– Feliz Aniversário, Pelé!

A primeira vez que matei aula na vida, foi para assistir ao jogo dos 50 anos de Pelé no San Ciro, em Milão! Lá ocorreu um amistoso contra a “Seleção do Resto do Mundo” (o time tinha na ponta-esquerda Rinaldo! Aff…).

Tudo o que vi de Pelé em campo foi através de VT. Imagine o que devo não ter visto… Se jogasse agora, com a qualidade da bola, do material esportivo, dos gramados e com a existência dos cartões amarelos e vermelhos (a maior parte da carreira dele aconteceu antes do advento dos cartões), teria passado de 2000 gols!

Parabéns ao Pelé e ao Edison no seu(s) aniversário(s) (como ele mesmo desassociou sabiamente a figura dos dois). Igual outro Pelé, dificilmente teremos. Maradonas e Messis – também raros – surgirão; mas Pelé…

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– O Imediatismo dos Jovens no Início de Carreira

Está na moda o termo “Empresa Y”. Resumidamente, é aquela que possui em seus quadros executivos jovens nascidos entre 1980 e 1994. E o que elas querem e o que esses jovens querem?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113188-16642,00-A+EMPRESA+Y.html

A EMPRESA Y

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

Por Karla Spotorno

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Grêmio x Corinthians

O catarinense Paulo Henrique de Godoy Bezerra apitará o decisivo jogo entre Grêmio x Corinthians. Ele  tem 44 anos, há tempos apita jogos da série A – mas em pequena quantidade de escalas. Nunca se destacou. Seria um jogo para homenageá-lo, já que tem muitos anos de carreira e está próxima de encerrá-la?

Seu estilo é “bipolar”: ou solta muito o jogo, ou segura demais; nada de meio-termo. Não descartaria reclamações pós-jogo. Vide a ruim atuação no recente Cruzeiro x Fluminense pelo Campeonato Brasileiro.

Uma curiosidade: nos outros 3 jogos, 3 paulistas apitarão: Seneme (FIFA), Paulo César de Oliveira (FIFA) e Luiz Flávio de Oliveira (asp FIFA). Por quê não um árbitro do mesmo naipe para a partida de Porto Alegre?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Grêmio x Corinthians

O catarinense Paulo Henrique de Godoy Bezerra apitará o decisivo jogo entre Grêmio x Corinthians. Ele  tem 44 anos, há tempos apita jogos da série A – mas em pequena quantidade de escalas. Nunca se destacou. Seria um jogo para homenageá-lo, já que tem muitos anos de carreira e está próxima de encerrá-la?

Seu estilo é “bipolar”: ou solta muito o jogo, ou segura demais; nada de meio-termo. Não descartaria reclamações pós-jogo. Vide a ruim atuação no recente Cruzeiro x Fluminense pelo Campeonato Brasileiro.

Uma curiosidade: nos outros 3 jogos, 3 paulistas apitarão: Seneme (FIFA), Paulo César de Oliveira (FIFA) e Luiz Flávio de Oliveira (asp FIFA). Por quê não um árbitro do mesmo naipe para a partida de Porto Alegre?

– Já é Natal em Jundiaí?

O comércio parece que endoideceu ou está ávido pelos clientes como nunca. Passeando no Maxi Shopping Jundiaí, assustei com ele todo decorado para o… NATAL!

Gente, estamos há mais de dois meses de 25 de dezembro…

Se deve a concorrência, ou é antecipação depromoção natalina”?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Universidad Catolica x São Paulo

Uma no cravo, outra na ferradura”: essa é a situação do árbitro paraguaio Antonio Arias em confrontos do São Paulo, e que está escalado para o jogo de volta do Tricolor Paulista pela Copa Sulamericana.

A última arbitragem em que Arias trabalhou no Brasil foi Atlético Mineiro x São Paulo (Libertadores da América, em maio deste ano), partida em que o presidente atleticano Alexandre Kalil conseguiu vetar árbitros brasileiros através de solicitação à Conmebol. Atuação tranquila, já que o desenrolar do jogo não trouxe lances polêmicos ou violentos.

Mas na sua penúltima atuação, na Argentina… Lembram-se de Tigre x São Paulo, no Bombonera?Foi a final da Sulamericana 2012, e o juizão teve péssima atuação, obrigando que para o jogo do Morumbi (aquele inacabado) fosse escalado o melhor árbitro da América do Sul naquele momento, Enrique Osses, a fim de evitar complicações maiores.

Naquela oportunidade, Antonio Arias sentiu a pressão do estádio do Boca Juniors (mesmo não estando lotado), ignorando faltas claras dos argentinos e apitando todos os lances faltosos duvidosos dos brasileiros. É o que se costuma chamar de “arbitragem caseira. Em particular, deixou Rafael Toloi ser agredido por duas vezes e não puniu Echeverria, Paparatto e Maggiolo, que pelo número e violência das infrações cometidas, mereciam ser expulsos. Nessa mesma partida Luís Fabiano e Donatti foram expulsos (corretamente).

Num jogo que exigiu, o árbitro foi mal. No mais recente, sem ser exigido, apitou o “feijão-com-arroz”. O que esperar para essa 4a feira?

Espero que a partida se desenrole normalmente, pois se for difícil, o árbitro comprometerá técnica e disciplinarmente. Seu mérito é o desempenho físico, que não compensa as outras debilidades.

E você, o que espera do jogo? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Universidad Catolica x São Paulo

Uma no cravo, outra na ferradura”: essa é a situação do árbitro paraguaio Antonio Arias em confrontos do São Paulo, e que está escalado para o jogo de volta do Tricolor Paulista pela Copa Sulamericana.

A última arbitragem em que Arias trabalhou no Brasil foi Atlético Mineiro x São Paulo (Libertadores da América, em maio deste ano), partida em que o presidente atleticano Alexandre Kalil conseguiu vetar árbitros brasileiros através de solicitação à Conmebol. Atuação tranquila, já que o desenrolar do jogo não trouxe lances polêmicos ou violentos.

Mas na sua penúltima atuação, na Argentina… Lembram-se de Tigre x São Paulo, no Bombonera? Foi a final da Sulamericana 2012, e o juizão teve péssima atuação, obrigando que para o jogo do Morumbi (aquele inacabado) fosse escalado o melhor árbitro da América do Sul naquele momento, Enrique Osses, a fim de evitar complicações maiores.

Naquela oportunidade, Antonio Arias sentiu a pressão do estádio do Boca Juniors (mesmo não estando lotado), ignorando faltas claras dos argentinos e apitando todos os lances faltosos duvidosos dos brasileiros. É o que se costuma chamar de “arbitragem caseira. Em particular, deixou Rafael Toloi ser agredido por duas vezes e não puniu Echeverria, Paparatto e Maggiolo, que pelo número e violência das infrações cometidas, mereciam ser expulsos. Nessa mesma partida Luís Fabiano e Donatti foram expulsos (corretamente).

Num jogo que exigiu, o árbitro foi mal. No mais recente, sem ser exigido, apitou o “feijão-com-arroz”. O que esperar para essa 4a feira?

Espero que a partida se desenrole normalmente, pois se for difícil, o árbitro comprometerá técnica e disciplinarmente. Seu mérito é o desempenho físico, que não compensa as outras debilidades.

E você, o que espera do jogo? Deixe seu comentário:

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– Criança não deve Tomar Energético, correto?

Se você costuma tomar energéticos, fica o alerta: sabidamente, eles aumentam os batimentos cardíacos, o que pode ser perigoso em muitos casos.

Mas e nas crianças e idosos?

Piorou! Nos EUA, o energético Monster está a frente do Red Bull nas vendas, e 5 mortes foram investigadas por adolescentes que consumiram tal produto. Imagine a repercussão negativa para o fabricante…

Abaixo:

ESTADOS UNIDOS INVESTIGAM LIGAÇÃO DE ENERGÉTICO COM CINCO MORTES

Extraído de: Band News – http://is.gd/j1InCv

Uma bebida energética está sendo apontada como a causa da morte de cinco pessoas, nos Estados Unidos. Entre elas, uma menina de 14 anos. A família de Anais Fournier entrou com uma ação contra a fabricante da Monster Energy Drink, em um tribunal da Califórnia.

