– Costa Rica e a vitória dos desajustados!

Por ser o maior azarão, comecei a torcer pela Costa Rica no jogo do último domingo. Mas durante a partida, mudei minha torcida.

Vi os costarricenses catimbarem, fazerem cera e até mesmo o goleiro se jogar contra o atacante grego, pedindo (e conseguindo) falta ao seu favor. Simularam faltas e até uma agressão que não existiu. Ah, e bateram também!

Aí perderam o carisma e o fraco árbitro australiano Benjamim Willians perdeu o controle do jogo, pois errou para os dois lados e bateu muito papo. Expulsão exagerada, pênalti não marcado, retardamento do jogo tolerado e outras falhas.

A imagem do jogo: o técnico português da Grécia, após o gol de empate, se virou para o banco adversário e… deixa pra lá, poupemos os leitores!

O jogo em si foi ruim, embora emocionante. Como é que essas duas equipes chegaram as Oitavas de Final de uma Copa do Mundo? Pior: a Costa Rica foi a 1a colocada numa chave com 3 campeões mundiais (Uruguai, Inglaterra e Itália)! Quantos passes errados e que jogo comprido… e o mais cruel: prorrogação!

Apesar do feio futebol grego, preferia a lealdade do que a malandragem. Mas venceu a Costa Rica, tão simpática na fase de grupos e excessivamente adepta da milonga no duelo de ontem.

Contra a Holanda, não creio que sobreviverá! Porém, certamente estão contentes com o que já conquistaram.

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– Teremos uma Nova Fórmula para a Gasolina no Brasil?

Leio com preocupação: a ANP estuda a mudança na Adição do Álcool Anidro na Gasolina, que hoje é de 25%. Estão sendo realizados testes de rendimento e durabilidade nos motores de carros, com o aumento para 28, 30 e até 35%!

A idéia é ajudar indústria da cana e incentivar a produção. Aliás, vale o registro: o setor tem criticado bastante o Governo Federal. Alegam “abandono” na questão do Álcool.

O problema é: o Etanol, solução econômica e ecológica para o nosso país, vez ou outra tem suas grandes oscilações de preço.

Confesso ter medo dos petroleiros árabes e dos usineiros paulistas. Quem é mais feroz nas negociações?

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– Tá contente com a Copa? Depois dela…

Curtindo a Copa do Mundo? Lembre-se, em breve o Campeonato Brasileiro retornará…

Charge do colunista Adão:

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– O Craque da Camisa 10 da Copa do Mundo até agora é…

Quem tem sido o craque da Copa até agora?

Veja as dicas:

É da América do Sul,

Veste a camisa 10,

Sua Seleção joga de Amarelo ou de Azul,

Tem apenas 22 anos e recentemente fez um contrato milionário na Europa.

Sim, acertou quem pensou no colombiano James Rodríguez! O garoto tem jogado muita bola, já tem 5 gols em 4 jogos na Copa (aliás, a Colômbia tem 100% de aproveitamento no Mundial, e o Brasil…) e seu futebol é vistoso!

Tímido, James pediu delicadamente para que o chamem de “Rámês” ao invés de “Jeimes”, em referência à pronúncia do seu nome. Elogiado como Messi colombiano, tem reagido sem graça aos elogios feitos a ele.

O Brasil não tem um meia esquerda como ele. E, sem dúvida, a atuação dele (e da Seleção Colombiana) contra o Uruguai foi muito melhor do que a de Neymar (e da Seleção Brasileira) contra o Chile.

A um desavisado, poderia achar que a camisa 10 amarela que deu show na tarde de sábado no Maracanã era uma projeção holográfica do Brasil dos anos 70 ou 80, ou uma lembrança do time da Copa das Confederações 2013.

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– 100 anos da Primeira Grande Guerra estão passando batidos…

O Mundo se recorda do Centenário da 1a Guerra Mundial. Episódio para ser esquecido devido a imbecilidade e dificuldade de relacionamento humano, e, ao mesmo tempo, lembrado para que serva de exemplo do que não se fazer.

Será que um dia teremos uma 3a Guerra Mundial? Se tiver, será a última, pois pelo poder dos armamentos, hoje, o planeta se destruiria por completo!

Pena que a Copa do Mundo faz com que nos esqueçamos desse episódio para refletirmos sobre ele.

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– Complô contra o Brasil? Esqueça!

Leio e me surpreendo negativamente com as declarações do ex-árbitro da FIFA José Roberto Wright em sua coluna no Jornal Lance (pg 6, ed 29/06/2014).

Escreveu o colunista sobre as arbitragens em jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo:

Vejo esquema preparado para nos tirar da final desde a primeira rodada”.

Meu Deus! Se há conspiração, esqueceram de avisar o árbitro Nishimura (pênalti inexistente a favor de Fred), Howard Webb (que não voltou a primeira cobrança dos tiros penais defendida por Júlio César após visível adiantamento) e os assistentes do colombiano Wilmar Roldán que anularam os gols mexicanos contra Camarões (e que indiretamente beneficiaram o Brasil, tirando a Holanda do seu caminho).

O mundo do futebol é incrível, pois:

1- antes, se especulava bobagens que o Brasil “comprou a Copa. Será que o Marin e o Marco Polo guardaram o comprovante de pagamento?

2- após reclamações infundadas do Felipão, fala-se em premeditação para eliminar o anfitrião. A troco de quê?

Me preocupa o fato de alguém como Wright, que apitou Copa do Mundo e fez parte de diversos comitês da FIFA após sua aposentadoria, trabalhou tanto tempo na Rede Globo e escreve em um importante jornal especializado em esportes como o Lance, declarar algo tão grave e incisivo publicamente! Respeito demais o conceituado ex-árbitro e atualmente jornalista. Mas afirmar categoricamente tal coisa, aí não dá!

Não acredito em esquema nem pró e nem contra. E você?

Deixe seu comentário:

Sobre a análise da arbitragem de Brasil 1 x 1 Chile, leia nossa opinião, em:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/25827/brasil-1-x-1-chile-e-a-arbitragem-como-foi

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– E viva São Pedro e São Paulo

Que pena. Pouco ouvi sobre hoje ser dia de São Pedro e São Paulo, os santos considerados primeiros Papas da Igreja Católica.

Abaixo, a história desses gigantes do Cristianismo, extraído de CançãoNova.com, link “Santo do Dia”:

FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO APÓSTOLOS

Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.

Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.

Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

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– Brasil 1 x 1 Chile. E a arbitragem, como foi?

Pois é. O primeiro jogo pelas Oitavas de Final da Copa do Mundo de 2014 foi teste para cardíaco. Reclamações de gol anulado, bola na trave e desfecho feliz para os brasileiros nos pênaltis.

E a arbitragem do inglês Howard Webb, como foi?

Se você olhar com olhos de torcedor, correrá o risco de dar uma nota muito baixa. Mas se analisar friamente, observará que o árbitro foi bem no geral, e, nos lances polêmicos, excepcional! Só não levará nota máxima pela prorrogação.

Vamos lá: algumas queixas se referem em deixar o jogo correr em determinados momentos de quedas de jogadores. Ora, pelo fato do juiz ser da Inglaterra e o jogo ser disputado por equipes latino-americanas, há um natural choque de cultura no futebol. Aqui, se busca a falta cavada e lá, ao contrário, falta é quando ocorre realmente uma irregularidade que impeça o atleta de seguir no lance. “The Faul” para um árbitro inglês é coisa séria!

Neymar começou levando pontapés dos chilenos, advertidos verbalmente com correção pelo árbitro. Mas nas infrações mais leves, “enfeitava a queda” a fim de cavar cartões para os adversários. Juiz experiente não cai nessa… Tanto que depois o garoto ficou mais tempo em pé!

Se o árbitro fez uma boa leitura no começo da partida, se acomodou no final do jogo e durante todo o segundo tempo da prorrogação. Ele simplesmente deu uma de “Ganso”. E sabe o que significa isso?Na linguagem da arbitragem, se refere ironicamente ao árbitro Romualdo Arpi Filho, o “Rei do Empate”, que administrava os finais de jogo “picando” os lances. E foi exatamente o ponto negativo de Webb: torceu para a peleja ficar no 1 x 1!

