– O Beatle que não fui Beatle!

Admiro um bom texto, e claro, os bons escritores. O jornalista Davi Coimbra, em seu blog (citação abaixo), escreveu sobre pessoas que tem estrelas, e usou como pano de fundo Pete Best X Ringo Star.

Pete era esclarecido, ousado, íntimo de John Lennon, Paul McCartney e George Harison. Mas ficou de fora da banda na hora da fama. Ringo era doente, analfabeto funcional e a sorte lhe sorriu! Tanto, que entrou para a história e a formação de sucesso consta seu nome.

Quantos competentes que de fato não são. Ou que não tem oportunidade! Há alguns que nascem para Pete Best, outros, para Ringo Star…

Extraído de: http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/02/03/o-beatle-que-nao-foi-beatle/?topo=77,1,1

O BEATLE QUE NÃO FOI BEATLE

Vi uma entrevista com o Pete Best, dias atrás. Sou fascinado por sua história, cada vez que ele aparece na TV fico mesmerizado.

Pete Best é o Beatle demitido. Foi um dos Beatles pioneiros, estava na formação originalíssima da banda, com os gênios George, Paul e John. Os quatro se reuniam na casa da mãe de Pete para ensaiar. Tocaram juntos durante dois anos, juntos viajaram para Hamburgo, numa temporada que marcou o amadurecimento público do grupo. Eram tão amigos, que, numa noite hamburguesa, estando eles sem dinheiro, Pete e John assaltaram um marinheiro e lhe tomaram a carteira estufada de marcos. Ou acharam que a haviam tomado: quando voltaram ao hotel, um perguntou ao outro se estava com a carteira, e nenhum estava.

Apesar de toda essa intimidade, George, Paul e John achavam que Pete não era bom o bastante. Além disso, havia a mãe de Pete. Mona, esse o nome dela. Era uma mulher de uns 30 e tantos anos, muito bonita e de forte personalidade. Arrogou a si própria a função de conselheira e mentora da banda. Os Beatles iam ensaiar na casa dela e ela ficava dando palpite. Metida. Tão metida que se meteu com um rapaz que funcionava como uma espécie de produtor do grupo e teve um filho com ele. O pai de Pete, bonzinho, assumiu a criança e lhe acoplou o sobrenome. Mais um Best no Reino Unido.

George, Paul e John, personalistas e até algo chauvinistas, não apreciavam as intervenções não solicitadas da mãe de Pete. Mas como dizer isso ao filho dela? É provável que, se Pete fosse um baterista um pouco mais carismático, eles o teriam mantido no grupo. Mas, aparentemente, não era. Ou pelo menos não era tão concentrado e tão brilhante quanto seus amigos.

E havia Ringo logo ali.

A história de Ringo é sen-sa-cio-nal. Ringo era de família pobre. Quando tinha três anos, o pai dele embarcou num dos navios que aportavam em Liverpool e foi-se mar afora, para nunca mais retornar. Ringo virava-se como podia na periferia da cidade, até que, aos sete anos, foi acometido de uma doença grave. Passou um ano no hospital, meio morto. Quando voltou ao colégio, sentiu o atraso. Os colegas o humilhavam, ele não conseguia aprender. Começou a matar aula. Aos 12 anos, era quase analfabeto. Uma prima decidiu ensiná-lo em casa, Ringo se entusiasmou, progrediu, mas, aos 13 anos, contraiu tuberculose. Mais um ano no hospital.

Alguém poderia dizer que foi muita falta de sorte. Ao contrário. Como Ringo já estava habituado ao ambiente hospitalar, comportava-se com desenvoltura entre doentes, médicos e enfermeiras. Em pouco tempo, organizou uma bandinha com os pacientes, improvisou umas baquetas e arvorou-se como baterista. Ao sair do hospital, o padrasto, que era um bom homem, presenteou-o com uma bateria usada.

Foi assim que Ringo aprendeu a tocar.

Foi a partir daí que se tornou um Beatle e entrou para a História.

Quer dizer: se não tivesse ficado doente da primeira vez, provavelmente não se sentiria à vontade para fazer a banda na segunda vez que ficou doente. Logo, as duas doenças foram fundamentais na construção do destino estrelado de Ringo Star.

Já Pete Best, comunicado de que o tinham excluído da banda, e excluído- justamente às vésperas da assinatura do primeiro contrato que os elevaria ao firmamento do rock, Pete Best literalmente recolheu-se à insignificância. Trabalhou como funcionário público, tentou o suicídio abrindo o gás do banheiro, foi salvo pela mãe e retornou à sua vida comum. Está casado há 45 anos com a mesma mulher, ainda mora em Liverpool e montou sua própria banda, a Pete Best Band, com a qual excursiona pelo mundo, ganhando algum dinheirinho, afinal. Na entrevista que assisti, falava com voz grave e melodiosa. Trata-se de um senhor grisalho, com o bigode frondoso dominando o rosto risonho e melancólico. Diz não saber por que foi demitido da maior banda pop de todos os tempos, diz que o importante é ter saúde, diz que é feliz.

Não deve ser.

Imagino que nenhum dia da sua vida termina sem que ele pense que poderia ter sido um Beatle. Pior: que ele FOI um Beatle, e agora não é mais. O único Beatle fracassado da banda mais bem-sucedida da História.

Essa é a diferença entre os vencedores e os perdedores. Essa a atual diferença entre as direções do Grêmio e do Inter. Alguns nascem para ser Ringo Star. Outros sempre serão Pete Best.

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– Uma Meia Verdade no Futebol Brasileiro!

E as declarações do jogador Rui Cabeção após ser eliminado na Copa do Brasil pelo Mixto-MT?

Falou sobre arbitragem, CBF, sociologia do futebol e outros temas importantes. Mas algo forte dito foi que:

A maioria dos jogadores de futebol jogam 3 meses e ficam desempregados no resto do ano. E estes caras incompetentes que fazem calendários na CBF não estão nem aí”.

Claro, se referiu aos clubes que só jogam os estaduais e ficam de fora das 4 divisões nacionais.

Sim, é verdade que a maioria dos jogadores brasileiros ganha pouco, vive de estaduais que são de curta duração e que a CBF maltrata os clubes. Porém, são muitos os clubes de aluguéis, empresários que nada contribuem e aproveitadores que vivem do futebol esporádico, fazendo com que numerosos clubes falidos insistam em jogar profissionalmente, deixando dívidas e atrapalhando / inchando as tabelas.

Se diz que “os times grandes precisam também dos pequenos para sobreviverem”. Mas quando são minúsculos e em excesso, aí a situação é inversa: essas agremiações sobrevivem explorando a disponibilidade do grande.

Enfim, vale pensar: se o clube pequeno se sustenta e está inserido numa das divisões profissionais do Brasileirão, tudo bem. Mas se vive de apenas 3 meses de estaduais e sempre está devendo, se preocupar com a sua sobrevivência não se transforma em ato de caridade?

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– Trabalhar na Páscoa

Muitos, como eu, são obrigados a trabalhar aos domingos.

Tudo bem, faz parte. Mas não nos esqueçamos que no tempo livre, devemos lembrar que o “Coelho da Páscoa” não é mais importante que “Jesus Cristo, vivo e ressuscitado”!

Boa e santa Pásoca a todos.

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– A Perda de Luciano do Valle

Dos que vi desde que me entendo por gente, 3 narradores me impressionaram sempre – e de estilos diferentes: Luciano, Galvão e Sílvio Luiz. E agora Luciano do Valle se foi!

Surpresa para mim foi a declaração do ex-jogador Neto sobre o seu real estado de saúde. Durante o programa “Brasil Urgente”, disse ao José Luís Datena:

“Ele não estava muito bem de saúde nos últimos tempos. As pessoas precisam passar a respeitar mais as pessoas como o Luciano, porque ninguém sabia que ele estava um pouco doente em determinados momentos. Eu precisava abrir o copo d’água para ele, colocava a cadeira para ele sentar…

Que pena. Nos últimos jogos, era comum Luciano se atrapalhar na narração, algo inimaginável antes. O pior era ver ele ser chacoteado por torcedores por tais erros. É triste ver a falta de respeito com certos profissionais.

Aliás, ele pode ser chamado de locutor esportivo ao pé da letra. Quantos esportes esse gênio narrou? O Voleibol chegou à TV graças a ele; Fórmula Indy, Sinuca, Boxe, e tantas outras coisas também.

