Amigos, o Blog do Professor Rafael Porcari, hospedado originalmente no Terra Blog, está migrando paulatinamente a esta nova plataforma do universo WordPress. Aos poucos, vou atualizando essa página.
Atenciosamente, Rafael Porcari.

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Parece coisa de cinema: na semana passada, o banco HSBC foi condenado em definitivo após comprovadamente espionar os seus funcionários. Detetives de uma empresa foram contratados para verificar se os bancários com licença médica realmente estavam doentes. Até abordagem como carteiros foi feita para comprovar saúde frágil ou braço curto!
Extraído de: http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/02/hsbc-e-condenado-por-espionar-152-funcionarios-segundo-o-mpt-pr.html
(ops: o link é relativo à 1a decisão, o banco perdeu o recurso final).
HSBC É MULTADO EM R$ 67,5 MILHÕES POR ESPIONAR FUNCIONÁRIOS, DIZ MPT-PR
O banco HSBC foi condenado a pagar indenização de R$ 67.500.000,00, por danos morais e coletivos, por ter espionado 152 colaboradores entre os anos de 1999 e 2003. A decisão do juiz Felipe Calvet, da 8ª Vara do Trabalho de Curitiba, é de sexta-feira (7) e foi divulgada pelo Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR) nesta segunda-feira (10). A ação civil pública foi ajuizada pelo MPT-PR, que recebeu a denúncia da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Créditos do Estado do Paraná e do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Curitiba e Região, no dia 8 de agosto de 2012.
De acordo com o Ministério Público do Trabalho, documentos comprovam que a instituição financeira contratou uma empresa de inteligência empresarial para realizar investigações privadas devido ao alto número de trabalhadores afastados por motivos de saúde. A empresa investigou pessoas de vários estados brasileiros. Os funcionários do banco eram seguidos e abordados com disfarces, como de entregador de flores e de pesquisador, que mexiam nos lixos e entravam na casa filmando e fotografando.
Horários de saída e de volta à residência, local de destino, meio de transporte, trajes, hábitos de consumo, informações sobre a família, antecedentes criminais, ajuizamento de ações trabalhistas, participação em sociedade comercial e posse de bens constavam nos dossiês, ainda segundo o MPT-PR.
Doze testemunhas confirmaram ao Ministério Público do Trabalho dados – sobre as respectivas rotinas – que foram expostos nos dossiês. Porém, conforme o MPT-PR, as testemunhas afirmaram não saber da existência da investigação.
O HSBC também foi condenado a não mais realizar investigações particulares ou qualquer outro ato que viole o lar, a intimidade ou a vida privada de seus empregados ou trabalhadores terceirizados sob pena de pagamento de multa no valor de R$1 milhão por empregado investigado. O Ministério Público do Trabalho informou que os colaboradores investigados podem entrar com ação na Justiça do Trabalho para indenização por dano moral individual.
Para o procurador do trabalho responsável pela ação, Humberto Mussi de Albuquerque, a decisão deste caso terá efeito pedagógico e servirá como parâmetro para a autuação de outros empregadores do país. Segundo o procurador, os investigados tiveram os direitos fundamentais à intimidade e à vida privada “brutalmente” violados.
Em nota, o HSBC informou que, como a decisão é de primeira instância e sujeita a recursos, o banco não comentará o caso.

Arbitragem regular em um jogo polêmico e com lances difíceis. Vamos discutí-la?
A) GOLS DO SÃO PAULO: foram confirmados graças a ótima atuação do árbitro assistente no. 2 Rogério Pablo Zanardo. Esteve atento e preciso nas marcações ou não de impedimentos (em especial no 1o gol, onde há o cruzamento e a zaga faz uma linha de impedimento; em seguida, outro toque e outra linha; e ele acerta os dois!).
B) PÊNALTIS PARA O CORINTHIANS:
B1) no primeiro, a bola bate no braço de Antonio Carlos que tenta em um movimento natural evitar o toque. Nada deliberado, puro toque acidental. Mas eis que há a maldita interpretação de movimento anti-natural/ intenção subjetiva, explicada equivocadamente aos árbitros pela CBF. Segundo o repórter da Rede Globo Mauro Naves, o árbitro adicional 1 Antonio Rogério Batista do Prado foi responsável por informar ao árbitro a infração que ele não houvera visto.
B2) no segundo, Álvaro Pereira dá uma entrada certeira no atacante do Corinthians. Correta marcação.
C) EXPULSÕES:
C1) Álvaro Pereira foi bem expulso, por evitar uma situação manifesta de gol. Para mim, o Vermelho se deu pela posição do lance e não pela violência.
C2) Fábio Santos dá um carrinho com força excessiva e desnecessário na lateral do campo. É para Vermelho e sem comentários…
Enfim, em alguns momentos vi certa fragilidade de Luís Flávio, em especial às reclamações de Guerrero e Kaká ao longo da partida. Árbitro não pode ficar ouvindo tudo e dizendo passivamente “Chega, vai jogar”. Tem que saber usar bem a advertência verbal e fazer cara feia.
E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

Arbitragem regular em um jogo polêmico e com lances difíceis. Vamos discutí-la?
A) GOLS DO SÃO PAULO: foram confirmados graças a ótima atuação do árbitro assistente no. 2 Rogério Pablo Zanardo. Esteve atento e preciso nas marcações ou não de impedimentos (em especial no 1o gol, onde há o cruzamento e a zaga faz uma linha de impedimento; em seguida, outro toque e outra linha; e ele acerta os dois!).
B) PÊNALTIS PARA O CORINTHIANS:
B1) no primeiro, a bola bate no braço de Antonio Carlos que tenta em um movimento natural evitar o toque. Nada deliberado, puro toque acidental. Mas eis que há a maldita interpretação de movimento anti-natural/ intenção subjetiva, explicada equivocadamente aos árbitros pela CBF. Segundo o repórter da Rede Globo Mauro Naves, o árbitro adicional 1 Antonio Rogério Batista do Prado foi responsável por informar ao árbitro a infração que ele não houvera visto.
B2) no segundo, Álvaro Pereira dá uma entrada certeira no atacante do Corinthians. Correta marcação.
C) EXPULSÕES:
C1) Álvaro Pereira foi bem expulso, por evitar uma situação manifesta de gol. Para mim, o Vermelho se deu pela posição do lance e não pela violência.
C2) Fábio Santos dá um carrinho com força excessiva e desnecessário na lateral do campo. É para Vermelho e sem comentários…
Enfim, em alguns momentos vi certa fragilidade de Luís Flávio, em especial às reclamações de Guerrero e Kaká ao longo da partida. Árbitro não pode ficar ouvindo tudo e dizendo passivamente “Chega, vai jogar”. Tem que saber usar bem a advertência verbal e fazer cara feia.
E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

Assisti a poucos programas eleitorais na TV. Mas as inserções que vejo chegam a enojar! Gente despreparada querendo enganar, corruptos se fazendo de santos e palhaços buscando a reeleição.
Êta país que merece os políticos que tem. Com os inúmeros escândalos recentes, é incrível que a popularidade da Dona Dilma se mantenha estável.