A adolescente morreu vítima de um ataque cardíaco, após consumir duas latas do energético, em um intervalo de 24 horas. Os médicos afirmam que o envenenamento por cafeína provocou uma arritimia, piorando um problema pré-existente, em uma válvula cardíaca. A garota de 14 anos morreu a dois dias do Natal, após passar seis dias em coma induzido.

A agência americana que regula remédios e alimentos investiga outras quatro mortes, relacionadas ao consumo do energético. A Monster é líder em vendas, nos Estados Unidos, com 39% do mercado. Na lata, existe um alerta que a bebiba não é recomendada para crianças, nem pessoas sensíveis à cafeína.

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– Os donos de Estádios e os donos dos Times

Conversar e não por no papel pode ser perigoso. Se no mundo dos negócios já é difícil apalavrar sem colocar os detalhes elucidados, imagine no mundo do Futebol, onde tudo e todos são movidos pelas paixões.

A onda agora é: Os Estádios construídos pelos parceiros. A empresa que administra o Maracanã vira e mexe está em atrito com os clubes cariocas, e a dívida com a Companhia Municipal de Água do RJ já chega a quase 200 mil reais, sendo que existe a possibilidade de corte do serviço.

No Rio Grande do Sul, Grêmio e OAS têm divergido de tudo. Ambos alegam que possuem dinheiro a receber do outro. Mas não existe um contrato que reza o acordo firmado?

Mesma situação com a Arena do Palmeiras: a WTorre diz que o clube mente sobre situações mal resolvidas no negócio, e sem se entenderem, criam uma guerra de declarações.

Talvez pior do que tudo isso sejam os estádios construídos com dinheiro público, onde as verbas envolvidas deveriam ser questionadas pelo sócio que nunca se manifesta: o contribuinte brasileiro!

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– Saudade de um Tempo que não volta mais!

Se viva fosse, minha vó Nória Barroca faria aniversário hoje.

Ô velhinha danada… A Simpatia em forma de pessoa. Há 19 anos ela partiu. Minha mãe, já faz 16! Ambas por culpa do Câncer de Mama.

Aproveite que a sociedade está fazendo a Campanha do “Outubro Rosa“, em prol da prevenção e combate a essa maldita doença. Quanto antes descobrir, melhor.

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– Jundiaí e a Confusão das Creches e Radares

Há certas coisas que são indefensáveis. Falar mal de bombeiro, criticar quem pratica serviço voluntário, fechar hospitais, entre tantas coisas impopulares e indevidas, estão nesse rol.

Há outras condenáveis, mas com certos “poréns”: substituir mão de obra humana por máquinas robóticas a fim de aumentar a produtividade, criar impostos com a desculpa de que a verba será para a saúde, destruir praças para aumentar a malha viária, entre outras situações, soam a primeira vista ruins mas são necessárias.

Tanto na categoria das indefensáveis quanto nas condenáveis, vemos a Prefeitura Municipal de Jundiaí envolvida nesses dias. Quer exemplos?

1- É indefensável reduzir vagas em creches ou suprimir salas de aula. Se já existiam, devem ser mantidas. As desculpas de “falta de espaço” ou “redução de custos” deveriam ser extirpadas de qualquer Secretaria, pois soam como ridículas. Numa cidade tão rica e com tanta verba como Jundiaí, usar de tais argumentos é vergonhoso. E 7 creches sofrerão com isso. Será que realmente o prefeito Pedro Bigardi está a par disso? É impensável que justo aquele que se elegeu por um Partido Comunista tome uma medida tão anti-comunitária. E pior: realocar vagas para outros bairros é um remendo ainda mais maroto, pois dá-se a entender de que a coisa é simples, tirando de um lugar e colocando em outro. Ora, criança não é mercadoria, e como ficarão as mães? Acordarão mais cedo para pegarem ônibus e levarem seus filhos a outros lugares, e chegarão mais tarde por isso também?

2- É condenável alegar que os radares serão a solução para o caótico trânsito em Jundiaí. Porém, é inegável que eles reduzirão os acidentes nos cruzamentos, em troco não da Educação no Trânsito, mas sim da ameaça da punição financeira: a multa! Um radar pode multar o excesso de velocidade e flagrar o avanço do sinal vermelho, mas ainda não pode sair do seu poste e orientar o trânsito, tampouco parar motorista embriagado ou apreender carro roubado. Um agente humano não seria melhor do que uma máquina? A Educação no Trânsito não é uma prevenção melhor aos motoristas do que a simples cobrança monetária da infração? Aliás, e as verbas a serem arrecadadas, não se comenta? A empresa proprietária do sistema não houvera sido questionada pela oposição na administração anterior, e que hoje com os papéis trocados se acomodou?

Enfim, a questão é: que raio de economia burra é essa de deixar as crianças longe de suas casas, alegando a “pouca procura”, como se assim fosse, ao mesmo tempo em que se gasta horrores com sistema de multas?

Preferiria que cada real gasto no sistema de radares fosse revertido para as escolas e creches. E que cada real arrecadado fosse revertido para entidades educacionais. E já que falamos tanto de trânsito, parece que o prefeito está na contramão.

Escrevo isso como cidadão, desinteressado de quais partidos estejam no imbróglio e sem pretensões políticas. Apenas como desabafo de uma incrível demonstração de total insensibilidade dos gestores municipais.

Caros governantes, vocês estão fechando ESCOLAS! Têm dimensão do que é isso?

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– Análise da Arbitragem de Bahia x São Paulo

Lances polêmicos na Fonte Nova, neste domingo. Vamos a eles?

A- GOL ANULADO DE PAULO MIRANDA: aos 7 minutos, após cruzamento, Paulo Miranda ergue a perna e consegue tocá-la fazendo o gol, na saída de Marcelo Lomba que está próximo; após o toque, por casualidade, Paulo Miranda (involuntariamente) pisa no goleiro. Independente desse pisão, o árbitro anula e assinala Tiro Livre Direto (falta por contato físico). E errou. Entenda: o pé alto é quando você levanta a sola em disputa de bola e não há contato físico, estando esta sola próxima de atingir (mas sem tocar) o adversárioSe a distância do pé e do oponente for segura, não é infração estar com a sola erguida.

Em tese, não é falta estar com o pé erguido, mas sim disputar uma bola que leve perigo à integridade física do atleta do outro time. Leve em consideração o seguinte: Paulo Miranda não está pulando com o pé já no alto, mas sim o ergue (isso é importante: o movimento é de baixo para cima) durante a proximidade da bola, diminuindo o risco. Quando a atinge, o goleiro está mergulhando nela, tentando alcançá-la, sem conseguir atingi-la.

Eu não entendo tal lance como “jogo perigoso”; portanto, não é falta. Se o árbitro entendeu que fosse, deveria ter marcado Tiro Livre Indireto (portanto, reiniciado o jogo com falta em dois lances a favor da defesa, e o sinal de que ocorreu a marcação é o braço erguido). Como ele reiniciou com o braço não-erguido, marcou Tiro Livre Direto, o que indica o seguinte: Sandro Meira Ricci entendeu que houve contato físico da sola de Paulo Miranda em Marcelo Lomba (a diferença é: “pé alto” significa uma solada sem nenhum contato físico, reinicia-se com falta em 2 lances; se existir contato físico (um simples encostar que seja), é tiro livre direto.

Assim, você pode interpretar de duas formas: jogada normal (que é minha interpretação) ou até mesmo jogo perigoso (respeito quem interpretou dessa forma). Mas nunca anular reiniciando por tiro livre direto, pois significa que entendeu falta por contato físico.

B- EXPULSÃO DE DENILSON: aos 33 minutos, Willian Barbio está com a bola e Denilson não busca roubá-la, mas parar o adversário. Só que aí ele atinge o atleta do Bahia com as travas da chuteira no tornozelo. Falta para Cartão Vermelho. Entenda: no futebol, há 3 tipos de faltas, que são:

  • 1- POR IMPRUDÊNCIA, quando você não queria fazer a falta mas acaba fazendo;
  • 2 – POR AÇÃO TEMERÁRIA, quando você faz falta sem pensar nas consequências do lance; e
  • 3- POR FORÇA EXCESSIVA, quando você pratica uma ação mais viril e que pode lesionar o adversário.

