratando de Corinthians x Fluminense, tenho pena de Paulo Henrique…

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– Substituição de Árbitro em Corinthians x Fluminense

Paulo Henrique de Godoy Bezerra, catarinense, substituirá Sandro Meira Ricci- FIFA que se lesionou para o jogão entre paulistas x cariocas à tarde.

Nesta fase de chiadeira corinthiana, por vias tortas Sandro não se desgastará (em que pese, logicamente, a tristeza pela lesão).

Mano Menezes está pilhando os atletas e a torcida contra a arbitragem. Lamentável. Mano foi absolvido da expulsão da 4a feira retrasada, mas gostaria de saber se continuará impune após os aplausos irônicos feitos à Leandro Bizzio Marinho após a trombada de Guerrero.

O treinador gaúcho sempre deu trabalho à beira do gramado. Se exalta, xinga e pressiona, mas quando vê um microfone, fala com moderação.

Em se tratando de Corinthians x Fluminense, tenho pena de Paulo Henrique…

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– E desde quando não chove?

CONTRASTES: ao fundo, o #verde da #SerraDoJapi (trecho da #Ermida) sob o #céu #azul.
No pé da #serra, tudo seco! E perguntar não ofende: quando irá chover?

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– 2ª Oficina de Educação Política para a Cidadania

por Reinaldo Oliveira

Acontece neste sábado, dia 30 de agosto das 14h às 17h, na Cúria Diocesana de Jundiaí a 2ª Oficina de Educação Política para a Cidadania.

Promovida pelo Movimento Voto Consciente Jundiaí, Cáritas Diocesna, Pastoral Fé e Política e Rede Social Jundiaí, na 1ª Oficina realizada dia 23 passado, teve a participação de mais de 70 pessoas.

Realizada de forma dinâmica e interativa, para um público mesclado de jovens e adultos, o objetivo das Oficinas é a formação de multiplicadores para os assuntos de política e cidadania, sobre as próximas eleições e candidatos.

Nesta Oficina além da continuidade dos assuntos anteriores, também todos/as participantes serão informados e convidados a participarem, na semana de 01 a 07 de setembro, da realização do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

Também no dia 7 de setembro as entidades promotoras convidam a todos/as para o evento do 20º Grito dos Excluídos Nacional e 4º Grito dos Excluídos da Diocese de Jundiaí, cujo tema é “Ocupar ruas e praças por liberdade e direitos”.

Ele terá início às 15h, com uma celebração eucarística na Catedral Nossa Senhora do Desterro, presidida pelo bispo diocesano Dom Vicente Costa, seguida de manifestações do Grito na Praça Pedro de Toledo.

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– Blatter e o Desafio aos Árbitros. A Idéia vinga ou não?

Joseph Blatter já declarou durante a Copa do Mundo e repetiu o discurso dias atrás: quer testar o “desafio” em jogos de futebol. Como em alguns outros esportes, o treinador ou o capitão da equipe poderia contestar o árbitro da decisão tomada em algum lance polêmico, pedindo para que ele o revesse num monitor. Claro, estudar-se-ia em quais momentos adequados e em número limitado de paralisações.

Será que a Internacional Board, que é a “dona das Regras de Futebol” aceitará a sugestão da FIFA?

E outras entidades, como a UEFA de Platini, que um dia se declarou avesso a qualquer tipo de tecnologia?

Toda a boa tecnologia que ajude ao árbitro a apitar com maior correção e que possibilite legitimar os resultados é benvinda. Gosto e defendo isso. Mas tenho uma curiosidade: como operacionalizar isso?

Muitas vezes, temos 10 câmeras nos estádios e não se consegue com perfeição a imagem ideal para marcar ou “desmarcar” um pênalti. A transmissão para o árbitro seria de uma TV FIFA? A reprodução seria no telão do estádio ou em um aparelho de TV junto ao quarto-árbitro?

Aguardemos.

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– Racismo, de novo? E até quando?

– Há muito tempo, se discute o a prática do racismo nos estádios e não se vê eficácia alguma nas atitudes tomadas para evitá-lo.

– Há pouco tempo tivemos Daniel Alves sendo atingido por chuvas de banana, em mais um episódio de racismo.

– Há menos tempo ainda, Arouca foi ofendido por ato racista em Mogi Mirim.

– Há algumas horas, Aranha, goleiro do Santos, foi chamado de macaco na partida Grêmio x Santos.

– Imaginaram o jogador que está em campo trabalhando e sendo chamado de animal única e exclusivamente pela cor da pele?

– Imaginaram o tipo de educação que esses agressores verbais e morais tiveram para quererem gratuitamente inferiorizarem um ser humano?

– Imaginaram que tipo de prazer essas pessoas devem sentir em ofenderem alguém e sorrirem por tal conduta, com manifestação de vanglória?

– Imaginaram o sentimento da filha, da esposa, do pai ou da mãe do ofendido?

*********

Amigos, nessa quinta-feira novamente vimos o quão baixo e horroroso pode agir o ser humano a um irmão seu. Se ali em Porto Alegre a maioria é de pele branca, que raio de manifestação de supremacia racial foi inserida na mente desses idiotas para acreditarem que são superiores a quem tem pele de outra cor?