Maguila, Hortência, Magic Paula, Rui Chapéu e tantos outros nomes ficaram conhecidos graças a ele.

Descanse em paz, Luciano. Olha que foto emblemática: parece que ele está se despedindo! Abaixo:

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– Como Nasce uma Favela!

A velocidade impressiona: o que dizer da Comunidade Nelson Mandela, uma favela à beira do Rodoanel que inexistia há 3 meses e, de repente, surgiram 7000 barracos?

Lá ainda não tem energia elétrica, mas bares e drogas… E, claro, participação do MST e até um “dono / prefeito / líder da comunidade”.

Abaixo, extraído de:

http://m.estadao.com.br/noticias/cidades,favela-com-7-mil-barracos-se-forma-as-margens-do-rodoanel,1155638,0.htm

FAVELA COM 7 MIL CASAS SE FORMA ÀS MARGENS DO RODOANEL

Por Felipe Resk

OSASCO – A imagem é estarrecedora. Pela fotografia aérea, se vê uma enorme área verde, às margens do Rodoanel Mário Covas, em Osasco, apinhada de pontinhos brancos por todos os lados do morro. Na foto não dá para perceber direito, mas cada pontinho daquele corresponde a um barraco de madeira. Mesmo os motoristas que atravessam à toda a rodovia se espantam. Três meses atrás, não havia nada ali. Como uma favela apareceu, assim, do dia para noite? O que muitos não sabem é que os moradores anônimos “daquela invasão lá do Rodoanel” já têm adjetivo pátrio e tudo. São mandelenses: da Comunidade Nelson Mandela.

O terreno, uma propriedade privada de dimensão desconhecida, começou a ser ocupado em 14 de janeiro, exatos 29 dias após o enterro do líder sul-africano Nelson Mandela em Qunu, vilarejo onde cresceu. Até então, os novos moradores eram poucos, vindos de periferias de Osasco e de cidades vizinhas, principalmente Barueri e Carapicuíba, todas da Grande São Paulo. Capinaram o mato alto, improvisaram umas cercas e, em dois ou três dias, os barracos estavam prontos. As toras de madeira encontravam-se fincadas no chão duro, as folhas de madeirite bem pregadas nas toras e havia qualquer coisa por cima de tudo, sejam lonas pretas ou telhas de zinco. Estágio da construção que na comunidade é classificado como “só falta entrar”. Porque mandelense não mora, mandelense entra.

Duas semanas depois, o número saltou para 500 casinhas de madeira, tão precárias quanto as primeiras, construídas em lotes que seguem, bem mais ou menos, um padrão de 60 metros quadrados. Hoje, os moradores falam em 7 mil habitações, espalhadas de cima a baixo do morro, boa parte delas ainda sem energia elétrica, o que impossibilita a ocupação imediata. Se em cada barraco morar apenas uma pessoa, para considerar a possibilidade mínima, a população da Comunidade Nelson Mandela já seria superior a de 30% dos municípios de São Paulo. Há também bares e vendas no local. A cada instante, um caminhão carregado de material de construção pena para passar por ruas de terra, estreitas e acidentadas, obrigando quem está a pé a tapar o nariz com a camisa para não ter de engolir poeira.

A história da comunidade não é muito diferente de outras favelas e ocupações irregulares do Brasil. “A causa é primordialmente a pobreza”, diz o professor Antônio Cláudio Moreira, do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP), que pesquisa o assunto desde 1958. Na visão do professor, a ocupação é resultado da soma do déficit habitacional com um terreno desocupado. No caso específico, um morro na altura do quilômetro 11 do Rodoanel, então destinado à expansão de um aterro sanitário, que fica atrás do terreno. A região pertence à zona norte de Osasco, mas numa área de divisa com Barueri. Tão divisa que, quando questionada, nem mesmo a prefeitura de Barueri soube dar certeza se parte da comunidade pertencia ao seu território, sendo necessário verificação para confirmar ou desmentir qualquer palpite. Isso no final de março, quase dois meses depois do início da ocupação.

A Secretaria de Habitação de Osasco não confirma o número de habitantes na Comunidade Nelson Mandela. “Por ser área privada, a prefeitura não tem informações oficiais”, explica. Em nota, ainda afirma: “Ao que consta, os proprietários (do terreno) ingressaram com ação de reintegração de posse, em análise pela Justiça, sem sentença”. No entanto, o advogado Rafael Alves dos Santos, que presta consultoria jurídica aos atuais ocupantes, garante ter feito pesquisas no Fórum e na prefeitura de Osasco. “Até agora, não encontramos nada sobre reintegração de posse”, conta. O Ministério Público também diz não existir nenhuma ação referente ao caso em sua alçada.

Donos- Outra ponta solta da história são os proprietários daquela área toda. Na Comunidade Nelson Mandela, ninguém sabe quem são. A prefeitura de Osasco diz que, por atribuições legais, não pode informar a titularidade do terreno, apenas frisa ser particular, assim como o governo de São Paulo. “A comunidade está fora da faixa de domínio” é a justificativa da concessionária CCR, responsável por administrar o Rodoanel e que há dois meses monitora a situação por meio do setor jurídico da empresa junto às prefeituras de Osasco e Barueri. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) também não tem informações.

A prefeitura de Osasco informa que não foi procurada pela comissão de representantes da ocupação. Também afirma não se tratar, aparentemente, de uma região “indicada ao uso habitacional”, o que inviabiliza a consolidação da Comunidade Nelson Mandela naquele espaço. Para isso, aponta três motivos. O primeiro deles, porque é “de amplo conhecimento o risco existente de deslizamentos”, preocupação compartilhada pela concessionária CCR. O segundo é a existência do aterro sanitário, cuja expansão, diz, fica seriamente comprometida. E por último, por se tratar de uma área “não edificável ao longo do Rodoanel”.

“O terreno não exercia a função social da terra, ia virar um lixão”, contrapõe Santos. O advogado ainda planeja protocolar uma carta ao governador Geraldo Alckmin e outra ao prefeito de Osasco, Jorge Lapas, com o pedido de apropriação do local em favor dos mandelenses. Por enquanto, diálogos com a prefeitura e a Câmara Municipal de Osasco foram apenas informais. Ele também admite não ter sido feita qualquer análise técnica para avaliar as áreas de riscos da ocupação. “O terreno é antigo e forte, mesmo assim já estamos providenciando um engenheiro para fazer o laudo oficial”, diz.

Comércio-  Rafael Alves dos Santos tem certeza de que a Comunidade Nelson Mandela faz bem à região. “Eles movimentam o comércio local. Olhe só quanto não compraram de madeira.” Em uma conta rápida, cada barraco usa pelo menos 15 folhas de madeirite, vendidos a uma média de R$ 22 a unidade. Dessa forma, só as paredes das 7 mil moradias já teriam rendido mais de R$ 2,3 milhões aos armazéns locais. Os moradores também afirmam que, antes da ocupação, o terreno era deserto e mal iluminado, palco de assaltos e desovas de carro roubados recorrentes. “Era um espaço do medo, hoje é moradia”, diz Dariel José de Araújo, mais conhecido por Pernambuco, que vive há mais de 25 anos em periferias da zona norte de Osasco e agora é o titular da matrícula número 55 da Comunidade Nelson Mandela.

Entre trancos e barracos. Não há qualquer sinal de tristeza na voz ao responder por que foi para a comunidade. “É precisão”, diz simplesmente. Pernambuco estava entre os primeiros que chegaram ao terreno no dia 14 de janeiro e, hoje, divide um lote de pouco mais de 50 metros quadrados com a mulher e dois filhos. O barraco sequer tem janela ou água encanada. Mede, arrisca dizer, uns 30 metros. Os móveis se resumem a dois aparelhos de som pifados, resultado da instabilidade da corrente elétrica na ocupação, e uma cama de solteiro, onde descansa o filho mais velho. Mas vocês não são quatro? “Não tem problema, a gente forra o chão e dorme”, conta.

Pernambuco é um sujeito baixinho e desconfiado, talvez porque tenha vivido o suficiente para ser. “Os policiais já queimaram meu barraco três vezes”, fala com naturalidade. Na cerca ao redor do seu terreno é possível contar meia dúzia de madeiras com marcas de fogo. “Um me chamou de bandido. Eu respondi que não era, só não ia mais morar de aluguel.” Armador na construção civil, tem renda média de R$ 700, dos quais R$ 600 destinava mensalmente ao aluguel da antiga casa.