Alguns entendem que Denilson praticou uma temeridade; eu entendo que foi um excesso; afinal, atingir o adversário com a sola no tornozelo, abandonando a jogada e no meio campo, é para Vermelho Direto. E vai uma dica: há um vídeo de treino para os árbitros FIFA visando a Copa do Mundo de 2014, onde há diversos tipos de sanções para lances faltosos. Neste treinamento, há um lance específico muito parecido (salvo engano, num jogo Dinamarca x Finlândia, arquivo eletrônico postado pelo espanhol Garcia Aranda, ex-responsável pela Comissão de Árbitros-FIFA e que gentilmente postou na Comunidade “Arbitragem de Futebol” na rede social Google+, que ele participa conjuntamente comigo e com outros amigos) onde a orientação da FIFA para essa jogada é: Expulsão. Como Sandro Ricci estará na Copa e certamente assistiu o vídeo, tenho plena convicção de que se recordou dele. Acertou no lance.

C- EXPULSÃO DO MAICON: Lance fácil para a arbitragem. Ironizar o árbitro aplaudindo-o após a marcação de algo que não concorde é punição disciplinar com Cartão Amarelo. Se já tinha, é Segundo Amarelo e Vermelho. Correto o árbitro. Vale ressaltar: esse tipo de situação deveria ser punida pelo clube, já que era uma expulsão evitável. Por tal ato de indisciplina Maicon se auto-suspendeu para a próxima partida. Não cabe uma multa a ele?

Curiosidade: há uma câmera da Rede Globo que flagra Muricy Ramalho na hora em que Maicon comete a indisciplina. A sua reação esbravejando contra seu atleta por tamanho erro é impressionante, em desespero total! Vale a pena conferir o link emgloboesporte.com/jogo/brasileirao2013/20-10-2013/bahia-sao-paulo.html (vídeo 9).

D- COMPORTAMENTO DO FERNANDÃO: há dois lances questionáveis:

1- Uma suposta cotovelada de Fernandão: A Regra diz que se o jogador AGREDIR ou TENTAR agredir seu adversário deverá ser expulso. O árbitro tem que ter a certeza de que houve uma tentativa de agressão (atingindo ou não o adversário). Hoje, muitos torcedores (e até jogadores)confundem o TENTAR com IMAGINAR. Certa vez, ouvi de um torcedor o questionamento se deve expulsar jogador que parece querer atingir o adversário. Como “parece”? A Regra fala em ação efetiva de DAR ou TENTAR, nunca na subjetiva interpretação de IMAGINAR agredir.

2- Uma agressão ao árbitro: O jornalista Mauro Beting escreveu que Fernandão atingiu Sandro Ricci com uma peitada. Confesso que não vi esse lance. Se ocorreu, é agressão e Cartão Vermelho, sem qualquer contestação. Funciona assim: jogador reclama ou se comporta mal, adverte-se verbalmente, esperando que melhore sua conduta. Excedeu, aplica-se o Cartão Amarelo. Se não dá para suportá-lo mais, Segundo Amarelo e consequentemente o Vermelho. Qualquer agressão (verbal ou física) é Expulsão.

Em suma: jogo difícil e boa arbitragem de Sandro Meira Ricci, sendo que o gol de Paulo Miranda é o mais discutível por ser pura interpretação: a jogada levava perigo ou não?

E você, quer comentar? Deixe sua mensagem.

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– Análise da Arbitragem de Bahia x São Paulo

Lances polêmicos na Fonte Nova, neste domingo. Vamos a eles?

A- GOL ANULADO DE PAULO MIRANDA: aos 7 minutos, após cruzamento, Paulo Miranda ergue a perna e consegue tocá-la fazendo o gol, na saída de Marcelo Lomba que está próximo; após o toque, por casualidade, Paulo Miranda (involuntariamente) pisa no goleiro. Independente desse pisão, o árbitro anula e assinala Tiro Livre Direto (falta por contato físico). E errou. Entenda: o pé alto é quando você levanta a sola em disputa de bola e não há contato físico, estando esta sola próxima de atingir (mas sem tocar) o adversário. Se a distância do pé e do oponente for segura, não é infração estar com a sola erguida.

Em tese, não é falta estar com o pé erguido, mas sim disputar uma bola que leve perigo à integridade física do atleta do outro time. Leve em consideração o seguinte: Paulo Miranda não está pulando com o pé já no alto, mas sim o ergue (isso é importante: o movimento é de baixo para cima) durante a proximidade da bola, diminuindo o risco. Quando a atinge, o goleiro está mergulhando nela, tentando alcançá-la, sem conseguir atingi-la.

Eu não entendo tal lance como “jogo perigoso”; portanto, não é falta. Se o árbitro entendeu que fosse, deveria ter marcado Tiro Livre Indireto (portanto, reiniciado o jogo com falta em dois lances a favor da defesa, e o sinal de que ocorreu a marcação é o braço erguido). Como ele reiniciou com o braço não-erguido, marcou Tiro Livre Direto, o que indica o seguinte: Sandro Meira Ricci entendeu que houve contato físico da sola de Paulo Miranda em Marcelo Lomba (a diferença é: “pé alto” significa uma solada sem nenhum contato físico, reinicia-se com falta em 2 lances; se existir contato físico (um simples encostar que seja), é tiro livre direto.

Assim, você pode interpretar de duas formas: jogada normal (que é minha interpretação) ou até mesmo jogo perigoso (respeito quem interpretou dessa forma). Mas nunca anular reiniciando por tiro livre direto, pois significa que entendeu falta por contato físico.

B- EXPULSÃO DE DENILSON: aos 33 minutos, Willian Barbio está com a bola e Denilson não busca roubá-la, mas parar o adversário. Só que aí ele atinge o atleta do Bahia com as travas da chuteira no tornozelo. Falta para Cartão Vermelho. Entenda: no futebol, há 3 tipos de faltas, que são:

  • 1- POR IMPRUDÊNCIA, quando você não queria fazer a falta mas acaba fazendo;
  • 2 – POR AÇÃO TEMERÁRIA, quando você faz falta sem pensar nas consequências do lance; e
  • 3- POR FORÇA EXCESSIVA, quando você pratica uma ação mais viril e que pode lesionar o adversário.

Alguns entendem que Denilson praticou uma temeridade; eu entendo que foi um excesso; afinal, atingir o adversário com a sola no tornozelo, abandonando a jogada e no meio campo, é para Vermelho Direto. E vai uma dica: há um vídeo de treino para os árbitros FIFA visando a Copa do Mundo de 2014, onde há diversos tipos de sanções para lances faltosos. Neste treinamento, há um lance específico muito parecido (salvo engano, num jogo Dinamarca x Finlândia, arquivo eletrônico postado pelo espanhol Garcia Aranda, ex-responsável pela Comissão de Árbitros-FIFA e que gentilmente postou na Comunidade “Arbitragem de Futebol” na rede social Google+, que ele participa conjuntamente comigo e com outros amigos) onde a orientação da FIFA para essa jogada é: Expulsão. Como Sandro Ricci estará na Copa e certamente assistiu o vídeo, tenho plena convicção de que se recordou dele. Acertou no lance.

C- EXPULSÃO DO MAICON: Lance fácil para a arbitragem. Ironizar o árbitro aplaudindo-o após a marcação de algo que não concorde é punição disciplinar com Cartão Amarelo. Se já tinha, é Segundo Amarelo e Vermelho. Correto o árbitro. Vale ressaltar: esse tipo de situação deveria ser punida pelo clube, já que era uma expulsão evitável. Por tal ato de indisciplina Maicon se auto-suspendeu para a próxima partida. Não cabe uma multa a ele?

Curiosidade: há uma câmera da Rede Globo que flagra Muricy Ramalho na hora em que Maicon comete a indisciplina. A sua reação esbravejando contra seu atleta por tamanho erro é impressionante, em desespero total! Vale a pena conferir o link em globoesporte.com/jogo/brasileirao2013/20-10-2013/bahia-sao-paulo.html (vídeo 9).