Mais uma atuação ruim de um árbitro inexperiente no Jayme Cintra. Nos dois últimos jogos do Paulista FC, juízes prestes a aposentarem com pouquíssima experiência em partidas profissionais.
A troco de quê investir em tais árbitros? O cara tem quase 45 anos e está saindo ainda do Sub 17?
Hoje, Marcos Philomeno, no importante jogo decisivo entre Paulista x Independente (e que tinha sido erroneamente escalado simultaneamente numa partida sub 13) deu um número recorde de vantagens (8 em 35 minutos), sendo que muitas não necessárias.
Também 3 “pé-altos” foram ignorados. No segundo gol do Paulista, o juizão ficou rendido no meio de campo, em meio ao contra-ataque do Galo. E no segundo gol do Independente, o lance se originou de uma falta inexistente em Josimar.
Nem todos os clubes da Copa Paulista tiveram tantas arbitragens despreparadas e de pouca categoria. Será que a FPF desprezou o Tricolor de Jundiaí pelo ruim histórico de 2014?

Mais uma atuação ruim de um árbitro inexperiente no Jayme Cintra. Nos dois últimos jogos do Paulista FC, juízes prestes a aposentarem com pouquíssima experiência em partidas profissionais.
A troco de quê investir em tais árbitros? O cara tem quase 45 anos e está saindo ainda do Sub 17?
Hoje, Marcos Philomeno, no importante jogo decisivo entre Paulista x Independente (e que tinha sido erroneamente escalado simultaneamente numa partida sub 13) deu um número recorde de vantagens (8 em 35 minutos), sendo que muitas não necessárias.
Também 3 “pé-altos” foram ignorados. No segundo gol do Paulista, o juizão ficou rendido no meio de campo, em meio ao contra-ataque do Galo. E no segundo gol do Independente, o lance se originou de uma falta inexistente em Josimar.
Nem todos os clubes da Copa Paulista tiveram tantas arbitragens despreparadas e de pouca categoria. Será que a FPF desprezou o Tricolor de Jundiaí pelo ruim histórico de 2014?

Hoje é dia de colaborar: que tal um almoço saboroso e ao mesmo tempo solidário?
Veja que cardápio maravilhoso do ALMOÇO MINEIRO (na Comunidade Nossa Senhora de Fátima, Bairro Medeiros (Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP):

Dando continuidade aos nossos encontros da catequese do Crisma, hoje falaremos sobre a Bíblia. Abaixo, texto-base da nossa reunião deste sábado:
A BÍBLIA
A História da Fé Cristã e os pontos principais da nossa crença estão fundamentados (escritos, registrados, guardados) nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja (ou seja, relatados na Bíblia e no Catecismo da Igreja Católica).
Na Sagrada Escritura (Bíblia), a Palavra TESTAMENTO tem o mesmo sentido de ALIANÇA.
Para entendermos melhor a Bíblia, ela é dividida em Antigo Testamento e Novo Testamento. Ela começou a ser escrita por volta de 1.250 a.C., tempo em que viveu Moisés, e foi concluída por volta do ano 100d.C., por São João. Portanto, são aproximadamente 1.350 anos de escrita que nos conta a história do povo judeu (o povo que Deus escolheu para se revelar ao mundo); onde são contadas as guerras judaicas, seus costumes, sua religiosidade e o esforço para compreender e seguir um Deus único.
O povo judeu vivia em um mundo cheio de superstições, acreditavam em várias divindades (politeísta) e eram idólatras (criavam ídolos). Quando conhecem a Deus, através da revelação a Abraão, passam a ser monoteístas (acreditam num Deus único e onipotente).
1- E como se registrou todos os primeiros conhecimentos, a partir de Adão e Eva? E quem foi testemunha de tudo, se Adão e Eva tiveram Caim e Abel e um irmão matou o outro?
2- Mas como se sabe de tudo isso, se não havia os meios de comunicação, televisivo, radiofônico ou escrito naquele tempo?
As histórias em geral e todo o conhecimento da época eram passados de pai para filho (geração por geração) e não se deixava a realidade se perder. Então, o homem acaba descobrindo sua vocação de descobridor das coisas, e consegue guardar esses conhecimentos através da impressão em cerâmicas. Portanto, primeiramente, a Bíblia foi cozinhada em chapas de argila que saíam dos fornos com o retrato dos acontecimentos. Através da mistura do barro e da água, moldavam os fatos, as primeiras palavras, os símbolos que levavam-os a se comunicar.
Posteriormente, utilizou-se o papiro para servir como uma folha de papel primitiva. O papiro era retirado de plantas que se desenvolviam nas margens do rio Nilo. Depois, utilizou-se o couro de carneiro, e inventaram assim os pergaminhos, mais tradicionais e conhecidos para nós. Seu último passo foi a reunião em livros do Antigo Testamento (Antes da vinda de Jesus Cristo ao mundo) e do Novo Testamento (de Cristo em diante).
A Bíblia, portanto, é um conjunto de livros considerados sagrados, perfeitos em questões de fé, pois neles Deus participa ativamente do mundo, se revela, se comunica e age na vida dos judeus, e através deles proclama-se a toda humanidade. Mas atenção: a Bíblia é inexata em questões geográficas e históricas. Ela é um livro de fé.
A santidade da Bíblia é retratada no § 81 do Catecismo da Igreja Católica: <A sagrada escritura é a Palavra de Deus enquanto é redigida sob a moção do Espírito Santo.>
É vontade de Deus quando vemos muitas guerras na Bíblia? É o Espírito Santo quem pede o olho-por-olho e dente-por-dente? Há situações parecidas com as de hoje: somos portadores da Palavra de Deus, mas não donos da Palavra; portanto, passíveis de erros comportamentais.
São 73 livros (46 do AT e 27 do NT). Em algumas edições evangélicas, não constam 7 livros: Tobias, Sabedoria, Judite, Eclesiástico, Baruc, Macabeus I e II.
Vamos manusear um pouco a Bíblia? Procure alguns trechos interessantes abaixo (se puder, compare as edições):
Percebemos, ao longo da Bíblia, que a religião era um reflexo da situação política e cultural da época. Uma multidão de divindades eram temidas; temiam o sol, a lua, as estrelas, as tempestades, os mares, e neles acreditavam existir serpentes, monstros, demônios. Tudo isso era sintoma de uma desorganização política, um povo disperso e sem forças, ao qual Deus tem compaixão e se revela para ajudá-los a crer no que é verdade e no que não é.
Quando acontece essa revelação? Quando tudo começa?
Quando Deus se revela a Abraão, em Gênesis 12, 1-2 e 15, 1-8, e com ele firma uma Aliança. Aliança, na verdade, é sinônimo de compromisso. Veja o gesto dos noivos quando recebem o sacramento do matrimônio: eles trocam alianças, ou seja, firmam um compromisso de fidelidade.
Deus utiliza-se de várias pessoas (Noé, Abraão, Moisés, Jacó, Davi, os profetas…), confirmando seu compromisso de Amor para com a humanidade. A partir do povo judeu ele se revela ao mundo. Portanto, Ele se utiliza deste povo para se tornar conhecido universalmente.
Quando Deus age pelos profetas, o escritor, inspirado pelo Espírito Santo, escreve tudo o que é verdade e conhecimento sobre Deus e sua vontade. Algumas profecias se revelam ao longo do tempo, como Isaías 7, 14 (escrito 700 anos antes de se cumprirem) e o Salmo 21, 19, que se revela em João 19, 23-24 (depois de aproximados 1000 anos). Vemos, então, que 1000 dias para Deus podem ser 1, e vice-versa, pois Ele é o Senhor do tempo, das vontades, dos movimentos!
Reflexões:
A. Antes desse encontro, o que você pensava sobre a Bíblia? E o que você pensa sobre ela agora?
B. Como Deus se revela hoje para nós?
C. Com que frequência você lê a Bíblia?
D. A nossa fé está somente baseada na Sagrada Escritura (ou seja, na Bíblia)?