Críticas- Os moradores da Comunidade Nelson Mandela sabem que a ocupação não é bem vista por muita gente e que o mandado de despejo é uma possibilidade real. Para se organizar, convocaram o líder comunitário Carlos Eduardo Ventura, presidente da Frente Popular de Favelas de Carapicuíba, que logo articulou uma aproximação com o Movimento Sem-Teto do Ipiranga. Apesar de morar em Carapicuíba, a liderança – que cita artigos do Código Penal, anda com a camisa sempre ensacada e o celular pendurado no pescoço – tem passado a maior parte do tempo na ocupação às margens do Rodoanel para resolver questões internas.

“Aqui, todas as decisões são coletivas”, garante Ventura. As primeira medidas foram definir as ruas e numerar os barracos, passando a ser a matrícula de cada família. Na pauta: construir duas igrejas, uma escola e finalizar o cadastro interno dos ocupantes. A ideia de homenagear o líder da luta contra o apartheid foi dele. Lá, ninguém entra sem a sua autorização.

No início de fevereiro, a Guarda Municipal de Osasco investiu contra a Comunidade Nelson Mandela, segundo os moradores sem qualquer aviso prévio. Acabou expulsa a pedradas. “Chegaram atirando, mano, foi tiro de tudo, de borracha, de calibre 12, de 38”, conta um dos mandelenses que tem no celular o vídeo do momento em que o contingente bate em retirada pelo Portal D’Oeste II, o bairro vizinho. “Ó, é bala demais”, mostra. Ao menos dois ocupantes ficaram feridos. “Agora eles vão ter que responder na corregedoria por tentativa de homicídio qualificado e abuso de poder”, diz Carlos Eduardo Ventura.

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– Os Enrolados Brasileirões da A, B, C e D

Problemas em todas as divisões do Campeonato Brasileiro. E o que será que vai dar?

Olha que loucura: a Portuguesa que tanta confusão se envolveu com o caso Heverton, depois de muito relutar, entrou na Justiça Comum. Ganhou e teve a liminar cassada. O presidente Ilídio Lico não quis recorrer. Porém, o vice jurídico Orlando Cordeiro queria a continuação da sua luta pela causa.

Entretanto, um torcedor que entrou na Justiça Comum conseguiu uma liminar reintegrando a Lusa na série A, e na 6a feira, antes de entrar em campo contra o Joinville em Santa Catarina, ambos discutiram: Ilídio Lico quis que seu time jogasse, e Orlando Cordeiro, contrariado, abandonou seu cargo no clube pois alegava que o clube estava respaldado pela Lei e não deveria subir ao gramado.

Não é que aos 17 minutos um oficial de Justiça parou o jogo e fez cumprir a lei (de acordo com a liminar naquele momento). O time teve que abandonar o campo.

No Sábado de Aleluia, a CBF conseguiu cassar a liminar desse torcedor. O time do Canindé voltou a Segundona e a guerra nos bastidores continua, pois o Icasa também reivindica a vaga do Figueirense na série A.

Quais times compõe a série A e B, hoje, afinal de contas? Serão os mesmos da Rodada 02?

Só quero entender o seguinte: porquê a CBF aceita a decisão da Justiça Comum no caso do imbrólho entre Crac de Catalão/GO e Betim/MG, na briga que envolve a série C e série D? A Justiça Comum vale ou não vale dependendo do interesse?

Repito a mesma questão acima, mudando as letras da divisão: Quais times compõe a série C e D, hoje, afinal de contas?

Agora, cá entre nós: começar campeonato num feriado prolongado como esse? Rodada na 6a feira Santa e no Domingo de Páscoa?

Não há tempo de intervalo dos Estaduais para o Brasileirão de uma única semana?

Tenha dó…

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– Feliz Páscoa!

Feliz Páscoa!

Hoje é dia de estar com a família e celebrar com a alegria a Ressurreição de Cristo!

Boas confraternizações, repletas de paz e orações!

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– Sábado de Aleluia e Judas!

Hoje à noite será um dia especial para os cristãos: a Festa da Vigília Pascal!

Quando criança, lembro-me que ao meio-dia se promovia a “Malhação de Judas“. Os tempos são outros, quase não se vê essa brincadeira. Mas…

Quem representaria Judas Iscariotes do século XXI?

Pra mim, não há dúvidas: os políticos corruptos. E pra você?

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– Estamos de Cara Nova no Portal Bom Dia / Diário de SP

Amigos, convido para acessarem o RedeBomDia.com . O portal do Jornal Bom Dia mudou e está mais bacana do que nunca. Lá você poderá ler nossa coluna diariamente.

Acesse, http://www.redebomdia.com/esportes

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– Sexta-Feira Santa

Gosto muito de uma afirmação parafraseada do Papa Francisco, por parte do Cardeal de São Paulo, Dom Odilo Scherer. Ele disse que:

Sem referência a Jesus Cristo crucificado, não há cristianismo verdadeiro. A Igreja seria apenas uma ONG piedosa“.

Correto. Os valores espirituais devem ser preservados e somados à ação solidária. Pensemos nisso nesta 6a feira Santa.

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– Que tristeza em escolher um Candidato!

Coisas que me enojam: nenhum deles transmite HONESTIDADE.

E querem a Presidência?

Tá difícil escolher… Olha só a pesquisa IBOPE:

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– De C.A. Fazenda Grande para Palmeiras F.C. do Medeiros!

Saudosistas e amantes do futebol amador de Jundiaí, vejam essa relíquia!

É um quadro do escrete campeão dos torneios e festivais de Jundiaí e Itupeva em 1968! Esse time foi o precursor do Palmeiras Futebol Clube; se chamava Clube Atlético Fazenda Grande, fundado em 1958, com seu campo feito na enxada por Osvaldo Segre (Vado), Claro Bonfim e os irmão João e Joaquim Pinto, no Bairro Medeiros, na antiga Fazenda Grande, cujo local é hoje um bairro popular de Jundiaí (o Residencial Fazenda Grande).

Em 1969, o administrador daquela fazenda proibiu que se continuasse a jogar naquele campo; foi aí que, para não encerrar as atividades, os então atletas e beneméritos do time Osvaldo Segre; Palmiro Secco; Nelson Porcari; o sr Morita (pai do Kota), Watanabe, Okane, aproveitando uma área cedida pelo sr Bruno Camposilvam, construíram o antigo Campo do Retão (atual trecho da Avenida Reynaldo Porcari) e lá o glorioso Fazenda Grande virou o atual hexacampeão de futebol amador da cidade de Jundiaí, o Palmeiras Futebol Clube (vitorioso em 1976, 1978, 1993, 2007, 2008 e 2013).

Portanto, o alvi-verde do Medeiros festeja seus 56 anos, disputando o certame jundiaiense desde 1975, ininterruptamente! Seria o time de futebol da várzea mais antigo de Jundiaí hoje?

Da coluna de cima para baixo, da esquerda para a direita:

Sebastião Belizário (Ginete), Romeu Chioquete, Milton Porcari (Lili), Marcos Antonio Gomes (Marquinho), Kota Morita, Julio de Almeida (Julinho); José Joaquim Pinto, João Joaquim Pinto, Élcio Tavaza, Zé Carlos Marion, Antonio Lucio Rocha, Eduardo Torrezan (Barrica); Dirceu Mendes, Valdemar Piva; Benedito dos Santos (Dito Mineiro), Armando de Oliveira Camacho; Claro Bonfim e Avelino Hungaro. Em destaque: Egydio Renato Balsa (Goleiro Egydio).

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Gente da melhor qualidade! Recordar é viver!

– Quarta-Feira Santa

Dia de pensar nas coisas do Alto; refletir as condutas e buscar a introspecção.

Vale a pena interiorizar coisas importantes e buscar a espiritualidade. O Tempo Quaresmal é propício para isso!

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– Quem são os pares de Marco Polo?

Marco Polo Del Nero será aclamado presidente da CBF. Não que os clubes e federações o desejem, mas sim pelo fato dos conchavos políticos, subserviência e falta de opções assim determinaram.