D- COMPORTAMENTO DO FERNANDÃO: há dois lances questionáveis:

1- Uma suposta cotovelada de Fernandão: A Regra diz que se o jogador AGREDIR ou TENTAR agredir seu adversário deverá ser expulso. O árbitro tem que ter a certeza de que houve uma tentativa de agressão (atingindo ou não o adversário). Hoje, muitos torcedores (e até jogadores) confundem o TENTAR com IMAGINAR. Certa vez, ouvi de um torcedor o questionamento se deve expulsar jogador que parece querer atingir o adversário. Como “parece”? A Regra fala em ação efetiva de DAR ou TENTAR, nunca na subjetiva interpretação de IMAGINAR agredir.

2- Uma agressão ao árbitro: O jornalista Mauro Beting escreveu que Fernandão atingiu Sandro Ricci com uma peitada. Confesso que não vi esse lance. Se ocorreu, é agressão e Cartão Vermelho, sem qualquer contestação. Funciona assim: jogador reclama ou se comporta mal, adverte-se verbalmente, esperando que melhore sua conduta. Excedeu, aplica-se o Cartão Amarelo. Se não dá para suportá-lo mais, Segundo Amarelo e consequentemente o Vermelho. Qualquer agressão (verbal ou física) é Expulsão.

Em suma: jogo difícil e boa arbitragem de Sandro Meira Ricci, sendo que o gol de Paulo Miranda é o mais discutível por ser pura interpretação: a jogada levava perigo ou não?

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– Facebook Caiu. E o desespero?

Na manhã desta segunda-feira, o Facebook caiu. Praticamente saiu do ar, sem permitir postagens, comentários ou qualquer coisa.

Parece que o mundo caiu! Em outras redes sociais, vejo gente desesperada.

Caramba! Sinal dos tempos…

Estamos reféns do Facebook? Eu consigo viver sem ele, mas tenho amigos que ficariam loucos!

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– O Árbitro agora é Profissional. E daí?

Vejo muita gente comemorando a regulamentação da profissão de árbitro de futebol. Mas quem milita no meio sabe que esse projeto sancionado pela presidente Dilma Rousseff é, na verdade, uma hipócrita e demagógica ação que nada mudará no dia-a-dia dos árbitros de futebol, tampouco trará melhorias práticas.

Assustou com minha opinião? Explico a ilusão desse projeto:

1 – Ao árbitro será permitido se associar em cooperativas de trabalho e sindicatos. Mas já não é assim? E, pasmem: se um árbitro não se sindicalizar e/ou cooperar, não apita jogos profissionais nesse país! No Rio de Janeiro, Jorge Rabello, funcionário da FERJ, é o responsável pelo departamento de árbitros da entidade. Porém, é ele quem dirige o Sindicato e a Cooperativa de lá! Em São Paulo, Arthur Alves Júnior é o presidente do Sindicato dos Árbitros e Silas Santana trabalha na Cooperativa, sendo que ambos são funcionários da FPF! Claro que tudo está dentro da lei; e, mesmo sendo legal, poder-se-á contestar: não é imoral? A mim, tal situação desagrada muito, já que entendo como incompatibilidade de cargos. Se o árbitro tiver que brigar com a Comissão de Árbitros de SP ou do RJ, e quiser recorrer ao Sindicato, terá que recorrer à mesma pessoa. Dá para imaginar o Rabello do Sindicato discutindo com o Rabello da Federação Carioca?

Reforço: nada contra essas pessoas, mas entendo ser impossível que se tenha condição de trabalhar antagonicamente em cargos tão distintos, sendo o mesmo dirigente.

2- A Lei reza que o árbitro poderá trabalhar em Ligas e Entidades de prática do Futebol. Ué, cadê a novidade?

Na verdade, se festeja única e exclusivamente o fato de que, no papel, existe uma profissão chamada de “árbitro de futebol”. A lamentar que nada se fez para que o árbitro receba FGTS, tenha direito a 13o e Férias, fruto de registro na Carteira de Trabalho, sendo as Federações e/ou a CBF o(s) patrão(ões).

Aliás, me causa curiosidade: por quê os Sindicatos e Cooperativas que agora podem representar o árbitro (mas que já representavam) não lutam para que as Federações e a Confederação assumam o árbitro como empregado? Que banquem os treinos para melhorar o desempenho em campo e os assumam como funcionários profissionais para que se dediquem integralmente a profissão e não cometam tantos erros.

Reitero: a Lei é demagógica, já que ilude o cidadão comum a pensar que algo vultuoso foi feito; e hipócrita, pois se comemora para disfarçar o que está em situação calamitosa, que é a péssima condição dos árbitros do Brasil, resultando em arbitragens no nível que se vê.

Gozado: para apitar em São Paulo, os árbitros assinam um documento de próprio punho dizendo que são prestadores autônomos de serviços aos clubes, sendo que a FPF é quem os paga, via Sindicato (descontando-se taxa sindical), alegando que o dinheiro é repassado das verbas que o clube receberia a fim de evitar calote.

Isso não é contestado por quê?

Portanto, torcedor comum, não se anime: nada mudará nos jogos que você assistir. E aos árbitros, vale o lembrete: você não ganhou nada com a nova lei.

Invejo a Inglaterra. Lá sim o árbitro é profissional, com contrato de trabalho e tudo mais.

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– O Leilão da Petrobrás

Amanhã, a Petrobrás leiloará o Campo de Libra, um espaço no mar com abundantes reservas de Petróleo na camada do Pré-Sal.

Há muita gente contra, dizendo que não se deve dar ao Capital Estrangeiro a oportunidade de exploração. Ora, com recursos nacionais será impossível fazer qualquer coisa, e num bom leilão, o Brasil pode ganhar dinheiro.

existe a confirmação de que 4 gigantes chinesas do setor participarão. É impressionante o poderio da China, que aposta numa estratégia diferente da dos americanos. Os EUA investem na produção própria e compra no Oriente Médio; os chineses exploram na África e querem negociar com a América do Sul.

O medo é: será que ainda haverá um aumento de combustíveis de última hora, a fim de turbinar o valor inicial de oferta por parte dos interessados?

Vale a pena manter o tanque cheio do seu veículo nesses dias.

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– Não se está invertendo a tabela do Brasileirão?

Não gosto da idéia de se aproveitar grandes estádios que não são originalmente dos clubes para a mudança de jogos da Tabela do Brasileirão. Sejam os estádios da Copa para que tenham alguma utilização e não sejam criticados pela ociosidade (como o Estádio Mané Garrincha), sejam por interesses econômicos para faturar mais (como Campo Grande).

O certo é que a Portuguesa foi mandante no Mato Grosso do sul contra o Corinthians. Não houve influência no placar, tanto que a Lusa goleou o Timão. Mas só tinha corinthiano no estádio…

Agora, contra o Flamengo, a Portuguesa jogará no Castelão como mandante. Claro que vai ganhar muito mais dinheiro do que se jogasse no Canindé, e é esse o propósito. Mas não dá chance para discutir se isso é correto ou não? Sabidamente, a torcida do Mengão será muito maior e isso permite o questionamento se não é uma inversão de campo.

E aí, o que você acha desse tipo de situação? Deixe seu comentário:

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– 30a Romaria do Bairro Medeiros ao Santuário de Pirapora do Bom Jesus

PEREGRINAR É CAMINHAR PARA CRISTO

Sob este lema, será realizada a 30ª Romaria de Homens e Mulheres do Bairro Medeiros de Jundiaí ao Santuário do Bom Jesus de Pirapora.

Tradicional caminhada, a Romaria exclusivamente a pé é um evento que convida as pessoas a abandonarem o homem velho para traz em busca do homem novo. E esta busca se dá através da reflexão no longínquo trecho a ser percorrido até o Santuário do Bom Jesus.

A concentração partirá sexta, dia 08 de novembro, às 21h00, em frente a Capela Nossa Senhora de Fátima (inicialmente, os romeiros irão do Bairro Medeiros de ônibus até a Igreja da Varginha, a fim de começar a caminhada por aquele acesso). A chegada é prevista no sábado, 09, às 07h00. Culminando com a Peregrinação, haverá a celebração da Santa Missa às 9h00, pelo pároco da comunidade, Pe Leandro (a volta se dará motorizada às 11h00 do mesmo sábado).

