– Gafes nos Currículos e Situações a Evitar

Vejam só: a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre bobagens colocadas nos currucula vitae em busca de emprego. São exemplos a se evitar e dicas para uma boa elaboração. Vale a pena dar uma olhada!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

AS GAFES MAIS COMETIDAS EM CURRICULUM

Estudante envia foto de Nicolas Cage em vez de currículo para recrutador e vira celebridade na web; veja outros vexames memoráveis no currículo, segundo o Career Builder

por Talita Abrantes

Lembra da Luiza que estava no Canadá? Pois exatamente no Canadá, uma estudante ganhou o status de celebridade instantânea das redes sociais – exatamente como a brasileira há alguns meses atrás. Mas por um motivo que faria qualquer um corar de vergonha em frente ao headhunter.

Em vez de encaminhar seu currículo por e-mail para o recrutador, Vanessa Hodja anexou uma foto (para lá de bizarra) do ator Nicholas Cage. O recrutador a avisou.

Ela publicou a seguinte mensagem (em letras maiúsculas e com um print do e-mail) em  seu perfil noTumblr: “Jesus Cristo, acidentalmente, eu enviei para meu potencial futuro chefe uma foto do Nic Cage…”.

Não deu outra. Em instantes, a imagem circulou pela internet e Vanessa virou exemplo para uma porção de candidatos desatentos nos Estados Unidos.

Mas ela não é a única. Pesquisa da Career Builder, divulgada hoje, mostra que Vanessa não está sozinha quando o assunto é “mico” na hora de enviar ou escrever um currículo.

O site americano especializado em carreira pediu que recrutadores americanos contassem quais foram os erros mais bizarros que já presenciaram quando o assunto é currículo.

AS GAFES MAIS MEMORÁVEIS

1 O candidato chamou a si mesmo de gênio no currículo e convidou o recrutador para entrevistá-lo em seu próprio apartamento
2 Em um processo de seleção para um emprego na Antártida, um dos candidatos afirmou que era capaz de falar “antarticano”, fluentemente. 
3 Para deixar o currículo mais charmoso, um candidato não pestanejou em decorá-lo com uma série de pequenos coelhos cor de rosa.

4 Um candidato afirmou que seu currículo foi criado para ser “cantado ao som de ‘The Brady Bunch’”, uma série musical exibida na televisão americana nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o programa ficou conhecido como “A família Sol-Lá-Si-Dó”.

5 Durante o processo de seleção para uma vaga de gestão, um dos candidatos listou “caçador de jacarés” como uma habilidade em seu currículo.

OS ERROS MAIS COMUNS

Você, provavelmente, sentiu muita vergonha alheia ao ler a lista das gafes mais memoráveis. Mas, acredite, mesmo com bom senso, muita gente pode perder a oportunidade de emprego por deslizes, aparentemente, inofensivos.

Para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa do Career Builder, 61% dos recrutadores afirmam que desclassificam um candidato que envia um currículo com erros gramaticais ou, pasmem, de digitação. Confira o ranking de erros que podem tirar você do processo seletivo:

1 Erros gramaticais e de digitação
2 Copiar frases prontas do anúncio de emprego
3 Enviar o currículo com um e-mail inapropriado. (Exemplo: gatinha65@xxx.com)
4 Não listar suas principais habilidades 
5 O currículo ter mais do que duas páginas
6 Enviar um currículo impresso em um papel decorativo. 
7 Na hora de descrever sua experiência, focar mais nas tarefas do que nos resultados que entregou em cada função. 
8 Enviar uma foto junto com o currículo
9 Ser prolixo e escrever grandes blocos de textos

– Incoerências e Inconveniências da CBF em Diversas Frentes

Pura incompetência? Veja 4 situações discutíveis promovidas pela CBF:

1) Presidente José Maria Marin confirmou nesta quinta-feira que Ricardo Teixeira ainda recebe salários da CBF. Seu vencimento é de R$ 100.000,00, e trabalha como consultor da entidade. Mesmo confirmado pela Justiça da Suíça o envolvimento em propina com João Havelange, não foi exonerado do cargo.

2) A Comissão de Árbitros sorteou o paulista Wilson Seneme para o clássico carioca Boatafogo X Fluminense, e o carioca Péricles Bassols para o clássico paulista Palmeiras X São Paulo. Ultimamente, o critério estava sendo o uso de árbitros locais nos clássicos entre clubes da mesma praça, defendendo o menor custo de tal escala e conhecimento prévio das equipes. Nesta semana, mudou. Para o árbitro, é melhor apitar longe da sua praça e voltar de cabeça fresca para casa. Porém, se não há mais a preocupação em reduzir custos, por quê ser escalar repetidamente (no sábado 14 e domingo 15) o matogrossense Wagner Reway? No sábado à tarde trabalha no Pacaembu (Corinthians X Náutico). No dia seguinte, estará em Barueri como AAA no Choque-Rei, juntamente com o goiano Elmo Resende.

Ora, será que precisamos de árbitro, bandeiras e até adicionais de outros estados para confronto de paulista contra paulista? Se economiza por um lado, se gasta muito por outro. As agências de viagens devem gostar!

3) Teremos amistoso da Seleção Brasileira no Nordeste, confirmado para 10 de setembro, contra a China em Recife. Muito bom, pena que seja numa…. segunda-feira útil de trabalho!

4) O site Apitonacional.com divulgou que o assessor / observador de árbitros, que também é presidente da Comissão de Árbitros de SC, Dionísio Rodrigues Domingos, exerce a função de preparador físico dos árbitros da CBF e FIFA no Brasil. Tudo em ordem, pois, se há competência mesmo com acúmulo de funções, ok. O problema é que, segundo o site (em: http://is.gd/1377UO), ele não tem CREF! O documento está para o profissional de Educação Física como o CRM para o Médico. Sem ele, não pode exercer a profissão.

Fico pensando: e se um árbitro, durante a preparação física, se lesionar?

São essas situações que constrangem as pessoas sérias e que maculam o respeito popular pela entidade.

– Cachoeira e o Substituto de Demóstenes

Prometi a mim mesmo que não falaria mais sobre Demóstenes Torres, aquele que um dia foi o defensor da ética no Senado e que por trás fazia lobby ao contraventor Carlinhos Cachoeira.

Porém, algo me chamou a atenção: no plenário, ele reclamou de tratamento desigual que recebeu, se comparado a Humberto Costa e Renan Calheiros, senadores que apesar do clamor popular não foram cassados e tiveram amplo direito a defesa, não-convincente, mas que se safaram pelo voto secreto de seus pares.

Isso é verdade.

E também é verdade que, lá no Senado, parece que está difícil crer que aqueles que votaram o fizeram pela ética e não pela “briga entre pares”, já que Demóstenes estava mal visto pelos seus colegas pois acusava possíveis corruptos.

Agora, algo que enoja: o suplente que assumirá o cargo será o ex-marido da mulher de Carlinhos Cachoeira, dono da Construtora Orca, uma das maiores vencedoras de obras em licitações públicas.

Ai ai ai…

– Análise da Arbitragem de Coritiba X Palmeiras

Sandro Meira Ricci deveria receber adicional de insalubridade na partida de ontem. Afinal, jogos finais são mais difíceis. Pressão extra dos paranaenses que promoveram o estádio como “Inferno Verde”, com jogadores nitidamente querendo ludibriar o árbitro o tempo todo, além do outro time entrar motivado ao melhor estilo “faca na caveira” (o Palmeiras recebeu palestra motivacional de Paulo Storani, ex-comandante do BOPE).

 

Marcelo Oliveira é uma das maiores revelações desta temporada: o treinador dificilmente não perde no Couto Pereira; e Luís Felipe Scolari, taxado por muitos como ultrapassado, não pode ser menosprezado: tem uma Copa do Mundo conquistada e estava há mais de 50 partidas sem perder por 2 gols de diferença.

 

Ambos mantiveram a escrita com o empate de ontem.

Ambos armaram muito bem suas equipes.

Ambos mandaram os atletas praticarem antijogo.

 

1-Antijogo coxa-branca: todo e qualquer contato físico era motivo de reclamação. As tentativas de cavar faltas foram grandes, tentando nitidamente jogar o árbitro contra a torcida. Neste quesito, Ricci foi muito bem, tendo aplicado aos 9 minutos o Cartão Amarelo para Rafinha por tentar simular um pênalti.

 

2-Antijogo palestrino: muitas faltas para matar o jogo. O sem-número de faltinhas não-violentas, táticas, de não permitir o adversário jogar foi elevado, e é essa a especialidade de treinadores como Felipão e Marcelo Veiga (os mais faltosos do último Paulistão). Vide os primeiros minutos: aos 5’ do 1º. tempo o Palmeiras cometeu 6 faltas num Coritiba que desejava sofrê-las. E o que dizer da primeira infração ter acontecido aos 2s? Não é erro de digitação: a falta ocorreu aos dois segundos, no apito inicial!

 

O erro relevante de Sandro Meira Ricci (que exceção a este foi bem na partida) foi ter caído na simulação da falta originada pelo gol do Palmeiras. O palmeirense tenta proteger a bola, sente o contato físico das mãos do adversário sobre suas costas, e desaba ao chão sem ter sofrido força necessária para derrubá-lo. Errou o árbitro.

 

Algumas observações:

– O maldito laser verde no rosto dos atletas. Que má educação dos torcedores…

– Excesso de papel picado em campo: como ver a linha lateral?

– Clima criado às vésperas do jogo. Precisa de chororô para promover o jogo e levar torcedor ao estádio? Uma final por si só já é motivo de casa cheia. Pressão extra dosada por violência é desnecessária.

 

Sem deixar passar batido:

– O Palmeiras venceu a Copa do Brasil invicto. Mas o único campeão da Copa do Brasil que venceu todos os adversários da série A ainda é o Paulista de Jundiaí.

– Palmeiras Campeão da Copa do Brasil; Santos Campeão Paulista; Corinthians campeão da Libertadores da América. O próximo título será do São Paulo?

– Análise da Arbitragem de Coritiba X Palmeiras

Sandro Meira Ricci deveria receber adicional de insalubridade na partida de ontem. Afinal, jogos finais são mais difíceis. Pressão extra dos paranaenses que promoveram o estádio como “Inferno Verde”, com jogadores nitidamente querendo ludibriar o árbitro o tempo todo, além do outro time entrar motivado ao melhor estilo “faca na caveira” (o Palmeiras recebeu palestra motivacional de Paulo Storani, ex-comandante do BOPE).

Marcelo Oliveira é uma das maiores revelações desta temporada: o treinador dificilmente não perde no Couto Pereira; e Luís Felipe Scolari, taxado por muitos como ultrapassado, não pode ser menosprezado: tem uma Copa do Mundo conquistada e estava há mais de 50 partidas sem perder por 2 gols de diferença.

Ambos mantiveram a escrita com o empate de ontem.

Ambos armaram muito bem suas equipes.

Ambos mandaram os atletas praticarem antijogo.

1-Antijogo coxa-branca: todo e qualquer contato físico era motivo de reclamação. As tentativas de cavar faltas foram grandes, tentando nitidamente jogar o árbitro contra a torcida. Neste quesito, Ricci foi muito bem, tendo aplicado aos 9 minutos o Cartão Amarelo para Rafinha por tentar simular um pênalti.

2-Antijogo palestrino: muitas faltas para matar o jogo. O sem-número de faltinhas não-violentas, táticas, de não permitir o adversário jogar foi elevado, e é essa a especialidade de treinadores como Felipão e Marcelo Veiga (os mais faltosos do último Paulistão). Vide os primeiros minutos: aos 5’ do 1º. tempo o Palmeiras cometeu 6 faltas num Coritiba que desejava sofrê-las. E o que dizer da primeira infração ter acontecido aos 2s? Não é erro de digitação: a falta ocorreu aos dois segundos, no apito inicial!

O erro relevante de Sandro Meira Ricci (que exceção a este foi bem na partida) foi ter caído na simulação da falta originada pelo gol do Palmeiras. O palmeirense tenta proteger a bola, sente o contato físico das mãos do adversário sobre suas costas, e desaba ao chão sem ter sofrido força necessária para derrubá-lo. Errou o árbitro.

Algumas observações:

– O maldito laser verde no rosto dos atletas. Que má educação dos torcedores…

– Excesso de papel picado em campo: como ver a linha lateral?

– Clima criado às vésperas do jogo. Precisa de chororô para promover o jogo e levar torcedor ao estádio? Uma final por si só já é motivo de casa cheia. Pressão extra dosada por violência é desnecessária.

Sem deixar passar batido:

– O Palmeiras venceu a Copa do Brasil invicto. Mas o único campeão da Copa do Brasil que venceu todos os adversários da série A ainda é o Paulista de Jundiaí.

– Palmeiras Campeão da Copa do Brasil; Santos Campeão Paulista; Corinthians campeão da Libertadores da América. O próximo título será do São Paulo?

– Declarações Contraditórias ou Emotivas?

Na última semana, após a derrota no primeiro jogo entre Palmeiras X Coritiba, o presidente do Coxa Branca, Vilson Ribeiro de Andrade, sugestionou até mesmo “esquema” para o Palmeiras ganhar a Copa do Brasil, alegando uma interferência da patrocinadora KIA, que leva o nome na competição e na camisa do time paulista.

Ontem, o discurso mudou: o mesmo Vilson disse à imprensa em geral que “a comissão de árbitros é séria”; “Wilton Sampaio foi infeliz mas é bom árbitro”, e outras declarações politicamente corretas.

Porém, inusitada foi a declaração do bom treinador Marcelo Oliveira, pressionando a arbitragem:

Quando fui jogador do Telê, aprendi a não me incomodar com o juiz. Não tenho muito a falar sobre isso, foram infelicidades da partida. Mas o Brasil todo viu que existiu pênalti no Tcheco, e a 10 metros do lance, o árbitro não viu ou não quís ver. No campo do adversário não era um juiz da FIFA, e aqui vai ser um bem experiente”.

Imagine se ele se incomodasse com a arbitragem, não? É irônico dizer que não reclama de árbitro e “descer a lenha” sobre a arbitragem…

Para esta quarta-feira apitará Sandro Meira Ricci, árbitro que estava na relação do sorteio para o primeiro jogo (foram colocados no globo da sorte naquela ocasião: Wilton Sampaio e Sandro Ricci). Terá como bandeiras o experiente catarinense Carlos Berkenbrock e o baiano Alessandro Matos, apelidado de “olho biônico”.

A propósito, a sequência de escalas de Alessandro Matos impressiona: esteve nos confrontos entre brasileiros na Libertadores, em duas semifinais da Copa do Brasil e no 1o jogo da final, na semana passada. É só “jogão”, e em sequência! Coincidentemente, a sorte parece estar do seu lado desde que o também baiano Manuel Serapião assumiu as escalas, no lugar de Sérgio Correia que está doente.

Bom jogo a todos!

– As 3 Coligações Jundiaienses

Muitas vezes questiono a falta de ideologia partidária no Brasil. Temos muitos partidos políticos, e megacoligações nas eleições mostram o quão se negocia apoio ao invés de ideias e ideais.

Veja o cenário em nossa Jundiaí: temos as coligações-

  • Reaja Jundiaí (Cláudio Miranda e Fátima Giassetti): PMDB + PSB
  • Jundiaí para Todos (Pedro Bigardi e Durval Orlato): PCdoB + PT + PSD + PPL + PSL
  • Para Avançar e Fazer o Futuro: (Luiz Fernando Machado e Parimoschi): PSDB + PRB + PP + PDT + PTB + PSC + PR + PPS + DEM + PSDC + PRTB + PHS + PMN + PTC + PV + PRP + PTdoB.
  • Ainda temos B.A. Vitorino do PSOL, além do PTN.

Não é muito partido político? Eles pensam todos iguais?

É nítido que inexiste ideologia partidária nesse país.

– Oscar Melhor que Neymar?

Já houvera lido (talvez no Diário de São Paulo / Bom Dia) e tive a confirmação da sua opinião no Programa Bem Amigos, da Sportv: Alberto Helena Jr, jornalista esportivo, afirmou que para ele, Oscar é o melhor jogador brasileiro em atividade no momento.

Claro que é difícil comparar atletas, mas se o critério é o momento, nos últimos 30 dias Oscar esteve melhor do que Neymar. Se Oscar é melhor do que Neymar, aí fico na dúvida. O certo é que ele está mostrando uma regularidade grande, maturidade boa e grandes apresentações pelo Internacional-RS.

E para você: quem é o melhor jogador brasileiro na atualidade? Deixe seu comentário:

– Dom Eugênio Sales

Um homem de fé de vida dedicada às lutas sociais. Assim que se resume a passagem de Dom Eugênio Sales, que faleceu anteontem. Junto com Dom Evaristo Arns, soma-se àqueles que lutararm contra a ditadura e fizeram a opção pelos pobres.

São esses santos na terra que nos motivam e inspiram a ser homens e mulheres melhores.

Ops: não poderia deixar de citar-: e o simbolismo na pomba que pousou sobre seu corpo e em cima dele permaneceu por mais de uma hora no seu velório? Extremamente emblemático…

– Demóstenes, Cachoeira e Senado já Cansaram?

Demóstenes Torres poderá ser cassado em breve. Mas, sendo bem sincero: essa história já não cansou?

Todas as provas mostram que ele se envolveu com Carlinhos Cachoeira, mas será julgado por mentir ao Senado!

Ora, quantas mentiras os senadores praticam e nunca dá nada? Infelizmente, é péssimo costume político.

Demóstenes justificou que:

 Mentir não configura quebra de decoro”.

Parece que a mentira é algo proibido não só em Brasília, mas no dia-a-dia das pessoas. Mas, USANDO O TROCADILHO, de “mentirinha”. Por trás disso estará a impunidade da ligação com Cachoeira e a certeza que muitos querem que a cassação dele resolva todos os problemas… Penso que Demóstenes será “boi de piranha” para salvar a vida de tantos outros acusados.

– BOPE para motivar o Palmeiras?

Quer dizer que nesta quarta-feira o Palmeiras decidirá o título da Copa do Brasil contra o Coritiba, motivado por uma palestra de ex-capitão do Bope?

Paulo Storani, o palestrante, é conhecido no mundo corporativo por suas apresentações. Entretanto, seria ele melhor indicado para motivar o elenco alvi-verde?

Com um time dirigido pelo “Sargentão” Felipão, mais gente falando sobre “Faca na Caveira” ou “Sangue nos Olhos”, pode resultar em expulsão no jogo…

– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Governo quer aumentar o Percentual de Álcool na Gasolina

Hoje, a gasolina que é vendida nos postos possui na sua fórmula 20% de álcool. Mas como a produção não têm sido suficiente, o governo estuda dar incentivos fiscais para que se plante mais cana-de-açúcar. Dessa forma, aumentaria o percentual para 25%, reduziria a importação de Gasolina e ofertaria mais Etanol.

Dará certo?

Se não der, importaremos Gasolina e Álcool…

Não éramos autosuficientes, tempos atrás?

Extraído da Revista Eletrônica Posto Hoje, Ed 10/07/2012

COTA DE ÁLCOOL ANIDRO NA GASOLINA VOLTARÁ A 25%.

O governo avalia voltar a ampliar o percentual de álcool misturado à gasolina, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele, no entanto, explicou que esse possível aumento só será possível caso a produção brasileira de álcool cresça de forma mais significativa. Lobão esteve em Niterói, região metropolitana do Rio, onde participou da cerimônia de entrega do terceiro navio do Programa de Modernização da Frota (Promef) da Transpetro, subsidiária da Petrobras para as áreas de transporte e logística. Construída pelo estaleiro Mauá e batizada de “Sérgio Buarque de Holanda”, a embarcação será voltada para o transporte de combustíveis. Com 183 m de comprimento, tem capacidade para carregar até 56 milhões de l. O ministro evitou fazer qualquer estimativa a respeito de quando a produção poderia dar um salto, influindo, assim, no percentual do álcool adicionado à gasolina. Disse ainda que a 13ª rodada de licitação de blocos de petróleo continua sem data definida, à espera de uma decisão da presidente Dilma Rousseff. Lobão informou também que o governo enviou mensagem ao Senado pedindo a recondução de Magda Chambriard, atual diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O mandato dele vencerá em novembro.

PAÍS IMPORTARÁ ETANOL

A proposta da Petrobras, em análise pelo Ministério de Minas e Energia, de aumentar de 20% para 25% o teor de álcool anidro na gasolina esbarra na incapacidade do mercado produtor brasileiro de atender à expansão de imediato. No curto prazo, seria preciso importar etanol. Com mais etanol na mistura, a Petrobrás teria um alívio de caixa, pois reduziria a necessidade de importação de gasolina. Para o presidente executivo interino da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica), Antonio de Pádua Rodrigues (foto), “é muito difícil chegar aos 25% com produção nacional”. Um desafio para os produtores é que a safra atual de cana-de-açúcar já está com andamento de 25% a 30%. Ou seja, a indústria já planejou as produções em curso para a atual mistura de 20%. Uma decisão do governo sobre o tema s eria mais conveniente no início da safra, em abril, segundo Pádua Rodrigues. “É importante sair com a regra já definida no início da safra”, afirmou. A Unica deverá terminar até o fim do mês os estudos sobre a oferta nacional para avaliar a possibilidade de aumento da mistura. Os dados servirão como base para definir para quanto os 20% atuais poderiam ser elevados.

– Processo de Árbitro contra Clube e Vice-Versa. Está na Regra?

Um verdadeiro levante dos árbitros de futebol está em curso no país. Talvez nunca tivemos tantos processos judiciais promovidos pelos árbitros através de suas associações de classe. Porém, devido a contusão do atleta Maikon Leite num lance corriqueiro de jogo na partida entre Ponte Preta X Palmeiras no último domingo, levantou-se a hipótese do Palmeiras em processar o árbitro do jogo por danos à equipe, pelo fato do clube entender que foi prejudicado.

 

Vamos lá: dentro de uma democracia, todos podem valer-se da defesa de seus direitos. Entretanto, há muitos equívocos ocorrendo.

 

Se um jornalista critica a atuação de um árbitro, caberia processo? Particularmente, entendo que não. É a livre manifestação da opinião, desde que não seja ofensiva.

 

Mas se um jornalista (ou jogador, dirigente, atleta) incita a violência e sugere má-fé, esquema, golpe, formação de quadrilha ou qualquer outro adjetivo pejorativo à pessoa do árbitro, entendo que há fundamento em mover um processo na Justiça.

 

Mas e a relação contrária: Clube processando árbitro?

 

Tal discussão já foi levantada há muitos anos, e a Regra do Jogo tratou de blindar os árbitros:

 

Na Regra 5 – O Árbitro, em “Decisões da International Football Association Board”, logo na Decisão 1 está o lembrete que:

1- Um árbitro (ou árbitro assistente ou 4º árbitro) não será responsável por:

a) qualquer tipo de lesão sofrida por um jogador, funcionário ou torcedor;

b) qualquer dano à propriedade;

c) qualquer outra perda sofrida por pessoa, clube ou associação, a qual se deva a alguma decisão do árbitro durante o jogo, conforme as Regras do Jogo, com o procedimento normal requerido para realizar, jogar e controlar uma partida.

 

Assim, a não-responsabilização de decisões do árbitro que possam levar a lesão de jogadores (marcar ou deixar de marcar uma falta) está dentro da Regra do Futebol.

 

Sinceramente, acho que vivemos um exagerado momento judicial nessas relações. Processos contra pessoas que incitem a violência ou procurem denegrir a figura do cidadão que exerce a função de árbitro de futebol são pertinentes (vide o caso do ex-árbitro Cláudio Cerdeira X Wanderley Luxemburgo ou Márcio Rezende de Freitas X Milton Neves – ou ainda como o caso Sandro Meira Ricci X Zezé Perrella). O que não pode é qualquer chiadeira virar processo na Justiça, até porque a Justiça tem coisas mais importantes a fazer do que julgar chororôs de árbitros ou de treinadores/jogadores/dirigentes.

 

Se a moda pega, fico imaginando um árbitro processar um estádio inteiro que ofenda a honra de sua genitora quando adentra ao campo de jogo, ou se no momento que é questionada pela torcida a honestidade e a sexualidade dele quando deixa de marcar algo que os torcedores gostariam.

 

Todo isso é movido pela paixão, pela vaidade ou por justo direito?

– Processos entre Árbitros e Clubes de Futebol

Um verdadeiro levante dos árbitros de futebol está em curso no país. Talvez nunca tivemos tantos processos judiciais promovidos pelos árbitros através de suas associações de classe. Porém, devido a contusão do atleta Maikon Leite num lance corriqueiro de jogo na partida entre Ponte Preta X Palmeiras no último domingo, levantou-se a hipótese do Palmeiras em processar o árbitro do jogo por danos à equipe, pelo fato do clube entender que foi prejudicado.

Vamos lá: dentro de uma democracia, todos podem valer-se da defesa de seus direitos. Entretanto, há muitos equívocos ocorrendo.

Se um jornalista critica a atuação de um árbitro, caberia processo? Particularmente, entendo que não. É a livre manifestação da opinião, desde que não seja ofensiva.

Mas se um jornalista (ou jogador, dirigente, atleta) incita a violência e sugere má-fé, esquema, golpe, formação de quadrilha ou qualquer outro adjetivo pejorativo à pessoa do árbitro, entendo que há fundamento em mover um processo na Justiça.

Mas e a relação contrária: Clube processando árbitro?

Tal discussão já foi levantada há muitos anos, e a Regra do Jogo tratou de blindar os árbitros:

Na Regra 5 – O Árbitro, em “Decisões da International Football Association Board”, logo na Decisão 1 está o lembrete que:

1- Um árbitro (ou árbitro assistente ou 4º árbitro) não será responsável por:

a) qualquer tipo de lesão sofrida por um jogador, funcionário ou torcedor;

b) qualquer dano à propriedade;

c) qualquer outra perda sofrida por pessoa, clube ou associação, a qual se deva a alguma decisão do árbitro durante o jogo, conforme as Regras do Jogo, com o procedimento normal requerido para realizar, jogar e controlar uma partida.

Assim, a não-responsabilização de decisões do árbitro que possam levar a lesão de jogadores (marcar ou deixar de marcar uma falta) está dentro da Regra do Futebol.

Sinceramente, acho que vivemos um exagerado momento judicial nessas relações. Processos contra pessoas que incitem a violência ou procurem denegrir a figura do cidadão que exerce a função de árbitro de futebol são pertinentes (vide o caso do ex-árbitro Cláudio Cerdeira X Wanderley Luxemburgo ou Márcio Rezende de Freitas X Milton Neves – ou ainda como o caso Sandro Meira Ricci X Zezé Perrella). O que não pode é qualquer chiadeira virar processo na Justiça, até porque a Justiça tem coisas mais importantes a fazer do que julgar chororôs de árbitros ou de treinadores/jogadores/dirigentes.

Se a moda pega, fico imaginando um árbitro processar um estádio inteiro que ofenda a honra de sua genitora quando adentra ao campo de jogo, ou se no momento que é questionada pela torcida a honestidade e a sexualidade dele quando deixa de marcar algo que os torcedores gostariam.

Todo isso é movido pela paixão, pela vaidade ou por justo direito?

– O Marketing do Ataque Cardíaco: Funciona…

Cada vez mais as empresas procuram ser politicamente corretas. Buscam ser respeitadas pelo seu compromisso social ou valores incontestáveis.

Quem rema contra a maré, perde espaço. Ou não?

Na contramão, um restaurante no Texas faz tudo o que não deve: oferece cigarros, lanches gordurosos e tudo o que não deve.

Conclusão?

Muito lucro!

Abaixo extraído da Revista Superinteressante, Ed Novembro 2011, pg 32

A LANCHONETE DA MORTE

Três hambúrgueres, nada de alface e um óleo especial: eis a receita do restaurante mais gordo do mundo

Por Pieter Zalis

Exagerar no fast-food faz mal. Mas uma nova rede americana de lanchonetes defende: vale a pena morrer pela boca. Com uma loja em Dallas, no Texas, e outra em Chandler, no Arizona, a Heart Attack Grill tem uma proposta simples: servir as comidas mais gordurosas do mundo – e não se envergonhar dos riscos à saúde.

No menu, poucas opções e milhares de calorias. Os ByPass Burguer (“Hambúrgueres Ponte de Safena”) variam de acordo com o número de fatias de carne: simples, duplo, triplo e quádruplo. De acompanhamento, vêm as Flatliner Fries (“Batatas de matar”), fritas na banha de porco. A bebida da casa é o milk-shake de nata. Refrigerante, cerveja, balas e cigarros sem filtro completam as ofertas do cardápio.

O marketing do ataque cardíaco é levado a sério. É proibido medir as calorias dos sanduíches – “Seria como pensar em estatísticas de aids enquanto você faz sexo”, explica Jon Basso, o dono da marca. Quem encarar o sanduíche mais trash, o ByPass Burguer quádruplo (estimativa: cerca de 8 mil calorias), ganha de graça uma carona até o carro numa cadeira de rodas conduzida pelos garçons. E qualquer pessoa acima de 160 quilos come de graça – quando e quanto quiser.

As portas da lanchonete viraram ponto de peregrinação de defensores da alimentação saudável. Alguns vão lá distribuir panfletos. Outros, frutas. Até censura foi cogitada pelos críticos. Basso se defende: “Comer em excesso faz parte do mundo. A diferença é que  somos francos”.

– Segundona!

Ufa! Dia corrido, mesmo sendo feriado. Voltamos amanhã com mais tempo, ok?

– Fatores que Incentivam a Desonestidade e Atos de Influência da Honestidade

A Revista Época desta semana traz uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

– Justificando Promessas Não-Cumpridas do Prefeito Nota 10!

E o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab? Se autoavaliou com nota 10 na administração paulistana, mesmo deixando de cumprir 2/3 das metas estipuladas.

Como todo e qualquer político é bom de blablablá, veja se as justificativas o convencem. Abaixo, extraído do Jornal da Tarde, Ed 06/07/2012, por Cristiane Bonfim.

Aproveitando: qual nota você daria para o prefeito da sua cidade?

KASSAB ATRIBUI NOTA PARA A SUA PRÓPRIA ADMINISTRAÇÃO.

Há seis meses do fim do mandato e sem ter cumprido promessas importantes de campanha, como a construção de três hospitais, zerar o déficit de vagas nas creches e construir 66 Km de corredores de ônibus, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) disse na tarde desta quinta-feira, 5, que “deixará de ser feito aquilo que não foi priorizado”. A afirmação foi feita após a apresentação de um vídeo de uma hora com os feitos do governo municipal ao longo nos últimos 3 anos e meio, em que programas como o Mãe Paulistana e o Céu é Show foram exaltados.

Mesmo assim, Kassab deu – outra vez – nota 10 para sua administração que cumpriu 81 das 223 metas de governo estabelecidas por ele na Agenda 2012. “Eu sempre digo que a nota é 10. É 10 pela determinação, pela seriedade, pela eficiência. É 10 pela equipe que tem uma disposição para responder pelas demandas de São Paulo”, disse Kassab aos jornalistas.

E apesar da nota alta, disse ter “humildade” para reconhecer que “falta muito” a ser feito e que espera que seu sucessor “qualquer que seja ele possa continuar investindo principalmente em saúde e educação porque ainda é um trabalho de alguns anos”.

Sobre as creches, Kassab disse ser um “problema grave” que teve avanços e citou a criação de 146 mil vagas e a publicação da lista de espera no site da Prefeitura. Mas ainda, pelo site da Agenda 2012 mais de 16 mil crianças estão esperando uma vaga.

O prefeito disse que se os três hospitais – que ainda estão em fase de licitação ou projeto – não estiverem prontos até o fim do ano “estarão quase concluídos” e ele não respondeu sobre os 66 Km de corredores de ônibus.

O presidente do instituto Rede Nossa São Paulo, Oded Grajew, diz não se surpreender com o fato de Kassab afirmar que deixará de ser feito o que não foi priorizado. “É exatamente isso. Se ele não cumpriu é porque não se empenhou em cumprir. É uma a pena porque itens como saúde, educação e mobilidade urbana, são considerados os principais problemas pelos paulistanos”, diz.

Grajew diz que as metas foram criadas para que a população possa acompanhar o trabalho de um governo. “A nota deveria ser dada com base no cumprimento das promessas. Se ele só cumpriu 30% das metas, minha nota é 3”.

Para o arquiteto e urbanista do instituto Polis Kazuo Nakano a falta de um processo constante sobre a discussão dos investimentos necessários para a cidade ajuda a dificultar o consenso do que é prioridade. “É por isso que o prefeito diz isso. Não há a discussão das necessidades básicas.”

Polêmicas- Kassab afirmou não se considerar um prefeito polêmico, mas sim “ousado”, apesar de ter tomado algumas decisões que geraram protestos na cidade, como por exemplo o fim da permissão do trabalho dos ambulantes e a proibição da entrega do sopão para moradores de rua – ambas decisões foram revistas pelo prefeito, a primeira por causa de uma decisão do Tribunal de Justiça.

– Santo de Casa Não faz Milagre

Sabe o velho ditado de que “Santo de Casa não faz Milagre”?

Ele vem do Evangelho de hoje: Cristo fazia milagres em toda a região, mas quando chegou a Nazaré da Galiléia, sua terra natal, os moradores de lá questionavam: “Não é o filho de José, o carpinteiro? Sua mãe não é Maria?”.

Pela falta de fé, poucos foram convertidos por lá.

Muitas vezes, não desdenhamos de pessoas próximas por desconfiança da proximidade que temos? Pode ser preconceito social…

– Anderson Silva e Chael Sonnen: é pra Levar a Sério?

Não gosto de esportes com violência, mas é inegável que o MMA está na moda. E a luta desta madrugada?

O brasileiro e o americano se provocaram por tempos, e após a luta, viraram amigos?

Tudo bem que no ringue eles querem ganhar, mas é notório que todos os desafios e declarações foram promocionais. Há quanto tempo não vemos esse mesmo cenário, desde telecath até o boxe profissional?

Ambos se provocam, juram morte, e depois mostram profissionalismo e espírito esportivo. Normal, é marketing. Nada mais do que isso.

– Fraqueza e Fortaleza, por São Paulo

Hoje, a Liturgia Católica traz na 2ª leitura uma belíssima passagem de São Paulo Apóstolo:

Quando me sinto Fraco, é aí que sou Forte”.

Nada de incoerência, mas demonstração magnífica de fé explícita.

Quantas vezes nós mesmos, desanimados e desconsolados, não encontramos forças em Deus para superar as dificuldades?

Animadoras e entusiasmantes palavras de um testemunho verdadeiro.

– Escolinha do Romualdo?

Romualdo Arppi Filho, árbitro brasileiro que apitou a final da Copa do Mundo de 1986, foi escolhido para ilustrar / representar a arbitragem do nosso país na coluna “Canhota”, de Sérgio Xavier Filho (Revista Placar, pg 39, Ed Julho 2012).

O mote foi falar sobre o fim da “arbitragem picada” (que segura jogo e que aceita o atleta que cava cartões), por um novo momento da realidade brasileira, influenciado por jogadores que buscam se manterem em pé ao invés de tentar simulações e de árbitros que deixam o jogo correr.

O artigo é bom, pertinente e atual. Os cartões estão deixando de serem vulgarizados (embora, claro, existam árbitros que ainda se escondem atrás dele).

Quando se fala em não-vulgarizar cartões, não é desleixo em não cumprir a regra, mas utilizá-los nos momentos exatos e corretos. E deixar o jogo correr não é, necessariamente, deixar de marcar faltas. Se é falta e não existe a vantagem, o jogo tem que parar. O que não pode é entrar do golpe da queda forçada de atleta.

Mas a matéria tem um pecado: o bom jornalista diz que a FIFA, na final da Copa de 86 e após a partida apitada por Romualdo no México (a decisão entre Argentina X Alemanha), entendeu que:

jogo amarrado era sinal de estelionato”.

Discordo. Não é bem assim. Há clubes que jogam para picar o jogo e cometem inúmeras faltas no meio de campo. E isso faz com que o jogo fique amarrado. Ou também leve em conta o árbitro medroso, fraco, que segura a partida com rigor ímpar.

Em ambos os casos não é estelionato, mas estilo (ruim, é verdade). Só não podemos aceitar a ideia de que aquele maravilhoso time de Maradona venceu o Mundial por culpa do Romualdo…

Como não tenho o acervo digital, postei a imagem da matéria. Clique sobre ela e amplie. A seguir, responda: concorda ou discorda do autor?

– Centro de Jundiaí. O que dizer?

Triste cenário da Terra da Uva as 8h da manhã: repare nos andarilhos e mendigos no Centro.

É essa a Jundiaí com qualidade de vida que se apregoa?

E nós, enquanto cidadãos?

O que fazemos para mudar o cenário?

E como cristãos?

E como eleitores?

Não devemos fazer vista grossa a tudo isso. Prefeito, Vereadores, População: é nossa a responsabilidade para tirar essa gente do submundo e dar dignidade a eles e a nós também. Afinal, fico constrangido em ver a imundice da sujeira e mendicância aflorada das ruas centrais da cidade em que vivo.

E se fosse uma foto noturna, o que veríamos nas ruas centrais?

– Ser Competitivo por Natureza ou por Necessidade?

Li uma frase do jornalista Zé Lúcio Cardim numa edição da Revista de Corrida “O2”. Gostei tanto que a reproduzo aqui:

Corredores são Humanos. E humanos são competitivos por natureza e por necessidade.”

Extrapola o mundo Running e serve para as relações comerciais, sociais, sentimentais…

– Escolinha do Romualdo?

Romualdo Arppi Filho, árbitro brasileiro que apitou a final da Copa do Mundo de 1986, foi escolhido para ilustrar / representar a arbitragem do nosso país na coluna “Canhota”, de Sérgio Xavier Filho (Revista Placar, pg 39, Ed Julho 2012).

 

O mote foi falar sobre o fim da “arbitragem picada” (que segura jogo e que aceita o atleta que cava cartões), por um novo momento da realidade brasileira, influenciado por jogadores que buscam se manterem em pé ao invés de tentar simulações e de árbitros que deixam o jogo correr.

 

O artigo é bom, pertinente e atual. Os cartões estão deixando de serem vulgarizados (embora, claro, existam árbitros que ainda se escondem atrás dele).

 

Quando se fala em não-vulgarizar cartões, não é desleixo em não cumprir a regra, mas utilizá-los nos momentos exatos e corretos. E deixar o jogo correr não é, necessariamente, deixar de marcar faltas. Se é falta e não existe a vantagem, o jogo tem que parar. O que não pode é entrar do golpe da queda forçada de atleta.

 

Mas a matéria tem um pecado: o bom jornalista diz que a FIFA, na final da Copa de 86 e após a partida apitada por Romualdo no México (a decisão entre Argentina X Alemanha), entendeu que:

 

jogo amarrado era sinal de estelionato”.

 

Discordo. Não é bem assim. Há clubes que jogam para picar o jogo e cometem inúmeras faltas no meio de campo. E isso faz com que o jogo fique amarrado. Ou também leve em conta o árbitro medroso, fraco, que segura a partida com rigor ímpar.

 

Em ambos os casos não é estelionato, mas estilo (ruim, é verdade). Só não podemos aceitar a ideia de que aquele maravilhoso time de Maradona venceu o Mundial por culpa do Romualdo…

 

Como não tenho o acervo digital, postei a imagem da matéria. Clique sobre ela e amplie. A seguir, responda: concorda ou discorda do autor?

 

– Itau Unibanco espera calote de 18 bilhões!

Uau! Ouvi uma entrevista do presidente do Itau Unibanco, falando sobre os motivos dos juros demorarem a cair no Brasil. O problema seria, principalmente, calote em linhas de giro de capital.

Sabem quanto o banco espera perder? Cerca de 18 bilhões de reais!

Quanto é que se tem que lucrar para poder ter tal perda?

– Al Shabab Brasil: Um Clube de Futebol Muçulmano

Vejam só: um clube de futebol formado pela comunidade árabe está surgindo em São Paulo e poderá disputar a Copa São Paulo 2013: O Al Shabab Brasil (traduzindo do árabe, Al Shabab seria Juventude).

Formado por pelo empresário Gaber Arraji, membro do Conselho de Ética Islâmico Brasileiro, a ideia é levar a mensagem da religião através do esporte.

Qualquer mensagem de paz é bem aceita. O problema é (e sempre será) o fanatismo religioso, que independe de ser muçulmano, judeu, cristão, ou qualquer outra crença.

Aqui em Jundiaí tivemos a Copa da Fé, evento que contou com diversas crenças religiosas, num torneio esportivo-ecumênico de congraçamento das religiões.

Promover a concórdia e nunca a disputa entre as Igrejas não é apenas ato de fé, mas de cidadania.

– A Infeliz Declaração Coxa-Branca

Falamos sobre os erros de arbitragem da partida Palmeiras X Coritiba, na última quinta-feira (veja em: http://is.gd/PALMxCFC). Mas nada de má intenção, e sim erros de jogo e questão de competência.

Porém, Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, insinuou possível “esquema” à Rádio 105 FM:

O Palmeiras tem o mesmo patrocinador da Copa do Brasil (Kia Motors)

Ora, sempre vemos dirigentes com chororôs pós-jogo. Zezé Perrela chegou a dizer claramente que o Corinthians era beneficiado; mas houve prova? A propósito: naquele ano, o campeão foi o Fluminense…

O mesmo árbitro Wilton Sampaio teve atuação ruim na semifinal da Copa do Brasil, no jogo Coritiba X São Paulo, sendo criticado pelos tricolores. O presidente do Coritiba se esqueceu disso?

Tais declarações são perigosas, pois torcedores mais fanáticos podem deturpar fatos e provocar a violência.

Aliás, se fosse assim, somente as Seleções patrocinadas pela Adidas venceriam as Copas do Mundo; o Flamengo (patrocinado pela Lubrax, óleo da BR) teria vencido muitas edições do Brasileirão Petrobrás (que é o campeonato brasileiro) e o Corinthians, patrocinado pela Iveco, divisão de caminhões da Fiat, não poderia vencer a Santander Libertadores, que presenteia com um Toyota o campeão.

Aliás, na Itália, sempre com problemas de corrupção no futebol, teria como campeão vitalício o Milan, por influência do Berlusconi. Parece que não é assim…

Repararam que a cada final de torneio sempre vemos acusações?

– Passaporte do Filho de Lula Invalidado?

Às vezes (e são muitas) a Justiça tarda, mas (algumas vezes) falha. Neste caso, só levou 7 meses para corrigir um problema ético gigantesco: o Passaporte Branco de Luis Claudio da Silva, filho do ex-presidente Lula.

Sabe por quê?

Ele foi expedido 3 dias antes do término do mandato de Lula. Um juiz considerou ser imoral e claro vício de mandato tal mordomia, às vésperas do final do exercício do cargo.

Correto! Honraria dada em benefício próprio-familiar.

– Aumento de Subsídio de Vereadores?

Em Jundiaí, a pressão popular conseguiu evitar aumento de subsídios para vereadores. Várzea paulista se espelhou nesse episódio, felizmente. Veja a matéria abaixo:

PASTORAL FÉ E POLÍTICA REQUEREU ESPAÇO NA TRIBUINA LIVRE EM VÁRZEA PAULISTA

por Reinaldo Oliveira

A Pastoral Fé, Política e Cidadania, da cidade de Várzea Paulista, usando o direito pertinente nos termos do Artigo 293, parágrafos 1º, 2º e 3º do Regimento Interno daquela Casa de Leis, requereu espaço no expediente da Tribuna Livre, da sessão ordinária realizada no dia 3 de julho. A sessão que tem seu início às 19h, neste dia iniciou às 20h10, pois a presidência da Casa e os demais vereadores, neste tempo, trataram internamente, se autorizavam ou não, sobre a solicitação feita e protocolada pela Pastoral. O documento protocolado teve a seguinte redação: “A Pastoral Fé e Politica, na pessoa de sua coordenadora, Sra. Dolaine Coimbra vem por meio deste REQUERER a esta digna Casa de Leis, nos termos do artigo 293, § 1º, 2º e 3º do Regimento Interno, o uso de Tribuna Livre na 131ª Sessão Ordinária do dia 03.07.2012, para fins de diálogo com os Nobres Vereadores sobre questão relevante para os munícipes.” Com a concordância em atender ao requerido, já durante a sessão, o presidente Silas Zafani questionou qual seria o assunto relevante, e autorizou a coordenadora Dolaine e mais um agente da Pastoral, Aparecida Silvério dos Reis, a aproximarem-se da mesa. Ali elas explicaram que o assunto relevante era sobre os boatos de aumento no subsídio dos vereadores e requeriam uma explicação a respeito. Foi então concedido 10 minutos para a explanação, não sendo necessário a utilização de todo esse tempo. Na Tribuna, a coordenadora Dolaine, cumprimentou a todos e explicou que em Várzea Paulista a Pastoral Fé, Política e Cidadania – da Diocese de Jundiaí e da Igreja Católica Apostólica Romana, atua em 4 paróquias da cidade. Ela não é uma ONG e nem um grupo de ativistas. Sua atividade é pautada pelos Princípios da Doutrina Social da Igreja e do Evangelho de Jesus Cristo, e busca a efetivação do Reino de Deus, na concretização do Bem Comum e, que naquele ato, em defesa da transparência, o objetivo era esclarecer para somar. Que muitos dos nobres vereadores já conhecem o trabalho da Pastoral, e a conduta dos agentes que dela participam. Falou a todos que tinha recebido um informe e também corria nas redes sociais, de que os vereadores daquela Casa de Leis, em sessão secreta, às ocultas, teriam aprovados Projeto de Lei, concedendo aumento dos subsídios, e era necessário saber a veracidade de tal informação. Terminada sua fala, o presidente Silas disse que nenhum projeto havia sido aprovado, porém, não afirmou e nem negou se o PL existiu ou não. Afirmou que discussões a respeito do assunto tinham sido feitas sim, mas ressaltou que o aumento de subsídios do Legislativo e Executivo só é feito cada 4 anos. Inclusive estavam pensando no aumento que os funcionários publicos tinham recebido nesses ultimos 4 anos. Que o aumento em estudo será para a gestão seguinte. Informou que os atuais vereadores, secretários e o vice-prefeito recebem R$ 6.200,00 e o prefeito R$ 17.000,00. Afirmou que ainda não definiram valores, e sugeriu que a Pastoral poderia propor um projeto ou uma negociação, com até a manutenção dos subsídios atuais; porém a redução dos atuais subsídios estava fora de cogitação. Neste momento a coordenadora Dolaine lembrou ao presidente Silas, que em Jundiaí, os vereadores deliberaram por um aumento no subsídio e devido a reação da sociedade, pediram que o prefeito vetassem o aumento e assim foi feito, ao que Silas disse que isto não ia acontecer em Várzea Paulista, de  todos votarem a favor e depois pedir para o prefeito vetar. Já no fim dos trabalhos a coordenadora informou a todos que a parti de 2013 a Pastoral Fé, Política e Cidadania, em parceria com o Movimento Voto Consciente Jundiaí, fará o acompanhamento das sessões, tabulará o trabalho dos vereadores e tornará publico no final de cada ano, bem como as atividades do executivo, e convidou a todos para a formação “Política, Fé e Salvação”, que será ministrada a todos os candidatos a prefeito, vice-prefeito, vereadores e demais agentes políticos das 11 cidades da área da Diocese de Jundiaí, a realizar-se no dia 21 de julho, às 9h, na Cúria Diocesana de Jundiaí.

– Tempo de Correr, Suar e Meditar

Durante a minha adolescência, beirei 100 quilos. Quando me encontrei como árbitro, meu peso caiu para 69 kg. Pudera, nunca havia feito atividade física de verdade…

E quem começa a correr, gosta. Ficar sem a endorfina da corrida é apavorante! Mas há certas combinações que dão certo. Por exemplo: correr na madrugada, sem trânsito ou obstáculos, no mato, à beira da Serra da Ermida. Hoje meu treino partiu daqui:

  

A corrida foi de 12,5 km em 1 hora. Ufa! Precisava de tal tempo, já que lesionei o menisco e, felizmente, consegui recuperá-lo sem cirurgia (claro, há limitações por isso).

 

Durante o treino, é impossível não pensar na vida, em Deus, nas coisas que perturbam e nas que agradam. É por isso que tais “longões” são ótimos: você queima calorias, se mantém saudável e tem tempo para meditar! E ainda goza desse nascer do sol:

 

 

Corpo, mente e alma sadias são necessidades da vida atribulada de hoje.

– Análise da Arbitragem de Palmeiras X Coritiba

Má atuação do árbitro Wilton Sampaio no primeiro jogo da Copa do Brasil. Apesar do bom condicionamento físico e de se posicionar extremamente bem em campo, pecou técnica e disciplinarmente. Vamos lá:

 

Lance 1: Pênalti a favor do Palmeiras, 45minutos do 1º tempo – No lance, antes da bola entrar em jogo, repare que os adversários estão se agarrando. Wilton Sampaio está a, no máximo, 3 metros dos atletas e nada faz. Desatenção ou omissão na prática da arbitragem preventiva? Quando a bola entra em jogo, fora do lance, Betinho impede Jonas de avançar (é falta de ataque); ela se aproxima e o atleta coxa-branca inverte “o golpe” e consegue com mais força no agarrão impedir a projeção do palmeirense. Abraçados, ambos caem.

Tanto Sportv e ESPN Brasil confirmam o pênalti, provavelmente por observarem a bola na proximidade dos atletas; porém, deve-se marcar a infração no nascedouro da jogada, pois a bola já estava em jogo, mesmo que distante dos atletas. Errou o árbitro.

 

Lance 2: Advertência com cartão amarelo e consequentemente expulsão de Valdívia. Ali, também errou o árbitro: ele aplica o cartão amarelo por ação temerária no tranco, entendo que há impedindo do avanço do adversário na disputa de bola, matando o contra-ataque. Não foi isso: Valdívia atinge com o braço o adversário, e aí deixa de ser tranco e/ou disputa de bola, passando a ser agressão. É expulsão com aplicação de Cartão Vermelho direto. A expulsão por segundo amarelo tem punição muito menor do que com cartão vermelho.

 

Lance 3: Pênalti não marcado em Tcheco – Dentro da grande área, o atleta paranaense tem a bola dominada, e Márcio Araújo o atinge com um pontapé, derrubando-o. O árbitro nada marcou e errou. Tive a impressão de que ele deu vantagem no lance, pois a bola sobra para um atleta do Coritiba que chuta para o gol e a bola passa à direita do goleiro Bruno. Se, de fato, o árbitro entendeu dessa forma, o erro foi ainda mais grave, pois a real vantagem não era a posse de bola de um atleta que estava longe, mas sim a marcação do pênalti.

 

Será que a memória recente da vantagem do pênalti acontecida em “La Bombonera” e bem percebida por Enrique Ósses no primeiro jogo da final da Libertadores influenciou Wilton Sampaio, levando-o a uma leitura equivocada da diferente situação de ontem?

 

Enfim, o Coritiba tem razões para reclamar.

– Análise da Arbitragem de Palmeiras X Coritiba

Má atuação do árbitro Wilton Sampaio no primeiro jogo da Copa do Brasil. Apesar do bom condicionamento físico e de se posicionar extremamente bem em campo, pecou técnica e disciplinarmente. Vamos lá:

Lance 1: Pênalti a favor do Palmeiras, 45minutos do 1º tempo – No lance, antes da bola entrar em jogo, repare que os adversários estão se agarrando. Wilton Sampaio está a, no máximo, 3 metros dos atletas e nada faz. Desatenção ou omissão na prática da arbitragem preventiva? Quando a bola entra em jogo, fora do lance, Betinho impede Jonas de avançar (é falta de ataque); ela se aproxima e o atleta coxa-branca inverte “o golpe” e consegue com mais força no agarrão impedir a projeção do palmeirense. Abraçados, ambos caem.

Tanto Sportv e ESPN Brasil confirmam o pênalti, provavelmente por observarem a bola na proximidade dos atletas; porém, deve-se marcar a infração no nascedouro da jogada, pois a bola já estava em jogo, mesmo que distante dos atletas. Errou o árbitro.

Lance 2: Advertência com cartão amarelo e consequentemente expulsão de Valdívia. Ali, também errou o árbitro: ele aplica o cartão amarelo por ação temerária no tranco, entendo que há impedindo do avanço do adversário na disputa de bola, matando o contra-ataque. Não foi isso: Valdívia atinge com o braço o adversário, e aí deixa de ser tranco e/ou disputa de bola, passando a ser agressão. É expulsão com aplicação de Cartão Vermelho direto. A expulsão por segundo amarelo tem punição muito menor do que com cartão vermelho.

Lance 3: Pênalti não marcado em Tcheco – Dentro da grande área, o atleta paranaense tem a bola dominada, e Márcio Araújo o atinge com um pontapé, derrubando-o. O árbitro nada marcou e errou. Tive a impressão de que ele deu vantagem no lance, pois a bola sobra para um atleta do Coritiba que chuta para o gol e a bola passa à direita do goleiro Bruno. Se, de fato, o árbitro entendeu dessa forma, o erro foi ainda mais grave, pois a real vantagem não era a posse de bola de um atleta que estava longe, mas sim a marcação do pênalti.

Será que a memória recente da vantagem do pênalti acontecida em “La Bombonera” e bem percebida por Enrique Ósses no primeiro jogo da final da Libertadores influenciou Wilton Sampaio, levando-o a uma leitura equivocada da diferente situação de ontem?

Enfim, o Coritiba tem razões para reclamar.

– Tecnologia Eletrônica Finalmente Chega ao Futebol. Como se dará?

Três novas medidas adotadas pela FIFA hoje (em fase avançada de experiência):

1) Permissão de que atletas femininas islâmicas usem o véu nas partidas de futebol (ainda a regular como será o padrão da veste, em teste e aperfeiçoamento até 2014)

2) Escolha oficial da tecnologia para confirmar gols (dentre as muitas que foram oferecidas). A FIFA não escolheu uma, mas autorizou as duas que mais foram testadas até então: a do Hawk Eye (a de sistemas de câmeras, semelhante ao usado no tênis) e a do Goalref (a do Chip na Bola).

3) Aceite dos árbitros assistentes adicionais (AAA)

Claro que a medida radical é o aceite da Tecnologia de Ponta. Será utilizada em 3 competições FIFA nos próximos anos: em 2012 na Copa do Mundo de Clubes, 2013 na Copa das Confederações e 2014 na Copa do Mundo.

Diferente das 17 regras, que são obrigatórias, as medidas autorizadas hoje são OPCIONAIS. Assim, países pobres poderiam evitar custos altos da implantação, e torneios de ponta poderiam usar o que há de melhor.

Vale ressaltar que os estádios e clubes interessados em usá-las terão que ter a licença da FIFA (processo semelhante ao da aprovação de gramados sintéticos: a FIFA recebe o pedido, avalia e certifica as instalações).

Por fim, os AAA foram aceitos oficialmente, após as experiências reguladas. Entretanto, não foi dito como eles atuarão (se do lado direito ou esquerdo dos gols, testados no primeiro e segundo ano).

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