Estamos no século XXI. O homem chegou a Lua, criou a Internet e reduziu as distâncias de comunicação, inventou maravilhas que nos trazem comodidade, clonou animais e às vezes quer brincar de Deus. E, nesse mesmo mundo de tamanha inteligência, convive-se com aqueles que não conseguem entender que só existe uma única raça: a raça humana, de pela branca, negra, vermelha ou amarela.

E como resolver isso?

Se os jogadores não tomarem uma providência, a acomodada CBF vai permanecer demagoga alegando ser um problema social e mundial. Defendo uma greve de protesto! Paralisação da próxima rodada para chamar a atenção (e que se jogue o problema de datas prejudicadas por culpa de calendário aos cartolas). Mais: punição severa ao Grêmio! O que de efetivo foi feito quando macabramente louvaram o trágico acidente que vitimou o ex-jogador Fernandão?

Infelizmente, o discurso é de que quem faz isso é a minoria. Mas não é a maioria que defende o estádio de futebol um lugar permitido para extravasar, xingar, onde tudo pode?

De tantos idiotas racistas, as câmeras flagraram uma moça jovem, loira, desinibidamente chamado o jogador de macaco. Nas redes sociais já a identificaram com precedentes de intolerância. Sobrará apenas para essa menina, bonitinha e ordinária?

Mas e os demais?

Ninguém prendará uma gangue de torcedores. Provavelmente nem mesmo a jovem identificada (lembre-se: racismo é crime). E veremos o mesmo filme já visto após tais constrangimentos: clima de comoção, muito discurso e pouca ação duradoura que resolva o problema de verdade.

Por fim, vale a pena ler a declaração do goleiro pós-jogo:

A outra vez que viemos aqui jogar a Copa do Brasil tinha campanha contra racismo, não é à toa. Xingar, pegar no pé é normal. Agora me chamaram de ‘preto fedido, seu preto, cambada de preto’… Estava me segurando. Quando começou o corinho com sons de macaco eu até pedi para o câmera filmar, eu fiquei p… .Quem joga aqui sabe, sermpre tem racista no meio deles. Está dado o recado, agora é ficar esperto para a próxima. Tem leis, mas no futebol sabemos que o torcedor usa de várias maneiras para desestabilizar. Não vou deixar de jogar o meu futebol por manifestação de torcedor. Dói, mas tenho que jogar.

Sem comentários… simplesmente, disse tudo!

O link dos xingamentos está em: http://www.youtube.com/watch?v=XSBlzf_5EfA

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para XV de Piracicaba x Paulista

Ilbert Estevam da Silva apitará o jogo do Nhô Quim contra o Galo. Jovem (tem apenas 31 anos), mas com bastante escalas na segunda e terceira divisão no currículo. Estreou recentemente na série A1 e vem sendo considerado uma aposta da Federação Paulista. Costuma correr bastante e ser disciplinador em campo.

Levando em conta que o XV de Piracicaba reclamou bastante da arbitragem na sua última partida (teve duas expulsões) e o Paulista chiou com razão pelas penalidades não marcadas em Jayme Cintra, o jogo será difícil para o juizão. Um ótimo teste para quem quer deixar de ser promessa e começar a se tornar realidade.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para XV de Piracicaba x Paulista

Ilbert Estevam da Silva apitará o jogo do Nhô Quim contra o Galo. Jovem (tem apenas 31 anos), mas com bastante escalas na segunda e terceira divisão no currículo. Estreou recentemente na série A1 e vem sendo considerado uma aposta da Federação Paulista. Costuma correr bastante e ser disciplinador em campo.

Levando em conta que o XV de Piracicaba reclamou bastante da arbitragem na sua última partida (teve duas expulsões) e o Paulista chiou com razão pelas penalidades não marcadas em Jayme Cintra, o jogo será difícil para o juizão. Um ótimo teste para quem quer deixar de ser promessa e começar a se tornar realidade.

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– A trombada de Guerrero em Bizzio: o que fazer?

Parece que o Corinthians está realmente pilhado com a arbitragem. No jogo em que foi derrotado por 1 a 0 pelo Bragantino na Arena Pantanal, um lance inusitado e que lembrou a infelicidade de Petros golpeando as costas do árbitro Raphael Claus na Vila Belmiro. LEMBROU, não imitou!

Nesta ocasião, Guerrero vê a bola se aproximar e vai disputá-la, mesmo estando em seu caminho o árbitro Leandro Bizzio Marinho. Ao invés de desviar do juizão, o jogador vai de encontro a ele empurrando-o.

Diferente de Petros que desvia da rota para socar as costas do árbitro, ontem Guerrero mantém o seu caminho e tromba para tentar o domínio da bola. NADA DE AGRESSÃO PREMEDITADA, MAS UM TÍPICO LANCE DE FALTA, CASO BIZZIO FOSSE JOGADOR.

O que fazer?

Bizzio percebeu, viu e sentiu. Nada fez a não ser um esboço instintivo de reclamação. Friamente, ali se deve marcar TIRO LIVRE INDIRETO a favor do Bragantino no local do empurrão e advertir o jogador corinthiano COM CARTÃO AMARELO pelo que se chama no futebol de ATITUDE INCONVENIENTE.

Nada de criar polêmica sobre agressão, mas é impossível não associar: a Procuradoria do STJD indiciou Petros, alegando que independia do relato ou não do árbitro na súmula. Fará o mesmo com Guerrero?