Todos são convidados a este ato de fé.

Informações adicionais podem ser obtidas com Osvaldo Segre, da Comissão organizadora, nos telefones 4525.0290 e 9.9914.0548.

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– Mandos e Desmandos da Perda de Campo

Há certas coisas que trazem à tona grande discussão: uma delas é a punição aos clubes que perdem seus mandos de jogos.

Atualmente, vemos um sem-número de punições a clubes cujas torcidas arranjarem confusões na arquibancada. Justo, pois é necessário que os dirigentes que tanto ajudam suas organizadas sejam responsabilizados por fomentá-las, sejam tais ajudas por ingressos cedidos, dinheiro doado ou passagens arranjadas.

O problema é: impedir o clube de jogar em sua praça é a medida adequada? Veja o seguinte caso: Corinthians x Santos jogarão no estádio Fonte Luminosa, em Araraquara.

Será que os torcedores que há tempos promovem arruaça não viajarão até lá? Apenas se transferiu o jogo de lugar, e, possivelmente, realocaram as brigas no Interior do Estado (levando aos oficiais da PM desses lugares à loucura, já que não estão acostumados com esses baderneiros profissionais).

Veja ainda o caso do Santos FC: se jogasse no Pacaembú, a logística seria mais simples e as despesas menores. Agora, a equipe santista tem que viajar mais longe, gastar mais tempo e mais dinheiro.

Quem de fato foi punido? Até financeiramente o clube pode levar vantagem, pois como o Corinthians não joga clássicos por lá, poderá aumentar o valor das entradas e se dar bem.

Para mim, a punição mais sensata é jogar com portões fechados. Os torcedores que causaram confusão não entrariam, o time seria punido financeiramente e o clube adversário não se sentiria afetado por tal medida.

E para você, qual o tipo de punição mais justa?

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– A Sinceridade da Vice Presidente da GM

Você já ouviu falar de Mary Barra?

Ela é considerada uma das mulheres mais influentes do mundo, e exerce a vice-presidência mundial de desenvolvimento de produtos da General Motors. E sobre os veículos que fabrica, ela declarou nesta semana à CNN:

Dei uma instrução clara aos funcionários: não quero mais carros tão horríveis“.

Uau! Para tal conversa se tornar pública existem apenas duas hipóteses: jogada de marketing ou paciência que se esgotou.

Será que os carros da GM estão ruins assim?

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– O Radicalismo dos Pet Protestantes

Fiquei impressionado com a violência dos manifestantes a favor dos direitos dos animais em São Roque. Lá, o Instituto de Pesquisas Royal desenvolve trabalhos científicos usando como cobaias cães. Por tal motivo, protestantes invadiram e roubaram os animais. E, para ajudar, Black Blocs se juntaram para tombar 3 carros e queimar outro (viaturas da PM e de Emissora de TV).

O que faz um imbecil virar um carro da Polícia Militar (que é um bem público, pago com o dinheiro do povo)? Que culpa o carro da emissora de Sorocaba tem para ser queimado? Radicalismo tolo, bandidagem e vandalismo que deve ser coibido.

Sobre o estudo científico com animais: ora, adoro a Natureza, defendo os bichos, mas penso que a vida humana está acima da vida dos irracionais.

Como desenvolver pesquisas de saúde, vacinas e medicamentos, sem cobaias? Primeiro, testa-se nos animais; depois em pessoas (aqui não se discute a experiência científica onde o animal pode ser substituído por outra técnica, como na indústria de cosméticos, mas sim defendendo sua utilização para fins maiores).

Não podemos inverter os valores: a causa animal é importante; mas não pode ser maior do que a da saúde pública.

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– Ardor Missionário

E a Boa Nova deste domingo? Olha que beleza:

“Ide e pregai o Evangelho a toda criatura, disse Jesus“.

Estamos cumprindo o que ele pediu?

Esta é a mensagem litúrgica de hoje, dedicado à reflexão missionária.

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– Horário de Verão

Xi… Na virada deste sábado para domingo começará o Horário de Verão. Respeito quem goste, mas eu detesto!!!

Acordar com o dia bem escuro, ir embora ainda com calor e clarão… Muito cansativo!

E nas salas de aula? Não há professor que aguente as “primeiras aulas” ainda com sol.

O novo horário é ótimo para quem pode curtir a tarde/noite numa caminhada, tomando um chopp ou algum outro programa. Para quem ainda está no trabalho, é horrível.

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– Neymar Pai sobre Neymar Filho

Li um pedaço do livro “Neymar, Conversa Entre Pai e Filho” (editora Universo dos Livros), de Felipe Pontes. E Neymar, o pai, fala porque Neymar, o filho, não foi para a Europa cedo.

Um atleta não nasce da noite para o dia. Vi que ele tinha gosto pela bola. Foi com o passar do tempo que tive a certeza do seu talento. Quando percebi, não poderia deixá-lo sozinho, porque fui jogador de futebol e sei como é esse meio. Existem pessoas capacitadas, como existem pessoas despreparadas para cuidar e gerenciar a carreira desses meninos e meninas. Eu já tinha experiência e também procurei estudar e me informar para ajudá-lo no que fosse preciso (…) Desde os 11 anos, Juninho já tinha contrato com o clube. Isso vale muito para nós: o reconhecimento que o Santos sempre teve por meu filho. E o dinheiro não vale mais que isso. Tanto que, em março de 2006, ele poderia ter se tornado jogador do Real Madrid. Não quis. Nós não quisemos. Em seis dias na Europa, Juninho e eu não aguentávamos mais. Não conseguíamos comer mais nada. Deixá-lo na Europa, ainda que ganhando bem, era uma violência para uma criança de 13 anos. Não era sua hora ainda. Ele precisava ter vivido tudo o que passou no Santos e no Brasil. Tudo tem seu tempo. E o dele, agora no Barcelona, chegou.

Bem orientado, hein? Vejo muitos jovens de famílias desestruturadas se perdendo precocemente por culpa da falta de orientação. Nota 10 para Neymar pai.

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– De Bestial a Besta em menos de uma Temporada

O ônus da má campanha do Corinthians sobrará para o treinador Tite?

Incrível. Há menos de um ano ele era admirado, endeusado, aplaudido… E, com a apatia e má fase de alguns atletas, passa a ser o culpado.

Tite é o responsável por Romarinho, Pato e Emerson não conseguirem colocar a bola para dentro?

E aí vem outra questão: caso Tite seja demitido, quem, assumiria? Mano Meneses?

Abre o olho, Corinthians. Demitir o treinador nem sempre é a melhor solução.

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– Partidos Unidos na Corrupção

E os políticos de Goiás presos num mega-esquema de corrupção, nessa semana, na Operação Tarja Preta da Polícia Federal?

O esquema era simples: os Laboratórios doaram dinheiro para as campanhas eleitorais, e junto com os prefeitos eleitos, negociavam preços superfaturados de remédios que produziam, desfalcando os cofres públicos.

Foram 12 presos. São os prefeitos das cidades de:

Na hora da picaretagem, não existe bandeira ou partido limpo.

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– As Férias do Prefeito e os Black Blocs

Quer dizer que o prefeito paulistano Fernando Haddad está em férias na Europa?

Estou louco, mas… não precisa ter trabalhado 1 ano para tirar a folga? Assim funciona para quem é trabalhador e labuta de sol a sol picando cartão.

Os Black Blocs quebrando e saqueando a Capital e o homem some de cena! Tenha dó… Aliás, por que esses sujeitos não estão na cadeia?

Mascarados, depredando tudo e agredindo a todos. E há gente que os apoiam ainda!

Protesto de gente de bem é sem máscara e pacificamente, pois o resto é bagunça, anarquia e bandidagem.

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– As Surpresas Européias da Copa do Mundo

Ôpa! Mais clubes europeus classificados para a Copa do Mundo do Brasil em 2014. E observo algumas surpresas: Portugal e França não conseguiram a vaga direto e terão que lutar na Repescagem. Pra mim, seria uma decepção ver ambas seleções fora, em especial, Portugal, nosso país-irmão.

Mas há coisas legais: a Bósnia irá participar do seu primeiro mundial de futebol. Em Guerra por 20 anos, finalmente a população vai as ruas em Sarajevo para uma festa.