Se falamos do árbitro na condução do jogo ao longo da partida e da sua mudança não positiva no final, não podemos também deixar de falar da sua atuação disciplinarmente: cartões bem ou mal aplicados?

Neste sábado, Webb cumpriu o que tem se pedido pela FIFA e que seus colegas estão fazendo muito bem: a não vulgarização dos cartões amarelos e vermelhos! Se Brasil x Chile tivesse sido jogado pelo Brasileirão, teríamos uma enxurrada de advertências e expulsões. Respeito, pois é uma conduta adotada, embora tenho o seguinte temor já escrito em outras oportunidades: o limite da economia dos cartões pode beirar o descumprimento da Regra do Jogo!

Tecnicamente, acertou em dois lances importantes: o pênalti supostamente cometido em Hulk e o gol anulado também em lance protagonizado pelo homônimo do super-herói da Marvel.

Lance 1: o pênalti – o zagueiro do Chile rouba somente a bola e a queda de Hulk é inevitável pelo contato do pé do chileno com o do brasileiro. E o detalhe: o zagueirão saiu jogando, indicador de que o lance foi limpo na dividida por baixo.

Lance 2: o gol anulado – dificílimo, pois o árbitro não tem uma visão lateral boa da jogada, pois ela é mais frontal e acaba não sendo tão nítida para Webb. Faça a seguinte análise: a bola foi matada no peito, ajeitada de ombro ou com o uso do braço? E, vendo, revendo e “re-revendo” várias vezes, entendo o seguinte: Hulk mata no peito com uma leve ajeitada pelo antebraço, pois sem ele a bola não “morreria” em seu domínio. E como antebraço não vale, acertou o juiz!

Nos tiros penais, um erro importante que passou desapercebido em decorrência da emoção: Júlio Cesar se adiantou significativamente no primeiro pênalti que defendeu. Esqueça o fato da cobrança do chileno ter sido ruim, o fato é que não foi o “passito” a mais que a arbitragem costuma fazer vista grossa, foi passo a frente mesmo. Deveria ter voltado.

Enfim, jogo difícil e que no geral o árbitro foi muito bem.

Duas observações relevantes do jogo:

1- Como xingou o treinador Felipão! Jogou a torcida contra o árbitro e se Webb falasse a língua portuguesa certamente o expulsaria.

2 – Estou convencido que, se o Brasil jogar como jogou contra o Chile frente Alemanha, Holanda, Argentina ou França, o Hexa ficará na tentativa lá na Rússia em 2018!

E você, gostou do jogo?

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– Brasil 1 x 1 Chile. E a arbitragem, como foi?

Pois é. O primeiro jogo pelas Oitavas de Final da Copa do Mundo de 2014 foi teste para cardíaco. Reclamações de gol anulado, bola na trave e desfecho feliz para os brasileiros nos pênaltis.

E a arbitragem do inglês Howard Webb, como foi?

Se você olhar com olhos de torcedor, correrá o risco de dar uma nota muito baixa. Mas se analisar friamente, observará que o árbitro foi bem no geral, e, nos lances polêmicos, excepcional! Só não levará nota máxima pela prorrogação.

Vamos lá: algumas queixas se referem em deixar o jogo correr em determinados momentos de quedas de jogadores. Ora, pelo fato do juiz ser da Inglaterra e o jogo ser disputado por equipes latino-americanas, há um natural choque de cultura no futebol. Aqui, se busca a falta cavada e lá, ao contrário, falta é quando ocorre realmente uma irregularidade que impeça o atleta de seguir no lance. “The Faul” para um árbitro inglês é coisa séria!

Neymar começou levando pontapés dos chilenos, advertidos verbalmente com correção pelo árbitro. Mas nas infrações mais leves, “enfeitava a queda” a fim de cavar cartões para os adversários. Juiz experiente não cai nessa… Tanto que depois o garoto ficou mais tempo em pé!

Se o árbitro fez uma boa leitura no começo da partida, se acomodou no final do jogo e durante todo o segundo tempo da prorrogação. Ele simplesmente deu uma de “Ganso”. E sabe o que significa isso? Na linguagem da arbitragem, se refere ironicamente ao árbitro Romualdo Arpi Filho, o “Rei do Empate”, que administrava os finais de jogo “picando” os lances. E foi exatamente o ponto negativo de Webb: torceu para a peleja ficar no 1 x 1!

Se falamos do árbitro na condução do jogo ao longo da partida e da sua mudança não positiva no final, não podemos também deixar de falar da sua atuação disciplinarmente: cartões bem ou mal aplicados?

Neste sábado, Webb cumpriu o que tem se pedido pela FIFA e que seus colegas estão fazendo muito bem: a não vulgarização dos cartões amarelos e vermelhos! Se Brasil x Chile tivesse sido jogado pelo Brasileirão, teríamos uma enxurrada de advertências e expulsões. Respeito, pois é uma conduta adotada, embora tenho o seguinte temor já escrito em outras oportunidades: o limite da economia dos cartões pode beirar o descumprimento da Regra do Jogo!

Tecnicamente, acertou em dois lances importantes: o pênalti supostamente cometido em Hulk e o gol anulado também em lance protagonizado pelo homônimo do super-herói da Marvel.

Lance 1: o pênalti – o zagueiro do Chile rouba somente a bola e a queda de Hulk é inevitável pelo contato do pé do chileno com o do brasileiro. E o detalhe: o zagueirão saiu jogando, indicador de que o lance foi limpo na dividida por baixo.

Lance 2: o gol anulado – dificílimo, pois o árbitro não tem uma visão lateral boa da jogada, pois ela é mais frontal e acaba não sendo tão nítida para Webb. Faça a seguinte análise: a bola foi matada no peito, ajeitada de ombro ou com o uso do braço? E, vendo, revendo e “re-revendo” várias vezes, entendo o seguinte: Hulk mata no peito com uma leve ajeitada pelo antebraço, pois sem ele a bola não “morreria” em seu domínio. E como antebraço não vale, acertou o juiz!

Nos tiros penais, um erro importante que passou desapercebido em decorrência da emoção: Júlio Cesar se adiantou significativamente no primeiro pênalti que defendeu. Esqueça o fato da cobrança do chileno ter sido ruim, o fato é que não foi o “passito” a mais que a arbitragem costuma fazer vista grossa, foi passo a frente mesmo. Deveria ter voltado.

Enfim, jogo difícil e que no geral o árbitro foi muito bem.

Duas observações relevantes do jogo:

1- Como xingou o treinador Felipão! Jogou a torcida contra o árbitro e se Webb falasse a língua portuguesa certamente o expulsaria.

2 – Estou convencido que, se o Brasil jogar como jogou contra o Chile frente Alemanha, Holanda, Argentina ou França, o Hexa ficará na tentativa lá na Rússia em 2018!

E você, gostou do jogo?

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– Neymardependência e o futuro: bom ou ruim?

Muito se fala da dependência da Seleção Brasileira por Neymar. Se o menino jogar bem, a Seleção deslancha. Se for mal, estamos sem opções!

Por um lado, é bom ter um boleiro no time como Neymar, afinal, depender de um craque é melhor do que depender de um cabeça de bagre.

Mas aí ficamos pensando: e para 2018? Desse grupo sairão outros “Neymares”? Ou vamos ter que esperar 4 anos para aguardar que surja uma surpresa agradável? Ou a base para a próxima Copa está nascendo em 2014?

Pelo que vemos no Brasileirão, com repatriação de veteranos e contratação de estrangeiros, temo pelo futuro…

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– Pausa da Correria

Hoje estamos bem lights. Apenas um tempo na Copa do Mundo para curtir o jardim e espairecer do futebol!

Amanhã voltamos com nossos temas.

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– Hoje é dia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro!

Como bom devoto de Nossa Senhora, não posso deixar de publicar: hoje é dia de uma das mais belas invocações marianas- a de Maria do Perpétuo Socorro!