O que chamou a atenção foram as imediatas palmas de Mano Menezes após o empurrão. Ele aplaudiu irônica e antidesportivamente o lance. Deverá ser punido?

Curioso é que Guerrero foi expulso no domingo e Mano na quarta-feira passada. Atitudes de unfairplay persistem e lamentavelmente não cessam…

Veja o lance: http://is.gd/GuerrBizzio

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– A trombada de Guerrero em Bizzio: o que fazer?

Parece que o Corinthians está realmente pilhado com a arbitragem. No jogo em que foi derrotado por 1 a 0 pelo Bragantino na Arena Pantanal, um lance inusitado e que lembrou a infelicidade de Petros golpeando as costas do árbitro Raphael Claus na Vila Belmiro. LEMBROU, não imitou!

Nesta ocasião, Guerrero vê a bola se aproximar e vai disputá-la, mesmo estando em seu caminho o árbitro Leandro Bizzio Marinho. Ao invés de desviar do juizão, o jogador vai de encontro a ele empurrando-o.

Diferente de Petros que desvia da rota para socar as costas do árbitro, ontem Guerrero mantém o seu caminho e tromba para tentar o domínio da bola. NADA DE AGRESSÃO PREMEDITADA, MAS UM TÍPICO LANCE DE FALTA, CASO BIZZIO FOSSE JOGADOR.

O que fazer?

Bizzio percebeu, viu e sentiu. Nada fez a não ser um esboço instintivo de reclamação. Friamente, ali se deve marcar TIRO LIVRE INDIRETO a favor do Bragantino no local do empurrão e advertir o jogador corinthiano COM CARTÃO AMARELO pelo que se chama no futebol de ATITUDE INCONVENIENTE.

Nada de criar polêmica sobre agressão, mas é impossível não associar: a Procuradoria do STJD indiciou Petros, alegando que independia do relato ou não do árbitro na súmula. Fará o mesmo com Guerrero?

O que chamou a atenção foram as imediatas palmas de Mano Menezes após o empurrão. Ele aplaudiu irônica e antidesportivamente o lance. Deverá ser punido?

Curioso é que Guerrero foi expulso no domingo e Mano na quarta-feira passada. Atitudes deunfairplay persistem e lamentavelmente não cessam…

Veja o lance: http://is.gd/GuerrBizzio

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– E viva Santo Agostinho!

Hoje é um dia de alegria para o católico: É Festa de Santo Agostinho, um jovem rebelde que se tornou Doutor da Igreja! É dele a célebre frase:

Quem canta reza duas vezes

Extraído de: http://santo.cancaonova.com/santo/santo-agostinho/

HISTÓRIA DE SANTO AGOSTINHO

Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.

Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.

Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.

O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.

Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.

Santo Agostinho, rogai por nós!

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– Esportista que tira a Camisa perde a Conquista?

Você já deve ter reparado em jogadores de futebol que, ao comemorar um gol, tiram a camisa e levam Cartão Amarelo. Alguns criticam essa regra de punir por “descaracterizar o uniforme”, mas ela existe em outras modalidades esportistas.

No último dia 14, o corredor francês Mahiedine Mekhissi-Benabbad estava vencendo a prova dos 3000 metros do Torneio Europeu de Atletismo, disputada na Suíça. Próximo da linha da chegada, empolgado, tirou a camisa e comemorou. A delegação espanhola reclamou de “que estar sem a camisa é irregular” e, após alguns minutos de comemoração, a Medalha de Ouro foi dada ao segundo colocado. O francês Mekhissi-Benabbad ainda tentou justificar dizendo:

Só tirei a camisa para comemorar, não fiz nada de desleal”.

E aqui nem vem o caso de trapacear, mas de cumprir a Regra. No futebol isso é muito questionado.

Descaracterizar o uniforme é algo que infringe a Regra 4 – Equipamento dos Jogadores, e os exemplos vão além de tirar a camisa. Jogar descalço não pode, e se isso valesse em outras épocas, o famoso gol de bicicleta de Leônidas da Silva na Copa de 38 não valeria, pois o atacante chamado de “Diamante Negro” resolveu abdicar das chuteiras que o incomodavam e jogou com o “pé pelado”.

Mas calma lá: fazer um gol descalço ainda vale no futebol profissional, se não for por culpa do jogador. Explico com exemplos:

1) se o jogador está com a bola dominada e lhe sai a chuteira do pé ou a camisa rasga ao meio, ele pode continuar a jogada normalmente e até fazer um gol. Mas depois de soltar a bola que está em seu domínio (tocando-a para um companheiro ou chutando-a para o gol), não pode mais recebê-la(pois o uniforme estes descaracterizado, lembrando que camisa, calção, meia e calçado são obrigatórios).

2) se por qualquer motivo ele descaracteriza o uniforme por conta própria, além de ser marcada a falta por 2 lances (tiro livre indireto), deve receber o cartão amarelo.

Fica a dica: melhor jogar com o uniforme arrumado. E se fizer um gol, não tire a camisa para festejar.O corredor francês que o diga!

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– Moscas Varejeiras podem transmitir até… câncer?

E se alguém lhe dissesse que uma simples mosca varejeira pode causar peste bubônica, gastrite, úlcera e câncer de estômago?

É o que um importante estudo da Unicamp mostra.