Eu era contra o clube como instituição ser punido com severidade por culpa de alguns poucos idiotas racistas. Os verdadeiros criminosos eram uma minoria, pensava eu inocentemente.
Depois de ontem, mudei de opinião.
Ao ver que o Grêmio nada preparou de especial para o jogo de ontem contra o Santos e o reencontro do goleiro Aranha (discriminado racialmente e ofendido como pessoa), creio que o clube deve ser responsabilizado pelos atos de sua torcida sim!
Ao invés da diretoria preparar algo reconciliatório, uma forma de se desculpar e mostrar que é contra o Racismo, nada fez. Que tal somente permitir famílias no estádio? Promover uma campanha anti-racista entre as crianças? Aplaudir a entrada de Aranha? Levar negros históricos que por lá jogaram?
Nada. Nada e nada.
A torcida vaiou e xingou Aranha do aquecimento até o fim. Parecia que ele não era vítima, mas vilão! Nas redes sociais, torcedores mais fanáticos alegavam que ele era, pasmem, “culpado pela desmoralização de uma moça trabalhadora e pela eliminação do Tricolor Gaúcho fora das 4 linhas”.
Revoltante. Não são homens de verdade… Triste e sem comentários.
Alguns, mais idiotas do que os idiotas do jogo anterior, xingavam protegendo a boca para não serem flagrados na leitura labial. Aí não dá.
Que se puna ainda mais. Mas como, se nas observações do jogo na súmula da partida, está redigido: “nada houve de anormal”?
Que chance o Grêmio perdeu em dar a volta por cima…

No mundo dos negócios virtuais, o site de vendas Alibaba vem assombrando. Ainda “nascendo” no Brasil, o gigante chinês (que curiosamente tem nome árabe) começou a vender ações ontem e se tornou o mais valorizado do mundo: a empresa foi avaliada em 167,8 bilhões de dólares!
Uau…
Jack Ma, o seu folclórico dono, deve estar rindo a toa. Em negócios, o Alibaba já movimenta mais que a Amazon e o eBay juntos. Só em 2013, foram US$ 250 bi.

Marcos Cesar Philomeno, 40 anos de idade e só 5 anos de carreira, apitará Paulista x Independente no importante e decisivo jogo para o Galo de Jundiaí na Copa Paulista. Mas para a FPF, talvez o jogo seja para cumprir tabela. Em jogos profissionais, o árbitro tem pouquíssima experiência, trabalhando nas categorias profissionais (4a divisão) como árbitro reserva.
Pior de tudo: não é que ele foi escalado para este jogo as 10h no domingo, e ao mesmo tempo, está escalado em São José do Rio Preto as 10h15 para apitar uma partida sub 13?
Uma verdadeira piada… desconsideração total!

Vejo muita gente falando sobre a liberação ou não da Maconha. Na campanha política, ela aprece timidamente. Mas o que me deixa profundamente triste é que não há um presidenciável sequer que alardeou para campanhas de prevenção contra o uso de drogas.
Falar para pessoa que usar drogas faz mal para saúde é perder voto? Existe interesse por trás disso ou é puro descuido e esquecimento do plano de governo?

Está cansando falar sobre a Mão na Bola e Bola na Mão. E parece que a CBF se esforça em complicar tais lances e tentar nos convencer de que o mundo está errado e ela está certa.
Pois bem: nesta quarta feira, a entidade divulgou um vídeo da CBF TV com a diretora da Escola de Árbitros Ana Paula de Oliveira ilustrando e explicando as alterações da orientação da Regra 12.
Para mim, uma tremenda “forçação de barra”. Chega a ser constrangedor o processo de “emburrecimento” promovido aos árbitros!
Explico de maneira didática: em qualquer infração, se deve avaliar 3 itens: Imprudência, Intenção ou Força Excessiva, exceto no uso indevido das mãos na bola (e entenda “mão” como mão ou braço), pois tal infração só se deve avaliar a INTENÇÃO.
A International Board alterou o Texto da Regra onde se fala em observar a “intenção” pelo termo “Mão Deliberada” e acrescentou nas diretrizes a necessidade de se avaliar o movimento anti-natural dos braços para se marcar a infração.
Ora, dá na mesma avaliar intenção ou mão deliberada, é apenas uma questão redacional! Deliberada, na língua portuguesa, quer dizer “proposital, de maneira intencional”. Mas para a CBF a palavra deve ter outro sentido ainda não compreendido! É incrível como alguns árbitros estão justificando a marcação de lances com a desculpa de que “não se avalia mais a intenção, e sim a mão deliberada”.
Ora bolas, estamos querendo enganar a quem? Intenção e deliberação são sinônimos. “Acidentalmente” é antônimo, e mão acidental não é pênalti.
O problema é a diretriz da regra: quando se usou o termo “anti-natural”, nada mais era do que observar se os braços tomam uma ação incomum numa bola que se aproxima. Por exemplo, uma bola que é chutada onde o reflexo natural é o jogador tentar tirar o braço: se ela vier muito rápida, provavelmente existirá o risco do braço bater nela pela velocidade do chute. Mas se for possível que o jogador desvie o braço e não o fizer, é essa a ação antinatural; assim como também é saltar com os braços esticados para cima da cabeça ou pular numa dividida com as mãos abertas desejando que a bola bata no braço.
Em suma, a FIFA quer que se tenha uma atenção a intenções disfarçadas e aí nascerá uma subjetividade muito grande.
No vídeo da CBF TV, há a explicação de que se deve marcar o pênalti em lances onde o atleta corre o risco de bater o braço na bola, e tal fala nos leva a lembrar da marcação de faltas por imprudência. Se um jogador vai tentar roubar uma bola, não consegue e acaba fazendo a falta sem ter tido intenção, é lance imprudente e deve ser marcada a falta. Mas nas faltas de mão não se pode usar a interpretação da imprudência! É somente a intenção, ou se preferir, a mão deliberada. O pior de tudo é avaliar e exibir no seu site como correto o lance de Fluminense x Palmeiras no Maracanã, usando-o como exemplo de pênalti a ser marcado. Como um atleta irá dar um carrinho legal na bola com os braços grudados ao corpo? A própria regra nos lembra: a posição dos braços (se estão abertos ou grudados ao corpo) não deve ser determinante para avaliar se foi pênalti ou não.
Isso tudo me parece teimosia em defender uma tese equivocada. Só no Brasil essa confusão está acontecendo! Alguém viu pênalti como esses defendidos pela CBF serem anotados na Copa do Mundo (que é o supra sumo do futebol)? Assistam ao Campeonato Inglês, Italiano, Alemão, Espanhol ou Francês: na última rodada, nenhum pênalti como esse foi marcado. E por aqui, só no Maracanã, em 2 jogos, 2 pênaltis errados (FLU x SEP e FLA x COR).
Ô assunto chato… E o gozado é que Sérgio Correa elogia a arbitragem do Brasileirão e no mesmo instante José Maria Marin chuta o balde criticando os erros dos árbitros na coletiva da convocação da Seleção.
Quem está com a razão?

