– Obrigado, Natureza!

Domingo bom é assim: com belos cenários e acompanhado da família…

Ótimo dia a todos.

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– Dia da Padroeira do Brasil (e dos Árbitros de Futebol)

Poucos sabem, mas na década de 90, em eleição entre os árbitros de futebol, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida como padroeira da categoria. Motivo: sendo que a Maria é Mãe de Cristo, necessária seria sua benção e invocação para que fosse eleita também a Mãe dos Árbitros (tão lembrada nos gramados).

Há quase 11 anos, por indicação do Padre Ton Ferreira, o então bispo de Jundiaí, Dom Amaury Castanho (que se tornou conhecido nacionalmente por suas cartas à imprensa defendendo radicalmente os valores cristãos), aprovou e reconheceu oficialmente a Oração do Árbitro de Futebol, que não existia até então, direcionada ao Filho de Deus por invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Abaixo, reconhecida pelo Vaticano, a oração aos árbitros de futebol devotos de Maria, neste dia onde ela é lembrada não só por ser padroeira do Brasil, mas também como patrona dos Árbitros de Futebol.

ORAÇÃO DO ÁRBITRO DE FUTEBOL

Senhor Jesus Cristo,

Tu, que conheces o íntimo de cada um de nós, tem piedade de todo o teu povo.

Pedimos tuas bênçãos para todas as pessoas que estão envolvidas na prática esportiva: árbitros e jogadores, torcedores e policiais, gandulas e jornalistas, fiscais e dirigentes das nossas federações.

Nós te amamos, mas sabemos de nossas fraquezas. Humildemente, te suplicamos a proteção, visando não as vitórias ou honrarias humanas, mas a um bom, honesto e seguro trabalho. Acima de tudo, que seja feita a tua santa e bendita vontade.

Tudo isso te pedimos por intercessão de Maria Santíssima, a quem carinhosamente temos por mãe, invocada como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Patrona dos Árbitros de Futebol.

Amém.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA DO SR BISPO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ, DOM AMAURY CASTANHO, EM 04/12/2002

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– 1/3 da População Gasta sem Planejar!

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/13, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Lidar com dinheiro vira matéria de escola Jovens e casais sem filhos investem mais em imóveis

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

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– A Regulamentação da Profissão de Árbitro de Futebol

Vejo muita gente comemorando a regulamentação da profissão de árbitro de futebol. Mas quem milita no meio sabe que esse projeto sancionado pela presidente Dilma Rousseff é, na verdade, uma hipócrita e demagógica ação que nada mudará no dia-a-dia dos árbitros de futebol, tampouco trará melhorias práticas.

Assustou com minha opinião? Explico a ilusão desse projeto:

1 – Ao árbitro será permitido se associar em cooperativas de trabalho e sindicatos. Mas já não é assim? E, pasmem: se um árbitro não se sindicalizar e/ou cooperar, não apita jogos profissionais nesse país! No Rio de Janeiro, Jorge Rabello, funcionário da FERJ, é o responsável pelo departamento de árbitros da entidade. Porém, é ele quem dirige o Sindicato e a Cooperativa de lá! Em São Paulo, Arthur Alves Júnior é o presidente do Sindicato dos Árbitros e Silas Santana trabalha na Cooperativa, sendo que ambos são funcionários da FPF! Claro que tudo está dentro da lei; e, mesmo sendo legal, poder-se-á contestar: não é imoral? A mim, tal situação desagrada muito, já que entendo como incompatibilidade de cargos. Se o árbitro tiver que brigar com a Comissão de Árbitros de SP ou do RJ, e quiser recorrer ao Sindicato, terá que recorrer à mesma pessoa. Dá para imaginar o Rabello do Sindicato discutindo com o Rabello da Federação Carioca?

Reforço: nada contra essas pessoas, mas entendo ser impossível que se tenha condição de trabalhar antagonicamente em cargos tão distintos, sendo o mesmo dirigente.

2- A Lei reza que o árbitro poderá trabalhar em Ligas e Entidades de prática do Futebol. Ué, cadê a novidade?

Na verdade, se festeja única e exclusivamente o fato de que, no papel, existe uma profissão chamada de “árbitro de futebol”. A lamentar que nada se fez para que o árbitro receba FGTS, tenha direito a 13o e Férias, fruto de registro na Carteira de Trabalho, sendo as Federações e/ou a CBF o(s) patrão(ões).

Aliás, me causa curiosidade: por quê os Sindicatos e Cooperativas que agora podem representar o árbitro (mas que já representavam) não lutam para que as Federações e a Confederação assumam o árbitro como empregado? Que banquem os treinos para melhorar o desempenho em campo e os assumam como funcionários profissionais para que se dediquem integralmente a profissão e não cometam tantos erros.

Reitero: a Lei é demagógica, já que ilude o cidadão comum a pensar que algo vultuoso foi feito; e hipócrita, pois se comemora para disfarçar o que está em situação calamitosa, que é a péssima condição dos árbitros do Brasil, resultando em arbitragens no nível que se vê.

Gozado: para apitar em São Paulo, os árbitros assinam um documento de próprio punho dizendo que são prestadores autônomos de serviços aos clubes, sendo que a FPF é quem os paga, via Sindicato (descontando-se taxa sindical), alegando que o dinheiro é repassado das verbas que o clube receberia a fim de evitar calote.

Isso não é contestado por quê?

Portanto, torcedor comum, não se anime: nada mudará nos jogos que você assistir. E aos árbitros, vale o lembrete: você não ganhou nada com a nova lei.

Invejo a Inglaterra. Lá sim o árbitro é profissional, com contrato de trabalho e tudo mais.

Abaixo, compartilho o texto da lei:

LEI nº 12.867, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013

Regula a profissão de árbitro de futebol e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º
A profissão de árbitro de futebol é reconhecida e regulada por esta Lei, sem prejuízo das disposições não colidentes contidas na legislação vigente

Art. 2º
O árbitro de futebol exercerá atribuições relacionadas às atividades esportivas disciplinadas pela Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, destacando-se aquelas inerentes ao árbitro de partidas de futebol e as de seus auxiliares

Art. 3º
(VETADO)

Art. 4º
É facultado aos árbitros de futebol organizar-se em associações profissionais e sindicatos.

Art. 5º É facultado aos árbitros de futebol prestar serviços às entidades de administração, às ligas e às entidades de prática da modalidade desportiva futebol.

Art. 6º
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de outubro de 2013;

192º da Independência e 125º da República

DILMA ROUSSEFF

Manuel Dias

Aldo Rebelo

Luís Inácio Lucena Adams

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– Pisada de Bola na Programação Matutina

E a revolta dos ouvintes da Jovem Pan AM?

Sem prévio aviso, a emissora tirou o “Jornal de Serviços”, apresentado pelo Oliveira Andrade, e colocou na grade o “Morning Show” do FM.

Caramba… que mudança radical! E que programinha chato…

Respeito quem goste, mas detestei. Não só eu, mas muita gente. Vide as comunidades criadas no Facebook pedindo a volta da promação anterior! E tem mais: segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco, do Bom Dia / Diário de São Paulo, Tutinha (dono da rádio) quer colocar o “Esporte em Discussão” (hoje das 13h às 14h) para o começo da noite, no lugar do “Hora da Verdade”.

