– Pausa pela Labirintite

Socorro… Crise de Labirintite!

Voltamos em breve!

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– Doe Plaquetas; Doe Sangue!

Pratique SOLIDARIEDADE: doe plaquetas.

Não dói nada e ainda ajuda o próximo. Ah – Doe sangue também!

(Plaquetas mensalmente, Sangue bimestralmente – com limite anual de 4).

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– Os Números do Sincrestismo Religioso do Brasil

Interessante a matéria da Revista Galileu de Maio/2010, pg 22 e 23 de Bruna Fasano e Alexandre Fasano. Nela, há um Raio X das religiões no Brasil:

NÚMERO DE FIÉIS:

125,5 mi de católicos;

18 mi de pentecostais;

12,5 mi sem religião;

8,5 mi de protestantes;

5,4 mi de outras religiões.

GASTOS COM DÍZIMO (PERCENTUAL DA RENDA FAMILIAR):

0,54% é a contribuição mensal de um católico;

1,48% de evnagélicos tradicionais;

2,26% de evangélicos pentecostais.

Do montante, 44% de tudo que é repassado às diversas igrejas é por dízimos de pentecostais.

RENDA FAMILIAR (EM REIAS POR RELIGIÃO)

5.447,00 de religiões orientais;

4.422,00 de espiritualistas;

2.023,00 de católicos;

1.496,00 de evangélicos pentecostais.

CELIBATO CATÓLICO

41% afirmaram ter tido envolvimento afetivo (não necessariamente sexual) com mulheres,

50% afirmaram não manter o votop de castidade (relações sexuais com pessoas pagas ou em casos afetivos).

Extraído de Galileu.globo.com

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– O Gênio da Caxirola?

Quem foi a “brilhante mente” que inventou a tal da Caxirola?

Carlinhos Brown apresentou a Dilma o instrumento oficial de barulho durante os jogos da Copa do Mundo, representando a cultura do país.

Caramba… você já torceu ou conhece algum sujeito que torceu num estádio com CAXIROLA? Tenha dó… acham que somos bobos ou o quê?

Alguém disse e é verdade: o instrumento parece uma granada misturada com soco inglês! E é ótima para ser arremessada por imbecis fanáticos nos gramados.

Realmente, nessa se superaram!

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– O Bolsa-Crack vem aí. Uma boa ou não?

O Governo do Estado de São Paulo criou mais uma bolsa-assistencial: o bolsa-recomeço, chamado por muitos de bolsa-crack, visando ajudar os familiares que tem parentes internados em clínicas de recuperação do vício das drogas. O valor será de R$ 1.350,00.

Confesso não saber se é uma boa ou uma péssima iniciativa. Explico: ao mesmo tempo que gastamos dinheiro para tratar os usuários, vemos muitos políticos e artistas defendendo publicamente a liberação das drogas.

Ora, deixa o cara se viciar e depois o manda tratar? E paga com o meu, o seu, o nosso dinheiro dos impostos?

Eu preferiria que o Governo combatesse o uso de entorpecentes. E você, o que pensa sobre isso?

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– O Uso Indevido de Direito Autoral pelos Chavistas

O presidente Nicolás Maduro fez campanha eleitoral na Venezuela usando diversos artifícios, e um deles, foi uma adaptação da canção Detalhes (em espanhol) do brasileiro Roberto Carlos, usando-a em suas propagandas.

Porém…

O uso da música não foi autorizado. Agora, o cantor está processando Maduro, que retrucou:

Temos que ter cuidado com o que cantamos, pois estão me processando por cantar uma música neste mundo“.

Claro, resposta simplista e demagógica. Mas fica a reflexão: usar canções de artistas vivos e que ainda não caíram no domínio público, sem pedir autorização, é perigoso (falando-se na  política). E por ser na Venezuela, parece que vale tudo!

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– O Caso do Torcedor que entrou na Justiça contra o Erro de Arbitragem

Numa partida envolvendo Atlético/MG x Botafogo em 2007, o time carioca venceu o mineiro por 2 x 1, pela Copa do Brasil, e avançou na competição. Porém, o árbitro Carlos Eugênio Simon não marcou um pênalti durante o jogo a favor do Galo (reconhecido por ele próprio posteriormente a interpretação errada do lance).

Assim, o torcedor Custódio Pereira Neto entrou na Justiça pedindo indenização da CBF por danos morais. O STJ rejeitou o pedido, alegando que “falhas de árbitros não representam dano moral, pois fazem parte do jogo”.

O ministro Marco Aurélio Buzzi disse ainda:

Imagine as centenas de milhares de ações que surgiriam caso aceitássemos o pedido. O Judiciário não conseguiria atender a todos”.

Mais interessante foi a declaração do ministro Antonio Carlos Ferreira:

Uma arbitragem normal confere às partidas um tédio profundo” (parafraseando Nelson Rodrigues).

Já pensou se todo torcedor que achar que o seu time foi prejudicado entrasse na Justiça?

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– Afif é da Situação, da Oposição ou do Centro…

…ou de nada disso?

O vice-governador de São Paulo Guilherme Afif (portanto, substituto do governador Alckmin/PSDB) é do PSD de Kassab, e agora Ministro da Micro Empresa da presidente Dilma, que é do PT.

Ele disse que o importante é colaborar (o que eu concordo). Mas isso prova algo a mais: inexiste ideologia partidária no Brasil mesmo!

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– 7 Árbitros e Bola Cantada!

Não é que na última segunda-feira, em nossa coluna no Portal da Rede Bom Dia / Diário de São Paulo, adiantamos quem seriam os árbitros escalados para as finais do Campeonato Paulista 2013?

Pois é, após a análise da arbitragem de São Paulo x Corinthians, falamos sobre a dificuldade em ter bons nomes para jogos decisivos, e relatamos (veja no 8o parágrafo em: http://is.gd/ZHNlJx), uma relação de árbitros disponíveis para a final (todos de gestões anteriores a do Cel Marinho).

Bola dentro: nenhum árbitro formado pela atual administração da CEAF-SP, pelo 8o ano consecutivo, apitará a decisão do campeonato. Uma pena, pois isso demonstra claramente a dificuldade em se renovar o quadro de árbitros. Nitidamente um problema de competência, pois anualmente temos ao menos 100 árbitros na Escola de Árbitros da FPF. Portanto, (numa inocente conta) nenhum dos 800 que passaram nos bancos da EAFI nesse período chegou ao ápice.

Triste, mas verdadeiro.

Os árbitros escolhidos para sorteio? Paulo César, Seneme, Claus, Ceretta, Luís Flávio, Braguetto e Marcelo Ribeiro. Ótimos nomes.

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– Um Dia Iluminado Deve ter…

Para começar bem o dia, devemos pedir a Deus:

Paz, Mansidão, Benignidade, Justiça, Misericórdia, Saúde e Pureza.

Tudo isso pode ser retratado numa criança linda e despreocupada… como abaixo:

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Conseguimos isso no dia-a-dia? Tomara que sim!

Bom dia a todos!

– Viver Casado e Viver Solteiro

A vida a dois é muito boa. Por mais que os casais possam em certos momentos ter suas divergências, não vale a pena ser solteiro por opção (na minha modesta opinião). Ter seu cobertor de orelha lhe esperando, dividir o dia vivido, partilhar junto as conquistas e derrotas, é necessário. Penso que o indivíduo não nasce para viver isolado.

Mas há quem pense diferente. Ney Matogrosso, excêntrico cantor, por exemplo, deu uma entrevista dias atrás à Revista Época (Ed 728, pg 88), e disse, sobre casar:

Acho chatíssimo. Sabe aquela coisa quando você está em casa lendo um livro e a pessoa te chama e olha, chama pela segunda vez e na terceira você já para de ler? É a privacidade que se perde”.

Respeito, mas acho uma grande bobagem. Escrevo isso justamente após tentar ler a entrevista na revista citada, e minha filhinha me interromper, pular na minha barriga e pedir para contar para ela “uma história maluca da Dani”, sua amiga imaginária.

A leitura ficou para outro dia; a brincadeira rolou solta, junto com a esposa e a vovó que também estavam por lá. E aí questiono: Ney Matogrosso tem razão na sua queixa, pura bobagem ou o cara é muito ranzinza?

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– Análise de Detalhes da Arbitragem de São Paulo x Corinthians

No jogo da 3a fase do Paulistão entre São Paulo x Corinthians no Morumbi, tivemos uma arbitragem ruim do bom árbitro Antonio Rogério Batista do Prado. De fato, a temporada não tem sido boa para ele: após lesão durante a Copa São Paulo Jr, o árbitro trabalhou em 4 jogos, sendo seu jogo principal até então o clássico Corinthians x Palmeiras.

Tanto no Derby da 1a fase quanto no Majestoso de ontem, o árbitro cometeu um mesmo erro:contemporizou cartões! No mundo da arbitragem, tal estilo observado se diz pejorativamente que o juiz está “administrando o jogo”, ao invés de cumprir a Regra. Ou seja: mediando, poupando, segurando. Alguns árbitros fazem isso muitas vezes “para não estragar o jogo” (como se isso fosse de responsabilidade dele – evitar expulsões!). Não digo que é o caso de ontem, mas testemunho: em muitas das partidas em que atuei como quarto-árbitro, vi árbitros que, na hora da dúvida, não expulsavam jogadores para não serem vetados futuramente. Quanto menos cartões, avaliam ser melhor, pois evitam que dirigentes reclamem de atletas suspensos por cartões vermelhos.

Nada de má fé ou algo que possa condenar o árbitro, mas sim péssima leitura da partida. Emerson Sheik abusou da catimba, Rafael Tolói deixou de ser expulso (tudo se levarmos em conta o estilo adotado no começo da partida e posteriormente acomodado). E, principalmente, as reclamações de ambas equipes. Expulsões, mesmo, só depois do jogo: Maicon e Carleto receberam o Cartão Vermelho depois da decisão de tiros penais.

Não se pode colocar que o árbitro foi decisivo na última cobrança de pênalti ao mandá-la repetir (ali, Rogério Ceni realmente abusou), mas sim questionar condutas ruins: por qual motivo a partida se encerrou aos 45 minutos do 2o tempo, sem qualquer acréscimo? A propósito: em quantos jogos você não vê os acréscimos? Se deve sempre acrescer o tempo extra pelas substituições ocorridas, paralisações para retirada de atletas lesionados / atendimento médico e perdas diversas. Será que não houve nada disso, por isso nenhum minuto?

Há árbitros de meio-de-campeonato e árbitros de decisões. Já tivemos nos últimos anos Vinícius Furlan, Leandro Bizzio e outros juízes fazendo clássicos, num torneio onde fatalmente os 4 grandes se classificam entre os 8. Se eles vacilarem e forem mal, a equipe “dita prejudicada” tem tempo de se recuperar, já que o campeonato é longo. Na fase decisiva, onde são partidas eliminatórias, há de ser a nata da arbitragem. E que não se culpe o sorteio, pois da forma que se é feito, pode-se escalar com tranquilidade (aliás, um dia Marco Polo Del Nero não disse que ‘Ouro é Ouro e tem que apitar?’).

O problema é: rarearam-se os árbitros. Desde 2005 no cargo, qual árbitro foi revelado pela gestão da presidência da CEAF do Coronel Marcos Marinho, tendo como secretário Arthur Alves Júnior?

Ninguém!

Wilson Seneme e Paulo César de Oliveira (os árbitros paulistas da FIFA) eram frutos da gestão do Prof Gustavo Caetano Rogério (estão guardados paras as finais); Abade e Sálvio (que pararam), idem. Sobraram ainda para as decisões: Braguetto, Marcelo Ribeiro, Claus e Ceretta (frutos de outras gestões).

Enfim: como revelar árbitros, se os dirigentes que lá estão não produzem a contento? Há de se profissionalizar não só a arbitragem, mas a direção dela. Antonio Rogério não vive da arbitragem, assim como a maioria dos árbitros, que durante a semana exercem suas carreiras profissionais paralelas. Já os dirigentes do apito, ao invés de dedicação exclusiva na pasta que respondem, as dividem com outras: o Cel Marinho é presidente da CEAF, membro da Comissão Paz no Esporte e responde pelas questões de segurança dos Estádios. Ou faz uma coisa, ou outra! Arthur Alves Júnior é membro da CEAF, presidente do Sindicato dos Árbitros, tesoureiro da Cooperativa, entre tantas funções.

Nada se diga em relação à honestidade desses senhores, mas vale a reflexão: se se dedicassem a uma única atividade, não seria mais produtivo?

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Análise de Detalhes da Arbitragem de São Paulo x Corinthians

No jogo da 3a fase do Paulistão entre São Paulo x Corinthians no Morumbi, tivemos uma arbitragem ruim do bom árbitro Antonio Rogério Batista do Prado. De fato, a temporada não tem sido boa para ele: após lesão durante a Copa São Paulo Jr, o árbitro trabalhou em 4 jogos, sendo seu jogo principal até então o clássico Corinthians x Palmeiras.

Tanto no Derby da 1a fase quanto no Majestoso de ontem, o árbitro cometeu um mesmo erro: contemporizou cartões! No mundo da arbitragem, tal estilo observado se diz pejorativamente que o juiz está “administrando o jogo”, ao invés de cumprir a Regra. Ou seja: mediando, poupando, segurando. Alguns árbitros fazem isso muitas vezes “para não estragar o jogo” (como se isso fosse de responsabilidade dele – evitar expulsões!). Não digo que é o caso de ontem, mas testemunho: em muitas das partidas em que atuei como quarto-árbitro, vi árbitros que, na hora da dúvida, não expulsavam jogadores para não serem vetados futuramente. Quanto menos cartões, avaliam ser melhor, pois evitam que dirigentes reclamem de atletas suspensos por cartões vermelhos.

Nada de má fé ou algo que possa condenar o árbitro, mas sim péssima leitura da partida. Emerson Sheik abusou da catimba, Rafael Tolói deixou de ser expulso (tudo se levarmos em conta o estilo adotado no começo da partida e posteriormente acomodado). E, principalmente, as reclamações de ambas equipes. Expulsões, mesmo, só depois do jogo: Maicon e Carleto receberam o Cartão Vermelho depois da decisão de tiros penais.

Não se pode colocar que o árbitro foi decisivo na última cobrança de pênalti ao mandá-la repetir (ali, Rogério Ceni realmente abusou), mas sim questionar condutas ruins: por qual motivo a partida se encerrou aos 45 minutos do 2o tempo, sem qualquer acréscimo? A propósito: em quantos jogos você não vê os acréscimos? Se deve sempre acrescer o tempo extra pelas substituições ocorridas, paralisações para retirada de atletas lesionados / atendimento médico e perdas diversas. Será que não houve nada disso, por isso nenhum minuto?

Há árbitros de meio-de-campeonato e árbitros de decisões. Já tivemos nos últimos anos Vinícius Furlan, Leandro Bizzio e outros juízes fazendo clássicos, num torneio onde fatalmente os 4 grandes se classificam entre os 8. Se eles vacilarem e forem mal, a equipe “dita prejudicada” tem tempo de se recuperar, já que o campeonato é longo. Na fase decisiva, onde são partidas eliminatórias, há de ser a nata da arbitragem. E que não se culpe o sorteio, pois da forma que se é feito, pode-se escalar com tranquilidade (aliás, um dia Marco Polo Del Nero não disse que ‘Ouro é Ouro e tem que apitar?’).

O problema é: rarearam-se os árbitros. Desde 2005 no cargo, qual árbitro foi revelado pela gestão da presidência da CEAF do Coronel Marcos Marinho, tendo como secretário Arthur Alves Júnior?

Ninguém!

Wilson Seneme e Paulo César de Oliveira (os árbitros paulistas da FIFA) eram frutos da gestão do Prof Gustavo Caetano Rogério (estão guardados paras as finais); Abade e Sálvio (que pararam), idem. Sobraram ainda para as decisões: Braguetto, Marcelo Ribeiro, Claus e Ceretta (frutos de outras gestões).

Enfim: como revelar árbitros, se os dirigentes que lá estão não produzem a contento? Há de se profissionalizar não só a arbitragem, mas a direção dela. Antonio Rogério não vive da arbitragem, assim como a maioria dos árbitros, que durante a semana exercem suas carreiras profissionais paralelas. Já os dirigentes do apito, ao invés de dedicação exclusiva na pasta que respondem, as dividem com outras: o Cel Marinho é presidente da CEAF, membro da Comissão Paz no Esporte e responde pelas questões de segurança dos Estádios. Ou faz uma coisa, ou outra! Arthur Alves Júnior é membro da CEAF, presidente do Sindicato dos Árbitros, tesoureiro da Cooperativa, entre tantas funções.

Nada se diga em relação à honestidade desses senhores, mas vale a reflexão: se se dedicassem a uma única atividade, não seria mais produtivo?

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– E quando o Cartão de Crédito “se bloqueia”?

Quer coisa mais chata do que fazer compras e na hora do pagamento, por motivo de segurança, o cartão de crédito ser bloqueado pela operadora?

Claro, há o lado bom: se alguém roubar seu cartão e fazer compras estranhas à normalidade do cliente, tudo bem. Mas e se considerarmos que o estabelecimento comercial é habitual ao perfil do dono do cartão?

Já aconteceu comigo diversas vezes. Em pouquíssimas oportunidades alguém da operadora me ligou. Na maioria, eu quem tive que ligar. O pior: em lugares em que tenho costume de usá-lo, e as vezes com muitas pessoas tendo que ter paciência para aguentar minha demora.

Quer coisa mais constrangedora do que ligar para o cartão de crédito com uma fila de clientes apressados atrás de você, estando ali, empatando o caixa?

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– Mordomo bem Remunerado!

Dizer o quê: descobriu-se que o mordomo do Renan Calheiros recebe R$ 18.200,00 / mês! Pago com nosso dinheiro de contribuintes, claro.

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– Encontro da Pastoral Fé e Política discutindo rumos da Região de Jundiaí e abordando a Jornada Mundial da Juventude

Reproduzo convite interessante e importante: A Pastoral Fé e Política de Jundiaí se reunirá com políticos da região para discutir diversos assuntos, entre eles, a Juventude! Abaixo:

5º ENCONTRO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ COM OS POLÍTICOS

A Diocese de Jundiaí, através do bispo Dom Vicente Costa e da Pastoral Fé e Política, prosseguindo com os encontros iniciados em 2011, com os políticos das 11 cidades da área da Diocese, promove no dia 20 de maio, das 8h às 11h, na Cúria Diocesana de Jundiaí, o 5º Encontro da Diocese de Jundiaí com os Políticos.

O Encontro tem por objetivo aprofundar a reflexão da relação Fé e Política na vida eclesial e das instituições políticas, possibilitando a partilha de experiências, troca de conhecimentos em políticas administrativas e regional.

Em conexão com o assunto Juventude – que neste ano é pauta de vários eventos, como a Jornada Mundial da Juventude, tema da Campanha da Fraternidade e do Grito dos Excluídos, durante o encontro será ministrada uma palestra: “Juventude e Políticas Públicas”, pelo Doutor em Educação e Mestre em História Social, José Renato Polli. Ele é também escritor e tem livros publicados nas áreas de educação, filosofia, história, crônicas e literatura infantil.

Ainda sobre educação e juventude haverá a exposição de tópicos abordados na Campanha da Fraternidade. Pelo exposto, Vereadores, Vice-Prefeitos, Prefeitos, Secretários Municipais, Deputados Estadual e Federal, as Pastorais Sociais, Conselho Diocesano de Leigos e demais segmentos da sociedade estarão presentes neste importante encontro.

A Cúria Diocesana de Jundiaí está localizada na Rua Engº Roberto Mange, 400 – Bairro do Anhangabaú – Jundiaí.

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– Escalas da Conmebol: um balcão de negócios políticos? Avaliando e Questionando a Próxima Escala de Atlético Mineiro x São Paulo

Roberto Silveira (URU) apitará Atlético Mineiro x São Paulo, na próxima quarta-feira. O assisti na Vila Belmiro no ano passado em Santos x Velez, pelas quartas-de-final da Libertadores. Boa escolha. O uruguaio detesta falatório em campo e é rigoroso com simulações e indisciplina. Não tem um dos melhores condicionamentos físicos do quadro sulamericano, mas compensa esse problema com ótima colocação em campo. Marca poucas faltas, mas aplica muitos cartões. Possui grande conhecimento de detalhes da regras (recordando: foi ele quem expulsou corretamente Neymar, num jogo em 2011, por comemoração de gol usando máscara).

Mas atenção: leio em diversos portais de que o CAM “furou a Conmebol” com a antecipação da escala, anunciando-a em seu site. Calma, antes da divulgação oficial da Conmebol via página eletrônica, ela o fez a tarde no Twitter.

Embora, sejamos justos: como é indicação e não sorteio, não seria anormal que os clubes já tivessem sido informados publicamente (e consultados) sobre a escala. Sendo assim, não há problema em indicar árbitro que seja escalado com a concordância dos clubes, mas sim quando há a negociação do seu nome ou do seu status de maneira isolada dos demais.

O que seria essa “negociação”?

Explico: em jogos onde não há sorteio público, o nome pode ser diretamente escolhido pela Comissão de Árbitros. Pergunte se (caso possível) as equipes envolvidas nas semifinais do Campeonato Paulista não topariam que o árbitro da finalíssima fosse Wilson Seneme? O medo é: e quando apenas um clube está na negociação? Digo isso pois leio na Folha de São Paulo de sábado (04/05/13 na coluna Painel FC) onde o jornalista Bernardo Itri informa que o gaúcho Vuaden e o paranaense Heber já estavam escalados para os confrontos de ida e volta, e houve sim a mudança de árbitros, a pedido de Alexandre Kalil.

Se de fato ocorreu por pedido do dirigente do Atlético, aí podemos fechar a Conmebol, pois ela se transformou em balcão de negócios! O desrespeito ao São Paulo FC, e maior ainda, contra os árbitros já escalados (conforme informação do jornalista), assusta!

Não questiono a honestidade dos árbitros estrangeiros (Antonio Arias de fraca condição técnica, e Roberto Silveira de ótima), mas sim a questão ética e moral na mudança de critérios, já que os árbitros locais são escalados pela Conmebol em confrontos domésticos (critério já utilizado nessa fase, com o argentino Abal no jogo Newells x Velez).

A indignação maior é: por quê a CBF avalizou essa escala estrangeira? Não deveria ela defender seus árbitros, insistir na competência deles e recomendar à Conmebol os nomes brasileiros para comandar os jogos decisivos?

Aliás: alguém viu Sindicato de Árbitros, Cooperativa de Árbitros ou Associação de Árbitros (repararam quantas organizações de “defesa dos árbitros”) gritando contra esse fato? Por quê elas não se manifestaram?

Seria justo que, no Campeonato Brasileiro, os árbitros se recusassem a apitar jogos do Atlético, que deveria arcar com as despesas dos árbitros estrangeiros em seus partidas também no torneio nacional.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– O Pecado, as Tentações e Suas Consequências

Continuando nossos encontros semanais da Catequese do Sacramento da Confirmação (Crisma), discutiremos com os crismandos da Comunidade Nossa Senhora de Fátima (Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP) o tema: Pecado, Tentações e Consequência. Abaixo:

O PECADO E AS TENTAÇÕES

Um grande dilema assola a consciência das pessoas: O que é certo, o que é errado? O que é bom, e o que é mau? Como avaliar se algo é do bem, e se algo é do mal?

Quando falamos em “pecado”, falamos sobre práticas más, que trazem males a nós mesmos e aos outros, e que portanto, é errado.

Mas afinal, o que é pecado?

Pecado é algo que praticamos (por pensamentos, por palavras, por atitudes e omissões) que nos afasta da Santidade, ou seja, de Deus. Portanto, o pecado nos distancia do Senhor. Cada vez que pecamos, nos afastamos do Reino dos Céus e desagradamos a Deus.

Quando alguém peca, ninguém tira benefícios reais daquele pecado: aquele que foi prejudicado, sofre; o que prejudicou, pode tirar alguma vantagem material momentânea, mas acertará suas contas com Deus.

Classificamos os pecados em duas categorias: PECADO VENIAL e PECADO MORTAL: Os veniais são pecados mais leves, como por exemplo: contar alguma vantagem para os outros (se gabar de algo). Os mortais são aqueles que podem ser chamados de mais graves: matar, por exemplo.

Há ainda os “PECADOS CAPITAIS”, que a Igreja classificava historicamente em 7:

  • 1. Soberba
  • 2. Avareza
  • 3. Luxúria
  • 4. Ira
  • 5. Gula
  • 6. Inveja
  • 7. Preguiça.

Recentemente, outros “6 NOVOS PECADOS CAPITAIS contemporâneos”:

  • 1. Fazer modificação genética
  • 2. Poluir o meio ambiente
  • 3. Causar injustiça social
  • 4. Causar pobreza
  • 5. Tornar-se extremamente rico
  • 6. Usar drogas

Não podemos nos esquecer que não existe pecados “mais ou menos”; venial ou mortal, pecado é pecado.

Os malefícios que o ato de pecar traz na nossa vida são muitos: depressão, stress, angústia, remorso, etc…

Podemos fazer duas afirmações: com certeza, todos somos pecadores; e Deus perdoa a todos os pecados, não somos nós que julgamos se os outros são pecadores ou não. Em João 8,1-11, Jesus perdoa a pecadora e nos mostra que também nós devemos perdoar os outros. Jesus nos revela a infinita misericórdia de Deus.

Deus ama o pecador, mas detesta o pecado. Ora, como criaturas de Deus somos chamados a buscar a santidade, fazendo o bem e fugindo do pecado.

Pecar é tentador, pois o mundo está cheio de prazeres e se esquece de que nem tudo é permitido.

DINÂMICA:

1) Logicamente não existem apenas 13 pecados. Os que vimos hoje, são considerados capitais. Vamos enumerar outros pecados que percebemos:

a- na vida escolar,

b- com os amigos,

c- na família,

d- no trabalho,

e- na política,

f- na televisão.

2) Uma grande forma de ser perdoado por Deus pelos pecados é arrepender-se e confessar os pecados. Mas, é necessário que nós também perdoemos quem peca contra nós. Reflita a oração do Pai-Nosso e responda:

a) Tenho perdoado com o coração aos que me ofendem?

b) Existe alguém aqui no nosso grupo com desejo de pedir perdão ou de perdoar. Que tal fazer?

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– Ninguém trabalha no Congresso Nacional?

Dos 594 deputados federais, apenas 28 trabalharam em Brasília ontem. Não era ponto facultativo, mas dia útil de trabalho.

Moleza demais para esses caras, né? E ganham bem.

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– O Documento Histórico do Anjo Gabriel

Um documento histórico está em exposição: escritos que poderiam ter sido revelados pelo próprio anjo Gabriel, e que trazem a tona a importância dele para as 3 grandes religiões: o Cristianismo, Judaísmo e Islamismo.

Extraído de: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/05/exposicao-em-jerusalem-mostra-escritos-revelados-pelo-arcanjo-gabriel.html

EXPOSIÇÃO EM JERUSALÉM MOSTRA PELA PRIMEIRA VEZ ESCRITOS QUE TERIAM SIDO REVELADOS PELO ANJO GABRIEL

O nome de Gabriel é sagrado para três religiões. Mas uma pedra exposta no Museu de Israel é um dos poucos achados arqueológicos com referências ao anjo produzidos ainda do tempo de Cristo. “Eu sou Gabriel!”, diz o texto em hebraico.

Em Jerusalém, uma exposição sobre o arcanjo Gabriel mostra pela primeira vez ao público uma pedra com escritos que teriam sido revelados pelo anjo. A peça foi encontrada há 13 anos.

Um dia, Gabriel apareceu a Maria com uma notícia que mudaria a história da humanidade.

“De repente o anjo chegou e se apresenta a Maria dizendo: Vai nascer de você o salvador”, reproduz o teólogo Élio Passeto.

Foi o anjo Gabriel quem decifrou o sonho do profeta Daniel, num momento histórico do judaísmo. E foi também Gabriel quem revelou ao profeta Maomé os versos do Alcorão.

“Quando você está usando a palavra anjo, você está dizendo já uma atuação de Deus sobre a humanidade”, explica o teólogo

O nome de Gabriel é sagrado para as três religiões. Mas uma pedra exposta no Museu de Israel é um dos poucos achados arqueológicos com referências ao anjo produzidos ainda do tempo de Cristo. “Eu sou Gabriel!”, diz o texto em hebraico.

São 87 linhas escritas com tinta, algumas apagadas pelo tempo, no que seria uma conversa do anjo Gabriel com um profeta desconhecido.

Foi nos desertos ao redor do Mar Morto onde encontraram a pedra que os arqueólogos chamaram de Revelação do Anjo Gabriel. Não se sabe ao certo quem encontrou a pedra, mas o fato é que ela foi levada pra um antiquário que fica a poucos quilômetros de lá, na Jordânia, e então, vendida a um colecionador suíço. Só que na época, e isso foi no ano 2000, nem o colecionador, nem o dono da loja sabiam da importância que a pedra pode ter.

Em uma das últimas linhas, Gabriel anuncia algo que acontecerá no terceiro dia.

Mas logo em seguida, uma palavra ilegível deixou os estudiosos em dúvida. O curador da exposição, Adolfo Roitman, explica que não dá pra saber ao certo se o texto fala que no terceiro dia vai haver um “sinal” ou uma “ressurreição”.
Seja qual for a palavra, para o teólogo brasileiro que estudas a história das religiões em Jerusalém, a importância é praticamente a mesma.

“Se é verdade e a pedra precede o período dos textos do Novo Testamento, dos evangelhos que nós temos e que anunciam isto, significa que esse universo aí que está anunciado na pedra é um universo que será continuado e confirmado no anúncio quando Jesus morreu e ressuscitou”, explica Élio.

Então é uma confirmação sobre Jesus Cristo que não estava na bíblia? Ou só uma interpretação duvidosa? Os estudiosos vão levar tempo para revelar.

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– Análise da Arbitragem de São Paulo x Atlético Mineiro. Como foi o árbitro?

Na noite passada, tivemos um bom jogo no Estádio do Morumbi. E como foi a atuação do árbitro paraguaio Arias?

No começo da partida, o árbitro entrou vibrante no jogo. Estava no mesmo ritmo dos jogadores: elétrico. Correu demais, sempre próximo as jogadas. E conversando bastante! A toda falta, por mais leve que fosse, marcava e pedia calma. Durante a partida, foi cansando e relaxando.

Aos 19 minutos, um erro infantil: Tardelli e Lúcio disputam a bola, o atleticano chuta ao gol e desvia no bico da chuteira do são paulino. Escanteio marcado pelo bandeira, mas cuja marcação é desprezada pelo árbitro, que bateu no peito, apontou a marca do tiro de meta e desprestigiou (erroneamente) seu assistente. Erro técnico e ao mesmo tempo, de soberba ao desprezar o trabalho de equipe.

Apesar do ritmo frenético e nervoso do jogo, o comportamento dos atletas frente ao árbitro era razoável. A partida transcorria sem lances polêmicos e o árbitro conduzia regularmente o jogo. Até que, aos 34 minutos, um lance capital de acerto do paraguaio: Lúcio atinge Bernard no corpo, após perder o tempo de bola e receber o Cartão Amarelo. Como já tinha recebido poucos minutos antes o Primeiro Amarelo, expulso pelo Segundo Cartão com acerto. Neste lance, especificamente, não era para Vermelho Direto, pois Lúcio não vai disputar a bola com a chamada “Força Excessiva”, mas sim com o que a Regra chama de “Ação Temerária”: digna de Amarelo.

No segundo tempo, com o Atlético Mineiro na frente do placar e com superioridade numérica de atletas, o árbitro voltou às suas origens: erros bobos e má atuação em lances comuns (mas nada que mudasse o resultado). Aos 75 minutos, Rafael Tolói abandona a bola e vai no corpo de Ronaldinho Gaúcho, matando o ataque mineiro. Não foi aplicado o Cartão Amarelo. Aos 86m, novamente Toloi (agora obstruindo R10 com um paredão), e nem falta marcada em novo contra-ataque. Seriam dois cartões amarelos em Toloi por infração no mesmo adversário.

Mesmo assim, a regular atuação do árbitro não foi determinante, lembrando que o lance mais chamativo – a expulsão de Lúcio por reincidência – foi correta.

Chamo a atenção de dois fatos importantes:

1- notoriamente, o trabalho do ex-árbitro Wagner Tardelli deixou frutos como professor de regras no time de MG. No começo do ano, o Atlético conseguiu um gol por se aproveitar da não-existência de impedimento na cobrança de lateral. Ontem, no final da partida, numa cobrança de falta e antes da bola ser tocada, o time inteiro correu para o meio campo, deixando ao menos 5 jogadores do São Paulo vendidos, impedidos, sem possibilidade de continuar na jogada. Sem dúvida, lance de treino conhecendo detalhes da Regra do Jogo.

2- Cuca substituiu muito bem atletas que tinham cartão amarelo. Pressentiu uma possível compensação do árbitro? Provavelmente. Teve boa percepção.

Uma outra observação: a falta de sorte do São Paulo: Aloísio foi substituído por Ademilson, que foi substituído por Rodolpho, que foi substituído por Douglas.

Por fim: Na 4a feira, Cris, do Grêmio, foi expulso bisonhamente contra o Santa Fé. Ontem, Lúcio. Ambos zagueiros veteranos, rodados, e ditos “xerifes” para passar experiência aos seus times…

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– Análise da Arbitragem de São Paulo x Atlético Mineiro. Como foi o árbitro?

Na noite passada, tivemos um bom jogo no Estádio do Morumbi. E como foi a atuação do árbitro paraguaio Arias?

No começo da partida, o árbitro entrou vibrante no jogo. Estava no mesmo ritmo dos jogadores: elétrico. Correu demais, sempre próximo as jogadas. E conversando bastante! A toda falta, por mais leve que fosse, marcava e pedia calma. Durante a partida, foi cansando e relaxando.

Aos 19 minutos, um erro infantil: Tardelli e Lúcio disputam a bola, o atleticano chuta ao gol e desvia no bico da chuteira do são paulino. Escanteio marcado pelo bandeira, mas cuja marcação é desprezada pelo árbitro, que bateu no peito, apontou a marca do tiro de meta e desprestigiou (erroneamente) seu assistente. Erro técnico e ao mesmo tempo, de soberba ao desprezar o trabalho de equipe.

Apesar do ritmo frenético e nervoso do jogo, o comportamento dos atletas frente ao árbitro era razoável. A partida transcorria sem lances polêmicos e o árbitro conduzia regularmente o jogo. Até que, aos 34 minutos, um lance capital de acerto do paraguaio: Lúcio atinge Bernard no corpo, após perder o tempo de bola e receber o Cartão Amarelo. Como já tinha recebido poucos minutos antes o Primeiro Amarelo, expulso pelo Segundo Cartão com acerto. Neste lance, especificamente, não era para Vermelho Direto, pois Lúcio não vai disputar a bola com a chamada “Força Excessiva”, mas sim com o que a Regra chama de “Ação Temerária”: digna de Amarelo.

No segundo tempo, com o Atlético Mineiro na frente do placar e com superioridade numérica de atletas, o árbitro voltou às suas origens: erros bobos e má atuação em lances comuns (mas nada que mudasse o resultado). Aos 75 minutos, Rafael Tolói abandona a bola e vai no corpo de Ronaldinho Gaúcho, matando o ataque mineiro. Não foi aplicado o Cartão Amarelo. Aos 86m, novamente Toloi (agora obstruindo R10 com um paredão), e nem falta marcada em novo contra-ataque. Seriam dois cartões amarelos em Toloi por infração no mesmo adversário.

Mesmo assim, a regular atuação do árbitro não foi determinante, lembrando que o lance mais chamativo – a expulsão de Lúcio por reincidência – foi correta.

Chamo a atenção de dois fatos importantes:

1- notoriamente, o trabalho do ex-árbitro Wagner Tardelli deixou frutos como professor de regras no time de MG. No começo do ano, o Atlético conseguiu um gol por se aproveitar da não-existência de impedimento na cobrança de lateral. Ontem, no final da partida, numa cobrança de falta e antes da bola ser tocada, o time inteiro correu para o meio campo, deixando ao menos 5 jogadores do São Paulo vendidos, impedidos, sem possibilidade de continuar na jogada. Sem dúvida, lance de treino conhecendo detalhes da Regra do Jogo.

2- Cuca substituiu muito bem atletas que tinham cartão amarelo. Pressentiu uma possível compensação do árbitro? Provavelmente. Teve boa percepção.

Uma outra observação: a falta de sorte do São Paulo: Aloísio foi substituído por Ademilson, que foi substituído por Rodolpho, que foi substituído por Douglas.

Por fim: Na 4a feira, Cris, do Grêmio, foi expulso bisonhamente contra o Santa Fé. Ontem, Lúcio. Ambos zagueiros veteranos, rodados, e ditos “xerifes” para passar experiência aos seus times…

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– Autodidatas da Pobreza

Compartilho interessante matéria da Revista Isto É sobre interessante programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

NATIVOS DIGITAIS

Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Por Juliana Tiraboschi

Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.

Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

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– A Adição do Álcool na Gasolina começou ontem!

Ontem, a produção de Gasolina ganhou uma nova formulação: antes, a fórmula tinha 20% de Álcool Anidro; agora, terá 25%.

A medida visa incentivar a produção da indústria sucroalcooleira, diminuir a importação de Gasolina do país e baratear o produto. Mas, cá entre nós: quem disse que o preço caiu?

Como haverá maior consumo de álcool, logicamente a escassez fará o preço aumentar. Na prática, maior adição de um produto no outro não surtirá efeito ao consumidor final.

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– Fórmula Indy: e se fosse na Globo?

A Fórmula Indy acontecerá nesse final de semana no “Circuito de Rua do Sambódromo – Anhembi“. Iniciativa bacana, legal, a um custo de 1/10 da Fórmula 1.

O problema é: não sendo da Globo, o evento tem visibilidade muito menor. Por mais que a detentora dos direitos de transmissão, a Band, se esforce em divulgá-lo, nitidamente não é a mesma coisa.

Isso prova que a Globo é realmente forte. Aliás, algum noticiário do evento (que se chama Itaipava Indy 300 Nestlé) nas mídias dela?

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– Estado e União em Acordo Fiscal?

Ouço que o governador Alckmin se encontrará com a presidente Dilma, a fim de resolver a pendenga das brigas fiscais entre os estados. A ideia é evitar diferenças de ICMS oferecidas por alguns governadores, tirando empresas de SP.

Já era tempo, Geraldo! Só os paulistas perderam com isso…

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– Somos todos Saudáveis!

O jundiaiense está de parabéns: antes das 6h da manhã, a Pista de Atletismo do Complexo Esportivo do Bolão já está cheia de atletas!

Ótimo: sinal de que a população está deixando o sedentarismo de lado…

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– As Milionárias Capas-de-chuva para a Seca na Copa do Mundo!

É por essas e outras que não queria Copa do Mundo no Brasil. Para o Estádio de Brasília, os policiais que trabalharão nos jogos do Mundial vão receber uma capa de chuva para maior conforto. Detalhe: cada uma custou R$ 315,00, preço superior a um colete a prova de balas (investimento total de R$ 5,35 milhões).

A pergunta é: Se há 5 anos não cai uma gota d’água na região em que se localiza o Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), por quê se gastar valor tão alto? O período dos jogos acontecerá no pico da estiagem do Distrito Federal…

É a farra do dinheiro público! Comprar guarda-chuva não é mais barato, já que se quer ser tão prestativo?

Extraído de: http://migre.me/elmII

DISTRITO FEDERAL INVESTIU R$ 315 EM CADA PEÇA DE PROTEÇÃO PARA O MUNDIAL DE 2014

O Governo do DF vai gastar R$ 5,35 milhões com capas de chuva para policiais, visando a Copa do Mundo. Só que os jogos serão em época de seca em Brasília. Não choveu nada nos últimos cinco anos no período. Cada capa vai custar R$ 315,00 – é ‘especial’, dizem autoridades. Total gasto com o produto será 3X maior do que com coletes à prova de bala.

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– A Vantagem ou Não da Relação Gasolina x Etanol

Faça as contas: a tabela mostra a relação de preço entre Gasolina e Etanol. Veja o preço da gasolina na coluna da esquerda e até QUANTO o etanol deixa ou não de ser vantajoso (na coluna da direita). Por exemplo: se a Gasolina está R$ 2,75, o Etanol passa a ser desvantajoso a R$ 1,92:

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– Trezena de Fátima!

Estamos em festa na nossa comunidade. Dia 13 será celebrada a data de Nossa Senhora de Fátima. Participe da Trezena em sua honra!

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– São Paulo x Atlético: o que esperar do árbitro deste jogo?

A pressão sobre o árbitro paraguaio Antonio Arias indicado para o jogo São Paulo x Atlético, após pedido do presidente do Atlético Mineiro Alexandre Kalil, certamente comprometerá o desempenho dele. Por dois motivos:

  • 1- O árbitro terá que ter muito cuidado em lances duvidosos para não errar contra o São Paulo, já que críticos alegarão que ele foi escalado por solicitação do Atlético; em contrapartida, se errar a favor do São Paulo, poderá ser criticado por erro proposital para demonstrar que não sentiu a pressão. Se a pressão seria grande para um bom árbitro, torna-se maior para Arias, que não é tido na Conmebol como árbitro de “1a linha”.
  • 2- Antonio Arias é tido como caseiro, e apitará no Morumbi. Na partida contra o Tigre na final da Copa Sulamericana (na Argentina), realmente teve atuação ruim. Muitos times gostam desse tipo de situação, esperando que quando um árbitro que errou num jogo que atuava como visitante, compense quando apite seu jogo como mandante. Se o São Paulo souber tirar proveito da fraqueza da qualidade técnica-disciplinar do árbitro, pode se beneficiar. O pedido do Atlético poderia sair pela culatra…

A longo prazo, a questão será: e quando árbitros de ponta apitarem o Atlético no Brasileirão? A lembrança desse fato pode ressurgir.

Sobre a indicação de Arias, falamos anteriormente em:

CONMEBOL MUDA O CRITÉRIO PARA SPFC X CAM (http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/19498/Conmebol+muda+o+criterio+para+SPFC+x+CAM)

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– Minhas Tribunas!

Amigos leitores do blog, os convido para acessarem minhas tribunas:

No espaço do Jornal Diário de SP/ Rede Bom Dia, escrevo sobre administração esportiva, futebol, sociocultura do esporte e arbitragem. Muita coisa bacana e peço o seu prestígio.

Visite: http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109

Convido também para que mantenha a audiência no “Blog do Professor Rafael Porcari”, um espaço sobre Administração de Empresas, Atualidades, Esporte, Política, Religião e Cultura – Atualidades e Contemporaneidades em Geral.

Visite: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/

Se você é árbitro de futebol ou apaixonado pelo tema, acesse o Blog: “Pergunte ao Árbitro”.

Visite: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/

Se o seu negócio é cultura futebolística, entre no site Memória do Futebol, do amigo José Renato Sátiro Santiago, e navegue pelo ótimo espaço (http://www.memoriafutebol.com.br/)

Visite: http://www.memoriafutebol.com.br/blog/categoria/4

Obrigado pelas visitas!

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– Árbitro Estrangeiro para São Paulo x Atlético: Política falou mais Alto?

(publicado originalmente em 26/04/2013)

Dias atrás, falamos sobre a declaração de Sandro Lima, vice presidente do Fluminense, que pediuarbitragem estrangeira para os jogos da Libertadores da América que envolvessem seu clube contra brasileiros, após atuação ruim do brasileiro Ricardo Marques Ribeiro no jogo contra o Grêmio/RS. Disse ele:

[Os estrangeiros] são árbitros mais calejados e não sentiriam pressão. Na Libertadores, queremos árbitros de fora do Brasil(link em: http://is.gd/l84WYF)

A discussão se tornou: chamar árbitro de fora para evitar que este seja pressionado é exagero ou necessidade? O árbitro brasileiro sente mesmo mais pressão? Isso tem fundamento?

Sim e Não. E explicamos na oportunidade:

  • Sim, pois o árbitro nacional pode já ter se desgastado com a equipe pelos inúmeros jogos dos campeonatos em que apita no próprio país. Os dirigentes já o conhecem com mais intimidade e acabam naturalmente pressionando mais.
  • Não, pois árbitro bom não se deixa influenciar pela pressão. E isso independe da nacionalidade do apitador.

Agora, teremos a arbitragem do paraguaio Antonio Arias para as oitavas de final, envolvendo São Paulo x Atlético Mineiro (o mesmo árbitro da final entre Tigre x São Paulo, quando Luís Fabiano foi expulso no começo do jogo e a arbitragem foi muito ruim).

No ano passado, árbitros brasileiros apitaram os confrontos entre equipes brasileiras em todas as fases possíveis (nos confrontos entre Corinthians x Vasco e  Santos x Corinthians, por exemplo). Neste ano, já pelas oitavas, no confronto entre os argentinos Newell’s Old Boys x Velez, tivemos arbitragem do argentino Diego Abal. Por que o confronto brasileiro das oitavas não tem arbitragem brasileira?

Diz-se à boca pequena que a viagem do presidente do Atlético (Alexandre Kalil) à Conmebol teve a finalidade de pedir arbitragem estrangeira nessas partidas. Se verdade, mostra como a Conmebol aceita pedidos, independente da competência. Segundo o Uol, Alexandre Kalil disse (extraído de http://is.gd/XNAig7):

Fui na Conmebol nesta semana, mas não falei de nenhum nome. Eles (São Paulo) querem o Heber Roberto Lopes e o Leandro Vuaden. Estão pedindo pelo amor de Deus.

Como entender o aceite da Conmebol: força política do Atlético, desprestígio do São Paulo oufraqueza dos árbitros brasileiros (sem força alguma nas suas entidades representativas para reclamarem do ‘boicote’ a eles)?

O certo é: o critério mudou. Entre argentinos, árbitro da casa. Entre brasileiros, estrangeiros.

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– Valei-me, São José, no seu Dia de Operário!

Hoje é dia de São José Operáriopadroeiro dos trabalhadores. Outra data comemorativa de São José é dia 19 de março, no qual é venerado sob o título de “Patrono das famílias”, pois foi esposo da Virgem Maria e padrasto de Jesus.

Abaixo, história de São José:

SÃO JOSÉ

O nome “José” significa “Deus acrescenta um filho” ou “Deus cumula de bens”, em hebraico. É um nome muito conhecido. Existem muitos santos com o nome de José: José de Anchieta, José Benedito Cottolengo, José Cafasso, José de Calasanz, José de Copertino, José Marello, José Moscati, José Oriol e outros.

Celebramos a festa daquele José que serviu de modelo para todos os outros: José, o carpinteiro, patrono da Igreja Católica. Ele recebeu de Deus uma missão sem igual: foi escolhido para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. (Mt 1,18-25). Por ter sido educador de Jesus quando menino, adolescente e jovem, José teve grande importância na história da salvação. São José é visto como o homem do silêncio, escondimento e humilde. É também o homem do trabalho para sustentar sua família; é o homem justo, isto é, reto, obediente, de fé profunda, totalmente disponível à vontade de Deus.

José tinha a profissão de carpinteiro. Era um artesão simples e modesto. E foi esta profissão que ele ensinou a Jesus.

Não sabemos quando José morreu. Provavelmente foi pouco antes de Jesus começar sua pregação pública.

O Papa Pio IX declarou São José como protetor de toda a Igreja Católica e o Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores.

Muitos santos foram devotos de São José: São Francisco de Sales, Santa Terezinha do Menino Jesus, São Tomás de Aquino; São José Marello e muitos outros…

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