Conheça sua história (extraído de CançãoNova.com):

Tal devoção Mariana começou a ser propagada a partir de 1870 e espalhou-se por todo o mundo. Trata-se de uma pintura do século XIII, de estilo bizantino. Segundo a tradição, foi trazida de Creta, Grécia, por um negociante. E, desde 1499, foi honrada na Igreja de São Mateus in Merulana.
Em 1812, o velho Santuário foi demolido. O quadro foi colocado, então, num oratório dos padres agostinianos. Em 1866, os redentoristas obtiveram de Pio IX o quadro da imagem milagrosa. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi colocada na Igreja de Santo Afonso, em Roma. De semblante grave e melancólico, Nossa Senhora traz no braço esquerdo o Menino Jesus, ao qual o Arcanjo Gabriel apresenta quatro cravos e uma cruz. Ela é a senhora da morte e a rainha da vida, o Auxílio dos cristãos, o socorro seguro e certo dos que a invocam com amor filial.

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!

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– Howard Webb apitará Brasil x Chile de novo! Não gostei.

Considerando que o bom árbitro japonês Nishimura apitou o último jogo do Brasil em 2010 e o primeiro da Seleção Canarinho em 2014, e acabou fazendo lambança com o pênalti de Fred;

Considerando também que se reclama de erros de arbitragem em alguns jogos e nunca contra os grandes;

CONSIDERANDO AINDA QUE O ÓTIMO ÁRBITRO HOWARD WEBB APITOU NO DIA 28 DE JUNHO DE 2010 A PARTIDA ENTRE BRASIL 3 X 0 CHILE PELAS OITAVAS DE FINAL, E QUE FOI ESCALADO PARA APITAR O MESMO BRASIL X CHILE EM MESMA FASE DE OITAVAS DE FINAL NUM MESMO 28 DE JUNHO…

… não gostei da escala!

Com tanto árbitro, por quê a FIFA escala o mesmo apitador?

Para aqueles que gostam de teorias da conspiração, alegando que a Copa do Mundo está armada para o Brasil ganhar em casa, tal escala é um prato cheio para fomentar boatos!

O Chile vai reclamar, tenha certeza disso.

O juizão é muito bom, mas não o adequado para esse jogo com tamanhas coincidências.

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– Howard Webb apitará Brasil x Chile de novo! Não gostei.

Considerando que o bom árbitro japonês Nishimura apitou o último jogo do Brasil em 2010 e o primeiro da Seleção Canarinho em 2014, e acabou fazendo lambança com o pênalti de Fred;

Considerando também que se reclama de erros de arbitragem em alguns jogos e nunca contra os grandes;

CONSIDERANDO AINDA QUE O ÓTIMO ÁRBITRO HOWARD WEBB APITOU NO DIA 28 DE JUNHO DE 2010 A PARTIDA ENTRE BRASIL 3 X 0 CHILE PELAS OITAVAS DE FINAL, E QUE FOI ESCALADO PARA APITAR O MESMO BRASIL X CHILE EM MESMA FASE DE OITAVAS DE FINAL NUM MESMO 28 DE JUNHO…

… não gostei da escala!

Com tanto árbitro, por quê a FIFA escala o mesmo apitador?

Para aqueles que gostam de teorias da conspiração, alegando que a Copa do Mundo está armada para o Brasil ganhar em casa, tal escala é um prato cheio para fomentar boatos!

O Chile vai reclamar, tenha certeza disso.

juizão é muito bom, mas não o adequado para esse jogo com tamanhas coincidências.

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– Igrejas, ONGs e Universidades

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

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– Os Alienígenas e a Copa do Mundo

Você já ouviu falar sobre o “Círculo Quântico da Expansão Humana”?

Pois é: a entidade é formada por ufólogos espíritas, e se presta a intermediar o contato – através de médiuns – entre terráqueos e extraterrestres.

O fato é que a organização divulgou que os alienígenas estão adorando o Mundial de Futebol! Eles gostam de esportes, e, aqui no nosso país, costumam estacionar as naves espaciais em cima do estádio para assistirem ao vivo os jogos (seriam eles os responsáveis pelo péssimo sistema de telefonia celular?).

A diversos sites, Alexandre Wahbe, espiritualista do grupo, declarou que os ET’s aprovam a Copa aqui pois:

O Brasil é um símbolo da tolerância e da união dos povos por reunir as mais diversas culturas e etnias. Por isso, os extraterrestres consideram que sediar a Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016 não é por acaso. É a chance de o Brasil ensinar o mundo a amar sem discriminação. Esse será o maior legado da Copa, pois eles dizem que o Brasil tem a maior tecnologia que existe, que é o amor e a integração sem fronteiras.”

Respeitamos todas as crenças, e, confesso, estou acreditando nesses caras.

Por quê?

Porque essa Copa do Mundo realmente está de outro mundo, emocionante e entusiasmante. Coisa de louco mesmo…

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– Triste: as Meninas no Tráfico!

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Ghana precisava de Grana ou de Gana?

Surrealismo no caso do dinheiro de Gana. Quer dizer que para entrar em campo contra Portugal (e serem derrotados), os jogadores pediram 3 milhões de dólares em dinheiro vivo?

Pior: Uma comitiva veio trazer a bufunfa e o comboio circulou pelas ruas até o hotel da Seleção em Brasília.

Aliás: o dinheiro entrou no país sem imposto, em espécie, com a anuência da Receita Federal. Vai você trazer tal quantia de fora do país…

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– A punição e a difícil defesa de Luizito Suárez!

Suárez, o argentino que mordeu Chiellini, foi punido com 9 jogos mais 4 meses de suspensão. Mas como defendê-lo por tamanha antidesportividade, se é a 3a mordida em adversário?

Para mim, pena justa. O histórico é ruim e o esporte deve dar exemplo de civilidade. Mas o mais curioso foi a defesa dele: mostrou-se vídeos de faltas recebidas do jogo contra a Itália e contra o Uruguai, como justificativa para um desequilíbrio emocional! Ainda: os advogados tiveram a cara de pau de alegar, segundo o “The Guardian”, uma fotomontagem, já que não se viu com clareza a dentada.

Aí é sacanagem…

Futebol é jogo de contato físico e não deve se permitir deslealdade. Preferimos o incentivo ao Fair Play do que a isso. E parabéns pelo uso das imagens (não tão habitual) para se tomar uma decisão punitiva a lances que fogem do campo visual do árbitro – e que seja exclusivamente a tais situações.

Em tempo: e se houvesse uma TV à beira do gramado para o árbitro rever o lance reclamado? A expulsão seria inevitável e o resultado do jogo… teria mudado?

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– O Salário de Deputado Estadual

Assustei quando li na Folha de São Paulo, Ed 23/06, pg A4 (por Rodrigo Vizeu), sobre o salário dos deputados estaduais.

Atualmente, eles recebem um salário de R$ 20 mil. Possuem verba de gabinete de R$ 94,8 mil para pagar o salário de até 32 assessores; podem gastar até R$ 23 mil para reembolso de gastos com correio, jornais e combustíveis; auxílio moradia de R$ 2,25 milauxílio-paletó (isso mesmo, para comprar roupas) de R$ 20 mil.

Leve em conta: para tanta dificuldade, eles ainda têm direito a 14º e 15º salário…

Incrível.

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– A Copa dos Padres é uma alternativa?

A Copa do Mundo começou. Gritos, aplausos, vaias e xingamentos estão liberados. Mas se você gosta de futebol e prefere algo menos viril, saiba que há 6 meses aconteceu uma Copa do Mundo de Futebol mais “angelical”: a Copa dos Padres do Vaticano!

Olha que curioso, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,brasil-estreia-neste-domingo-na-copa-do-mundo-dos-padres,1138392,0.htm

BRASIL ESTREIA NESTE DOMINGO NA COPA DO MUNDO DOS PADRES

Gonçalo Junior – O Estado de S.Paulo

Torneio reúne seleções de padres e seminaristas que estudam em colégios italianos

SÃO PAULO – A Copa do Mundo dos padres possui algumas diferenças em relação à Copa tradicional, que começará no dia 12 de junho. A primeira é a presença de um diretor espiritual à beira do gramado, ao lado do técnico. Esse diretor fica ali, de olho, só para controlar os ânimos. Ele não está nem aí para o esquema tático, apenas observa – e tenta controlar – o comportamento dos atletas. Afinal, padre pode jogar futebol, mas tem de se comportar. Todo time da Copa dos Padres tem o seu diretor espiritual, função geralmente desempenhada pelo padre mais idoso, o mais experiente.