Aí não dá!

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– CBF, na hora do aperto, apela para os bons!

Se você viu Ricardo Marques Ribeiro, Péricles Bassols e outros árbitros de outros estados apitando os clássicos paulistas, deve ter se questionado sobre o critério.

Seria integração?

Seria por serem da FIFA?

Seria para ganharem experiência?

Não seria nada disso. A resposta é: por falta de árbitros e para preservar algum nome para jogo importante.

Há dias, escrevemos no Blog da Rede Bom Dia / Diário de São Paulo de que provavelmente a Comissão de Árbitros estaria preservando nomes para poder sorteá-los no Majestoso. Sugerimos ainda que Wilson Luís Seneme, melhor árbitro brasileiro em atividade (e que não estará na Copa do Mundo por culpa do exigente e exagerado teste físico) poderia ser o escolhido e ganharia o sorteio. E foi (não de maneira forçada, claro, pois o sorteio é público).

Adivinhação?

Claro que não. Simplesmente a lógica: não temos árbitros disponíveis. E aqui fica a observação: São Paulo x Corinthians no Morumbi é tão importante que, se pudesse, o próprio Pereirão (Antonio Pereira da Silva, presidente da CA-CBF e ex-árbitro FIFA) apitaria esse jogo.

Outra consideração: há tempos jaz o número de paulistas para grandes jogos. A FPF não conseguiu renovar a contento, árbitros de outras federações apitaram jogos entre paulistas, e a CBF não teve coragem de testar ninguém.

Fica fácil dizer que revela árbitro escalando em jogo fácil. Mas quando a coisa é importante, o “sorteador” tem medo de renovar.

Parece aquela história do anúncio impossível: “precisa-se de jovens com experiência“. Como ter jovens experientes se eles buscam uma oportunidade e ninguém a dá?

Se ao invés de escalar FIFA em jogos de importância média, escalasse árbitros emergentes, nada disso estaria acontecendo. Aí vem a outra questão: quem são os emergentes?

Sobre Seneme: tem experiência, é respeitadíssimo, mesmo tendo contra si o condicionamento físico. Mas como ele conhece os atalhos do campo, saberá encontrar um posicionamento muito bom para encurtar caminho e estar próximo da jogada. Ótima escolha, digo, sorteio.

Ops: e o que acontece com Sandro Meira Ricci, bom árbitro e que representará o país na Copa? Tão pouco aproveitado nesse ano… Estaria sendo preservado também? Mas o Mundial é só em 2014!

Deixe seu comentário:

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– Caetano Veloso contraditório?

Caetano Veloso apoia as ações dos Black Blocs e cita a livre expressão. Mesmo quebrando, vandalizando e barbarizando, promovendo a anarquia e assustando inocentes, protestando de maneira violenta e odiosa, mascarada e raivosa…

Para mim, protesto tem que ser pacífico, coerente, com pauta e sem agressão. E sem impedir o dia-a-dia das pessoas que nada têm a ver com a causa defendida.

Mas não é que agora o Caetano resolver protestar contra sua biografia não autorizada?

É dele a frase:

É proibido proibir“.

Vale para os outros; para ele próprio, neca de pitibiriba.

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– Quando a Palavra nada Vale

E o Palmeiras com o estúpido caso do jogador Luís Felipe?

O atleta assinou contrato com o Verdão até 2014. Porém, por um erro de digitação, o contrato saiu como 2013, e só agora foi percebido.

Entretanto…

Chamado à correção, o empresário do atleta não só recusou, como também anunciou que Luís Felipe já negocia com outro clube (provavelmente o Benfica).

Ter palavra” não significa nada para alguns. E ficam duas perguntas:

1- Se a situação fosse a contrária: se o contrato estivesse registrado como 2015, o empresário agiria da mesma forma (exigiria que cumprisse o papel)?

2- O Benfica não tem receio de um atleta que, ao sair do seu clube de uma forma não tão devida, que futuramente o faça com ele também?

Me recordei daquela velha história do “ fio do bigode”. Caráter é importante no futebol também!

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– Marina e Eduardo Campos: agrega ou divide?

Marina Silva foi para o PSB, após não conseguir montar o Rede Sustentabilidade. Seus militantes ficaram decepcionados com a posição da então candidatável aceitar ser vice.

No discurso, tudo está aberto para a escolha do nome. Mas Eduardo Campos que está em plena campanha abriria mão de ser o cabeça da chapa?

Mais: faria sucesso essa dobradinha numa chapa pura?

Ainda: são competentes suficientes para administrar o Brasil?

Independente disso, é inegável que são nomes carismáticos a muita gente. E curiosamente, ex-ministros de Lula!

A propósito: não foi Marina Silva quem declarou que Eduardo Campos, Dilma e Aécio eram iguais? E agora?

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– Entregar o jogo é tão ou mais punível quanto forçar cartão?

Ouvi e achei preocupante; por isso compartilho: no programa “Esporte em Discussão” da Rádio Jovem Pan (ontem), o treinador da Portuguesa Guto Ferreira falava sobre as dificuldades em manter o bom condicionamento físico da equipe mediante a sequência de jogos e campeonatos no Brasil. E, de maneira sincera e espontânea, afirmou que:

Aproveitamos bem as folgas da Copa Sulamericana para descansar (…) afinal, tivemos até mesmo que provocar uma situação de derrota para o Bahia devido a maratona de jogos”.

Quer dizer que a Portuguesa disputou o mata-mata para perder propositalmente, e eliminado da Sulamericana ter mais tempo para folgas?

A equipe deve saber bem o que faz: afinal, abriu mão de um torneio para focar em outro (e está se dando bem no Brasileirão). Mas não é deselegante (ou antiesportivo) declarar publicamente isso?

Vale o alerta: Valdívia e Elias admitiram forçar o 3o cartão amarelo em seus jogos e foram punidos pelo STJD (com critérios diferentes; lembre-se que o palmeirense pegou 2 jogos e o flamenguista 1). Será que a Conmebol (já que a Copa Sulamericana não é da alçada da CBF) tomará alguma providência ou indiciamento?

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– O VAR da nossa Vida!

Essa fala em tom de brincadeira, surgida ao acaso, abaixo, faz sentido. Leia:

“Uma lição do futebol moderno que eu ouvi: ‘Quero um VAR para rever minha vida e verificar onde eu errei’. Mas, cá com meus botões: eu devo mudar minhas decisões?”

E aí: mudar ou não o passado? Faria algo diferente?

Difícil dizer alguma coisa…

É muito bom ter momentos assim de vez em quando...

Foto extraída de: https://paralemdoagora.wordpress.com/2013/05/23/solidao-e-solitude/. Crédito: Isaías Costa.

– Hermenegildo Tonolli insuportável!

Veja essa foto da Rodovia Hermenegildo Tonolli (Estrada Jundiaí – Itu): congestionamento normal e fora do horário de pico!

Motivo: excesso de veículos (faltam faixas), rotatórias que afunilam (ao invés de passagens de nível) e pedestres entre carros (por não existir passarelas).

