– Mágicos e Médiuns: um Povo Que Gosta de Acreditar

As pessoas gostam de ser enganadas

Michael Shermer, renomado escritor e psicólogo americano, criou polêmica em seu último livro: “Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas.

Para ele, as pessoas assistem a um mágico e sabem que é um truque. Mas quando um médium fala das coisas do além, acreditam sem questionar.  Uma frase de efeito dita:

Crer é mais fácil do que pensar”.

E aí, a profunda afirmação do psicólogo, dita convictamente por ele, ofende as religiões, independente de qual seja, ou não?

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– Custo de Vida Brasileiro supera o Americano

Ora, ora… o custo de vida de um cidadão do Brasil, em dólares, já é maior do que o dos EUA.

Detalhe: ganhamos muito menos do que um americano e gastamos mais do que eles… Aliás, já é o maior custo de vida de país emergente do mundo!

Desse título não nos orgulhamos.

– Guerra faz Franquias de Alimentação acirrarem Concorrência

Você gosta de comer no Pizza Hut? Ou no Vivenda do Camarão?

A Revista Exame (citação abaixo) traz uma matéria bacana para empreendedores e administradores que desejam ter uma franquia: novos modelos e novas promoções, visando a conquista de mais consumidores e procurando dar mais opções aos franqueados.

Extraído de Exame.com (citação completa em: http://is.gd/MdKXze)

GUERRA DE FRANQUIAS AVANÇA NAS PRAÇAS DE ALIMENTAÇÃO

Domino’s, Pizza Hut, Parmê e Vivenda do Camarão investem na adaptação de seus produtos e dos pontos de venda para modelos que atendam as necessidades dos clientes

A disputa pelo consumidor na praça de alimentação tem sido o desafio encarado por franquias do setor que mantêm unidades em shopping centers. Empresas como Pizza Hut, Domino’s, Vivenda do Camarão, Spoleto e Parmê investem em ações específicas para o local e adaptam os mix de produtos e formatos dos pontos de venda para atender às demandas dos clientes.

A guerra entra as companhias é justificada pela expansão das franquias de alimentação. No Brasil, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), no período entre 2001 e 2010, houve um crescimento de 201% no número de lojas do setor. Ao entrar neste espaço, uma das primeiras medidas adotadas pelas empresas é conhecer o perfil do consumidor que frequenta as praças de alimentação para criar ofertas que sejam relevantes e façam o cliente retornar ao ponto de venda.

Recentemente, a Domino’s resolveu apostar no potencial das praças de alimentação. A companhia criou o formato Domino’s Express, que estreou no mês de dezembro de 2011, com a inauguração da loja no Shopping Interlagos, em São Paulo. Além de colaborar para a expansão da empresa no Brasil, aproveitando a capilaridade dos centros comerciais, a iniciativa pretende fortalecer a marca no país. A meta é chegar a 2016 com 150 unidades em território brasileiro.

PORÇÕES INDIVIDUAIS

O formato Domino’s Express foi desenvolvido a partir de pesquisas da empresa junto aos consumidores. “Após o recolhimento dos resultados, percebemos uma lacuna no mercado para a venda de pizzas em fatias e essa foi a oportunidade que vislumbramos para criar o modelo voltado para a praça de alimentação”, explica Adriana Copello, gerente de marketing da Domino’s no Brasil.

Além das pizzas em fatias, também é possível encontrar petiscos, como as Batatas Smiles e portões de calabresa acebolada. Outras novidades estão em desenvolvimento para serem comercializadas nas lojas Domino’s Express, como a sobremesa Petit Gateau e as Chicken Wings, asas de frango fritas que têm um bom desempenho nos mercados internacionais da marca.

Em um mês de funcionamento, o novo modelo já apresentou uma média de 250 clientes por dia. Para divulgar o ponto de venda, a empresa apostou em degustações durante a inauguração e este mês realiza uma promoção compre e ganhe que premia os consumidores com copos exclusivos da rede.

A Pizza Hut adota uma estratégia semelhante. Das 19 unidades da empresa no Brasil, 11 estão presentes em praças de alimentação. A companhia também criou porções menores de seus produtos, como uma fatia de pizza que equivale a 1/4 do prato na versão gigante. Além da opção de porções individuais, a empresa também criou produtos para serem consumidos em grupos, que são vendidos a preços promocionais entre quinta e sexta-feira.

DIFERENCIANDO DA CONCORRÊNCIA

Uma das maneiras encontradas pela Pizza Hut para se destacar ao lado de seus concorrentes foi a aquisição de espaços próprios nas praças de alimentação e atendimento nas mesas. “A Pizza Hut foi uma das primeiras empresas a adotar esta medida como diferencial, com a proposta de tornar o atendimento semelhante ao mesmo encontrado em restaurantes”, afirma Anna Carolina Salles, gerente de comunicação da Pizza Hut

Outra ação utilizada pela empresa para atrair os consumidores é a entrega dos cartões de fidelidade Club Pizza Hut, válidos por três meses e que concedem 12 descontos de 40% no consumo de produtos nos pontos de venda. A rede também já realizou promoções com foco em estudantes portadores da Carteira Mundial do Estudante da International Student Identity Card (ISIC), oferecendo produtos para este público pela metade do preço.

Já a forma encontrada pela rede de franquias carioca Parmê para as suas lojas nos shopping centers foi a realização de promoções a partir da internet. “Realizamos ações pontuais nos perfis da marca no Twitter e no Facebook enviando vouchers com descontos válidos paras os pontos de venda instalados nas praças de alimentação, como forma de trazer os consumidores para as nossas lojas. Além de oferecer os combos promocionais, os clientes têm ainda a possibilidade de customizá-los ao seu gosto”, diz Luiz Antônio Jaeger, gerente de operações do grupo Parmê.

– Ronaldinho Gaúcho no Corinthians?

Quer dizer que boatos desse sábado colocam Ronaldinho Gaúcho no Coringão, caso saia do Flamengo?

R10, em termos de marketing, foi um fiasco no clube da Gávea. Trouxe muito menos retorno financeiro do que o esperado, incomparável com o projeto do Ronaldo Fenômeno no Corinthians.

Dentro de campo, Ronaldinho Gaúcho há tempos é um ex-atleta em atividade. Não se cuida, rende pouco e prefere as baladas noturnas. Já imaginaram Adriano e R10 juntos na noite paulistana? Não vai dar certo… Já os comerciantes e donos de casas noturnas agradecerão.

Detalhe: será metade do chamado quarteto fantástico montado pelo Parreira em 2006. Se lá já abusavam das noitadas…

Os preferia 10 anos atrás. Aí sim eram jogadores de ponta. E você, o que acha de R10 no Corinthians? Deixe seu comentário:

– Invasão Estrangeira no Brasil

O Ministro Celso Amorim diz que estamos passando por uma situação nova: a vinda de refugiados do Haiti, a volta de brasileiros que foram trabalhar no Exterior e europeus que chegam em terras tupiniquins para tentar a sorte. Tudo em decorrência do desenvolvimento econômico local.

Estamos vivendo um novo momento de imigração maciça, comparável ao do começo do século XX, onde italianos vinham “fazer América” por ser terra de oportunidades?

Agora, muitos aportam no Brasil pelas oportunidades naturais e pela crise em seus países. E isso é bom para o país? Haverá trabalho para nativos e imigrantes?

– Dois docentes em Sala de Aula ou Classes Pequenas?

Para melhorar a qualidade de ensino em SP, o Governo do Estado implantará em suas escolas 2 professores em cada sala de aula.

Será que vai funcionar?

Sinceramente, acho melhor reduzir o número de alunos por classes para que o professor tenha maior atenção com seus alunos, já que poderá personalizar mais suas aulas pois conhecerá melhor os discentes, além, claro, do desgaste menor.

E você, prefere o quê: salas grandes com 2 mestres ou salas reduzidas com poucos alunos?

É claro que, infelizmente, o custo com espaço físico e alocação da segunda opção é mais alto…

– Desratização no Congresso. Acaba quando? Mais: Deputados, Juízes e Regalias…

Um rato mordeu uma servidora pública dentro do Congresso. E, aproveitando as férias dos deputados, começaram a fazer uma desratização na casa.