Veja que curioso: José Maria Marin será seu primeiro-vice (como é o mais velho, assume a cadeira nas ausências de Marco Polo). Os demais serão Fernando Sarney, filho do ex-presidente da República José Sarney pela Região Norte (dispensa apresentações), Marcus Vicente, da Federação do Espírito Santo, representando o Centro-Oeste (não tem time forte na série A, mas tem árbitro aspirante à FIFA), Gustavo Feijó, da Federação Alagoana, representando o Nordeste (sem time forte na Série A , mas com árbitro FIFA) e Delfim Peixoto, da Federação Catarinense, representando a Região Sul (que tem vários times na série A e adquiriu do PR um árbitro FIFA). Ambos não tem estádios da Copa do Mundo em seus feudos.

A percepção de que muitos nomes dos estados que não tem time grande na principal divisão mostra que a força política é que move a relação. Não tem equipe grande, coloca um árbitro em evidência para agradar? Não conseguiu estádio, mas conseguirá cargo? A moeda de troca pode ser de vários valores…

Enfim, o futebol brasileiro tende a continuar o mesmo, infelizmente. E a meritocracia continuará a não existir.

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– Iphones de Ouro para Presente?

A Nigéria tem Petróleo, mas é um país pobre e cheio de problemas. Entretanto o presidente Goodluck Jonathan não percebeu isso!

Seu filho se casou no último sábado, e como lembrança aos convidados, deu iPhones 5S de Ouro!

Não é a 1a vez que ele faz essas loucuras. Já ofertou 53 iPhones 24 quilates a amigos na festa de 53 anos da Independência do país (tudo pago com dinheiro público).

Assim é fácil festejar, não?

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– Incoerências Futebolísticas da Segunda-Feira

No Rio de Janeiro e em São Paulo, muitas coisas discutíveis aconteceram no mundo do futebol. Vamos à elas?

1- O Vasco da Gama declarou que quer anular o jogo decisivo com o Flamengo, após sofrer um gol em impedimento no último minuto regulamentar. Reclamar, pode. Mas não vai conseguir anulação, afinal, é “erro de fato” (quando há falha de interpretação ou de tomada de decisão, como a de domingo, onde o bandeira mal posicionado não marcou impedimento). O jogo só poderia ser anulado caso fosse erro de direito, ou seja, quando toma uma decisão errada por desconhecimento da regra de jogo.

O gozado é que só agora o Vasco da Gama resolveu reclamar da arbitragem. Antes do jogo, após a polêmica das declaracões da esposa de Marcelo de Lima Henrique (que apitou bem a partida), o time da Colina declarou que confiava na arbitragem. Ora, era naquele momento que ele deveria, por motivos óbvios, pedir outro sexteto de arbitragem. Quando o placar é desfavorável resolver chiar? A propósito, e as declarações do goleiro flamenguista Felipe de que “Ganhar roubado é mais gostoso.”? Ficará sem punição por parte da FERJ?

2 – Em São Paulo, a FPF promoveu sua festa de encerramento do campeonato. Os dois bandeiras da Copa do Mundo são dois paulistas, e não foram premiados por nada. Não seriam eles os melhores, já que estarão no Mundial? Mas os premiados foram Tatiane Sacilotti (justo, falamos em várias análises de arbitragem do ótimo trabalho da moça nas partidas que comentamos) e Carlos Augusto Nogueira. Discordo do Carlão, pois Anderson Moraes Coelho foi melhor do que ele neste ano. O curioso é: foi Carlos Nogueira quem errou e não marcou impedimento no jogo da final de domingo entre Santos x Ituano, aquele mesmo lance que virou o tão discutível pênalti… Prêmio pelo erro?

Aliás, o árbitro premiado foi Luís Flávio de Oliveira, que não trabalhou nas fases finais. Vai entender… Mas a desculpa é boa: culpa do sorteio. E fico pensando: o aspirante à FIFA Luiz Flávio daria pênalti na bola na mão que virou mão na bola, marcado pelo Rodrigo Guarizzo no jogo de ida?

3 – Sobre as homenagens da noite: José Maria Marin ganhou um prêmio por serviços prestados ao futebol. E o vereador Toninho Paiva entregando prêmio a Boleiro? Aí é demais… Cadê os craques do passado, que mereciam as justas homenagens?

4- Destaque para a performance de Cleber Machado e Carolina Galan na condução do evento. Aliás, a apresentadora da TV FPF, ex-aluna da escola de árbitros da FPF e noiva do presidente da FPF, cobrou cachê da FPF para apresentar o evento? Apesar da beleza da moça (indiscutível) a diferença com Cleber Machado como jornalista é grande, não?

E aí, o que achou da segunda-feira pós término dos estaduais? Deixe seu comentário:

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– Renunciar limpa a barra?

André Vargas, petista vice-presidente da Câmara dos Deputados, ameaça renunciar ao mandato, após denúncias de corrupção e relacionamento escuso com o doleiro Yousseff.

Pergunta básica: renunciar apaga os erros? E vida que segue, normalmente?

Mas e as punições ao deputado, ao partido e a devolução do que supostamente tirou dos cofres públicos?

Eh Brasil…

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– Análise da Arbitragem de Santos 1 x 0 Ituano – Final do Paulistão

Jogo chato para o árbitro apitar. Raphael Claus foi bem na partida, embora, existam duas situações importantes a discutir.

1- O pênalti pró-Santos! Lance difícil, daqueles que geram discussão. Pegou na bola e quando atinge o atleta do Santos já é jogada vencida (fruto do inevitável contato físico). Mas respeito quem interpretou de outra forma – a de que o atleta pega a bola e o adversário por imprudência, e daí sim é infração. Eu não marcaria, mas entendo que é questão interpretativa e aceito a segunda opção. Sobre o impedimento, realmente estava, mas numa jogada rápida e lance difícil para o bandeira.

Em suma, esse lance foi irregular mas com um grau de dificuldade muito maior do que a mão na bola marcada na semana passada. O desse último domingo é o erro aceitável, diferente da semana passada, que é erro crasso.

2- A catimba do Ituano. A “lá argentinos”, os jogadores do Galo de Itu souberam fazer a cera e gastaram bem o tempo, com a anuência do árbitro. E aqui uma observação: se o pênalti foi aos 45m, o árbitro deu os acréscimos e o jogo ficou paralisado por 2 minutos pelas discussões, por quê não foi acrescido o tempo perdido? Nesse item, pecou Claus.

Considerações diversas: o Ituano é o 1o bicampeão paulista do Interior (embora a primeira conquista tenha sido sem os grandes, que jogaram o Rio-SP e posteriormente o ‘Supercampeonato Estadual do Farah”). Ganhou do São Paulo no Morumbi, do Palmeiras e do Santos no Pacaembu, e desclassificou o Corinthians em sua chave. É um time bem treinado pelo Doriva. Por quê tanta gente “assustada”?

É claro que em ritmo de competição e em pontos corridos, os grandes clubes teriam um desempenho melhor e dificilmente o Ituano seria o vencedor. Mas com as regras do torneio, foi o campeão.

Porém, o Ituano não se tornou melhor time do mundo de uma hora para a outra, nem tem Messi ou Cristiano Ronaldo em seu elenco. É uma equipe ajeitada, que joga pelo coletivo. E que não se iluda! No Brasileirão da A1, onde se posicionaria na tabela?

Aliás, é irônico: o campeão da FPF jogará a 4a Divisão do Campeonato Nacional… Coisas possíveis graças ao Marco Polo Del Nero e suas fórmulas.

Enfim: PARABÉNS AO ITUANO!

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– Análise da Arbitragem de Santos 1 x 0 Ituano – Final do Paulistão

Jogo chato para o árbitro apitar. Raphael Claus foi bem na partida, embora, existam duas situações importantes a discutir.

1- O pênalti pró-Santos! Lance difícil, daqueles que geram discussão. Pegou na bola e quando atinge o atleta do Santos já é jogada vencida (fruto do inevitável contato físico). Mas respeito quem interpretou de outra forma – a de que o atleta pega a bola e o adversário por imprudência, e daí sim é infração. Eu não marcaria, mas entendo que é questão interpretativa e aceito a segunda opção. Sobre o impedimento, realmente estava, mas numa jogada rápida e lance difícil para o bandeira.

Em suma, esse lance foi irregular mas com um grau de dificuldade muito maior do que a mão na bola marcada na semana passada. O desse último domingo é o erro aceitável, diferente da semana passada, que é erro crasso.