Coitados dos moradores da cidade de Itupeva, do Bairro Medeiros e do Parque Industrial. Abandonados pelos governantes estaduais do PSDB e municipais do PCdoB / PT.

Essa estrada é a prova cabal da falta de vontade política. A vida inteira se vê Município jogando para Estado, que passa para DER e que nada de eficaz faz.

Lamentável!

– Orgânicos em Alta!

Os produtos orgânicos estão cada vez mais em alta no Brasil. Saudáveis e ecologicamente corretos, compartilho uma ótima iniciativa. Abaixo:

PAPO DE CAIPIRA

por Reinaldo Oliveira

Em tempos passados, havia um ditado dos mais velhos que dizia:

“Vai chegar um tempo que você vai ter dinheiro, mais num vai achar mercadoria para comprar”.

Eram sabedorias antigas, em sua maioria ignorada pelos sabidos do futuro, mas que hoje já se faz presente. Ora! E porque esta introdução. Onde quer chegar? Pois, bem. Chegar no bate papo que todas as quintas-feiras acontece no encontro da Organização de Controle Social – OCS. Sim. Deste pequeno grupo que, na busca de um ideal, a produção de alimentos com mais qualidade nutricional e sem aplicação de insumos químicos, abre um diálogo com técnicas e conhecimentos que o consumidor final do produto sequer imagina ou pensa que o “caipira da roca”, utiliza de toda essa ciência para produzir àquilo que chega a sua mesa.

Qual o urbanóide, que pechincha para pagar o preço de um produto produzido sem utilização de insumos químicos, imagina que o “caipira produtor”, usa técnica de astronomia, conhecimento da transmutação da biodinâmica, que a terra fica fragilizada com o tombamento que mata a airóbica e a anairóbica? Que a posição da lua ou do sol influencia no produto final, quando da aspersão de água, que a posição de estufas tem a ver com norte/sul, leste/oeste, com nascente e poente, que o silício tem a ver com a película das gramíneas?

Nossa e a questão animal? A bovina/leiteira, por exemplo. Como saber que uma vaca que produz muito leite, tipo 60 litros oferece nesta produção a quantidade de potássio que uma outra que só produz 15 litros?  Logo, há aí, uma grande desigualdade/qualidade do produto. Porém para o urbanóide que reclama do preço do produto orgânico, como ele compra leite de caixinha, como este leite é produzido, pouco vai interessar a ele. Com a pressão do mercado, dos fabricantes de tecnologia para agricultura/pecuária, do crescimento brutal de mais bocas para comer, o importante é encontrar o produto em quantidade, não importa como foi produzido e o que foi utilizado, mas encontrá-lo nas gôndolas e/ou prateleiras. Mas é muito legal e satisfatório ver o avanço da OCS. Para chegar no estágio de certificação, o trabalho primário de visitas às propriedades, da documentação exigida, das histórias familiares dos migrantes, o bate papo com ricas informações, as sementes convencionais sendo trocadas, os “causos” que rolam abertamente – trazendo curiosidades e conhecimentos, formam uma coisa singular, difícil de encontrar nos dias atuais: a amizade, o companheirismo, àquela coisa já há tanto tempo perdida.

Mas isso são só reminiscências, antigamente podia se dizer que isto é papo de … caipira!

Por falar nisso …. cuidado com o caso da ratoeira e do rato.     rsrsrsrsr ….

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– A Burrice da Inteligência Artificial

O título deste post é o mesmo da matéria de Pedro Burgos e Alexandre Versignassi numa edição da Revista Superinteressante. Eles se referem às experiências com o Supercomputador Watson, da IBM, a máquina que assustou o mundo com seus 15 mil gigabytes e princípios de inteligência artificial, vencendo humanos em um reality show americano.

A reportagem é interessante: o que poderia vencer a inteligência artificial é… a burrice humana! Fantástico, pois a questão é a seguinte: apesar de tão esperto, ele não entende falhas de pessoas, justamente porque são erros.

Ao ler a reportagem, orgulho-me de ainda ser um humanóide…rsrsrs

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– Arbitragem decide Jogo ou decide Campeonato?

Quantos erros de arbitragem nas últimas rodadas do Brasileirão, hein? É perceptível que o quadro de árbitros é pequeno em número de capacitados e volumoso em número de nomes. Ainda assim, aqueles que erram constantemente voltam às escalas. E isso é um problema: todo ano as escolas de árbitros vão inflando os quadros das federações com centenas de formados! Só em SP, quase 100/ano. Onde há partidas para todos atuarem e manterem ritmo? A política em incentivar a quantidade e não primar pela qualidade é nociva. Sobram juízes no Brasil, enquanto que na Europa são raros os candidatos à função. Consequentemente, nem sempre os melhores acabam tendo oportunidades.

Vide os últimos jogos: no clássico paulista Lusa x Santos, o carioca Péricles Bassols. No Flamengo x Vasco da Gama, Ricardo Marques Ribeiro. No Atlético Mineiro x Corinthians, o baiano Jailson Macedo.Todos com erros significativos nas últimas rodadas, e sempre nas escalas. Lembrando ainda da trágica atuação do capixaba Marcos da Penha no ABC x Palmeiras.

E será que tantos equívocos decidirão o Brasileirão?

Para o título, claro que não, afinal o Cruzeiro na série A (e o Palmeiras na série B) só aguardam o fechamento matemático para erguerem o caneco. É como o Sebastian Vettel na Fórmula 1: está no aguardo de qual rodada antecipada comemorar. Mas algo preocupante: e as Zonas de Classificação à Libertadores e Rebaixamento?

Costuma-se dizer que no mata-mata o erro é decisivo, enquanto que nos pontos corridos os erros se compensam ao longo das 38 rodadas. Aliás, sempre comunguei dessa idéia; porém…

Repensando e reavaliando, acho importante algumas considerações. Vamos a elas?

  1. Em um JOGO ISOLADO, a arbitragem pode decidir um resultado: se uma equipe tem um gol validado ilegalmente aos 40 minutos do 2o tempo, fica difícil para o adversário recuperar o prejuízoMas se o erro acontece aos 5 minutos do 1o tempo, tem praticamente uma partida inteira para correr atrás. Só que até aí existe a injustiça: se o jogo é entre equipes parelhas, e se o time beneficiado saber se retrancar muito bem, também nessa ocasião existe o prejuízo.
  2. Em uma SÉRIE ELIMINATÓRIA (mata-matas), o erro pode ser ainda mais determinante e provocar uma desnecessária “pressão contínua”. Imagine um time que perde no jogo de ida na casa do adversário com jogador expulso, pênalti inexistente ou gol ilegal? No jogo da volta, em seus domínios, o coitado do árbitro será pressionado por antecedência por culpa do árbitro anterior, a fim de “compensar o erro do seu colega”, e isso é péssimo para o futebol! Sem contar que nesses play-offs, se o erro é contabilizado num segundo jogo, a diluição do prejuízo em erro a favor (sem intenção, obviamente), é inexistente.
  3. Em um CAMPEONATO LONGO (como o Brasileirão), vemos inúmeros equívocos ao longo das rodadas. Quem é prejudicado, reclamará como de costume. Mas os erros se autocompensam (em tese); e há exceções! Nas últimas partidas, veja o caso do Grêmio-RS: foi beneficiado com erros de arbitragem contra o Santos (com arbitragem do Péricles, citado acima), contra a Portuguesa (com arbitragem do Jaílson, também citado), contra o Corinthians (com arbitragem do Ricardo Marques, que assim como os outros dois, também trabalhou na rodada) e contra o São Paulo (com arbitragem do Heber). Só que aí existe algo que passa batido: em algum momento, existiram erros contra o Grêmio. Contra a própria Portuguesa o time teve gol anulado, e certamente em outras partidas.

Podemos concluir portanto que o problema é: em quais momentos, em que sequência e em que gravidade o erro se dá.

Avalie: os erros contra o Grêmio ocorreram numa fase mórbida da equipe, ainda dirigida por Luxemburgo. Os erros a favor ocorreram na fase ascendente, já com Renato Gaúcho, e em sequência de vitórias com o time embalando no torneio.

Se um time nervoso como o São Paulo ou o Vasco da Gama sofrem um erro de arbitragem na fase ruim (mesmo se já existisse erro a favor em outras rodadas), a equipe sente muito mais dentro de campo e o falatório do erro perdura pela semana. Se um time psicologicamente em alta sofre o mesmo erro, a repercussão pode ser a mesma, mas o efeito sentido pelo time no campeonato é diminuto. Ou alguém acha que o Palmeiras deixará de ganhar o título da série B pelos erros do jogo contra o ABC no último sábado, ou do começo do campeonato contra o Sport em Recife?

Tudo em tese: time bom ganha até de péssima arbitragemque não decide o título de um campeonato se as equipes forem desniveladas. Mas se as equipes forem niveladas, a arbitragem influencia a colocação final, principalmente na Zona de Rebaixamento, já que cada ponto é precioso.

E aí: quer comentar? Deixe sua mensagem:

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(As análises das partidas da última rodada podem ser acessadas no Blog do Rafael Porcari no site do Bom Dia / Diário de São Paulo, em: http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109/Rafael+Porcari,

ou ainda no Blog sobre Regras e Atuações “Pergunte ao Árbitro“, em: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br.

Se preferir, visite também o Blog de Contemporaneidades do professor Rafael Porcari, que contém esse e outros assuntos como Administração, Política, Comportamento e Religião em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br).

– Arbitragem decide Jogo ou decide Campeonato?

Quantos erros de arbitragem nas últimas rodadas do Brasileirão, hein? É perceptível que o quadro de árbitros é pequeno em número de capacitados e volumoso em número de nomes. Ainda assim, aqueles que erram constantemente voltam às escalas. E isso é um problema: todo ano as escolas de árbitros vão inflando os quadros das federações com centenas de formados! Só em SP, quase 100/ano. Onde há partidas para todos atuarem e manterem ritmo? A política em incentivar a quantidade e não primar pela qualidade é nociva. Sobram juízes no Brasil, enquanto que na Europa são raros os candidatos à função. Consequentemente, nem sempre os melhores acabam tendo oportunidades.

Vide os últimos jogos: no clássico paulista Lusa x Santos, o carioca Péricles Bassols. No Flamengo x Vasco da Gama, Ricardo Marques Ribeiro. No Atlético Mineiro x Corinthians, o baiano Jailson Macedo. Todos com erros significativos nas últimas rodadas, e sempre nas escalas. Lembrando ainda da trágica atuação do capixaba Marcos da Penha no ABC x Palmeiras.

E será que tantos equívocos decidirão o Brasileirão?

Para o título, claro que não, afinal o Cruzeiro na série A (e o Palmeiras na série B) só aguardam o fechamento matemático para erguerem o caneco. É como o Sebastian Vettel na Fórmula 1: está no aguardo de qual rodada antecipada comemorar. Mas algo preocupante: e as Zonas de Classificação à Libertadores e Rebaixamento?

Costuma-se dizer que no mata-mata o erro é decisivo, enquanto que nos pontos corridos os erros se compensam ao longo das 38 rodadas. Aliás, sempre comunguei dessa idéia; porém…

Repensando e reavaliando, acho importante algumas considerações. Vamos a elas?

  1. Em um JOGO ISOLADO, a arbitragem pode decidir um resultado: se uma equipe tem um gol validado ilegalmente aos 40 minutos do 2o tempo, fica difícil para o adversário recuperar o prejuízo. Mas se o erro acontece aos 5 minutos do 1o tempo, tem praticamente uma partida inteira para correr atrás. Só que até aí existe a injustiça: se o jogo é entre equipes parelhas, e se o time beneficiado saber se retrancar muito bem, também nessa ocasião existe o prejuízo.
  2. Em uma SÉRIE ELIMINATÓRIA (mata-matas), o erro pode ser ainda mais determinante e provocar uma desnecessária “pressão contínua”. Imagine um time que perde no jogo de ida na casa do adversário com jogador expulso, pênalti inexistente ou gol ilegal? No jogo da volta, em seus domínios, o coitado do árbitro será pressionado por antecedência por culpa do árbitro anterior, a fim de “compensar o erro do seu colega”, e isso é péssimo para o futebol! Sem contar que nesses play-offs, se o erro é contabilizado num segundo jogo, a diluição do prejuízo em erro a favor (sem intenção, obviamente), é inexistente.
  3. Em um CAMPEONATO LONGO (como o Brasileirão), vemos inúmeros equívocos ao longo das rodadas. Quem é prejudicado, reclamará como de costume. Mas os erros se autocompensam (em tese); e há exceções! Nas últimas partidas, veja o caso do Grêmio-RS: foi beneficiado com erros de arbitragem contra o Santos (com arbitragem do Péricles, citado acima), contra a Portuguesa (com arbitragem do Jaílson, também citado), contra o Corinthians (com arbitragem do Ricardo Marques, que assim como os outros dois, também trabalhou na rodada) e contra o São Paulo (com arbitragem do Heber). Só que aí existe algo que passa batido: em algum momento, existiram erros contra o Grêmio. Contra a própria Portuguesa o time teve gol anulado, e certamente em outras partidas.

Podemos concluir portanto que o problema é: em quais momentos, em que sequência e em que gravidade o erro se dá.

Avalie: os erros contra o Grêmio ocorreram numa fase mórbida da equipe, ainda dirigida por Luxemburgo. Os erros a favor ocorreram na fase ascendente, já com Renato Gaúcho, e em sequência de vitórias com o time embalando no torneio.

Se um time nervoso como o São Paulo ou o Vasco da Gama sofrem um erro de arbitragem na fase ruim (mesmo se já existisse erro a favor em outras rodadas), a equipe sente muito mais dentro de campo e o falatório do erro perdura pela semana. Se um time psicologicamente em alta sofre o mesmo erro, a repercussão pode ser a mesma, mas o efeito sentido pelo time no campeonato é diminuto. Ou alguém acha que o Palmeiras deixará de ganhar o título da série B pelos erros do jogo contra o ABC no último sábado, ou do começo do campeonato contra o Sport em Recife?

Tudo em tese: time bom ganha até de péssima arbitragem, que não decide o título de um campeonato se as equipes forem desniveladas. Mas se as equipes forem niveladas, a arbitragem influencia a colocação final, principalmente na Zona de Rebaixamento, já que cada ponto é precioso.

E aí: quer comentar? Deixe sua mensagem:

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(As análises das partidas da última rodada podem ser acessadas no Blog do Rafael Porcari no site do Bom Dia / Diário de São Paulo, em: http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109/Rafael+Porcari,

ou ainda no Blog sobre Regras e Atuações “Pergunte ao Árbitro“, em: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br.

Se preferir, visite também o Blog de Contemporaneidades do professor Rafael Porcari, que contém esse e outros assuntos como Administração, Política, Comportamento e Religião em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br).

– Dia de Nossa Senhora do Rosário

Hoje a comunidade católica se volta a uma das mais belas devoções marianas: a de Nossa Senhora do Rosário!

Conheça como tudo começou, abaixo:

(Extraído de: http://www.cruzterrasanta.com.br/historia/nossa-senhora-rosario)

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Nossa Senhora do Rosário possui um devoção muito antiga. Teve origem com os Monges irlandeses no século VIII, que recitavam os 150 Salmos. Como os leigos não sabiam ler, os monges ensinaram a rezar 150 Pai Nossos, que mais tarde foram substituídos por 150 Ave Marias. Assim, a devoção, começou a se espalhar pelo mundo.

Em muitas aparições de Maria Santíssima, Ela pede, ensina e reza junto, a oração do Rosário, como em Lourdes, em Fátima e tantas outras.

Rosário de Nossa Senhora

A palavra Rosário quer dizer um tanto de rosas, um buquê de rosas que se oferece a Nossa Senhora. Cada Ave Maria é uma rosa que oferecemos à Mãe, com carinho e esperança. Assim, quando rezamos o Santo Rosário completo, oferecemos um buquê de duzentas rosas a Nossa Senhora.

A devoção de Nossa Senhora do Rosário

São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Dominicanos, foi o grande propagador do Rosário no início do século Xlll. A Igreja lhe conferiu o título de Apóstolo do Santo Rosário. Naquela época havia muitos hereges que desviavam os fieis da Igreja Católica. São Domingos, com a prática da oração do Rosário, a pedido de Nossa Senhora, começou a combater as heresias dos albingenses, que crescia vertiginosamente na França.

O Papa mandou vários missionários para combater os hereges, mas nada conseguiram. Somente São Domingos, com a criação de sua ordem e com a insistente oração do Rosário, é que conseguiu acabar com esses hereges. São Domingos dizia que em todas as orações do Rosário pedia a intercessão de Maria Santíssima para converter os hereges e com o passar dos anos conseguiu.

Papa João Paulo II, o Papa de Nossa Senhora do Rosário

João Paulo II dedicou todo o seu Pontificado a Maria Santíssima. Ele declarou logo no primeiro dia de seu pontificado: Totus tuus Mariae (Tudo é de Maria). A devoção a Nossa Senhora do Rosário foi amplamente difundida e divulgada. Ele acrescentou mais um conjunto de Mistérios ao Rosário – os Mistérios Luminosos – em uma Encíclica que escreveu sobre o Santo Rosário.

A Oração que veio do Céu

O que dá verdade e embasamento ao Santo Rosário, é que nos foi ensinado pelo próprio Jesus, por Maria Santíssima e pelo anjo do Senhor. O Pai Nosso foi ensinado por Jesus quando disse aos apóstolos: quando forem rezar, dizei: Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a sua vontade, assim na terra como do Céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, não nos deixeis cair em tentação, e livrai-nos de todo o mal. Amém.

A oração da Ave Maria, foi nos ensinada pelo Anjo Gabriel, que apareceu a Maria dizendo:  Ave Maria Cheia de graça, o Senhor é convosco. Santa Isabel, cheia do Espírito Santo, como nos diz Lucas, disse a Maria: bendita sóis vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre, Jesus.  E a Igreja completou escrevendo: Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte amém.

Contemplação dos Mistérios do Rosário

Atualmente o Santo Rosário é dividido em quatro conjuntos de mistérios, onde contemplamos os momentos da vida de Jesus e de Maria. Os quatro conjuntos de Mistérios são:

Mistérios Gozosos nos quais se contemplam a anunciação do Anjo a Maria; a visita de Maria a sua prima Isabel; o nascimento de Jesus em Belém; a apresentação de Jesus no templo; e Jesus perdido e achado no templo entre os doutores da lei.

Mistérios Dolorosos nos quais se contemplam a agonia de Jesus no Horto das Oliveiras; a flagelação de Jesus; a Coroação de Espinhos; Jesus carrega a Cruz até o Calvário; a Crucificação e morte de Jesus.

Mistérios Gloriosos nos quais se contemplam a Ressurreição de Jesus; a sua Ascensão ao Céu; a vinda do Espírito Santo Sobre os Apóstolos e Maria; a Assunção de Maria ao Céu; a coroação de Maria.

Mistérios Luminosos foram escritos pelo próprio Papa João Paulo II, em sua carta apostólica, Rosarium Virginis Mariae, no ano de 2002. Nestes mistérios contemplam-se toda a Vida pública de Jesus: o Batismo no Rio Jordão; o Milagre nas bodas de Caná; a proclamação do Reino do Céu e o convite a Conversão; a Transfiguração de Jesus no Tabor; a Instituição da Eucaristia.

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– Ah Dona Petrobrás…

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, na última 6a feira, deu uma entrevista curiosa sobre a situação dos combustíveis do Brasil. Entre outras coisas, disse que:

– A exploração do Pré-Sal é cada vez mais necessária;

– Revelou que descobrimos mais um campo gigantesco de Petróleo, agora em Sergipe;

– Reclamou do preço baixo dos combustíveis;

– Anunciou que estuda elevar para 30% a dosagem de Etanol na Gasolina;

– Confirmou a dificuldade de produção do Diesel S500 e Diesel s10.

Diante disso, valem as reflexões:

1- Sepultamos o Pró-Álcool?

2- Cadê a autosuficiência anunciada anos atrás?

3- Onde está o combustível extraído do Pré-Sal? Quando o veremos de verdade?

4- Teremos aumento de preços?

5- Como um país pode crescer sem produção suficiente de Diesel para os caminhões que transportam o Brasil-Fabril?

E você, o que acha sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

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– O pênalti em dois toques de São Paulo x Vitória

Responda rápido: é válido um gol de pênalti em dois toques?

Surpreenda-se com a resposta: simMas não como o de Juan na partida no Morumbi, válida pelo Brasileirão da série A.

Entenda: o tiro penal deve ser sempre cobrado por um jogador identificado (não vale um ameaçar cobrar e outro chutar, como em cobranças de falta ensaiadas) e sempre tocando-a para a frente(não necessariamente para o gol). Euller, o “filho do vento”, que começou a carreira no América-MG, se aprimorou nesse detalhe no final da carreira: nas cobranças de pênalti, um companheiro chutava a bola em diagonal, ele usava a sua velocidade, dominava-a e chutava para o gol. Estratégia arriscada, mas válida, em pênalti convertido por dois toques.

O que não pode é um mesmo jogador tocar seguidamente a bolae isso vale para qualquer cobrança de tiro (Tiro Inicial e Tiro de Reinício de Jogo; Tiros Livres Direto e Indireto; Tiro de Meta e Tiro de Canto; e, claro, Tiro Penal).

Um jogador só poderá tocar na bola novamente após cobrar um tiro (qualquer que seja) depois de um toque de qualquer outro atleta (companheiro ou adversário). E tocar não significa que seja voluntário, pode ser um toque por domínio claro, leve resvalão ou desvio inesperado. Mas atenção: tocar na trave, na bandeira de escanteio ou em alguém da arbitragem não vale, pois são neutros.

Se um jogador cobrar um tiro livre (ou penal, como Juan) e a bola simplesmente relar nele antes do toque de outro adversário, é marcado um tiro livre indireto para a equipe adversário no local onde aconteceu o “bi-toque”. E um detalhe: se o segundo toque for na mão, é tiro direto.

Agora, pense: quantas vezes você viu tal lance em uma partida profissional? Situação realmente inusitada… Juan cometeu infração, mas passou batido para o juizão.

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– O pênalti em dois toques de São Paulo x Vitória

Responda rápido: é válido um gol de pênalti em dois toques?

Surpreenda-se com a resposta: sim! Mas não como o de Juan na partida no Morumbi, válida pelo Brasileirão da série A.

Entenda: o tiro penal deve ser sempre cobrado por um jogador identificado (não vale um ameaçar cobrar e outro chutar, como em cobranças de falta ensaiadas) e sempre tocando-a para a frente (não necessariamente para o gol). Euller, o “filho do vento”, que começou a carreira no América-MG, se aprimorou nesse detalhe no final da carreira: nas cobranças de pênalti, um companheiro chutava a bola em diagonal, ele usava a sua velocidade, dominava-a e chutava para o gol. Estratégia arriscada, mas válida, em pênalti convertido por dois toques.

O que não pode é um mesmo jogador tocar seguidamente a bola, e isso vale para qualquer cobrança de tiro (Tiro Inicial e Tiro de Reinício de Jogo; Tiros Livres Direto e Indireto; Tiro de Meta e Tiro de Canto; e, claro, Tiro Penal).

Um jogador só poderá tocar na bola novamente após cobrar um tiro (qualquer que seja) depois de um toque de qualquer outro atleta (companheiro ou adversário). E tocar não significa que seja voluntário, pode ser um toque por domínio claro, leve resvalão ou desvio inesperado. Mas atenção: tocar na trave, na bandeira de escanteio ou em alguém da arbitragem não vale, pois são neutros.

Se um jogador cobrar um tiro livre (ou penal, como Juan) e a bola simplesmente relar nele antes do toque de outro adversário, é marcado um tiro livre indireto para a equipe adversário no local onde aconteceu o “bi-toque”. E um detalhe: se o segundo toque for na mão, é tiro direto.

Agora, pense: quantas vezes você viu tal lance em uma partida profissional? Situação realmente inusitada… Juan cometeu infração, mas passou batido para o juizão.

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– As invasões de USP e Unicamp

Leio nos jornais de São Paulo e de Campinas: USP e Unicamp com reitorias invadidas!

Mas o discurso dos manifestantes é o mesmo: “não queremos a PM no nosso campus pois desejamos livre diálogo”!

Ué, a PM é inimiga? O que impede os estudantes de levarem uma vida normal na universidade com a (necessária) presença da Polícia?

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– Arbitragem de ABC x Palmeiras e as Deficiências dentro e fora de campo

Uma vergonhosa demonstração de desorganização e ganância. É nisso que se resume a confusão pré-jogo de ABC x Palmeiras, além dos erros da arbitragem.

O estádio estava superlotado nitidamente. E a culpa é de quem?

  1. – De quem vendeu a mais (O ABC vendeu uma carga maior do que a capacidade do estádio)?
  2. – Venderam ingressos por fora? (A velha estratégia de ingressos não contabilizados, fugindo de tributações)?
  3. – Ingressos advindos do fruto da falsificação (também comum no Brasil)?

Infelizmente, vai ser difícil saber quem é (ou são) o(s) culpado(s).

Mas vamos a algumas coisas que foram extremamente falhas ou indevidas:

1- Natal é uma das sedes da Copa do Mundo. A esta altura das obras para a Copa, não seria legal que tal partida fosse para um jogo-teste da Arena das Dunas? Aliás: será que ela ficará pronta a tempo, já que é a obra mais atrasadas de todas?

2- O depoimento de Roberto Fernandes em entrevista a TV Bandeirantes, dizendo que “havia muitos espaços vazios na arquibancada” e se mostrando “preocupado com o que o árbitro iria relatar, pois o ABC não poderia perder o mando de campo e o jogo tinha que acontecer”. Demonstrou nenhuma angústia em ver o sofrimento das pessoas que ali estavam, nitidamente despreocupado em preservar a vida dos torcedores.

3- Numa situação assim pré-jogo, o árbitro só poder começar a partida na seguinte condição: o Comandante do Policiamento entrega por escrito um documento dando garantias para a realização da partida, pois o árbitro não pode (e nem deve) avaliar se há segurança ou não. Se não for dada essa garantia, a partida é adiada e a CBF remarca o jogo.

4- A FIFA mostrou-se correta na filosofia de estádios sem alambrados por motivos de segurança, e o Frasqueirão, estádio do ABC, foi prova disso: em caso de superlotação, evitaria-se que pessoas ficassem espremidas na cerca. O problema é que estádio sem alambrado no Brasil é utopia. Já imaginaram Corinthians x Palmeiras (e na arquibancada Gaviões da Fiel x Mancha Verde) numa decisão de título e acontece um lance duvidoso aos 45 minutos do 2o tempo? Coitado do juizão! Invasão e guerra campal.

5- Aliás, e o Pênalti do ABC? O árbitro capixaba Marcos André da Penha errou na marcação do tiro penal que resultou no 2o gol a favor do time potiguar. O Jogador Timbó do ABC dobra as pernas se antecipando na possibilidade de um toque! Por baixo, não foi nada, pois se joga antes de ser tocado; por cima, não foi empurrado com força suficiente que o derrubasse. Ali, deve-se marcar simulação, tiro livre indireto a favor do Palmeiras e a aplicação do Cartão Amarelo ao atleta.

6- E o Gilmar, camisa 11? Caiu numa disputa de bola, rolou no chão como se tivesse sido atropelado por uma Catterpillar e pediu substituição (tudo isso para evitar um cartão amarelo pela atitude inconveniente). Não deu certo. Recebeu a advertência e depois voltou ao campo (se bem que foi substituído mais tarde).

7 – E o Boaventura agarrando o atacante Caio dentro da grande área nos acréscimos? Pênalti, com abraço total do zagueirão. Se tivéssemos um árbitro adicional ali atrás, poderia ter salvado o árbitro.

8 – No último lance (20 a 30 segundos após o pênalti não marcado para o Palmeiras), outro pênalti, com uma sola do jogador potiguar no palmeirense: Pé alto, sem contato físico, é tiro livre indireto.Mas o jogador do ABC acaba tocando o jogador palmeirense. Portanto, por menor que seja o contato físico num pé alto, se existir contato físico, vira tiro livre direto; e dentro da área, é pênalti.

Cá entre nós: faltou futebol e sobraram situações de unfair-play e bagunça. Uma pena.

E você, o que achou de tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Arbitragem de ABC x Palmeiras e as Deficiências dentro e fora de campo

Uma vergonhosa demonstração de desorganização e ganância. É nisso que se resume a confusão pré-jogo de ABC x Palmeiras, além dos erros da arbitragem.

O estádio estava superlotado nitidamente. E a culpa é de quem?

  1. – De quem vendeu a mais (O ABC vendeu uma carga maior do que a capacidade do estádio)?
  2. – Venderam ingressos por fora? (A velha estratégia de ingressos não contabilizados, fugindo de tributações)?
  3. – Ingressos advindos do fruto da falsificação (também comum no Brasil)?

Infelizmente, vai ser difícil saber quem é (ou são) o(s) culpado(s).

Mas vamos a algumas coisas que foram extremamente falhas ou indevidas:

1- Natal é uma das sedes da Copa do Mundo. A esta altura das obras para a Copa, não seria legal que tal partida fosse para um jogo-teste da Arena das Dunas? Aliás: será que ela ficará pronta a tempo, já que é a obra mais atrasadas de todas?

2- O depoimento de Roberto Fernandes em entrevista a TV Bandeirantes, dizendo que “havia muitos espaços vazios na arquibancada” e se mostrando “preocupado com o que o árbitro iria relatar, pois o ABC não poderia perder o mando de campo e o jogo tinha que acontecer”. Demonstrou nenhuma angústia em ver o sofrimento das pessoas que ali estavam, nitidamente despreocupado em preservar a vida dos torcedores.

3- Numa situação assim pré-jogo, o árbitro só poder começar a partida na seguinte condição: o Comandante do Policiamento entrega por escrito um documento dando garantias para a realização da partida, pois o árbitro não pode (e nem deve) avaliar se há segurança ou não. Se não for dada essa garantia, a partida é adiada e a CBF remarca o jogo.

4- A FIFA mostrou-se correta na filosofia de estádios sem alambrados por motivos de segurança, e o Frasqueirão, estádio do ABC, foi prova disso: em caso de superlotação, evitaria-se que pessoas ficassem espremidas na cerca. O problema é que estádio sem alambrado no Brasil é utopia. Já imaginaram Corinthians x Palmeiras (e na arquibancada Gaviões da Fiel x Mancha Verde) numa decisão de título e acontece um lance duvidoso aos 45 minutos do 2o tempo? Coitado do juizão! Invasão e guerra campal.

5- Aliás, e o Pênalti do ABC? O árbitro capixaba Marcos André da Penha errou na marcação do tiro penal que resultou no 2o gol a favor do time potiguar. O Jogador Timbó do ABC dobra as pernas se antecipando na possibilidade de um toque! Por baixo, não foi nada, pois se joga antes de ser tocado; por cima, não foi empurrado com força suficiente que o derrubasse. Ali, deve-se marcar simulação, tiro livre indireto a favor do Palmeiras e a aplicação do Cartão Amarelo ao atleta.

6- E o Gilmar, camisa 11? Caiu numa disputa de bola, rolou no chão como se tivesse sido atropelado por uma Catterpillar e pediu substituição (tudo isso para evitar um cartão amarelo pela atitude inconveniente). Não deu certo. Recebeu a advertência e depois voltou ao campo (se bem que foi substituído mais tarde).

7 – E o Boaventura agarrando o atacante Caio dentro da grande área nos acréscimos? Pênalti, com abraço total do zagueirão. Se tivéssemos um árbitro adicional ali atrás, poderia ter salvado o árbitro.

8 – No último lance (20 a 30 segundos após o pênalti não marcado para o Palmeiras), outro pênalti, com uma sola do jogador potiguar no palmeirense: Pé alto, sem contato físico, é tiro livre indireto. Mas o jogador do ABC acaba tocando o jogador palmeirense. Portanto, por menor que seja o contato físico num pé alto, se existir contato físico, vira tiro livre direto; e dentro da área, é pênalti.

Cá entre nós: faltou futebol e sobraram situações de unfair-play e bagunça. Uma pena.

E você, o que achou de tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Dia de São Benedito

Benedito: negro, ítalo-africano, analfabeto e cozinheiro. Mas principalmente… Santo!

Veja sua bela história (extraído do App iMissa)

SÃO BENEDITO

Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro. Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem – era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, “o Mouro”. Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou apenas “o santo Negro”. Há tanta identificação com a cristandade brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: “Nosso santo mouro”. Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência. Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações. Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias. Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição. E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o corpo do “santo Mouro”, profetizado na infância e ainda milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.

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– O troca e destroca partidário

Será que ninguém vai tomar nenhuma decisão sobre essas imorais trocas partidárias em cima da data limite para as eleições de 2014?

O sujeito se elege por uma legenda, perde espaço nela, e migra para outra recém criada justamente para esse fim.

Temos 32 partidos políticos no Brasil. Impossível dizer que são 32 ideologias diferentes.

A Democracia permite isso. O bom senso, não.

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– Dia do Empreendedor

Hoje é dia do Empreendedor!

A nós, Administradores de Empresas, uma data especial, pois ela se torna a lembrança de queempreender é arriscar, mudar, alterar, investir, produzir valor! Nem sempre resultando em sucesso, pois a experiência do fracasso é da essência do Empreendedorismo.

Àqueles que desejarem, compartilho ótimo case sobre “Empreendedores que Inspiram”!

Em: http://is.gd/EMPREENDEDORES

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– Vasco x Inter e um impedimento ativo que não precisa nem de toque!

Você já deve ter ouvido a expressão de “impedimento passivo que se torna ativo“; ou aqueles ditos de que “jogador lança para A mas sobra para B“; ou ainda que “a bola foi para fulano que interferiu em sicrano estando a frente da bola“.

Vamos deixar de teorias e mostrar na prática?

Veja o 3o gol do jogo Vasco 3 x 1 Internacional, válido pelo Brasileirão, na última 5a feira. Ele está disponível em: http://is.gd/VASCOxINTER

Repare o seguinte: Cris chuta a bola para a frente; seu companheiro André, em dificílima posição para o bandeira decidir (porém, estava em posição de impedimento) tenta disputar a bola com um jogador colorado. Num primeiro momento, não se sabe se ele toca ou não na bola, não havendo domínio. Ela acaba sobrando para Willie, que em posição legal faz o gol.

Válido ou não?

A questão é: Se André não tocou na bola (mesmo estando em posição de impedimento), e ela sobra para um companheiro dele, o gol deve ser anulado ou não?

Respondo com algumas outras considerações:

1 – Se André tocasse na bola, o árbitro deveria marcar impedimento por jogo ativo por ter participado diretamente da jogada.

2 – Se André não tocasse na bola, mas estivesse sozinho no lance, a jogada deveria continuar pois ele está em impedimento passivo, já que em nada interferiu até a bola chegar ao seu companheiro.