Mas, às vezes, surge uma falta mais dura ou um escorregão no Verbo. Aí vem o cartão azul, a segunda diferença. De acordo com o regulamento, ele é aplicável em momentos de “comportamento incorreto, incluindo protestos”. Ao recebê-lo, o jogador fica cinco minutos fora para refletir sobre o que fez. Arrependido, ele volta. E o jogo segue.

Em muitos aspectos, no entanto, a Copa dos padres, ou Clericu’s Cup, na denominação oficial, é um torneio normal. Dezesseis equipes formadas por padres e seminaristas que estudam na Itália começaram a disputar neste sábado a oitava edição do campeonato. O Brasil estreará no domingo contra a Itália, dona da casa, da bola e do campo – as partidas serão disputadas no Centro Esportivo Italiano, ao lado da Basílica de São Pedro, local da maioria das cerimônias com participação do papa e que fica distante cinco minutos do Vaticano.

O torneio deste ano é especial. Pela primeira vez, a taça será entregue ao campeão pelo próprio papa. A participação do pontífice Francisco é tão importante que inspirou o slogan da competição: “16 equipes, um capitão”, frase que aparece nos uniformes de todos os times da competição. “Seria uma bênção receber a taça das mãos do papa. Esse torneio representa a união da igreja em torno da alegria e da vivacidade. É um torneio eclesial”, comenta o padre Edisley Batista dos Santos, coordenador da equipe brasileira e natural de Formoso do Araguaia, em Tocantins.

Não foi à toa que o papa Francisco fez questão de participar do torneio dos clérigos. Um traço marcante da sua biografia é a paixão pelo San Lorenzo, da Argentina, do qual é sócio desde 2008. Por isso, a presidente Dilma Rousseff afirmou que vai convidar Sua Santidade para vir ao País para assistir à cerimônia de abertura do Mundial, em 12 de junho, na Arena do Corinthians, e, depois, ver algumas partidas de sua Argentina.

TUDO JUNTO

A Copa dos Padres reúne 350 atletas divididos em 16 times, que representam 60 países, um recorde no evento. Mas espere um minuto! Essa conta não bate. Como 16 seleções representam tantas nações? Eis a terceira diferença da competição para a Copa “pagã”: diminuir a rivalidade entre os países e promover a integração. Por isso, os colégios são incentivados a misturar as nacionalidades. O Brasil, por exemplo, tem um ucraniano no meio, da mesma forma que o time norte-americano, atual campeão, tem seus italianos “infiltrados”. Mas não se tem notícias de um padre argentino defendendo as cores da equipe brasileira.

O time do Brasil é formado a partir dos 92 padres que estudam no Colégio Pio Brasileiro, instituição de 150 anos destinada à formação do clero na América Latina e localizada em Roma. Ali, os brasileiros estudam Teologia, Filosofia e Direito Canônico, entre outros cursos que duram entre dois e três anos e que equivalem a um mestrado brasileiro. A maioria absoluta possui bolsas de estudo. O futebol? Quartas e sábados, dias de lazer. Mas os treinos começam às 15h, por causa do frio, e terminam antes do anoitecer, por causa da missa das seis.

Até as mulheres se envolvem com o torneio. Quatro religiosas que trabalham no colégio preparam as refeições mais cedo nos dias de treinos e até ocupam as arquibancadas nos jogos mais movimentados. “O futebol é momento de compartilhar a felicidade do outro. Quando damos um passe e o companheiro faz o gol, nós também ficamos felizes”, diz o padre Ivan Conceição, paraense de Castanhal e craque do time.

JEITINHO

Como jogador de futebol não é santo, os padres usam a criatividade para expressar os momentos de raiva. E para driblar o diretor espiritual e também os cartões azuis. Para não falar uma palavra cabeluda, usam uma outra inofensiva. Um dos padres, por exemplo, transformou o termo “caneco” em seu palavrão particular. “Os palavrões são ponderados, nada que ofenda. Mas basta o jogo começar para que, em alguns lances, escape um ‘Pô, irmão, pega leve’, mas nunca os desrespeitosos palavrões”, conta o padre Ivan

Os times têm 11 jogadores de cada lado – os campos têm medidas oficias –, mas uma quarta diferença em relação à Copa normal não entrou na conta. Cada tempo da partida tem 30 minutos, ou seja, menos do que os 45 tradicionais. Afinal, na Copa dos Padres a carne é fraca. No sentido literal, não no figurado.

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– Desculpas de Italiano e de Espanhol na Copa

Julián Ruiz, jornalista do diário espanhol “El Mundo”, achou os motivos que levaram a Fúria (Seleção Espanhola) a ser eliminada da Copa do Mundo de 2014. Não foi a má atuação, tampouco o ciclo do selecionado que acabou, muito menos o aprendizado de como vencer o estilo de jogo “tike-take”. Leia a justificativa que ele publicou em seu jornal:

Um Mundial que começou com a corrupção da Fifa ao admitir a candidatura do Brasil, que se sabia putrefata, repleta de falcatruas capitalistas, que desembocaram nos protestos nas ruas brasileiras, no medo do caos nos próprios estádios, que estavam em cima da hora sem terminar. Depois, o horroroso calor e umidade na maioria das cidades-sede. Impossível jogar futebol para as melhores seleções. Espanha, Inglaterra, Portugal etc… estão fora só com duas partidas. E este calor, esta umidade, está adulterando toda a competição, com a cumplicidade de árbitros a serviço do poder mais corrupto, onde os dirigentes só recebem o dinheiro de capitalistas brasileiros ou sultões do dinheiro como os dos países árabes.(…) É o novo futebol do Terceiro Mundo, mas com suborno, com corrupção. É o pior Mundial que já vivi.

Pois é. A Holanda goleou a Espanha por 5 x 1. Será que Van Persie + Robben jogaram em Amsterdã e Iniesta + Xabi Alonso jogaram sozinhos em Salvador? Casillas mostrou que estava no auge da carreira e sofreu com o calor e por isso falhou, enquanto que o goleiro holandês se refrescava em algum balneário do Mar Mediterrâneo? Ou ainda: a derrota espanhola contra o Chile deve ter sido fruto de um complô internacional de sheiks islâmicos que compraram a arbitragem e permitiram que a La Roja Chilena os vencessem?

Que bobagem… Pirlo, que é craque, também justificou a eliminação da Azzurra dando como crédito o calor. Declarou que é impossível futebol de alto nível com a umidade brasileira.

Ué, mas na Copa dos EUA, quando os italianos foram vice-campeões, não jogaram partidas no Texas ao meio-dia com 40oC? Aliás, não me consta que na Copa da África do Sul, onde os italianos foram eliminados também na primeira fase, fizesse tanto calor…

Quem perde reclama, faz chororô e arranja subterfúgios. Alguns reclamos são “preventivos”, como a Inglaterra, que culpava a Selva Amazônica antes da Copa mas acabou empatando com a Costa Rica em Belo Horizonte.

Campeão do Mundo não pode ser eliminado na 1a fase. A Itália quando sai da Europa não ganha nada. A Inglaterra, inventora do futebol, vive do seu título caseiro de 1966. E a Espanha terá que provar: se tornou grande com a conquista de 2010 ou foi um momento extraordinário e nada mais?

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– Suárez, Sheik e Matterrazzi: Indisciplina e Seus Percalços

Luizito Suárez aprontou. De novo! O atacante uruguaio, que viveu um drama para poder jogar a Copa do Mundo devido a lesões, mordeu (pela 3a vez em sua carreira) um jogador no importante Uruguai x Itália.

No final do segundo tempo, o atacante foi disputar uma bola com Chiellini e abocanhou o ombro do italiano. Ato covarde e, cá entre nós, gesto deplorável de um esportista.