Está cansando falar sobre a Mão na Bola e Bola na Mão. E parece que a CBF se esforça em complicar tais lances e tentar nos convencer de que o mundo está errado e ela está certa.
Pois bem: nesta quarta feira, a entidade divulgou um vídeo da CBF TV com a diretora da Escola de Árbitros Ana Paula de Oliveira ilustrando e explicando as alterações da orientação da Regra 12.
Para mim, uma tremenda “forçação de barra”. Chega a ser constrangedor o processo de “emburrecimento” promovido aos árbitros!
Explico de maneira didática: em qualquer infração, se deve avaliar 3 itens: Imprudência, Intenção ou Força Excessiva, exceto no uso indevido das mãos na bola (e entenda “mão” como mão ou braço), pois tal infração só se deve avaliar a INTENÇÃO.
A International Board alterou o Texto da Regra onde se fala em observar a “intenção” pelo termo “Mão Deliberada” e acrescentou nas diretrizes a necessidade de se avaliar o movimento anti-natural dos braços para se marcar a infração.
Ora, dá na mesma avaliar intenção ou mão deliberada, é apenas uma questão redacional! Deliberada, na língua portuguesa, quer dizer “proposital, de maneira intencional”. Mas para a CBF a palavra deve ter outro sentido ainda não compreendido! É incrível como alguns árbitros estão justificando a marcação de lances com a desculpa de que “não se avalia mais a intenção, e sim a mão deliberada”.
Ora bolas, estamos querendo enganar a quem? Intenção e deliberação são sinônimos. “Acidentalmente” é antônimo, e mão acidental não é pênalti.
O problema é a diretriz da regra: quando se usou o termo “anti-natural”, nada mais era do que observar se os braços tomam uma ação incomum numa bola que se aproxima. Por exemplo, uma bola que é chutada onde o reflexo natural é o jogador tentar tirar o braço: se ela vier muito rápida, provavelmente existirá o risco do braço bater nela pela velocidade do chute. Mas se for possível que o jogador desvie o braço e não o fizer, é essa a ação antinatural; assim como também é saltar com os braços esticados para cima da cabeça ou pular numa dividida com as mãos abertas desejando que a bola bata no braço.
Em suma, a FIFA quer que se tenha uma atenção a intenções disfarçadas e aí nascerá uma subjetividade muito grande.
No vídeo da CBF TV, há a explicação de que se deve marcar o pênalti em lances onde o atleta corre o risco de bater o braço na bola, e tal fala nos leva a lembrar da marcação de faltas por imprudência. Se um jogador vai tentar roubar uma bola, não consegue e acaba fazendo a falta sem ter tido intenção, é lance imprudente e deve ser marcada a falta. Mas nas faltas de mão não se pode usar a interpretação da imprudência! É somente a intenção, ou se preferir, a mão deliberada. O pior de tudo é avaliar e exibir no seu site como correto o lance de Fluminense x Palmeiras no Maracanã, usando-o como exemplo de pênalti a ser marcado. Como um atleta irá dar um carrinho legal na bola com os braços grudados ao corpo? A própria regra nos lembra: a posição dos braços (se estão abertos ou grudados ao corpo) não deve ser determinante para avaliar se foi pênalti ou não.
Isso tudo me parece teimosia em defender uma tese equivocada. Só no Brasil essa confusão está acontecendo! Alguém viu pênalti como esses defendidos pela CBF serem anotados na Copa do Mundo (que é o supra sumo do futebol)? Assistam ao Campeonato Inglês, Italiano, Alemão, Espanhol ou Francês: na última rodada, nenhum pênalti como esse foi marcado. E por aqui, só no Maracanã, em 2 jogos, 2 pênaltis errados (FLU x SEP e FLA x COR).
Ô assunto chato… E o gozado é que Sérgio Correa elogia a arbitragem do Brasileirão e no mesmo instante José Maria Marin chuta o balde criticando os erros dos árbitros na coletiva da convocação da Seleção.
Quem está com a razão?

Depois de jornalistas que criticaram a política econômica do Governo Dilma terem os seus perfis alterados na Wikipedia comprovadamente por funcionários públicos do partido da situação, agora a vítima foi Paulo Roberto Costa. E a máquina: de dentro da Petrobrás!
Parece que o esquema funciona assim: falou mal, uma militância fanática ataca. E ponto final.
“Torcedores” de partidos políticos estão mais fanáticos do que os mais fanáticos dos torcedores de futebol ou religiosos não ecumênicos. Que triste!

