Leio no site Voz do Apito (www.vozdoapito.com.br) que o Dr Edson Rezende, Corregedor de Arbitragem da CBF, pede aos árbitros para que assinem um documento liberando a investigação da vida pessoal deles, além dos tradicionais documentos de nada consta na Justiça e nos órgão comerciais (Serasa / SPC), entre outros.
Claro que o assunto é delicado. Os árbitros devem ter uma vida imaculada para não serem questionados. Se o árbitro estiver com dívidas, por exemplo, os mais críticos poderão dizer que está mais suscetível a propostas indecorosas. Se sofre ou move algum processo, questionará se uma escala contra determinado clube implicará em interesse pessoal ou não. O que fazer?
Por mais antipática que seja, entendo que a decisão seja acertada. Se o árbitro não tem nada a esconder, não há problemas. O único inconveniente (e aí será algo de foro pessoal) é o questionamento da perda de privacidade.
Até onde o árbitro aceita ter sua vida pessoal invadida por um dirigente? Isso é muito particular para cada um.
Para quem nada deve, sem dificuldade para a aceitação. Lamentavelmente, o árbitro além de ser honesto “tem que parecer ser honesto”!
E você? Concorda ou discorda de tal medida?
Caso tenha curiosidade, os documentos exigidos pela CBF aos árbitros poderão ser acessados no seguinte PDF: http://www.vozdoapito.com.br/noticias/img/cbf_3.pdf
