– Pré-Análise da Arbitragem de Paulista FC x Audax

Aparentemente uma partida fácil, mas conceitualmente um jogo chato para a arbitragem: assim será Paulista x Audax, pela estréia do Galo Tricolor no Paulistão 2014.

O Paulista é dirigido por Giba, um treinador que gosta de lançar o time a frente e cujas características das suas bem montadas equipes são: jogar na bola e buscar a disciplina. Sou testemunha nas partidas que trabalhei com o técnico do Tricolor que ele procura manter a educação dos atletas frente aos árbitros, características de treinadores como Nelsinho Baptista ou Vágner Mancini.

o Audax é dirigido por Fernando Diniz, que também arma muito bem suas equipes, mas que usa do anti-jogo disfarçado. Reparem que no meio campo (sempre povoado), os volantes costumam travar o jogo com faltinhas simples, inofensivas, mas que não deixam o adversário avançar. E faz isso muito bem, através do chamado “rodízio de faltas”, que deve ser punido com cartão amarelo. Apitei várias partidas em diversos clubes pelos campeonatos da A2 e A3 onde Diniz era o treinador, e repare: ele reclama muito durante o jogo e sua comissão técnica costuma “pilhar” (tumultuar, gritar ofensivamente, tudo em prol da “motivação”) atrapalhando a arbitragem. É um estilo próximo de Marcelo Veiga e Luís Felipe Scolari, de forte marcação e excesso de infrações.

O que determinará o caminhar do jogo será a escalação do meio campo: se o Audax vier com jogadores mais experientes, que sabem fazer a falta e roubar a bola, o Paulista terá dificuldades com um ferrolho armado e um jogo travado, sofrendo com os contra-ataques dos laterais. Mas se na escalação tivermos atletas jovens, das categorias de base, estes têm mais dificuldade de “saberem fazer a falta”, além de que quanto mais jovem, maior a dificuldade de cadenciar a bola. Assim, há a chance de que o árbitro tenha mais oportunidade de aplicar cartões amarelos e até vermelhos pelas faltas de teor “mais temerárias”, como a própria regra nomeia.

Apitará Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, experiente árbitro e de muitas partidas pelos Estaduais da A1. O histórico de jogos dele com o Galo é favorável, nunca houve confusão alguma. A propósito, me recordo que em 2007 Marcelo apitou Paulista x Corinthians, expulsando corretamente Marcos Vinícius aos 3 minutos por falta violenta em Nilmar. Neste mesmo jogo, Emerson Leão foi expulso por reclamação e demorou para sair de campo. Tanto que o árbitro deu 5 minutos de acréscimos, e aos 50’ do 2o tempo, quando a partida estava 2 x 2, Gilsinho marcou o 3o tento ao Tricolor Jundiaiense.

Atenção: Marcelo Aparecido não costuma conversar muito, ele aplica vários cartões amarelos; portanto, reclamar com ele não é algo devido. Corre bastante no campo e se posiciona muito bem. Seus bandeiras, Anderson Coelho e Luís Nielsen, são rodados e possuem bom tempo de carreira na A1.

Torçamos para um bom jogo!

Convido aos amigos para prestigiarem minha estréia no Time Forte do Esporte, sob o comando de Adilson Freddo na Rádio Difusora Jovem Pan Sat AM 810, onde trabalharemos nos comentários da arbitragem desse jogo, com a narração de Marcelo Tadeu e as análises técnicas com Robinson Berró Machado, Rodrigo Alves e Heitor Freddo, além da sempre importante cobertura de Luís Antonio Oliveira (o Cobrinha) e plantão esportivo de José Roberto Pereira. Acompanhem!

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– Fim da AIDS em 15 anos?

Dias atrás, o Dr Luiz Loures, principal nome da ONU para o combate à AIDS, declarou publicamente que:

A Epidemia de AIDS pode acabar em 15 anos, e o Brasil pode ser o primeiro país a controlar a doença devido aos investimentos e combate a doença.

Repercutiu bem para alguns, e péssimo para outros. Quem avalizou, diz que estamos na vanguarda.Quem contrariou, alegou que ele desconhece a realidade e que tal declaração seria um incentivo ao descuido da prevenção.

E você, o que achou?