2- A catimba do Ituano. A “lá argentinos”, os jogadores do Galo de Itu souberam fazer a cera e gastaram bem o tempo, com a anuência do árbitro. E aqui uma observação: se o pênalti foi aos 45m, o árbitro deu os acréscimos e o jogo ficou paralisado por 2 minutos pelas discussões, por quê não foi acrescido o tempo perdido? Nesse item, pecou Claus.

Considerações diversas: o Ituano é o 1o bicampeão paulista do Interior (embora a primeira conquista tenha sido sem os grandes, que jogaram o Rio-SP e posteriormente o ‘Supercampeonato Estadual do Farah”). Ganhou do São Paulo no Morumbi, do Palmeiras e do Santos no Pacaembu, e desclassificou o Corinthians em sua chave. É um time bem treinado pelo Doriva. Por quê tanta gente “assustada”?

É claro que em ritmo de competição e em pontos corridos, os grandes clubes teriam um desempenho melhor e dificilmente o Ituano seria o vencedor. Mas com as regras do torneio, foi o campeão.

Porém, o Ituano não se tornou melhor time do mundo de uma hora para a outra, nem tem Messi ou Cristiano Ronaldo em seu elenco. É uma equipe ajeitada, que joga pelo coletivo. E que não se iluda! No Brasileirão da A1, onde se posicionaria na tabela?

Aliás, é irônico: o campeão da FPF jogará a 4a Divisão do Campeonato Nacional… Coisas possíveis graças ao Marco Polo Del Nero e suas fórmulas.

Enfim: PARABÉNS AO ITUANO!

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– Pai Impaciente escreve “Best Seller”?

Um só, não. Vários!

E a febre de pais impacientes que dão dicas para “domar” seus filhos?

Tô fora dessa lista. Ufa!

Extraído de Revista Isto É, Ed 2176, pg 68

PAIS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Por Cláudia Jordão

Autores de best-sellers revelam em suas obras impaciência com a paternidade e são considerados o retrato de uma geração

Na contramão das centenas de publicações sobre pais e filhos que abarrotam as livrarias, “Vai dormir, p*ora”, do americano Adam Mansbach, tem chamado a atenção – e evaporado das prateleiras – ao esbanjar sinceridade, apostar no politicamente incorreto e revelar, sem papas na língua (assim como no título, palavrões salpicam no livro), as dificuldades do autor de exercer a paternidade como uma tarefa simples do cotidiano. No livro, ele escreve versos dirigidos à filha de 2 anos inspirados nas agruras que enfrenta para fazê-la adormecer antes de poder retornar às suas atividades. As rimas, no entanto, surpreendem pela acidez, o que é considerado genial por uns e apelativo por outros. Em um trecho, lê-se: “As águias que planam no céu repousam/ As criaturas que rastejam, engatinham e correm também/ Eu sei que você não está com sede. Isso é besteira. Pare de mentir/ Deite-se, porra/ Durma, minha

querida”.A obra surgiu naturalmente. Quando conseguia fazer a filha dormir, Mansbach postava no Facebook um desabafo sobre seu drama. Os posts eram comentados com entusiasmo por outros pais e deram origem ao livro que se tornou best-seller sete meses antes de ser lançado. Graças a um trecho divulgado pela internet, alcançou o primeiro lugar da lista dos mais vendidos do site Amazon ainda na pré-venda. Desde seu lançamento, em 14 de junho, vendeu 400 mil cópias e foi traduzido para 15 línguas em 30 países (no Brasil, será lançado no fim deste mês). Também deve virar filme pela Fox. “É um livro infantil feito para adultos”, diz Mansbach. Ser pai nem sempre é um mar de rosas, mas as pessoas se negam a admitir porque há muito preciosismo com o tema.” Assim como outro best-seller sobre criação de filhos que girou o mundo recentemente, “Grito de Guerra da Mãe Tigre”, da americana de origem chinesa Amy Chua, o livro de Mansbach vem sendo apontado por estudiosos como um retrato da geração atual de pais. Amy, uma advogada de sucesso, esmiuçou em sua obra o método chinês de educar e demonstrou irritação e agressividade sempre que se sentia frustrada no papel de mãe. “Os pais querem a felicidade dos filhos, mas não estão seguros sobre quais caminhos seguir na hora de educar nem sobre qual seria o tempo suficiente para se dedicar a eles”, diz a terapeuta americana Lori Gottlieb. “Estão perdidos e impacientes.” A psicóloga Angela Uchoa Branco, da Universidade de Brasília, diz que um grande equívoco praticado pelos pais atuais é a busca desenfreada pela perfeição. “Ela não existe e não garante a felicidade”, diz.


O sucesso de vendas do livro de Mansbach é explicado pela identificação de outros pais com o autor. Enquanto alguns o rejeitam – um grupo de australianos quer impedir sua venda no país –, outros se sentem aliviados ao poder rir de suas dificuldades. “O autor nos faz ver de uma forma crua e cômica os sentimentos presentes nas relações com os nossos filhos”, resume a psicóloga Patrícia Simões, da Fundação Joaquim Nabuco.

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– Enfim, domingo!

Até amanhã! Mensagem programada, estou fora da Web. Motivo: cansaço!

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– Descanso Virtual

Que tal fugir um pouco da Web?

Às vezes, é necessário esconder o computador, cortar o sinal da Internet e dar uma sumida do teclado – mas por várias horas/ dias.

Mundo virtual, até mais! Me desligando por um tempinho para arejar a cabeça. E, aconselho, faça o mesmo.

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– Conformismo Passivo da Lusa?

E depois de muito relutar, a Portuguesa entrou na Justiça Comum no caso Heverton e o rebaixamento para a Segundona pelo STJD. Mas assim que teve a liminar cassada… desistiu de recorrer!

Pois é! Nesta 6a feira, Ilídio Lico, presidente da Lusa, declarou que o clube vai jogar a série B e não quer mais confusão.

Ué, o clube dissera que não foi comunicado pelo advogado Osvaldo Sestário; depois suspeitou-se de um funcionário da própria agremiação que não informou a suspensão do meia Heverton; e ainda existiu a história das negociações de empréstimos da Lusa com a CBF e FPF durante o imbrolhio?

A Portuguesa não está desistindo muito facilmente de uma luta que demorou para entrar, já que se sentia prejudicada (e com grandes perdas financeiras)?

Esquisito…

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– Universidade São Judas Tadeu para a Classe C?

E a tradicional São Judas foi vendida. A família Mesquita vendeu para o grupo Anima, que quer entrar no estado de SP e aumentar a oferta de vagas para a classe média, mesmo com mensalidades mais altas.

Abaixo, extraído de OESP.com

GRUPO ANIMA COMPRA UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU POR R$ 320 MILHÕES

Depois de muitas idas e vindas, quase quatro anos negociando com concorrentes e fundos de investimento, a Universidade São Judas Tadeu, uma tradicional instituição da capital paulista, mudou de mãos. A empresa, fundada pela família Mesquita no bairro da Mooca, em 1947, foi vendida para o Grupo Anima, por R$ 320 milhões. Essa é a primeira aquisição do grupo depois de sua abertura de capital, em outubro do ano passado, quando captou R$ 468 milhões. A compra precisa passar por aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Mas não é apenas isso que faz o negócio ser emblemático para o Anima. A aquisição da São Judas, com 25,8 mil alunos em 35 cursos, marca a entrada do grupo no território mais disputado do segmento de educação: a cidade de São Paulo. Só a capital tem 759 mil alunos matriculados em instituições privadas de ensino superior – é mais do que todo o Estado de Minas Gerais, com 446 mil estudantes. “Com certeza é um marco. Não podíamos ficar de fora do maior mercado de Educação do País”, diz Marcelo Battistela Bueno, vice presidente da Anima.

As conversas com a família Mesquita começaram no mês seguinte à abertura de capital. Esse não era um negócio simples de se concretizar, já que a proposta precisava convencer dois filhos do fundador, uma nora e cinco netos. “Recebemos muitas propostas desde que decidimos vender a empresa, mas nenhuma delas tinha um nível financeiro compatível com o que estávamos oferecendo”, diz José Reinaldo Mesquita, de 49 anos, um dos netos do fundador Alberto Mesquita de Camargo e reitor da São Judas – função que ele continuará exercendo sob o comando dos novos donos.