Sobre os palpites da disputa em si, mantenho pela ordem de favoritos- Brasil, Argentina, Espanha e Alemanha. Um deles será o campeão.

A imagem mais legal até agora foi a festa da classificação da Bélgica, veja esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=WJk5nO7w0Jw. A Comissão Técnica e os Reservas ansiosos pelo apito final, na partida que garantiu o passaporte para a Copa, esperam se juntar com os titulares. Aos 2’21”, os jogadores belgas extravasam e cantam “a moda deles” a canção Aquarela do Brasil! Muito legal.

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– Santa Teresa D’Ávila e a virtude da Paciência

Hoje é dia de Santa Teresa, grandiosa religiosa que nos deixou a bela oração:

Nada te perturbe.

Nada te espante.

Tudo passa.

A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe.

Nada me espante.

A quem tem Deus nada falta.

Só Deus basta.”

(Extraído de: http://www.catequisar.com.br/texto/oracao/santos/45.htm)

Abaixo, história de vida de Santa Teresa D’Ávila:

FRASES DE SANTA TERESA D’ÁVILA

Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração…

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, na Espanha. Mulher de grande inteligência e sabedoria, foi proclamada Doutora da Igreja em 1970 pelo papa Paulo VI, como Mestra de espiritualidade.

Realizou uma grande reforma no Carmelo e fundou outros, inclusive dois de frades. Escreveu obras famosas e de grande valor espiritual como “Caminho de perfeição”, “Moradas ou Castelo Interior” e “Livro da vida”. Além de ser a autora do poema “Nada te perturbe”.

Confira um pouco de seu pensamento expresso em frases:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

(Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4257)

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– Chile x Equador será…

Empate!

Daqui a pouco jogarão pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, Zona Sulamericana, Chile x Equador.

Curiosidade: se o jogo acabar empatado, ambos estarão classificados para 2014! O motivo é que estão empatados na tabela, e se alguém perder, pode ser ultrapassado pelo Uruguai e ir para a repescagem…

E aí: será um jogo de compadres?

Talvez. Em breve saberemos. Mas isso dá um gancho para uma discussão: tal fato acontece pois o torneio é em pontos corridos. E se fosse play-offs eliminatórios?

Ainda assim prefiro o torneio de pontos corridos. Mas fica a sugestão para uma discussão em breve sobre o tema: o “mata-mata” não seria mais emocionante?

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– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

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– As Tabelas Alternativas do Brasileirão

Parece que está virando rotina: desde a implantação dos pontos corridos, quando o Campeonato Brasileiro se aproxima das rodadas finais, aparecem as “Tabelas Alternativas”.

Tradicionalmente, elas são de “classificação com erros de arbitragem corrigidos“. E agora, depois do pênalti desperdiçado por Rogério Ceni contra o Corinthians, aparece uma de “classificação se os pênaltis tivessem sido convertidos“.

Vale para a farra do torcedor curioso. Para o profissional de futebol, claro que não!

Imagine só: todo especialista “mais fanático” tende a reclassificar seu time se ele não tivesse sido prejudicado em jogo contra X ou contra Y. O torcedor apaixonado só se lembra dos lances que ele considera errados (mesmo que não sejam) do seu clube e desconsidera erros a favor dos adversários e favorecimentos à sua própria equipe.

Quer um exemplo desta semana? O Grêmio-RS! Após ser favorecido com erros graves contra o Santos, Portuguesa, Corinthians e São Paulo, jogou contra o Fluminense e alega ter sido prejudicado. A diretoria prometeu um “dossiê do apito” à CBF. Seu dirigente do departamento de futebol, Rui Costa, chegou ao absurdo de declarar publicamente:

Não sei se é coincidência {tantos erros de arbitragem contra nós} ou não. Mas nós vamos começar a pressionar também, nem que tenha que invadir o campo. Vamos defender os interesses do Grêmio“.

Tal afirmação pode dar punição ao clube gaúcho, afinal, está ameaçando claramente a arbitragem para os próximos jogos. E fica a observação: com medo de que “erros a favor” sejam compensados futuramente, já se faz reclamações antecipadas preventivas. Tipicamente pressão de reta final do campeonato. E sejamos justos: os únicos prejuízos ao Grêmio foram contra a própria Lusa, numa partida horrível do árbitro, onde ele venceu com erros contra e a favor, além de um lance isolado do bandeira no jogo contra o Fluminense no sábado passado.

Não existe “Tabela de erros corrigidos”. Quem faz essa tabela considera pênalti em gol. Mas quem garante que a marcação de um pênalti se transforma em gol? A bola pode ser defendida, bater na trave, ir para fora… Há os que exageram: consideram que jogador “mal expulso” é fundamental para a derrota de um clube. Ora, o Santos perdeu Alisson (bem expulso) e goleou o São Paulo com um atleta a menos. Pior: os árbitros riem quando lêem nessas tabelas que um impedimento em contra ataque entra na conta dos erros de arbitragem, como se isso fosse garantia de gol!

Futebol não tem essa lógica de causa e efeito pré-determinados. As variáveis são numerosas. E lha que interessante: se for levado ao pé-da-letra tal metodologia, passe errado na entrada da área para jogador bem posicionado deveria virar gol; escanteio mal marcado como tiro de meta também; falta de ataque idem. Ou seja: toda partida iria ter uma média de gols altíssima (sempre a favor do supostamente prejudicado).

Avalie: quantos erros um árbitro comete nas numerosas decisões que toma? E quantos passes, gols, “frangos” e outros erros 11 atletas de cada time cometem? Assim, vale discutir: qual erro é mais preponderante no futebol: o do árbitro ou o do jogador?

Rogério Ceni que o diga no último domingo. Ele salvou o São Paulo em pelo menos duas bolas importantes e é crucificado por Cássio defender a sua cobrança de pênalti. Quer dizer que se ele tomasse um gol ao invés de realizar uma defesa difícil, mas convertesse o pênalti, as manchetes seriam outras?

Infelizmente, o futebol é ingrato. Ídolos viram vilões em 90 minutos e o árbitro, claro, sempre será o desonesto para alguns.

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– Disney: E um parque no Brasil?

Parques da Disney espalhado pelos EUA todo. Outros em Paris, Pequim…

Será que não teríamos algum no Brasil, em breve? Aqui, o único realmente gabaritado é o Beto Carreiro, que respeitosamente não dá para comparar com o Hopi Hari. São mercados diferentes…

Minha filha, quando vê na TV imagens do Castelo da Cinderela (acho que é no parque Disney da Flórida) ou do jardim da Thinker Bell (Orlando, talvez), fica maravilhada. E, confesso, eu também!

Se viesse aqui, chuto que seria no RJ e teríamos algo em referência ao Zé Carioca, em homenagem ao país.

Ou não?

Aliás… se especula que a Universal estaria a fim de montar um parque gigantesco na região de Campinas. Será?

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– Análise da Arbitragem de São Paulo 0 x 0 Corinthians

Disciplinarmente ótimo, tecnicamente bem, fisicamente regular. Enfim, arbitragem muito boa de Wilson Luís Seneme no Majestoso dessa tarde.

Era o nome correto para apitar o jogo, embora andava sem ritmo, mesmo tendo sido escalado nas últimas rodadas (ficou muito tempo sem atuar por culpa do teste físico FIFA, aguardando o re-teste após reprovação).

Disciplinarmente, só não leva nota 10 pois deixou de dar Cartão Amarelo a Emerson Sheik, e teve duas oportunidades para isso: a primeira aos 16’, quando Emerson adianta a bola para um lado e pula do outro em Rodrigo Caio, tentando simular pênalti. A segunda aos 51’, quando Emerson sofre uma falta de Douglas e na sequência deixa o braço. Sem contar o quanto falou, reclamou, polemizou.

Tecnicamente, Seneme só teve deslizes em uma ou outra falta não marcada no começo de cada tempo de jogo. Isso é a falta de ritmo, típico de quem se ausentou por alguns meses: quando ele entrou na partida prá valer (a partir de 4 a 5 minutos de cada tempo), voltou a mostrar o seu melhor.