3 – Se André tocasse ou não na bola, com um adversário disputando-a (como se vê no vídeo), a jogada deve ser paralisada pois ele está em impedimento ativo por interferir contra um adversário. O jogador do Internacional não sabe se André está ou não em posição de impedimento e sua ação de disputar a bola faz com que o zagueiro vá em sua direção. Se o atleta do time gaúcho soubesse que ele não disputaria a bola ou se André estivesse imóvel, demonstrando que abdica do lance pela sua posição, o lance seria válido por impedimento passivo, pois não interfere na jogada, nem no adversário, tampouco se beneficia da posição.

Assim, o 3o gol foi irregular. Mas perceba: o bandeira provavelmente não errou na interpretação de ativo ou passivo, mas se equivocou se estava na mesma linha ou não, já que o lance é rápido.

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– Vasco x Inter e um impedimento ativo que não precisa nem de toque!

Você já deve ter ouvido a expressão de “impedimento passivo que se torna ativo“; ou aqueles ditos de que “jogador lança para A mas sobra para B“; ou ainda que “a bola foi para fulano que interferiu em sicrano estando a frente da bola“.

Vamos deixar de teorias e mostrar na prática?

Veja o 3o gol do jogo Vasco 3 x 1 Internacional, válido pelo Brasileirão, na última 5a feira. Ele está disponível em: http://is.gd/VASCOxINTER

Repare o seguinte: Cris chuta a bola para a frente; seu companheiro André, em dificílima posição para o bandeira decidir (porém, estava em posição de impedimento) tenta disputar a bola com um jogador colorado. Num primeiro momento, não se sabe se ele toca ou não na bola, não havendo domínio. Ela acaba sobrando para Willie, que em posição legal faz o gol.

Válido ou não?

A questão é: Se André não tocou na bola (mesmo estando em posição de impedimento), e ela sobra para um companheiro dele, o gol deve ser anulado ou não?

Respondo com algumas outras considerações:

1 – Se André tocasse na bola, o árbitro deveria marcar impedimento por jogo ativo por ter participado diretamente da jogada.

2 – Se André não tocasse na bola, mas estivesse sozinho no lance, a jogada deveria continuar pois ele está em impedimento passivo, já que em nada interferiu até a bola chegar ao seu companheiro.

3 – Se André tocasse ou não na bola, com um adversário disputando-a (como se vê no vídeo), a jogada deve ser paralisada pois ele está em impedimento ativo por interferir contra um adversário. O jogador do Internacional não sabe se André está ou não em posição de impedimento e sua ação de disputar a bola faz com que o zagueiro vá em sua direção. Se o atleta do time gaúcho soubesse que ele não disputaria a bola ou se André estivesse imóvel, demonstrando que abdica do lance pela sua posição, o lance seria válido por impedimento passivo, pois não interfere na jogada, nem no adversário, tampouco se beneficia da posição.

Assim, o 3o gol foi irregular. Mas perceba: o bandeira provavelmente não errou na interpretação de ativo ou passivo, mas se equivocou se estava na mesma linha ou não, já que o lance é rápido.

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– Carne que não serve lá, serve pra cá?

E o embargo da carne brasileira da Rússia?

Nossos clientes russos resolveram não comprar mais a nossa carne, alegando irregularidades de acordo com a vigilância sanitária de lá. Até os frigoríficos locais suspensos pelas autoridades russas não se enquadrarem nas normas de saúde, não haverá transação comercial.

É claro que não se refere apenas a questões da qualidade, mas deve existir muita coisa por trás: questões políticas, comerciais e demais interesses. Vide o Japão, que é mais exigente que a Rússia e compra a nossa carne.

Fica a dúvida: a carne recusada por eles serve a nós? Está tudo em ordem?

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– Um Espaço Impresso

Com alegria, compartilho com os amigos que a partir da próxima semana, nossa coluna virtual no espaço da Rede Bom Dia / Diário de São Paulo passará a ser impressa semanalmente, todas as 3as feiras, falando sobre futebol, curiosidades da rodada e arbitragem.

Agradeço aqueles que sempre acessaram nosso espaço no blog, e convido aos amigos para também prestigiarem a coluna publicada no Bom Dia Jundiaí.

Vamos interagir, colocar temas importantes para discussão e tirar dúvidas sobre as Regras do Jogo. Tem algo a perguntar? Pergunte ao Árbitro!

De antemão, obrigado pelo carinho!

Att

Rafael Porcari

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– Dia de São Francisco de Assis

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!

Abaixo:

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

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– Uma Pseudo Qualidade de Vida em Jundiaí

Qualidade de vida é isso aqui?

Anos de administração pública tucana (seguida da comunista / petista que nada mudou) incentivando os novos loteamentos na cidade, pregando a suposta “qualidade de vida” de Jundiaí, com especulação imobiliária nas alturas, e eis o resultado: cidade com trânsito caótico, terrenos e aluguéis hiper majorados, e insegurança pública gritante. Somos reféns do medo em nossas próprias casas, ilhados pelos congestionamentos e desgostosos da “pseudo-renovação” dos gestores da cidade.

E não me venham postar nhe-nhe-nhém sobre político X ou Y, porque todos eles são responsáveis por esse caos!

#PSDB, #PT, #PMDB, #PCdoB… Todos farinha do mesmo saco! Quando estão no poder, mostram quem realmente são. O lindo discurso de campanha vira “dificuldade de implantação na prática”.

Pronto, desabafei. Não me encham a paciência os militantes, aspones e candidatos de plantão.

Ah! Não pleiteio cargo público nem voto algum, sou só um cidadão inconformado com a demagogia dos nobres governantes.

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– Um Espaço Impresso

Com alegria, compartilho com os amigos que a partir da próxima semana, nossa coluna virtual no espaço da Rede Bom Dia / Diário de São Paulo passará a ser impressa semanalmente, todas as 3as feiras, falando sobre futebol, curiosidades da rodada e arbitragem.

Agradeço aqueles que sempre acessaram nosso espaço no blog, e convido aos amigos para também prestigiarem a coluna publicada no Bom Dia Jundiaí.

Vamos interagir, colocar temas importantes para discussão e tirar dúvidas sobre as Regras do Jogo. Tem algo a perguntar? Pergunte ao Árbitro!

De antemão, obrigado pelo carinho!

Att

Rafael Porcari

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– O Fanatismo Assustador dos Adolescentes a Justin Bieber

Sei que ele existe, mas confesso minha total ignorância sobre as canções (e até sobre a aparência) do ídolo teen Justin Bieber.

Sei que ele é manchete em todas as mídias.

Sei que sempre está nos TTs do Twitter.

Não sei seu estilo musical.

Não sei se é extravagante ou discreto.

Não sei se é afinado ou produto da mídia.

Mas leio que há 100 pessoas na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, em fila para o show do cantor que será daqui 32 dias!

Gente, isso não é fanatismo, é doença!

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– Violência Desnecessária

E os protestos no Rio de Janeiro?

Caramba… há excessos por todos os lados. A Polícia muitas vezes extrapola na violência, mas leve em conta: pode-se atirar pedras, quebrar, pichar, promover a baderna abertamente?

Uma coisa que me incomoda: se a pessoa é de bem, por quê usar máscaras nos protestos?

Ninguém me tira da cabeça que, no meio de gente pacífica, bandidos se infiltram para tirar proveito e saquear. E nesses casos, a Polícia tem sim que agir (mas cirurgicamente).

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