“A Anima pagou caro mas levou uma das mais cobiçadas instituições de ensino do País”, diz o consultor Carlos Monteiro, especializado em educação. Considerando-se que a São Judas foi vendida com um caixa de R$ 9,8 milhões, o grupo Anima desembolsou R$ 12 mil por aluno. Em agosto do ano passado, a Laureate pagou R$ 14,7 mil por estudante da paulistana FMU. No mês seguinte, para ficar com a Uniseb, a Estácio desembolsou R$ 16,2 mil por aluno.

“Compramos uma empresa redonda, muito bem tocada e que vinha crescendo ao longo dos anos”, justifica Battistela. A São Judas faturou R$ 182,8 milhões no ano passado e registrou um lucro operacional de R$ 32,2 milhões. Segundo dados do Ministério da Educação (MEC), o índice de qualidade acadêmica da instituição foi de 2,79 em 2012 – numa escala que vai de 1 a 5.

O discurso dos executivos da Anima no mercado é de que sua estratégia não é pautada pelo crescimento a qualquer custo, para ganho de escala, e sim na qualidade do ensino – o que lhe permite cobrar mensalidades mais caras. O valor médio pago pelos alunos da São Judas é de R$ 955. O ticket médio da Anhanguera, por exemplo, foi de R$ 341,8 no ano passado.

A ideia dos sócios da Anima é criar uma instituição que não esteja focada no ensino superior para a classe C, com um programa abrangente de cursos de graduação e pós graduação.

O grupo é dono das universidades Una e Unibh, de Belo Horizonte, além da Unimonte, de Santos. A Anima também tem 50% de participação na HSM, instituição de educação corporativa que tem como outro proprietário o Grupo RBS.

Abertura de capital. A trajetória do Grupo Anima rumo à Bolsa começou a ser escrita em abril de 2012, quando a BR Investimentos, do economista Paulo Guedes, comprou um terço das ações por R$ 100 milhões e acabou com uma disputa entre minoritários que já durava quase uma década. Depois de entrar no capital da empresa, Guedes, fundador do Ibmec e do banco Pactual, conseguiu comprar a fatia de quatro acionistas que brigavam na Justiça com os outros sócios por discordar dos rumos da empresa.

Com as brigas sanadas, a empresa aposta no crescimento. O grupo avalia instituições em 42 cidades.. Em São Paulo, a meta é expandir os campi da São Judas e abrir novas unidades, sob a mesma marca. “O setor está evoluindo de forma que será difícil alguma faculdade estar sozinha, será preciso que ela faça parte de um grupo”, disse o presidente da Anima, Daniel Castanho.

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– Ressuscitando a história do Naming Rights do Itaquerão

Quando o então presidente do Corinthians Andrés Sanches anunciou a construção do seu estádio, ele próprio divulgou que os gastos seriam bancados pela venda dos direitos do nome da arena (os “naming rights”).

Simploria, publica e demagogicamente disse que a empreiteira Odebrecht daria um estádio de aproximadamente 300 milhões de reais, e como contrapartida o Corinthians pagaria esse valor permitindo que a construtora usasse o naming rights do estádio por 15 anos, usando-o como Arena Odebrecht ou revendendo o direito do nome para outra empresa por qualquer valor.

Ora, naquele dia da coletiva (foi em 31 de agosto de 2010), os naming rights das principais praças esportivas do mundo eram:

– Emirates Stadium: 90 milhões de dólares por 15 anos (Estádio do Arsenal – Inglaterra)

– Allianz Arena: 90 milhões de euro por 15 anos (Estádio do Bayern e do Munich 1860 – Alemanha – valores divididos entre as equipes)

– American Airlines Center: 195 milhões de dólares por 30 anos

– Gillete Stadium: 90 milhões de dólares por 15 anos.

Quer dizer que o estádio do Corinthians teria o naming rights mais caro do mundo?

Às vésperas da sua inauguração, o estádio não custou R$ 300 milhões, mas já está em R$ 1,09 bilhão. Os naming rights não foram vendidos pelo valor mínimo de 300 milhões, não são os mais caros do mundo e tampouco ficou de posse da Odebrecht.

Pergunta-se: qual o segredo para que um estádio bilionário seja construído e ainda não esteja pago? A Odebrecht tem garantias de pagamento ou será eternamente a proprietária?

Mistério… o mais curioso é que depois de tudo isso, ainda há aqueles que crêem que alguma autoridade vai interditar as obras. Se até agora os políticos só abençoaram a construção, alguém terá peito para barrar às vésperas da Copa do Mundo?

O certo é: o estádio não será pago com os naming rights de jeito algum. Ponto.

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– Crise na Argentina. De novo?

Caramba! Novamente confusão com nossos hermanos. Greve geral no país, revolta popular, brigas, panelaços…

Viajar para lá pode não ser um bom negócio. Até hospitais estão parados!

Abaixo, extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-04-10/greve-na-argentina-cancela-voos-de-aeroportos-brasileiros.html

GREVE GERAL NA ARGENTINA

A greve geral em andamento na Argentina afeta voos em aeroportos brasileiros com destino ao país vizinho nesta quinta-feira (10). As viagens programadas para sair ou chegar ao Aeroporto Jorge Newbery (Aeroparque), em Buenos Aires, são as mais prejudicadas.

Segundo a Infraero, voos de diversas capitais brasileiras foram cancelados. A paralisação foi convocada pela ala da Central Geral de Trabalhadores (CGT), pela CGT Azul e Branca e pela Central dos Trabalhadores Argentinos (CTA).

Segundo a TAM, em virtude do fechamento do Aeroparque, cinco voos foram cancelados. Dois que saem do aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos, com destino ao Aeroparque, em Buenos Aires, e três que fazem o caminho inverso. De acordo com a empresa, as operações nos aeroportos de Buenos Aires/Ezeiza e Rosário não foram impactadas.

A empresa Aerolíneas Argentinas informa que voos saindo do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Guarulhos, em São Paulo, também foram cancelados. A Gol também teve seis voos adiados.

As empresas informam que lamentam os transtornos causados pela greve e que os passageiros serão reacomodados em outros voos. A Infraero recomenda que os passageiros sempre confiram a situação dos seus voos antes de viajar.

A greve

O chefe de gabinete do governo argentino, Jorge Capitanich, disse que os organizadores da greve nacional pretendem “sitiar os grandes centros urbanos” com um grande piquete nacional e paralisação dos transportes. Ele reconheceu o direito à greve, mas considerou a estratégia usada antiquada. “Na Idade Média, os senhores feudais impediam o acesso da população. Não há lugar para a barbárie nem para medidas que conspirem contra o livre exercício do direito à greve dos trabalhadores”.

Segundo Capitanich, os piquetes restringem a liberdade dos trabalhadores que são contra a greve e querem assumir seus postos de trabalho. Ele também disse que “não têm o menor sentido” todos os pontos de reivindicação levantados pelas centrais sindicais opositoras, que protestam contra a inflação, a insegurança e os baixos salários no país.

Por conta dos bloqueios e paralisação do transporte público, a greve afeta o funcionamento de hospitais, escolas, bancos e vários setores da economia. Na greve geral de 2012 – a primeira desde que os Kirchner chegaram ao poder, em 2003 -, as companhias aéreas argentinas cancelaram voos ao Brasil e do Brasil à Argentina. Foi o maior protesto em dez anos e marcou o rompimento de parte do movimento sindical argentino com o governo.

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– Flamengo ou Sport Recife?

A pendenga envolvendo quem é o verdadeiro Campeão Brasileiro de 1987 continua. Naquele ano, criou-se o “Clube dos 13” e foi inventada a Copa União. O Brasileirão da CBF ficou esvaziado.

A grande patrocinadora do torneio dos grandes times era a Coca-Cola com a exclusividade de transmissão da Globo. Porém, de lá para cá se discutiu: quem pode ser considerado o legítimo Campeão do Brasil e Vice-Campeão de 87? O Flamengo de Zico + Internacional/RS (pela Copa União) ou o Sport Recife + Guarani/SP (pelo Brasileirão)?

A Justiça determinou que o Sport foi o verdadeiro campeão. Mas não era o melhor time do Brasil. Ou alguém duvida desse Mengão, formado por: Zé Carlos; Jorginho, Edinho, Leandro, Leonardo; Ailton, Andrade, Zinho e Zico; Bebeto e Renato Gaúcho?