Assisti a um pedaço do jogo do Zenit em Portugal pela Champions League. O atacante brasileiro Hulk foi o melhor em campo, jogou muito bem e fez gols. No dia seguinte, quando saiu a convocação de Dunga… Hulk não estava. Será que Tardelli é melhor do que o artilheiro do time russo? Aliás, em 2018, a Copa será lá!
Mas estavam Dodô e Mário Fernandes, que segundo o bem informado “Blog do Paulinho”, jogadores ligados ao empresário Kia Joorabchian, o mesmo iraniano da MSI.
Isso não quer dizer nada. Ou quer dizer muito?
Talvez. Como no futebol as críticas e teorias conspiratórias surgem aos montes (algumas com razão, outras sem) não há dúvidas de que haverá alguma reclamação cruzeirense ou corinthiana pela não convocação de são paulinos e colorados, além, claro do desfalque de seus atletas por 3 rodadas.
Fico pensando: o clube gosta ou não que seu atleta seja convocado? O que deve pensar o Santos, ao ver seu jogador mais caro, Robinho, não trabalhando tanto tempo para ele que é seu empregador e enchendo os cofres da CBF?

A Escócia votará hoje se quer deixar de ser uma nação pertencente ao Reino Unido. Alguns ultranacionalistas defendem a saída, alegando que o país seria mais rico e melhor atendido socialmente. Outros chegam a dizer que deixariam de ser uma colônia da Inglaterra (o que na prática não é).
Na verdade, parece mais populismo dos políticos de lá. E isso acabará reabrindo outras discussões de regiões autônomas, como Flandres/Bélgica, Qebec/Canadá e Catalunha/Espanha.
Aqui no Brasil, sinceramente, não muda nada!

Emerson Sheik e Valdívia protagonizaram o debate futebolístico nesta quarta-feira a noite.
O botafoguense havia recebido Cartão Amarelo e depois deu uma “patada” no adversário, recebeu a 2a advertência e foi expulso. Ao sair, procurou uma câmera de TV e disse que “a CBF é uma vergonha”. Tem lá suas razões, mas a hora foi inapropriada. Vergonha não é levar cartão vermelho tão infantilmente, sendo ele um jogador que adora ser taxado de experiente e malandro?
Já o palmeirense que tanto se ausenta do campo por inúmeras lesões e confusões, pisou no seu adversário e levou Vermelho. Brunoro, dirigente do Palmeiras, creditou a expulsão como erro do árbitro. Ora, não é vergonhoso o Palmeiras ser tanto auto-prejudicado mantendo um jogador tão caro que se tornou motivo de gozação e de prejuízo ao clube? Aliás, tenho curiosidade: quanto custou cada minuto jogado por Valdívia em 2014 aos cofres alviverdes?

A reintegração de posse em meio aos violentos invasores transformou a capital paulista em cenário de guerra.
Como é que alguém pode invadir algo que não é seu?
Em época de eleição, isso assusta e muito. Parece que o país, o estado e a cidade estão sem comando. Que bagunça!

No próximo final de semana teremos o primeiro Majestoso no Itaquerão: Corinthians x São Paulo jogarão pelo Campeonato Brasileiro.
Eis que Alexandre Pato, cujos direitos federativos pertencem ao Corinthians mas que está emprestado ao São Paulo, está impedido de jogar por cláusula contratual. Exceto se o Tricolor Paulista pagar uma altíssima multa ao Timão.
Porém, no último domingo, após boa atuação contra o Cruzeiro, o atacante disse (assim como fez no primeiro turno), que tinha 90% de chances de jogar.
Será que o são-paulino terá a multa paga?
Uma segunda e possível hipótese, não tão alardeada: a recente determinação da UEFA (que poderia ser alegada por aqui, já que a FIFA não se manifestou contrária) de que jogadores emprestados sempre estariam livres para jogar quando enfrentassem a agremiação detentora dos seus direitos.
Está na memória o fato ocorrido em abril deste ano: Thibaut Courtois, goleiro belga pertencente ao Chelsea, foi emprestado ao Atlético de Madrid para a última temporada com a cláusula de que, caso as equipes se enfrentassem em qualquer competição, estaria proibido de ser escalado.
E não é que os Colchoneros enfrentaram os Blues na Liga dos Campeões da Europa nesse ano? Antes dos jogos, a UEFA invalidou tal cláusula e criou uma jurisprudência interessante. E não só Courtois jogou, como o Atlético eliminou o Chelsea e jogou a final da Champions contra o Real Madrid.
O pulo do gato seria esse, ou o São Paulo não ousaria arriscar?
Deixe seu comentário:

Amigos, aqui estão os links sobre as análises das arbitragens (erros e acertos) dos jogos dos times grandes do Estado de São Paulo nesse final de semana:
Lembrando: todas as opiniões em contrário são respeitadas!

Hoje é um dia de muita alegria para a Comunidade Católica: recorda-se de Maria na veneração de #Nossa #Senhora das #Dores. Tal devoção possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de #Deus que encontramos as sete dores de #Maria:
1) o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu #Coração Imaculado;
2) a fuga para o #Egito;
3) a perda do #Menino #Jesus;
4) a Paixão do #Senhor;
5) crucifixão, 6) morte e 7) sepultura de #JesusCristo.
Nós, como #Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima#Virgem participou ativamente da Redenção de#Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do #Amor.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!
(extraído de cancaonova.com)

A arbitragem de Leandro Pedro Vuaden na tarde de domingo no Morumbi lembrou seu início de carreira em alguns momentos: deixava o jogo correr e não marcava “faltinhas bobas”. Em outros lances, voltava ao “caiu, marcou”.
Em geral, foi muito bem tecnicamente, mas um lance me chamou a atenção: a não aplicação do cartão amarelo ao zagueiro Dedé quando cometeu pênalti!
Nem todo lance de pênalti é para cartão amarelo. Mas naquela ocasião, o calço aplicado em Ganso é o clássico lance de advertência por ação temerária. Ele para deliberadamente a jogada, e isso é cartão amarelo seja na lateral do campo, no meio do gramado ou na grande área.
Não quero pensar que a aplicação da advertência (que seria a segunda de Dedé no jogo) e que resultaria no cartão vermelho teve como condicionais:
– as duas recentes reclamações formais do Cruzeiro à Comissão de Arbitragem chiando dos árbitros e publicamente divulgadas pela imprensa;
– o fato de ser ainda no 1o tempo;
– a acomodação pelo fato do jogador já estar amarelado e não querer “prejudicar” o time.
Em consequência disso, Kaká foi advertido com Amarelo por reclamação – e, para tristeza dos sãopaulinos, cartão correto pelo exagero dos protestos. Parecia até que o pênalti não houvera sido marcado!
Ficará na curiosidade do torcedor: e se o Cruzeiro jogasse o segundo tempo com 10 atletas? Teríamos mais gols ou a Raposa se fecharia e não levaria o segundo tento?
A resposta seria puro “achismo”…