Abaixo, extraído da Revista Fapesp (link em http://agencia.fapesp.br/19628)

MOSCAS VAREJEIRAS CARREGAM ALTA PORCENTAGEM DE BACTÉRIAS QUE CAUSAM DOENÇAS EM HUMANOS

Por Karina Toledo, de Campinas

Cerca de 30% dos microrganismos encontrados em moscas varejeiras são capazes de causar doenças em seres humanos, revelou um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da PennState University, dos Estados Unidos, e da Nanyang Technological University, de Cingapura.

Entre as bactérias encontradas nos corpos dos insetos estavam a Yersinia pestis, causadora da peste bubônica, a Helicobacter pylori, associada ao surgimento de gastrite, úlcera e câncer de estômago, e diversas espécies que podem provocar gastroenterite, pneumonia e infecções urinárias.

Os dados foram apresentados por Ana Carolina Martins Junqueira, pesquisadora do Singapore Centre on Environmental Life Sciences Engineering (Scelse), de Cingapura, durante o evento “Advanced Topics in Genomics and Cell Biology”, realizado entre os dias 4 e 6 de agosto na Unicamp.

“Todo mundo sabe que moscas são insetos sujos, mas o índice de bactérias patogênicas foi tão alto que ficamos assustados. É o microbioma mais patogênico já descrito. Vamos iniciar agora alguns experimentos para descobrir se elas apenas transportam os microrganismos ou se podem, de fato, transmitir essas doenças para as pessoas ao pousar na comida, por exemplo”, contou Junqueira.

Os cientistas analisaram a microbiota encontrada no corpo de 127 moscas, de 19 espécies que costumam ser atraídas por matéria orgânica em decomposição. Os insetos foram coletados em 12 locais diferentes do Brasil e dos Estados Unidos durante o pós-doutorado de Junqueira – realizado na Unicamp com apoio da FAPESP.

Nos arredores de Campinas, a coleta foi feita em um hospital público, um mercado de comidas, um parque de área urbana e um lixão. Também foram realizadas coletas em uma reserva natural da Floresta Amazônica e em seis estábulos de diferentes espécies de animais criados no campus da PennState University, em University Park, Pennsylvania. Uma linhagem foi mantida em um laboratório do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG/Unicamp) como controle.

Originalmente, contou Junqueira, o objetivo do projeto era sequenciar o genoma mitocondrial de 20 espécies de moscas pertencentes à ordem Diptera, bem como estudar a evolução desses insetos com auxílio de plataformas de sequenciamento de nova geração.

“No início, tive certa dificuldade para sequenciar determinados fragmentos do genoma. Posteriormente, conheci Stephan Schuster, na época professor da PennState University, que se interessou pelo trabalho e decidiu colaborar”, contou Junqueira.

Schuster propôs que a melhor maneira de mapear o genoma mitocondrial seria sequenciar tudo que havia nas moscas coletadas, inclusive a microbiota por elas transportada, e depois filtrar os genomas associados (metagenoma) durante a etapa de análise dos dados. “Primeiro sequenciamos apenas a cabeça, depois o tórax, o abdômen e, por último, patas e asas”, contou a pesquisadora.

Após terminar o pós-doutorado, Junqueira trabalhou com Schuster nos Estados Unidos para fazer a análise do metagenoma. Para isso, foi necessário desenvolver novas técnicas, de modo a otimizar o tratamento e a categorização do imenso volume de dados gerados pelos métodos de sequenciamento de nova geração.

“Por meio de análises estatísticas dos microrganismos encontrados, foi possível separar as moscas de ambiente urbano, as da Amazônia, as de ambiente rural e as de laboratório. Isso mostra que o ambiente tem um peso muito maior na modulação do microbioma do que a espécie em si”, disse Junqueira.

De acordo com a pesquisadora, o número de patógenos encontrados nas moscas de ambientes urbanos foi muito maior que nas demais, provavelmente porque nesse ambiente há maior quantidade disponível de lixo e de matéria orgânica em decomposição.

“O grande problema é que esses insetos comutam facilmente entre um ambiente sujo, como um lixão, e o churrasco das nossas casas. Nas moscas coletadas dentro do hospital, por exemplo, encontramos bactérias responsáveis por dois terços das infecções hospitalares do mundo”, disse Junqueira.

Além das bactérias patogênicas para humanos, acrescentou a pesquisadora, também foram encontradas espécies que podem causar doenças em animais e em plantas.

“Defendemos a hipótese de que esse tipo de inseto pode ser usado como sensor ambiental e ajudar a predizer surtos, principalmente em regiões de fronteira, portos, aeroportos. Poderíamos monitorar a contaminação dos ambientes por meio da análise do microbioma das moscas”, afirmou a pesquisadora.

AEDES

Atualmente no Singapore Centre on Environmental Life Sciences Engineering, Schuster e Junqueira estão usando a mesma abordagem criada no estudo com moscas varejeiras para investigar o microbioma do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

“O objetivo é ver se há diferença entre os microrganismos encontrados em mosquitos infectados pelo vírus da dengue e os não infectados. O estudo ainda está no começo e, por enquanto, só trabalhamos com espécimes de laboratório. Mas já vimos diferenças entre as bactérias existentes nesses dois grupos”, explicou a pesquisadora.

No futuro, os cientistas pretendem investigar a possibilidade de inibir a infecção do mosquito pelo vírus por meio da modulação do microbioma existente em seu corpo.