Fisicamente, tentou correr bastante, sofreu com os contra-ataques mas sempre esteve bem posicionado devido a sua noção de espaço em campo. Nada de críticas.

O Pênalti aos 88 minutos: ali há contato entre perna e joelho, a meia altura, desequilibrando o adversário. Apesar de Diego Macedo usar as mãos nas costas de Reinaldo, não demonstrou força suficiente para derrubá-lo. Com os pés não há toque. Portanto, a infração foi a meia altura, marcada com correção. Se no meio campo, é falta simples e sem discussão. Na área, é pênalti (para mim, a aplicação do cartão amarelo ao Diego Macedo foi desnecessária, mas respeito a interpretação do árbitro que entendeu como ação temerária, por isso o advertiu).

Observação: um jogo nervoso como este não é fácil. Quero destacar que o começo da partida, com inúmeras faltas e o árbitro mostrando sua autoridade foi decisivo para a arbitragem. Se o juizão não tivesse nome, o jogo descambaria.

Consideração final: Rodrigo Caio jogou no limite do permitido. Fez faltas sem ser violento, usou da virilidade até onde se pode, mas, cuidado: se pegar um árbitro caseiro numa partida fora de casa, será expulso, pois infelizmente há a cultura do “encostou-marcou” ainda em nosso país.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

Abaixo, lance-a-lance o desenrolar da partida:

O jogo, como se esperava, era chato, nervoso. E Seneme começou bem, apitando uma bola presa do Corinthians aos 15 segundos de jogo.

Aos 35 segundos, Ralph e Douglas foram disputar a bola de maneira forte, leal, mas ambos caíram em campo e os dois times pediram falta. Seneme deixou o lance seguir, e na saída de bola, mostrando autoridade e serenamente, conversou com ambos. Emerson Sheik foi reclamar e o árbitro nem deu ouvidos.

Com 3’30”, Rodrigo Caio vai na bola, a atinge mas acaba também acertando Romarinho. Era falta por imprudência, já que não queria, mas atingiu o adversário. Árbitro não marcou.

Aos 5 minutos, de novo Rodrigo Caio disputa a bola com virilidade, derrubando Danilo, mas de forma leal. Jogada normal.

Aos 5’46”, na linha lateral, Emerson vai propositalmente em Edson Silva após perder a disputa de bola. Era falta, Seneme não marcou. Se fosse um árbitro sem nome, o jogo já estaria perdido, pois os atletas fariam aquela “acareação” nefasta no futebol, tipo: bolinho, rodinha, cara-a-cara.

11’: numa jogada bem marcada do bandeira Celso Barbosa, Ademilson recebe a bola, estando ele e mais 4 jogadores são-paulinos em impedimento. Atacantes devem ficar atentos a isso…

Aos 12m, falta simples em Ralf, bem marcada. Mas mais da metade dos jogadores de cada time ergueu a mão; os do Corinthians, logicamente, pedindo rigor. Os do São Paulo, dizendo ser nada.

Simulação: aos 16’, Emerson Sheik avança na área, toca para o lado e pula em Rodrigo Caio, que a domina limpamente. Sheik cai, visivelmente tentando cavar o pênalti e forçando a barra para complicar a vida do sãopaulino. Seneme nada marcou.

19’: Denilson calça Danilo, falta bem marcada.

Depois disso, o jogo transcorreu tranquilamente. Uma ou outra jogada mais forte, como a (de novo) Rodrigo Caio, novamente leal, em Romarinho aos 30’. Mas nada de anormal. O árbitro impõe respeito.

Aos 34, Maicon faz falta simples em Emerson, Seneme marca corretamente. Mas o gozado é: todo mundo fica com o pé atrás do Sheik, pois os tricolores ficam olhando com canto de olho, ressabiados. Na cobrança dessa falta, o próprio Emerson cabeceia e a bola vai pra fora. E pra variar, Sheik sai batendo boca com Reinaldo. O atacante gosta disso…

36’: Paulo André trava a bola de maneira limpa em disputa com Aloísio, que caiu. Lance normal, acertou o árbitro, marcando escanteio. Na cobrança, Edson Silva empurra Paulo André, o árbitro não vê e o Árbitro Adicional não ajuda. Sorte que em nada resultou o lance.

38’: Romarinho parte para o ataque e Paulo Miranda o agarra. Cartão Amarelo bem aplicado.

Aos 41’ Emerson e Rodrigo Caio disputam uma segunda bola após tiro de meta cobrado por Cássio. Emerson faz carga em Rodrigo Caio e Seneme marca falta. Novamente Sheik sai reclamando.

43’: falta normal de Ralph em Denilson, bem marcada. Nada de cartão. Correto.

Novo impedimento de Ademilson aos 46’, novamente bem marcado. Sempre que vejo esse atleta em campo, percebo muitos impedimentos. Poderia ser melhor orientado sobre isso.

47’: Aloísio faz falta na lateral do meio campo em Sheik. Bem marcado, embora o são-paulino reclame de agressão, que não ocorreu.

58 segundos do segundo tempo: Edson Silva pula para dividir com o goleiro Cássio, e comete falta por atingir sua mão na mão do goleiro. Bem marcado.

50’: Fábio Santos toca por trás na bola, Douglas cai e fica parado no chão, olhando para o bandeira. Não foi nada, acertou o árbitro.

51’: Emerson sofre a falta de Douglas, Seneme marca e Emerson deixa o braço no adversário. Seneme segurou o jogo, não deixou cobrar a falta rápido e advertiu verbalmente Emerson. Errou, deveria ter dado Cartão Amarelo. E logo aos 52’, o mesmo Emerson, em disputa de bola, empurra Rodrigo Caio com a mão no rosto. Seneme erra de novo, ao não marcar a falta.

53’: o jogo está nervoso, Douglas faz falta temerária, Seneme marca e aplica o Amarelo. Correto.

Aos 56’ Rodrigo Caio (na mesma linha que o penúltimo adversário) e Aloísio impedido esperam a bola; ela chega a Aloísio e o bandeira marca bem o impedimento.

65’: Gil empurra Denilson, falta boba, simples, bem marcada. Na cobrança, Paulo Miranda faz falta em Cássio, também bem marcada.

Aos 70’, falta de Denilson em Fábio Santos. O lateral tenta cobrar rápido, e o volante impede. Se ele chutasse a bola em Denilson, fatalmente o atleta tricolor receberia o cartão amarelo.

74’: Nova falta de Douglas, agora em Romarinho. Novamente bem marcada.

Aos 75’: Rodrigo Caio faz falta em Emerson Sheik. Quantas vezes digitei isso nessa partida?

75’: Falta de Emerson em Rodrigo Caio. Toma lá, dá cá…

81: Denilson puxa Ibson, falta bem marcada. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, pelo número e natureza das faltas.

Aos 83, Gil e Welliton disputam a bola. Welliton mata no peito, protege-a até a linha de fundo e por baixo Gil dá um leve toque. Traído por si próprio, o bandeira Danilo Simon marcou lance a favor do Corinthians. Seu único erro na partida.

O lance do jogo: aos 88’, Reinaldo entra na área e Diego Macedo vai intercepta-lo. Coloca as mãos na costas mas sem força suficiente para derrubá-lo. Por baixo (pés), não há lance faltoso. Há sim à meia-altura, contato coxa e joelho que desequilibra. Pênalti difícil para se marcar com acerto de Seneme.

Por fim, ainda houve tempo para um cartão amarelo ao Jadson por agarrar Ibson, aos 92’.

Fica a consideração: erro de árbitro pode decidir jogo. Erro de jogador, talvez mais ainda.

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– Análise da Arbitragem de São Paulo 0 x 0 Corinthians

Disciplinarmente ótimo, tecnicamente bem, fisicamente regular. Enfim, arbitragem muito boa de Wilson Luís Seneme no Majestoso dessa tarde.

Era o nome correto para apitar o jogo, embora andava sem ritmo, mesmo tendo sido escalado nas últimas rodadas (ficou muito tempo sem atuar por culpa do teste físico FIFA, aguardando o re-teste após reprovação).