A arbitragem de Leandro Pedro Vuaden na tarde de domingo no Morumbi lembrou seu início de carreira em alguns momentos: deixava o jogo correr e não marcava “faltinhas bobas”. Em outros lances, voltava ao “caiu, marcou”.
Em geral, foi muito bem tecnicamente, mas um lance me chamou a atenção: a não aplicação do cartão amarelo ao zagueiro Dedé quando cometeu pênalti!
Nem todo lance de pênalti é para cartão amarelo. Mas naquela ocasião, o calço aplicado em Ganso é o clássico lance de advertência por ação temerária. Ele para deliberadamente a jogada, e isso é cartão amarelo seja na lateral do campo, no meio do gramado ou na grande área.
Não quero pensar que a aplicação da advertência (que seria a segunda de Dedé no jogo) e que resultaria no cartão vermelho teve como condicionais:
– as duas recentes reclamações formais do Cruzeiro à Comissão de Arbitragem chiando dos árbitros e publicamente divulgadas pela imprensa;
– o fato de ser ainda no 1o tempo;
– a acomodação pelo fato do jogador já estar amarelado e não querer “prejudicar” o time.
Em consequência disso, Kaká foi advertido com Amarelo por reclamação – e, para tristeza dos sãopaulinos, cartão correto pelo exagero dos protestos. Parecia até que o pênalti não houvera sido marcado!
Ficará na curiosidade do torcedor: e se o Cruzeiro jogasse o segundo tempo com 10 atletas?Teríamos mais gols ou a Raposa se fecharia e não levaria o segundo tento?
A resposta seria puro “achismo”…

O Senador Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação de Lula, deu uma entrevista à jornalista Ruth de Aquino à Revista Época (ed 850, pg 106), e muitas coisas importantes foram ditas por ele. Em especial, ele fala sobre a qualidade da Educação:
“(…) Não deu certo o salto necessário para a qualidade e 3 brechas se aprofundaram:
1) Entre a Educação no Brasil e a de outros países;
2) Entre a Educação dos Ricos e a dos Pobres;
3) Entre o que os Alunos precisam e o que a Escola oferece.”
Sobre sua saída do Governo Lula, justificou dizendo:
“O presidente Lula cansou de algumas falas minhas. O desinteresse pelo longo prazo foi claro e levou a gestos de imediatismos no Ensino Superior, sem dar atenção à Educação de base. O resultado foi um aumento de alunos no Ensino Superior com uma qualidade desastrosa. (…) Lula acreditava que é possível saltar para a Universidade sem passar pelo Ensino Fundamental. Esse discurso, mesmo demagógico, dá votos, como se comprova”.
Em relação aos professores, ele é enfático:
“Precisamos criar uma Carreira Nacional dos Professores, com salario capaz de atrair ao Magistério os jovens mais brilhantes do ensino superior. Para isso, precisamos pagar R$ 9.500,00 por mês, além de fazer escolas bonitas e confortáveis, com a mais moderna tecnologia. Todas em horário integral.”
O discurso é maravilhoso. Pena que, infelizmente, levar a Educação a sério não tem sido uma das prioridades desse país…

Vanderlei Luxemburgo é um dos melhores treinadores dos quais tive prazer em trabalhar. Mas para justificar algo a seu favor, apela para tudo, inclusive a bobagens.
Para “validar” o pênalti erroneamente assinalado a seu favor (e defendido por Cássio), declarou que:
“Há uma recomendação de que se a bola bater na mão, quando na direção do gol, é para dar pênalti. Foi assim contra o Goiás, mas o árbitro não marcou. A informação que tenho é que os jogadores não abram os braços para mostrar que não querem fazer o pênalti. É difícil, fica parecendo um robô, mas vamos lá.“
Meu Deus! De onde ele tirou essa bobagem? Cadê a circular? Quem foi que disse isso?
Pênalti só pode ser marcado se for de forma intencional. E desde 01 de julho de 2013, o árbitro deve avaliar se houve uma intenção disfarçada, ou seja, um movimento anti-natural do braço para atingir a bola.
No geral, avalie: a bola bateu na mão ou foi a mão que bateu na bola? Use o chute de Everton para interpretar:
Por fim, lembre-se: braço aberto ou fechado e o fato da bola estar ou não em direção ao gol NÃO SÃO ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO para se interpretar uma infração de uso indevido da mão na bola, conforme a regra do jogo explicita.
O árbitro Sandro Meira Ricci errou nesse lance e Luxemburgo incrivelmente tentou mudar a regra para justificar. E perceba que na jogada tanto o adicional quando o bandeira fazem o gestual de marcação de escanteio. Pênalti na conta exclusiva do juizão.
Sobre o gol do Flamengo, outro erro: se a bola vai direto para Wallace após o cruzamento de Léo Moura, gol válido. Mas Eduardo da Silva está em posição de impedimento passivo. Ao tocá-la (e o toque é visível) ele passa a invalidar a jogada pois participa ativamente do jogo estando em impedimento. A única condição para que o gol fosse legal era que o “croata” ficasse imóvel, demonstrando que não queria participar do lance.
O interessante é:
- – SEM O TOQUE, WALLACE ESTARIA EM CONDIÇÃO LEGAL POIS A BOLA VEIO DE LÉO E EDUARDO ESTARIA EM IMPEDIMENTO PASSIVO, VALIDANDO O GOL.
- – COM O TOQUE, NÃO SÓ EDUARDO FICA EM IMPEDIMENTO ATIVO COMO FAZ COM QUE WALLACE TAMBÉM ESTIVESSE EM IMPEDIMENTO, POIS O ZAGUEIRO FLAMENGUISTA PASSA A ESTAR A FRENTE DA LINHA DA BOLA E NÃO TEM DOIS JOGADORES ADVERSÁRIOS ENTRE ELES. IMPEDIMENTO DUPLO!
Ali, crédito da falha para o bandeira. Um erro como esse só se dá por um motivo: falta de atenção do assistente no. 2. Se um jogador estivesse encobrindo sua visão na jogada, ainda assim ele tinha uma segunda oportunidade de acerto desperdiçada…