Paralalelamente, Junqueira também colabora com pesquisadores do Laboratório de Genética e Evolução Animal do CBMEG/Unicamp, liderado pela professora Ana Maria Lima de Azeredo-Espin. O grupo analisa microRNAs de diferentes espécies de moscas varejeiras e pragas da pecuária para tentar entender a regulação de genes envolvidos no hábito alimentar desses insetos, com o apoio da FAPESP.

“O estudo poderá gerar dados a respeito de fatores genéticos das moscas que estão associados à atração por matéria orgânica em decomposição ou tecidos vivos, além de proporcionar dados fundamentais para o estudo da interação hospedeiro-microbioma”, contou Junqueira.

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– Dois Chapéus de Assis e Ronaldinho Gaúcho no Palmeiras?

Leio que depois da frustrada tentativa de contratar Ronaldinho Gaúcho no passado, o Palmeiras desistiu do jogador nesta nova empreitada. Segundo o clube, tudo estava certo para a assinatura do contrato e Assis, empresário e irmão do jogador, estressou!

Claro: o estresse deve ter sido um nome elegante para justificar o pedido de mais dinheiro. Sabidamente se conhece “os leilões de última hora” que a dupla Assis + R10 fazem.

Imaginaram se o Ronaldinho Gaúcho fosse um profissional sério, dedicado e com um bom gestor de carreiras? Se não sendo ele já foi gigantesco, caso fosse estaria sendo comparado a Pelé e ainda cogitado para integrar a Seleção Brasileira de Dunga, sem dúvidas do rendimento dele.

E agora: jogará onde?

Talvez não queira trabalhar por uns tempos. Ou não precise!

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– Sabatinas, debates… mas quem trabalha?

Ontem tivemos o 1o debate entre os candidatos à Presidência da República, promovido pela TV Bandeirantes.

(caso deseje, assisti-lo, a íntegra está no link: http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/08/27/confira-a-integra-do-debate-da-band-com-os-presidenciaveis.htm)

Observação- é claro que há 3 candidatos de fato: Dilma, Aécio e Marina. E é lógico que os demais são folclóricos e polêmicos animadores, sem base concreta no que pregam tampouco com condições de apresentar um plano de Governo. Mas isso é da Democracia, não podemos lamentar. Eu preferiria uma mesa redonda entre os 3 primeiros! Penso que seria mais produtivo.

Aliás: quantas sabatinas de candidatos a presidência e a governo estadual já tivemos nos últimos dias?

Quem está no comando, na ausência do dia a dia do trabalho e durante a campanha? Os vices é que estão mandando no país e no estado de São Paulo?

Amigos, a nação está parada e esse pessoal em campanha. Perceberam?

Chega logo, Primeiro Turno! Vamos fazer o Brasil voltar a trabalhar!!!

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– Festa e Saudade

Nesses últimos dias, nossa querida família Porcari festejou com júbilo o matrimônio da Priscila com o Augusto. Ali estavam também Telles, Pansarin, Oliveira (Barroca) e muitos outros parentes e amigos, que não caberiam nesse texto se citados.

Cá com meus botões… nossa felicidade foi tão grande, que talvez não pudesse ser dimensionada. Mas se alguns que estão no Céu ainda estivessem por essas bandas daqui desse mundão de Deus?

Fiquei imaginando o Toninho Porcari (meu, nosso, de todos os netos… Vô Tóni), ou o velho Reynaldo (simplesmente “o Nôno”)! Que festa eles teriam feito nesse último sábado, não? Aliás, não só nesse sábado, mas em todos os sábados, domingos ou dias quaisquer que tivéssemos algum encontro em família.

Alguém duvida que a sanfona ditaria as entoadas seja no almoço, na tarde ou na noite?

Ou que as risadas se multiplicariam ainda mais? E olha que isso até pareceria impossível… Mas quem os conheceu, sabe que conseguiam levar a alegria, o carisma e a bagunça sadia onde quer que estivessem.

Somos tantos que deles vieram. Somos filhos, netos e bisnetos. Somos primos, sobrinhos, afilhados. Somos amigos, amigos e… amigos – pois, claro, inimigos nunca tiveram.

Quis o Altíssimo que a folia também ressoasse com os santos. Afinal, festa boa por aqui deve ser compartilhada lá em Cima! Imagino no dia em que a Pri casou os poemas do Vô Manelão no som da harmônica do Vô Tóni. Ôpa, estavam lá também o Primo Porcari, o Tio Tomasso, o Roberto e tantos outros… mas que farra e quanto vinho! Ah se São Pedro percebesse! Ao fundo, vejo a Vó Nória contando histórias da Ermida, nossa doce Raquel feliz ao lado dos anjos esbanjando pureza e minha mãe Cida servindo os petiscos caprichosos que sempre fazia. Nunca me esqueço do brigadeirão de colher. Hum…!!!

É claro que todos nós juntos festejamos. Dentro dos nossos corações com a saudade que não acaba.

Maltrata, é verdade.

Mas ao mesmo tempo consola, pois lembramo-nos dos seus sorrisos, do carinho e do amor sincero, puro e que nada queriam em troca.

A propósito, e se lá atrás essa italianada tutti buona gente não era arrivata por aqui?

Dio mio!

Aí do Alto, certamente, essa dupla de sanfoneiros devem ter feito uma festança só…

Êita lembrança doce e gostosa.

