– Sindicato dos Boleiros quer liberar a Maconha. O que você pensa sobre isso?

E o Sindicato Internacional dos Jogadores de Futebol quer que a Maconha não seja mais considerada dopping no esporte. A justificativa é que ela não ajuda a aumentar o desempenho do atleta como outras drogas.

Eu sou contra! Aliás, não me venha com o papo de que é uma droga social. Droga é droga e ponto final, e, no caso do futebol, vai contra o espírito esportivo, que é o de promover a saúde do corpo e o congraçamento dos praticantes.

Alguns alegam que a maconha já está incluída no convívio das pessoas. Para mim, argumento vazio.

Nos EUA, o movimento é muito forte. Mas pense bem: combina a imagem do esportista saudável e de qualquer tipo de droga? Claro que não.

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Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2014/04/03/jogadores-querem-liberar-maconha-no-futebol.htm

JOGADORES QUEREM LIBERAR A MACONHA NO FUTEBOL

O sindicato internacional de jogadores de futebol tenta há anos que a maconha deixe de ser considerada doping. Agora que a erva tem sido liberada em várias partes do mundo, os jogadores acreditam que a proibição esteja com os dias contados.

“Quando você vê que outras sociedades não penalizam o uso dessa substância sem nenhum efeito ruim no padrão de vida dessas sociedades, é sábio reconsiderar [a proibição]”, afirmou o advogado holandês Wil van Megen, diretor do departamento legal do sindicato, que atende pela sigla FIFPro.

O principal argumento é que a maconha não deveria ser considerada doping porque ela não melhora a performance esportiva do atleta.

Apesar de não incentivarem o uso de maconha ou outras drogas recreativas por esportistas, os sindicalistas defendem que é contraproducente combater uma substância que faz parte da vida de muitos jovens.

“Em muitas sociedades”, continua van Megen, “ela [a maconha] é usada por gente jovem e jogadores de futebol pertencem a essa parte da sociedade. Os regulamentos antidoping estão aí para um esporte justo e não para [fazer] julgamentos morais.”

O sindicato, com sede na Holanda e fundado em 1965, diz congregar a voz de mais de 65 mil jogadores de futebol espalhados pelo mundo.

E foi da Holanda, um dos países mais liberais no que se refere ao consumo de drogas, que eles receberam um importante apoio institucional quando a autoridade antidoping nacional escreveu também pela liberação da erva.

A campanha ganhou força em 2009 quando um jogador georgiano tomou um gancho de dois anos por ter sido pego com maconha no sangue.

A entidade calcula (baseada em relatórios de dopagem da Uefa) que mais da metade dos casos de doping são relacionados ao THC, substância presente na Cannabis sativa, o que foi descrito por van Megen como uma “inundação no sistema”.

“Uma revisão poderia colocar o uso de Cannabis em outra perspectiva e pode, certamente, removê-la da lista da Wada.”

Por sua vez, a Wada (agência mundial antidoping) já começou a afrouxar o cerco à erva.

150 NANOGRAMAS

No meio do ano passado, a agência aumentou o limite tolerável de THC para 150 nanogramas (um nanograma é um bilionésimo de grama, ou seja 0,000000001g) por mililitro de sangue, o que na prática impede que um atleta fume maconha no dia da competição, mas não antes dela.

O limite tolerável foi aumentado em dez vezes, e a agência, que diz estar sempre monitorando novas descobertas sobre substâncias proibidas, não descartou esticá-lo ainda mais. Uma revisão na lista deve ser feita no ano que vem.

Um dos principais argumentos contra a liberação mora na ideia de que o uso de drogas recreativas iria contra o “espírito do esporte”, o que em ouvidos mais modernos soa como uma resistência muito mais moral do que técnica.

Essa resistência parece sofrer sérios golpes quando países como Holanda, EUA e Uruguai começam a produzir legislações mais liberais em relação ao consumo de maconha e figuras importantes do esporte passam a tratar o assunto com mais naturalidade.

Causou rebuliço na imprensa americana a recente declaração do jogador Ryan Clark, do Pittsburgh Steelers, que disse ser um hábito comum na liga de futebol americano o uso de maconha “por várias razões”, incluindo o alívio de stress.

Sua entrevista ao canal de televisão ESPN deve ser vista em um contexto em que o futebol americano se tornou uma das principais arenas de debate sobre a liberação da erva, desde que o último SuperBowl envolveu equipes do Colorado e de Washington, os dois estados que legalizaram a maconha para uso recreativo.

“Maconha: mais segura que o álcool… e o futebol americano”, dizia um outdoor no SuperBowl ao lado da imagem de um homem estatelado no chão segurando uma cerveja e um jogador se contorcendo de dor.

– São José de Anchieta, e prá valer!

Enfim foi canonizado o Padre Anchieta.

E por quê ele é santo?

Por que se ofereceu como refém aos índios da tribo de Iperog em Ubatuba e por lá ficou 6 meses convertendo a todos?

Ou pelo fato de ser o catequista dos indígenas, usando a poesia e o teatro para evangelizar?

Talvez pelo fato de, sendo espanhol e aprendendo a falar português, aceitou a árdua tarefa (aos 20 anos) de traduzir a língua que os índios falavam por essas terras, criando um dicionários de tupi-guarani?

Pode ser pelo fato de ter trilhado São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo sem estradas, carro, ônibus, ou metrô…

Por ter ajudado a fundar a pujante capital paulista?

Seja por quais dos motivos for, mais um santo ligado ao Brasil. Que São José de Anchieta possa abençoar nosso país!

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– Libertadores sem Paulistas destacando os Mineiros

Cruzeiro e Atlético Mineiro estão vivos às fases seguintes da Libertadores da América, ambos buscando o bicampeonato.

Cá entre nós: sem os paulistas na competição, quem é torcedor do estado de São Paulo fica meio que alheio do torneio, com a sensação de que ele ainda nem começou… Não parece ser “sem graça”?

Mas duas coisas me chamaram a atenção nos últimos jogos:

1- O Atlético Mineiro se classificou com uma ótima atuação do goleiro Victor, na Colômbia, contra o Independente Santa Fé. E por que ele não está na Seleção ao menos como reserva imediato do Júlio Cesar? Neste jogo, um fato curioso: após a partida, Ronaldinho Gaúcho foi ovacionado de pé pela torcida local e deu uma volta olímpica no estádio!

2 – O Cruzeiro venceu fora de casa e pegará na próxima partida o Real Garcilasso (PER), a equipe cuja torcida chamou Tinga de macaco. Como será a recepção aos peruanos no Mineirão? Se eu fosse dirigente da Raposa, já teria (contra toda e qualquer vaidade anti-atleticana) providenciado um uniforme listrado de preto-e-branco, como gesto simbólico contra o racismo.

E você, o que sugeriria para os torcedores cruzeirenses fazerem neste confronto? Só não vale manifestação violenta! Deixe sua sugestão.

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– A grave gafe da falsa pesquisa dos 65% que achavam que as mulheres deveriam ser estupradas…

Você acredita nos institutos de pesquisa cegamente?

Eu não.

Veja: o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) soltou uma nota corrigindo os dados de uma pesquisa a respeito da violência contra a mulher. Originalmente, a pesquisa dizia que 65% dos entrevistados pelo Instituto concordaram com a afirmação de que: “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.

Pois bem: eles ERRARAM os dados tabulados. O número correto é de 26%.

Neste ano de Eleições, teremos IBOPE, DataFolha, Gallup, Vox Populli… todos querendo acertar.

Acertarão mesmo?

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Ituano x Santos (decisão do Paulistão-14)

Durante a semana, discutimos sobre os prováveis nomes dos árbitros que poderiam ser sorteados para a final o Paulistão, elencando cinco candidatos: Guilherme Ceretta, Raphael Claus, Luiz Flávio de Oliveira, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Leandro Bizzio Marinho (lembrando que PC Oliveira está fora por aceitar o convite da Rede Globo para ser comentarista na TV).

Pois é: todos esses nomes foram para o globinho da sorte, acrescido de Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral. E não é que o árbitro, morador da longínqua cidade de José Bonifácio, foi o escolhido?

Para mim, surpresa. Eu colocaria Luiz Flávio de Oliveira, Raphael Claus e Marcelo Aparecido Ribeiro como favoritos nos 2 jogos. Guarizzo, bom e discreto árbitro, não estaria na minha lista. E creio que se a final fosse o esperado jogo entre Santos x Palmeiras não estaria na lista da FPF também.

Rodrigo tem 38 anos, sendo 15 como árbitro da FPF e há 10 anos apita na série A1. É professor de Educação Física e sempre está bem condicionado fisicamente. Porém, nunca apitou um clássico envolvendo os 4 grandes do Estado.

TECNICAMENTE, Guarizzo discerne bem as jogadas, sem ser contestado. Mas tivemos problemas nesse quesito em lances de infração/penal numa má atuação na partida Palmeiras 1 x 1 Audax neste ano. Fora isso, nos demais jogos em que trabalhou (de fácil condução), nada a criticar.

DISCIPLINARMENTE não costuma aplicar muitos cartões. Bom indício para quem tiver jogador pendurado, pois provavelmente não ficará fora da finalíssima.

Sobre os árbitros assistentes, boas escolhas. Anderson Coelho, vulgo Bocão, erra muito pouco ou quase nada. Tatiane Saciloti, como já foi dito em outras oportunidades, é a melhor bandeira do quadro, e está em estado de graça: passou no teste físico da CBF para o Campeonato Brasileiro alcançando índices dos árbitros masculinos.

Nada a questionar os AAA: Raphael Claus (adicional 1) e Vinícius Furlan (adicional 2) poderiam estar como árbitros centrais. Bizzio como árbitro reserva é uma boa escolha.

E aí, gostou do sexteto de arbitragem? Deixe sua opinião!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Ituano x Santos (decisão do Paulistão-14)

Durante a semana, discutimos sobre os prováveis nomes dos árbitros que poderiam ser sorteados para a final o Paulistão, elencando cinco candidatos: Guilherme Ceretta, Raphael Claus, Luiz Flávio de Oliveira, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Leandro Bizzio Marinho (lembrando que PC Oliveira está fora por aceitar o convite da Rede Globo para ser comentarista na TV).

Pois é: todos esses nomes foram para o globinho da sorte, acrescido de Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral. E não é que o árbitro, morador da longínqua cidade de José Bonifácio, foi o escolhido?

Para mim, surpresa. Eu colocaria Luiz Flávio de Oliveira, Raphael Claus e Marcelo Aparecido Ribeiro como favoritos nos 2 jogos. Guarizzo, bom e discreto árbitro, não estaria na minha lista. E creio que se a final fosse o esperado jogo entre Santos x Palmeiras não estaria na lista da FPF também.

Rodrigo tem 38 anos, sendo 15 como árbitro da FPF e há 10 anos apita na série A1. É professor de Educação Física e sempre está bem condicionado fisicamente. Porém, nunca apitou um clássico envolvendo os 4 grandes do Estado.

TECNICAMENTE, Guarizzo discerne bem as jogadas, sem ser contestado. Mas tivemos problemas nesse quesito em lances de infração/penal numa má atuação na partida Palmeiras 1 x 1 Audax neste ano. Fora isso, nos demais jogos em que trabalhou (de fácil condução), nada a criticar.

DISCIPLINARMENTE não costuma aplicar muitos cartões. Bom indício para quem tiver jogador pendurado, pois provavelmente não ficará fora da finalíssima.

Sobre os árbitros assistentes, boas escolhas. Anderson Coelho, vulgo Bocão, erra muito pouco ou quase nada. Tatiane Saciloti, como já foi dito em outras oportunidades, é a melhor bandeira do quadro, e está em estado de graça: passou no teste físico da CBF para o Campeonato Brasileiro alcançando índices dos árbitros masculinos.

Nada a questionar os AAA: Raphael Claus (adicional 1) e Vinícius Furlan (adicional 2) poderiam estar como árbitros centrais. Bizzio como árbitro reserva é uma boa escolha.

E aí, gostou do sexteto de arbitragem? Deixe sua opinião!

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