Vanderlei Luxemburgo é um dos melhores treinadores dos quais tive prazer em trabalhar. Mas para justificar algo a seu favor, apela para tudo, inclusive a bobagens.
Para “validar” o pênalti erroneamente assinalado a seu favor (e defendido por Cássio), declarou que:
“Há uma recomendação de que se a bola bater na mão, quando na direção do gol, é para dar pênalti. Foi assim contra o Goiás, mas o árbitro não marcou. A informação que tenho é que os jogadores não abram os braços para mostrar que não querem fazer o pênalti. É difícil, fica parecendo um robô, mas vamos lá.“
Meu Deus! De onde ele tirou essa bobagem? Cadê a circular? Quem foi que disse isso?
Pênalti só pode ser marcado se for de forma intencional. E desde 01 de julho de 2013, o árbitro deve avaliar se houve uma intenção disfarçada, ou seja, um movimento anti-natural do braço para atingir a bola.
No geral, avalie: a bola bateu na mão ou foi a mão que bateu na bola? Use o chute de Everton para interpretar:
Por fim, lembre-se: braço aberto ou fechado e o fato da bola estar ou não em direção ao gol NÃO SÃO ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO para se interpretar uma infração de uso indevido da mão na bola, conforme a regra do jogo explicita.
O árbitro Sandro Meira Ricci errou nesse lance e Luxemburgo incrivelmente tentou mudar a regra para justificar. E perceba que na jogada tanto o adicional quando o bandeira fazem o gestual de marcação de escanteio. Pênalti na conta exclusiva do juizão.
Sobre o gol do Flamengo, outro erro: se a bola vai direto para Wallace após o cruzamento de Léo Moura, gol válido. Mas Eduardo da Silva está em posição de impedimento passivo. Ao tocá-la (e o toque é visível) ele passa a invalidar a jogada pois participa ativamente do jogo estando em impedimento. A única condição para que o gol fosse legal era que o “croata” ficasse imóvel, demonstrando que não queria participar do lance.
O interessante é:
- – SEM O TOQUE, WALLACE ESTARIA EM CONDIÇÃO LEGAL POIS A BOLA VEIO DE LÉO E EDUARDO ESTARIA EM IMPEDIMENTO PASSIVO, VALIDANDO O GOL.
- – COM O TOQUE, NÃO SÓ EDUARDO FICA EM IMPEDIMENTO ATIVO COMO FAZ COM QUE WALLACE TAMBÉM ESTIVESSE EM IMPEDIMENTO, POIS O ZAGUEIRO FLAMENGUISTA PASSA A ESTAR A FRENTE DA LINHA DA BOLA E NÃO TEM DOIS JOGADORES ADVERSÁRIOS ENTRE ELES. IMPEDIMENTO DUPLO!
Ali, crédito da falha para o bandeira. Um erro como esse só se dá por um motivo: falta de atenção do assistente no. 2. Se um jogador estivesse encobrindo sua visão na jogada, ainda assim ele tinha uma segunda oportunidade de acerto desperdiçada…

O ex-governador do DF José Roberto Arruda era candidato ao mesmo cargo nessas próximas eleições. Mesmo já tendo sido preso, com mandato de senador cassado e filmado recebendo dinheiro vivo de propina, estava como líder das pesquisas eleitorais!
Porém, a Lei da Ficha Suja o barrou. Não poderá mais concorrer, e seu vice (Jofran Frechat) será o novo candidato.
Entretanto… sua esposa será a candidata a vice!
Imoral, não? Quem irá governar de fato caso sua chapa vença?
Lembrou Joaquim Roriz, que barrado pela mesma lei, emplacou sua esposa Weslian Roriz.
Fico admirado: o cara tem histórico comprovado de corrupção e os eleitores brasilienses o tinham como a melhor opção?
Vai entender…

Arbitragem atenta é sempre muito bom para o futebol. Prova disso é o lance do gol corretamente anulado de Luccas Claro (COR) aos 31 minutos.
Após a cobrança de escanteio, há um bate-rebate e o atacante do Coritiba chuta a bola marcando o gol. Eis que o bandeira carioca no. 2 Rodrigo Carvalhaes de Miranda marca impedimento de Zé Love (COR), que está entre um zagueiro santista e o goleiro Aranha (SFC).
Zé Love não toca na bola, o chute de Luccas Claro é para o gol e não para ele. Então, por quê a anulação?
Porque o atacante não está interferindo ativamente na jogada por tocar a bola, mas por interferir contra o adversário. Ele está atrapalhando o campo visual do goleiro, e corretamente se marca o impedimento.
Parece-me que o AAA 2, Rodrigo Correa, participa do lance chamando o árbitro Marcelo de Lima Henrique que calma e discretamente anula o gol. Ótimo – marcação precisa e sem ser espalhafatosa.
Ouço a reclamação de um suposto pênalti em Robinho. Procurando o lance na Web, não acho link disponível para análise. Se algum amigo possuir a jogada em mídia para enviar, agradeço!

Arbitragem atenta é sempre muito bom para o futebol. Prova disso é o lance do gol corretamente anulado de Luccas Claro (COR) aos 31 minutos.
Após a cobrança de escanteio, há um bate-rebate e o atacante do Coritiba chuta a bola marcando o gol. Eis que o bandeira carioca no. 2 Rodrigo Carvalhaes de Miranda marca impedimento de Zé Love (COR), que está entre um zagueiro santista e o goleiro Aranha (SFC).
Zé Love não toca na bola, o chute de Luccas Claro é para o gol e não para ele. Então, por quê a anulação?
Porque o atacante não está interferindo ativamente na jogada por tocar a bola, mas por interferir contra o adversário. Ele está atrapalhando o campo visual do goleiro, e corretamente se marca o impedimento.
Parece-me que o AAA 2, Rodrigo Correa, participa do lance chamando o árbitro Marcelo de Lima Henrique que calma e discretamente anula o gol. Ótimo – marcação precisa e sem ser espalhafatosa.
Ouço a reclamação de um suposto pênalti em Robinho. Procurando o lance na Web, não acho link disponível para análise. Se algum amigo possuir a jogada em mídia para enviar, agradeço!

