O ano de 2013 já disse “Adeus”. E o que podemos falar sobre o Ano Novo, em especial no futebol brasileiro?
Teremos uma temporada agitada dentro e fora de campo. Duvida disso? Veja só:
1– A Política estará em alta devido as eleições na CBF. Há tempos que assistíamos seguidas reeleições de Ricardo Teixeira como presidente. Com sua saída (ou fuga, se preferir), assumiu José Maria Marin que apoiará o atual mandatário da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero. Contra eles, devemos ter o ex-presidente corinthiano Andrés Sanches, que busca apoio das federações rebeldes.
2– A Copa do Mundo vem aí. Eu acredito que será um Mundial de melhor nível técnico, já que contará com Cristiano Ronaldo, Messi, Ribery, Iniesta, Ozil, Neymar e outros tantos craques. Até 82, tínhamos muitos craques em campo e futebol vistoso. Mas a partir de 90 e 94 passou-se a valorizar a força física, sendo que o pragmatismo tomou conta dos gramados. Agora, a bola volta a agradecer o bom trato. E os favoritos serão os de sempre: Brasil, Alemanha, Argentina, Itália e… Espanha, claro. Inglaterra e Uruguai eu descarto.
3– No Brasileirão, teremos novamente as discussões costumeiras: jogadores poupados para jogos da Libertadores, calendário desgastante e erros de arbitragem (e se preparem, críticos de plantão, pois a Lista de Árbitros da FIFA não teve nenhuma modificação para 2014, nenhum aspirante ascendeu e nem árbitro internacional de baixa competência saiu da relação, sendo que as alterações foram no quadro de bandeiras).
4- O que não faltará novamente em 2014 é a velha história de mala branca e mala preta (ambas são ruins para o futebol). Quando será que isso vai acabar? O cara recebe o salario do seu clube mas, para render mais e buscar a vitória (beneficiando outrem por tabela) fica esperando dinheiro extra? Isso é demonstração de falta de ética e mau profissionalismo. Se o jogador aceita grana para jogar melhor, a chamada mala branca, quem garante que ele não receberia também para fazer corpo mole, a mala preta?
5- Desejo, enfim, não esperar violência nas arquibancadas dos estádios (embora creio que ela continuará), bem como extirpar dos ouvidos as notícias de manipulação de resultados mundo afora (e aqui acho utopia, visto o crescente aumento de casas de apostas). Mas o que mais anseio (e espero, pacientemente) é: Paz no Futebol!
E você, o que espera para o ano futebolístico do seu time, da Seleção Brasileira e do futebol em geral?