Você que é antigo do bairro se recordará do nosso Nôno Reynaldo sentado à beira da Estrada vendendo dúzias de bananas, ou das uvas do nosso Vô Toninho, ou da sanfona, ou da jardineira, ou do bar do Medeiros. Não importa. Seja como vierem na nossa memória, valerá a feliz recordação desses homens que nos INSPIRARAM, nos INSPIRAM e certamente INSPIRARÃO nossas futuras gerações, seja com o exemplo de ALEGRIA ou de TRABALHO.

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(foto de 29/02/1984)

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– Afinal: Neymar é Craque ou Não? Para Dunga…

Não repercutiu tanto, mas foi polêmica a afirmação de Dunga à Revista Época, na última semana, a respeito de Neymar (ed 846, pg94).

A pergunta do jornalista Luiz Maklouf Carvalho foi objetiva ao treinador da Seleção Brasileira:

“Sem meias palavras, Neymar é craque ou não”?

E Dunga respondeu:

Ele é o melhor jogador brasileiro. Para ter carimbo de craque, tem que ter o carimbo de campeão do mundo nas costas. Mas vamos trabalhar, na Seleção, para ele jogar acima da média que define um craque.”

O próprio Dunga foi campeão do mundo, e pela sua lógica, foi craque. Mas Zico, Messi, Puskas, Di Stéfano, Cruyff e tantos outros gênios da bola não?

Que critério é esse?

E para você: Neymar é craque ou falta o “carimbo”?

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– Segurança em situações de Pavor é com ele mesmo: Comandante Schettino dará aulas de Gestão do Pânico!

Francesco Schettino, comandante do navio de passageiros Costa Concórdia que afundou na Europa (e que vexatoriamente fugiu, deixando o barco e os turistas naufragarem), dará aulas sobre “Gestão do Pânico” na Universidade de Roma.

Segundo ele, justificou que:

Fui convidado como especialista, pois sei me comportar nessas situações.”

Mas que italiano cara-de-pau! Só poderá ensinar O QUE NÃO FAZER em momentos de risco.

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– Grêmio 2 x 1 Corinthians: Lances Polêmicos e Reclamações “com e sem razão”

O futebol está cada vez mais chato de se jogar, de se apitar e de se assistir. São 3 os motivos para afirmar que os brucutus da bola estão vencendo o bom senso dos verdadeiros esportistas.

1) LANCE DA MÃO NA BOLA / BOLA NA MÃO DE WERLEY.

Romarinho chuta à queima roupa e a bola bate no braço/ombro/suvaco de Werley. Como afirmar que tal lance foi intencional do gremista? Ele queria dominar a bola com a axila? Incrível ver a proporção da repercussão desse lance. Não foi nada, não teve movimento antinatural do braço ou coisa que o valha. Se um pênalti é marcado nesse lance, o futebol vira a infantil brincadeira de “queimada”, com jogadores buscando acertar o braço do adversário. Para tirar qualquer dúvida: a tal força e velocidade do chute, daria pra Werley fazer com que parte do corpo desaparecesse/desviasse a tempo da bola não bater nele?

É claro que por ser um fato ocorrido aos 45m do segundo tempo e pelo calor da nervosa partida, teríamos reclamações. Mas aqui elas chegam a ser forçadas demais.

2) EXPULSÃO DE GUERRERO

Um peruano e um argentino se desentendem e o real protagonista é um brasileiro: esse foi o verdadeiro desenrolar da confusão entre Paolo Guerrero e Alan Ruiz.

O corinthiano não pode discutir intimidando o gremista cabeça-a-cabeça, nem no futebol e nem em qualquer outro esporte. E é razoável acreditar que isso não ocorreu gratuitamente. Ali, na encarada dos dois jogadores, o árbitro poderia ter expulsado ambos se quisesse (mas não quis). As justificativas para o duplo Vermelho seriam várias: conduta antidesportista, ameaça de agressão física, agressão verbal, entre outras.

O detalhe principal: Heber expulsou somente Guerrero pois o viu se jogando sobre Alan. E errou! Guerrero foi empurrado por Zé Roberto, e o juizão não viu.

É INEVITÁVEL RECORDAR: há 15 dias Raphael Claus não viu o desvio de rota de Petros e decidiu corrigir sua decisão de mandar seguir o lance sem punição (fazendo um adendo na súmula com base nas imagens de TV). Valeria a atitude similar e corajosa de Heber Roberto Lopes em corrigir sua decisão de expulsar unicamente Guerrero e fazer um adendo explicando que não viu que o jogador foi empurrado pelo adversário.

Claro, utopia… Mas ao rever a imagem, certamente o juizão paranaense repensará sua decisão e não fará adendo algum pela falta de coragem e pelo inusitado do seu colega árbitro na partida anterior citada (Santos x Corinthians).

3) DUELO MANO MENEZES E LUÍS FELIPE SCOLARI

Durante a semana, se questionou o cumprimento ou não dos dois treinadores que não se bicam. Sabidamente reclamam contra tudo e contra todos durante os jogos. O mau humor, a dureza, a brutalidade e a falta de sensibilidade contagiaram seus atletas?

A cada falta de jogo, formavam-se rodas de jogadores querendo tirar satisfação. Um jogo cheio de “justiceiros”, valentões e xerifões. Muitos não jogando nada e ainda assim fazendo suas caras feias e abusando do corpanzil para mostrar a força das suas queixas sem fundamento.

– É esse o futebol que queremos?

Confundem gana e garra com insensatez e pancada. Transformam o futebol num jogo chato de se jogar, de se apitar e de se assistir, como dito no primeiro parágrafo desse texto! Isso é esporte?

Não, é business. Somente isso. E está se tornando um mau negócio (os números da audiência e do público dizem isso).

E você, gostou do jogo?

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– Grêmio 2 x 1 Corinthians: Lances Polêmicos e Reclamações “com e sem razão”

O futebol está cada vez mais chato de se jogar, de se apitar e de se assistir. São 3 os motivos para afirmar que os brucutus da bola estão vencendo o bom senso dos verdadeiros esportistas.

1) LANCE DA MÃO NA BOLA / BOLA NA MÃO DE WERLEY.

Romarinho chuta à queima roupa e a bola bate no braço/ombro/suvaco de Werley. Como afirmar que tal lance foi intencional do gremista? Ele queria dominar a bola com a axila? Incrível ver a proporção da repercussão desse lance. Não foi nada, não teve movimento antinatural do braço ou coisa que o valha. Se um pênalti é marcado nesse lance, o futebol vira a infantil brincadeira de “queimada”, com jogadores buscando acertar o braço do adversário. Para tirar qualquer dúvida: a tal força e velocidade do chute, daria pra Werley fazer com que parte do corpo desaparecesse/desviasse a tempo da bola não bater nele?

É claro que por ser um fato ocorrido aos 45m do segundo tempo e pelo calor da nervosa partida, teríamos reclamações. Mas aqui elas chegam a ser forçadas demais.

2) EXPULSÃO DE GUERRERO

Um peruano e um argentino se desentendem e o real protagonista é um brasileiro: esse foi o verdadeiro desenrolar da confusão entre Paolo Guerrero e Alan Ruiz.

O corinthiano não pode discutir intimidando o gremista cabeça-a-cabeça, nem no futebol e nem em qualquer outro esporte. E é razoável acreditar que isso não ocorreu gratuitamente. Ali, na encarada dos dois jogadores, o árbitro poderia ter expulsado ambos se quisesse (mas não quis). As justificativas para o duplo Vermelho seriam várias: conduta antidesportista, ameaça de agressão física, agressão verbal, entre outras.

O detalhe principal: Heber expulsou somente Guerrero pois o viu se jogando sobre Alan. E errou! Guerrero foi empurrado por Zé Roberto, e o juizão não viu.

É INEVITÁVEL RECORDAR: há 15 dias Raphael Claus não viu o desvio de rota de Petros e decidiu corrigir sua decisão de mandar seguir o lance sem punição (fazendo um adendo na súmula com base nas imagens de TV). Valeria a atitude similar e corajosa de Heber Roberto Lopes em corrigir sua decisão de expulsar unicamente Guerrero e fazer um adendo explicando que não viu que o jogador foi empurrado pelo adversário.

Claro, utopia… Mas ao rever a imagem, certamente o juizão paranaense repensará sua decisão e não fará adendo algum pela falta de coragem e pelo inusitado do seu colega árbitro na partida anterior citada (Santos x Corinthians).

3) DUELO MANO MENEZES E LUÍS FELIPE SCOLARI

Durante a semana, se questionou o cumprimento ou não dos dois treinadores que não se bicam. Sabidamente reclamam contra tudo e contra todos durante os jogos. O mau humor, a dureza, a brutalidade e a falta de sensibilidade contagiaram seus atletas?

A cada falta de jogo, formavam-se rodas de jogadores querendo tirar satisfação. Um jogo cheio de “justiceiros”, valentões e xerifões. Muitos não jogando nada e ainda assim fazendo suas caras feias e abusando do corpanzil para mostrar a força das suas queixas sem fundamento.

– É esse o futebol que queremos?

Confundem gana e garra com insensatez e pancada. Transformam o futebol num jogo chato de se jogar, de se apitar e de se assistir, como dito no primeiro parágrafo desse texto! Isso é esporte?

Não, é business. Somente isso. E está se tornando um mau negócio (os números da audiência e do público dizem isso).

E você, gostou do jogo?

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– Aluguel de Jeans? Você toparia?

Idéia inovadora: empresa holandesa aluga calças jeans por 1 ano, mediante pagamento mensal. Se a roupa está velha, você só a troca. E sempre estará na moda!

Daria certo no Brasil?

Extraído de: http://super.abril.com.br/blogs/tendencias/aluguel-de-jeans/

ALUGUEL DE JEANS

Por Felipe van Deursen

Você comprou aquele jeans tão querido, tão tendência, tão hypado.

Aí, num passe de mágica tão comum no mundinho da moda, a calça que há dois anos era tão descolada ficou cafona. Como lidar?

Primeiro, você pode doar. Segundo, você pode fazer leasing. Isso, como com carro.

A grife holandesa Mud oferece pacotes em que você paga uma inscrição de € 20 e uma taxa mensal de € 5 para ficar com a calça que quiser. Após um ano, troque por outra. Ou compre a antiga.

Veja mais no site da Mud.