Dando uma fuçada em antigos post na Internet, não me lembro de ter feito alguma análise de arbitragem positiva a Elmo Alves da Cunha. Nada contra o árbitro goiano, mas sim contra o azar (ou incompetência dele).
Há quanto tempo ele apita na série A? Todo ano, sempre um jogo aqui ou acolá. E só jogo bom, mas com atuação ruim.
Nesse sábado, no Maracanã, uma vergonhosa marcação de pênalti por uso indevido das mãos a favor do Fluminense contra o Palmeiras.
Vamos lá: aos 32 minutos, Wagner (FLU) cruza a bola para a grande área e Renato (SEP) dá um carrinho. A bola bate em seu braço despretensiosamente e sai para a linha de fundo.
Os jogadores do Fluzão já se encaminhavam para o escanteio, mas eis que se assustam: um tiro penal a favor do Tricolor Carioca! Até quem se beneficiou ficou constrangido…
Ali, nunca se poderá marcar um pênalti, pois a bola é quem bate no braço/mão, e não a mão/braço que busca atingir a bola.
O pior de tudo é que o Árbitro Adicional no. 2, o também goiano Bruno Rezende Silva, estava na frente da jogada! Até o bandeira no. 2 , seu xará e conterrâneo Bruno Raphael Pires poderia ter ajudado a avisar ao árbitro que não foi infração.
Entenda: para se marcar uma falta ou um pênalti por uso indevido da mão na bola, sempre deve-se avaliar a INTENÇÃO. No futebol, essa é a única infração onde não se pode avaliar IMPRUDÊNCIA ou FORÇA excessiva, as outras condicionais para se marcar uma falta.
O grande problema é a nova orientação da FIFA, válida desde 01 de Julho de 2013, para que os árbitros avaliem se existe uma “subjetiva e disfarçada intenção de colocar a mão na bola”, ou se preferir, um “movimento anti-natural dos braços”. Nela, se exige que o árbitro deva avaliar se em determinados lances não houve ação de burla no momento do toque (uma intencionalidade disfarçada de falsa imprudência), ou seja, um desejo de que a bola possa bater em seus braços, pulando espalhafatosamente. Desde então, alguns árbitros se acomodam marcando pênalti alegando essa orientação.
Ledo engano. Quer um exemplo? Se Wagner cruzasse a bola e Renato tivesse tempo hábil de tirar o braço da jogada, mas ao invés disso, deixa-se a bola bater nele, aí sim seria essa “disfarçada intenção”. Caso contrário, “segue o jogo” – no linguajar dos árbitros (e como deveria ter acontecido)!
Por fim, a própria Regra 12 dá as dicas para se marcar uma falta por mão na bola, sendo elas:
– Verificar o movimento da mão em direção a bola (e não da bola em direção a mão, ou seja: é a bola que vai bater no braço pela sua velocidade/força ou o braço que busca bater na bola?);
– Observar a distância entre o adversário e a bola (bola que chega de forma inesperada não dá para evitar o contato);
– Perceber que a posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração (estar com o braço aberto/fechado não quer dizer nada);
– Lembrar que tocar a bola com um objeto segurado com a mão (roupa, caneleira etc.) constitui uma infração e que atingir a bola com um objeto arremessado (chuteira, caneleira etc.) também.”
Diante de tudo isso, dá para afirmar tranquilamente: errou a arbitragem em marcar pênalti ao Fluminense.

Dando uma fuçada em antigos post na Internet, não me lembro de ter feito alguma análise de arbitragem positiva a Elmo Alves da Cunha. Nada contra o árbitro goiano, mas sim contra o azar (ou incompetência dele).
Há quanto tempo ele apita na série A? Todo ano, sempre um jogo aqui ou acolá. E só jogo bom, mas com atuação ruim.
Nesse sábado, no Maracanã, uma vergonhosa marcação de pênalti por uso indevido das mãos a favor do Fluminense contra o Palmeiras.
Vamos lá: aos 32 minutos, Wagner (FLU) cruza a bola para a grande área e Renato (SEP) dá um carrinho. A bola bate em seu braço despretensiosamente e sai para a linha de fundo.
Os jogadores do Fluzão já se encaminhavam para o escanteio, mas eis que se assustam: um tiro penal a favor do Tricolor Carioca! Até quem se beneficiou ficou constrangido…
Ali, nunca se poderá marcar um pênalti, pois a bola é quem bate no braço/mão, e não a mão/braço que busca atingir a bola.
O pior de tudo é que o Árbitro Adicional no. 2, o também goiano Bruno Rezende Silva, estava na frente da jogada! Até o bandeira no. 2 , seu xará e conterrâneo Bruno Raphael Pires poderia ter ajudado a avisar ao árbitro que não foi infração.
Entenda: para se marcar uma falta ou um pênalti por uso indevido da mão na bola, sempre deve-se avaliar a INTENÇÃO. No futebol, essa é a única infração onde não se pode avaliar IMPRUDÊNCIA ou FORÇA excessiva, as outras condicionais para se marcar uma falta.
O grande problema é a nova orientação da FIFA, válida desde 01 de Julho de 2013, para que os árbitros avaliem se existe uma “subjetiva e disfarçada intenção de colocar a mão na bola”, ou se preferir, um “movimento anti-natural dos braços”. Nela, se exige que o árbitro deva avaliar se em determinados lances não houve ação de burla no momento do toque (uma intencionalidade disfarçada de falsa imprudência), ou seja, um desejo de que a bola possa bater em seus braços, pulando espalhafatosamente. Desde então, alguns árbitros se acomodam marcando pênalti alegando essa orientação.
Ledo engano. Quer um exemplo? Se Wagner cruzasse a bola e Renato tivesse tempo hábil de tirar o braço da jogada, mas ao invés disso, deixa-se a bola bater nele, aí sim seria essa “disfarçada intenção”. Caso contrário, “segue o jogo” – no linguajar dos árbitros (e como deveria ter acontecido)!
Por fim, a própria Regra 12 dá as dicas para se marcar uma falta por mão na bola, sendo elas:
– Verificar o movimento da mão em direção a bola (e não da bola em direção a mão, ou seja: é a bola que vai bater no braço pela sua velocidade/força ou o braço que busca bater na bola?);
– Observar a distância entre o adversário e a bola (bola que chega de forma inesperada não dá para evitar o contato);
– Perceber que a posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração(estar com o braço aberto/fechado não quer dizer nada);
– Lembrar que tocar a bola com um objeto segurado com a mão (roupa, caneleira etc.) constitui uma infração e que atingir a bola com um objeto arremessado(chuteira, caneleira etc.) também.”
Diante de tudo isso, dá para afirmar tranquilamente: errou a arbitragem em marcar pênalti ao Fluminense.

Neste sábado, em nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, teremos um KERIGMA.
E o que vem a ser isso?
Aqui na Diocese de Jundiaí (que engloba Itupeva, Cabreúva, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Salto e outras cidades), todas as catequeses, incluindo a da 1a Eucaristia, devem se iniciar com o anúncio de Cristo, a Boa Nova da Evangelização e apresentação dos valores cristãos-evangelísticos.
Hoje, para nossa turma que se iniciou na última semana (2014/2015 – Comunidade Nossa Senhora de Fátima), o querido seminarista Fábio Gentille irá fazer esse anúncio, ou melhor, proclamar o Kerigma a nossos crismandos.
Fica a reflexão: nós temos anunciado o Cristo ressuscitado, o amor do Pai e a Graça que procede do Espírito Santo no nosso dia-a-dia? Não só com palavras, mas com testemunho de vida?

Quantas vezes você ouviu falar que irão remodelar os acessos para a entrada de Jundiaí?
Eu já ouvi, creio, desde a época do prefeito Walmor! E olha que faz tempo…
Toda ano de Eleição surgem as promessas (INDEPENDENTE QUAL SEJA O PARTIDO). Agora, o Governo Estadual anunciou a construção das alças da Avenida Nove de Julho e um acesso próximo à Avenida Jundiaí, uma espécie de “continuidade” da Avenida Osmundo dos Santos Pelegrine atravessando a Rodovia Anhanguera.
Vai desafogar o trânsito? A obra terminará em 2017, iniciando-se no final do ano. Até lá, precisaremos de novas obras…
Só acredito vendo! Olha o projeto abaixo:
