A Academia Brasileira de Letras reúne várias personalidades. Historicamente, foram os grandes escritores os donos das cadeiras. Porém, nas últimas décadas, o perfil se politizou mais. Machado de Assis, um dos “imortais” da ABL talvez não gostasse de saber que Getúlio Vargas foi empossado numa das cadeiras por prestígio e influência do poder. O que dizer de José Sarney (este, imortal na ABL e na política…)? Agora, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi escolhido por “seus feitos” ao Brasil.
Ora, o critério mudou? Sem desmerecer FHC, mas não dá para engoli-lo como escritor imortal. Se for assim (importância histórica como regra), logo veremos alguém sugerir Luís Inácio Lula da Silva…
Que fechem as portas da ABL…