O árbitro não viu, mas provavelmente a FIFA o julgará pelas imagens e o suspenderá pelo resto da Copa do Mundo.

Fico lembrando: e Emerson Sheik, na final contra o Boca Juniors, quando igualmente mordeu um argentino? Pois é… muitos que lá aplaudiram o corinthiano pela sua malandragem e o louvaram pela catimba agora crucificam o unfairplay do uruguaio. Hipocrisia ou não?

O problema é: a própria Itália, através de Matterazzi, cavou uma expulsão com gesto provocativo contra Zidane, que não se segurou e o cabeceou. Ora, Suárez não fez a mesma coisa: provocou para cavar a expulsão do adversário?

Fico pensando: Suárez sofrerá o “rigor da lei” da mesma forma que a FIFA teve contra Matterazzi ou como a Conmebol teve com Sheik?

Particularmente, penso que todos deveriam ser punidos severamente.

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– Sarney vai abandonar a Política?

Surgiu o boato de que José Sarney vai abandonar a política para curtir a família.

Será?

Há quanto tempo ele está no poder? O quanto já fez de lobby por causas indevidas e como já se beneficiou do cargo…

O “osso” deve ser muito para não querer largar por tantos anos. Aliás, transitando entre o Maranhão e o Amapá, não me parece que os estados se desenvolveram com ele, né?

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– Você confia no Tira-Teima da FIFA? E no da Globo?

Na partida entre Brasil x Camarões, um lance polêmico no gol do centroavante Fred: estaria ele em posição de impedimento ativo?

1- Veja o lance sem qualquer marcação na imagem:

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2- Veja agora o lance com a linha imaginária da FIFA: repare que ela foi feita totalmente errada! Tem que ser feita da linha da bola (caso ela seja cruzada a um companheiro que esteja “sozinho”, mais avançado) ou do penúltimo jogador adversário (se a bola estiver atrás deste citado, a fim de saber se ele próprio dá ou não condição de jogo ao atacante).

O técnico da TV FIFA (seria Mr Nishimura?) fez a linha a partir do zagueiro, não a partir da bola, como deveria!

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3- Veja agora a linha feita pela TV Globo logo após o término da partida: também está errada! Ela está traçada À FRENTE da bola, e não na bola (aí dará a entender que o jogador está com condição de sobra!

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4- Após a primeira exibição, nos outros programas da emissora, consertou-se o erro: a linha foi traçada corretamente SOBRE A BOLA, e se vê que ela está na mesma linha do ombro de Fred (descarte o comparativo com o braço, já que mãos e braços, por não serem partes do corpo jogáveis, são descartáveis na análise).

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5- Por fim, tenho sempre minhas dúvidas com os operadores de Tira-teima. O da FIFA induziu bilhões de pessoas que assistiram o jogo ao redor do mundo a um entendimento errado. E o da próprio Globo tem suas gafes. Lembram-se do Brasileirão do ano passado, na partida entre Internacional x São Paulo? O jogador colorado está com o corpo inclinado, e ao invés de se traçar a linha sobre a última parte jogável (cabeça ou joelho, nesse caso), o faz sobre o meio do corpo! Imperdoável para quem deveria entender de futebol…

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E você? Crê piamente nos tira-teimas? Lembrem-se que, por trás dele, há operadores humanos que também erram…

– Você confia no Tira-Teima da FIFA? E no da Globo?

Na partida entre Brasil x Camarões, um lance polêmico no gol do centroavante Fred: estaria ele em posição de impedimento ativo?

1- Veja o lance sem qualquer marcação na imagem:

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2- Veja agora o lance com a linha imaginária da FIFA: repare que ela foi feita totalmente errada! Tem que ser feita da linha da bola (caso ela seja cruzada a um companheiro que esteja “sozinho”, mais avançado) ou do penúltimo jogador adversário (se a bola estiver atrás deste citado, a fim de saber se ele próprio dá ou não condição de jogo ao atacante).

O técnico da TV FIFA (seria Mr Nishimura?) fez a linha a partir do zagueiro, não a partir da bola, como deveria!

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3- Veja agora a linha feita pela TV Globo logo após o término da partida: também está errada! Ela está traçada À FRENTE da bola, e não na bola (aí dará a entender que o jogador está com condição de sobra!

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4- Após a primeira exibição, nos outros programas da emissora, consertou-se o erro: a linha foi traçada corretamente SOBRE A BOLA, e se vê que ela está na mesma linha do ombro de Fred (descarte o comparativo com o braço, já que mãos e braços, por não serem partes do corpo jogáveis, são descartáveis na análise).

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5- Por fim, tenho sempre minhas dúvidas com os operadores de Tira-teima. O da FIFA induziu bilhões de pessoas que assistiram o jogo ao redor do mundo a um entendimento errado. E o da próprio Globo tem suas gafes. Lembram-se do Brasileirão do ano passado, na partida entre Internacional x São Paulo? O jogador colorado está com o corpo inclinado, e ao invés de se traçar a linha sobre a última parte jogável (cabeça ou joelho, nesse caso), o faz sobre o meio do corpo! Imperdoável para quem deveria entender de futebol…

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E você? Crê piamente nos tira-teimas? Lembrem-se que, por trás dele, há operadores humanos que também erram…

– Dia de São João Batista!

Hoje é dia de São João Batista, primo de Jesus, o precursor do Messias. Aquele que abria caminhos e endireitava as veredas, à espera do Salvador. Herodes o matou e entregou a sua cabeça em uma bandeja à cunhada, sua amante, pelos motivos de que denunciava o pecado e lutava pela Justiça e Amor (não o confunda com São João, o Evangelista, Apóstolo de Cristo).

Viva São João Batista, que nos ensina a servidão ao Cristo e a lutar pela Paz, Pureza e Justiça.

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– A Difícil Relação entre Árbitros e Erros/Acertos ao longo das Copas

Geraldo Nunes, jornalista do Grupo OESP, publicou em seu blog no Estadão um interessante artigo sobre a arbitragem nas Copas do Mundo. Fruto de uma árdua pesquisa, com maestria trouxe a discussão erros e acertos envolvendo árbitros e Seleção Brasileira ao longo dos Mundiais.

Abaixo, compartilho extraído de:

http://blogs.estadao.com.br/geraldo-nunes/2014/06/23/a-dificil-relacao-do-futebol-com-as-arbitragens/?doing_wp_cron=1403614896.9614710807800292968750

A DIFÍCIL RELAÇÃO DO FUTEBOL COM AS ARBITRAGENS

A arbitragem no futebol sempre gerou desconfianças ao favorecer essa ou aquela equipe e nos mundiais de futebol não é diferente. Ainda sobre os equívocos do árbitro japonês Yiuchi Nishimura, na partida de abertura da copa, ainda há pouvintes questionando a possibilidade de favorecimento para o Brasil, recorrendo até um suposto desinteresse de Camarões, favorecendo as coisas para o Brasil. Chegam a comparar ao que os argentinos fizeram em 1978. Tenho dito em resposta a esses ouvintes da madrugada que há diferenças entre erros de arbitragem e roubalheira, como aquela que aconteceu na partida Argentina x Peru na Copa do Mundo de 1978, onde o árbitro nem interferiu no resultado de 6 a 0 para a seleção da casa, porque o resultado já estava acertado ($) fora de campo, antes mesmo do início do jogo.  A tabela era diferente da que existe hoje e a Argentina precisava vencer com quatro gols de diferença para superar o Brasil no saldo de gols e se classificar para a final daquela copa. O escândalo ao que tudo indica foi engendrado pelo governo militar que comandava a Argentina, sem que a Federação Internacional de Futebol – Fifa, ao que tudo indica, tivesse participação.