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– Não gostei da arbitragem de Paulista 0 x 1 Red Bull

O árbitro Maurício Fioretti estava indo bem na partida deste domingo no Jayme Cintra. O jogo ajudava, nenhum lance mais viril ou polêmico; mais eis que deu azar: aos 37 minutos, Erick Mamadeira sofreu uma carga faltosa dentro da área e ele não marcou pênalti. Visivelmente entendeu como tranco legal, mas não foi. Para ser tranco, a bola deveria estar em disputa (Mamadeira já a dominava no peito), em condição de igualdade para se trancar (Mamadeira estava no alto, sem condição de buscar o equilíbrio para o tranco), e no ombro-a-ombro (o zagueiro do Red Bull atinge as costas).

Pior ainda é que na sequência da jogada a bola é cruzada na área e o defensor deixa o braço para que a bola bata nele: e é essa exatamente a mudança na Orientação da Regra tão contestada por muitos. Entenda: a FIFA pede para que os árbitros observem uma intenção subjetiva disfarçada em movimento antinatural. Ou seja, se a bola vier rápida e não existir tempo suficiente ou reflexo para tirar o braço, não é pênalti. Porém, o árbitro deve avaliar se ele não quer propositalmente que o braço fique ali para que a bola bata nele, e foi justamente isso o que aconteceu.

Uma pena. Dali pra diante o jogo ficou mais pegado e o árbitro teve que correr mais.

Me chamou a atenção o último lance da partida: Anderson Oliveira, camisa 17 do Red Bull (e que já tinha amarelo) abandona a bola e dá uma peitada em Umberto, camisa 5 do Paulista, que não gosta e vai tirar satisfação. O árbitro deixa passar batido, não vê ou não interpreta corretamente. Daí… na primeira oportunidade Umberto faz uma forte falta em Anderson Oliveira (nitidamente uma desforra), marcada e advertida com Amarelo. O azar que era do árbitro passa ao Galo! Andrade cobra a falta e faz o gol da vitória aos 49m do 2o tempo.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Não gostei da arbitragem de Paulista 0 x 1 Red Bull

O árbitro Maurício Fioretti estava indo bem na partida deste domingo no Jayme Cintra. O jogo ajudava, nenhum lance mais viril ou polêmico; mais eis que deu azar: aos 37 minutos, Erick Mamadeira sofreu uma carga faltosa dentro da área e ele não marcou pênalti. Visivelmente entendeu como tranco legal, mas não foi. Para ser tranco, a bola deveria estar em disputa (Mamadeira já a dominava no peito), em condição de igualdade para se trancar (Mamadeira estava no alto, sem condição de buscar o equilíbrio para o tranco), e no ombro-a-ombro (o zagueiro do Red Bull atinge as costas).

Pior ainda é que na sequência da jogada a bola é cruzada na área e o defensor deixa o braço para que a bola bata nele: e é essa exatamente a mudança na Orientação da Regra tão contestada por muitos. Entenda: a FIFA pede para que os árbitros observem uma intenção subjetiva disfarçada em movimento antinatural. Ou seja, se a bola vier rápida e não existir tempo suficiente ou reflexo para tirar o braço, não é pênalti. Porém, o árbitro deve avaliar se ele não quer propositalmente que o braço fique ali para que a bola bata nele, e foi justamente isso o que aconteceu.

Uma pena. Dali pra diante o jogo ficou mais pegado e o árbitro teve que correr mais.

Me chamou a atenção o último lance da partida: Anderson Oliveira, camisa 17 do Red Bull (e que já tinha amarelo) abandona a bola e dá uma peitada em Umberto, camisa 5 do Paulista, que não gosta e vai tirar satisfação. O árbitro deixa passar batido, não vê ou não interpreta corretamente. Daí… na primeira oportunidade Umberto faz uma forte falta em Anderson Oliveira (nitidamente uma desforra), marcada e advertida com Amarelo. O azar que era do árbitro passa ao Galo! Andrade cobra a falta e faz o gol da vitória aos 49m do 2o tempo.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Estamos em Festa!

Casar é muito bom! E hoje, minha querida irmã Priscila fará os votos matrimoniais com o também querido Augusto.

A felicidade é certeira, pois em nossos corações e nas nossas orações temos a plena confiança em Deus de que confirmarão no altar o amor que sentem e professam.

Te amo, Pilóca!

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– São Paulo x Santos; Palmeiras x Coritiba; Grêmio x Corinthians. E os árbitros?

Vinícius Furlan apitará o clássico SanSão no Morumbi. O que esperar dele?

Já com alguma experiência em importantes jogos, tem um clássico Santos x Palmeiras na carreira, além da quarta-de-final do Paulistão 2014 entre Santos x Ponte Preta. Corre bastante e é jovem. Costuma ter rigor em campo, e tenho na lembrança uma ótima atuação neste ano no jogo Linense x Paulista (vide a análise em: http://is.gd/P3j3el). A questão é: aguentará bem a pressão em um jogo entre dois times que querem embalar?

Veremos. É árbitro em ascensão e foi bem no jogo Sport x Atlético Paranaense na semana passada.

Mas me preocupo mesmo é no jogo Palmeiras x Coritiba, com os dois times em situação delicada. Apitará o fraco Marcos André Gomes da Penha (ES), que de memória recente apitou um trágico ABC/RN x Palmeiras pela série B (vide em: http://is.gd/Ew99th). Não gostei dessa escala!

E no Sul… para Grêmio x Corinthians apitará Heber Roberto Lopes. Quer dizer que teremos Scolari x Mano? Só não digo que o árbitro não perderá os cabelos pois ele já não os têm…

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