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– O Problema dos Moradores de Rua

Sabidamente, moradores de rua chegam a Jundiaí enviados por outras cidades. E acabam encontrando acolhimento pelas entidades assistenciais.

Mas como eles chegam aqui? Há provas que são deslocados por autoridades?

O certo é que ninguém quer mendicância e pessoas viciadas em sua comunidade. Mas… como acabar com isso?

Um problema de difícil resolução… Em Marília, houve um flagra da “remessa de mendigos”!

AGENTES PÚBLICOS SÃO DENUNCIADOS EM MARÍLIA/SP POR ABUSO DE AUTORIDADE E COAÇÃO CONTRA MORADORES DE RUA

Por Reinaldo Oliveira

No dia 29 de abril, em Marília/SP, um grupo de 17 moradores de rua da cidade foi coagido à força, pelo secretário de assistência social do município e mais três funcionários daquele órgão público, a embarcarem num ônibus e foram levados e abandonados no trevo da cidade de Ibitinga/SP. O fato foi presenciado por cidadãos marilienses, que junto com movimentos da sociedade civil, dentre eles o Grupo Fé e Política da Diocese de Marília, iniciaram uma série de protestos contra o ato, bem como denunciaram formalmente ao Ministério Público Estadual.

No dia 13 de janeiro de 2014, a Promotoria de Justiça de Marília, ofereceu a Justiça a acusação formal contra estes agentes. De acordo com a denúncia formulada, no dia 29 de abril, os agentes abordaram moradores de rua, em diversos locais da cidade, os colocaram em veículos da prefeitura e os levaram até um ônibus, que os levou até o trevo da cidade de Ibitinga/SP, onde os abandonaram sem qualquer auxílio. Consta na denuncia que alguns que ofereceram resistência, foram tratados de forma agressiva e colocados a força nos veículos, inclusive mediante o uso de um aparelho de choque.

Para o Ministério Público, o objetivo dos agentes públicos era livrar-se do problema social dos moradores de rua da cidade. O fato também foi denunciado ao Ministério Público pelo secretário de Segurança, Trânsito e Tecnologia de Ibitinga, que registrou boletim de ocorrência, com o depoimento de algumas das vítimas e lhes ofereceu auxílio para àqueles que quisessem retornar à Marília. Nos meses de junho e julho, dois funcionários do órgão publico mariliense, envolvidos na denúncia, ameaçaram uma das vítimas que iria prestar depoimento à Justiça de Marília.

Os funcionários denunciados são: o secretário Hélio Benetti e os funcionários Jair Dias de Oliveira Filho, Carlos Roberto Valdenebre Silva e Paulo Roberto Vieira da Costa.

OUTRAS AÇÕES DE CIDADANIA. Também em Marília por ações da sociedade civil, com a participação do Grupo Fé e Política, no dia 4 de novembro de 2013 aconteceu a renúncia ao mandato legislativo do vereador João Paulo Salles (sem partido), por quebra do decoro parlamentar e abuso sexual a menores e no dia 7 de novembro, a exoneração do funcionário comissionado em cargo público Alexandre Mognon, que recebia o salário, como funcionário do DAEM, mas não comparecia ao trabalho. E no dia 23 de novembro, foi realizada uma grande manifestação pelas ruas de Marília e paralisação de uma rodovia estadual, devido a falta de água, por até 15 dias, em diversos bairros da cidade.

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– Há um ano a Grana já era mal gasta…

Se você acha que já viu de tudo em questão de desrespeito ao dinheiro público, veja o que faz a primeira-dama da Paraíba. Estarrecedor!

Quase 30% dos municípios paraibanos não tem uma creche sequer, por falta de verba! Mas gastar dinheiro com papel higiênico personalizado, pode…

Será que a beleza da primeira-dama cegou o bom senso do Governador?

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/267037_A+PRIMEIRA+DAMA+E+O+MARIDAO+

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A PRIMEIRA-DAMA E O MARIDÃO

A ex-modelo Pâmela Bório e o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, cultivam um estilo de vida extravagante. Mas quem paga a conta é o contribuinte

Por Josie Jerônimo

A primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, 29 anos, é uma mulher esfuziante. Ex-modelo, belíssima, olhos claros e corpo escultural, gosta de luxo e badalações, sem revelar nenhuma preocupação com a discrição. Ao contrário. Recentemente, Pâmela exibiu na rede social Instagram sua nova coleção de lingeries e, abaixo das fotos, sapecou a legenda: “Presente para mim, mas quem curte é o maridão.” Tal exibição de intimidade deveria ser uma questão que só dissesse respeito a ela e ao referido “maridão”, o governador Ricardo Coutinho (PSB), 52 anos. O episódio, porém, tornou-se o novo capítulo de uma explosiva investigação de uso indevido de dinheiro público. Após auditoria nas contas da residência oficial do governador, o Tribunal de Contas da Paraíba concluiu que inúmeros mimos da primeira-dama não são pagos somente com o salário de R$ 20 mil de Ricardo Coutinho, cujo patrimônio é avaliado em menos de R$ 1 milhão. Parte do dinheiro usado para bancar o luxo ostentado e os hábitos peculiares da primeira-dama sai dos cofres públicos.

Um relatório do Tribunal de Contas, obtido por ISTOÉ, revela que as festas promovidas na Granja Santana – como é chamada a residência onde moram o governador e a primeira-dama – consumiram 17,4 toneladas de carnes, peixes e frutos do mar, só no ano de 2011. Na mesma prestação de contas, que o órgão de fiscalização classificou como um dos inúmeros “exageros de gastos”, havia uma nota registrando a compra de 60 quilos de lagosta. Além das despesas com comida, os auditores descobriram que até o enxoval do bebê de Pâmela e Coutinho foi pago pelo contribuinte. O governador não mexeu no próprio bolso nem mesmo para comprar os móveis para o quarto do filho ou as bolsas para carregar mamadeiras. A quantidade de farinha láctea adquirida para a criança também espantou o tribunal: foram 460 latas apenas entre os dias 21 de novembro e 13 de dezembro de 2011. “O governador deve ter uma creche em casa para consumir toda essa farinha láctea em menos de um mês”, criticou o deputado estadual Janduhy Carneiro (PEN). A oposição a Coutinho passou a se referir ao caso como “o escândalo da comida infantil”, lembrando que em 28% dos municípios paraibanos não há creches.

O relatório do Tribunal de Contas estadual ainda mostra outras excentricidades. Segundo a fiscalização, no ano passado, a residência oficial foi abastecida com rolos de papel higiênico ao custo de R$ 59 o pacote com quatro unidades. Detalhe: as folhas higiênicas eram personalizadas com a impressão do desenho de um casal de noivinhos. Foram adquiridos também sais e espumas de banho, além de artigos de decoração. Tudo sem levar em consideração a cotação de preços exigida por lei. “Transpareceu como critério de escolha o gosto pessoal e não a impessoalidade exigida na ação administrativa pública. Robustece a afirmação o fato de os orçamentos terem sido solicitados pela primeira-dama do Estado”, censurou o tribunal. Ou seja, como se estivesse administrando o orçamento de sua casa, Pâmela assumiu o lugar dos pregoeiros e demais funcionários da administração pública responsáveis por cotar preços e dar transparência ao destino das verbas do Estado. Ao que tudo indica, a primeira-dama, ostentando sua infalível bolsa Birkin, da grife Hermés, circulou pelas lojas locais comprando o que era de seu interesse. “O transportador da mercadoria, registrado na nota fiscal, foi a senhora Pâmela, esposa do governador”, cravaram os auditores.

Nascida na Bahia, aos 13 anos Pâmela começou uma carreira como modelo. Quando adolescente, participou de vários concursos de beleza, sendo premiada em todos eles, como gosta de lembrar. Já adulta, promoveu campanhas publicitárias para uma renomada joalheria. Em 2008 conquistou o título de miss Bahia. E, quando seu destino parecia mesmo as passarelas, transferiu-se para João Pessoa, para trabalhar como apresentadora de uma televisão local. Foi ali na tevê, em 2010, que ela conheceu Coutinho, entrevistando-o como candidato ao governo do Estado. Casaram-se em fevereiro de 2011, um mês após a posse. No Estado, Coutinho é conhecido como homem simples, filho de um agricultor e uma costureira. Segundo amigos do casal, o “maridão” e a primeira-dama seguem vivendo num clima amoroso que parece prolongar a lua de mel. O problema é saber quem paga a conta do romance. Na quinta-feira 10, a assessoria do governador Coutinho informou à Istoé que na Granja Santana são servidas 120 refeições diárias que atendem o pessoal da limpeza, segurança, jardinagem, etc. Quanto às despesas, com o enxoval do filho do governador, informa que “é obrigação do Estado suprir os gastos particulares de sobrevivência dos governantes nas residências oficiais”. Afirma, ainda, que a primeira-dama não possui cartão corporativo e que a bolsa Hermés “é uma réplica”.

– Pré-Análise da Arbitragem de Paulista FC x Audax

Aparentemente uma partida fácil, mas conceitualmente um jogo chato para a arbitragem: assim será Paulista x Audax, pela estréia do Galo Tricolor no Paulistão 2014.

O Paulista é dirigido por Giba, um treinador que gosta de lançar o time a frente e cujas características das suas bem montadas equipes são: jogar na bola e buscar a disciplina. Sou testemunha nas partidas que trabalhei com o técnico do Tricolor que ele procura manter a educação dos atletas frente aos árbitros, características de treinadores como Nelsinho Baptista ou Vágner Mancini.

Já o Audax é dirigido por Fernando Diniz, que também arma muito bem suas equipes, mas que usa do anti-jogo disfarçado. Reparem que no meio campo (sempre povoado), os volantes costumam travar o jogo com faltinhas simples, inofensivas, mas que não deixam o adversário avançar. E faz isso muito bem, através do chamado “rodízio de faltas”, que deve ser punido com cartão amarelo. Apitei várias partidas em diversos clubes pelos campeonatos da A2 e A3 onde Diniz era o treinador, e repare: ele reclama muito durante o jogo e sua comissão técnica costuma “pilhar” (tumultuar, gritar ofensivamente, tudo em prol da “motivação”) atrapalhando a arbitragem. É um estilo próximo de Marcelo Veiga e Luís Felipe Scolari, de forte marcação e excesso de infrações.

O que determinará o caminhar do jogo será a escalação do meio campo: se o Audax vier com jogadores mais experientes, que sabem fazer a falta e roubar a bola, o Paulista terá dificuldades com um ferrolho armado e um jogo travado, sofrendo com os contra-ataques dos laterais. Mas se na escalação tivermos atletas jovens, das categorias de base, estes têm mais dificuldade de “saberem fazer a falta”, além de que quanto mais jovem, maior a dificuldade de cadenciar a bola. Assim, há a chance de que o árbitro tenha mais oportunidade de aplicar cartões amarelos e até vermelhos pelas faltas de teor “mais temerárias”, como a própria regra nomeia.

Apitará Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, experiente árbitro e de muitas partidas pelos Estaduais da A1. O histórico de jogos dele com o Galo é favorável, nunca houve confusão alguma. A propósito, me recordo que em 2007 Marcelo apitou Paulista x Corinthians, expulsando corretamente Marcos Vinícius aos 3 minutos por falta violenta em Nilmar. Neste mesmo jogo, Emerson Leão foi expulso por reclamação e demorou para sair de campo. Tanto que o árbitro deu 5 minutos de acréscimos, e aos 50’ do 2o tempo, quando a partida estava 2 x 2, Gilsinho marcou o 3o tento ao Tricolor Jundiaiense.

Atenção: Marcelo Aparecido não costuma conversar muito, ele aplica vários cartões amarelos;portanto, reclamar com ele não é algo devido. Corre bastante no campo e se posiciona muito bem. Seus bandeiras, Anderson Coelho e Luís Nielsen, são rodados e possuem bom tempo de carreira na A1.

Torçamos para um bom jogo!

Convido aos amigos para prestigiarem minha estréia no Time Forte do Esporte, sob o comando de Adilson Freddo na Rádio Difusora Jovem Pan Sat AM 810, onde trabalharemos nos comentários da arbitragem desse jogo, com a narração de Marcelo Tadeu e as análises técnicas com Robinson Berró Machado, Rodrigo Alves e Heitor Freddo, além da sempre importante cobertura de Luís Antonio Oliveira (o Cobrinha) e plantão esportivo de José Roberto Pereira. Acompanhem!

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