O que aconteceu na partida do Brasil contra a Croácia pode ser atribuído a um equívoco de arbitragem e esse “Sr. Nisihimura”, é o mesmo que em 2 de julho de 2010 invalidou um gol legítimo de Robinho no jogo em que o Brasil foi derrotado pela Holanda por 2 a 1 nas quartas de final da Copa do Mundo na África do Sul. Se aquele tivesse sido validado o resultado de nossa seleção naquela copa poderia ter sido outro, mas isso ajuda a provar que equívocos desse árbitro aconteceram outras vezes em benefício de equipes diferentes. Assim se equivoca quem acusa o Brasil de querer se favorecer.

A história mostra que se o Brasil foi favorecido em algum momento por erros de arbitragem, em muitos outros foi enormemente prejudicado. Em 1938, na França, o Brasil enfrentou a Tchecoslováquia em Bordeaux, no jogo em que ficou conhecido como “Batalha Campal”.  A fraca arbitragem do húngaro Paul Von Hertzka fez com que os jogadores de ambos os lados abusassem das jogadas duras.  Resultado: 1x 1 após a prorrogação, com Machado e Zezé Procópio do Brasil e Riha da Tchecoslováquia expulsos.  O goleiro tcheco František Plánička deixou o campo com o braço quebrado  e o artilheiro tcheco Oldřich Nejedlý levou tantos pontapés que acompanhou seu companheiro de equipe a caminho do hospital.

Com o empate, foi realizada uma nova partida de desempate dois dias depois. As duas equipes levaram seus jogadores reservas. Para surpresa geral, esse jogo transcorreu em paz e calmaria. Deu Brasil, por 2-1, com gols de Leônidas da Silva e Roberto, com Kopecky marcando para os tchecos. Depois a Itália venceria o Brasil, 2 x 1 e o jornal “La Gazzetta dello Sport”, influenciado pela ideologia fascista, escreveu: “Saudamos o triunfo da inteligência branca italiana sobre a força bruta dos negros”. Pensar que hoje Mário Balotelli, negro nascido em Palermo, é o principal artilheiro do Milan e da seleção italiana.

A Copa de 1954 ficou marcada para o Brasil por causa da Batalha de Berna nas quartas de final.  Foi o jogo entre Brasil e Hungria, onde nossa seleção, mal saída do trauma da derrota de 1950, a maior tragédia da história brasileira desde 1500, encarou um esquadrão húngaro de super craques. Puskas era o melhor deles, mas contundido, não jogou.

Antes do início da partida o vestiário do Brasil foi invadido por dirigentes dispostos a estimular o time a um milagre com exortações patrióticas. O senador da República, João Lira Filho,  fez um discurso onde comparava os jogadores aos inconfidentes mineiros e desfilando com uma bandeira usada pela Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial,  obrigou os jogadores a beijar a bandeira. Segundo o testemunho do lateral Nilton Santos, o time entrou em campo com os nervos à flor da pele. No apito, o árbitro inglês Arthur Ellis. O que se viu depois, foi uma das partidas mais emocionantes, violentas e desvairadas da história do futebol. Com oito minutos do primeiro tempo a Hungria já vencia por 2 a 0. O Brasil descontou aos 17 minutos, em um pênalti bem cobrado por Djalma Santos. A partir daí o jogo foi pau a pau, com nosso ponteiro Julinho Botelho fazendo o diabo em campo. Não empatamos na primeira etapa por pouco. No segundo tempo, Nilton Santos e Humberto foram expulsos e os húngaros perderam Bozski. Em vantagem no número de jogadores, a Hungria venceu por 4×2 e mal o juiz Mr. Ellis apitava o final da peleja, tinha início a verdadeira batalha.  Puskas, grande nome da Hungria, que assistira ao prélio das arquibancadas, desceu ao gramado e atingiu Pinheiro com uma garrafa. O zagueiro canarinho resistiu à agressão e partiu para o revide, envolvendo os demais 22 jogadores em uma grande pancadaria. Conta-se que um policial imenso, pesando cerca de 130 quilos, foi correndo apartar a briga, tomou uma rasteira do radialista brasileiro Paulo Buarque e caiu estatelado no gramado, para delírio do público. A polícia entrou em cena e a batalha seguiu. Outra história contada sobre o acontecimento é que  técnico da seleção brasileira, Zezé Moreira, viu um gringo de terno correndo em direção ao vestiário do Brasil e não teve dúvida, enfiou o as chuteiras que Didi trocara durante o jogo e estavam em suas mãos, no rosto do cidadão. O agredido era o ministro do Esporte da Hungria, Gustavo Sebes. No setor reservado às estações de rádio, para a surpresa dos discretos suiços, o ex-árbitro brasileiro Mário Vianna, comentarista, urrava nos microfones impropérios contra o juiz inglês, Arthur Ellis, “Ladrão; safado; covarde”; entre outros impropérios  insistindo na tese de que houvera uma conspiração para favorecer a Hungria, um país então comunista.  Mário Vianna tentou invadir o vestiário do árbitro para, segundo suas palavras, aplicar-lhe um corretivo e desafiar os espiões de Moscou. No Brasil, a população acompanhou pelo rádio as acusações de Mário Vianna e indignados torcedores saíram pelas ruas em manifestação e em vez de protestar em frente da embaixada da Suíça, anfitriã daquela copa, depredaram a embaixada da Suécia. Depois desses acontecimentos, toda vez que um árbitro cometia algum erro, era chamado pelos comentaristas de “Mr. Ellis”.

Em 1958 fazendo campanha gloriosa nos gramados da Suécia, o Brasil chegava à semifinal da Copa do Mundo, batendo a França por 5 x 2 com três gols de Pelé nesse jogo. O placar, porém, não demonstra o que foi a realidade daquela partida. No documentário 1958 – O ano em que o mundo descobriu o Brasil, dirigido por José Carlos Asbeg, é mostrado um pênalti sofrido por Garrincha dentro da área. Ele é derrubado por um zagueiro francês, levanta-se e sofre nova falta do goleiro e o árbitro na cara do lance deixa o jogo seguir. Se houvesse um resultado adverso, o árbitro daquele jogo, Benjamin Griffiths, do País de Gales, seria um novo “Mr Ellis” para os brasileiros.

Na Copa de 1962, depois de ser caçado em campo pelo zagueiro chileno Eladio Rojas durante toda a partida, Garrincha não se aguentou e revidou uma entrada do rival, sendo expulso pelo árbitro peruano Artur Yamasaki Maldonado.  Até ali, o craque da seleção brasileira já tinha feito dois dos quatro gols na vitória sobre os donos da casa naquela semifinal de 1962, em 13 de junho.

Sem Pelé, desde o segundo jogo por causa de uma contusão na coxa, o atual campeão Brasil ficaria sem Garrincha para a grande decisão diante da Tchecoslováquia, cinco dias depois. Foi então que uma das mais conhecidas “cartolagens” do futebol canarinho aconteceu.

Sob a supervisão de Paulo Machado de Carvalho, a delegação brasileira no Chile, tinha que tirar de qualquer forma a expulsão de Garrincha da súmula oficial do jogo. Para isso, contou com a ajuda do representante brasileiro na arbitragem durante o Mundial, João Etzel Filho, para dar um “sumiço” no auxiliar uruguaio Esteban Marino.

As versões para esse caso são muitas, desde subornos de 5 a 15 mil dólares, até viagem urgente do árbitro para seu país natal. A verdade é que ele ficou “convencido” a não deixar Garrincha ficar de fora da final da Copa seria um absurdo. Chegou-se a dizer que até os tchecos, rivais na decisão, gostariam de ver o ‘anjo das pernas tortas’ dentro de campo no dia 18 de junho no Estádio Nacional de Santiago para o último jogo. Com a anuência da imprensa presente a Santiago, o vermelho de Garrincha não apareceu na súmula da arbitragem para o jogo Brasil 4 x 2 Chile, estando assim apto a disputar a final.

Esse fato parece surreal para os dias de hoje onde há tantas câmeras espalhadas pelo gramado. Seria possível ainda assim se modificar uma decisão, simplesmente sumindo com a súmula?  Expulso na semi, Garrincha contou com o ‘sumiço’ de um auxiliar de arbitragem e pedidos dos rivais para que ele jogasse a final de 62. “Eu sei que deram um sumiço no bandeirinha para ele não assinar a súmula e para nós, foi ótimo, porque a intranquilidade passou para o adversário que teriam de enfrentar o Garrincha dentro de campo”, disse o meia da seleção à época, Zagallo, em depoimento ao livro ‘Jogo Duro’, do jornalista Ernesto Rodrigues, sobre o então presidente da CBD, João Havelange.