Timaço indiscutível!

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– Grandes Magazines investigados por Venda Casada

Famosos mas duvidosos!

Os respeitados Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Ponto Frio e Casas Bahia estão sendo cobrados pela prática ilegal da venda casada, que nada mais é que “o golpe de baratear um preço forçando a venda de outro”.

Nestas horas, a ética fica esquecida…

Abaixo: http://m.estadao.com.br/noticias/economia-geral,gigantes-do-varejo-sao-investigados-por-venda-casada,181602,0.htm

GIGANTES DO VAREJO SÃO INVESTIGADOS POR VENDA CASADA

Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor considera abusiva a oferta de garantia estendida e planos odontológicos na venda de eletrodomésticos

Por Murilo Rodrigues Alves

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão veiculado ao Ministério da Justiça, explicou que vai investigar as empresas Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio por tentar impor a venda “abusiva” de garantia estendida e outros serviços, incluindo planos odontológicos, no momento da comercialização de eletrodomésticos. 

A abertura de processo administrativo contra as varejistas foi publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União. As empresas têm 10 dias para apresentar a defesa. Se condenadas, podem ser multadas cada uma em até R$ 7,2 milhões.  

Segundo o Ministério da Justiça, as averiguações começaram em 2012, depois de denúncia do Procon de Ubá (MG) contra as Casas Bahia. Após consulta aos registros do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) e aos Procons, o órgão resolveu ampliar a investigação para outras empresas por conta do alto número de reclamações em todos os Estados. 

As Lojas Insinuante, com presença significativa no Nordeste, também foi notificada para prestar esclarecimentos sobre a prática, mas ainda não foi aberto processo administrativo sobre a empresa.

”É dever do fornecedor informar, esclarecer e orientar o consumidor sobre todos os produtos e serviços ofertados. Não podemos admitir que empresas se aproveitem da vulnerabilidade dos consumidores e imponham a compra de um eletrodoméstico a venda de seguros e serviços não solicitados”, afirma Amaury Oliva, diretor do DPDC. 

O seguro garantia estendida não pode substituir a garantia obrigatória prevista no Código de Defesa do Consumidor. Os fornecedores são obrigados a oferecê-la. 

De acordo com Oliva, no ano passado, 24.906 consumidores procuraram os Procons em todo o País para reclamar sobre seguros. O ministério produziu um levantamento sobre reclamações de consumidores em relação à garantia contra cada uma das quatro varejistas entre 2005 e 2012. No período, a Ricardo Eletro liderou o ranking de queixas, com 33.367 reclamações. Em seguida, aparecem Ponto Frio (14.031), Casas Bahia (13.057) e Magazine Luiza (9.068). 

Uma dessas empresas conseguiu vender em apenas um ano 9 milhões de apólices de seguro, de acordo com Oliva. Ele não quis identificar qual foi a varejista. Segundo ele, só o Magazine Luiza oferece 11 tipos diferentes de seguro.

O diretor apresentou alguns casos de consumidores que saíram das lojas sem saber que junto com os produtos também adquiriram outros serviços em vendas casadas. Uma consumidora comprou um jogo de cozinha, que custaria R$ 820, e saiu com seguro de vida, garantia estendida e compra de seguro. No total, teve que desembolsar R$ 1.019,00.

Uma aposentada comprou diversos produtos e quando foi conferir a nota fiscal percebeu que adquiriu também um seguro para trabalhadores sem comprovação de renda, serviço que não precisaria adquirir. Outra senhora, de 63 anos, comprou um eletrodoméstico e, sem notar, saiu da lojas com contrato de assistência odontológica para ela e a neta, de 10 anos. Quando utilizou a assistência, porém, teve que pagar pelos serviços. 

”Muitas vezes entra no parcelamento e o consumidor não percebe que está pagando por outros serviços caros”, explicou Oliva. Para ele, a culpa não é dos vendedores, que são obrigados a seguir a política das empresas. 

Ele afirmou que o DPDC trabalha em conjunto com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo que regulamenta e fiscaliza o setor. Esta semana, estão reunidos em Brasília representantes dos Procons, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas para discutir ações de fiscalização do mercado.

Oliva admite que o valor da possível multa para empresas desse porte é pequeno, mas, segundo ele, o principal prejuízo é manchar a imagem das companhias. Explicações- A Ricardo Eletro informou que ainda não foi notificada e que só se manifestará após tomar conhecimento da medida. A empresa afirma que tem realizado investimentos constantes para atender melhor o consumidor e que constatou uma redução “bastante significativa” no número de reclamações de clientes.

O Magazine Luiza alegou também que até o momento não foi notificado sobre sobre o processo administrativa. “A empresa informa que atua em conformidade com a legislação vigente e reitera o seu compro,misso maior de sempre prezar pela transparência e excelência no atendimento, visando à satisfação de seus clientes”, diz a nota enviada pela assessoria de imprensa da compnhia. 

A Via Varejo, holding das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, informou, por meio de nota, que responderá ao governo no prazo determinado. “A Via Varejo informa que pauta suas ações de acordo com a Lei e na excelência do atendimento ao consumidor em todos os seus negócios”, diz o comunicado.

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– Claus é o finalista!

Pois é: quem acompanha nossos comentários na Rádio Difusora, no Futebol Esporte Show da VTV / SBT e no Jornal Bom Dia / Diário  de SP, soube antes: Raphael Claus era um dos sorteáveis para a finalíssima do Paulistão-14 e não deu outra!

Falávamos desde a fase eliminatória que Claus e Luís Flávio eram os favoritos, junto com Ceretta, Marcelo Ribeiro e Leandro Bizzio (correndo por fora um ou outro nome). Mas estes eram os preferidos: Guilherme Ceretta e Luís Flávio pois são aspirantes à FIFA (e a Federação Paulista não tem mais nenhum árbitro internacional), e Claus por ser o melhor paulista em atividade (provavelmente brigará pelo escudo FIFA em 2015). Devido a má atuação de Rodrigo Guarizzo no primeiro jogo, o “universo não conspiraria para que a bolinha premiasse um árbitro menos qualificado“. Na hora de rodar o globinho da sorte, saiu o melhor!

Claus apita bem grandes confrontos; se destacou em uma semifinal São Paulo x Santos no Morumbi onde fez uma perfeita partida. Porém, reparo que em jogos de meio de tabela ou que nada valem, ele cai de produção; nos jogos em que é exigido, é incontestável. Deixa o lance correr e não gosta de conversa fiada. Nada de faltinha marcada e de parar a jogada nos trancos legais. É um “Vuaden no começo da carreira”.

E a felicidade veio em dobro: já ganhou uma nova escala, no sábado 19/04, abrindo o Brasileirão no jogo Internacional x Vitória, partida marcada no novíssimo Beira-Rio.

Boa sorte ao árbitro de Santa Bárbara do Oeste, eleito o melhor juiz em 2012 e provavelmente será o vencedor do prêmio em 2014! Estendo o desejo de sucesso a toda a sua equipe também.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Claus em Santos x Ituano (Final do Paulistão 2014)

Pois é: quem acompanha nossos comentários na Rádio Difusora, no Futebol Esporte Show da VTV / SBT e no Jornal Bom Dia / Diário  de SP, soube antes: Raphael Claus era um dos sorteáveis para a finalíssima do Paulistão-14 e não deu outra!

Falávamos desde a fase eliminatória que Claus e Luís Flávio eram os favoritos, junto com Ceretta, Marcelo Ribeiro e Leandro Bizzio (correndo por fora um ou outro nome). Mas estes eram os preferidos: Guilherme Ceretta e Luís Flávio pois são aspirantes à FIFA (e a Federação Paulista não tem mais nenhum árbitro internacional), e Claus por ser o melhor paulista em atividade (provavelmente brigará pelo escudo FIFA em 2015). Devido a má atuação de Rodrigo Guarizzo no primeiro jogo, o “universo não conspiraria para que a bolinha premiasse um árbitro menos qualificado“. Na hora de rodar o globinho da sorte, saiu o melhor!

Claus apita bem grandes confrontos; se destacou em uma semifinal São Paulo x Santos no Morumbi onde fez uma perfeita partida. Porém, reparo que em jogos de meio de tabela ou que nada valem, ele cai de produção; nos jogos em que é exigido, é incontestável. Deixa o lance correr e não gosta de conversa fiada. Nada de faltinha marcada e de parar a jogada nos trancos legais. É um “Vuaden no começo da carreira”.