Disciplinarmente, só não leva nota 10 pois deixou de dar Cartão Amarelo a Emerson Sheik, e teve duas oportunidades para isso: a primeira aos 16’, quando Emerson adianta a bola para um lado e pula do outro em Rodrigo Caio, tentando simular pênalti. A segunda aos 51’, quando Emerson sofre uma falta de Douglas e na sequência deixa o braço. Sem contar o quanto falou, reclamou, polemizou.

Tecnicamente, Seneme só teve deslizes em uma ou outra falta não marcada no começo de cada tempo de jogo. Isso é a falta de ritmo, típico de quem se ausentou por alguns meses: quando ele entrou na partida prá valer (a partir de 4 a 5 minutos de cada tempo), voltou a mostrar o seu melhor.

Fisicamente, tentou correr bastante, sofreu com os contra-ataques mas sempre esteve bem posicionado devido a sua noção de espaço em campo. Nada de críticas.

O Pênalti aos 88 minutos: ali há contato entre perna e joelho, a meia altura, desequilibrando o adversário. Apesar de Diego Macedo usar as mãos nas costas de Reinaldo, não demonstrou força suficiente para derrubá-lo. Com os pés não há toque. Portanto, a infração foi a meia altura, marcada com correção. Se no meio campo, é falta simples e sem discussão. Na área, é pênalti (para mim, a aplicação do cartão amarelo ao Diego Macedo foi desnecessária, mas respeito a interpretação do árbitro que entendeu como ação temerária, por isso o advertiu).

Observação: um jogo nervoso como este não é fácil. Quero destacar que o começo da partida, com inúmeras faltas e o árbitro mostrando sua autoridade foi decisivo para a arbitragem. Se o juizão não tivesse nome, o jogo descambaria.

Consideração final: Rodrigo Caio jogou no limite do permitido. Fez faltas sem ser violento, usou da virilidade até onde se pode, mas, cuidado: se pegar um árbitro caseiro numa partida fora de casa, será expulso, pois infelizmente há a cultura do “encostou-marcou” ainda em nosso país.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

Abaixo, lance-a-lance o desenrolar da partida:

O jogo, como se esperava, era chato, nervoso. E Seneme começou bem, apitando uma bola presa do Corinthians aos 15 segundos de jogo.

Aos 35 segundos, Ralph e Douglas foram disputar a bola de maneira forte, leal, mas ambos caíram em campo e os dois times pediram falta. Seneme deixou o lance seguir, e na saída de bola, mostrando autoridade e serenamente, conversou com ambos. Emerson Sheik foi reclamar e o árbitro nem deu ouvidos.

Com 3’30”, Rodrigo Caio vai na bola, a atinge mas acaba também acertando Romarinho. Era falta por imprudência, já que não queria, mas atingiu o adversário. Árbitro não marcou.

Aos 5 minutos, de novo Rodrigo Caio disputa a bola com virilidade, derrubando Danilo, mas de forma leal. Jogada normal.

Aos 5’46”, na linha lateral, Emerson vai propositalmente em Edson Silva após perder a disputa de bola. Era falta, Seneme não marcou. Se fosse um árbitro sem nome, o jogo já estaria perdido, pois os atletas fariam aquela “acareação” nefasta no futebol, tipo: bolinho, rodinha, cara-a-cara.

11’: numa jogada bem marcada do bandeira Celso Barbosa, Ademilson recebe a bola, estando ele e mais 4 jogadores são-paulinos em impedimento. Atacantes devem ficar atentos a isso…

Aos 12m, falta simples em Ralf, bem marcada. Mas mais da metade dos jogadores de cada time ergueu a mão; os do Corinthians, logicamente, pedindo rigor. Os do São Paulo, dizendo ser nada.

Simulação: aos 16’, Emerson Sheik avança na área, toca para o lado e pula em Rodrigo Caio, que a domina limpamente. Sheik cai, visivelmente tentando cavar o pênalti e forçando a barra para complicar a vida do sãopaulino. Seneme nada marcou.

19’: Denilson calça Danilo, falta bem marcada.

Depois disso, o jogo transcorreu tranquilamente. Uma ou outra jogada mais forte, como a (de novo) Rodrigo Caio, novamente leal, em Romarinho aos 30’. Mas nada de anormal. O árbitro impõe respeito.

Aos 34, Maicon faz falta simples em Emerson, Seneme marca corretamente. Mas o gozado é: todo mundo fica com o pé atrás do Sheik, pois os tricolores ficam olhando com canto de olho, ressabiados. Na cobrança dessa falta, o próprio Emerson cabeceia e a bola vai pra fora. E pra variar, Sheik sai batendo boca com Reinaldo. O atacante gosta disso…

36’: Paulo André trava a bola de maneira limpa em disputa com Aloísio, que caiu. Lance normal, acertou o árbitro, marcando escanteio. Na cobrança, Edson Silva empurra Paulo André, o árbitro não vê e o Árbitro Adicional não ajuda. Sorte que em nada resultou o lance.

38’: Romarinho parte para o ataque e Paulo Miranda o agarra. Cartão Amarelo bem aplicado.

Aos 41’ Emerson e Rodrigo Caio disputam uma segunda bola após tiro de meta cobrado por Cássio. Emerson faz carga em Rodrigo Caio e Seneme marca falta. Novamente Sheik sai reclamando.

43’: falta normal de Ralph em Denilson, bem marcada. Nada de cartão. Correto.

Novo impedimento de Ademilson aos 46’, novamente bem marcado. Sempre que vejo esse atleta em campo, percebo muitos impedimentos. Poderia ser melhor orientado sobre isso.

47’: Aloísio faz falta na lateral do meio campo em Sheik. Bem marcado, embora o são-paulino reclame de agressão, que não ocorreu.

58 segundos do segundo tempo: Edson Silva pula para dividir com o goleiro Cássio, e comete falta por atingir sua mão na mão do goleiro. Bem marcado.

50’: Fábio Santos toca por trás na bola, Douglas cai e fica parado no chão, olhando para o bandeira. Não foi nada, acertou o árbitro.

51’: Emerson sofre a falta de Douglas, Seneme marca e Emerson deixa o braço no adversário. Seneme segurou o jogo, não deixou cobrar a falta rápido e advertiu verbalmente Emerson. Errou, deveria ter dado Cartão Amarelo. E logo aos 52’, o mesmo Emerson, em disputa de bola, empurra Rodrigo Caio com a mão no rosto. Seneme erra de novo, ao não marcar a falta.

53’: o jogo está nervoso, Douglas faz falta temerária, Seneme marca e aplica o Amarelo. Correto.

Aos 56’ Rodrigo Caio (na mesma linha que o penúltimo adversário) e Aloísio impedido esperam a bola; ela chega a Aloísio e o bandeira marca bem o impedimento.

65’: Gil empurra Denilson, falta boba, simples, bem marcada. Na cobrança, Paulo Miranda faz falta em Cássio, também bem marcada.

Aos 70’, falta de Denilson em Fábio Santos. O lateral tenta cobrar rápido, e o volante impede. Se ele chutasse a bola em Denilson, fatalmente o atleta tricolor receberia o cartão amarelo.

74’: Nova falta de Douglas, agora em Romarinho. Novamente bem marcada.

Aos 75’: Rodrigo Caio faz falta em Emerson Sheik. Quantas vezes digitei isso nessa partida?

75’: Falta de Emerson em Rodrigo Caio. Toma lá, dá cá…

81: Denilson puxa Ibson, falta bem marcada. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, pelo número e natureza das faltas.

Aos 83, Gil e Welliton disputam a bola. Welliton mata no peito, protege-a até a linha de fundo e por baixo Gil dá um leve toque. Traído por si próprio, o bandeira Danilo Simon marcou lance a favor do Corinthians. Seu único erro na partida.

O lance do jogo: aos 88’, Reinaldo entra na área e Diego Macedo vai intercepta-lo. Coloca as mãos na costas mas sem força suficiente para derrubá-lo. Por baixo (pés), não há lance faltoso. Há sim à meia-altura, contato coxa e joelho que desequilibra. Pênalti difícil para se marcar com acerto de Seneme.

Por fim, ainda houve tempo para um cartão amarelo ao Jadson por agarrar Ibson, aos 92’.

Fica a consideração: erro de árbitro pode decidir jogo. Erro de jogador, talvez mais ainda.

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