Para os jornalistas que cobriram aquele mundial, Garrincha agiu em legítima defesa. “Por que o cara que cuspiu nele não foi expulso?” Questionou o jornalista Luís Mendes, acrescentado que, “eles queriam tirar nosso melhor jogador, que estava desequilibrando em favor do Brasil. Eu próprio apoiei e não vi nenhuma desonestidade nessa aprovação”, disse para o mesmo livro, o jornalista Luís Mendes (1924-2011).

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– Neonazistas na Copa: o que fazer?

No último sábado, vimos um torcedor invadir o Gramado do Castelão (Arena Fortaleza/CE) na partida Alemanha x Gana. No jogo, os germânicos penaram para empatar com os africanos no segundo tempo.

E quem era o invasor?

Um neonazista, tatuado com diversas expressões e simbologias em alusão ao espírito preconceituoso: HHSSCC, significando entre os seguidores do grupo: “Heil Hittler”, a saudação tradicional da época, além do famigerado “SS”, marca das tropas de elite do Nazismo em alfabeto rúnico (a Schutzstaffel). O número estampado no corpo é de uma residência polonesa (que ironia, onde estavam grandes campos de concentração!), e o endereço do email é da associação racista a qual o rapaz pertence.

O problema é: a FIFA proíbe dentro de campo qualquer tipo de mensagem política, sexual, xenófoba ou religiosa. Faz o mesmo com camisetas e alegorias dos torcedores que adentram às arenas. Mas como fiscalizar tatuagens embaixo das roupas?

Que seja o único caso na Copa e que fora do Mundial não exista tolerância para esses bandidos.

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– Baby Look educativo do Governador!

A corrida eleitoral começou, e a cara-de-pau dos candidatos também.

Como os políticos estão proibidos de entregar camisetas e bonés com seu número da campanha, acabam arranjando outros artifícios!

Veja o Agnelo Queiroz, do DF, que tentará a reeleição: está distribuindo até portas-batom dizendo ser “mimos educativos”… e com dinheiro público!

Extraído da Revista Época, ed 16/06/14, coluna de Felipe Patury

NÃO É A CARA DO PAPAI NOEL?

O Governo do DF gastará R$ 4,1 milhões com presentes. Em nome da Polícia Militar, do Detran, do Ceasa e outros órgãos públicos, o governador Agnelo Queiroz, candidato à reeleição, mandou comprar camisetas baby look, chapéus australianos, mouse pads, pen drives, ganchos para bolsas e portas-batom. Os brindes serão distribuídos na Copa, em fase d ecampanha pré-eleitoral. O governo do Distrito Federal afirma que faz tudo dentro das normas e que os mimos são educativos e necessários à gestão pública.

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– 3a Caminhada dos Mártires da Diocese de Jundiaí

por Reinaldo Oliveira

CONVITE DA PASTORAL FÉ E POLÍTICA

Com a graça Divina queremos continuar entusiasmados e motivados para a “III Caminhada dos Mártires da Diocese de Jundiaí”, que será realizada no dia 09 de julho, na cidade de Cajamar.

A Paróquia Nossa Senhora da Alegria convida-o a estar conosco, e pede seu incentivo para que todos organizem caravanas com juventude, pastorais, movimentos, comunidades, organismos, negros, índios, mulheres e todo povo de Deus, para caminhar, celebrar, fazer memórias e assumir o compromisso do mártir Jesus, seguido por tantos outros mártires.

“III Caminhada dos Mártires da Diocese de Jundiaí”

Tema: “Salvação Teológica é Salvação Ecológica”

Data: 09/07/2014

Horário: 09h

Local: Paróquia Nossa Senhora da Alegria, Rua Flademir Roberto Lopes, 207 – Polvilho – Cajamar. Telefones para informações: (11) 4448- 4260 ou (11) 4157-1021

Obs.: Após o evento Lanche Comunitário. Pedimos para que as caravanas possam trazer seus lanches para nos confraternizarmos.

Fraternalmente:

Padre Daniel dos Santos Rosa.

Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Alegria.

Bairro Polvilho – Cajamar SP.

Equipe Organizadora

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– Semana de apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, teriam mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do “Ócio Criativo” (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic…

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– A Crise do Interior por Culpa do Etanol

prosperidade do Interior Paulista com o agronegócio parece ter sido freada. A região de Ribeirão Preto, chamada antes de “Califórnia brasileira” e atualmente de “Vale do Silício do Etanol” sofre com o baque econômico.

Veja abaixo, extraído de Revista Exame, pg 40-42, ed 1042

COLHEITA DE PREJUÍZOS

Por Alexa Salomão e Daniel Barros

Se você quiser ser dono de uma usina, pegue um talão de cheques e passe o dia em Sertãozinho. É com essa frase que os empresários do setor de açúcar e álcool gostam de explicar a importância desse município no interior paulista. Apesar de estar a 350 quilômetros da capital e ter pouco mais de 100 000 habitantes, Sertãozinho ficou conhecida como o Vale do Silício do etanol. Lá estão usinas, canaviais e, especialmente, as principais indústrias de equipamentos para a montagem e a manutenção do parque sucroalcooleiro nacional. Quando o setor vai bem, Sertãozinho vai ainda melhor. Mas, se vai mal, a cidade se torna um retrato bem definido dos problemas. E o que ocorre neste momento.

”Chegamos a crescer mais do que a China”, diz Nerio Costa, ex-prefeito que se candidatou à reeleição e perdeu, segundo sua própria avaliação, por causa da retração econômica que se abateu durante sua gestão. “Mal sentei na cadeira de prefeito e veio a crise – um a um, cada segmento da cadeia foi pisando no freio, até que todo o setor ficasse em compasso de espera.”

Poucos setores no país tiveram tanto glamour na década passada quanto o de etanol. O combustível verde (para alguns entusiastas, verde e amarelo) foi apontado como o substituto do petróleo. Dispostos a participar de sua produção no Brasil, investidores de todo o mundo compraram usinas aqui. A participação de estrangeiros subiu de 3%, em 2006, para 33%, hoje. A petroleira anglo-holandesa Shell, o grupo agrícola francês Louis Dreyfus e a produtora de açúcar indiana Shree Renuka são apenas algumas das empresas de outros países presentes na produção nacional.

Em 2008, no auge da euforia etílica, o setor recebeu 10 bilhões de dólares em investimentos. De lá para cá, 41 usinas fecharam as portas. Já foram para o ralo 45 000 postos de trabalho no setor – o equivalente a 5% dos empregos. Um estudo do banco Itaú BBA sinaliza que as perdas podem estar só no começo: 90 dos 147 grupos empresariais em operação no Centro-Sul do país têm dívidas elevadas e metade corre o risco de fechar as portas. São negócios que já foram referência, como o grupo João Lyra, do deputado de mesmo nome, que tem usinas em Alagoas e Minas Gerais em recuperação judicial. Alexandre Figliolino, diretor do Itaú BBA para etanol e cana-de-açúcar, tem uma analogia particular para explicar a situação: “Os usineiros são como antílopes fugindo de um leão”, diz Figliolino. “O leão pegou os antílopes mais frágeis. Agora, começa a alcançar os fortes, e isso coloca em risco a saúde do setor.”

É o que se vê em Sertãozinho. No campo, o panorama é de queda na produtividade. “As pessoas reclamam que o agricultor chora demais, mas a situação aqui é dramática”, diz Luiz Carlos Tasso Júnior, produtor em Sertãozinho. Tasso caminha pelo canavial queixando-se de que não tem dinheiro nem para tratar direito o solo, muito menos para investir na aquisição de veículos. Usa tratores emprestados de um amigo e o ajuda a pagar o financiamento. A colheita é feita pela usina que comprar a cana. Em 2007, seus 120 hectares produziram 92 toneladas de cana por hectare. Na última safra, o resultado caiu para 74 toneladas. “Fiz dívida para refinanciar dívidas”, diz Tasso. “Hoje, só quitaria todas se vendesse tudo que tenho, até a casa onde moro.” Dados globais da produção mostram que essa é a realidade de boa parte de médios e pequenos agricultores de cana.