A brincadeira será imperdível: Em que lugar de Brasília os ratos abundam?

Se todos os ratos que lá habitam forem pegos, precisaremos de novas eleições. Poucos sobrarão…

Aliás, leio que os deputados querem regular as regalias dos juízes. E quem limitará as dos deputados?

– Guerra em Ano Eleitoral: a Velha Estratégia…

Barack Obama, presidente dos EUA e candidato à reeleição pelos democratas nesse ano, disse que não tolerará as ameaças do Irã sobre possível fechamento do estreito Ormuz, importante rota para transporte de petróleo, e que usará a força se necessário. Já Teerã alega que o cientista nuclear iraniano morto nesta semana foi obra dos americanos. Troca perceptível de acusações.

Perceberam que as Guerras do Iraque e Afeganistão, entre outras, ocorreram em época eleitoral? E que sempre os americanos se preocupam na manutenção do presidente por questão de segurança nacional para eles?

Velha estratégia política… e quem perde é a Paz Mundial!

– Fazendo o Bem e Divulgando a Prática!

 “Tão importante quanto fazer o bem é promover o bem”

 Lema do Projeto Generosidade, das Organizações Globo em 2011.

Taí algo bacana. Incentivar pode ser o fator multiplicador tão necessário às instituições de caridade nos dias de hoje.

– Fé e Razão

Não me canso de refletir tal mensagem do saudoso Papa João Paulo II, de uma de suas encíclicas:

 “Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu”

Sábias e santas palavras!

– Gente Fina se Entende Bem

Sabe aquele dito: “Diga-me com quem andas que direi quem tu és”?

Ou ainda aquele trecho da canção: Amigo é para se guardar do lado direito do peito”?

Ambas afirmações servem para essa notícia: “Réveillon em Las Vegas (EUA) de Ricardo Teixeira acompanhado de Fernando Collor, onde o senador quer ajudar a melhorar a imagem da CBF…”

E disso Collor entende. Depois de tudo que fez quando presidente, ainda se elegeu Senador… Ele é bom para recuperar imagem ou é o eleitor que não é bom de voto?

Eu gosto de passar o Reveillón com a família, amigos e gente que tenho afinidade. E você?

Está na Coluna “Confidencial”, de Octávio Costa, na Revista Isto É de 11/01/2012, pg 33:

DESPEDIDA EM LAS VEGAS

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o senador Fernando Collor (PTB/AL) passaram a noite de Réveillon no hotel Wynn, em Las Vegas. Brindaram a virada com champanhe Dom Pérignon. Velhos amigos, Collor quer ajudar a melhorar a imagem da CBF. Em 1990, o então presidente sugeriu Olavo Monteiro de Carvalho para chefiar a delegação brasileira na Itália. O Brasil de Lazaroni fracassou nas oitavas.

– Facebook terá DataCenter do Tamanho de Meio Maracanã na Terra do Gelo

Você conhece Lulea?

É um dos grandes polos de tecnologia mundial, um lugarejo do norte da Suécia onde se investe em pesquisa e desenvolvimento, nascedouro de tecnologias como os celulares 4G.

Por sua localização geográfica, Lulea tem média de 2,5º C. É muito frio, mas foi justamente por isso que o Facebook se interessou: num investimento de US$ 760 milhões, a empresa resolveu montar seu novo data center por lá, acreditando na economia em gastos com ar condicionado, tão necessário para resfriar seus equipamentos de informática.

Não são só de incentivos fiscais ou de condições logísticas otimizadas que as empresas buscam…

– Um Padre Calado no Interior do Brasil

Um caso curioso de revolta entre fiéis e diocese em Goiás: revoltados com o afastamento sem explicação de um sacerdote, os católicos de Goiânia criam comunidades e manifestos a favor do padre Luiz Augusto, religioso que mantinha muitas obras sociais na Arquidiocese local através da grande receita do dízimo de seus paroquianos.

Extraído de: http://is.gd/LacwQd

O SILÊNCIO DO PADRE DAS MULTIDÕES

O que levou a Arquidiocese de Goiânia a punir com o isolamento o padre Luiz Augusto, responsável por celebrar missas que reuniam milhares de pessoas e arrecadavam o maior dízimo do Estado

Por Rodrigo Cardoso

Durante 15 anos, a comunidade católica de Goiânia (GO) conviveu com um fenômeno de comunicação religiosa. Adepto do movimento Renovação Carismática, que tem no padre Marcelo Rossi seu expoente mais estrelado, o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51 anos, transformou a paróquia Sagrada Família em referência de devoção no Estado. Todo domingo, o local era frequentado por cerca de 20 mil pessoas ávidas por presenciar o dom da oratória, os cânticos e os conselhos daquele que é chamado de evangelizador das multidões. Mensalmente, eram recolhidos ali R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás, segundo atestam religiosos do Estado). Projetos sociais que ofereciam distribuição de cestas básicas, acolhida a moradores de rua e ajuda a dependentes químicos, só para citar três deles, conseguiam recursos na esteira do sucesso de público da Sagrada Família. 

Faz três meses, porém, que o padre Luiz Augusto, que administrou a Sagrada Família por 15 anos até o ano passado, teve restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido em maio de 2011 para a Atos, uma comunidade evangelizadora para leigos localizada em uma chácara de difícil acesso, a cerca de 30 quilômetros do centro da cidade, ele construiu no local um galpão com capacidade para três mil pessoas para seguir celebrando. E assim o fez por cinco meses até que, obedecendo a uma ordem do arcebispo de Goiânia dom Washington Cruz, assinou um documento que o proibia de celebrar missas para o público – estando autorizado, apenas, a rezar para as pessoas que morassem na comunidade – e suspendia as suas participações em um programa de rádio e outro de tevê. Des­de então, católicos e a Arquidiocese de Goiânia estão em rota de colisão.

“Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, diz a odontopediatra Soraya Sebba Chater, que criou uma comunidade virtual de apoio ao padre. Ela foi uma das cinco mil pessoas que participaram de um abaixo-assinado em prol da permanência do pároco na Sagrada Família e tem uma irmã que saiu em passeata pelas ruas da capital goiana, com outros seis mil fiéis, defendendo a mesma causa. “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”, afirma a administradora Maria Dulce Loyola Teixeira, 60 anos, que também relata a indignação dos fiéis em um blog. A Diocese de Goiânia, por meio do padre Arthur da Silva Freitas, membro do conselho de presbíteros, nega que a liturgia empregada pelo sacerdote – ele usa a “Bíblia” e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias – tenha motivado o seu afastamento das celebrações. Também nega a existência de desvios de conduta moral do padre ou de recursos financeiros em sua gestão. De acordo com Freitas, o motivo da correção se deu porque seu colega de sacerdócio não poderia celebrar na comunidade Atos, uma vez que ela não é uma paróquia, mas sim uma capelania. “Criar paróquia é tarefa do bispo. As pessoas estavam seguindo o padre e não a Igreja”, diz o representante da arquidiocese. Um sacerdote paulista, que é funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, porém, discorda da argumentação dos que puniram o padre Luiz Augusto. “Se eu fosse capelão de um mosteiro, por exemplo, eu poderia celebrar para o público de fora. Bastaria eu seguir a regra do local e não fazer da missa um show”, afirma, preferindo não se identificar. “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”

No meio desse imbróglio, o evangelizador das multidões, desde outubro, só celebra para menos de cem moradores da comunidade. Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto não perdeu as funções de pároco, mas se encontra em um processo de “correção da postura pastoral”. Encontros quinzenais entre ele e o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello, fazem parte dessa fase. “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado”, disse o sacerdote à ISTOÉ. “Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar. Faltou orientação.” O religioso não esconde a tristeza com a atual situação. “Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”, afirma. “Sei dos meus defeitos, mas tenho carisma e saudade de estar com o povo, de celebrar pelo menos aos domingos para as pessoas.” No fim do ano passado, o sacerdote chegou a escrever uma carta à arquidiocese solicitando uma liberação para rezar uma missa para o público no Natal e no Réveillon. O pedido foi negado. Pelo visto, a crise de vocações que assola a Igreja Católica não atinge a Arquidiocese de Goiânia.

– Coca-Cola da Democracia e da Ditadura

Numa exemplar ação de responsabilidade social e cidadania, na década de 1987, em protesto contra o regime racista da África do Sul (que separava do convívio social negros e brancos, o “Aparthaid”), a Coca-cola abandonou aquele país! Foi para a vizinha Suazilândia. Entretanto… agora, a empresa apóia politicamente o ditador Mswati, o Rei que fere a democracia nessa república africana.

Palmas e vaias para a empresa.

Extraído de: Isto É, Ed 2200, pg 28

A COCA-COLA DO ANTI-APARTHEID E DE AGORA

A Coca-Cola deu em 1987 uma importante contribuição ao movimento anti-apartheid na África do Sul boicotando o regime segregacionista: retirou-se do país para abalá-lo economicamente e moveu toda a sua estrutura produtiva para a vizinha Suazilândia.

A mudança que foi louvável, e seria temporária, acabou se tornando, no entanto, perene e condenável: organizações de direitos humanos estão acusando a multinacional de apoiar política e financeiramente o rei Mswati III, o último imperador absolutista do continente. A Coca-Cola nega as acusações.  

– Haitianos sobreviventes na brasileira Brasiléia

Muitos haitianos vieram ao Brasil tentando a sorte. Devido a tragédia do terremoto que assolou o país, a miséria, que era grande, se tornou maior ainda!

Todos os dias chegam pessoas do Haiti cruzando a fronteira do Acre. Agora, cerca de 1200 refugiados estão aportando na pequena cidade acreana de Brasiléia, após cruzar o Peru e a Bolívia.

Sobreviventes da miséria, da tragédia natural, da aventura de partir da própria terra e viajar por tamanha distância… Sobreviventes mesmo, ao pé da letra!

E o que fazer na pequena Brasiléia, sem dinheiro, sem casa e sem emprego?

Com a palavra, as autoridades públicas.

– Livros de Autoajuda para crianças de 2 anos!

Que os livros de autoajuda são campeões de venda, já é sabido. Mas isso aqui é demais: um novo segmento cresce no mundo, o de livros para crianças a partir de 2 anos, tratando temas como ansiedade, timidez e medo da linguagem infantil.

Em: http://is.gd/oX8xtP

AUTOAJUDA PARA CRIANÇAS

Por João Lóes

Segundo os dados mais recentes da Associação Nacional de Livrarias (ANL), os dois segmentos que mais vendem livros no Brasil são os de títulos infantojuvenis e os de autoajuda. Não demorou para que o mercado editorial prestasse atenção a esses números e unisse os filões, numa fórmula que já faz bastante sucesso no Exterior. Há nas prateleiras nacionais vários lançamentos de autoajuda infantil, destinados a crianças a partir de 2 anos de idade, e que se propõem a discutir questões como ansiedade, timidez e até a morte de um ente querido. Tudo numa linguagem direcionada para os pequenos. “Nas nossas obras, usamos um dos recursos mais abundantes às crianças, a imaginação, para ajudá-las a lidar com as dificuldades do dia a dia”, afirma Ruth Souza, psicóloga, especialista em psicopatologia da criança e coautora da série “Faça Seu Mundo Melhor”, com seis livros lançados simultaneamente no fim de 2011 em parceria com a jornalista Roberta Ribeiro.

Nos Estados Unidos, o segmento já tem mais de três mil títulos. Ruth entende o fenômeno como reflexo do mundo em que vivemos, onde o acesso às fontes com potencial de gerar ansiedade e medo se multiplica em telas de televisão, celular e computador. “Não queremos que a criança se isole numa bolha de imaginação que a blinde dos problemas do mundo”, afirma a psicóloga. “Nosso objetivo é dar ferramentas para que elas lidem de maneira mais positiva com o dilúvio de estímulos que recebem.”

Mas, assim como a autoajuda para adultos, a versão para crianças tem seus detratores. Para Neide Noffs, coordenadora do curso de psicopedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), por exemplo, não faz sentido vender livros de autoajuda para crianças que ainda não têm repertório emocional para se ajudar. “Nesse momento, as questões devem ser endereçadas por pais atentos e profissionais de psicologia”, diz. A precocidade moderna tem seu preço. 

– Mariners Americanos são o Retrato do Antiamericanismo

Em meio a crise de imagem que os EUA têm no Oriente Médio, alguns idiotas acabam contribuindo para o sentimento raivoso dos que alimentam a visão negativa.

Para quem não viu, soldados (mariners) norte-americanos apareceram em vídeo urinando nos corpos de afegãos mortos.

Não tem link aqui, tamanha a idiotice. Mas está fácil no YouTube para assisti-lo.

Lamentável….

– Esbanjar o desnecessário: Injustiça e descaso para com o Pobre…

A indústria do luxo é cada vez mais forte no Brasil. Nossa sociedade cada vez mais consumista e materialista muitas vezes se esquece dos limites, e acaba cometendo injustiças. O glamour fala mais do que a insensatez.

A Bandeirantes tem um programa chamado “Mulheres Ricas”, onde socialytes riem da sua fortuna e dos gastos extravagantes. Enquanto isso – sem querer ser hipócrita – vítimas de Sapecado, na divisa de MG e RJ, morrem sem recursos, vítimas de desastres das chuvas.

Quer entender o que digo? Leia essa canção do padre Zezinho, elA retrata exatamente o que penso, ou seja, QUANDO O DINHEIRO ESCRAVIZA:

Não é justo e é pecado ter demais como o outro tem. (…) há pobres que se matam pela vida, e recebem de salário o que tu gastas em bebida. E o que gastas em cigarro, festas, roupas, diversão, quem te serve não recebe nem se quer pata leite e pão (…) Não é justo e é pecado esbanjar o dispensável (…) a escada que tudo sobres é a mesma que tu desces.

Não gosto dessas excentricidades sem conteúdo, nem de produtos que se impõe pela marca, com custo-benefício questionável. Me incomoda gastar com coisas desnecessárias. E você?

NÃO É JUSTO

Padre Zezinho, Sagrado Coração de Jesus

Não é justo e é pecado ter demais como o outro tem. 
Se trabalhas quase nada e sacias-te de bem, 
e o irmão que se consome e que trabalha muito mais, 
passa os dias tendo fome, porque um outro tem demais.
Tu dirás que não tem culpa de nasceres na riqueza,
Não tens culpa de este outro estar vivendo na pobreza.
E que tu ficando pobre quase nada mudaria, que se todos
Fossem pobres, o país regrediria.
Em momentos mais ousados tu respondes com dureza
E te mostras irritado com quem fala de pobreza, que se os 
Pobres trabalhassem como os ricos trabalharam, talvez eles
Se arranjassem como os ricos se arranjaram.
Acontece que há pobres que se matam pela vida, e recebem
De salário o que tu gastas em bebida. E o que gastas em cigarro,festas, roupas diversão, quem te serve não recebe, nem se quer para Leite e pão.
Não é justo e é pecado esbanjar o dispensável, quando aqueles que te ajudam levam vida miserável. É melhor fazeres isto com ternura de Cristão, para não teres de fazê-lo pela dura imposição.
A escada que tu sobes é a mesma que tu desces, quem subiu pisando os outros, os encontra no regresso. Não te esqueças que Jesus falou tudo isso e muito mais, se o dinheiro te escraviza, no seu céu não entrarás!

– Efeito Gutemberg: Árbitros de São Paulo falam sobre a Federação Paulista

Parece que Gutemberg de Paula foi o estopim que faltava para uma série de denúncias de árbitros esportivos.

Após suas incisivas denúncias na Rádio Jovem Pan, árbitros de voleibol também denunciaram situações indevidas em seu meio. E, ontem, um novo e importante episódio: árbitros do quadro da Federação Paulista de Futebol resolveram denunciar queixas de assédio moral, supostos privilégios a terceiros e possíveis apadrinhamentos.

Sobre essa denúncia aqui em SP, 5 coisas importantes:

1- Essa ação corajosa dos árbitros, evidentemente motivada pela atitude do ex-árbitro carioca da FIFA, poderia ser o começo de uma revolução que não pode parar? Estamos num momento onde as queixas nunca antes tornadas públicas começam a vir a tona, possibilitando novos horizontes menos ditatoriais? (Escrevi isso no artigo: “PRIMAVERA ÁRABE NO FUTEBOL BRASILEIRO EM PLENO VERÃO?” Em: http://is.gd/NOVOSTEMPOS).

2- Na matéria, percebe-se o porquê de muitos árbitros se calarem. O próprio título fala do silêncio necessário para subir na carreira. A submissão não é vista nem sabida pelo torcedor, que não imagina a dificuldade dos árbitros de menor expressão.

3- Claro que todas as queixas devem ser apuradas, embora, no meio da arbitragem elas sejam conhecidas. Não há novidade para os árbitros. E isso só reforça uma situação delicada: a incompatibilidade de cargos dos dirigentes, seja em São Paulo, Rio de Janeiro ou qualquer outro lugar. Como um presidente de entidade de defesa do árbitro pode ir em defesa do associado contra uma situação questionada quando esta se refere a um membro da Comissão que é o próprio dirigente da entidade? Samba-do-crioulo-doido…

4- A meritocracia é algo subjetivo. Como entidade de direito privado, a Federação Paulista tem o direito de promover ou rebaixar qual árbitro quiser, sem dar satisfação à sociedade. E, por este conceito, deveria inclusive assumir os custos da profissionalização dos árbitros, o que não ocorre e ela não deseja (ao menos, não quer ser a responsável). Se assim fosse, FGTS, férias, salário mensal, Pis, Cofins, 13º e outras coisas mais deveriam ser pagos. Os árbitros são cobrados como profissionais, mas não remunerados como tal. Entretanto, por divulgar processo de promoção e punição, por tratar de um patrimônio histórico imaterial (o futebol), e pela metodologia adotada, deveria sim dar satisfação e respeitar os critérios estabelecidos.

Ora, estamos em 12 de janeiro, e o Ranking 2012, que no regulamento consta que deveria ser divulgado em dezembro de 2011, ainda não foi ao ar. Não é justo que os árbitros reclamem ao Sindicato ou à Cooperativa que os representa? Fazem isso? Se não, quais os motivos?

5- Que espécie de ranking que não tem pontuação? A quantos pontos está distante o 2º colocado para se tornar o número 1 do quadro? Por quê a colocação de cada um não é divulgada para a imprensa?

Vale a pena dar uma conferida na excepcional reportagem. Abaixo:

Extraído de: Marca Brasil, 12/01/2012, pg 20-21

SILÊNCIO EM TROCA DA ASCENSÃO NA ARBITRAGEM

Juízes dizem que só crescem se apitarem jogos de séries inferiores em que até perdem dinheiro

Por Daniel Carmona

Na esteira das acusações de Gutemberg de Paula Fonseca, árbitros de São Paulo ganharam coragem para questionar a forma como os chefes da Federação Paulista de Futebol (FPF) tratam a escala. De acordo com Davi Balsas e Jeimes Willie Catini, só chega ao primeiro escalão quem se submete a perder dinheiro e se arriscar em jogos de campeonatos amadores e de séries inferiores, cuja arbitragem também é comandada pelos que escalam para a Série A1 do Paulista. O silêncio sobre os problemas é imperativo para a ascensão.

“Você mantém um sonho quando está arbitrando, evita falar publicamente, expor os problemas e as mazelas da entidade. Até por orientação da Federação, um árbitro não pode falar”, explica Jeimes, 33 anos, de Araras. A declaração ajuda a entender as denúncias de Gutemberg. Criticado por não ter falado quando pertencia ao quadro da Fifa, o ex-árbitro promete divulgar em breve as provas que diz estar apresentado sigilosamente à Justiça desde 2007.

“Os árbitros não querem se comprometer com os dirigentes. Todo mundo vive a expectativa de chegar ao topo da carreira. Por isso existe esse silêncio”, afirma Davi, 29 anos, na FPF desde 2006. Dia 2 de outubro, ele foi escalado para jogo do campeonato amador de São Paulo, em Brodowsky (Brodowsky x Sem Segredo). Alegando problemas financeiros, já que pagaria para trabalhar, pediu dispensa. Por conta de uma pancadaria generalizada o jogo, que acabou sendo apitado por Gustavo Turra, terminou no 1º tempo, de acordo com súmula no site da Federação. Junto com a partida, terminou também a carreira de Davi.

Em novembro, ele saiu de Campinas para reunião na capital com Arthur Alves Junior, um dos diretores da arbitragem e braço direito do Coronel Marinho, chefe da comissão. Em pauta, a razão de seu desligamento. “Fiz os cálculos e vi que o dinheiro que receberia (R$ 188) mal dava para pagar o deslocamento e a alimentação”, diz ele, que andaria, em um dia, 500 km, ida e volta — isso se economizasse na diária de um hotel. Só de gasolina e pedágio, saindo de Campinas, ele gastaria R$ 200.

No encontro, Davi recebeu uma recomendação de Arthur. “Ele disse: ‘Faça uma carta para o Coronel Marinho se humilhando. Vai dar tudo certo. Mas quero deixar claro que seu caso vai servir de exemplo para os demais. Quero você falando bem de mim depois’”. Pensando em preservar anos de investimento e trabalho, fez o combinado. O retorno ao quadro, no entanto, nunca aconteceu e ele decidiu fazer a denúncia.

“Os responsáveis pela arbitragem ganham as licitações de campeonatos amadores e a gente tem que se virar para trabalhar. Mas aí você nega e eles te desligam do sistema. Te colocam na parede para servir de exemplo aos colegas. É assim que funciona”, finaliza. Jeimes condorda: “É um jogo, mas não dá para entender os critérios”.

CENTRALIZAÇÃO: Chefe do apito tem presença forte em quatro órgãos

“Em quem nós podemos confiar? Vamos reclamar para quem?”. A indagação de Davi está pautada na hierarquia das entidades que comandam a arbitragem paulista. Segundo os árbitros, as entidades são administradas pelas mesmas pessoas. “O Arthur (Alves Junior) é responsável pela escala dos árbitros da FPF, é o presidente do Sindicato dos Árbitros (Safesp) e tesoureiro da Cooperativa dos Árbitros (Coafesp). Você fala de um lado, o outro escuta”, pondera Jeimes. Sucessor de Sérgio Corrêa na presidência do Sindicato dos Árbitros, Arthur também ocupa a cadeira de Secretário Geral da Associação Nacional dos Árbitros (Anaf).

“Tem muita coisa errada. Desde a metodologia aplicada aos árbitros no ranking, até o acumúlo de cargos com motivação política de alguns diretores do apito”, pondera ex-árbitro Rafael Porcari, que há anos mantém um blog no qual debate sobre as irregularidades do meio.

OUTRO LADO: Dirigente nega conflito

A reportagem entrou em contato com Arthur Alves Júnior, principal alvo das acusações, que garantiu não existir conflito (ou convergência) de interesses no acúmulo de suas funções. “Não prejudico ninguém. O Sindicato dos Árbitros existe porque a Federação dá um apoio. Se isso não acontecer, o sindicato já teria fechado. O dia que eu me sentir em uma posição conflitante, aí vou sair da comissão de arbitragem (da FPF)”, disse ele, que em seguida completou: “Como presidente do Sindicato dos Árbitros, tenho conseguido fazer muito mais coisas dentro da comissão de arbitragem do que antes. O processo funciona com transparência”.

Na presidência do Sindicato dos Árbitros, Arthur é o sucessor de Sérgio Corrêa, atual chefe da comissão de arbitragem da CBF, e acusado de corrupção e favorecimento por Gutemberg de Paula Fonseca em declarações à rádio ‘Jovem Pan’ na semana passada.

– Usar o Celular ou o E-mail da empresa em casa, para fins de trabalho, pode dar hora extra!

Pouca gente se apercebeu, mas no final do ano, Dilma Roussef assinou uma série de medidas que foram pouco comentadas. Uma delas vem a tona: o uso do celular e do e-mail da empresa em casa pode gerar hora extra.

Aí vem a discussão: muitos funcionários são obrigados a terem o celular da empresa 24 horas ligado, além da verificação constante de e-mails mesmo nas folgas.

O que você acha disso? Tal necessidade da empresa configura hora-extra ou é exagero da lei?

Extraído de: http://is.gd/mockW7

CELULAR E E-MAIL FORA DO TRABALHO PODEM DAR HORA EXTRA

Em tempos de popularização dos smartphones, uma lei que acaba com a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no final de 2011, já gera polêmica entre empregados e empregadores.

A legislação, que alterou a Consolidação Geral do Trabalho (CLT), diz que o uso de celular ou e-mail para contato entre empresas e funcionários equivalem, para fins jurídicos, às ordens dadas diretamente aos empregados, informa reportagem de Maeli Prado e Priscilla Oliveira publicada na Folha desta quinta-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

De acordo com advogados especializados, a mudança abre espaço para que funcionários que usam o celular para trabalhar após o horário de expediente, por exemplo, recebam horas extras por isso.

É uma interpretação oposta a de entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que rebatem que o objetivo do projeto de lei do deputado Eduardo Valente, de 2004, que deu origem à mudança

E-MAIL E CELULAR ESTENDEM JORNADA ATÉ NAS FÉRIAS

A combinação entre crescimento mais intenso da economia e avanço nas tecnologias de comunicação tem resultado em aumento das horas trabalhadas no Brasil.

Sete em cada dez profissionais –que ocupam cargos como analista, gerente e supervisor– afirmam que passam mais tempo no escritório hoje do que há cinco anos, informa reportagem de Érica Fraga publicada na Folha desta segunda-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Mais da metade diz que o teto da carga horária no escritório saltou de oito para dez horas diárias, e quase 80% são acionados nos momentos de lazer e descanso via mensagens no celular.

Nem as férias escapam: mais de 50% dos funcionários de empresas que atuam no país respondem a e-mails de trabalho nesse período, segundo pesquisa feita pela Asap, consultoria de recrutamento de executivos, a pedido da Folha.

– O Incêndio Cinematográfio na Amcor em Jundiaí:

Ontem, um incêndio de grandes proporções ocorreu na indústria de cosméticos Amcor, na área destinada à empresa Flora, na Rodovia Dom Gabriel, em Jundiaí (próximo ao Parque Eloy Chaves).

Alguns acreditavam, quando o incêndio começou, que era na Continental, empresa vizinha. Posteriormente, confirmou-se que era na Amcor. No Jardim Tânnus, bairro vizinho da empresa, voavam frascos do aerosol Oxi pelas ruas, que explodiam por culpa do fogo.

O incêndio começou por volta das 14:30h de ontem, foi controlado as 17:30h, mas ainda os bombeiros estão por lá, para apagar o que sobrou das labaredas. Muita fumaça ainda sai.

Durante a madrugada, aqui no Bairro Medeiros (7 km de distância) era possível se ouvir embalagens que explodiam. Coisa horrível!

Para quem não viu, as imagens estão em:

http://www.youtube.com/watch?v=bYRJXlGX_pg&feature=player_embedded

Vale a reflexão: em pouco mais de 1 ano, tivemos em nossa cidade o incêndio no atacadista Destro, no Roldão, na Atmosfera, e em algumas outras empresas. O que acontece?

– Pato no PSG, mas o craque é o Nenê

Alexandre Pato foi comprado pelo novo-rico do futebol europeu, o Paris Saint-German, administrado por um grupo árabe.

Ótimo nome, é reforço de peso, tudo bem… Mas, sem dúvida, o craque do PSG na última e nessa temporada é o atacante Nenê, ex-Paulista de Jundiaí, titular absoluto do time, mesmo com grandes nomes.

Com Pastore, Nenê e Cia. no time, quem vai sair para o Pato entrar?

(ops: de última hora- parece que o negócio deu pra trás e Pato vai ficar…)

– As Grávidas da Cracolândia

A Folha de São Paulo de hoje traz uma matéria impressionante sobre as mulheres grávidas viciadas em crack.

Uma delas deu um depoimento assustador:

Meu bebê fica agitado, fumo uma pedra e pronto. Ele fica bonzinho”.

Senhor Jesus… Que fim do mundo! O que as malditas drogas fazem na vida de alguém…

– Primavera Árabe no Futebol Brasileiro em Pleno Verão?

A Mudança de Nomes e Conceitos na Condução da Arbitragem Brasileira é Utopia ou Possibilidade Real?

 

Nos últimos dias, muito se tem falado sobre as denúncias do ex-árbitro FIFA Gutemberg de Paula à Rádio Jovem Pan. Em suma, cita um gigantesco tráfico de influências na Comissão de Árbitros da CBF, onde, segundo ele, o presidente da entidade, Sérgio Correa da Silva, sugestionaria facilidades para clubes politicamente fortes.

Em contrapartida, surgem novas denúncias, agora contra Gutemberg de Paula, alegando que o mesmo manipulava resultados. Árbitros encapuzados apareceram na ESPN Brasil fazendo as acusações.

Nesse fogo cruzado, quem perde e quem ganha?

Se as denúncias fossem apuradas, ganharia o futebol brasileiro. Mas os perdedores já são conhecidos: a credibilidade da CBF e seus parceiros, a categoria dos árbitros e o prazer dos torcedores em assistir futebol.

Gutemberg de Paula diz que está documentado e pronto para provar. Seus acusadores, não identificados, dizem que a prova são seus depoimentos. E quem está com a razão? Pela disposição dos órgãos que deveriam agir no caso, não saberemos.

O que dizer da ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, que ao invés de resguardar o seu filiado, defendeu a CBF? Ou do procurador Paulo Schmidit, que alegou não ver nada de importante para ser apurado (mesmo com Gutemberg ter dito que protocolou reclamações e o STJD nada fez).

Pior: o argumento maior é que outros árbitros não apoiaram Gutemberg em suas palavras. Ora, e alguém espera que os árbitros atuantes trabalhem contra seus chefes? Ilusão.

Infelizmente, a categoria é desunida e só quer saber das suas escalas. E não há quem os defenda, quando atacados, por culpa do próprio sistema. Quer exemplos? Em SP, o Sindicato dos Árbitros é presidido pelo Sr Arthur Alves Júnior, membro da Comissão de Árbitros da Federação Paulista. A outra entidade, a Cooperativa dos Árbitros, é presidida por Silas Santana, funcionário da FPF. Por mais que sejam e aleguem independência, moralmente não se dá para discutir incompatibilidade de cargos? No RJ, a situação é idêntica: tanto Cooperativa de Árbitros quanto Sindicato da categoria são presididos pelo Presidente da Comissão de Árbitros da Federação Carioca, Sr Jorge Rabello. Alguém imagina árbitro indo ao SAFERJ reclamando do presidente da CEAF-FERJ?

Em sã consciência, não dá para acreditar que há independência total, abrangendo política, moral e eticamente entre árbitros e suas instituições.

Que ninguém se iluda: não se vê autoridades brasileiras apurando os fatos até agora, nem movimento de rebeldia. Apenas poucos se levantando desorganizadamente para tentar mudar o triste panorama da arbitragem nacional, que é de: o de árbitros aparentemente assediados moralmente, passivos e lutando pelo interesse pessoal, nunca coletivo.

Esqueçam uma primavera árabe em pleno verão brasileiro. Na África Árabe e no Oriente Médio, a população saiu a rua à caça e queda dos ditadores que estavam no poder. Uma versão futebolística da revolução que mudou aquela região, lamentavelmente, pode estar longe se o caso ficar esquecido e se a desculpa de desqualificação do acusador for levada adiante.

Uma pena. Estaríamos perto de uma reviravolta nunca vista na arbitragem brasileira.

A esperança: Chris Eaton, chefe de segurança da FIFA destinado aos esquemas de manipulação de resultados, declarou que está interessado nesse caso brasileiro e já encaminhou agentes para o Brasil. Enquanto nossas autoridades relutam em agir, alguém de maior repercussão se interessou pelo caso.

O problema, cá entre nós, é que a própria FIFA não tem muita moral… Ou os casos de corrupção envolvendo ISL, Ricardo Teixeira, João Havelange e Joseph Blatter foram totalmente esclarecidos?

Pobre futebol brasileiro…

IMPORTANTE:  REITERANDO UMA POSIÇÃO, A PARTIR DE UMA RESPOSTA A PERGUNTA DE INTERNAUTA: Acho que qualquer dirigente, independente do bom ou ruim trabalho, deve se descompatibilizar de cargos que possam ser contraditórios. É saudável para a categoria. E isso deve ser contestado no RJ, SP ou qualquer outro estado.
Não critico aqui o trabalho de Arthur, Silas, Rabello ou qualquer outro citado; critico a compatibilização ou não do cargo. Sobre os nomes, respeito. Se são competentes ou não, aí é com seus associados!

– O Pseudo-Espumante Infantil e o caso Cereser

A Cereser, famosa pelos seus espumantes, lançou um refrigerante voltado ao público infantil com embalagem semelhante ao dos seus espumantes – com uma diferença: o rótulo possui personagens da Disney.

No ano passado, os produtos já estavam à disposição nos mercados. Entretanto, neste ano a Defensoria Pública do Estado de SP solicitou a retirada do produto alegando incentivo ao consumo do álcool.

Exagero ou não das autoridades?

Abaixo, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1032673-defensoria-pede-que-cereser-tire-espumante-para-criancas-do-mercado.shtml

 

DEFENSORIA PEDE QUE CERESER TIRE O ESPUMANTE PARA CRIANÇAS DO MERCADO

Por Marília Miragaia

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo enviou uma recomendação à Cereser para que retirasse do mercado uma bebida gaseificada sem álcool, destinada a crianças, que reproduz o formato de espumantes tradicionais –inclusive com rolha.

Lançada em 2011 para as festas de fim de ano, a embalagem colorida do Disney Spunch traz personagens da Disney, como a Cinderela, a Branca de Neve e o Mickey.

De acordo com Diego Vale de Medeiros, coordenador do Núcleo do Infância e Juventude da Defensoria, a estratégia da empresa foi “irresponsável, por se relacionar com produto direcionado ao adulto e fazer analogia a espumantes”.

Para ele, a bebida fere tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente, ao induzir o consumo de álcool, quanto o Código de Defesa do Consumidor –seria considerada publicidade abusiva.

A recomendação não é uma decisão judicial, mas a intenção da defensoria é levar o caso à Justiça, caso o pedido de retirada da bebida das lojas não seja seguido.

A Cereser não quis comentar o assunto. Em nota, diz que “o ofício [da defensoria] é analisado pelo departamento jurídico da empresa, que apresentará defesa até a próxima sexta-feira”.

Segundo a defensoria, a Cereser já marcou reunião com o órgão para discutir o assunto.

Um caso semelhante ao da bebida são cigarros de chocolate, retirados do mercado há vários anos pela mesma conclusão –o estímulo indevido ao consumo.

Para Vivien Bonafer Ponzoni, psicóloga e terapeuta, “incentivar o consumo de produtos próximos da realidade adulta cria uma necessidade que a criança não tem”.

No caso do Disney Spunch, os personagens infantis podem ser mais uma maneira de aproximar a criança do universo do adulto.

Desembargador da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antônio Carlos Malheiros diz que “não deixa de ser uma indução”. “A criança está bebendo a mesma coisa que os pais e se vê tão poderosa quanto eles”, afirma.

Não há prazo para que a empresa recolha a bebida.

– A Denúncia sobre o Denunciante

Estopim aceso e… PUMMMMMMM

Não é que agora o circo pegou fogo pra valer?

A ESPN divulgou agora há pouco, em seu site, matéria polêmica que irá a noite no seu programa Bate-Bola. Nela, árbitros encapuzados (a que situação chegamos…) denunciando jogos supostamente fraudados pelo árbitro Gutemberg de Paula. Falam das partidas e de um processo de negociação. Relatam com detalhes os bastidores de um ‘encomendado’ jogo que, segundo eles, seria Brasiliense X América/RN.

Aí fica a questão: é retaliação, denúncia vazia para desqualificar as denúncias feitas pelo árbitro carioca, ou um novo capítulo a também ser investigado?

Aqui um comentário particular: não deveria se apurar tudo? Não necessitamos urgentemente de um choque de gestão?

Se estivéssemos num país sério, as investigações teriam começado. Até agora, só se fala em punir o primeiro denunciante… Mas porque não apurar as queixas realizadas. Custa algo?

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

VÍDEO EM: http://ht.ly/8oLzH

– Preconceito que Enoja!

Além de preconceituosa, também azarada!

Um menino negro, segundo a matéria abaixo, foi colocado para fora de uma pizzaria paulistana por parecer ser garoto de rua. Porém, era um menino etíope, adotado por um casal espanhol que estava fazendo turismo em São Paulo…

A discriminação racial e social é constrangedora ou não?

Extraído de Revista Época, ed 09/01/2012

O PRECONCEITO CONTRA O MENINO ETÍOPE

Na sexta-feira 30 de dezembro, uma família de turistas espanhóis interrompeu as férias em São Paulo para entrar numa delegacia e fazer uma acusação de racismo. Eles almoçavam no bufê da Nonno Paolo, uma cantina italiana no bairro do Paraíso, quando ocorreu uma cena inesperada. Logo depois que deixaram a mesa para se dirigir ao balcão de alimentos, descobriram que seu filho de 6 anos desaparecera. Alertados por outros clientes, foram para a rua, onde encontraram S.T.C. sozinho, aos prantos. Filho adotivo do casal, ele é negro e nasceu na Etiópia. O pequeno S.T.C. usava roupas caras – entre elas uma camisa oficial do Barcelona. Aos pais, o menino contou que foi apanhado pelo braço por um adulto e colocado para fora do restaurante.

Os policiais encarregados do caso dizem que o pequeno S.T.C. foi vítima “no mínimo” de constrangimento ilegal, crime que consiste em “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda”. Descendente de suecos, pele clara e olhos azuis, o delegado Márcio de Castro Nilsson, que dirige o inquérito, pergunta: “Será que teria havido o mesmo constrangimento se o menino fosse loiro, de olhos claros?”.

Na fase atual da investigação, tenta-se esclarecer esse ponto. Num de seus parágrafos, o Artigo 140 do Código Penal Brasileiro descreve o que aconteceu no restaurante, como “recusar atendimento” e “impedir acesso” a locais públicos, como “injúria racial”. A pena nos dois casos é leve: três meses de prisão ou uma multa.

Numa explicação formulada com o auxílio de um advogado, o restaurante conta uma história diferente. Diz que o menino só foi abordado porque os funcionários ficaram preocupados com sua segurança. Isso porque, na versão do restaurante, ele estava de pé, andando entre aquecedores a gás, o que poderia provocar um acidente. Como o menino não fala português, não pôde compreender o que lhe diziam e foi embora por conta própria.

Essa versão teria mais credibilidade se todos os meninos que frequentam a Nonno Paolo – onde adultos e crianças confraternizam em torno de pratos variados de massa, carne e pizzas – fossem levados para a rua sempre que passassem perto de algum aquecedor fumegante para pegar um prato de espaguete. O caso só chegou à delegacia graças à intervenção de uma tia-avó do menino, Aurora Costales, de 77 anos, viúva, espanhola de nascimento, há décadas no Brasil. Ao tomar conhecimento do que se passara, Aurora voltou ao restaurante em companhia de sua sobrinha, Cristina Costales, mãe de S.T.C., e do próprio garoto. Ela cobrou explicações na frente dos clientes e só se retirou – para ir à delegacia – depois que um parente dos proprietários admitiu ter levado S.T.C. para fora. Esse parente lembrou que, como em outros restaurantes, ali também se costuma impedir a entrada de meninos de rua, com receio de constranger os clientes.

– O País dos Impostos: 47% em uma caneta!

Sabia que em uma caneta comum, de R$ 1,00, exatamente R$ 0,47 são de impostos?

– E o Prêmio do Neymar?

Neymar levou o Prêmio Puskas, concedido a Fifa pelo gol mais bonito do ano.

Li em alguns lugares: Neymar bate Messi e leva prêmio da FIFA.

Ora, respeitosamente, a manchete a se destacar deveria ser: Messi é eleito pela 3ª vez o melhor do mundo; Neymar é o 10º (que é o prêmio maior da noite).

Sem dúvida o gol de Neymar foi bonito. Mas Messi ser eleito o melhor do mundo pela 3ª vez consecutiva só com 24 anos, é muito mais destaque.

Aliás, o destaque negativo foi Marta não ter levado o prêmio de melhor jogadora do Mundo e ter perdido o posto para uma jogadora do Japão. Negativo, claro, pois mostra que os investimentos no futebol feminino são minguados por aqui.

Cada vez mais me rendo ao que não queria me render: se Neymar não for para a Europa, nunca se consolidará no exterior. É uma dura realidade. Hoje, não é possível fazer um jogador como melhor do mundo jogando somente em nosso país.

– Os Celulares de 12 dólares no Brasil

Sabem quanto custam aqueles celulares chineses, normalmente anunciados como os mais baratos nas Lojas de Departamentos?

US$ 12.00.

E a que preço são vendidos?

Mesmo com baixa qualidade e a preço bem mais caro do que deveria ser vendido, os concorrentes reclamam de concorrência desleal.

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5550996-EI15606,00-Brasil+investiga+concorrencia+desleal+de+celulares+chineses.html
BRASIL INVESTIGA CONCORRÊNCIA DESLEAL DE CELULARES CHINESES

O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro investiga denúncias de empresas brasileiras sobre uma possível concorrência desleal dos fabricantes chineses, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Os modelos asiáticos chegariam ao Brasil com custo de importação US$ 12, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, sendo que o mínimo deveria ser US$ 27 – e US$ 38 para a produção em solo verde-amarelo. Os aparelhos importados hoje somam 20% dos celulares no País, e a participação da China na venda de novos dispositivos saltou de 54% em fevereiro para 85% em agosto do ano passado.

Alcatel One Touch, Huawei e ZTE responderiam por 95% desse total, segundo uma fonte do setor, citada por O Estado de São Paulo, e seriam os principais alvos das reclamações da indústria brasileira. Esta última marca teria o menor preço entre os apurados por um levantamento, e teria abocanhado 40% do mercado de modelos com preços entre US$ 12,44 e US$ 16,67. “Estamos estudando medidas para conservar a competitividade da indústria nacional, caso seja averiguado que esses celulares chineses estão entrando no mercado de uma forma nociva”, afirmou o secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Nelson Fujimoto, ao periódico paulistano.

– As 100 melhores cidades para se viver!

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro fez um estudo buscando qualidade de vida, emprego, saúde, educação e oportunidades. E na lista das 100 melhores brasileiras, as 3 primeiras são: São Caetano do Sul, São José do Rio Preto e Indaiatuba. Jundiaí é a 34ª, Itu a 36ª e Itupeva a 74ª.

Detalhe: das 100 melhores, a maioria é do estado de São Paulo, sendo que as 27 primeiras são paulistas.

Extraído de: http://is.gd/nWvLEI

RANKING DAS 100 MELHORES CIDADES DO BRASIL PARA SE MORAR E TRABALHAR

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro fez um levantamento de dados e comparou informações sobre educação, saúde, renda e emprego (geração e salários médios de empregos formais) de todos os municípios do país e com os dados levantados criou o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), e assim foi possível criar o Ranking com as 100 melhores cidades do Brasil para se morar. Porém não implicam neste estudo, o índices de violência.

Foram coletados dados oficiais dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Trabalho de todos os municípios, e desta maneira pode se perceber que no Top 100 melhores cidades para viver a maioria fica no estado de São Paulo, inclusive todas os municípios até a 27ª posição, por exemplo, são do estado.

Em seguida vem Jaraguá do Sul de que aparece em primeiro no estado de Santa Catarina, mas em 28º na colocação geral. No Espírito Santo, Vitória, na 48º colocação geral é a melhor cidade para se viver. O melhor município do Paraná é Londrina, 51º na colocação geral. Já a melhor cidade do Rio de Janeiro é Macaé, que fica na região norte fluminense do Rio, onde tem grande exploração de petróleo. No estado de Minas Gerais a melhor colocada foi Itabira 73ª posição.

Veja agora o Ranking com as 100 melhores cidades do Brasil para se morar:

1º São Caetano do Sul SP
2º São José do Rio Preto SP
3º Indaiatuba SP
4º Araraquara SP
5º Jaguariúna SP
6º Barueri SP
7º Sertãozinho SP
8º Marília SP
9º Santana de Parnaíba SP
10º Louveira SP
11º Vinhedo SP
12º Guaíra SP
13º Bauru SP
14º Itatiba SP
15º São Carlos SP
16º Boituva SP
17º Sorocaba SP
18º Ribeirão Preto SP
19º Paulínia SP
20º Iracemápolis SP
21º Hortolândia SP
22º Valinhos SP
23º Americana SP
24º Gavião Peixoto SP
25º Sud Mennucci SP
26º Atibaia SP
27º Santa Bárbara d’Oeste SP
28º Jaraguá do Sul SC
29º Vista Alegre do Alto SP
30º Limeira SP
31º Campinas SP
32º Itapecerica da Serra SP
33º Onda Verde SP
34º Jundiaí SP
35º Araçatuba SP
36º Itu SP
37º Araras SP
38º Catiguá SP
39º Santo André SP
40º Monte Alto SP
41º Orindiúva SP
42º Lins SP
43º Catanduva SP
44º Nova Odessa SP
45º Brusque SC
46º São José dos Campos SP
47º São João da Boa Vista SP
48º Vitória ES
49º Santos SP
50º Mogi Guaçu SP
51º Londrina PR
52º Tarumã SP
53º Sumaré SP
54º Maringá PR
55º Tietê SP
56º Tubarão SC
57º Macaé RJ
58º Aracruz ES
59º Piracicaba SP
60º Votuporanga SP
61º Cotia SP
62º Barretos SP
63º São Bernardo do Campo SP
64º Pinhais PR
65º Niterói RJ
66º Jaú SP
67º Diadema SP
68º Matão SP
69º Rio Claro SP
70º Bragança Paulista SP
71º São Paulo SP
72º Pindamonhangaba SP
73º Itabira MG
74º Itupeva SP
75º Curitiba PR
76º Maracaí SP
77º Olímpia SP
78º Blumenau SC
79º Presidente Prudente SP
80º Lençóis Paulista SP
81º Botucatu SP
82º Jandira SP
83º Morro Agudo SP
84º Promissão SP
85º Alumínio SP
86º Pereira Barreto SP
87º Mogi das Cruzes SP
88º Itajaí SC
89º Concórdia SC
90º Caieiras SP
91º Nova Lima MG
92º Marapoama SP
93º Amparo SP
94º São Vicente SP
95º Sebastianópolis do Sul SP
96º Poá SP
97º Ouro Branco MG
98º Videira SC
99º Cerquilho SP
100º Belo Horizonte MG

– Mundo Cão: Mãe tenta trocar a filha por Crack

Coisas assim dão vontade de chorar. Olha para onde o maldito vício das drogas leva uma pessoa.

É tão revoltante que nem vou comentar: (extraído do OESP, 10/01/2012, pg C5)

MÃE É ACUSADA DE TENTAR TROCAR BEBÊ POR CRACK

Andréia Carla das Neves Santos, de 38 anos, foi detida pela Polícia Militar por tentar trocar a filha Alana, de menos de 2 meses, por uma porção de pedras de crack avaliada em R$ 20. A prisão ocorreu na noite de anteontem no Parque Amazônia, em Goiânia.

Segundo a polícia, no momento da detenção, a mulher se escondeu sob uma laje, com o bebê nos braços. Na Delegacia de Atendimento à Mulher, para onde foi levada e liberada após registro de boletim de ocorrência, disse que estava bêbada e longe de casa quando foi “chantageada” em um bar. Ela teria pedido R$ 1,50 para comprar passagem de ônibus a uma pessoa, que teria sugerido a troca. “Eu não tentei negociar nem trocar minha filha por drogas”, disse.

A Polícia Civil e o Conselho Tutelar devem requerer, na Justiça de Goiás, que Andréia perca a guarda do bebê, que sequer foi registrado. “Ela vai se chamar E.N.”, disse Maria de Lourdes da Silva, a avó materna da criança, que a recebeu das mãos da conselheira tutelar Karine Rodrigues Santos Almeida.

O problema é que Maria de Lourdes já cuida de outros três filhos de Andréia Carla, que, segundo a mãe, não tem emprego e vive nas ruas em busca de sexo, drogas e bebida. Agora, de acordo com o Conselho Tutelar, ela pode ser indiciada por maus-tratos e promessa de entrega de filho a terceiro por meio de pagamento.

– Os Golpes em Postos de Combustíveis que Lesam os Consumidores

Bico Seco, Álcool Molhado e Gasolina Batizada. Estes, são os golpes mais comuns contra e economia popular praticado contra clientes em Postos de Combustíveis.

Ontem, o programa Fantástico da Rede Globo levou ao ar uma matéria sobre o Golpe da Bomba que adultera a quantidade de litros vendida. Infelizmente, este é apenas 1 dos muitos golpes que bandidos travestidos de donos de Postos de Combustíveis praticam. E além do desfalque aos bolsos dos consumidores, praticam a concorrência desleal contra os bons comerciantes, que não compactuam com esse covarde e silencioso crime.

Para quem não assistiu, está em:

http://www.youtube.com/watch?v=l83MLVQLZa4&feature=player_embedded

– Falecimento do Árbitro Ademir de Lima

Com pesar, soube hoje pelo ex-assistente da CBF Marinaldo Silvério, que Ademir de Lima, árbitro da Federação Paulista de Futebol pertencente ao quadro entre 1994-2002, faleceu precocemente aqui em Jundiaí.

Ademir foi encontrado morto em seu apartamento nessa 2ª feira. Acredita-se que tenha sofrido um AVC na última 6ª feira, pelo estado do corpo. O enterro ocorreu hoje, no Cemitério Parque dos Ipês.

Quem puder avisar aos amigos, que faça-se esse ato de caridade.

Descanse em paz, amigo.

– O Tempo para um Produto “Pegar” num País

Veja que interessante: leio no Caderno “Inteligência”, produzido por Edson Porto e Álvaro Oppermann para a Revista Época Negócios (Ed Maio / 2010), sobre o tempo que cada produto leva para “estourar em vendas” em cada país. Imagine um novo produto a ser lançado. Suas vendas deslancharão em:

Suíça: 1,5 ano

Hong Kong: 2,3 anos

África do Sul: 2,8 anos

Alemanha: 3,3 anos

França: 3,8 anos

Venezuela: 4 anos

Brasil: 5 anos

Bélgica: 5,6 anos

China: 7,1 anos

Marrocos: 8 anos

Claro, esses números são relativos à média. No interior da China, por exemplo, devem alcançar perto de 10 anos; Xangai, próximo de 2 anos. Mas esse fator não é exclusivo deles. Aqui no Brasil também ocorre com naturalidade, devido ao nosso grande território e as diferenças sócio-econômicas. São Paulo, evidentemente, estará entre as mais velozes na massificação de um produto. Suas cidades vizinhas, como a nossa Jundiaí, se privilegiam da influência da nossa capital.

Você concorda que o jundiaiense ou o morador próximo de capitais estão na vanguarda da inovação mundial?

Por curiosidade, os mercados mais rápidos para lançamento de novos produtos: Noruega, Suíça, EUA) e os mais lentos (Paquistão, Indonésia, Índia e Marrocos) – universo de 55 países pesquisados.

Se quiser a matéria completa, abaixo: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137063-16366,00-TEMPO+PARA+A+DECOLAGEM.html

TEMPO PARA A DECOLAGEM

Por que alguns países podem ser velozes e outros muito lerdos na massificação de um novo produto.

O mundo é plano, mas no mercado de consumo a geografia ainda é acidentada – com diferenças regionais marcantes nas prateleiras. Tome como exemplo a câmera digital. Lançada em 1998, suas vendas dispararam em Hong Kong, decorridos apenas 14 meses.

A adoção em massa pelos early adopters (usuários pioneiros) deu escala à produção, reduziu preços e gerou mais vendas, criando um ciclo virtuoso. Na Itália, as vendas do mesmo equipamento só deslancharam em 2001. Como o mercado italiano é robusto, valeu a espera. Mas na Indonésia levou quase uma década para que o produto decolasse. Note que não se está mencionando aqui drinques energéticos ou cereais do café da manhã – itens cujo sucesso depende de gostos locais. É isso que torna a câmera digital, um produto culturalmente universal, bem ilustrativo: existem diferenças reais e objetivas entre as regiões do mundo. Alguns mercados são mais velozes do que outros. Esses contrastes despontam em um estudo dos pesquisadores Yvonne van Everdingen, Dennis Fok e Stefan Stremersch, da Erasmus University, da Holanda.

Esse trio se concentrou no histórico das vendas de oito produtos e serviços de tecnologia – entre eles PCs, CD players, câmeras de vídeo, internet, DVD players e smartphones – em 55 países entre 1977 e 2004. Os mercados mais velozes do mundo são Noruega, Suíça, Nova Zelândia, Inglaterra, Hong Kong e Estados Unidos (com tempo médio de alavancagem de vendas igual ou inferior a dois anos).Eis os mais morosos: Paquistão, Índia, Marrocos e Indonésia, com tempo médio superior a 8 anos.

O ritmo de adoção de um novo produto não pode ser atribuído apenas a fatores econômicos. Suíça e Bélgica, por exemplo, têm perfis semelhantes no que diz respeito à economia nacional. Mas o comportamento dos consumidores nos dois países é oposto. O suíço é um early adopter nato. Ali, o tempo médio para as vendas de um novo produto decolarem nas prateleiras é 1,5 ano. Na Bélgica, 5,6 anos. O consumidor belga é mais conservador do que os latino-americanos. No Brasil, na Argentina e no México o prazo para massificar um produto é de cerca de 5 anos.

Quatro fatores básicos determinam a velocidade da arrancada de consumo de um novo produto. Para começar, a saúde financeira. Os três outros critérios ajudam a lançar luzes na equação. São eles: a conectividade social, ou a rapidez com que a inovação alastra-se. A demografia, que facilita ou dificulta a penetração de mercado. E, por último, a geografia, ou o grau de isolamento da região. Alguns países, apesar de pertencer ao Terceiro Mundo, são extremamente abertos à influência externa.

A África do Sul e a Venezuela, com índices respectivamente de 2,8 e 4 anos, ocupam a mesma faixa do ranking de rapidez de adoção que França e Alemanha (respectivamente, 3,8 e 3,3). Suíça e Noruega combinam saúde financeira com abertura cultural para o novo. Daí serem mercados de contágio rápido de inovação. França e Bélgica, por outro lado, são bastante imunes à influência externa. Isso se reflete na sua classificação geral. Embora refratário à influência externa, prevalece nos Estados Unidos uma cultura de inovação interna vibrante – o que compensa na balança da adoção de novos produtos.

Estados Unidos, França e Alemanha são irradiadores de influência e ditam tendências aos países vizinhos. O Reino Unido funciona como uma esponja cultural, que absorve tendências americanas e do continente europeu ao mesmo tempo em que irradia as próprias novidades para o resto da Europa e dos Estados Unidos.

O Brasil e a América Latina ocupam uma posição intermediária no ranking. Não são mercados nem muito velozes nem muito lentos. A China é um caso à parte, por apresentar um dos piores desempenhos entre os 55 países pesquisados na velocidade de adoção (7,1 anos). Hong Kong e outros polos chineses, como Xangai, porém, apresentam um dos melhores (2,3 anos).

Os autores alertam que a rapidez de adoção não deve ser o único fator na estratégia de marketing de lançamentos globais. Indonésia, Paquistão, Vietnã, Índia e China são países “lentos” na adoção de produtos inovadores, mas o potencial de mercado é gigantesco, e compensa o investimento a longo prazo.

Qual a conclusão prática do estudo para o marketing? “No lançamento de um novo produto no mercado internacional, as decisões de marketing não devem mais ser tomadas por unidades isoladas de cada país. E também não se deve tomar o globo como um tabuleiro raso. Devemos tratar as regiões e os mercados como processos interdependentes”, diz a pesquisadora Yvonne van Everdingen.