E a felicidade veio em dobro: já ganhou uma nova escala, no sábado 19/04, abrindo o Brasileirão no jogo Internacional x Vitória, partida marcada no novíssimo Beira-Rio.

Boa sorte ao árbitro de Santa Bárbara do Oeste, eleito o melhor juiz em 2012 e provavelmente será o vencedor do prêmio em 2014! Estendo o desejo de sucesso a toda a sua equipe também.

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– Os Livros Didáticos que ensinam errado!

Que coisa feia… livro usado pelos alunos das escolas públicas de Jundiaí foi impresso com erros nos nomes dos estados da federação.

O curioso é: na capa, diz que a edição teve 8 (OITO) revisores!

Reviram o quê? Demissão para esses caras!

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/04/erro-ortografico-em-mapa-de-livro-escolar-surpreende-mae-em-jundiai.html

ERRO ORTOGRÁFICO EM MAPA DE LIVRO ESCOLAR SURPREENDE MÃE EM JUNDIAÍ

Mapa mostra Minas Gertais, Espíritu Santo e Ácre, com acento. 
Prefeitura informa que notificou editora responsável pelo material.

Por Ana Carolina Levorato

Vários erros ortográficos presentes em um mapa geográfico de um livro didático infantil usado por uma escola municipal de Jundiaí (SP) chamaram a atenção de uma mãe de aluno. Uma foto enviada pelo aplicativo TEM Você mostra que os estados do Acre, do Espírito Santo e de Minas Gerais aparecem com a grafia errada no material, voltado para alunos do segundo ano do ensino fundamental.

No livro, está escrito “Minas Gertais” (Minas Gerais), “Espíritu Santo” (Espírito Santo) e Ácre (com acento). Além disso, falta a identificação do Distrito Federal e de cinco estados do Nordeste: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. De acordo com a auxiliar administrativa Vanessa Marques, de 34 anos, foi seu filho de 7 anos que mostrou os erros para a mãe na terça-feira (8). “Ele chegou em casa e folheamos o livro juntos. De repente, ele me disse: ‘Olha, mamãe, os nomes dos estados estão escritos de forma errada’. Ou seja, é tão grosseiro que ele percebeu assim que olhou para o mapa”, conta Vanessa.

A mulher diz, ainda, que chegou a folhear o restante do livro para ver se havia alguma brincadeira no material didático. “Dei uma olhada no resto para ver se aquilo era alguma pegadinha ou algo que fosse para chamar a atenção da criança, mas não era. O restante do livro está correto, o que não adianta nada, porque são demais esses erros crassos em um livro destinado a ensinar crianças em uma fase crucial de alfabetização”, destaca.

lém disso, Vanessa aponta que até agora o uniforme escolar – que deveria ter sido entregue pela Prefeitura de Jundiaí no início das aulas – não chegou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação da cidade informou ao G1 que notificou imediatamente a editora responsável pela impressão dos livros didáticos – que assumiu total responsabilidade sobre o problema – para que ela corrija os erros ortográficos e faça a impressão de novas páginas para substituí-las no livro já nos próximos dias.

Os professores também estão sendo orientados para a substituição do material.

Sobre os uniformes, a Secretaria de Educação informou que os kits chegarão às escolas da rede municipal em duas semanas, a partir do dia 22. A previsão inicial era entregar todas as peças até o dia 15 de março, mas um problema com o fornecedor de meias atrasou a entrega.

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– E quem pode dirigir o Barcelona?

O Barcelona foi eliminado pelo Atlético de Madrid pela Liga dos Campeões da Europa. O time catalão já não é mais o mesmo?

Claro que não! Futebol é cíclico. Lembram do domínio do Manchester United de Alex Ferguson? Ou do imbatível Milan dos anos 90? Por aqui tínhamos o Santos de Pelé.

Messi não está jogando nada. Iniesta foi substituído e não gostou. E não é Neymar quem revitalizará o time. Porém, vamos com calma: são todos craques, excelentes jogadores e o próprio Barça apenas diminuiu o ritmo.

Eu questiono uma peça dessa equipe: o técnico Tata Martino! Seria ele o melhor nome? Especularam até mesmo Felipão pós-Copa (o que não acredito). Mas quem poderia ser treinador do time?

A verdade é uma só: o grande sucesso do Barcelona se deu por grande parte a Guardiola, que repete o mesmo trabalho no Bayern de Munique.

Não vejo um grande nome disponível. E você?

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– Dra e Mestre Popozuda?

Nem sei quais músicas ela canta (e confesso nem conhecê-la de rosto). Mas leio que a “celebridade” Valesca Popozuda foi citada numa prova de filosofia em uma escola pública do Distrito Federal. Na questão, ela é rotulada como “pensadora contemporânea”.

Sabe qual a questão do concurso? Veja:

“Segundo a grande pensadora contemporânea Walesca Popozuda, se bater de frente é:

A – tiro, porrada e bomba;

B – é só beijinho no ombro;

C – recalque;

D – é vida longa”.

Claro que o professor que escolheu essa questão foi irônico com o adjetivo. Mas eu teria errado a questão, pois não sei cantar a canção! Aliás, o que isso tem a ver com “prova de Filosofia”?

Como diria o personagem infantil Chaves: “Dá Zero para ele, Professor Linguiça. Que burro!”.

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– O Vexame Brasileiro na Libertadores e a Inevitável Derrota no Mundial de Clubes

E o que dizer do Botafogo ser o lanterna da sua chave na Libertadores da América?

E do glorioso Flamengo ser eliminado na primeira fase com derrota no Maracanã com uma chave que tem time boliviano e equatoriano?

E ainda o Atlético Paranaense tomar uma tunga do poderoso “Strongest”, mesmo tendo se reforçado com o artilheiro Adriano que nada fez?

É duro admitir, mas é verdade: o nível técnico do futebol brasileiro está baixo; e o sulamericano, idem. A Libertadores da América tem sido uma competição de jogos horrorosos com times não tradicionais se dando bem. O abismo que se faz entre a Europa e a América do Sul é cada vez maior, e, temo pelo que possa acontecer no Mundial de Clubes do Marrocos.

Será que o Campeão do nosso continente lutará novamente pelo 3o lugar? Ou se estiver na final, “será abatido por quantos gols” pelo Real Madrid, Chelsea, Atlético ou Bayern?

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– 13 Conselhos para se Negociar com Chineses

A Revista Época Negócios (Ed de julho/2011, por Dárcio Oliveira) traz 13 interessantíssimos conselhos para quem quer negociar com chineses.

Por exemplo: não interrompa um pensamento de chinês, estude qual estado da China você vai, seja o mais formal possível, comemore antes (e nunca depois), e outros tantos conselhos.

Abaixo:

SILÊNCIO, CHINÊS PENSANDO!

Em seu último dia como presidente da Vale, Roger Agnelli soltou uma curiosa frase sobre a dificuldade de negociar com os clientes chineses, o ganha-pão da mineradora. A um grupo de jornalistas, disse: “Tive de comer muito escorpião para fechar todos aqueles contratos”. Soou como metáfora. Não é. Escorpiões são iguaria comum na culinária chinesa. Come-se de tudo que é jeito: frito, assado, empanado ou mergulhado em molho agridoce. E os chineses adoram convidar potenciais sócios para banquetes com carne de cobra ou lagarto e aperitivos como besouros ou escorpiões. Em geral, os empresários e executivos sentem nojo no princípio, mas depois do primeiro milhão de dólares começam a aceitar melhor as iguarias. Conforme o valor dos contratos aumenta, os pratos vão parecendo mais e mais saborosos.

Comer escorpiões é apenas uma das inúmeras esquisitices, para os costumes ocidentais, do mundo dos negócios chinês. Negociadores de primeira viagem podem sofrer com as diferenças culturais – e até perder negócios. Por isso, selecionamos 13 conselhos de gente experiente no assunto. Por que 13? Para os chineses, o número 1, na casa da dezena, significa “definitivo”. O 3 representa “vida”, “nascimento” ou “evolução”. A combinação dos dois, pronunciada como “shi-san”, significa, para eles, “crescimento garantido”. Ou bons negócios.

(OS 13 Conselhos estão na revista em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI245857-16363,00-SILENCIO+CHINES+PENSANDO.html clique no link ao lado)

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