Em 2008, o setor colhia 85 toneladas por hectare. Na safra passada, a média estava em 68 toneladas por hectare – uma queda de 20%. “O valor da cana caiu, mas o preço dos insumos aumentou e as usinas cobram mais pela colheita”, diz Manoel Ortolan, presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil. Os associados da entidade representam quase um terço da produção nacional. No ano passado, as margens passaram a ser negativas. O custo de produção fechou em 68 reais por tonelada de cana, mas o preço da cana ficou em 64 reais por tonelada.

O aperto na indústria sucroalcooleira começou recentemente. De 2008 a 2012,81 projetos de usinas foram postos de pé no país. Para dar conta da demanda, a indústria de Sertãozinho cresceu. O número de empresas passou de 500 para 700. A cidade absorveu mais de 3 000 profissionais e chegou a empregar 47 000 trabalhadores. Nos últimos dois anos. o número de postos retrocedeu aos níveis de 2008. Na região, que compreende sete cidades, o emprego acumula queda de 2% nos últimos 12 meses. Na indústria, o faturamento caiu até 70%.

A Smar, especializada na produção de sistemas de automação, perdeu 100 funcionários no último ano e não repôs nenhum. Nos meses mais críticos, paga os operários, mas pede aos executivos que esperem um pouco mais para receber os salários. Tem feito um esforço para manter os 120 engenheiros, responsáveis por criar novas tecnologias. Foram eles que garantiram nos Estados Unidos o registro de mais de 50 patentes, expostas como troféus em quadros nos escritórios da empresa. Entre seus orgulhos está um sistema de injeção que movimenta os motores do porta-aviões USS John F. Kennedy, da Marinha americana. Em 2009, a Smar trabalhava em três turnos, mas há meses opera com ociosidade de 30% da capacidade. “Cerca de 20% de meus clientes faliram”, diz o chileno Eduardo Munhoz, diretor comercial da divisão de açúcar e etanol da Smar. “Não dá para substituí-los da noite para o dia.”

Lucros no exterior

Para contornar as perdas, as empresas lutam por um espaço no concorrido e minguado mercado externo. É o caso da TGM. Especializada na fabricação de turbinas, neste momento tem 92% do faturamento garantido por exportações para Ásia, América Central e União Europeia. Waldemar Manfrin, sócio-diretor da TGM, tem orgulho em mostrar as estruturas gigantescas que produz para o mundo. “Em Brasília, dão incentivos para fogões, geladeiras e carros”, diz Manfrin. “Já o nosso setor foi esquecido. Se não exportássemos, estaríamos encrencados.” Em 2003, a TGM faturou 80 milhões de reais. No auge da euforia com o etanol, o resultado bateu quase em 700 milhões. Em 2012, ficou perto de 200 milhões graças às exportações.

Os efeitos negativos começaram a chegar ao comércio. Na Barão do Rio Branco, uma rua aprazível com árvores e canteiros de flores, que concentra o varejo de Sertãozinho, as lojas têm mais funcionários do que clientes. As vendas esfriaram desde a virada do ano. A Paulmem, loja tradicional de vestuário prestes a completar 40 anos, passou a década registrando aumentos de dois dígitos nas vendas, ano a ano. Em 2012, teve o primeiro Natal com alta de apenas um dígito: 6%.

Desde então, as vendas esfriaram mais. Para complicar, o novo empreendimento da família Ribeiro, dona da Paulmem, vai mal das pernas. O Shopping da Moda, inaugurado em outubro, ainda opera no vermelho. No fim de abril, a família desativou o estacionamento coberto para transformá-lo numa área de saldões. “O Dia das Mães foi bem fraquinho”, diz Erika Ribeiro, sócia do Shopping da Moda. “Agora, esperamos que os produtos mais baratos atraiam os clientes e melhorem as vendas.”

Como Sertãozinho depende da retomada do setor de etanol no resto do país, o comércio local pode ter de esperar. “Não há encomendas para a construção de usinas”, diz Antônio Eduardo Tonielo Filho, presidente da associação que reúne fabricantes de equipamentos para o setor de etanol. “São elas que impulsionam os elos da cadeia.” O mau humor que impera no setor espalhou-se pelo Brasil. O estado de Goiás, por exemplo, foi tomado pela euforia dos investidores a partir de meados dos anos 2000.

Inaugurou 11 usinas em 2008. Hoje, há mais de 40 projetos aprovados no estado, com incentivo fiscal garantido. Quinze deles contam até com licenciamento ambiental e podem iniciar o plantio da cana. Todos, porém, estão engavetados.
Já a cidade de Rolândia, vizinha a Londrina, no Paraná, entrou numa crise severa. A usina da cooperativa Corol foi um símbolo do progresso da cidade de 58 000 habitantes. Chegou a empregar 6% da força de trabalho local e a responder por 5% da receita da prefeitura. Em 2011, a usina foi à falência com uma dívida de 600 milhões de reais. Apenas 20% de seus empregados foram absorvidos em usinas da região. “No Paraná e em boa parte do Brasil, a indústria do etanol está localizada em pequenos municípios, que dependem fortemente da atividade”, diz Miguel Tranin, presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná. “Quando a usina se vai, boa parte da riqueza local se perde.”

O governo piorou a crise

O inferno astral do setor de etanol tem muitas razões. A crise financeira internacional cortou o crédito das usinas no momento em que estavam endividadas e comprometidas com fusões e expansões. O preço do petróleo caiu e a promessa de aumento das exportações de etanol para substituir o combustível fóssil não vingou. Problemas climáticos comprometeram a produção de cana. O tempo, a mãe natureza e as leis de mercado cuidariam de resolver questões como essas. Mas o que realmente jogou o setor de joelhos foi a política. Ao assumir a Presidência, Dilma Rousseff decidiu segurar o preço da gasolina e, assim, combater a inflação. A estratégia corroeu os resultados da Petrobras e, de quebra, tirou a competitividade do etanol. Em 2008, metade da frota nacional rodava com etanol. Hoje, só 20% dos veículos são abastecidos com álcool.

No fim de abril, o governo anunciou um pacote de ajuda ao setor, com a redução de tributos e a criação de novas linhas de financiamento. A UNICA, entidade que congrega as usinas, emitiu uma nota agradecendo a iniciativa, mas reivindicou ações de longo prazo. Segundo um político ligado ao setor, o governo ameaçou suspender o pacote se não tivesse o apoio oficial da UNICA. Uma semana depois, a entidade soltou uma nova nota, apoiando o pacote – e sem nenhuma menção a eventuais problemas. Não há, porém, como aplacar o descontentamento de quem sofre com a nova realidade do etanol. “As medidas não fazem cócegas nas empresas”, afirma Carlos Liboni, secretário de Indústria e Comércio de Sertãozinho. “O que está em jogo é maior do que vender álcool no posto: precisamos de uma política clara e de longo prazo para dar segurança aos investidores.”

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– Lula e a Demagógica Declaração sobre a Eliminação da Inglaterra

Está em todos os sites importantes o que o ex-presidente Lula declarou durante a convenção do PT, neste final de semana:

É a primeira vez que uma equipe de futebol perde por excesso de qualidade dos nossos estádios. A Inglaterra não estava acostumada a jogar em um campo da qualidade dos que temos aqui

Aí é sacanagem… até para ser demagogo há limites! Será que o Lula perdeu a noção do ridículo?

Do jeito que vai, só falta ele dizer, em caso de conquista do hexacampeonato da Seleção Brasileira, que foi por causa da Dilma.

Dirá?

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– Arre que o Serviço está no fim!

Ufa!

Quase no fim do expediente de trabalho… Nada melhor do que curtir a família daqui a pouco.

Quer tarde de descanso melhor do que criar personagens divertidos, apenas com a inocência no coração?

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